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Incompetência
Venho desta forma demonstrar a minha insatisfação para com o serviço prestado por esta unidade de saúde, a minha mulher tem um problema grave na mão, o qual a medica de familia lhe marcou uma consulta nesta unidade de saúde, revlcebemos.uma carta com a marcação para o dia 01/07 ás 9h50 e sem mais informação essa mesma consulta foi antecipada pela unidade sem qualquer contato para nos informar da alteração, hoje no balcao de atendimento disseram que enviaram email e sms mas nós não recebemos qualquer informação acerca dessa alteração, é triste a maneira como o nosso servico de saude brinca com a saude das pessoas contribuintes do nosso País! Disseram que enviaram o dito email mas nao conseguiram mostrar o comprovativo de envio do mesmo para provar tal envio, o certo é que a minha esposa ficou sem a consulta e para remarcar tem de voltar a solicitar à medica de familia, acho uma enorme falta de respeito
Impress - falta de profissionalismo e seriedade
No dia 23 de Junho de 2026 marquei uma consulta de avaliação com a Impress, no sentido de fazer alinhamento dentário com alinhadores invisíveis Nessa mesma manhã desloquei-me à clínica da Impress em Arroios, local onde captaram imagens da minha estrutura dentária, ainda antes de falar com a dentista responsável, entregaram-me um ipad com uns documentos que deveria assinar. Assinei sem dar a devida leitura já que me encontrava a espera. Ninguém explicou o que era, nem o motivo pelo qual deveria assinar. Mais tarde falei com a pessoa identificado como dentista, e com ela partilhei o que pretendia mudar. Foi uma consulta curta, e bastante superficial de poucos minutos. Ao fim desses poucos minutos a "médica" disse que iria falar com a agente comercial para que ver que plano seria o mais adequado para mim. Aguardei e fui chamada. Ao falar com a responsável pelos planos de tratamentos e orçamentos ela indicou o que seria. Meu plano que na totalidade seria por volta de 3200 euros. Mas que se eu assinasse naquele momento poderia ter um desconto. E ainda havia a possibilidade de fazer o pagamento em 12x a partir de uma cedência de factura, onde o desconto seria de 700 euros. Portanto o tratamento ficaria por 2500. No entanto estas condições só seriam possíveis se eu assinasse naquele preciso momento. Resolvi aceitar. Para verificar se podia ter esse processo com a cofidis a fim de ter o maior desconto possível apresentado, teia de fazer uma inscrição para ver se seria "elegível pela cofidis", disse a pessoa que me atendeu. Ao colocar os meus dados na plataforma indicada da cofidis, em certo momento, solicita os dados do cartão. Ao que pergunto mas já estão a pedir os dados do cartão?" e tive como resposta " se já estão a pedir os dados do cartão é porque foi aceite" (vejo agora com distância que isto já era um esquema organizado pela impress, que todas as pessoas serão elegíveis pela cofidis para esta dita factura).terminei este processo e vim embora. Dentro deste plafond de desconto tinha uma higiene oral incluída que acabei por efectuar nessa mesma tarde. Ao voltar para este efeito nessa tarde, perguntei quando seria a consulta com a médica dentista para falar detalhadamente sobre todo o processo. Esta pergunta foi aceite com estranheza pelos técnicos que realizaram a higiene oral, pois afinal já o processo estava a andar. Senti-me insegura, pedi para falar com a médica dentista que também manifestou estranheza de que querer saber mais detalhadamente como todo o processo iria ser e também que eu tivesse perguntas. Pelo desenrolar da situação e por tudo o que observei nesta clinica neste dia, fiquei insegura e fui pesquisar na net se havia reclamações sobre esta clínica, e confirmei as minhas suspeitas de que não se trata de uma clínica que respeita os seus pacientes nem os direitos das pessoas que ali procuram ajuda. Por perceber ao ler estas reclamações em várias plataforma que o seu modus operandi não será o mais adequado, enviei uma carta registada a cofidis e uma cópia a Impress.a pedir a rescisão do contrato, protegida pelos artigos 17º e 18º Em resposta a essa carta recebi um e.mail da Cofidis a indicar que por não ser um contrato, mas sim uma cedência de factura, indicando que não há por esse motivo qualquer prazo de revogação. e que a revogação terá de ser feita junto da impress. Em resposta ao meu pedido de revogação de contrato, que o mesmo não é possível. Fica bastante clara a estratégia aqui montada (pelos documentos que fazem assinar sem tempo para ler, bem como, de apresentara possibilidade de desconto se fechar o contrato naquele dia, e o esquema montado com a cofidis pay). é clara falta de seriedade por parte desta clínica, que não tem qualquer interesse na saúde e acompanhamento dos seus clientes, mas apenas no seu dinheiro.
