Reclamações públicas

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M. S.
21/05/2026
Fitness Factory Alcochete

Fitness Factory – Informações fornecidas diferentes das contratuais, atendimento agressivo

Entidade reclamada: Fitness Factory Alcochete No dia 13 de abril, procedi à inscrição no Fitness Factory Alcochete, tendo-me sido expressamente indicado pela colaboradora responsável pela adesão, na presença do meu marido e do meu filho de 7 anos, que poderia frequentar o ginásio acompanhada do meu filho. Foi ainda mencionada a existência (ou futura disponibilização) de uma sala destinada a crianças, informação que foi determinante para a minha decisão de adesão. No dia 13 de maio, desloquei-me ao ginásio acompanhada do meu filho, tendo sido informada por outra colaboradora de que a criança não poderia entrar no espaço num tom de voz elevado e alegando que também tinha filhos e nunca os iria trazer para um ginásio. Tentei explicar que levei o meu filho pois foi-me indicado aquando da minha inscrição que o podia levar, e que gostava de fazer a aula que havia agendado, a colaboradora referiu que podia ir, mas o meu filho tinha de ficar ali na receção, pedi para que olhasse por ele para que não saísse do espaço. Após terminar a aula abordagem da colaboradora ocorreu em tom inadequado, tendo a colaboradora (Beatriz) elevado o tom de voz e apontado o dedo durante a interação. Perante a situação, solicitei o livro de reclamações, não me tendo o mesmo sido disponibilizado de imediato. Foi-me indicado que não conseguiam localizar o livro e que a gerente não se encontrava contactável. Face à impossibilidade de exercer o meu direito de reclamação no local, foi solicitada a presença da GNR, que compareceu nas instalações e recolheu os meus dados. Horas mais tarde, fui contactada telefonicamente pela Direção do ginásio, sendo-me comunicado que a mensalidade seria devolvida e que eu deixaria de poder frequentar o ginásio, alegando inexistência de “condições” ou “confiança” para manutenção da minha frequência do espaço. Em momento algum solicitei a cessação do contrato, tendo-me limitado ao exercício do meu direito de reclamação. Posteriormente, solicitei por escrito a fundamentação contratual ou regulamentar da cessação unilateral das inscrições. Em resposta, o ginásio limitou-se a indicar tratar-se de uma decisão de “gestão interna do estabelecimento”, recusando prestar esclarecimentos adicionais e declarando o assunto encerrado. Acresce que o contrato do ginásio que contém cláusula referente à presença de menores de 16 anos acompanhados por adulto responsável, relativamente à qual o ginásio apresentou interpretação restritiva posterior, distinta da informação prestada no ato da inscrição. Considero ter aderido ao serviço com base em informação prestada pelo próprio estabelecimento, que posteriormente foi contrariada, tendo ainda sido impedida de exercer de forma imediata o meu direito ao livro de reclamações e sido alvo de cessação unilateral do contrato sem fundamento contratual concreto identificado. Mais informo que o contrato enviado aquando da inscrição e o contrato a que o ginásio faz referência em e-mail não é o mesmo e que até a data (21/05/2026) não foi devolvido qualquer valor. Pretendo: 1. A apreciação da legalidade e adequação da atuação do estabelecimento; 2. A devolução integral dos valores pagos, incluindo taxa de inscrição/adesão, por ter sido o ginásio a cessar unilateralmente a relação contratual; 3. A apreciação da atuação do estabelecimento relativamente à disponibilização do livro de reclamações; 4. A mediação do conflito e eventual reconhecimento da inadequação da atuação do estabelecimento.

