Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
N. C.
05/06/2026

Encomenda não recebida

Fiz uma encomenda no dia 28.05.2026 com o número LS_38323 no valor de 132,64€ Foi paga logo no próprio dia, recebi um e-mail a confirmar a mesma. Mas até hoje não recebi nada. Já tentei entrar em contacto com a loja duas vezes através do e-mail mas não obtive resposta.

Resolvida
M. L.
04/06/2026

Troca e/ou devolução não aceite

Foi efectuada uma encomenda no dia 2 de junho de 2026 e relizado o paamento do valor total do mesmo. No dia seguinte o produto chegou (apoio de braço pediátrico) mas o tamanho não era adequado e não foi apresentada nenhuma solução adequada à criança. Recusaram-se a devolver o dinheiro ou a dar um vale para gastar noutra altura. Foram compradas umas sandálias no dobro do valor, mas chegando a casa apercebi-me de que as mesmas tinham aspecto de usadas e que não eram suficientemente confortáveis. Dirigi-me à loja para trocar, mas a troca e/ou a devolução foi recusada. Não apresentaram qualquer alternativa.

Encerrada
M. T.
04/06/2026

Falta de Informação Clínica e Omissão de Esclarecimento sobre Vacinação HPV

Venho apresentar reclamação relativamente ao acompanhamento que tenho vindo a realizar no Hospital de São João há mais de três anos, na sequência de um rastreio do cancro do colo do útero que revelou infeção por HPV. Importa esclarecer que não se tratou de uma situação de simples vigilância após um resultado positivo. Ao longo destes mais de três anos, fui submetida a sucessivas citologias, tendo sido identificadas alterações celulares que motivaram a realização de diversos exames complementares, colposcopias, biópsias e consultas hospitalares de seguimento. Ou seja, tratou-se de uma situação clínica que exigiu acompanhamento especializado continuado e procedimentos diagnósticos relevantes. Apesar disso, durante todo este período, nunca me foram comunicados de forma clara, completa e regular os resultados dos exames realizados. Na prática, limitava-me a receber marcações para novas consultas ou exames, sem que me fosse devidamente explicado qual era o meu estado clínico, quais os resultados obtidos ou qual a evolução da minha situação. As cartas enviadas pelo hospital continham apenas referências muito vagas, insuficientes para que eu pudesse compreender a minha condição clínica. Apenas recentemente, após insistência reiterada da minha parte e múltiplos pedidos de esclarecimento, me foram finalmente disponibilizados alguns resultados. Até esse momento, nunca me tinham sido enviados os resultados dos exames realizados ao longo destes anos. Esta falta de informação foi particularmente grave porque, perante a ausência de esclarecimentos por parte do hospital, procurei obter apoio junto do meu centro de saúde. No entanto, fui informada de que nem os próprios profissionais conseguiam aceder à informação necessária para me prestar esclarecimentos adequados sobre o meu acompanhamento hospitalar. Durante anos, permaneci sem conhecimento efetivo da evolução da minha situação clínica, dependendo exclusivamente das marcações sucessivas para consultas e exames. Paralelamente, existe uma segunda questão que considero ainda mais preocupante. Durante mais de três anos de acompanhamento hospitalar por infeção por HPV, alterações celulares persistentes e realização de biópsias, nunca fui informada da possibilidade, indicação ou benefício da vacinação contra o HPV no meu caso concreto. Nunca me foi explicado se reunia critérios para vacinação, nunca me foi apresentada essa opção e nunca me foram prestados esclarecimentos que me permitissem tomar uma decisão informada sobre esta matéria. Recentemente, através de uma profissional de saúde, fui informada de que a vacinação deveria ter sido considerada desde o início do meu acompanhamento. Fui ainda informada de que a ausência dessa intervenção poderá ter contribuído para o agravamento da minha situação clínica. Segundo a informação que me foi transmitida, inicialmente apresentava positividade para dois tipos de HPV e atualmente apresento positividade para um número significativamente superior de tipos virais. Esta informação causou-me enorme preocupação, sobretudo porque ao longo de todos estes anos estive a ser acompanhada numa instituição hospitalar de referência, realizando exames e procedimentos sucessivos, sem que nunca me tivesse sido prestado qualquer esclarecimento relativamente à vacinação ou à sua eventual importância no meu caso. Acresce que tenho conhecimento de que existem situações em que a vacinação contra o HPV é disponibilizada no contexto hospitalar. Assim, pretendo compreender porque motivo nunca fui informada dessa possibilidade, porque motivo nunca foi avaliada ou discutida essa opção comigo e porque motivo fui privada da oportunidade de participar de forma informada numa decisão potencialmente relevante para a minha saúde. Perante o exposto, solicito esclarecimento formal sobre: Os motivos pelos quais os resultados dos exames realizados ao longo destes mais de três anos não me foram regularmente comunicados de forma clara, completa e compreensível; Os motivos pelos quais nunca fui devidamente informada sobre a possibilidade, indicação ou benefício da vacinação contra o HPV no meu caso concreto; Se, em algum momento do meu acompanhamento, existiu indicação clínica para vacinação e, em caso afirmativo, porque motivo essa informação não me foi transmitida; Quais os critérios atualmente utilizados pelo Hospital de São João para propor ou disponibilizar a vacinação contra o HPV a utentes acompanhadas por infeção persistente por HPV e alterações celulares associadas; A disponibilização integral da informação clínica e dos relatórios referentes ao meu acompanhamento neste processo. Considero que estas falhas comprometeram o meu direito à informação, ao consentimento informado e à participação esclarecida nas decisões relativas à minha saúde. Atendendo à gravidade da situação, à duração destas falhas ao longo de mais de três anos de acompanhamento e ao impacto que tiveram na minha capacidade de tomar decisões informadas sobre a minha saúde, solicito uma resposta formal, detalhada e fundamentada. Caso não obtenha esclarecimentos adequados e devidamente fundamentados relativamente aos factos aqui expostos, reservarei o direito de remeter esta reclamação à Direção-Geral da Saúde e às restantes entidades competentes para apreciação da atuação verificada neste processo. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
G. S.
04/06/2026
Lilly Portugal - Produtos Farmacêuticos, Lda.