Publicidade enganosa e recusa de cancelamento de contrato por justa causa
Exmos. Srs., Venho apresentar reclamação formal contra a MED&CR - Serviços de Gestão de Cartões de Saúde (Medicare) e exigir a rescisão imediata, por justa causa, do plano de saúde conjunto em meu nome e do da minha esposa, contrato 51100081887, por publicidade enganosa e incumprimento contratual. Na adesão, foi-nos garantido acesso a descontos e tratamentos gratuitos na clínica "Espaço Saúde" na Covilhã. Contudo, na primeira visita, a clínica informou não ter qualquer acordo ativo com a Medicare. Procurámos a clínica "Santa Zita" na Covilhã, que exibe o logótipo da Medicare no site. Na consulta, ao questionar a gerente sobre os benefícios, fomos publicamente humilhados. A gerência afirmou que "a Medicare engana as pessoas, nada é grátis e tem de pagar aos dentistas", negando-nos uma simples limpeza dentária (ato contratualizado como gratuito). Sentimo-nos lesados por pagar um serviço cuja rede médica recusa prestar assistência ou reconhecer o contrato. Contactei a Medicare para o cancelamento imediato, mas a empresa recusa e insiste numa fidelização de 12 meses. Fomos contactados três vezes em tom intimidatório, com ameaças de cobranças extra se pararmos os pagamentos. Não toleramos este assédio. O incumprimento das condições anula qualquer fidelização, pois a Medicare não cumpre o acordo (Art. 428.º do Código Civil - Exceção de não cumprimento). Exijo: O cancelamento imediato do plano, sem penalizações ou cobranças extra; Confirmação escrita da rescisão; Eliminação dos dados bancários do sistema. A queixa segue com conhecimento das entidades reguladoras. Cumprimentos, Renato Coito
Loja Saúde - Atraso excessivo na entrega de encomenda e ausência de resposta
Lamento ter de recorrer a esta via, mas estou sem alternativas devido à ausência total de resposta. Fiz uma encomenda no dia 10/06 e com a referência LS_39637, e passados 20 dias, não recebi nada. Segundo o site dos CTT, a encomenda ainda está a aguardar entrada nos CTT. Peço que me enviem o produto o mais rapidamente possível, pois preciso dele com urgência. Caso isso não seja possível, solicito a devolução do valor pago para poder adquirir noutro local. Entendo que possa existir um elevado volume de encomendas, mas este atraso é inaceitável, sendo já muito superior ao prazo anunciado. Aguardo uma resposta com urgência.
