Reclamações públicas

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B. J.
28/05/2026

Recusa não renovação do contrato

Assunto: Reclamação contra Multicare – Recusa de Não Renovação de Contrato (Simulação/Processo n.º 311710772)  À DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor Nuria Jesus [rua sporting club da corvina n21 2825-833 936291610 bombeirinha1055@gmail.com Data: 28 de maio de 2026 Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a vossa honrosa intervenção junto da seguradora Multicare, em virtude de uma recusa injustificada por parte da mesma em aceitar a não renovação do meu contrato de seguro de saúde, associado ao processo/simulação com o número 311710772.  A data limite para a comunicação da não renovação da referida apólice seria o dia 5 de maio de 2026. Nessa mesma data, tentei contactar a linha de apoio ao cliente da Multicare por via telefónica com o intuito de proceder ao cancelamento. Contudo, e por motivos inteiramente imputáveis à seguradora, a chamada não foi atendida e não me foi dada a possibilidade de concluir o processo de viva voz. Face à impossibilidade de contacto telefónico, enviei um email formal no dia seguinte, 6 de maio de 2026, reiterando expressamente a minha vontade de não renovar o contrato. A Multicare recusa-se agora a aceitar esta rescisão, alegando o incumprimento do prazo por escassas horas, ignorando por completo: 1 A minha tentativa prévia de contacto dentro do prazo regulamentar. 2 O princípio da boa-fé que deve reger as relações comerciais. Ademais, cumpre-me informar que me encontro atualmente numa situação de desemprego. Esta alteração substancial e involuntária das minhas circunstâncias económicas e capacidade financeira impossibilita-me de suportar o encargo com os prémios deste seguro, configurando uma situação de força maior que, por si só, justifica a cessação do vínculo contratual. Atendendo a que agi com a diligência possível face às falhas no atendimento da seguradora, e considerando a minha atual vulnerabilidade financeira, considero abusiva a postura da Multicare em exigir a manutenção forçada do contrato. Junto em anexo o comprovativo do email enviado no dia 6 de maio de 2026. Ainda me ligaram inclusive para falar com o colaborador que não estava a tentar resolver o problema mas assim me Obrigar a continuar vinculada inclusive a mentir em prazos de suposta fidelizacao Agradeço desde já a vossa atenção e apoio na resolução deste litígio, aguardando as vossas instruções sobre os passos seguintes. Com os meus melhores cumprimentos,

Encerrada
L. K.
28/05/2026

Encomenda não recebida - burla

Boa tarde, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à encomenda n.º LS_34608, efetuada no dia 28/04/2026 através da vossa loja online. No momento da compra, o vosso website indicava expressamente que “a sua encomenda será processada e enviada num prazo máximo de 5 dias úteis”. Posteriormente, no dia 07/05/2026, fui informada de que a encomenda teria sido enviada para a transportadora. Contudo, à data de hoje, 28/05/2026, ainda não recebi qualquer encomenda, tendo já decorrido um mês desde a realização da compra. Desde então, as únicas respostas recebidas por parte da vossa empresa referem alegados atrasos devido à falta de pessoal. No entanto, essa justificação não corresponde aos prazos de envio e entrega anunciados no vosso website no momento da compra nem os que estão anunciados neste momento.  Já pedi reembolso diversas vezes através do e-mail e site e fui sempre ignorada. É importante referir que no vosso site afirmam ter Livro de Reclamações oficial. Contudo, ao tentar apresentar reclamação através da plataforma oficial, não foi possível localizar a empresa, nem através do nome nem do NIF indicado. Deste modo estão a entrar em incumprimento com o Decreto-Lei n.º 156/2005. Face à ausência de solução, à falta de transparência e ao incumprimento verificado, vejo-me obrigada a considerar a apresentação de uma queixa formal junto das autoridades competentes, incluindo a PSP e as entidades de defesa do consumidor, por existirem indícios que colocam seriamente em causa a credibilidade da vossa atividade comercial. Vou fazer essa queixa no dia 2 de Junho. Com os melhores cumprimentos, Lyudmyla Kucheryava

Encerrada
J. S.
28/05/2026

Encomenda não entregue

Fiz uma encomenda no passado dia 6 de Maio de 2026, com indicação de entrega em 5 dias uteis, sendo que, até hoje (28 de maio) ainda não recebi a encomenda e a ultima atualização que recebi foi no passado dia 20 de Maio, em que referiam que estavam com atraso na entrega das encomendas por falta de pessoal e que entre 24 a 72 horas seria entregue. Já passaram as 72 horas, voltei a enviar e-mail a saber como estava o processo da entrega da encomenda e até agora nem recebi resposta, nem a encomenda.

