Reclamações públicas
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Recebi uma encomenda por engano muito inferior ao valor pago
Paguei uma máquina de soldar da Festool por 50 euros e enviaram-me uma caixa de ferramentas no valor de 5 euros
Burla
Pedido: XWVALXVQK Após inúmeras reclamações junto da empresa, desde fevereiro 2025, continuo a aguardar a devolução do valor correspondente a um produto pago e nunca enviado no montante de 35,98.
Dificuldade de cancelamento de mensalidade
Exmos. Senhores, venho por este meio, assim como outras dezenas de pessoas reclamar em relação á dificuldade de cancelamento de mensalidade do plano de saúde da medicare, tentei contacto por telefone e e-mail e a resposta deles é sempre a mesma, que não podem fazer nada e sou obrigada a pagar 50€ mensais até dezembro para aí sim poderem cancelar o meu plano, e mesmo informando que era inviável para mim, e após a minha sugestão de pelo menos reduzir o plano para um mais barato, ainda assim disseram que não podiam fazer nada e eu teria de continuar a pagar e esperar por dezembro para a não renovação.
Práticas agressivas na venda de aparelho auditivo e recusa da resolução dentro do prazo legal
Quero reportar uma situação grave ocorrida com uma pessoa idosa da minha família, de 72 anos, diabética e vulnerável, relacionada com a venda forçada de um aparelho auditivo. No dia 21.03.2026, foi contactada por telefone para um alegado rastreio auditivo gratuito. Apesar de inicialmente recusar, acabou por aceitar devido à insistência, acreditando tratar-se de uma consulta legítima, tendo-lhe sido oferecido transporte de ida e volta. Foi então conduzida para uma tenda na zona de Santo António, ilha da Madeira, onde permaneceu das 11h00 às 15h00, sem que lhe fosse permitido regressar a casa apesar de o solicitar repetidamente. Durante esse período, estando sem comer e com problemas de saúde, foi sujeita a forte pressão psicológica para adquirir um aparelho auditivo com valor superior a 7000 EUR. Foram feitas afirmações alarmistas e enganosas, incluindo que, caso não adquirisse o equipamento, poderia ficar surda, desenvolver Alzheimer ou até ficar acamada. Após cerca de quatro horas sob pressão, acabou por assinar um contrato de crédito com a Credibom para possibilitar a compra do aparelho. No dia 24.03.2026, dentro do prazo legal de livre resolução, tentámos devolver o aparelho e cancelar o contrato na loja física da Madeira. A empresa dificultou o processo e recusou aceitar a devolução, alegando a falta de um acessório que nunca foi entregue. Com orientação da DECO, o equipamento foi enviado por correio registado para a sede, mas a empresa recusou recebê-lo, encontrando‑se a encomenda ainda nos CTT. Consideramos existir a prática de métodos comerciais desleais e agressivos, coação e aproveitamento da vulnerabilidade de uma pessoa idosa, que foi literalmente recolhida na sua própria casa para ser conduzida a este processo de venda. Solicito apoio para: Garantir a aceitação da devolução do equipamento; Assegurar o direito à resolução do contrato de crédito dentro do prazo legal; Apoiar os procedimentos necessários para responsabilização da empresa. Trata-se de uma situação que coloca em risco outros consumidores, especialmente pessoas idosas. O mais preocupante é que, após contacto com diversas entidades competentes, fomos informados de que situações semelhantes estão a acontecer frequentemente, todos os dias. A pergunta que deixo é: como é possível que isto esteja a acontecer repetidamente sem que sejam tomadas medidas eficazes? Quem presencia estas práticas e nada faz torna-se cúmplice destes esquemas.