Reclamação
Venho por este meio expressar a minha reclamação devido ao pedido de pagamento de 358.20€ por parte da indebt a favor da medicare n°03000794257 Ao qual foi cancelado o debito direto a mais de 8 anos, no qual teve inicio em 2017 e ao qual nao tive qualguer usufruto no decorrer da apólice. Tal como em todos os seguros que tive bastava sempre fazer o cancelamento do debito direto o que predispõe o cancelamento da apólice por falta de pagamento. E na verdade a medicare nem é uma seguradora é apenas uma ilusão de de vários serviços que na prática não funcionam, e não dão qualquer tipo de benefício, uma verdadeira burla, tudo publicidade enganosa. Nunca usufrui de tal serviço, e basicamente me cobraram 2, 3 anos todos os meses mesmo após eu ter pedido para cancelar, continuei a ser cobrado e sempre falavam que não podia cancelar o contrato, contrato esse que supostamente renovava automáticamente todos os anos sem meu consentimento e autorização. Até que finalmente cancelei o débito direto no meu banco, e 1/ 2 anos depois recebi um email em 2020 dessa medicare a falar que o contrato tinha sido finalmente cancelado e que tinha um valor de 119,40€ para pagar. Referente a esse "contrato" de 2017 Por não ter havido qualquer confirmacão da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovacão, invoco o decreto-lei n°24/2014, de 14 de Fevereiro artg. 5° no7 ( que transpõe a diretiva n"2011/83/UE do palmento europeu e do concelho, de 25 de Outubro de 2011. relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art. 59/n7 no qual é referido que "quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de servicos". Por não ter assinada nenhum termo onde consta a minha fidelização com a Medicare, agradeco que procedam ao cancelamento o mais breve possível. Pois no último ano constantemente me enviam mensagens pela qual também não dei autorização, a pedir o pagamento de 358.20€ com entidade e referência com a ameaça de haver encargos. Quero que seja anulada qualquer cobrança relativa a medicare e que todos os meus dados sejam apagados. Cumprimentos
Cancelamento abusivo de contrato e suspensão de serviço pela Agilcare
O meu nome é Celina Daniela Nunes Pereira e sou titular do contrato nº AG24101973-01 com a Agilcare, iniciado a 15 de janeiro de 2024.Solicitei o cancelamento do meu plano por via eletrónica, tendo a empresa recusado o pedido com o argumento de que o contrato renovou automaticamente por novo período de 12 meses. Contudo, imediatamente após o meu contacto de cancelamento, a Agilcare alterou unilateralmente o estado do meu plano para "Suspenso" na sua aplicação oficial, cortando-me em absoluto o acesso a qualquer serviço ou benefício inerente ao plano.Recuso-me estritamente a pagar prestações de um serviço que me foi vedado pela própria empresa, ao abrigo do Artigo 428.º do Código Civil (Exceção de não cumprimento). Se o serviço está suspenso por iniciativa da empresa, cessa qualquer obrigação de pagamento do meu lado. Reitero ainda que, por ser um contrato celebrado à distância, carece de consentimento escrito assinado em suporte duradouro (Decreto-Lei n.º 24/2014) para validação de novas fidelizações, o qual nunca prestei.Face ao exposto, solicito a mediação da DECO para que a Agilcare proceda ao cancelamento definitivo e imediato do contrato, com a respetiva emissão de nota de liquidação a zeros, rejeitando qualquer tentativa de cobrança futura.
Encomenda não recebida
Realizei uma encomenda na loja da saude dia 08/06 e até agora não a recebi. Ninguém responde aos e-mails enviados acerca desta encomenda. Uma vergonha. Quero uma atualização acerca da mesma ou a devolução do pagamento efetuado.
