Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
S. S.
08/02/2026

_Estendal Shopportuguês__não enviado

Em (DATA) adquiri um/uma (BEM ADQUIRIDO), da marca ___Estendal Shopportuguês__, pelo valor de __22,95___ €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia (PRAZO). Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (INDICAR DATAS) e obtive a resposta de que o bem está para entrega.

Em curso
A. C.
08/02/2026

Encomenda danificada no transporte e culparam-me a mim

Exmos. Senhores, Em 24/01/2026 vendi um perfume - YSL Capeline 115ml eau de parfum - novo por 140€. A 2/02/2026 o comprador recebeu a encomenda, que foi enviada devidamente embalada, numa caixa de cartão grosso, resistente, com a caixa do perfume toda enrolada em plástico bolha e o resto da caixa cheia de plástico bolha para ficar bem protegida e não se mexer, mas tanto a embalagem como o frasco do perfume estavam deteriorados, com os danos seguintes: caixa de cartão molhada e amassada, frasco de perfume com o gargalo partido, sem o metal de proteção. Junto fotografias para comprovar o sucedido, incluindo fotos de antes de enviar e fotos que o comprador enviou para a reclamação. Além do mais, nas fotos do comprador, não tendo o metal de proteção no sítio, percebe-se que o local partido no frasco foi cirurgicamente feito, como se fosse cortado, por isso não coloco de parte que o comprador o tenha partido e tenha colocado o perfume noutro frasco. De qualquer das formas, a Vinted respondeu-me dizendo que fui a culpada porque enviei a encomenda mal embalada, cancelou a encomenda e reembolsou o comprador, não me dando qualquer valor pela encomenda, sendo que era um valor alto. Como tal, eu cumpri o meu dever e enviei a encomenda perfeitamente embalada e protegida, por isso, claramente o erro foi da transportadora ou do comprador, pelo que não posso ser prejudicada nesta transação. Exijo que me enviem o dinheiro de volta, como forma de compensação, uma vez que tive todos os cuidados para que chegasse ao destino inteiro e em boas condições, sendo que a Vinted tem de se certificar de que também os compradores e as transportadoras cumprem os seus deveres. Caso não me resolvam a situação e não me enviem o dinheiro correspondente ao valor da encomenda nos próximos 5 dias, considerarei o contrato como incumprido. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Alexandra Cardoso

Em curso
R. M.
08/02/2026

Boxes gratis e cobraram o 2 e entregaram sem pedir oagamento

Eu quis experimentar o boxer grátis me enviarem certo era grátis certo, mas me enviaram outro sem pedir pagamento na hora da entrega agora estão me ameacando por email para pagar e me ameaçaram com judicial, não sei o que fazer, para eu cancelar a assinatura preciso pagar a 2 entrega que me fazeram

Encerrada
F. T.
08/02/2026

Encomenda não recebida

Boa tarde , fiz a compra no site oficial da carlega de um carplay no valor de 99,99€ no dia 26-01-2026 , ainda não recebi . Eles não respondem as reclamações, nem mensagens. A entrega era feita até 5 dias. Como posso resolver?

