Reclamações públicas
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Encomenda em mas condições
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à compra de uma cama efetuada através do Marketplace da Worten, vendida pela empresa Mixcasa. Desde o momento da montagem, o produto apresentou problemas graves de qualidade e segurança. As instruções eram confusas, as peças mal acabadas e os materiais claramente de fraca qualidade. Uma das gavetas inferiores já veio partida aquando da entrega e, mesmo após a montagem, as gavetas soltavam-se constantemente. Com o uso absolutamente normal da cama (sentar ou deitar), a estrutura começou a ceder. A madeira foi literalmente estourando com os pregos e parafusos no interior, demonstrando não ter qualquer resistência adequada para a função a que se destina. A situação agravou-se progressivamente até ao ponto em que a cama se desmontava durante o uso, fazendo com que eu acabasse no chão, o que representa um risco sério para a integridade física do consumidor. Trata-se, claramente, de um produto defeituoso, sem qualidade mínima e totalmente impróprio para o fim a que se destina, violando os direitos do consumidor previstos na legislação em vigor. Informo ainda que enviei emails tanto para a Worten como para a Mixcasa a relatar a situação, sem nunca ter obtido qualquer resposta, o que considero inaceitável. Desta forma, solicito: •A devolução integral do valor pago pelo produto; •A recolha, no meu domicílio, do que resta da estrutura da cama, uma vez que o produto se encontra inutilizável e perigoso. Ressalto que esta cama foi adquirida com a expectativa legítima de ser um bem durável, para uso por vários anos, o que manifestamente não se verificou. Caso esta situação não seja resolvida com a maior brevidade possível, reservo-me o direito de avançar com os meios legais ao meu dispor através das entidades competentes de defesa do consumidor. Aguardo uma resposta célere e uma resolução definitiva. Com os melhores cumprimentos, Ingrid Viana de Jesus
Venda enganosa e pedido de cancelamento do Alarme Inteligente NOS
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação que considero configurar prática comercial enganosa e faturação indevida por parte da NOS Comunicações, S.A. Em meados de novembro fui contactada telefonicamente por um colaborador da NOS, que me apresentou o serviço Alarme Inteligente NOS. Informei de imediato que não tinha interesse nesse serviço. No entanto, foi-me garantido que, caso aderisse, o valor total da minha fatura mensal seria reduzido em cerca de 10 euros, passando de 69,49 € para aproximadamente 59 €, mantendo os serviços de televisão, internet e telemóveis.Foi-me inclusive explicado que o valor mensal seria repartido entre: 35,99 € relativos ao serviço de Alarme Cerca de 23 € relativos ao serviço de televisão, internet e telemóveis Apesar de achar a proposta estranha, acabei por aceitar a adesão exclusivamente com base nessa promessa de redução do valor total mensal, confiando na informação prestada pelo comercial. Posteriormente, recebi por email o contrato do Alarme NOS, no qual não constava qualquer referência à redução do valor do serviço base. Contactei a NOS para esclarecer a situação, tendo-me sido dito que essa informação seria enviada posteriormente, o que nunca aconteceu. No dia 29 de novembro recebi: Uma fatura no valor de 70,10 € referente ao serviço de televisão, internet e telemóveis Uma fatura separada no valor de 35,99 € referente ao Alarme No dia 17 de dezembro voltei a receber duas faturas 69,49 € (serviço base) 35,99 € (Alarme) Ou seja, em vez de uma redução do valor mensal, passei a ser faturada em cerca de 105 € mensais, o que é manifestamente contrário ao que me foi apresentado no momento da venda. Já apresentei reclamação formal à NOS por escrito, tendo enviado email para os contactos disponíveis, e estou a preparar reclamação no Livro de Reclamações Online. Até ao momento, a situação não foi resolvida. Venho assim solicitar o apoio da DECO no sentido de: Avaliar a legalidade desta prática comercial, Apoiar o cancelamento do serviço Alarme Inteligente NOS, Apoiar a anulação/correção das faturas indevidamente emitidas, Garantir a salvaguarda dos meus direitos enquanto consumidora. Agradeço, desde já, toda a atenção e apoio que me possam prestar. Com os melhores cumprimentos, Marta Maria Vale Cardoso Rodrigues Telemovel 918700605 email: mvalerodrigues@gmail.com
Encomenda não recebida
Realizei esta encomenda no dia 15 de Novembro, ainda não a recebi e considero que ja foram ultrapassados os limites de tempo. Agradeço a devolução do meu dinheiro e o cancelamento da mesma.
