Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Reclamação por gravidez
Entidade visada: Medicare Venho por este meio manifestar publicamente que a situação por mim anteriormente reportada se encontra resolvida, tendo sido efetuada a resolução do contrato conforme solicitado. A minha queixa produziu efeitos positivos, uma vez que foi reconhecido que os colaboradores da Medicare não tinham conhecimento de que a unidade Unisana para onde fui encaminhada não dispunha de serviço de urgência obstétrica, facto que, apesar disso, não deixa de constituir um erro grave por parte da entidade, atendendo à natureza sensível e clínica da situação descrita no momento do contacto. Reitero que perdi completamente a confiança na Medicare após o sucedido. Contudo, faço questão de salientar que, se algum dia voltar a confiar nesta entidade, tal se deverá exclusivamente ao atendimento impecável, honesto e humano da colaboradora Lilia Faria, que se prontificou a ajudar-me na resolução do contrato de forma profissional, transparente e extremamente prestável. A colaboradora Lilia Faria demonstrou empatia, seriedade e verdadeiro sentido de responsabilidade, pelo que, a futuros clientes que pretendam aderir a um plano de saúde, recomendo vivamente que o façam com esta gestora de conta. À mesma, deixo os meus mais sinceros agradecimentos pelo apoio prestado num momento particularmente difícil da minha vida. Com os melhores cumprimentos,
Baixa errada - médico Dr Carlos Pina
No passado dia 14 janeiro tive uma consulta de ortopedia na cuf tejo com o dr Carlos pina, foi me feita uma avaliação e indicado que no dia seguinte caso não me sentisse bem para trabalhar, visto que exerço um cargo profissional físico, que poderia enviar email para “apoio@…” para pedir a baixa.No dia seguinte efetuei o pedido através do formulário do site e enfiei ainda um pedido para o endereço apoioclientes@cuf.pt.Como não obtive respostas, efetuei chamada para cuf rejo, ao qual me foi indicado que o dr não estaria disponível mas que iam enviar um pedido interno.Como continuei sem contactos, reforcei a chamada na segunda feira dia 19 por contacto telefónico e por email. Continuei sem resposta.Terça feira dia 20 voltei a contactar, ainda sem qualquer resposta a não ser que o dr estava indisponível e que iam reforçar o pedido. Quarta feira feira dia 21 voltei a ligar e disse que iria precisar desse documento com urgência atendendo ao fecho de contas da empresa onde trabalho. Nesse mesmo dia recebi um contacto e várias mensagens da clínica inside lab a indicar que iria receber código do SNS por mensagem que, por incongruência do número telefónico na aplicação, não recebi. Foi me indicado que iriam tentar novamente no dia seguinte, caso contrário teria que recorrer ao médico de família. No dia seguinte, quinta feira dia 22 consegui receber o código e foi informado que o DR tinha procedido a baixa em papel e que poderia levantar no dia seguinte na cuf Belém.Apesar de não ter qualquer informação na app do SNS, na segurança social ou no portal referente à baixa, Sexta feira dia 23 dirigi me a cuf Belém ao qual não tinham qualquer informação, que deveria ligar no dia seguinte. Voltei a ligar no sábado dia 24 ao qual me indicaram que iriam encaminhar pedido para a ortopedia. Sem qualquer resposta.Segunda feira, voltei a contactar após 10 dias nesta situação. Ainda não tinham informação. Recebi posteriormente um email a indicar que o Dr não iria estar na cuf Belém e que no dia seguinte iria tratar do atestado para levantamento na cuf tejo. Dia 27 finamente recebi a baixa na app do SNS Atualmente, a Seguranca Social recusa o pagamento da baixa medica, alegando a necessidade de preenchimento de um documento de acidente de trabalho. No entanto, a causa da minha baixa resultou de um episodio de desmaio, nao de qualquer acidente laboral.Na propria baixa medica encontra-se assinalado o enquadramento como doenca direta, com a seguinte definicao:"Definicao de Doenca Natural: Inclui situacoes clinicas, doencas infecciosas, hereditarias, fisiologicas ou deficiencias que impedem o exercicio da atividade profissional. Nao decorre de causas profissionais (acidentes de trabalho) ou de responsabilidade de terceiros."Adicionalmente, no contexto laboral portugues, a classificacao de doenca direta, tal como consta na minha baixa, refere-se a uma condicao clinica e nao a um acidente de trabalho.O Dr Carlos Pina mantem que a baixa foi corretamente emitida.Apesar disso, continuo a ser prejudicado, encontrando-me ha mais de 30 dias a aguardar o reconhecimento e pagamento de um direito que legalmente me assiste.
