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Cancelamento do contrato e parar cobranças de prestações
No passado dia 03/02/26 enviei um pedido de cancelamento. E hoje recebi o telefonema a dizer-me que era impossível cancelar, e que iria continuar a receber valores prestacionais até fazer um ano porque o contrato tinha sido renovado automaticamente. Não permiti essa renovação. Tem algum jeito a pessoa estar a acumular valores em dívidas quando expôs a situação e se não tenho rendimentos como vou poder pagar? Nas condições que me encontro com uma lesão na coluna, sem poder trabalhar e sem rendimentos. Isto é um absurdo. Quero o cancelamento imediato do contrato e a sessão de prestações. Fazem as pessoas ficarem com dividas, é absurdo e desumano se não podemos manter e pagar. Tive um ano com vocês. O email enviado a medicare e seguradora deles dizia o seguinte: Venho por este meio solicitar o cancelamento definitivo do meu plano familiar Medicare o mais breve possível, por motivos financeiros. Encontro-me acamada com uma lesão na coluna e sem quaisquer ajudas e possibilidade de poder trabalhar, impossibilitando conseguir manter a prestação, com efeitos na próxima data contratualmente possível. Cliente: Patrícia Ferreira NIF: ********* Cartão: ********* Contrato n.º ******** Solicito confirmação por escrito da data efetiva de cessação do contrato. Cumprimentos, Patrícia Ferreira Em anexo o atestado médico que comprova o meu estado. Quero a resolução rápida.
Cancelamento imediato
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, solicitar o cancelamento imediato e definitivo do meu plano de saúde Medicare, com efeitos previstos para o dia 5 de março de 2026. Reitero que a minha intenção de cancelamento foi comunicada pela primeira vez no dia 19 de dezembro, o que podem comprovar na gravação que foi efetuado em uma ligação que recebi da Medcare às 15:02 da tarde com duração de 16 minutos( o que pode ser comprovado pois a gravação foi gravada). Na ocasião, a vossa assistente informou-me, erradamente, que o pedido só poderia ser formalizado no dia 4 de fevereiro. (Aproveito para atualizar esse dado importante, visto que Me equivoquei anteriormente dizendo ser dia 5/2/2026, mas tenho tudo anotado e ao conferir vi que o dia que ela me disse para cancelar foi dia 4/2/2026. Infelizmente, devido à passagem da tempestade Kristin, fiquei privada de rede telefónica, internet e energia elétrica na data indicada pela vossa colaboradora, o que impossibilitou o contacto nesse dia específico. Só foi possível formalizar o pedido no dia 06/02/2026. Considerando que houve um erro de informação por parte do vosso serviço de apoio no dia 19/12, e ocorreu uma situação de força maior (falta de comunicações por catástrofe natural) que impediu o contacto no dia 04/02; Atualmente, encontro-me numa situação de carência financeira que me impede de manter o plano; Uma outra situação ocorreu em outra ligação que recebi dia 23/02/2026 às 12:28 com duração de 15 min, onde expliquei o ocorrido ao atendente e o mesmo me disse que eu podia ter feito o cancelamento antes de 30 dias, mas se a própria atendente da Medicare me deu o dia para ser feito o cancelamento como eu duvidaria. Informo que já formalizei esta queixa no Livro de Reclamações Online e no Portal da Queixa, cujas referências anexo a este e-mail. Solicito a confirmação do cancelamento imediato por justa causa e a anulação de quaisquer cobranças futuras, sob pena de recorrer a instâncias judiciais e de defesa do consumidor. Com os melhores cumprimentos, Cleidiane Rosangela da Silva Ferreira
Produto fora da validade
Exmos. Senhores. No dia 14 de Janeiro de 2026 fiz uma compra online da empresa FARMACIASdirect (#253520), atraves do seu site online. No dia 22 de Janeiro a encomenda chegou na minha casa. Tratou-se de um medicamento - Priorin Cabelo saudável sem queda de cabelo, 2X60 cápsulas. Esse medicamento chegou fora do prazo mínimo de validade, com validade de Fevereiro 2026, quando o tratamento é de 2 meses. Dada a gravidade de vender medicamentos fora do prazo de validade, decidi recorrer à DECO, após a empresa negar-se a fazer a troca do medicamento.
