Reclamações públicas
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Transferência em atraso
**Reclamação ao Banco BPI** Venho apresentar uma reclamação formal relativamente à gestão do meu processo e, em particular, ao atraso injustificado na disponibilização do remanescente do valor do seguro que me é devido. Apesar de ter entregue toda a documentação que me foi solicitada, continuo sem que o pagamento do remanescente do seguro tenha sido efetuado para a minha conta, não existindo qualquer justificação formal para este atraso. O que considero mais grave é que, durante todo este processo, o Banco BPI tem optado por transmitir informações quase exclusivamente de forma verbal. Sempre que solicito esclarecimentos sobre o estado do processo, sobre o motivo do atraso ou sobre a previsão do pagamento, recebo apenas respostas verbais, sem qualquer confirmação por escrito. Esta forma de atuação impede que exista um registo documental das informações prestadas e das responsabilidades assumidas pelo banco. Ao longo deste processo foram-me transmitidas diversas informações verbalmente, algumas diferentes entre si, sem que alguma vez me tenha sido enviada uma comunicação oficial por escrito a explicar a situação do meu processo, o motivo da demora ou a data prevista para a conclusão do pagamento. É incompreensível que um processo desta natureza seja conduzido desta forma, obrigando o cliente a depender exclusivamente de contactos verbais, quando o banco dispõe de meios para comunicar oficialmente por escrito. Assim, solicito: * A libertação imediata do remanescente do valor do seguro para a minha conta, caso não exista qualquer impedimento legal à sua transferência; * Caso exista algum motivo para a não realização do pagamento, que o mesmo me seja comunicado por escrito, com a respetiva fundamentação; * Que me seja enviado o ponto de situação atualizado do processo; * Que todas as comunicações futuras sejam efetuadas por escrito, de forma clara, transparente e verificável. Considero que a falta de informação escrita, aliada ao atraso na disponibilização de um valor que me pertence, constitui uma falha grave no dever de informação e de transparência que deve pautar a atuação do Banco BPI. Solicito que esta reclamação seja analisada com caráter de urgência e que me seja apresentada uma resposta escrita, devidamente fundamentada.
Serviço de Luz e Gás
Bom dia. Em Setembro de 2025 efetuei um contrato de luz e gás com a EDP, para a morada acima referida, na loja do cidadão em Braga, no âmbito da realização de obras de reparação num apartamento cujo seu fim é, única e exclusivamente, o arrendamento. Efetuei a ligação e realizei as obras. Em Fevereiro de 2026 o apartamento ficou pronto e foi arrendado. Como sempre faço, neste tipo de situações, dou os dados e as contagens aos novos inquilinos para procederem à alteração do titular dos respetivos contratos. A partir desse momento, Fevereiro de 2026, o contrato que existia com a EDP, em meu nome, finalizou, de forma natural. Eu recebi, posteriormente, mais uma fatura com o acerto de valores em dívida, que paguei, até porque o débito direto no banco continuava ativo. A questão é que desde essa data, eu continuei a registar movimentos de débito na conta bancária, referentes a esse mesmo contrato (já extinto)! Estranhei a situação, contactei os inquilinos que me informaram que tinham optado por outra operadora e eu fiz a reclamação junto da EDP de tal situação. No seguimento da minha reclamação fui contactado pela EDP a informar-me que existia um serviço de assistência técnica associado ao meu contrato e que este permanecia ativo, uma vez que tinha uma duração de 12 meses! Fiquei espantado pois eu não tinha solicitado qualquer tipo de serviço extra uma vez que, tal como mencionei anteriormente, o propósito do contrato era, apenas e só, efetuar obras de reparação pontuais para recolocar novamente o apartamento no mercado de arrendamento. Expliquei isso à funcionária e tentei fazer-lhe ver o absurdo que seria contratar serviços com a duração de 1 ano, para aquela morada, uma vez que não habito lá e o propósito do apartamento tem sido, é e continua a ser, o arrendamento. Apelei à sua compreensão, de diversas formas e até admiti o cenário possível de ter sido a funcionária da EDP que me atendeu, na loja do cidadão, ter, eventualmente, objetivos comerciais e, por esse motivo, ter-me associado tais serviços sem o meu conhecimento. É um cenário bastante possível e provável, tendo em conta outros relatos semelhantes que acabei por ouvir, com o passar do tempo, uma vez que, tendo em conta a urgência em estabelecer a ligação para realizar as obras e o fato de se tratar de uma ordinária ligação de luz e gás, eu ter assinado as diversas folhas que me foram dadas sem ler! Enfim… Sei bem que isso não é um procedimento correto da minha parte, no entanto, isso não pode ser justificativo para que de má-fé, me associem serviços que eu não pedi, que não tinham qualquer utilidade para mim nem faziam qualquer tipo de sentido, nesta situação em concreto! E foi tudo isso que eu tentei, por diversas vezes e de diferentes formas, explicar à funcionária do departamento de reclamações da EDP, que não quis saber, foi totalmente indiferente e bateu sempre na mesma tecla! – “Não sei se faz sentido ou não nem quero saber. O serviço contratado tem uma duração de 12 meses e o senhor tem de o pagar! E da minha parte não tenho mais nada de diferente para lhe dizer.” E estivemos nisto quase meia hora. Eu a tentar explicar à senhora o quão absurdo é toda esta situação - ter de pagar 12 meses um serviço que não contratei, que não me tem qualquer tipo de utilidade ou cabimento e, do outro lado da linha, um autêntico disco riscado! É que não encontro outro nome. E eu pergunto: - Para que serve afinal falar com uma pessoa humana, se mais parece um computador automático, sempre com a mesma resposta e zero compreensão ou empatia, pouco importa o que se está a dizer, a explicar ou a argumentar? É, no mínimo, de tirar alguém do sério. Sobretudo, perante alguém como eu, que sempre foi e continua a ser um fiel cliente EDP. Apelo à sua sensibilidade, bom senso e compreensão de toda esta situação, no mínimo, bizarra, com a maior brevidade possível. Grato pela atenção e pelo tempo que disponibilizou para tratar deste assunto.