Encerrada
B. C.
28/05/2026
Clinica Sao Marcos - Fogueteiro

Falta de RESPEITO

Bom dia Marquei uma consulta de alergias para a minha filha de 7 anos na Clinica Sao MArcos - Fogueteiro com o Dr Joao Cardoso para o 12h20, chego ás 12h e está vazio a clinica, fico até asas 12h50 e nem 1 pessoa para alem da minha filha para ser atendida...mas tive que desistir. Faço esta reclamação porque os medicos deviam ter na testa os atrasos, a falta de respeito com as pessoas, seus pacientes...acham sempre que o tempo deles é mais importante que o tempo dos outros.

Encerrada

Recusa ilegal de garantia – Poltrona elevatória iMedic (Contrato R119)

Exmos Deco Proteste, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa iMedic relativa à recusa de acionamento da garantia legal de uma poltrona elevatória adquirida em 17 de fevereiro de 2024, ao abrigo do contrato R119. A poltrona foi adquirida para utilização diária por uma pessoa com mobilidade reduzida, sendo um equipamento essencial para atos básicos do quotidiano. No entanto, poucos meses após a aquisição, começaram a surgir vários problemas técnicos, incluindo ruídos anormais, elementos soltos e necessidade de intervenções de assistência técnica. Posteriormente, em dezembro de 2025, surgiram danos graves no revestimento da poltrona, nomeadamente rasgões progressivos no material. A situação foi comunicada à empresa no dia 11 de dezembro de 2025, portanto dentro do prazo legal de garantia de 3 anos previsto no Decreto-Lei n.º 84/2021. Apesar disso, a empresa recusou assumir a reparação/substituição ao abrigo da garantia, alegando genericamente “desgaste”, “mau uso” e “uso indevido”, sem apresentar prova técnica idónea que sustente essa conclusão. Através da minha mandatária, foi solicitado: - Relatório técnico independente; - Identificação do perito responsável; - Metodologia e testes realizados; - Especificações técnicas do material; - Demonstração objetiva de que os danos resultariam de mau uso e não de defeito de conformidade. Após mais de um mês de insistências e sucessivos adiamentos, foi finalmente enviado um suposto “relatório técnico” emitido pela própria entidade ligada à venda/distribuição do equipamento (EXPODIRECT Proveedores), assinado pelo gerente da empresa, sem qualquer independência técnica demonstrada. O referido relatório: - Não identifica qualificações técnicas do autor; - Não contém ensaios laboratoriais, testes ou medições; - Baseia-se apenas em observação visual; - Não apresenta especificações de resistência/durabilidade do revestimento; - Não exclui tecnicamente defeito de fabrico ou falta de conformidade; - Limita-se a concluir, sem fundamentação objetiva, que existe “uso indevido”. Mesmo após a contestação detalhada destas falhas, a empresa manteve a recusa da garantia sem apresentar qualquer prova adicional. Considero que esta atuação viola claramente os direitos do consumidor previstos no Decreto-Lei n.º 84/2021, nomeadamente: - A presunção legal de falta de conformidade dentro dos primeiros 2 anos; - Odireito à reparação/substituição sem custos; - O dever de reposição da conformidade em prazo razoável; - O ónus da prova que recai sobre o vendedor quando pretende excluir a garantia. Além disso, todo o processo tem sido marcado por atrasos sucessivos, ausência de resolução efetiva e desgaste emocional significativo, especialmente tendo em conta que se trata de um equipamento essencial para uma pessoa com mobilidade reduzida. Assim, solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de analisar esta atuação da empresa e promover a reposição da conformidade do bem ao garantir o cumprimento da legislação de defesa do consumidor. Tenho em minha posse toda a documentação relevante, incluindo: contrato/fatura de compra; fotografias dos danos; relatório técnico enviado pela empresa; troca integral de emails entre as partes e respetivas mandatárias. Com os melhores cumprimentos, Joana Vilas Boas

Resolvida
H. D.
28/05/2026

Reclamação contra Element Faro- Perda de ténis + palmilhas + Falhas graves nos pagamentos