Solicitação de apoio jurídico ( sócia número 7299344-94) - Conflito com Agilcare/Agilidade S.A
Exmos. Srs. do Departamento Jurídico da DECO, Eu, Andréia Filipa Bernardino Simões, titular do NIF 239175654 e sócia da DECO n.º 7299344-94, venho por este meio solicitar a vossa intervenção urgente num conflito de consumo com a empresa Agilidade S.A. (Marca Agilcare), NIF 510164897. Exposição dos Factos: Celebrei um contrato de prestação de serviços de saúde em 24/09/2019 (N.º Cliente 62110), com uma fidelização inicial de 12 meses, a qual terminou em setembro de 2020. Em 12/01/2026, solicitei formalmente o cancelamento do contrato por não utilização do serviço. A empresa recusou o cancelamento imediato, invocando as cláusulas 6.ª e 7.ª das suas Condições Gerais para alegar uma renovação automática da fidelização por períodos sucessivos de 12 meses, pretendendo cobrar mensalidades até setembro de 2026. Considero tal prática abusiva e nula à luz do Decreto-Lei n.º 446/85 (Cláusulas Contratuais Gerais) e da Lei de Defesa do Consumidor, visto que a renovação do serviço não pode implicar a renovação automática da fidelização sem consentimento expresso e nova vantagem económica. Recebi recentemente uma notificação da advogada da empresa (Dra. Ana Cristina Domingues) com ameaças de cobrança coerciva através da empresa INTRUM. Já procedi ao cancelamento do débito direto e apresentei queixa na ASAE (Processo ROR00000000045477938) e no Centro de Arbitragem (CACCL). Solicitação: Na qualidade de sócia, solicito que a DECO intermedeie este conflito junto da Agilcare, exigindo o cancelamento definitivo do contrato sem custos e a cessação das ameaças de cobrança por valores indevidos. Anexos em arquivo: Cópia do Contrato de 2019; Troca de e-mails com a Agilcare e notificação da advogada; Comprovativo da queixa na ASAE. Aguardando as vossas instruções, subscrevo-me com os melhores cumprimentos, Andréia Filipa Bernardino Simões Contacto: 916040517
Incumprimento contratual grave
Entidade visada: Medicare Venho por este meio apresentar queixa formal contra a Medicare, por prestação de informação incorreta e incumprimento contratual grave, com consequências clínicas e emocionais relevantes. No dia 02/02/2026, contactei a linha de apoio da Medicare informando expressamente que me encontrava grávida e que necessitava com urgência de indicação de uma unidade de saúde com serviço de urgência obstétrica ao abrigo do acordo existente. Foi-me indicada a unidade Unisana como sendo adequada à minha situação. Contudo, ao chegar à referida unidade, fui informada de que não existia urgência obstétrica, o que demonstra que a informação prestada pela Medicare foi incorreta, desadequada e negligente, face ao quadro clínico comunicado. Apenas no dia 19/02/2026 fui contactada pela Medicare, data em que me encontrava internada na sequência de um aborto retido, situação clinicamente grave e com elevado impacto físico e emocional. Entendo que, se tivesse sido corretamente encaminhada no momento em que solicitei apoio, poderia ter beneficiado de avaliação médica atempada, o que poderia ter alterado o desfecho clínico. A atuação da Medicare configura: Violação do dever de informação; Violação do dever de diligência e boa-fé; Incumprimento contratual; Prestação de informação clinicamente relevante errada; Falta de acompanhamento posterior adequado. Solicitei formalmente a resolução do contrato sem penalização e o acesso à gravação da chamada de 02/02/2026, mas considero essencial que esta situação seja tornada pública e avaliada pelas entidades competentes. Pretendo com esta queixa: Denunciar a gravidade da atuação da Medicare; Alertar outros consumidores; Exigir responsabilização pela prestação de informação incorreta em contexto clínico sensível; Reforçar a necessidade de procedimentos mais rigorosos na triagem e encaminhamento de utentes grávidas. Considero inadmissível que uma empresa que presta serviços na área da saúde forneça indicações erradas numa situação potencialmente urgente, colocando em risco a saúde e a vida de uma utente e do feto. Aguardo posicionamento da entidade visada.
