Reclamações públicas

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A. V.
09/10/2025
Hospital Curry Cabral

Má conduta

Exmos. Senhores... Venho por este meio reclamar que no dia 9/10/25 tinha uma consulta no Hospital Curry Cabral de endocrinologia marcada para 12h40. A meio da manhã ligaram-me e, como eu não posso andar com o meu telemóvel no meu trabalho(fica no armário), deixaram uma mensagem de voz e só ouvi a referida mensagem quando saí do trabalho para ir para a consulta, por volta das 11h40, onde me informaram que a médica queria que eu estivesse no Hospital por volta do meio dia, fiquei muito aflita quando ouvi a mensagem, apanhei um táxi às pressas para ir para o Hospital, (paguei €8,05 pela viagem) cheguei lá passava poucos minutos do meio dia e tanta pressa para nada, porque só fui consultada perto das 13h30. Gastei dinheiro desnecessariamente, porque era para ir de transportes públicos para o Hospital e não me pagaram a deslocação, neste caso o táxi que apanhei!

Encerrada
D. F.
09/10/2025
Casa dos Pais – Residências Geriátricas (Fluffy Trails Lda.)

pagamento retido indevidamente

No seguimento de pesquisa efetuada na plataforma Lares Online, fomos orientados para a Casa dos Pais – Residências Geriátricas (Fluffy Trails Lda) com vista à possível admissão da minha mãe em regime de valência lar. Após contacto inicial e visita às instalações, foi-nos solicitado o pagamento antecipado de uma joia de admissão (2425 euros) e da mensalidade de setembro de 2025 (2425 euros), num total de 4850 euros, valor que foi integralmente pago por transferência bancária. Foi-nos entregue o regulamento interno para leitura onde constava que apenas após a admissão efetiva do utente e a assinatura do contrato de prestação de serviços é devido o pagamento da joia (equivalente a uma mensalidade) e da primeira mensalidade (Normas 9 e 30 do regulamento interno). Importa salientar que a utente nunca chegou a ser admitida, nem usufruiu de qualquer serviço ou reserva efetiva de vaga com contrato formalizado. Solicitamos a devolução integral dos montantes pagos antecipadamente, contudo a instituição recusou devolver a totalidade, tendo apenas restituído uma parte que, segundo alegam, corresponde a parte da mensalidade. Nunca concordámos com esse valor parcial nem com a retenção do restante montante. Consideramos esta prática abusiva e contrária aos princípios legais aplicáveis à prestação de serviços sociais e contratos de adesão, designadamente por: não existir contrato escrito assinado nem cláusulas claras sobre retenção de valores em caso de não admissão; não ter havido prestação efetiva de serviços; a instituição estar a reter quantias avultadas sem fundamento legal. Assim, venho apresentar reclamação formal, requerendo a devolução integral dos montantes pagos (4850 euros), deduzidos apenas de valores legalmente justificados e proporcionalmente devidos (o que não é o caso).

Encerrada
M. W.
09/10/2025

Consulta cancelada sem aviso previo

Exmos Senhores, No passado dia 23 de Agosto efetuei uma consulta para a CUF Viseu na especialidade de ortopedia. Vivendo em Inglaterra tive o cuidado de ligar para a UCF no fim de semana que antecedeu a consulta uma vez que o registo tinha sido feito em meu nome através do meu cartão de cidadão dado que o mesmo registo não é permitido a menores de acordo com a vossa politica no site. Quando liguei para a CUF no Sábado dia 27 de Setembro a vossa colaboradora disse que teria que alterar a consulta para a especialidade de ortopedia pediátrica e passou a chamada para um colega e a ficha foi feita e a minha consulta cancelada e mail e sms recebido a confirmar a consulta. Qual o meu espanto quando Quinta feira dia 2 de Outubro me dirijo a CF e a funcionária do balcão de atendimento me diz que a consulta estava marcada para o dia 23 de Outubro e nao havia nenhum ortopedista de serviço nesse dia 2. Não houve qualquer cuidado, tendo uma bebe comigo sabendo se estava bem, se a única colega que estava de serviço poderia abrir uma excepção e ver a minha filha uma vez que viemos de propósito para a consulta?? E vi que havia um especialista de ortopedia no site...nao querer atender mesmo tendo vaga ainda é mais grave enfim Pedi-lhe para chamar a responsável do serviço e esta nem deu nenhum valor à nossa ida ali, apenas desvalorizou e nem sequer houve um pedido de desculpas. Peço indemnização imediata do valor de transporte desde o Porto até Viseu (ida e volta) pelo transtorno causado. Vergonhoso o vosso trato e jamais voltarei ou recomendarei os vossos serviços. Agradeço os vossos comentários e solução a minha reclamação. Mariana Waller