Encerrada
J. P.
19/05/2026

Encomenda não expedida e valor não reembolsado

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa “Loja Saúde”, relativamente ao processo da minha encomenda n.º LS_34112, realizada no dia 23/04/2026 através do website da empresa (https://www.lojasaude.com/). No momento da compra, foi-me indicado que a encomenda seria expedida no prazo de 5 dias úteis. Findo esse prazo, a expedição da encomenda não foi realizada. Contactei a empresa várias vezes para obter informações sobre o estado da encomenda, mas recebi respostas automáticas ou genéricas. Para além disso, não me foi dada uma justificação clara durante vários dias e fui sucessivamente ignorada nas minhas tentativas de contacto. Apenas após várias insistências a empresa informou que existia uma alegada rutura de stock, informação que não foi comunicada atempadamente. Devido ao incumprimento do prazo e à ausência de informação, solicitei formalmente o reembolso integral do valor pago. Apesar disso, a empresa não confirmou o reembolso, não solicitou qualquer dado necessário para proceder ao mesmo e continuou a ignorar os meus pedidos de clarificação. Após vários dias sem resposta, recebi no dia 14 de maio um e-mail automático, informando que a encomenda estaria alegadamente a caminho no prazo de 24h a 72h úteis, e instruindo para não responder à mensagem. Desde essa data, não recebi qualquer outra informação via e-mail por parte da loja, pelo que a encomenda continua por expedir. Para além disso, este e-mail contradiz totalmente o meu pedido prévio de reembolso e volta a ignorar aquilo que solicitei de forma formal e repetida. Todo o processo demonstra uma enorme falta de transparência, falta de cumprimento das obrigações legais relativamente a prazos e informação ao consumidor, ausência de uma resposta que não fosse claramente automática e, por fim, recusa implícita em proceder ao reembolso solicitado. Acresce ainda que no website da empresa não é disponibilizado qualquer contacto telefónico ou morada, limitando a comunicação a um único e-mail que, na prática, raramente é respondido. Sinto-me desrespeitada enquanto cliente e consumidora. Paguei por um serviço que não foi prestado e a empresa continua a reter o valor pago. A atuação da empresa Loja Saúde viola os direitos do consumidor. Posto isto, quero solicitar à empresa Loja Saúde, uma vez mais, o reembolso imediato e integral do valor pago pela encomenda não expedida no prazo devido. Agradeço, desde já, a atenção dispensada.

Resolvida
S. T.
19/05/2026

Cobranças indevidas e problemas de cancelamento

Pretendo apresentar reclamação relativamente a um plano de saúde Medicare. Na altura da adesão, tinha 18 anos, era recém-chegada a Portugal e informei que não trabalhava nem tinha rendimentos. Referi também que teria de falar com o meu pai o qual era o meu responsável. Apesar disso, o plano foi ativado sem que me fossem devidamente explicadas as condições contratuais, nomeadamente fidelização e pagamentos associados. Nunca recebi o contrato nem documentação do plano, tendo sido posteriormente confirmado pela própria empresa que o e-mail registado estava incorreto. Efetuei apenas um pagamento inicial de 19€ em 07.2024, nunca utilizei o plano e solicitei anteriormente o cancelamento. Após esse pedido, deixei de receber qualquer comunicação e fui agora surpreendida com a existência de uma dívida acumulada, sem notificações claras ao longo destes anos. Já tentei resolver diretamente com a empresa e apresentei reclamação, mas continuo sem resposta. Solicito apoio na análise desta situação e orientação relativamente aos meus direitos enquanto consumidora.

Encerrada
I. S.
18/05/2026

Encomenda não recebida

Efetuei uma encomenda no dia 01/05 (Encomenda n.º LS_35042), tendo o pagamento sido realizado no próprio dia. Foi-me indicado um prazo de entrega de 5 dias úteis. No entanto, após terem passado 7 dias úteis sem receber qualquer atualização sobre a encomenda, enviei um email no dia 12/05 a solicitar informações sobre o estado do pedido. Até à presente data, não obtive qualquer resposta por parte da empresa. Considero inadmissível a falta de comunicação e o incumprimento do prazo anunciado, especialmente quando o pagamento foi efetuado de imediato.

Encerrada
R. L.
18/05/2026

Encomenda não recebida

Fiz uma encomenda na lojasaúde.com no dia 14/4 no valor de 40,53 que paguei por mbway no mesmo dia e a encomenda foi validada como paga. Depois disso nunca mais a enviaram nem deram qualquer seguimento. A encomenda nem sequer aparece na minha área de cliente. Fiz várias tentativas de contactar a empresa por email sem qualquer resposta. Essencialmente fui burlada em 40,53euros.

