Reclamações recentes

I. B.
10/08/2026

Falta de qualidade na alimentação

Expôs senhores/as Venho por este meio expressar o meu descontentamento pelo serviço prestado dos SAMS a uma doente crónica a minha Mãe a Sra. D.Maria Luísa Azevedo de Matos beneficiária n. 2071077 que deu entrada no SO no dia 29.7.2026 onde correu tudo como esperado. Para minha admiração foi enviada para o piso7 quarto 706 sem me ter sido comunicado da transferência da minha Mãe e desde então a qualidade na alimentação é horrível pois constantemente as refeições estão sempre intragáveis devido ao excesso de sal para uma utente com tensão alta e a atenção da chefe de cozinha e nula independentemente da advertência para tal e consequentemente a utente do quarto 706 não se alimenta. A nutricionista fez referência ao que a utente pode e deve comer e as refeições não correspondem e na 6feira 7.8.2026 a seia não foi servida como explícito de um iogurte líquido sem lactose e um pacote de bolachas Maria 0%açúcar para diabética como é o caso da utente 2071077,como tal a utente não dormiutoda a noite com fome sendo inconcebível a situação para uma utente com patologias crónicas num hospital particular dos SAmMS dos olivais,como resultado desta situação fui de imediato a cafeteria adquirir uma sandes mista um sumo e um iogurte líquido sem lactose para a minha a minha Mãe comer pois estava esfomeada. Seria bom e convido a administração aleatoriamente provar uma refeição que a cozinha providencia aos utentes em que se verifica sempre o mesmo,comida seca sem molho,arroz branco e sempre excessivamente salgada,para quem está num hospital particular em recuperação e fraco não é sem dúvida aceitável. Outro ponto as auxiliares entram no quarto 706 e por alta recriação desligam o ar condicionado sem lhe ser pedido para o fazer. A televisão não funciona e é a única distração da utente . O telefone da rede fixa não trabalha também fazendo com que a utente não tenha contacto com os familiares. Outro ponto há hora da refeição é que as profissionais de saúde-enfermeiras/os se lembram de picar para mais análises quando terminam o utente já perdeu o pouco apetite que tinha pela falta de qualidade da comida providenciado pela cozinha. Para os precário dos custos praticados pelo hospital dos SAMS dos Olivais alterações importantes e essenciais devem ser feitas rapidamente. Ficarei a aguardar uma resposta pois já fiz reclamações no livro de reclamações dos SAMS e nada me foi dito. Atenciosamente Isabel Bernardo

Em curso
I. P.
28/12/2025

Atrasos e incompetência profissional

No dia 26/12/2025 , a utente dirigiu-se ao hospital sams dos Olivais para tratar a patologia que apresentava, que indicava um princípio de uma infeção respiratória agravada pelo histórico clínico, por se tratar de uma doente com asma. Deu entrada no serviço pelas 20:42h e demorou cerca de duas horas até a paciente ser observada. Na primeira observação apresentava bastantes sinais de degaste, como dificuldade na comunicção devido à falta de ar, fadiga extrema e sinais de pieira agravada. Após a revisão pelo médico, foi apenas indicado à paciente que fizesse os tratamentos de asma que consistiam em duas bombadas, que outrora já tinham sido feitas pela paciente em casa mas sem sucesso. Até à nova observação da paciente demorou mais de duas horas, sem razão aparente uma vez que se mantinham os mesmos pacientes praticamente desde a sua entrada. Quando foi novamente revista foram-lhe prescritas análises sanguíneas, que mais uma vez demoraram quase duas horas para serem vistas pelo médico Júlio Martins Fernandes, que tratou esta doente como sendo não urgente. As análises acusaram efetivamente uma infeção respiratória agravada pela doença de asma, e posteriormente a utente, por esta altura apresentava valores de oxigénio mais baixos ( 97% quando chegou e 93% quando saiu) do que os registados na triagem e indicava mais esforço cardíaco ( 126bpm quando chegou e 133bpm quando saiu). Desta forma obteve um total de 5 horas e 25 minutos de urgência, em sofrimento, para no final sair pior do que quando entrou, justificado pelos valores acima referidos.