Não querem interagir ou trocar o item.
Comprei um equipamento que apresentou defeito dentro do prazo legal de garantia. No primeiro contato com a loja online, a pessoa responsável me mandou ir diretamente ao fabricante porque defeito é com o fabricante. Respondi ao email com a lei que atribui à responsabilidade à loja, me responderam para preencher um formulário RMA. Fiz o preenchimento e após 20 dias não havia retorno, enviei um novo email questionando e me responderam que o setor se equivocou, já que se tratava de um item profissional, e cancelaram a RMA (se não entro em contato ficaria tudo parado, já que para eles tanto faz). Me enviaram um link da fabricante para preencher outro formulário; fiz o preenchimento e no primeiro dia útil recolheram o equipamento, e, dois dias depois, me enviaram um email pedindo a fatura caso ainda a garantia estivesse vigente, e também me enviou um documento com o valor do orçamento para conserto. Enviei o print da fatura e eles me devolveram o email afirmando que o número de série do equipamento diverge do que está na fatura. Entrei em contato com a Castro que não me responde e não resolve nada. Encomeda - 1248596.
Carro não conforme
Adquiri um veículo usado (Opel Corsa, matrícula 13-TU-07, de 2016) num stand, no âmbito da garantia legal. Pouco tempo após a compra, o veículo apresentou uma avaria, tendo sido encaminhado para reparação. Após essa intervenção, foi-me indicado que o problema estaria resolvido. No entanto, após levantar a viatura, a mesma voltou a apresentar exatamente a mesma avaria ao fim de cerca de uma hora de utilização. O veículo foi novamente entregue para reparação, permanecendo imobilizado durante um período prolongado. Durante esse tempo, não me foi prestada informação clara sobre o diagnóstico, nem sobre as intervenções realizadas ou peças substituídas. Adicionalmente, importa referir que manifestei reservas quanto ao levantamento da viatura após a última intervenção, por considerar que o problema não se encontrava efetivamente resolvido. Ainda assim, fui incentivada a proceder ao levantamento, tendo-me sido transmitido que a anomalia anteriormente reportada não havia sido confirmada em diagnóstico. Tal posição veio a revelar-se incorreta, uma vez que o veículo voltou a apresentar exatamente o mesmo defeito pouco tempo após a sua utilização, conforme comprovado por registos efetuados. Posteriormente, voltei a levantar o veículo e, mais uma vez, ao fim de cerca de uma hora de utilização, a viatura apresentou exatamente o mesmo problema, o que foi registado por fotografia e vídeo. Importa ainda referir que: * O prazo legal de reparação foi, na prática, ultrapassado, uma vez que nunca usufruí do veículo em condições normais; * O veículo já tinha sido anteriormente avaliado por oficina da minha confiança, com orçamento apresentado, o qual foi recusado pelo stand; * O veículo de substituição fornecido apresentava também problemas (pneus degradados e perda de pressão), colocando em causa a segurança; * A comunicação por parte do stand foi insuficiente, tendo sido frequentemente eu a procurar esclarecimentos; * Chegou a ser combinado contacto que não foi cumprido.