encomenda ainda não recebida
Exms senhores Fiz a encomenda de 2 produtos e paguei vai em 8 dias e nem a encomenda nem mensagem sobre a mesma. Agradeço resposta sobre o assunto
Lixos e resíduos biológico entre pacientes na sala de espera!
Assunto: Reclamação por graves falhas no cumprimento das normas de higiene e segurança no Hospital da Luz de Setúbal Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar a minha formal reclamação relativamente a uma situação grave e inaceitável que presenciei nas instalações do Hospital da Luz de Setúbal, pondo em causa as mais elementares normas de higiene, segurança e saúde pública, bem como o respeito devido aos utentes. No dia 25/02/2026 encontrava-me na sala de espera do referido hospital, quando fui confrontado com uma cena que considero profundamente chocante e antiética. Um funcionário dos serviços de limpeza atravessou a referida sala de espera, em pleno horário de funcionamento e na presença de vários utentes, transportando um carrinho de grades que continha, de forma visível e desprotegida, diversos sacos de lixo comum e, mais preocupante, uma caixa preta com resíduos hospitalares, aparentemente do grupo III e IV (resíduos infeciosos e orgânicos). De acordo com as boas práticas e as normas regulamentares em vigor em Portugal, estabelecidas pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), o transporte interno de resíduos hospitalares, especialmente os de risco biológico, deve ser feito por circuitos próprios, preferencialmente isolados e nunca em áreas de permanência de doentes e acompanhantes, como é o caso das salas de espera. A situação presenciada configura uma grave falha de procedimentos internos, evidenciando: 1. Falta de formação do colaborador envolvido, que desconhece ou desrespeita os circuitos internos de higiene e segurança. 2. Fiscalização interna inexistente ou ineficaz, que permitiu uma situação de tão elevado risco e falta de ética. 3. Exposição direta de utentes a potenciais agentes patogénicos, colocando em risco a saúde de todos os presentes. É absolutamente inadmissível que uma unidade de saúde privada, que se propõe a oferecer cuidados de qualidade, permita um cenário tão degradante. Esta situação é não só um atentado às normas de saúde pública, mas também uma falta de respeito e de consideração pelos utentes, que já se encontram num ambiente de vulnerabilidade e ansiedade. Acresce ainda que, para além deste episódio grave, o atendimento prestado foi igualmente deplorável e pouco profissional, o que só veio agravar a minha perceção negativa sobre a qualidade dos serviços desta unidade. A falta de higiene e o descaso com procedimentos básicos colocam em causa a credibilidade e a idoneidade de todo o hospital. Face à gravidade da situação, considero que o Hospital da Luz de Setúbal demonstra uma total ausência de cumprimento das normas regulativas em vigor no país. É inaceitável que um hospital particular, que exige dos seus utentes um elevado investimento financeiro, apresente falhas tão básicas e perigosas. Assim, venho requerer: · Uma investigação interna urgente sobre o ocorrido. · A identificação e responsabilização dos envolvidos pela quebra dos protocolos de segurança. · A implementação de medidas corretivas imediatas para que situações como esta não se repitam. · Uma resposta formal e por escrito sobre as diligências efetuadas. Aguardando uma resposta célere e a tomada de medidas, subscrevo-me com os melhores cumprimentos.