Defeito na caneta Mounjaro

Apresento reclamação contra a Lilly Portugal relativa ao tratamento de uma reclamação de qualidade sobre uma unidade de Mounjaro KwikPen® 10 mg, lote D916209. Durante utilização normal, a caneta apresentou bloqueio do contador/mecanismo de dose, impossibilitando a administração segura e completa do medicamento. Posteriormente, verificou-se alteração/rutura/abaulamento do septo de borracha. A Lilly respondeu atribuindo a situação a causas possíveis relacionadas com agulha/sobrepressurização, mas sem recolher fisicamente a unidade nem proceder a análise técnica direta do mecanismo doseador. Contestei formalmente essa resposta, solicitando reapreciação, recolha da caneta, análise técnica e substituição da unidade. Até ao momento, não obtive resposta adicional. Não imputo responsabilidade à farmácia, que apenas foi o local de aquisição de um produto selado. A questão dirige-se à Lilly enquanto responsável pelo produto/dispositivo e pelo tratamento da reclamação de qualidade. Solicito a intermediação da DECO/DECO PROteste junto da Lilly para obter: reabertura da reclamação de qualidade; recolha física da caneta para análise técnica; resposta fundamentada que distinga causas comprovadas de causas meramente possíveis; substituição da unidade ou solução equivalente; indicação objetiva dos próximos passos. A unidade encontra-se preservada e disponível para análise. A situação será igualmente comunicada ao INFARMED enquanto suspeita de defeito de qualidade/dispositivo de administração.

Encerrada
A. S.
04/06/2026

Encomenda não recebida.

Venho fazer uma reclamação relativamente a minha encomenda LS_37448 realizada na Loja Saúde no dia 21/05/2026. Não recebi! E em reposta foi me informado que se encontrava dentro do prazo de entrega. No site as encomendas são entregues em 5 dias úteis. Deixo a minha reclamação de forma a ajudar que outras pessoas não venham a ser Burladas por essa loja. Eles têm produtos de necessidade e a bom preço oque faz com que o consumidor compre sem ver a avaliação da loja. Tem todo o tipo de produto disponível para compra, e depois dizem que tem problema de stock. Claramente o problema é em todos os produtos pois ninguém chega a receber a encomenda.

