No dia 26/12/2025 , a utente dirigiu-se ao hospital sams dos Olivais para tratar a patologia que apresentava, que indicava um princípio de uma infeção respiratória agravada pelo histórico clínico, por se tratar de uma doente com asma. Deu entrada no serviço pelas 20:42h e demorou cerca de duas horas até a paciente ser observada. Na primeira observação apresentava bastantes sinais de degaste, como dificuldade na comunicção devido à falta de ar, fadiga extrema e sinais de pieira agravada. Após a revisão pelo médico, foi apenas indicado à paciente que fizesse os tratamentos de asma que consistiam em duas bombadas, que outrora já tinham sido feitas pela paciente em casa mas sem sucesso. Até à nova observação da paciente demorou mais de duas horas, sem razão aparente uma vez que se mantinham os mesmos pacientes praticamente desde a sua entrada. Quando foi novamente revista foram-lhe prescritas análises sanguíneas, que mais uma vez demoraram quase duas horas para serem vistas pelo médico Júlio Martins Fernandes, que tratou esta doente como sendo não urgente. As análises acusaram efetivamente uma infeção respiratória agravada pela doença de asma, e posteriormente a utente, por esta altura apresentava valores de oxigénio mais baixos ( 97% quando chegou e 93% quando saiu) do que os registados na triagem e indicava mais esforço cardíaco ( 126bpm quando chegou e 133bpm quando saiu). Desta forma obteve um total de 5 horas e 25 minutos de urgência, em sofrimento, para no final sair pior do que quando entrou, justificado pelos valores acima referidos.