Classificação
- Total de reclamações
- 45
- Número de reclamações*
- 16
- Reclamações resolvidas*
- 75%
- Média de dias para responder*
- Sem resposta
Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
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Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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Reclamações recentes
Funcionamento de Elevadores
Caros Srs., Hoje, dia 14 de outubro de 2026, tive que subir do piso -4 ao piso 4 pelas escadas. Dos 6 elevadores existentes para acesso ás consultas, 3 estavam fora de serviço. Por duas vezes um dos elevadores chegou ao piso -4 mas estava completamente cheio e não saiu nenhum cliente. Tive que optar por subir pelas escadas. Peço, por favor que não deixem acontecer uma situação em que estão vários elevadores avariados. Obrigado. Cump. Francisco Alegria
Doença adquirida
Exmos senhores. Fui fazer uma resonancia magnetica. Deram-me botas e bata rotas, levaram muito tempo, não me poseram proteçao nos ouvidos, e sai de lá com Tinitus. Até morrer vou ouvir barulho de fundo. Nunca mais saberei o que é o silêncio.
Faturação Indevida por Violação do Direito à Informação Prévia
Exma. Direção do Hospital CUF Tejo / Apoio ao Cliente, Escrevo em resposta à vossa comunicação anterior, a qual rejeito categoricamente. A vossa alegação de que uma advertência genérica no momento da marcação é suficiente para justificar a cobrança posterior não tem qualquer validade legal face ao direito e regulamentação da saúde em vigor em Portugal. De acordo com a Lei n.º 15/2014, de 21 de março (que consolida os Direitos e Deveres do Utente dos Serviços de Saúde) e com as normas explícitas da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) relativas às Questões Financeiras, a informação sobre custos e encargos adicionais deve ser prestada ao utente de forma antecipada e proativa no momento da prestação de cuidados. Durante a minha consulta de Otorrinolaringologia, o médico assistente realizou procedimentos com recurso a ferramentas técnicas sem nunca me transmitir que os mesmos acarretavam custos extra (que resultaram nas faturas adicionais de 74,00€ e 7,40€). Ao ocultar essa informação antes de realizar o procedimento, o vosso hospital violou a lei portuguesa ao: Impedir o meu direito de recusa: Não me foi dada a oportunidade de rejeitar o exame ou o encargo financeiro associado. Prestar cuidados sem consentimento financeiro: O consentimento clínico não implica a aceitação cega de custos ocultos. O que a CUF está a praticar é ilegal, violando frontalmente o direito à transparência, à boa-fé e à proteção dos interesses económicos do consumidor. Face ao exposto, exijo a anulação e o cancelamento imediato de ambas as faturas (74,00€ e 7,40€). Caso a vossa posição se mantenha, a presente reclamação será imediatamente escalada para a tutela regulatória da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) e registada no Livro de Reclamações Eletrónico para os devidos efeitos contraordenacionais. Fico a aguardar a vossa resposta com a confirmação do cancelamento dos valores. Melhores cumprimentos, Sercan Eygi
Atendimento sem profissionalismo
Venho por este meio apresentar uma reclamação/queixa formal relativamente à Doutora Maria Alexandra Pinto Duarte que me atendeu hoje, 05/05/2026, através de Vídeo consulta às 8:00h. Além de ter marcado uma consulta ontem para as 10:00h e da mesma ter sido reagendada sem o meu conhecimento ou consentimento, esta manhã na consulta que estava agendada para as 8:00h, e que durou apenas das 7:55h às 7:59h, a Doutora Maria Alexandra Pinto Duarte tratou-me com discriminação, antipatia e falta de profissionalismo. Marquei e compareci à consulta, pois não estou bem psicologicamente (talvez início de uma depressão), o que se reflete também a nível físico naturalmente (mal estar geral, cansaço excessivo, dores de cabeça...). Pedi também que me prescreve-se análises à urina e ao sangue, por rotina e também porque há cerca de duas semanas na medicina no trabalho as análises à minha urina acusaram sangue (deixei claro que não estava menstruada e que o último ciclo tinha terminado há mais de uma semana). Mostrou-se relutante em fazer esta prescrição, como se eu estivesse a mentir, e apesar de ter dito que passaria a prescrição apenas para as análises à urina, não o fez. Receitou-me apenas uns antidepressivos (sem diagnosticar rigorosamente nada nem explicar-me o que eram, na consulta mencionou apenas que eram comprimidos), e disse, e passo a citar, que "estas consultas servem para tratar coisas NORMAIS, como constipações" e que aquilo que devo fazer é procurar um psicólogo. Facto é que após esta péssima interação, que piorou ainda mais a situação em que me encontro, chegou-me a fatura para pagar. Quero um esclarecimento imediato pois não sei como pretendem que pague 28€ por este atendimento ridículo e por uma "consulta" que durou 4 minutos.
Facturação indevida e abusiva
No dia 21/11/2025 fui sujeito a processo clinico no Hospital CUF Tejo que envolveu a realização de timpanocanaloplastia com correcção de exostoses à esquerda via retroauricular. Esta entidade emitiu em 09/12/2025 a factura 590350, no valor de 2.007,20€, referente a uma intervenção de Timpanoplastia. Como esta intervenção não foi realizada pedi esclarecimentos por email em 12/12/2025, mas apenas recebi nova factura com o nº110237, emitida em 31/01/2026 no valor de 1.124,55€ e referente à mesma intervenção de Timpanoplastia. Voltei a pedir esclarecimentos por email em 12/2/2026 solicitando a anulação da factura 110237, mas apenas recebi como resposta uma comunicação do Departamento de Contencioso solicitando a liquidação desta factura. Em 09/12/2025 recebi a factura 590346 no valor de 1.088€ referente ao valor da Cirurgia De Exostose no total de 3.440€ - 2.352€ (comparticipação seguro Advancecare). Considerando a caução de 1.382€ por mim paga em 20/11/2025 resulta num valor a haver em meu favor de 294€ que continua sem ser pago pelo Hospital CUF Tejo até à presente data.
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