Encerrada
G. J.
04/06/2026

Cancelamento de contrato não processado, renovação automática não consentida

Sou cliente da Medicare desde 2024 e venho por este meio apresentar reclamação formal pela violação dos meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente: falta de informação clara sobre a cláusula de renovação automática na adesão ao contrato; incumprimento da empresa em processar o cancelamento solicitado; e cobrança indevida após confirmação escrita, por parte da própria Medicare, da não renovação do contrato. — Cronologia dos factos — Em 2024, aquando da adesão ao plano de saúde Medicare, não fui devidamente informado, de forma clara e inequívoca, da existência de cláusula de renovação automática. A informação, a ter sido prestada, foi-o de modo sumário e não compreensível, o que constitui incumprimento do dever de informação previsto na lei do consumidor. Em 2025 (data aproximada), contactei a Medicare para solicitar o cancelamento do contrato. Fui informado de que não era possível cancelar durante a vigência do contrato, mas deixei expresso e inequívoco o desejo de não renovação para o período seguinte. Esse registo não foi efetuado pelos serviços, contrariando as minhas instruções. Em agosto de 2025, em contacto com uma atendente, reafirmei o desejo de não renovação para o período 2026/2027. A atendente não registou o pedido nem me deu qualquer retorno. 03 de abril de 2026 — Foi feriado. No primeiro dia útil após o feriado, dentro do prazo de um mês antes do vencimento do contrato (03 de maio de 2026) que me havia sido indicado como prazo limite —, contactei novamente a Medicare para formalizar o cancelamento. No dia 06 de abril de 2026, enviei email a relatar a situação e a solicitar resolução. No dia 16 de abril de 2026, a Medicare respondeu a informar que o contrato ficaria ativo até maio de 2027, alegando que o agendamento de cancelamento havia sido realizado para essa data. No mesmo dia, respondi por email a exigir o cancelamento imediato, invocando o pedido já efetuado em agosto de 2025. No dia 17 de abril de 2026, recebi email da Medicare com o seguinte teor: confirmação de que o plano ficaria ativo até ao término do mês de maio de 2026, com débito da última mensalidade nesse mês. Apesar desta confirmação escrita, fui cobrado no mês de junho de 2026. Ao verificar o portal, o contrato encontrava-se ainda ativo. Em contacto com um atendente, fui informado de que o email de 17 de abril "não constava no sistema" e que poderia ser "um erro de digitação", sendo-me solicitado que reenviasse o referido email para verificação. Esta resposta é inadmissível e coloca em causa a minha boa-fé enquanto cliente. — Pedidos — Face ao exposto, solicito: 1. O cancelamento imediato do contrato, sem qualquer encargo adicional; 2. O reembolso integral do valor cobrado indevidamente no mês de junho de 2026; 3. Confirmação escrita, no prazo máximo de 5 dias úteis, do cancelamento efetivo e da data de cessação do contrato. Informo ainda que, caso não seja obtida resposta satisfatória, procederei à apresentação de reclamação junto do Livro de Reclamações, da Entidade Reguladora da Saúde (ERS), da DECO e de demais entidades competentes. Junto como prova o email de 17 de abril de 2026, enviado pela própria Medicare, que confirma a não renovação e o término do contrato em maio de 2026. Aguardo resposta no prazo de 5 dias úteis.