Devolução integral da caução - Jaime Manuel das Neves Matos Santos
Exmos. Senhores, Na qualidade de familiar direta do doente Jaime Manuel das Neves Matos Santos, venho solicitar esclarecimento formal e devolução integral da caução relativa ao internamento ocorrido em 15/12/2025, às 23h59, no Hospital CUF Porto. Foi paga uma caução no valor de 1.000 €, tendo sido creditado apenas 816 € no dia 05/02/2026. O valor total do internamento foi de 2.889,62 €, já integralmente liquidado. Face ao exposto, solicito: Justificação detalhada e documentada sobre a retenção de 184 €, com discriminação de quaisquer taxas, despesas ou encargos aplicados; Confirmação de que não existem outros valores pendentes relativos ao internamento; Procedimento para devolução imediata da diferença da caução caso não haja fundamento legal ou contratual para a sua retenção. Recordo que, nos termos do Código Civil (artigos 758.º e seguintes – depósito e caução), a caução entregue como garantia deve ser devolvida integralmente, deduzindo-se apenas valores comprovadamente devidos e previamente informados ( o que nunca aconteceu ). Solicito que a resposta seja enviada por escrito para este email, com a máxima brevidade, a fim de regularizar a situação sem necessidade de recurso a meios legais. Com os meus cumprimentos, Paula Campos Telm.: 933303544
Desejar anular contrato e não o fazerem
Ex.mos senhores.... liguei para a Medicare para anular o contrato que tive de o fazer ....agora que quis anular dizem que passou já passaram dias da anulação e tenho de pagar mais um ano ....um plano saude que nunca vou utilizar pois a empresa me deu um com melhores condições...a minha pergunta, não posso anular e tenho de pagar o que não preciso....gostava me ajudassem a anular algo que nem nunca utilizei nem preciso.... obrigado.... Olinda Venâncio Fernandes tel.933509699
Cobrança Indevida
Em novembro de 2025 dirigi-me presencialmente ao balcão do Krush It/Kalorias para solicitar o cancelamento da minha matrícula, após quase 2 anos como sócio, já sem fidelização. Fui informado pela rececionista de que bastaria enviar um e-mail para formalizar o cancelamento e que o valor referente às últimas duas semanas seria debitado automaticamente por débito direto, como sempre foi feito. Inclusive, ofereci-me para pagar no balcão, o que me foi recusado. Cumpri as instruções dadas. Posteriormente, fui contactado por uma empresa de gestão de cobranças a alegar uma dívida de 85,55€, valor que não reconheço como devido, uma vez que nunca me recusei a pagar. Se o débito não foi efetuado, tal decorre de falha interna do ginásio, não podendo essa responsabilidade ser transferida para mim. Solicito a anulação imediata da alegada dívida e a cessação de qualquer procedimento de cobrança associado ao meu nome.
Falhas administrativas e recusa de regularização de receita médica pendente
Dirigi-me À Clínica Lusíadas Oriente no passado dia 12 de fevereiro para uma consulta médica. A consulta era às 12:15, cheguei às 12:00 e retirei senha para fazer admissão. Apenas às 12:45 me chamaram para fazer admissão na recepção. Estavam a chamar 1 utente a cada 10 minutos, e o restante tempo na conversa entre elas sobre os médicos que gostavam e não gostavam. Quando chamaram a minha senha, disseram-me que a consulta era às 12:15 e que a Dr.ª Margarida Apetato não atendia fora do horário. Voltei a indicar que já estava a aguardar para ser chamada para admissão desde antes do horário da consulta, como se podia verificar na senha que possuía o horário e que não fiz admissão mais cedo por não chamarem a senha no horário devido. Discutiram entre as duas sobre quem ligava para a médica para me atender pois "Deus me livre, eu é que não ligo nem paga" até que uma ligou e me fez a admissão para ser atendida. A médica fez a consulta e passou-me uma prescrição médica em papel, assinou mas não colocou a vinheta. Ao chegar à farmácia, indicaram que não era possível vender a medicação. Desde então já contactei telefonicamente, pela linha de apoio do WhatsApp, por e-mail e a informação que dão sempre é que encaminham o pedido para a equipa responsável mas nao têm resposta, HÁ MAIS DE DEZ DIAS. Hoje por e-mail responderam-me que eu é que devia voltar a deslocar-me por 40 minutos para cada lado para obter uma nova receita com vinheta ao invés se ser passada uma sem papel, sem qualquer justificação para tal, quando o erro da primeira prescrição foi da Clínica, após toda uma péssima gestão na própria consulta. É completamente inadmissível todo este cenário, desde a falta de profissionalismo das colaboradoras na admissão, à falta de capacidade de contacto dentro da própria clínica para saberem dar uma resposta, à solução que decidiram apresentar que não resolve a questão que foi causada pela mesma.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