Resolvida
G. Z.
18/05/2026

Renovação abusiva e recusa de cancelamento de plano de saúde – Medicare

Venho por este meio solicitar a vossa intervenção e apoio jurídico na mediação de um conflito comercial com a empresa Medicare (plano de saúde privado), motivado por uma prática comercial abusiva e recusa de cancelamento de contrato.Os factos são os seguintes:Sou/Fui titular do plano de saúde da Medicare com o número de contrato/apólice 45100276347.No dia 12/5, manifestei formalmente por escrito, via e-mail, a minha total e inequívoca vontade de rescindir e cancelar o referido contrato, não pretendendo usufruir mais dos serviços.Sem prejuízo do meu pedido de cancelamento, a Medicare procedeu à renovação automática do meu contrato por mais um período anual completo de 12 meses, alegando a falta de cumprimento de um prazo de pré-aviso de 30 dias.Mais informo que a Medicare não cumpriu o seu dever de informação, transparência e boa-fé, uma vez que não enviou qualquer notificação prévia (seja por e-mail, carta ou SMS) a alertar para a iminência da renovação automática, impossibilitando-me de reagir atempadamente.Considero inadmissível e desproporcional a exigência do pagamento de uma anuidade inteira por um serviço que já solicitei cancelar e que recuso liminarmente usufruir. Esta imposição de um novo período de fidelização sem aviso prévio viola as regras da boa-fé contratual e a legislação de defesa do consumidor (Decreto-Lei n.º 446/85 sobre Cláusulas Contratuais Gerais).Como medida de proteção, já procedi ao cancelamento da autorização de débito direto (SDD) no meu banco.Face à insistência da Medicare em exigir valores indevidos e à recusa em processar o cancelamento imediato, peço o vosso auxílio e intervenção junto da marca para que o contrato seja considerado definitivamente extinto com efeitos à data do meu primeiro pedido de cancelamento, sem qualquer penalização ou custos adicionais.

Encerrada
M. N.
18/05/2026

Cobrança

Saudações cordiais; Venho por este meio solicitar a vossa célere intervenção e mediação jurídica relativamente a um conflito de consumo com a clínica OralMED (Sede / Clínica de Queluz) e a entidade financeira Cofidis. ​Na sequência do pedido de cancelamento do contrato de prestação de serviços e do respetivo financiamento bancário associado, a OralMED de Queluz emitiu uma nota manuscrita onde discrimina que o valor total dos atos médicos efetivamente realizados até à data totaliza 929,96€. A referida clínica exige o pagamento deste montante diretamente em mãos como condição obrigatória para proceder à emissão do distrate (cancelamento) do crédito. ​Contudo, mediante a consulta da conta corrente e do histórico de pagamentos junto da Cofidis, comprovo que já despendi um total de 943,37€ em mensalidades liquidadas (819,60€ amortizados em prestações anteriores e 123,77€ liquidados recentemente). ​Fundamentação do Litígio: O valor dos tratamentos executados (929,96€) encontra-se integralmente liquidado e coberto pelos montantes que já saíram da minha conta bancária para a Cofidis, entidade que já procedeu ao respetivo financiamento da clínica. Face ao exposto, a exigência de um novo pagamento em moldes diretos configura uma clara tentativa de cobrança em duplicado e enriquecimento sem causa, violando os direitos consignados na Lei de Defesa do Consumidor. ​Até ao momento, as tentativas de resolução direta junto da Sede da OralMED (via telefónica e eletrónica) revelaram-se infrutíferas por ausência de resposta, e a Cofidis recusa-se a avançar com a cessação do contrato sem a respetiva instrução por parte do prestador de serviços. ​Objetivos Pretendidos: Solicito o apoio da DECO Proteste no sentido de compelir a Sede da OralMED a: ​Proceder ao encontro de contas e emitir o extrato de conta corrente clínico com o saldo regularizado (a zero); ​Enviar com caráter de urgência o documento de distrate total do valor remanescente à Cofidis, salvaguardando o encerramento definitivo do processo sem qualquer custo adicional indevido. Com os melhores cumprimentos Maria Morena Nsimba

Encerrada
T. C.
17/05/2026

Rescisoa de contrato, cobranca individa,assédio e violação de privacidade dos dados