Encerrada
F. B.
09/10/2025

cancelamento de inscriçao

Venho efetuar uma queixa ao ginásio Physical no Montijo situado na rua do Laboratório 2870-500. Inscrevi-me nesse ginásio no dia 31 de Julho 2025 no qual assinei uma ficha de inscrição (qual vou deixar em anexo) e a autorização do débito e nunca me foi mencionado e mostrado regulamento ou contrato que menciona-se qualquer regra. No dia que assinei a ficha de inscrição, o ginásio ainda estava em obras pois a data de abertura seria no dia 15 de Agosto 2025. Por estar de férias só comecei a frequentar o ginásio no mês de Setembro. Marquei uma avaliação física para ter o treino personalizado na App. Do qual só tive acesso depois de 15 dias da data avaliação física e porque eu liguei a pedir o acesso senão ainda hoje estava a espera. O acompanhamento foi péssimo não tive qualquer visita ao espaço, nem nenhum acompanhamento inicial, como o funcionamento dos aparelhos. Fui duas vezes ao ginásio do qual decidi desistir da minha inscrição pois não tinha fidelização. Quando vou desistir no dia 29 de Setembro enviei mensagem para a pessoa que me fez a inscrição e digo que quero desistir, do qual sou informada que tenho que dar 30 dias de aviso prévio, do qual nunca fui informada dessa regra pois nunca tive acesso a um contrato ou regulamento que tivesse essa informação. Nos termos do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º446/85 (Regime das Cláusulas Contratuais Gerais), consideram-se excluídas do contrato as cláusulas que não tenham sido previamente comunicadas e aceites de forma expressa pelo aderente. A Lei de Defesa do consumidor (Lei n.º 24/96, art. 8.º) estabelece ainda que o consumidor tem direito a informação clara, completa e atempada sobre as condições contratuais. O incumprimento dessa obrigação configura prática abusiva. Já fiz queixa no portal da ASAE. Não consegui fazer queixa no livro de reclamações on-line pois o ginásio não consta na listagem logo não consegui efetuar a queixa.

Encerrada
A. V.
08/10/2025

Reclamação 13238829_encerrada

Exmos. Senhores, No passado dia 20 de Agosto concordei em encerrar a reclamação efectuada contra a entidade CINTRAMEDICA, por ter sido garantida a resolução do problema, de forma definitiva, cf anexo. Tal não aconteceu. Acabei de receber mais um e-mail para o endereço de trabalho (grave), a informar que tenho um relatório para visualizar em nome de alguém que desconheço. Assim, vejo-me na condição de reportar esta situação de completa incompetência na gestão administrativa de clientes, através de nova queixa. Cumprimenta, Paula Vieira

Encerrada
C. F.
08/10/2025

Ecografia marcada e não cumprida pelos Serviços da Unilabs da Avª da Liberdade

pelo não cumprimento da realização da ecografia, designadamente nos custos inerentes à deslocação para o efeito que não se efetivou por parte dos serviços da Unilabs.

Resolvida
S. D.
08/10/2025

Inteligência Artificial

Exmos Srs. Foi com grande supresa e estupefação que no dia 6 de Outubro, quando me dirigi à CUF Tejo para fazer uma ecografia mamária e uma mamografia, que o colaborador no balcão da recepção me questinou se eu estava informada da nova tarifa de 10 euros relativa à utilização de inteligência artificial para a elaboração do relatório médico. Respondi que não sabia, ao que me retorquiu que tinha sido informação enviada por email quando da marcação deste mesmo exame. A minha reclamação não se prende com a forma como fui informada. mas sim da cobrança abusiva desta taxa. Respondi que não me fazia de todo sentido, pois o uso de AI é para gerar eficiências às organizações, nomeadamente redução de custos. Mesmo que haja um custo de investimento por parte da CUF na utilização da dita tecnologia, não deveria ser de todo cobrada qualquer taxa adicional por utilização da mesma. Questionei se poderia optar pela realização do exame sem o recurso a AI, disseram que não e que assim teria que fazer noutra instituição. Dada a necessidade da realização deste exame, procedi e aceitei o custo, não deixando de me chocar tal prática. Por coincidência estive ontem na CUF Santarém, a 7 de Outubro, a acompanhar um familiar e quando procedemos ao pagamento, por curiosidade perguntei na recepção se estavam a ter a mesma prática. Ficaram quase tão supreendidos como eu, e informaram que não estavam a par. A tecnologia deve ser sempre usada para os melhores fins, quer seja de eficiência, quer seja de melhoria do serviço. Ainda assim, não me faz sentido a aplicação desta taxa. Todas as empresas assim teria o direito de aplicar taxas pela AI, taxa pela automoação, taxa pela robotização.. Com os melhores cumprimentos, Sara Romeiras Diogo