Encerrada
B. P.
11/08/2025

Denúncia de Abusos e Falhas Éticas no Estágio Hospital SAMS

Apresentei uma reclamação formal através do Livro de Reclamações Eletrónico da Entidade Reguladora da Saúde, expondo condutas graves e inadequadas ocorridas durante o meu estágio na Unidade de Medicina Intensiva do Hospital SAMS. Entretanto, recebi a resposta formal do Hospital SAMS, assinada pela Direção de Enfermagem, que, após “auscultar” a enfermeira responsável pela unidade, apresentou uma versão que, em minha análise, se caracteriza por distorção dos factos, minimização dos acontecimentos e tentativa de desresponsabilização. A instituição procura blindar a sua imagem afirmando que “nunca antes houve queixas semelhantes”, como se tal facto pudesse invalidar ou anular a minha experiência e as ocorrências documentadas. Esse argumento é irrelevante — a ausência de queixas anteriores não justifica a omissão ou o desprezo por situações concretas e graves. Além disso, a resposta recorre a rótulos subjetivos como “dificuldades relacionais” ou “resistência à orientação”, sem apresentar qualquer evidência técnica ou factual que sustente tais afirmações. Em nenhum momento houve tentativa de compreender as circunstâncias reais ou de ajustar a supervisão para corrigir problemas, como exigem os princípios éticos e deontológicos. Mais grave ainda, o hospital omitiu totalmente os episódios de linguagem abusiva, humilhante e discriminatória proferida por elementos da equipa de orientação, que denunciei de forma clara e inequívoca. Constam do meu relato expressões como: “Não tens perfil para ser enfermeiro” “Tens ausência de emoções” “Falta de humildade brutal” “Deveria trabalhar com papéis ou computadores, não com pessoas” “Nem sequer deverias experimentar outro orientador” Estes comentários são profundamente ofensivos, sem base técnica ou pedagógica, e configuram violações graves dos princípios éticos da enfermagem, da supervisão clínica e da própria Constituição da República Portuguesa. A ausência de qualquer referência a estes factos na resposta do hospital revela uma tentativa deliberada de apagar evidências de abuso de poder, preconceito e assédio institucional. Adicionalmente, episódios como o facto de a enfermeira orientadora se ausentar para dormir durante o turno — e sugerir que eu também o fizesse — foram igualmente ignorados, apesar de constituírem falhas éticas e profissionais graves. Tal comportamento é ainda mais reprovável considerando que os doentes, que confiam a sua saúde e segurança à instituição e pagam pelos cuidados prestados, não o fazem para que profissionais abandonem as suas funções para dormir durante o período de trabalho. A reunião de 18/12/2023, referida na resposta, não foi utilizada para avaliar pedagogicamente o meu desempenho ou ajustar a orientação, mas sim para forçar a interrupção do estágio, sem plano de acompanhamento, sem garantias de imparcialidade e sem considerar alternativas que permitissem a sua conclusão com sucesso. A afirmação de que tal interrupção foi “favorável para todos” mascara a realidade: fui afastado de forma punitiva e injusta. Face ao exposto, reitero que a resposta do Hospital SAMS não reflete os acontecimentos e não cumpre os deveres de transparência, responsabilização e respeito pelo utente/estudante, razão pela qual mantenho a total procedência da minha reclamação.

Encerrada
J. S.
17/11/2020

Cobrança indevida

Venho por meio deste, expor a seguinte situação:Recebi 3 cartas de cobrança no valor de 18 euros referente a uma consulta médica. Entretanto, como já expliquei em várias ligações que fiz ao serviço do Sams e por e-mails que enviei aos endereços: reclamacoes@sams.sbsi.pt e tesouraria@usp.sbsi.pt (dos quais nunca recebi uma resposta), desde que recebi a primeira cobrança em março, a consulta não foi realizada. Quando liguei para agendar a consulta eu informei que necessitava de um atestado médico para a carta de condução e foi me agendado está consulta de medicina interna. No dia da mesma, entrei no consultório e quando disse que era para o tal atestado, a médica disse que não faz este atestado e por tanto, não faria sentido a consulta. Então sai e expliquei a situação a secretária que disse que iria cancelar a consulta, visto que foi um marcação errada e eu NÃO me consultei. Os agentes de atendimento do SAMS disseram que resolveriam o assunto, mas pelo visto nada foi feito e continuo recebendo a cobrança.A última carta foi carta aviso nº2020011475 n/ref 57112110 data 04/11/20 que inclusive avisa que a cobrança irá a contencioso no dia 19/11/20 se não fizer o pagamento.Peço solução para este caso com urgência, pois se for a contencioso me causará ainda mais transtorno que já tem causado até então.Atenciosamente Jennyfer Silva

Resolvida

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.