Reclamação — Recusa Indevida de Reembolso
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à recusa de reembolso de despesas médicas referentes a sessões de psicoterapia realizadas a 10/11/2025, 17/11/2025 e 24/11/2025, no valor total de 180€ (três sessões de 60€ cada). I. DOS FACTOS 1. O reclamante realizou três sessões de psicoterapia nas datas de 10/11/2025, 17/11/2025 e 24/11/2025, no valor de 60€ cada, totalizando 180€. 2. Ao tentar submeter o pedido de reembolso através da aplicação da ASISA/AdvanceCare, o reclamante deparou-se repetidamente com impedimentos técnicos que impossibilitavam o envio das despesas pela via digital. Esta situação foi reportada à ASISA em múltiplas ocasiões, tendo sido recusado um método alternativo de submissão. 3. O reclamante submeteu o pedido de reembolso em 12/12/2025, dentro do prazo de 90 dias contados da data da última despesa (24/11/2025), conforme exigido pelo artigo 22.º, n.º 4, alínea e) das Condições Gerais. 4. Em 15/12/2025, a ASISA recusou o pedido por alegada falta de informação, sem identificar qualquer prazo para entrega da mesma e sem qualquer comunicação escrita nesse sentido. 5. O reclamante procedeu à obtenção de novo relatório médico junto do prestador de saúde e resubmeteu toda a informação em 20/03/2026. 6. Em 24/03/2026, a ASISA recusou novamente o pedido, alegando que haviam decorrido mais de 90 dias desde a data das despesas. Adicionalmente, um colaborador da ASISA indicou por via telefónica que, a partir da primeira resposta da seguradora, contaria também um novo prazo de 90 dias para resubmissão de informação. II. DO DIREITO 1. O prazo de 90 dias previsto no artigo 22.º, n.º 4, alínea e) das Condições Gerais é contado exclusivamente a partir da data de realização do ato médico. O pedido inicial foi submetido em 12/12/2025, dentro desse prazo, tendo a obrigação contratual sido integralmente cumprida pelo reclamante. 2. As Condições Gerais não preveem, em nenhuma das suas cláusulas, qualquer prazo de resubmissão contado a partir de uma resposta da seguradora. A regra invocada verbalmente por um colaborador da ASISA carece de qualquer suporte contratual e não pode, por isso, ser oponível ao reclamante. 3. O artigo 26.º das Condições Gerais estabelece que as comunicações e notificações entre as partes devem revestir forma escrita e ser prestadas por qualquer meio de que fique registo duradouro. Uma instrução transmitida verbalmente por telefone não preenche este requisito e não produz efeitos contratuais. 4. Os impedimentos técnicos da aplicação, reportados pelo reclamante em diversas ocasiões e sem que tenha sido disponibilizado um método alternativo de submissão, constituem um obstáculo imputável à própria seguradora, não podendo o reclamante ser prejudicado por dificuldades que lhe são alheias. 5. Não seria conforme à boa-fé contratual que a seguradora beneficiasse da sua própria recusa, e dos obstáculos técnicos por si não resolvidos, para criar uma situação de incumprimento de prazo por parte do reclamante. III. DO PEDIDO Face ao exposto, vem o reclamante solicitar: 1. A revisão e deferimento do pedido de reembolso no valor de 180€, relativo às sessões de psicoterapia realizadas a 10/11/2025, 17/11/2025 e 24/11/2025; 2. A identificação, por escrito, da cláusula contratual concreta que suporta a regra dos 90 dias contados a partir da primeira resposta da seguradora, invocada em chamada telefónica; 3. Resposta escrita e fundamentada à presente reclamação no prazo de 20 dias, nos termos do artigo 28.º das Condições Gerais. O reclamante reserva-se no direito de, não sendo obtida resposta satisfatória, escalar a presente reclamação ao Provedor do Cliente e à Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF).
Cobrança abusiva
Exmos. Senhores da DECO Proteste, Venho solicitar a vossa intervenção/apoio relativamente a uma situação de clara violação dos direitos do consumidor e falta de transparência por parte do grupo Trofa Saúde Braga Sul. No passado dia 30/03/2026, realizei um exame de diagnóstico (Teste de Picagem/Alergia). Após o pagamento de 82,00€ de honorários médicos e 87,00€ pelo exame em si, foi-me faturada uma taxa adicional de 30,00€ sob a designação de "Uso de Sala de Ambulatório Nível 1". Fundamento a minha indignação nos seguintes pontos: Omissão de Informação Prévia: Em nenhum momento (marcação, admissão ou consulta) fui informado de que a utilização do espaço físico seria cobrada como um item autónomo e extra. Esta prática viola frontalmente o Artigo 8.