Resolvida
S. A.
08/02/2026

Valor Indemnização

A 12/11/2025 participei um sinistro por ter uma rotura na canalização no meu apartamento-Sinistro nº25MR070087, Seguradora Via Direta - Companhia de Seguros (ok teleseguros).Apenas a 21/11/2025 tive a visita do perito depois de muita insistência da minha parte. Durante todos estes dias a rotura esteve a "inundar" a divisão e a provocar estragos nas partes comuns do prédio. A 24/11/2025 a empresa de canalizações, TM Avarias, contactada pela linha de assistência da própria seguradora, esteve no meu apartamento e fez a pesquisa e estancamento da rotura. Para proceder à localização e estancamento foram partidos azulejos, do chão da despensa e do hall de entrada; roda - pés tiveram que ser retirados e dias depois começaram a aparecer sinais de humidade na parede no local da rotura. Para proceder à reparação destes danos, também através da linha de assistência fui visitada pela empresa de construção civil, Retoque Impecável que apresentou orçamento. Para a resolução e reparação dos danos tenho uma despesa de 2.123,69€ (em anexo faturas) e recebi da seguradora uma indemnização no valor de 740,71€. Reclamei e a resposta dada, a 18/01/2026, foi "Em face do exposto, mantemos valores de indemnização apurados em sede de peritagem efetuada, os quais de acordo com danos reclamados e áreas a intervencionar. ". Voltei a reclamar e até à data não tive qualquer resposta mesmo depois de contacto telefónico. Com esta reclamação pretendo ser indemnizada no valor total da despesa ou seja os 2.123,69€ e que me expliquem para que servem os valores de Limites de Indemnização, pois optei por pagar um valor superior pelo prémio do seguro para ter um capital superior (anexo as condições contratuais) e quando há um sinistro o cliente fica prejudicado duplamente pois para além dos danos provocados pelo sinistro ainda tem danos morais pelo stress psicológico e sentimento de injustiça causado em sentir que não tem apoio / respostas rápidas e eficazes da seguradora. Ressalvo que ambas as empresas têm acordo com a dita seguradora e que os contactos foram feitos pela própria. Nenhuma delas foi por mim escolhida. Já apresentei Reclamação mas como a seguradora em causa tem parceria com a DECO quero também ter o vosso parecer.

Resolvida
C. T.
08/02/2026

Assunto: Reclamação – práticas abusivas nas caixas self-service do IKEA

Assunto: Reclamação – práticas abusivas nas caixas self-service do IKEA Venho por este meio apresentar reclamação relativamente às práticas adotadas pelo IKEA no que respeita à utilização exclusiva de caixas self-service e ao tratamento dado aos clientes. Atualmente, o IKEA não disponibiliza caixas com operadores, sendo os clientes obrigados a utilizar exclusivamente caixas self-service, sem qualquer alternativa. Esta situação obriga o cliente a desempenhar funções que normalmente competem a um operador de caixa, sem qualquer contrato, formação ou enquadramento legal, o que levanta dúvidas quanto à legalidade desta prática. A generalização das caixas self-service permite ao IKEA reduzir custos com recursos humanos, transferindo essa responsabilidade para o cliente, que executa o trabalho de forma gratuita. Paralelamente, a empresa promove campanhas institucionais de imagem positiva, contrastando com a experiência real vivida pelos clientes nas lojas. Esta situação tem causado constrangimentos significativos. No IKEA de Loures, fui alvo de um episódio particularmente grave. Solicitei apoio a uma operadora, que se recusou a prestar assistência, referindo que existiam orientações internas que impediam o registo de artigos pelos funcionários. Saliento que não tenho obrigação de saber operar estes equipamentos nem de ser sujeito a esse tipo de imposição. O controlo exercido sobre os clientes nas caixas self-service é excessivo, com pressão constante por parte dos operadores e da segurança, falta de espaço para acomodar os artigos e falhas frequentes do sistema. No meu caso, a máquina apresentou um erro e ficou inoperacional durante vários minutos. Quando a operadora se dirigiu à caixa, adotou uma atitude inadequada, limitando-se a reiniciar o sistema e solicitando que repetisse todo o processo. Após concluir o registo e tentar sair da loja, fui interpelado pelo segurança e impedido de prosseguir, sem explicações claras. A fatura foi retirada para verificação, situação que considero abusiva. Foi identificado que um artigo não constava na fatura, facto que resultou de uma falha do sistema. Apesar de tal ter sido explicado, fui mantido no local. Posteriormente, ao tentar registar o artigo, o próprio sistema voltou a apresentar erro, confirmando que a situação não foi causada por ação minha. Considero que estas práticas colocam o cliente numa posição injusta, sujeitando-o a vigilância excessiva, constrangimentos e suspeição indevida, sem que exista alternativa às caixas self-service. Estas situações afetam negativamente os direitos do consumidor e merecem análise pelas entidades competentes. Solicito a intervenção da DECO para avaliação desta situação e eventual encaminhamento para as autoridades responsáveis