Exmos. Senhores da DECO, Venho apresentar reclamação contra o ginásio Element Faro, pelos seguintes motivos: 1. Perda de ténis e palmilhas entregues e registados No dia 6 de maio de 2026, esqueci um par de ténis com as respetivas palmilhas no ginásio. Os ténis + palmilhas foram encontrados por um instrutor, entregues à equipa e registados no livro de perdidos e achados. O instrutor confirmou-me pessoalmente a receção, mostrou-me o registo e confirmou que eram os meus. Quando regressei para os levantar, os ténis e palmilhas tinham desaparecido. No lugar estavam outros ténis completamente diferentes. Apesar de várias insistências durante duas semanas, o ginásio nunca resolveu a situação, respondendo sempre com “não sabemos nada”. Na resposta oficial à minha reclamação (Ref. ROR0000000045588910), o ginásio limita-se a dizer que não se responsabiliza. Ao aceitarem, registarem e confirmarem a posse dos ténis e palmilhas, o ginásio assumiu a qualidade de depositário, ficando obrigado a guardá-los com diligência, nos termos dos artigos 1187.º, 1188.º, 762.º n.º 2 e 493.º do Código Civil. A perda configura clara negligência e incumprimento contratual. 2. Falhas nos pagamentos e má gestão Conforme reclamação já apresentada no Livro de Reclamações a 1 de maio de 2026, tenho sofrido falhas recorrentes nos pagamentos, cobranças indevidas e má gestão das contas. A comunicação com a empresa é péssima, tendo mesmo havido tentativas de me enganar com contas diferentes. Estas situações persistem há várias semanas e impedem-me de utilizar o ginásio com normalidade. Exigências Exijo da Element Faro: 1. A reposição dos ténis e palmilhas ou o reembolso do seu valor; 2. A regularização urgente de todas as anomalias nos pagamentos e devolução de eventuais valores cobrados indevidamente; 3. Melhorias na comunicação e resolução dos problemas expostos. Caso não haja resolução satisfatória num prazo de 10 dias úteis, reservo-me o direito de avançar com processo de injunção e demais vias judiciais. Agradeço a vossa intervenção urgente. Com os melhores cumprimentos, Hugo Manuel Parreira Dias Telemóvel: 961792580 Email: hugompd05@gmail.com Local: Faro

Em curso

Recusa em proceder a indemnização

Participei numa das "Viagens de Autor" da Sporski. Todos os participantes nesta viagem beneficiam dum seguro (não opcional) da RNA. Um dos participantes na viagem, estando perto de mim no acesso aos meios mecânicos, decide incauta e inexplicavelmente dar um salto com rotação de 180º. Resultado, embateu com a prancha de snowboard dele na minha, causando um dano significativo na minha prancha de snowboard Never Summer Harpoon que estreava nessa viagem. Este acontecimento foi presenciado pelo própio guia da Sporski que se encontrava muito próximo. Abordado esse tal participante de forma amigável, o mesmo inexplicavelmente recusou-se a participar ao seguro, extendendo o seu comportamento ignóbil em pista para outras áreas da vivência em sociedade. Apresentei por escrito a situação à Sporski de modo a facultar os dados individuais do seguro desse participante à RNA que é quem, através da apólice em vigor, cumpre assumir a responsabilidade civil de qualquer participante. A Sporski indica-me que devo contactar a RNA e que a mesma terá então que solicitar os dados do participante (à Sporski), dados esses que não me puderam ser facultados ao abrigo do RGPD. Contactada a RNA e apresentada a reclamação com a descrição de todos os factos e identificação de testemunhas com respectivos contactos, recebo a resposta: "... sem participação por parte da pessoa que praticou o dano não nos será possível ajudar. Como poderá verificar nas condições gerais da apólice, a clausula de responsabilidade civil apenas pode ser ativada pelas pessoas seguras que devam indemnizações a terceiros (neste caso ativada pelo Sr José pelo dano que lhe causou), funcionando apenas por reembolso". A clausula de responsabilidade civil retirada das condições gerais (ficheiro em anexo): " 1. Responsabilidade Civil - Ao abrigo da presente cobertura, o Segurador através dos Serviços de Assistência, garante o pagamento, até ao limite de capital indicado no Certificado de Seguro, das indemnizações devidas a terceiros lesados derivadas da Responsabilidade Civil Extracontratual, imputável à Pessoa Segura, em consequência de atos ocorridos exclusivamente no período compreendido entre a data início e fim de viagem contratada e exclusivamente no local de destino, incluindo os trajetos de ida e regresso." Pelo que explicação dada pela seguradora, não tem qualquer suporte no texto da referida cláusula; repliquei essa mesma situação à RNA, respondendo-me a mesma indicando que mantém a mesma posição, e que a situação, pasme-se, "foi devidamente explicada". Contactada a provadoria da mesma instituição, fui informado que devolveriam o contacto nos 2 dias subsequentes; passou uma semana e não identifiquei qualquer tentativa de contacto.