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), que obriga à informação clara sobre o preço total e encargos suplementares. Venda Vinculada e Abusiva: O exame de picagem é indissociável da utilização de uma sala. Cobrar o exame e, separadamente, a "sala", constitui uma duplicação de faturação. É o equivalente a cobrar o aluguer da cadeira num restaurante após o pagamento da refeição. Desproporcionalidade: A referida taxa de 32€, que o hospital justifica como "consumo de material", é absurda para um exame que apenas utilizou uma gaze, desinfetante e um marcador de pele, materiais que deveriam estar diluídos no custo de 87€ do exame. Já procedi à reclamação no Livro de Reclamações Online e junto da ERS, mas pretendo o apoio da DECO para exigir o reembolso deste valor e para denunciar o que parece ser uma prática sistemática deste grupo hospitalar para inflacionar faturas de forma opaca. Dados da Fatura: N.º da Fatura: BR2026/43255 Valor em disputa: 32,00€ Solicito a vossa análise e, se possível, o contacto junto do prestador para a reposição da legalidade e devolução do montante cobrado indevidamente. Com os melhores cumprimentos, Patrícia Gabriela Castro 212590324 915876827
Falta de informação
Exmos. Senhores? Eu Tinha uma consulta agendada há mais de um ano (Endocronologia) com a Dra. Maria João Ferreira agendada no hospital privado trofa em Vila Real para Abril 2026, hoje 30 de Março fui avisado via telefone que a médica deixou de trabalhar com a Médis e agora o custo da consulta seria 105 Euros, recusei... Lamentável porque ela tinha-me mandado fazer uma série de exames e agora? Acho que algo esta mal, sou paciente desse hospital há vários anos e nunca tive razão de queixa, mas francamente isso não se faz, no mínimo honrava as consultas agendadas e informava os pacientes da sua decisão . Cordialmente. Baltazar Ferreira
Negligência Clínica e Diagnóstico à Pressa (10 minutos)
Procurei esta psiquiatra, Dra Sofia Nava, num momento de vulnerabilidade, pedindo ajuda específica para questões metabólicas e de peso, confiando no vasto currículo anunciado. A experiência foi traumática e clinicamente irresponsável. - Falta de Escuta e Histórico: A médica praticamente não olhou para mim durante as consultas, mantendo o foco exclusivo no computador. Nunca demonstrou interesse pelo meu histórico clínico ou pelas minhas queixas reais. -Diagnóstico 'Flash': Num tempo recorde de 10 minutos (na primeira consulta, porque as restantes foram ainda menos tempo), diagnosticou-me com Fibromialgia — um diagnóstico complexo que exige exclusão de outras patologias e uma análise profunda que nunca existiu. - Medicação Pesada para Diagnóstico Errado: Prescreveu-me Duloxetina, uma medicação fortíssima, ignorando o meu pedido de ajuda para o peso. O resultado foi um ganho de peso drástico (9kg em 3 meses), retenção de líquidos severa e um desequilíbrio metabólico que agora estou a tentar reverter com outros profissionais. - Consultas de 6 Minutos: As consultas seguintes eram meros atos administrativos de 'passar receita'. Duravam entre 6 a 10 minutos, com um claro objetivo de 'despachar' o paciente, exigindo visitas mensais apenas para renovar a medicação, sem qualquer acompanhamento terapêutico ou avaliação de efeitos secundários. Sinto que fui tratada como um número numa linha de montagem e não como um ser humano. Graças a uma segunda opinião, descobri que o diagnóstico estava errado e que a medicação era totalmente desadequada para o meu caso (Ciclotimia/TDAH). Não recomendo Esta 'profissional' a ninguém que procure um diagnóstico sério e cuidado. Ainda or mais falamos de uma áres muito sensivel e com cuidados redobrados. Com os melhosres cumprimentos, SC
Fidelização escondida
Exmo Senhores, No dia 27 de março de 2026, contacto-vos relativamente à renovação automática do meu contrato. Durante as duas chamadas telefónicas efetuadas fui informada de que a renovação teria ocorrido no dia 19 de março de 2026. No entanto, uma outra colega indicou o dia 1 de março como data de renovação. Estas informações contraditórias reforçam que não houve qualquer aviso prévio claro e adequado, nem por email, nem por carta, antes da renovação ocorrer. Apenas após esta chamada me foi enviado um email a comunicar a renovação. Apesar de existir cláusula de renovação automática no contrato, a lei do consumidor protege-me quando não sou devidamente informada, configurando prática abusiva a renovação sem aviso. Desta forma, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare , agradeço que me auxiliem face a como devo proceder para efetuar o cancelamento não reconhecendo a renovação! Tatiana Santos
Bom dia, pedi a Medicare para fazer o cancelamento
Bom dia, preciso de cancelar o meu seguro com a Medicare, mas dizem me que não posso cancelar antes de fazer um ano de contrato, pois fique desempregada e não vou conseguir pagar, além de não estar satisfeita, por me terem enganado à cerca dos descontos e muitas instituições nem teem acordo com eles, o que devo fazer? Obrigado
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