Em curso

venda agressiva aparelho auditivo

Assunto: Pedido de apoio e análise de situação de consumo – aquisição de aparelhos auditivos e contrato de crédito associado Exmos. Senhores da DECO, Venho solicitar a vossa ajuda e intervenção relativamente a uma situação que envolve a minha sogra, a Senhora Lucília Marques Rodrigues Pagado, e que nos suscita sérias preocupações enquanto consumidores. A Senhora Lucília Marques Rodrigues Pagado é uma pessoa idosa, residente em Quinta Vale do Homem, n.º 28, Rés-do-Chão, Reta da Salinha, 6440-492 Nogueira do Cravo, Oliveira do Hospital. No dia 12 de maio de 2026, participou numa ação de rastreio auditivo gratuito promovida pela empresa OMD Audição Portugal, Lda., NIPC 514149485. Esta ação foi realizada numa carrinha/unidade móvel de rastreio auditivo e não num estabelecimento comercial tradicional. Durante essa ação, foi informada de que sofria de perda auditiva e foi aconselhada a adquirir aparelhos auditivos. A venda foi efetuada pela colaboradora Joana Martins, tendo sido atendida pelo Sr. Paulo Breda e avaliada pela audiologista Mariana Moura. Na sequência do rastreio foi celebrado o contrato n.º 12331DA, através do qual foram vendidos dois aparelhos auditivos modelo SPA360 e respetivos acessórios. Os equipamentos fornecidos incluíram: Dois aparelhos auditivos modelo SPA360; Auscultadores e acessórios associados; Carregador; Olivas e restantes componentes fornecidos com o equipamento. Posteriormente foi celebrado um contrato de crédito associado à aquisição destes equipamentos. O contrato de crédito tem o n.º 80004465299 e foi aprovado apenas em 20 de maio de 2026. O valor global financiado ascende a 6.507,70 €, sendo que aproximadamente 5.990 € correspondem ao custo dos aparelhos auditivos e o valor remanescente corresponde a encargos e seguro associado ao financiamento. O contrato prevê o pagamento de 72 prestações mensais de 114,29 €. Após a contratação, a família tomou conhecimento do valor total do compromisso financeiro assumido e verificou que a Senhora Lucília não possui capacidade económica compatível com este encargo. A consumidora já possui outras responsabilidades financeiras em curso, incluindo outro crédito ativo, situação que agrava significativamente a sua capacidade de pagamento. A Senhora Lucília possui reduzida literacia financeira e tem dificuldade em compreender contratos complexos, designadamente contratos de crédito, os respetivos encargos e as consequências financeiras de longo prazo. Acresce que os aparelhos auditivos adquiridos não se revelaram adequados à sua utilização diária. A consumidora não conseguiu adaptar-se aos equipamentos, não os utiliza regularmente e considera que os mesmos não lhe proporcionaram o benefício esperado. Existem igualmente dúvidas relativamente ao processo de avaliação auditiva realizado antes da venda, nomeadamente quanto à realização dos exames necessários, à explicação dos resultados obtidos e ao esclarecimento prestado sobre as alternativas disponíveis. A família considera que a consumidora não teve plena perceção do compromisso financeiro que estava a assumir nem do impacto económico de um contrato desta dimensão. Perante esta situação, foram preparados pedidos de resolução amigável dirigidos quer à OMD Audição Portugal, Lda., quer à entidade financiadora Credibom, solicitando a devolução dos equipamentos e a resolução dos contratos celebrados. No entanto, antes de avançarmos para outras entidades ou meios de resolução de conflitos, pretendemos obter o parecer e apoio da DECO. Assim, solicitamos: A análise da legalidade e regularidade de todo o processo de venda e financiamento; A análise dos direitos da consumidora relativamente à resolução do contrato; A análise da atuação da entidade vendedora e da entidade financiadora; Informação sobre os mecanismos mais adequados para defesa dos direitos da consumidora; Apoio na eventual apresentação de reclamações ou procedimentos de resolução de litígios. Juntaremos toda a documentação disponível, incluindo contratos, proposta de crédito, comprovativos de pagamento e restantes elementos relevantes. Agradecemos desde já toda a atenção dispensada e ficamos a aguardar a vossa orientação. Com os melhores cumprimentos, João Carlos Fonseca Restolho Em representação de Lucília Marques Rodrigues Pagado Oliveira do Hospital, 03 de junho de 2026

Encerrada
R. B.
03/06/2026

Débito direto sem a minha permissão

Muito boa tarde vim aqui formalizar a minha queixa por parte da agilidade seguros a mais de 5 meses estão a fazer débito direto na minha conta sem autorização visto que ligaram pra mim com uma proposta de seguros que iria pagar só pelo cartão e no mês seguinte logo tiraram dinheiro na minha conta liguei pra eles cancelarem que eles me enganaram não cancelaram continuam a tirar o dinheiro da minha conta sendo que não assinei e não concordei com esses termos,quero cancelar e pedir o meu reembolso, obrigada.