Encomenda não recebida
Fiz uma compra online a Virtual SIM e nunca recebi o produto. Bloquearam os meus contactos. Usou o codigo de entidade 45648 . Verifiquei que existem diversas queixas. Pretendia que localizassem o destinatário e revertessem a transação .
Tempo excedido de espera
No dia 27 de Dezembro de 2025 dirigi-me ao serviço de urgência pelas 17h40, após uma triagem foi-me atribuída uma pulseira amarela (urgente). São neste momento 01h015 do dia seguinte 28 de dezembro e continuo sem ser atendida por um médico profazendo o tempo de espera de mais de 7h o que ultrapassa o tempo previsto para a prioridade atribuída no sistema de triagem (60 minutos). Durante este tempo não foi prestada informação de quando será o meu atendimento mas sim o tempo que a pessoa de pulseira amarela está mais tempo a espera que informaram 7h e que por acaso sou eu. Este tempo de espera causou mais dor, desconforto, dormência ao ponto de estar dobrada (agachada) no chão, sendo um risco para a minha saúde. Pedi nova reavaliação pois os meus sintomas agravaram demasiado pelo tempo de espera mas o quadro mantém-se. Está situação não respeita os direitos do utente consagrados na lei de bases de saúde (Lei n° 95/2019) na carta dos direitos e deveres do utente e nomeadamente aos tempos de espera, sendo que estão há mais de 1h30 sem chamar ninguém, uma utente foi aos gabinetes e não está ninguém a esta hora (01h15) nos gabinetes.
Atraso grave em encomenda online e recusa de Livro de Reclamações em loja – Lion of Porches
No dia 1 de dezembro, efetuei uma encomenda online no site da Lion of Porches, com o número LPPT2025/1117592, tendo sido indicado que a entrega ocorreria antes do Natal. Após efetuar a encomenda, contactei diversas vezes o apoio ao cliente da Lion of Porches para obter informações sobre a entrega. Em todas as ocasiões, a única explicação apresentada foi o ‘mau tempo’, acompanhada da garantia de que a encomenda certamente chegaria antes do Natal. Na última vez que contactei, a 22 de dezembro, informei que, caso a encomenda não chegasse antes do Natal, apresentaria reclamação em todas as instâncias disponíveis. Até à presente data, a encomenda não foi entregue, frustrando totalmente o objetivo da compra, que se destinava a prenda de Natal. Saliento que outras encomendas realizadas no mesmo dia chegaram antes do Natal, nomeadamente uma encomenda da Amazon (plataforma com múltiplos fornecedores), o que demonstra que não existiu um constrangimento logístico generalizado, mas sim uma falha específica da Lion of Porches, que opera apenas com um único fornecedor e cadeia logística própria. Perante a ausência de resolução, no dia 27 de dezembro, dirigi-me à loja física da Lion of Porches no MadeiraShopping para exercer um direito básico do consumidor: o acesso ao Livro de Reclamações físico. Esse acesso foi-me recusado, com o argumento de que a loja não tem qualquer responsabilidade sobre compras online, que são entidades independentes, e que a loja física não poderia responder por essa situação. No entanto, tanto quanto é do meu conhecimento, todas as lojas abertas ao público são legalmente obrigadas a disponibilizar o Livro de Reclamações físico, independentemente do canal de venda, do regime de franchising ou da existência de NIPC distintos. Face à situação: - A encomenda continua por entregar; - Não foi apresentada qualquer solução concreta; - Foi-me recusado um direito legal básico em loja física. Já apresentei reclamação no Livro de Reclamações Online e denúncias junto da ASAE e da ARAE, e venho agora solicitar o apoio da DECO – Defesa do Consumidor, quer na análise da legalidade da recusa do Livro de Reclamações físico, quer na mediação da situação relativa à encomenda não entregue. O que pretendo: - A entrega imediata da encomenda ou outra solução adequada do contrato; - O reconhecimento da irregularidade na recusa do Livro de Reclamações físico; - Um gesto comercial compensatório, proporcional ao atraso, ao transtorno causado e à perda do propósito da compra.
