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Negligência Clínica e Diagnóstico à Pressa (10 minutos)
Procurei esta psiquiatra, Dra Sofia Nava, num momento de vulnerabilidade, pedindo ajuda específica para questões metabólicas e de peso, confiando no vasto currículo anunciado. A experiência foi traumática e clinicamente irresponsável. - Falta de Escuta e Histórico: A médica praticamente não olhou para mim durante as consultas, mantendo o foco exclusivo no computador. Nunca demonstrou interesse pelo meu histórico clínico ou pelas minhas queixas reais. -Diagnóstico 'Flash': Num tempo recorde de 10 minutos (na primeira consulta, porque as restantes foram ainda menos tempo), diagnosticou-me com Fibromialgia — um diagnóstico complexo que exige exclusão de outras patologias e uma análise profunda que nunca existiu. - Medicação Pesada para Diagnóstico Errado: Prescreveu-me Duloxetina, uma medicação fortíssima, ignorando o meu pedido de ajuda para o peso. O resultado foi um ganho de peso drástico (9kg em 3 meses), retenção de líquidos severa e um desequilíbrio metabólico que agora estou a tentar reverter com outros profissionais. - Consultas de 6 Minutos: As consultas seguintes eram meros atos administrativos de 'passar receita'. Duravam entre 6 a 10 minutos, com um claro objetivo de 'despachar' o paciente, exigindo visitas mensais apenas para renovar a medicação, sem qualquer acompanhamento terapêutico ou avaliação de efeitos secundários. Sinto que fui tratada como um número numa linha de montagem e não como um ser humano. Graças a uma segunda opinião, descobri que o diagnóstico estava errado e que a medicação era totalmente desadequada para o meu caso (Ciclotimia/TDAH). Não recomendo Esta 'profissional' a ninguém que procure um diagnóstico sério e cuidado. Ainda or mais falamos de uma áres muito sensivel e com cuidados redobrados. Com os melhosres cumprimentos, SC
Fidelização escondida
Exmo Senhores, No dia 27 de março de 2026, contacto-vos relativamente à renovação automática do meu contrato. Durante as duas chamadas telefónicas efetuadas fui informada de que a renovação teria ocorrido no dia 19 de março de 2026. No entanto, uma outra colega indicou o dia 1 de março como data de renovação. Estas informações contraditórias reforçam que não houve qualquer aviso prévio claro e adequado, nem por email, nem por carta, antes da renovação ocorrer. Apenas após esta chamada me foi enviado um email a comunicar a renovação. Apesar de existir cláusula de renovação automática no contrato, a lei do consumidor protege-me quando não sou devidamente informada, configurando prática abusiva a renovação sem aviso. Desta forma, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare , agradeço que me auxiliem face a como devo proceder para efetuar o cancelamento não reconhecendo a renovação! Tatiana Santos
Bom dia, pedi a Medicare para fazer o cancelamento
Bom dia, preciso de cancelar o meu seguro com a Medicare, mas dizem me que não posso cancelar antes de fazer um ano de contrato, pois fique desempregada e não vou conseguir pagar, além de não estar satisfeita, por me terem enganado à cerca dos descontos e muitas instituições nem teem acordo com eles, o que devo fazer? Obrigado
Envio da prescrição médica
Solicito o envio da prescrição médica relativa à fatura F D25C01/0000178372, uma vez que que o reembolso pela ADSE das despesas apresentadas encontram-se suspenso por não reunir todos os requisitos necessários para a sua atribuição. A prescrição deverá conter a data e a identificação do médico prescritor (nome e número da cédula profissional). Segue em anexo comunicação ADSE e cópia da respetiva fatura.