Resolvida
F. S.
27/05/2026

Encomenda não chegou

Fiz uma compra no dia 11/04 e minha encomenda não chegou! Fui enganada!

Encerrada
K. R.
27/05/2026

Recusa de devolução de colchão / Dagostino Home

Exmo(a). Sr(a), Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma situação de incumprimento por parte da empresa Dagostino Home, solicitando a vossa orientação e apoio. **Descrição da situação:** Adquiri um colchão à empresa Dagostino Home que, desde os primeiros dias de utilização (aproximadamente 5 dias), revelou não se adaptar corretamente ao meu corpo, provocando dores nas costas que afetam a minha saúde e qualidade de descanso. O produto foi entregue sem etiqueta — facto que não é imputável ao consumidor — e foi utilizado durante os referidos 5 dias após a sua receção. Após contacto com o serviço de apoio ao cliente da empresa e envio das fotografias solicitadas, recebi como resposta que não são aceites devoluções de produtos usados que não apresentem defeito físico visível. Contudo, o defeito em causa é funcional: o colchão não garante o conforto mínimo esperado, causando dores nas costas desde os primeiros dias de uso, o que configura falta de conformidade nos termos legais. Acresce que, conforme indicado no próprio site da Dagostino Home, a devolução do produto é possível sem condições adicionais, política que a empresa se recusa agora a cumprir. **O que solicito:** — Devolução do colchão e reembolso integral do valor pago; — Cumprimento da política de devolução publicitada no site da empresa; — Orientação sobre os meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente ao abrigo do regime legal de garantia de conformidade (Decreto-Lei n.º 84/2021) e das normas relativas a práticas comerciais desleais (Decreto-Lei n.º 57/2008). Coloco-me ao dispor para fornecer qualquer documentação adicional, nomeadamente fotografias do produto, correspondência trocada com a empresa, captura de ecrã da política de devolução publicitada no site e comprovativo de compra. Agradeço antecipadamente a vossa atenção e aguardo resposta. Com os melhores cumprimentos, Encomenda ZBIUFWGET

Encerrada
J. D.
27/05/2026

Medicare Cancelamento do contrato

Boa tarde, No ano passado em Junho aderir à Medicare ao qual me informarem, mesmo tendo enviado o contrato no dia, que o meu seguro ficaria válido a partir do dia 1 de Julho. Tendo em conta isto e, visto que vou viver para fora, eu e o meu namorado, liguei a pedir o cancelamento do plano Medicare, tentaram que eu ficasse com o mesmo a informar que eu teria as videoconsultas na mesma, mesmo eu dizendo que a empresa para onde vou me dá um bom seguro. Entretanto, como não aceitei informaram-me que já tinha passado o tempo legal para cancelar o contrato, visto que o mesmo era de 18 de Junho, uma vez que foi na data que recebi a documentação, quando na altura a pessoa com quem aderir me disse que era apartir de 1 de Julho que poderia começar a usar o plano, portanto para mim ligar a 27/05 estava mais do que dentro dos 30 dias. Foi informada que não poderiam cancelar o meu contrato mesmo eu indo para fora e que ficaria com o contratro ativo até ao dia 18 de Junho de 2027, portanto vou estar um ano a pagar por algo que não irei usufruir, uma vez que não quero ter problemas fiscais em Portugal. Vou estar fora do pais e a ter que enviar todos os meses dinheiro para uma conta portuguesa que terei que manter, porque estes senhores no momento da adesão informam mal e ainda por cima não querem ajudar ninguém. Se de futuro voltar para Portugal podem querer que não serei mais vossa cliente e irei indicar aos meus familiares para cancelarem os contratos que tem com vocês, porque além de venderem um serviço como sendo o melhor e o mais vantajoso, depois quando se vai pesquisar não se tem acesso a praticamente nenhum hospital privado, só clinicas que muitas vezes nem urgencias tem e ainda se paga bastante numa consulta de urgência, também, são antipáitcos e não querem entender o lado da outra pessoa, mesmo que esta pessoa vá para fora do país, porque realmente deve de ser muito difícil cancelar um contrato tendo em conta esta situação. Como alguém que trabalha com o apoio o cliente de outra empresa«, acha indamissivel esta situação, uma vez que também temos as nossas condições, mas também sabemos analisar quando são exceções que devem de ser tratadas com cuidado. Muito Obrigada, Joana

Encerrada

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