No dia 12 de Maio recebo por parte do ginasio elementgym de Loures uma resolução do meu contrato de socia, justificado por uma clausula, na qual houve incompatibilidades com um utente. E com estupefaccao que a recebo, pois ainda no mesmo dia tive a treinar nas instalações. No dia 13 de Maio cobram me a quinzenalidade quando no dia anterior fui proibida de usar as instalações. No dia 18.4 fui insultada e amecada por 1 utente que treinava nas instalações. Alem de mim outro utente que treinava comigo foi vitima de racismo e descriminação em que este utente utilizou expressões " preto de m--da.Foi formalizada queixa para o ginasio que ate a data ainda nao se manifestou. Procurei a instrutora do gym para formalizar queixa mas nao a encontrei. Seria suposto estar sempre em sala algum instrutor Existem testemunhas no local sobre a ocorrência No dia 23.4 e violada a minha privacidade de dados por parte do instrutor ao servico nessa noite. Forneceu a minha identificação ao utente que me ameacou ( tambem Psp)e a Psp que foi chamada ao local. A própria agente mencionou que foi o instrutor de sala que forneceu os meus dados. Existem testemunhas no local que assistiram a tal ocorrência. Foi enviado um email e relatado pessoalmente ao responsável de equipa esta situacao e outras sobre o comportamento abusivo deste instrutor quanto a minha pessoa. Foi enviado um email sobre ocorrências de assedio, faltas de respeito e profissionalismo, completamente mensuráveis. Terminou no culminar de usar os meus dados para facultar ao utente que me ameacou e a outros. Em nenhum momento o ginasio se manifestou. Como e possivel face a estes acontecimentos, fazerem uma rescisão de contrato, mas no dia a seguir cobrarem a quinzenalidade? Com que direito um instrutor e funcionário pode transmitir a minha identificação pessoal a qual era suposta estar em seguranca e de acordo com a RGPD da empresa?, como foram utilizados os meus dados para transmitir a outros? Desde quando uma empresa rescinde um contrato alegando questões comportamentais de um utente, sem saber a veracidade dos dados, nao fui ouvida, nem as testemunhas que tiveram no local .

Encerrada
A. T.
16/05/2026

Os direitos sao diferentes para algumas pessoas

Exmos senhores Boa tarde, venho por este meio mostar a minha indignação perante a situação que vivi hoje dia 16 de maio 2026 ao deslocar-me ao hospital são Teotónio de viseu com a minha filha de 5messes com febres altas. Quando cheguei ao hospital fiz ficha na recepção e fui chamada para a triagem onde foi atribuída a pulseira laranja e disseram para aguardar lá dentro que já chamavam. Entrei sozinha pois sei que apenas o pai ou a mãe podem entrar com o filho. Ao qual me deparo logo a seguir que entra um casal com a sua filha onde eu envio sms ao meu marido que aguardava do lado de fora para questionar o segurança sobre o assunto onde o segurança virou as costas e nem respondeu e entrou. O meu marido questionou a receção ela chama o segurança e ele diz lhe que sim que entrou o casal mas que o"João é da casa" mas que o meu marido não pode entrar não acho justo isto ficar assim pois eu e o marido somos cidadãos portugueses pagamos os nossos impostos e tudo mais que manda a lei e depois somos tratados assim a minha filha tem o mesmo direito da outra criança de ter os dois pais presentes e para mim como mãe também ajudava muito visto que estar com uma bebé doente e chorosa sozinha não é tão facil como termos o marido ao lado. Aguardo uma resposta vossa pois os direitos e deveres são iguais para qualquer um. Melhores cumprimentos Andreia tavares

Encerrada
L. C.
15/05/2026

Bloqueio indevido

Bom dia. Ao dia 10 de maio passei por uma situação desconfortável cujo não havia levado minha toalha para treinar. Sendo assim um dos staff que ficam no ginásio veio conversar comigo perguntando da toalha havia informado que não trouxe no dia e que seus colegas já haviam me informado para trazer. Após um tempo o colega veio ter comigo novamente solicitou a minha saída ou chamaria a polícia eu falei que iria aguardar os oficiais chegarem Continuei meu treino até que eles chegaram após a explicação bom os oficiais eu me retirei HJ no dia 15 /05 fui entrar ao ginásio Fui entrar ao ginásio e um staff me informou que meu acesso foi bloqueado após um dia da cobrança da minha mensalidade Eu exijo reembolso e explicações

Resolvida

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