Encerrada
S. P.
08/02/2026

Anulação indevida de candidatura ao Programa PAE+S 2023 (PRR)

Boa tarde, Tendo já sido apresentadas reclamações junto do Fundo Ambiental, sem que a decisão tenha sido revertida ou devidamente fundamentada, venho recorrer às instâncias hierarquicamente superiores e aos órgãos de fiscalização competentes, por se encontrar em causa a legalidade do procedimento, a correta aplicação de fundos PRR, a violação de princípios fundamentais da atuação administrativa e a desigualdade de tratamento entre cidadãos. Apresentei a candidatura n.º 78783 ao Programa de Apoio a Edifícios mais Sustentáveis (PAE+S) 2023 do Fundo Ambiental. Tendo esgotado as vias na plataforma digital (onde a minha contestação foi "anulada"), utilizo este meio para apresentar uma DENÚNCIA FORMAL das graves inconsistências processuais e administrativas por parte do Fundo Ambiental (FA) que levaram à anulação da minha candidatura. Requeiro a vossa intervenção urgente, para a reversão imediata da decisão de anulação pelos pontos seguintes: 1. Erro Administrativo Inadmissível: A anulação da minha candidatura baseia-se num critério técnico (cronologia entre a emissão do Certificado Energético e a data do recibo) que já constava integralmente da documentação submetida logo de início. Esse critério foi considerado conforme na fase de análise inicial, tendo a candidatura sido declarada definitivamente elegível e objeto de aceitação formal. Apenas muito mais tarde, veio a ser invocado como fundamento para a anulação, situação que não deveria ter ocorrido, uma vez que, a existir qualquer inconformidade, a candidatura nunca poderia ter sido aceite. - 30/07/2025: Após análise de esclarecimentos, o Fundo Ambiental notificou-me OFICIALMENTE de que a candidatura era ELEGÍVEL (ver anexo, página 3); - 30/07/2025: Em sequência, assinei o Termo de Aceitação (TA), formalizando o compromisso do FA para a atribuição do incentivo de € 3.425,00 (ver anexo, página 4, 5, 6); - 19/09/2025: O FA revoga unilateralmente esta decisão, declarando a candidatura "Não Elegível" (ver anexo, página 7). A revogação tardia de uma decisão de elegibilidade já comunicada e formalizada (Termo de Aceitação assinado) constitui uma grave quebra do princípio da confiança e da boa-fé, sendo um erro administrativo insanável por responsabilidade do Fundo Ambiental. 2. A Prova irrefutável da Elegibilidade Técnica: A decisão de anulação do FA baseia-se numa leitura injusta e incorreta da Questão 68 das Orientações Técnicas Gerais, que confunde o ato contabilístico (recibo) com a data da intervenção. O que releva é a faturação e conclusão da obra/serviço, e não a data da sua liquidação (recibo). Fatura e Certificado Energético (CE) Ex-Ante estão corretos: o CE Ex-Ante (emitido em 26/10/2033) é anterior à Fatura (28/10/2023), cumprindo a primeira regra da Questão 68; CE Ex-Post está correto: o CE Ex-Post (28/10/2023) foi emitido no mesmo dia da fatura e a Declaração Anexa da Empresa Instaladora prova que a intervenção foi concluída a 27/10/2023 (ver anexo, página 1); A intervenção foi concluída integralmente a 27/10/2023 (conforme Declaração Anexa da Empresa Instaladora, página 1); A autorização de entrada em exploração pela DGEG comprova a data de 27/10/2023 (conforme Declaração da DGEG anexa, página 2); O Certificado Energético Ex-Post (28/10/2023) é, portanto, POSTERIOR à conclusão da obra, cumprindo