Tempo excedido de espera
No dia 27 de Dezembro de 2025 dirigi-me ao serviço de urgência pelas 17h40, após uma triagem foi-me atribuída uma pulseira amarela (urgente). São neste momento 01h05 do dia seguinte 28 de dezembro e continuo sem ser atendida por um médico profazendo o tempo de espera de mais de 7h o que ultrapassa o tempo previsto para a prioridade atribuída no sistema de triagem (60 minutos). Durante este tempo não foi prestada informação de quando será o meu atendimento mas sim o tempo que a pessoa de pulseira amarela está mais tempo a espera que informaram 7h e que por acaso sou eu. Este tempo de espera causou mais dor, desconforto, dormência ao ponto de estar dobrada (agachada) no chão, sendo um risco para a minha saúde. Pedi nova reavaliação pois os meus sintomas agravaram demasiado pelo tempo de espera mas o quadro mantém-se. Está situação não respeita os direitos do utente consagrados na lei de bases de saúde (Lei n° 95/2019) na carta dos direitos e deveres do utente e nomeadamente aos tempos de espera, sendo que estão há mais de 1h30 sem chamar ninguém, uma utente foi aos gabinetes e não está ninguém a esta hora (01h05) nos gabinetes. Tânia Isabel Correia Duarte CC. 14658717 N.Utente 387990804
Cobrança feita, mas passaporte não aceito
Olá, fiz uma compra junto ao site xiaomi com a sequra, porém após a cobrança da primeira parcela o meu passaporte não foi aceito, preciso do reembolso.
Crédito pessoal
Exms srs Venho por este meio denunciar o seguinte: Recentemente em consulta ao meu mapa de responsabilidades constatei que esta empresa registou em Março de 2022 o meu nome no banco de portugal como tendo uma divida de um crétito pessoal feito a 4/4/2005. Os créditos que fiz até à data foram: - um crédito a habitação - dois créditos automóveis Todos liquidados. Nunca fiz nenhum crédito pessoal, portanto sinto-me lesada por ver o meu nome manchado por falsas informações. Além disso, mesmo que se fosse verdade, tendo em conta as datas, esta divida já estaria prescrita. Agradeço que corrijam a situação e apaguem esta informação no banco de portugal, pois pretendo fazer um crédito automóvel e não estou a conseguir derivado a esta situação. Informo que já reclamei junto do banco de portugal e aguardo resposta. Obrigada
Nós telecomunicações engana pessoas pelo Call Center
No dia 20 de novembro de 2025, acordámos por e-mail com a consultora comercial Liliana Rodrigues que o procedimento se limitaria a uma simples alteração de titularidade do contrato existente (de titularidade pessoal para o NIF da empresa), mantendo o contrato vigente, cumprindo o tempo restante e sem celebração de novo contrato. Foi expressamente referido que não haveria prolongamento de fidelização nem novo período contratual, permitindo-nos decidir no final se pretendíamos continuar ou não. Em anexo, envio os e-mails trocados, onde a Sra. Liliana Rodrigues confirma: "seguem comprovativos de alteração de titulariedade do seu contrato atual, para o nif da vossa empresa, e contrato final empresarial, onde pode constatar tudo o que foi oferecido e falado. Pode ficar descansado. Prolonga se a permanência do atual contrato, onde já tem 10 meses, para 24meses, onde tem flexibilidade de alterar as condições..." Contudo, verifico que foi celebrado um novo contrato em vez de mera alteração de titularidade, o que não foi acordado nem autorizado por mim. Este erro gerou a sobreposição de dois contratos no mesmo endereço, resultando em duas faturas indevidas no mês de dezembro de 2025. Adicionalmente, a operadora pretende agora cobrar €247,50 por alegado incumprimento contratual do contrato antigo, o qual eu desconhecia ter permanecido ativo, pois a responsabilidade de finalizar corretamente o processo cabia à consultora comercial. Solicito, com caráter de urgência: O cancelamento imediato do novo contrato celebrado indevidamente, sem qualquer penalização ou encargo para mim. A manutenção ou restabelecimento do contrato original com mera alteração de titularidade (para o NIF da empresa), sem prolongamento de fidelização além do acordado inicialmente. O anulamento das faturas duplicadas e da cobrança de €247,50 por incumprimento, por ser indevida. Confirmação escrita de todas as correções efetuadas. Caso esta situação não seja resolvida no prazo de 15 dias, reservo-me o direito de recorrer ao Livro de Reclamações Eletrónico, à ANACOM (Autoridade Nacional de Comunicações) e a centros de arbitragem de consumo. Aguardo resposta célere e agradeço a vossa atenção. Com os melhores cumprimentos.
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