Conflito Lusiedas /Seguradora
Boa noite Venho desta forma pedir ajuda, pois a minha esposa, foi submetida a uma cirurgia, no hospital Lusiedas. Sempre dissemos que que a cirurgia só seria efetuada se houve-se resposta positiva da companhia de seguros vitoria, várias vezes em conversa, questionamos os funcionários do hospital, sempre nos foi dito que estava tudo tratado. Quando eu fui operado na CUF de Torres Vedras, tive acesso a documentação dos valores a pagar por mim e pela companhia de seguros, da cirurgia. Por não estar a ver papel nenhum, questionei a minha companhia de seguros, onde me foi dito que faltava documentação da parte do cirurgião, dos Lusiedas. De imediato informei os Lusiedas, que disse, que se encontrava de férias mas que iriam tratar da situação. No próprio dia aquando, da chamada da minha esposa, foi dito que havia uma situação, para ser confirmada, de imediato dissemos que o valor que nos tinham dito seria de 1000€, e o restante suportado pela companhia de seguros, aguardamos que contactassem a administração, e após cerca de 45 min, estava tudo tratado e que já havia resposta positiva da companhia de seguros. Agora temos sido contactados por uma entidade em nome dos Lusiedas a pedir o restante valor, da companhia. Em anexo envio a reclamação, do que se passou entre nós e os Lusiedas. Desde já agradeço a vossa ajuda neste processo. Carlos Nunes
Recusa ilegal de devolução – compra online (direito de livre resolução)
No dia 18/03/2026 adquiri online à entidade Farmaciasdirect.pt uma bomba tira-leite elétrica Philips Avent. Após receção, abri apenas a embalagem para verificar o funcionamento do produto, não tendo sido utilizado. Verifiquei que o equipamento apenas funciona ligado à corrente elétrica, característica essencial que não foi devidamente indicada na descrição do produto. Dentro do prazo legal de 14 dias, exerci o direito de livre resolução, nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014, tendo a empresa recusado a devolução com fundamento na abertura do produto e alegadas razões de higiene. Contudo, a abertura da embalagem para verificação é legalmente permitida, o produto não foi utilizado e não existe qualquer selo de inviolabilidade. Adicionalmente, apesar de recusarem formalmente a devolução, a empresa chegou a agendar recolha do produto através da transportadora CTT Expresso, que se deslocou ao local numa sexta-feira pelas 16:30, sem qualquer aviso prévio de data ou hora, não tendo sido possível efetuar a recolha. Considero que existe incumprimento dos direitos do consumidor, nomeadamente do direito de livre resolução. Pretendo a resolução do contrato e o reembolso integral do valor pago.
Pedido de Cessão de contrato
Em novembro de 2025, celebrei contrato com a empresa DepilConcept para um pacote de depilação, com pagamento mensal de 56€ durante 12 meses. Antes da adesão, confirmei que poderia cancelar o contrato a qualquer momento caso não reagisse bem ao serviço, o que me foi garantido. Dentro destes 4 meses, comecei a desenvolver reações adversas significativas, nomeadamente borbulhas dolorosas de caráter cístico nas zonas tratadas (virilhas, axilas e zona traseira), mesmo seguindo as recomendações dadas. Desloquei-me à loja para solicitar o cancelamento do contrato, estando ainda por usufruir várias sessões, e demonstrando disponibilidade para pagar apenas os serviços utilizados. No entanto, o pedido foi recusado, com a indicação de que o contrato “já estava fechado”. Durante o atendimento, foi ainda sugerido, de forma inadequada, que a origem do problema poderia estar relacionada com a minha saúde mental, o que considero desrespeitoso. Adicionalmente, ao longo do tratamento fui atendida por três profissionais diferentes, situação que me causou desconforto, dada a natureza do serviço. Contactei a entidade de crédito associada, que informou que a cessação é possível, mas deve ser iniciada pela própria DepilConcept. Ainda assim, o pedido voltou a ser recusado em loja, tendo sido alvo de uma atitude pouco profissional por parte das colaboradoras. Face ao exposto, solicito: A cessação imediata do contrato; O pagamento apenas dos serviços efetivamente prestados. Caso a situação não seja resolvida com brevidade, irei apresentar queixa junto das entidades competentes.
Não Cancelamento de Plano de Saúde Medicare
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à não concretização do cancelamento do meu plano de saúde Medicare, associado ao contrato n.º 45100234175. Apesar de ter efetuado diversas solicitações de cancelamento ao longo dos últimos meses/anos, o contrato mantém-se ativo até à presente data, sem que tenha sido dada resolução efetiva ao meu pedido. De acordo com a informação prestada, o cancelamento do contrato deveria ser solicitado entre os meses de março e abril, de forma a cumprir o aviso prévio contratual. Ainda assim, mesmo tendo comunicado atempadamente a minha intenção de cancelamento e reiterado esse pedido por diversas vezes, não foi assegurado o tratamento adequado da situação. Importa ainda referir que me encontro, desde agosto de 2024 até à presente data, maioritariamente fora da União Europeia, não tendo qualquer possibilidade de usufruir dos serviços associados ao referido plano. Adicionalmente, poderá ser verificado internamente que não existe qualquer registo de utilização do seguro durante todo este período. Face ao exposto, venho solicitar a imediata regularização da situação, com o cancelamento do contrato. Solicito ainda que a presente reclamação seja devidamente analisada e respondida com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos,
P edido de cancelamento do contrato por justa causa
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, manifestar a minha insatisfação e acusar a Medicare de não ter prestado toda a informação devida no momento da celebração do contrato. Fui levada a aderir a um plano de saúde mais caro, com fidelização de 12 meses, sem que me fossem devidamente explicados todos os termos e condições, o que me induziu em erro. Estou vinculada ao plano desde 2023 e, desde então, tenho tentado sucessivamente solicitar o cancelamento. Contudo, em todas as ocasiões fui impedida, sob a justificativa de que o cancelamento apenas poderia ser solicitado 30 dias antes da renovação. Fiz o pedido em julho e não me foi permitido. Reiterei o pedido no dia 26 de novembro e, novamente, não me foi concedido. Na última tentativa, fui informada de que, no próximo ano, o contrato não será renovado automaticamente. Se tal possibilidade existe, questiono por que não foi aplicada quando a solicitei anteriormente. Outro ponto que considero irregular é o facto de continuarem a cobrar mensalidades, mesmo com parcelas em atraso e sem que eu esteja a utilizar o serviço. Em vez de suspenderem as cobranças, continuam a gerar novas mensalidades, o que considero injusto e abusivo. Face ao exposto, solicito a imediata dissolução do contrato por justa causa, considerando a falta de informação adequada no momento da contratação, bem como as dificuldades e incoerências apresentadas pela Medicare ao longo de todo o processo de tentativa de cancelamento. Aguardo resposta e resolução com a maior brevidade possível.