o Aviso; Insisto que o recibo datado de 30/10/2023 diz respeito exclusivamente à liquidação contabilística da fatura, não tendo qualquer relação com a data de execução da obra. A execução ocorreu em momento anterior, conforme resulta da fatura, do certificado energético, da declaração da empresa instaladora e da declaração da DGEG junta em anexo (Declaração em anexo, página 1 e 2). Confundir a data de pagamento com a data de execução constitui um erro técnico que não pode fundamentar a anulação de uma candidatura já considerada elegível. 3. Falha do Sistema e Vícios na Fundamentação: O processo de anulação está comprometido por duas falhas processuais: A/ Contradição na Comunicação: O Fundo Ambiental apresenta motivos de anulação contraditórios: Na Plataforma: O motivo é que o "CE Ex-Post é posterior à data do recibo" (ver anexo, página 7); No email datado de 19/09/2025: O motivo é que o "CE ex-post posterior à data do recibo" (ver anexo, página 8); MAS no email recebido em 21/10/2025: O motivo é que o "CE Ex-Post (28/10/2023) é anterior à data do recibo (30/10/2023)" (ver anexo, página 9). Estas ambiguidades, contradições e graves erros evidenciam uma manifesta falta de rigor, coerência e clareza na aplicação dos critérios e na fundamentação da decisão administrativa, comprometendo a sua legalidade e a confiança legítima do candidato na atuação da entidade gestora. B/ Anulação da Contestação: Apesar da minha contestação ter sido submetida no prazo legal, o sistema marcou incorretamente "Candidato não contestou" (conforme anexo, página 10), impedindo a correta análise da minha defesa. 4. Desigualdade de Tratamento: O Fundo Ambiental está a aplicar a Questão 68 de forma seletiva e restritiva consoante os candidatos: O Fundo Ambiental ignora o facto central de que a data de 30/10/2023 é a do recibo (é um documento meramente contabilístico), enquanto o Certificado Energético (28/10/2023) é necessariamente posterior à conclusão física da obra; Pelo meu conhecimento direto e por informação da empresa instaladora, existem outras candidaturas em situação idêntica à minha, com datas dos recibos posteriores às datas dos certificados energéticos emitidos ex post, que foram consideradas elegíveis, aprovadas e já pagas, o que constitui uma violação do princípio da igualdade na aplicação dos critérios de avaliação. Tal atuação viola de forma direta o princípio da igualdade, consagrado no artigo 13.º da Constituição da República Portuguesa, bem como os princípios da legalidade, da imparcialidade e da proteção da confiança legítima dos cidadãos na atuação da Administração Pública, na medida em que situações objetivamente iguais foram tratadas de forma diferente, sem qualquer fundamentação objetiva, razoável ou juridicamente admissível. Pelo exposto, e em nome do interesse público na correta aplicação dos fundos PRR/REPowerEU, REQUEIRO a anulação da decisão de 19/09/2025 e que a candidatura n.º 78783 seja imediatamente revertida ao estado de "Elegível" para prosseguir a sua análise financeira. Por todos os vícios processuais, erros administrativos, quebra do princípio da boa-fé e desigualdade de tratamento aqui documentados, solicito ao Fundo Ambiental para reverter a decisão de anulação e repor a candidatura n.º 78783 no estado de 'Elegível'. Agradeço uma resposta célere e favorável. Obrigado pela atenção dispensada. Com os meus melhores cumprimentos.