Resolvida
S. M.
02/06/2026

Há mais de dois meses à espera e desapareceram TODOS os exames

Até este episódio, que já roça o inadmissível, estive a ser acompanhada - se é que se pode chamar isso - pela doutora Olga Lavado , em ginecologia , no Hospital Lusíadas Saúde. Dia 26 de março de 2026 realizei dois exames com a médica em questão e cuja fatura (devidamente paga) se encontra em anexo: uma colpocitologia em meio líquido e um teste ao hpv. Só recebi o resultado do primeiro exame (em anexo) e fiquei à espera do segundo . Passado um mês contactei o hospital para perceber se havia algum problema com o exame ao hpv, uma vez que continuava sem aparecer na aplicação ou sem me ser enviado por email . Disseram-me que de facto o exame tinha sido feito (claro que foi, eu paguei por ele e não foi pouco) , mas que não percebiam porque é que ainda não tinha sido processado, então iam falar com os colegas. Esperei mais um mês e voltei a ligar, uma vez que continuava sem receber o exame. Saliento que é um exame ao hpv, realizado depois de um papanicolau que me deu “detetável” para outros tipos de alto risco. Este exame visava confirmar se se mantinha e qual seria o tratamento a efetuar. Estar dois meses à espera é absolutamente surreal. Nessa segunda vez voltaram a dizer o mesmo e que iam falar com os colegas , para perceber o que se passa. Ainda disseram mais : o laboratório não costuma falhar, mas é possível que a doutora tenha recebido o resultado e se tenha esquecido de colocar na plataforma, o que me deixou muito pouco contente. Perto dos três meses sem resposta tento pelo apoio automático no whatsapp, que me envia todos os resultados menos aquele que efetivamente me falta. Já tinha enviado dois emails para o geral, também, o primeiro já há quase três meses . E ainda apresentei reclamação no Portal da Queixa e na Deco , onde o hospital apenas pediu desculpa e respondeu com mais canais de contacto e reclamação (um deles é este, precisamente). Entretanto, reparei que TODOS os meus resultados de exames desapareceram da aplicação. O canal automático do whatsapp também dizia que não havia exames para apresentar. Achei que fosse temporário e esperei . Ontem, dia 1 de junho , ligaram-me do hospital a dizer que a doutora Olga Lavado queria marcar consulta dia 9 de julho. Eu voltei a perguntar pelo resultado do exame que faltava , ao que me responderam que ela tinha acabado de o liberar na plataforma . Só que os resultados continuam TODOS desaparecidos. Volto a ligar para o hospital depois dessa chamada a reclamar do sucedido. Respondem-me que não sabem o que se passa , que os exames também não aparecem daquele lado e que vão encaminhar para a informática. “Vai ter de esperar ao longo da semana”, dissseram-me. Claro , quem espera três meses por um exame de tanta importância , também espera uma semana por anos de exames em parte incerta. Estou completamente chocada e furiosa com a situação . Como é que é possível tanta incompetência e desrespeito por parte de um hospital privado , que recebe um dinheirão para ser uma SUPOSTA boa alternativa ao SNS. Quero os meus exames de volta - TODOS - ou vou ter de optar por um processo. Se não me devolverem os exames , exijo o reembolso da fortuna que deixei naquele hospital .

Resolvida
S. A.
02/06/2026

Encomenda não recebida

Fiz uma compra a mais de 1 semana e ainda não recebi minha encomenda, recebi email dizendo que foi enviada à transportadora e ao mesmo tempo recebi email onde dizia que estavam com problemas de envio e respostas por falta de pessoal, portanto ainda não recebi minha encomenda e nem uma resposta para saber sobre a minha situação por parte da empresa. Gostaria de esclarecimentos ou reembolso Att; Suzel Amaral

Resolvida

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