Reclamação por Violação do Direito de Reencaminhamento (Regulamento CE 261/2004), Mau Atendimento e
Companhia Aérea: SATA / Azores Airlines Dados do Voo: S4 183 Data do Voo: 13/07/2026 Trajeto: Porto - Terceira(Lajes) Código de Reserva (PNR): ZNDTBO Boa tarde, Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a transportadora aérea SATA, motivada por uma sucessão de falhas graves na prestação de serviço, omissão de deveres de informação e violação dos direitos dos passageiros. Os factos ocorreram conforme descrito de seguida: Alteração de Horário e Omissão de Alternativas: O voo acima devidamente identificado sofreu uma alteração de horário imposta pela companhia, que resultou num atraso de 90 minutos na chegada ao destino final. Violação do Direito de Reencaminhamento: À data e hora da viagem, existia um voo alternativo operado pela mesma companhia com partida mais cedo e com lugares disponíveis. Caso a SATA tivesse cumprido com as suas obrigações, teria sido possível chegar ao destino final com uma antecipação de 120 minutos face ao horário inicialmente previsto. Falta de Informação e Mau Atendimento: Os operadores de balcão omitiram deliberadamente o direito de opção dos passageiros, não tendo questionado em momento algum se existia interesse no reencaminhamento para o voo mais cedo. A postura dos assistentes foi caracterizada por um manifesto mau atendimento e falta de profissionalismo. Falha Operacional no Check-in: Adicionalmente, verificou-se um atraso injustificado na abertura do balcão de check-in, gerando tempos de espera desnecessários e demonstrando uma deficiente organização dos serviços de terra. Fundamentação Legal: A atuação da SATA configura uma violação direta do Artigo 8.º do Regulamento (CE) n.º 261/2004, o qual estipula expressamente que, perante alterações ou cancelamentos, o passageiro tem o direito de escolher o reencaminhamento para o seu destino final "na primeira oportunidade" e em condições de transporte equivalentes. Ao omitir esta informação e reter os passageiros num voo mais tardio (havendo lugares vagos antes), a companhia causou um dano horário e uma perda de oportunidade totalmente evitáveis. Pedidos: Face ao exposto, solicito: Uma resposta e justificação formal por parte da SATA quanto à não disponibilização dos lugares vagos no voo mais cedo; Passados 15 dias úteis ainda não recebi qualquer resposta por parte da SATA; A assunção responsabilidades pelo mau atendimento prestado pelos vossos operadores; A auditoria aos procedimentos de abertura de check-in na data referida para que se evitem futuros atrasos aos passageiros. reclamações efetuadas no Livro de Reclamações da Loja do Aeroporto do Porto n.º: 35612109, 35612110, 35612111 e 35612112 no dia 13-07-2026 que à data de hoje, 05-08-2026 ainda não recebemos qualquer resposta.
Garantia Recusada
Exmos. Senhores, Em 10/06/2025 adquiri um/uma Compressor de ar de 100litros da marca Civic por 399,00 euros. Sucede que este apresenta defeito: O compressor é de uso esporádico e sempre feito a manutenção após uso, como sangria do reservatório e substituição de óleo periódicamente. Em meados de julho/2026 o compressor começou a aquecer os motores excessivamente, vazar óleo pelos respiros, ter fuga de ar na parte de cima, não atingir pressão suficiente para o trabalho e ou desligar o termostato, juntamente com o escurecimento do óleo lubrificante, mesmo fazendo a substituição dias antes de começar a apresentar os defeitos acima descritos, inclusive durante o último uso, tive o trabalho (pintura de um carro) totalmente comprometido pela falta de pressão e contaminação com óleo e água da pintura. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 22/06, para que atuassem em conformidade, mas fui surpreendido com um orçamento para a reparação e como resposta que o reparo está fora da garantia por mau uso, o que desrespeita a legislação aplicável, já que o parecer técnico apontou para um dos sintomas como causa da avaria. O valor cobrado e que paguei na reparação foi de 141,58 euros em 05/08/2026. Exijo devolução do valor pago, substituição ou reparação grátis do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei na compra e reparação e procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 15 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Felipe Lima Migliorini
Impossibilidade de contactar o apoio ao cliente da WOO
Exmos. Senhores, Sou cliente WOO e pretendo apresentar uma reclamação relativa à total ausência de canais de apoio ao cliente funcionais. A WOO não disponibiliza número de telefone nem endereço de email para contacto. O único canal existente é o chat de assistente virtual dentro da aplicação, que dá crash à aplicação sempre que tento utilizá-lo, impossibilitando qualquer contacto. Isto significa que, na prática, não existe forma de contactar a WOO para resolver problemas com a conta ou o serviço. Considero esta situação particularmente grave num operador de telecomunicações, uma vez que impede o acesso a apoio em situações urgentes. Por exemplo, o bloqueio de um cartão SIM em caso de perda ou roubo do telemóvel, algo que deveria ser possível resolver rapidamente e que, neste momento, não é. Solicito que a WOO disponibilize um canal de apoio ao cliente funcional e efetivamente acessível, incluindo pelo menos uma alternativa ao chat de assistente virtual (como email, telefone, ou um chat que não apresente falhas técnicas). Com os melhores cumprimentos, Luís Calejo