Encerrada
C. C.
08/02/2026

ma para e trabalhar

A minha experincis na Ikea foi muito diferente da Imagem positiva que é passad para o exterior. Apesar de se apresentarem como uma empresa moderna e com bons valores, internamente a realidade é outra. Ao longo do tempo existiram e continuam a existir situações reportadas por colaboradores e chefias , mas as queixas para a Ikea nunca são levadas a sério. Em vez da Ikea atuar e mudar as direcoes, chefias de departamento, secao e teams leaders e fazer uma “limpeza geral “ no Service Office , o que a Ikea faz é quem fala acaba por ser mal visto, desmente tudo e até tem colaboradores e chefias que defendem cegamente a Ikea devido a estarem a ser beneficiados , o que cria um ambiente de medo e desconfiança entre colegas e chefias. Comportamentos pouco profissionais por parte de algumas chefias e teams leaders, que não condizem com o cargo que ocupam nem com o código de conduta que a própria empresa diz defender. Comportamentos de envolvimentos em que muitos eram casados, andarem a meter-se com promotoras, seguranças prosegur, etc estes comportmanetos criam obviamente um ambiente pouco saudável e desconfortável. O recrutamento interno levantam muitas duviads , abrem as vagas mas a pessoa já está escolhida para o cargo geralmente é uma amiga ou familiar de uma chefia, o que mostra ser um processo nada transparente e desmotivador. O departamento de people and culture que deveria apoiar e proteger os colaboradores , não cumpre esse papel. A responsável que está lá há algum tempo não é competente, tem grupos de amizades e não é profissional pois não trabalha de modo imparcial e tem tratamentos diferentes para quem gosta ou não gosta e isso é muito visível. A Ikea investe na Imagem externa mas internamente é um terror.

Encerrada
D. R.
08/02/2026

Ruptura de stock

Exmos. Senhores. Venho por este meio expor o seguinte problema: No dia 9 de Janeiro do presente ano, através da aplicação do Kuanto Kusta, encomendei, à Kibo, um disco interno SSD S3PLUS por 49.29 euros. A mesma ficou registada com o número: 100114772 (foto em anexo). O prazo de entrega podia ir até 10 dias úteis. Como não recebi nada, nos dias 20 e 23 de Janeiro, enviei um email a questionar o porquê de não ter recebido a encomenda, que ficaram resposta. No dia 26 de Janeiro liguei, por várias vezes, para o número de apoio ao cliente. Na vez que me atenderam, ao perceberem o porquê da minha chamada, desligaram e não me voltaram a atender. No dia 27 de Janeiro recebi, da parte da Kibo, um email a dizer que havia uma ruptura de stock no artigo pretendido e a perguntar se, pretendia o reembolso , ou trocar por outro artigo. Respondi que queria ser reembolsado. Até à data não recebi nada, nem reembolso nem o artigo.

Resolvida
R. B.
08/02/2026

Reclamação – Atraso injustificado na resolução de sinistro (Processo n.º 25AU326802)

No dia 4 de outubro de 2025, um veículo automóvel embateu no portão da minha habitação, situada na Rua Barbosa do Bocage, n.º 108, 2865-753, tendo sido acionado o seguro do condutor responsável, da Ocidental Seguros. O sinistro foi devidamente participado e já foi realizada a respetiva peritagem, encontrando-se o processo identificado com o n.º 25AU326802. Apesar disso, até à presente data não foi apresentada qualquer decisão, proposta de reparação ou indemnização, nem foram comunicados prazos concretos para a resolução do dano. Desde a data do acidente passaram mais de quatro meses, o que configura um atraso manifestamente excessivo e injustificado, sobretudo considerando que a fase de peritagem já se encontra concluída. Os contactos efetuados recentemente por e-mail resultaram apenas em respostas automáticas, sem qualquer esclarecimento útil ou acompanhamento efetivo do processo. Esta falta de resposta e de diligência por parte da Ocidental Seguros tem provocado prejuízos materiais contínuos, mantendo o portão danificado e comprometendo a segurança da habitação. A situação demonstra uma falha no dever de informação, acompanhamento e resolução atempada de sinistros, conforme previsto nas obrigações legais aplicáveis às seguradoras. Face ao exposto, apresento a presente reclamação formal, solicitando: 1. Informação clara e atualizada sobre o estado do processo n.º 25AU326802 2. Comunicação imediata da decisão e dos próximos passos, com indicação de prazos concretos 3. Resolução célere e definitiva do sinistro, sem novos atrasos injustificados

Resolvida

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