Faturação Indevida por Violação do Direito à Informação Prévia
Exma. Direção do Hospital CUF Tejo / Apoio ao Cliente, Escrevo em resposta à vossa comunicação anterior, a qual rejeito categoricamente. A vossa alegação de que uma advertência genérica no momento da marcação é suficiente para justificar a cobrança posterior não tem qualquer validade legal face ao direito e regulamentação da saúde em vigor em Portugal. De acordo com a Lei n.º 15/2014, de 21 de março (que consolida os Direitos e Deveres do Utente dos Serviços de Saúde) e com as normas explícitas da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) relativas às Questões Financeiras, a informação sobre custos e encargos adicionais deve ser prestada ao utente de forma antecipada e proativa no momento da prestação de cuidados. Durante a minha consulta de Otorrinolaringologia, o médico assistente realizou procedimentos com recurso a ferramentas técnicas sem nunca me transmitir que os mesmos acarretavam custos extra (que resultaram nas faturas adicionais de 74,00€ e 7,40€). Ao ocultar essa informação antes de realizar o procedimento, o vosso hospital violou a lei portuguesa ao: Impedir o meu direito de recusa: Não me foi dada a oportunidade de rejeitar o exame ou o encargo financeiro associado. Prestar cuidados sem consentimento financeiro: O consentimento clínico não implica a aceitação cega de custos ocultos. O que a CUF está a praticar é ilegal, violando frontalmente o direito à transparência, à boa-fé e à proteção dos interesses económicos do consumidor. Face ao exposto, exijo a anulação e o cancelamento imediato de ambas as faturas (74,00€ e 7,40€). Caso a vossa posição se mantenha, a presente reclamação será imediatamente escalada para a tutela regulatória da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) e registada no Livro de Reclamações Eletrónico para os devidos efeitos contraordenacionais. Fico a aguardar a vossa resposta com a confirmação do cancelamento dos valores. Melhores cumprimentos, Sercan Eygi
Renovação de contrato sem consentimento
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação relativamente à renovação do meu contrato do plano **Vetecare Platinum**, a qual foi efetuada sem o meu conhecimento nem o meu consentimento expresso. Não autorizei a renovação do referido contrato, nem me foi solicitada qualquer confirmação prévia nesse sentido. Pelo contrário, no dia **27 de fevereiro de 2026**, enviei um e-mail a solicitar expressamente o cancelamento do contrato antes da sua renovação. Para minha surpresa, apenas no dia **2 de abril de 2026** recebi uma resposta a informar que o contrato havia sido renovado, ignorando o pedido de cancelamento previamente apresentado. Acresce que esta intenção de não renovar o contrato já havia sido igualmente manifestada por via telefónica em mais do que uma ocasião. Face ao exposto, considero que a renovação foi efetuada de forma indevida, não refletindo a minha vontade nem respeitando o pedido de cancelamento apresentado em tempo útil.
Não quererem cancelar o contrato
Exmos. Senhores da DECO Proteste e Apoio ao Cliente da Medicare, Venho por este meio solicitar o vosso apoio para mediar um conflito contratual com a empresa Medicare, relativo ao meu plano de saúde Plano Platinium Mais (Contrato Nº 45100336421). No passado dia 28 de maio de 2026, contactei a empresa por e-mail a manifestar a minha total oposição à renovação do contrato. Fui informada pela Medicare de que o meu pedido deu entrada fora do prazo de 30 dias de aviso prévio por escassos dias, uma vez que a data limite teria sido 18 de maio. Por esse motivo, a empresa recusa o cancelamento imediato e pretende forçar uma renovação por mais 12 meses inteiros, prolongando o contrato até ao final de junho de 2027. Por motivos de carência financeira, possuo algumas mensalidades em atraso relativas ao período anterior. Em resposta ao meu contacto, a Medicare enviou-me uma referência Multibanco (Entidade: 45746, Referência: 038591992) com o valor acumulado de 239,40€, válido até ao dia 03/07/2026. Quero deixar claro que possuo total boa-fé e disponibilidade para liquidar IMEDIATAMENTE este valor de 239,40€ que se encontra em dívida, desde que a empresa utilize este pagamento para encerrar definitivamente a minha conta e o meu contrato agora em junho de 2026. Contudo, a Medicare recusa-se a fazê-lo, exigindo que eu pague a dívida antiga e continue vinculada a pagar mensalidades por mais um ano inteiro (até 2027) por um serviço que já recusei e que se encontra suspenso por falta de pagamento. Considero esta postura abusiva, inflexível e contrária ao princípio da boa-fé contratual. Não faz qualquer sentido comercial ou legal obrigar um consumidor em dificuldades financeiras a manter-se vinculado a um plano de saúde contra a sua vontade expressa. Solicito, por isso, a mediação da DECO para que a Medicare aceite o pagamento dos 239,40€ como quitação total e definitiva, emitindo a respetiva declaração de distrate e cancelamento do contrato com efeitos imediatos, sem a cobrança de qualquer valor referente ao período de 2026/2027. Com os meus cumprimentos, Gabriella Da Silva Nunes
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