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 24/06/2026 adquiri um 1x Fato de banho de competição Arena Jammer Powerskin Carbon Air azul Tamanho 70, da marca Arena, pelo valor de 181,95 €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 26/06/2026. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços 07/07/2026 e 05/08/2026 e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Prazo de reparação ultrapassado
Exmos. Senhores, no dia 5 de julho de 2025 adquiri na loja Feira dos Sofás de Évora um sofá modelo Bayona 2 pelo valor de 1300€. Contratei ainda um tratamento de impermeabilização no valor de 240€ e paguei 69€ pela entrega, perfazendo um total de 1609€. A fatura foi emitida em nome do meu marido. Passados alguns meses de utilização normal, as almofadas do sofá abateram de forma acentuada, sentindo-se a estrutura ao sentar, o que constitui uma anomalia evidente. Contactei a loja de Évora, que enviou um técnico ao local e confirmou o defeito. No dia 15 de junho de 2026, o sofá foi recolhido na totalidade para reparação. Ao longo do processo, fui sempre informada apenas por telefone. No dia 15 de julho, foi-me dito que o sofá já vinha da reparação e que seria entregue até ao final da semana de 24 de julho. Confiando nessa informação, aguardei. No entanto, entre os dias 27 e 28 de julho, ao voltar a contactar a loja, fui informada do contrário: afinal, o sofá nem sequer tinha saído do local de reparação. Perante esta contradição e falta de seriedade, enviei um e-mail à loja no dia28 de julho, concedendo um prazo de cinco dias úteis para apresentação de uma solução. Esse prazo terminou sem qualquer resposta concreta. A única comunicação recebida refere apenas que a situação está a ser analisada internamente, sem qualquer compromisso de prazo ou solução. À data de hoje, dia 5 de agosto de 2026, continuo sem sofá, sem previsão de entrega e sem qualquer solução séria. Esta situação é inaceitável. Tenho duas crianças pequenas, uma de cinco e outra de um ano. E estamos há semanas impossibilitados de utilizar a sala, vivendo com mantas no chão, o que causa óbvio desconforto e prejuízo significativo à vida familiar. Perdi totalmente a confiança na Feira dos Sofás. Já não aceito a reparação nem a devolução do mesmo sofá. Pretendo a resolução do contrato, a devolução integral dos montantes pagos, 1300€,240€ e 69€ e uma indemnização pelos transtornos e prejuízos causados. Caso não haja resposta imediata, reservam-nos o direito de recorrer às entidades competentes para a defesa dos nossos direitos. Solicito uma resposta célere e uma resolução definitiva desta situação.
Encomenda não recebida DE NOVO, Respostas Automáticas, 0 Resolução.
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativa à encomenda n.º 1785314104351840, referente a um artigo comprado através da plataforma Vinted. A minha encomenda estava prevista para entrega no ponto de recolha a 04/07/2026, mas o artigo nunca chegou. A última atualização do seguimento de envio é de 30/07/2026 e, desde então, não houve qualquer progresso. Já contactei o apoio ao cliente por várias vezes, mas só recebo respostas automáticas e genéricas, independentemente de serem dadas por pessoas ou não. Apenas me informam que o prazo de entrega pode ir até 25 dias úteis e que só será aberta uma investigação após esse tempo, com indicação de data para 4 de setembro de 2026. Nunca fazem uma verificação manual do estado do envio. Quero reforçar que isto não é um caso isolado: numa encomenda anterior, também na Vinted e para a mesma loja, o artigo foi enviado para Espanha por engano e acabou por se perder, tendo tudo ficado resolvido apenas depois de eu próprio contactar a Vinted Go e de ser encaminhado novamente para o apoio ao cliente. Nessa altura recebi as mesmas respostas genéricas, o que atrasou muito a solução do problema. Nesta situação, afirmaram inicialmente que iriam dar-me uma compensação, mas depois de saberem que a encomenda tinha um valor superior a 50€, disseram que afinal já não teria direito a isso. Não faz qualquer sentido que um cliente que gasta mais tenha menos compensação. Acho inaceitável que, mesmo informados do historial e da repetição destes casos, continuem a aplicar apenas prazos-padrão sem tentar perceber o que está efetivamente a acontecer. Solicito: - Uma verificação manual e imediata junto da transportadora/loja sobre o estado real desta encomenda; - Uma resposta fundamentada e personalizada relativamente a este caso concreto; - Caso seja confirmado extravio ou qualquer irregularidade, o reembolso total do valor pago e uma compensação pelos transtornos e pela repetição deste problema. Fico a aguardar resposta em prazo razoável.
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