falta de profissionalismo e muitas horas de espera
Exmos Senhores : Só agora apresento a minha reclamação porque, só com um braço, estava muito limitado para escrever e estar à espera que outras entidades respondessem. Tenho 64 anos, uma ataxia, apneia do sono, erisipela nas pernas. Não ando, a minha voz também está comprometida. No passado dia 12 para 13 de Janeiro, contatei SNS24 pelas 23H20 (mais minuto menos minuto), porque estava com uma dor no pescoço que se extendía ao braço, que não respondia aos medicamentos, que tenho acesso sem receita médica, (não recorri mais cedo), na esperança dos comprimidos fazerem efeito. Por ter caído, acelarou a minha intenção de ir ao hospital pensei que tinha agravado o que eventualmente podia ter (já que não conseguia dormir) . Respondi a tudo que me foi solicitado, fui informado, que iria receber uma mensagem no telemóvel , que deveria mostrar no hospital do Barreiro, que tinha de ligar ao 112, assim o fiz. Voltaram a fazer perguntas, onde disseram que NÃO ERA URGENTE QUE APANHASSE UM TAXI, referi várias vezes que não ANDAVA . As dores eram tantas, que me privava de sono e os comprimidos que tomava, não atenuavam a dor. Previa uma noite difícil, decidi então de ir ao hospital, chamando eu a ambulância e pago 32.50€ (se não os tivesse o que aconteceria) , para o médico ver o que se passava,e receitar um medicamento que me podesse ajudar. Telefonei para os Bombeiros (deveria ser bonito se fosse de táxi, como fui aconselhado pelo 112). Depois de fazer a a triagem, fui despejado num corredor. No hospital, depois de ser visto, por um médico, que pediu análises (não sei que análises foram) e verifiquei (não porque mo dissessem), que tinha a tensão alta. Os comprimidos a que fui sujeito, nada surtia efeito. O enfermeiro, referiu, então, tinha que ser o médico a mandar dar outro medicamento. Depois de 09 horas de espera, e quase a desfalecer de dores que uma sra enfermeira, antes de me acalmar, achou por bem em repreender, lá fui visto, agora, por uma médica, que pediu não sei o quê, que a enfermeira me deu numa veia. Este sim (não que dissessem) começou a atenuar as dores, e receitou-me MIODIA (cápsulas de libertação prolongada15mg e solac 400mg) não sei qual o problema de dizer ao doente o que lhe vão fazer. Estive cerca de 09 horas sentado numa cadeira com rodas pequenas (não dá para o utilizador movimentar sem ajuda de uma pessoa) , sem NINGUÉM do hospital chegar por perto (não sei para que serve a triagem, já que contrariou o 112 e não previu a impossibilidade de andar) já que os bombeiros, colocaram numa sala (ou corredor, parece que fui despejado ali, era mais um). A minha SORTE foi a chegada da minha esposa, onde pude ir urinar, e a partir daqui poder estar descansado, que tinha alguém que podia ajudar, na cadeira de rodas. Se telefono para o SNS24 e para o 112, se não resolvem, se é considerado uma NÃO URGÊNCIA, onde me dirijo, e a quem recorrer,numa situação análoga?Já que não existe NENHUM SERVIÇO que me ajude. sempre paguei os meus impostos, estou numa idade que já não tenho paciência destes meninos mimados, que se têm um curso, os meus impostos ajudaram. No momento que necessito, fecham-me as portas. Obrigado.
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