Sem resposta e sem continuidade de tratamento
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela OralMED. No mês de dezembro solicitei a transferência de clínica (de Coimbra para Santarém) para poder dar continuidade ao meu plano de tratamentos. Desde então, encontro-me à espera que essa transferência seja realizada. Ao longo destes meses tenho contactado várias vezes a clínica, porém a única resposta que me é dada pela receção é que o pedido já foi encaminhado e que estão apenas a aguardar autorização superior para que a transferência possa ser efetuada. Até ao momento nunca me foi dado qualquer prazo concreto nem fui contactada com uma solução para o problema. Entretanto continuo a pagar o plano de tratamento, sem estar a usufruir do mesmo nem a conseguir dar continuidade aos cuidados dentários previstos. Esta situação já se arrasta há vários meses e demonstra uma clara falta de resolução e de acompanhamento por parte da entidade prestadora do serviço. Para além disso, a interrupção prolongada de tratamentos dentários pode comprometer o acompanhamento clínico adequado, algo que considero extremamente grave quando estamos a falar de cuidados de saúde. Face ao tempo de espera, à ausência de solução e à falta de comunicação efetiva por parte da OralMED, informei também a clínica de que deixei de ter interesse em continuar o tratamento e solicitei o cancelamento do plano de tratamento, bem como o reembolso dos valores já pagos relativamente aos tratamentos que não foram realizados. Tendo em conta que já aguardei vários meses pela simples transferência de clínica, considero inaceitável continuar indefinidamente à espera de uma resolução, bem como de um eventual reembolso. Assim, pretendo a intervenção para que esta situação seja resolvida com urgência, nomeadamente através do cancelamento do plano de tratamento e da devolução dos valores pagos referentes aos tratamentos que não foram realizados.
Protocolo e comunicação pré-operatória
Venho, por este meio, apresentar o meu descontentamento relativamente ao protocolo de comunicação do Hospital CUF no que diz respeito ao agendamento de cirurgias. Fui informado do horário exato da minha comparência na unidade apenas com dois dias de antecedência. Considero este prazo manifestamente insuficiente e desajustado da realidade de um paciente que se prepara para uma intervenção cirúrgica. Um processo de cirurgia é, por si só, gerador de elevados níveis de stress e ansiedade. É fundamental que o paciente usufrua de calma e estabilidade nos dias que antecedem o procedimento, o que inclui a necessidade de programar e orientar antecipadamente a sua vida pessoal, profissional e o respetivo transporte para o hospital. A comunicação tardia impossibilita uma gestão logística adequada e agrava desnecessariamente o estado emocional do utente. Solicito que este protocolo seja revisto, privilegiando o bem-estar e a capacidade de organização de quem deposita a confiança nos vossos serviços de saúde. Com os melhores cumprimentos.
Aplicação indevida de exclusões no seguro de saúde
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao seguro de saúde Médis associado à empresa Elenco das Pétalas – Unipessoal, Lda., NIF 517 565 366, celebrado em janeiro de 2024. (N.º do cartão Médis: A3821919100) Aquando da adesão ao referido seguro, prestei todas as informações solicitadas com total transparência e boa-fé, declarando que tinha sido submetida a uma cirurgia à coluna no ano de 2009, bem como que, na altura, tinha tido dois miomas uterinos. Importa, contudo, referir que tais situações ocorreram há vários anos e que, desde então, nunca mais voltei a apresentar quaisquer problemas relacionados com a coluna lombar nem com miomas uterinos que secaram. Importa ainda esclarecer que a única situação ocasional que tenho sentido ao longo dos anos está relacionada com a zona cervical, situação distinta da cirurgia lombar realizada em 2009 e que não tem qualquer relação direta com a mesma. Apesar de se tratar de situações clínicas ultrapassadas há muitos anos, fui penalizada com exclusões no seguro, o que considero manifestamente injusto e desproporcional. Recordo que a legislação portuguesa consagra o denominado “direito ao esquecimento”, previsto na Lei n.