Encerrada
R. R.
08/10/2025
Discount Offer Online

Queixa por fraude de compra online – produto diferente do anunciado

Exmo(a). Senhor(a), Venho por este meio apresentar uma queixa contra o site discountofferonline.com, identificado como “Discount Offer Online”, pelo motivo de publicidade enganosa e eventual fraude comercial. No dia 05/10/2025, realizei uma compra de um conjunto de panelas anunciadas como revestidas de titânio. O site prometia entrega em 24 horas e garantia de satisfação. No entanto, ao receber o produto, constatei que se tratava de panelas de alumínio comuns, completamente diferentes do que foi descrito e ilustrado na página. O pagamento foi efetuado no ato da entrega no valor de [valor pago], e até ao momento não obtive resposta nem instruções de devolução ou reembolso. Envio em anexo: Cópia da página do produto; Fotografias do produto recebido; Comprovativo de pagamento não tenho pois foi pago a dinheiro. Solicito a abertura de processo e investigação, bem como orientação sobre os passos necessários para recuperar o valor pago e denunciar o site como potencial fraude online. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
R. S.
08/10/2025

Recusa de cancelamento de contrato

Cartão n: 021866149 Celebrei um contrato de plano de saúde com a Medicare em 31 de outubro de 2024, com duração de um ano e renovação automática em 31 de outubro de 2025. No dia 7 de outubro de 2025, entrei em contacto com a empresa para solicitar o cancelamento do plano, manifestando claramente a intenção de não renovar o contrato. No entanto, fui informada de que o cancelamento não seria possível, alegando que o pedido deveria ter sido feito com 30 dias de antecedência, e que o contrato teria sido automaticamente renovado por mais um ano, sem a minha autorização expressa. A empresa insiste, assim, em manter a cobrança de mensalidades por um novo período anual, o que é considerado abusivo e ilegal, uma vez que manifestei a minha vontade de cessar o contrato antes da data de renovação. De acordo com a Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) e o Decreto-Lei n.º 446/85 (Cláusulas Contratuais Gerais), são nulas as cláusulas que imponham ao consumidor obrigações desproporcionadas ou que limitem injustificadamente o seu direito de denúncia do contrato. Além disso, as normas da Direção-Geral do Consumidor e da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) estabelecem que o consumidor pode cessar o contrato a qualquer momento, devendo apenas pagar pelos dias efetivamente usufruídos até à data do pedido. Considero que a conduta da Medicare configura uma prática comercial abusiva, pois procura condicionar o consumidor ao pagamento de um novo período contratual sem consentimento informado e sem utilização do serviço. Pedido: Que o meu contrato seja cancelado com efeitos imediatos a partir do pedido efetuado em 07/10/2025; Que sejam anuladas todas as cobranças futuras e eventuais tentativas de débito automático; Que a empresa seja instada a rever as suas práticas contratuais, de forma a respeitar os direitos dos consumidores.

Encerrada
P. B.
07/10/2025

Alteração unilateral de plano de saúde sem consentimento prévio

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativa ao meu seguro de saúde contratado convosco, por alterações unilaterais efetuadas ao plano sem o meu consentimento ou informação prévia. Solicitei recentemente o reembolso de medicação de uso continuado, tendo recebido uma carta a informar que a despesa não poderia ser reembolsada, uma vez que o plano de garantias da apólice não contempla essa cobertura. Face à surpresa com esta resposta, efetuei contacto telefónico com os vossos serviços, tendo-me sido comunicado que o meu plano foi alterado em agosto de 2025, passando do Plano Essencial para o Plano Solidário Lisboa, sem que tivesse sido previamente consultada ou informada. Gostaria de salientar que até julho de 2025 o plano em vigor era o Plano Essencial, tal como acordado contratualmente, e que nunca dei consentimento nem fui notificada da alteração para o Plano Solidário Lisboa, o qual representa não só uma redução significativa nas coberturas e benefícios, como também um aumento da mensalidade. Dado o exposto, considero esta alteração injustificada e contratualmente abusiva, e solicito: A reposição imediata do Plano Essencial ou outro equivalente em termos de garantias; O reembolso da medicação de uso continuado, conforme as condições do plano que estava em vigor até julho de 2025; Esclarecimento formal e por escrito sobre os motivos da alteração e a ausência de comunicação prévia ou consentimento. Caso não obtenha resposta satisfatória num prazo razoável, reservo-me ao direito de recorrer à entidade reguladora competente (ASF – Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões) e/ou ao Centro de Arbitragem do Setor da Saúde. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Paula Barbosa 07/10/2025

Encerrada

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