º 75/2021, que estabelece que não deve existir discriminação no acesso a seguros ou condições contratuais baseada em antecedentes clínicos já ultrapassados. Assim, não considero aceitável que factos clínicos ocorridos há mais de uma década continuem a ser utilizados como fundamento para exclusões ou limitações num contrato de seguro de saúde celebrado em 2024. Face ao exposto, solicito a reavaliação da presente situação e a revisão das exclusões aplicadas, em conformidade com os princípios legais aplicáveis e com o direito ao esquecimento consagrado na legislação portuguesa. Informo igualmente que sou associada da DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor e que, caso esta situação não seja devidamente analisada e corrigida, ponderarei recorrer às entidades competentes, designadamente à Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF). Neste momento só tenho a simulação, não tenho o contrato, terei que o solicitar. Aguardo a vossa resposta e a devida análise da presente reclamação. Com os melhores cumprimentos, Sandra Maria Carvalho Coelho
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores... Realizei a encomenda de um perfume Dolce&Gabbana Devotion de 100ml, ref:1699321 no dia 25 de fevereiro. O número de expedição é #5000248494. A morada de envio é a seguinte: Rua Ramiro Ferrão Agrupamento de Escolas de Anselmo de Andrade Almada, Setubal, 2809-011 Portugal. O método de pagamento foi MB Way pelo telemóvel:966946838. A entrega estimada é de 48h-72h uteis. Ainda não recebi a minha encomenda que pelo link que me enviaram se encontra em transito desde o dia 2 de março. Não tenho qualquer indicação de onde se encontra a minha encomenda, o prazo das 72horas já expirou há bastante tempo. Solicitei à Druni a fatura da minha encomenda.
pagamento de fatura
Exmos Senhores, No passado 24 de Fevereiro 2025 fui a consulta de ginecologia o qual effectué o pagamento de duas facturas da consulta e de exame de acordo com o meu regime beneficiaria de seguro pago no proprio dia. No dia 7 de Maio 2025 recebe uma factura para pagamento sem o meu numero de beneficiaria, ao seja sem acordo. Desde dessa data tenho entrado em contacto com os serviços pagamento por vários meios para tentar resolver e sem sucesso. Consegui obter resposta no inicio de Novembro 2025 alguém do dept Financeiro confirmou que as minhas facturas estavam pagas, no entanto ainda ate a data continue a receber SMS da parte de uma empresa Servdebt para efectuar o pagamento. Hoje dia 4 de Marco 2026 contacto novamente financeiro das Lusíadas a responder o de sempre as suas facturas estao pagas vou ver o que esta se passar. Acho inadmissível esta incompetência.
Estorno não efetuado após falecimento
Boa tarde, Contratei o serviço de apoio domiciliário da Cruz vermelha. No dia 1 de Fevereiro paguei a mensalidade do respectivo mês. No dia 21 do referido mês, o meu pai faleceu. Comuniquei o falecimento à entidade e solicitei o reembolso do valor respeitante aos 7 dias em que não houve prestação do serviço. A resposta que recebi através da assistente social afeta à entidade foi que não haveria lugar a qualquer reembolso, uma vez que o meu pai tinha falecido na segunda quinzena do mês. Verifiquei o contrato e verifiquei que a única cláusula que menciona o não reembolso, indica que se por qualquer motivo o cliente prescindisse do serviço não seria reembolsado. Considero que esta cláusula não se pode aplicar à situação. O cliente não prescindiu do serviço. O cliente faleceu. Solicito análise e reembolso. Obrigada
Discriminacao de doentes com mobilidade diminuida e demencia
Exmos senhores: Venho por esta via participar discriminacao por parte da CUF em relacao a doentes com problemas graves de mobilidade e demencia. Falei (eu sou medica e a filha do doente em questao)ao telefone co a Sra Raquel Almeida que peremptoriamente se recusou a passar uma mensagem ao medico dentista Dr. Pedro Manso para ajustar as condicoes de transporte do meu pai para tratamento. O meu pai tem 93 Anos e tem Parkinson avancado e demencia dos corpos de Lewis. Para ir ao consultorio precisa de uma ambulancia e de dois cuidadores para ajudarem no seu posicionamento. Para ser effective precisamos de discutir a proposta feita pelo medico tomando em consideracao o estado do meu Pai. Esta discussao tambem servira para planear o deslocamento do meu pai ao consultorio. Sera que CUF aceita esta politica de discriminacao treinando os seus empregados a serem o mais desagradaveis possiveis? Espero que com esta reclamacao nos seja dada a oportunidade de discutir com o medico as condicoes para ele poder tratar o meu Pai.
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