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Encomenda não recebida e nem têm a minima noção para devolver o dinheiro depois de imensas tentativa
Isto realmente já é demais, metem se a contratar empresas de distribuição sem verem se são de confiança??? E depois ainda dizem que não têm nada que devolver o dinheiro que a culpa é dos outros? Epah vão se catar, devolvam a porcaria do dinheiro antes que tenhamos de vos meter todos um processo em cima. Nojo
Encomenda não recebida e nem têm a minima noção para devolver o dinheiro depois de imensas tentativa
Continuo à espera do dinheiro que disseram que iam devolver. Deve ser só para fazer figura de gente boa porque no fim não valem nada. Depois do dinheiro todo que roubaram faz vos assim tanta falta uns trocos? Nojo
Queixa formal – cobrança indevida e reiterada de serviço de nutrição não solicitado e correção de fa
Apresento reclamação por cobrança indevida, reiterada e automática do denominado “serviço de nutrição”, no valor de 5,80€, que tem vindo a ser incluído de forma sistemática nas faturas ao longo da vigência do meu contrato, sem que tal serviço tenha sido por mim solicitado, pedido, aceite, marcado ou efetivamente usufruído. A título exemplificativo, na Fatura/Recibo n.º 29/VD/230282577, datada de 26/01/2026, referente ao período de 23 de janeiro a 05 de fevereiro de 2026, surge faturado “Serviço de nutrição” no valor de 5,80€, isento de IVA ao abrigo do artigo 9.º do CIVA, a par do “UP Total (Plano anual)” no valor de 11,80€, totalizando 17,60€. Esta cobrança não é um caso isolado, ocorre de forma continuada nas faturas. No contrato de adesão está definido o plano UP Total (Plano anual) e o valor do serviço principal de ginásio, não constando de forma clara, expressa, autónoma e transparente qualquer preço adicional obrigatório relativo a serviços de nutrição, nem qualquer cláusula que permita a cobrança automática, periódica e separada desse serviço como suplemento regular. A referência genérica à possibilidade de consulta de nutrição enquanto serviço disponível não equivale, do ponto de vista jurídico, à aceitação de um custo adicional permanente, sobretudo quando esse custo não se encontra previamente quantificado, discriminado nem objeto de consentimento livre, específico e informado por parte do consumidor. Nunca solicitei qualquer serviço de nutrição, nunca marquei consultas, nunca usufruí desse serviço e nunca autorizei a cobrança autónoma do mesmo. Ainda assim, a cobrança tem ocorrido de forma automática e reiterada ao longo de todo o contrato, o que configura exigência de pagamento por serviço não solicitado e não prestado. Nos termos da Lei de Defesa do Consumidor, Lei n.º 24/96, de 31 de julho, artigo 9.º, n.º 4, o consumidor não fica obrigado a pagar bens ou serviços que não tenha solicitado previamente, sendo ilícita a exigência de pagamento por serviços não pedidos. Acresce ainda o regime das práticas comerciais desleais previsto no Decreto-Lei n.º 57/2008, que proíbe a cobrança de serviços não solicitados e práticas assentes em falta de transparência quanto ao preço e natureza dos serviços contratados. A legislação portuguesa exige igualmente transparência e boa fé na contratação e faturação, o que não se verifica quando são cobrados, de forma sistemática, valores por serviços não contratados nem utilizados. Face ao exposto, solicito a cessação imediata da cobrança do “serviço de nutrição”, a sua eliminação definitiva enquanto item faturado, a devolução integral de todos os montantes indevidamente cobrados a esse título desde o início da relação contratual e a correção da faturação futura, de modo a que seja cobrado exclusivamente o valor correspondente ao serviço de ginásio contratado, ou seja, 11,80€ por quinzena, conforme resulta do plano UP Total e das próprias faturas emitidas. Solicito ainda confirmação escrita da regularização e discriminação dos valores a devolver ou creditar.
Reclamação Avis Portugal: práticas comerciais abusivas e falta de transparência
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Avis Portugal relativamente a um aluguer efetuado no Aeroporto de Lisboa, de 15/01/2026 a 18/01/2026, contrato E545351321, viatura Hyundai Kauai, matrícula CA‑37‑TB, reservado através do Booking.com. Em síntese, os problemas principais são: 1) Venda agressiva de seguros locais desnecessários Informei o colaborador da Avis que já tinha um seguro “Full Protection” via Booking/Zurich (apólice 7812609872), que cobre danos e franquias até 20.000 euros, reembolsando os montantes que a Avis me viesse a cobrar por danos ao abrigo do contrato. Na própria documentação da reserva do Booking.com consta expressamente que: • a caução a bloquear no cartão ao levantar o carro seria de 200,00 euros; • as franquias de danos e roubo (3.151,26 euros com IVA) podem ser reduzidas através de uma “Franquia reduzida” ou outras coberturas adicionais, apresentadas como produtos facultativos. No balcão da Avis, contudo, a informação foi-me apresentada de forma muito mais alarmista: foi-me referida verbalmente uma alegada franquia de cerca de 2.000 euros em caso de danos, sem enquadrar devidamente a existência e o alcance do seguro Full Protection já contratado via Booking/Zurich, nem o facto de a caução prevista na reserva ser de 200 euros. Perante esta explicação e sob o impacto da referência a um valor de franquia muito elevado, bem como medo instigado pelo colaborador acabei por ser levado a contratar seguros locais adicionais (“Super Cobertura de Danos + CDW”, no valor de 32,48 euros, e “Cobertura de Vidros”, no valor de 22,28 euros), que se revelaram redundantes face à cobertura externa que já possuía. Considero que esta atuação constitui uma prática comercial agressiva e desleal, que explora o medo do consumidor no momento do check‑in e o leva a contratar produtos adicionais que, em condições de informação completa e equilibrada, não contrataria. 2) Política de combustível enganadora e pouco transparente No momento do levantamento, foi-me dito verbalmente que a Avis tinha um acordo com gasolineiras e que o combustível seria cobrado a 1,31 euros/litro + taxas, com a explicação concreta de que: • se eu devolvesse o carro com mais de meio depósito, compensava encher antes de entregar; • se devolvesse com cerca de 1/4 de depósito, compensava entregar assim porque o preço interno seria mais vantajoso. Confiando nesta explicação, devolvi o carro com cerca de 1/4 de depósito. Mais tarde, verifiquei que me foi cobrada a opção de “combustível simplificado” (EZ Fuel) no valor de 82,05 euros, que, com taxas, ascendeu a cerca de 88 euros. Este valor é superior ao que teria pago se tivesse abastecido o carro num posto de combustível de supermercado (Auchan/Intermarché), pelo preço de mercado (cerca de 1,65 euros/litro). Na resposta escrita à minha reclamação no Livro de Reclamações (ref. ROR00000000045486153), a Avis já nem refere os 1,31 euros/litro que me foram ditos no balcão, passando a mencionar 1,35 euros/litro + IVA. Esta discrepância mostra inconsistência entre a informação verbal prestada ao consumidor e a informação escrita invocada posteriormente, o que torna ainda mais evidente a falta de transparência da política de combustível. Em suma, fui levado a tomar uma decisão económica (não abastecer fora) com base numa informação incompleta e enganadora sobre o preço efetivo do combustível, o que me causou prejuízo direto. 3) Valores desproporcionais por danos ligeiros nas jantes e critério pouco razoável No final do aluguer, foram identificados riscos superficiais em duas jantes dianteiras. De acordo com a estimativa de custos enviada pela própria Avis (doc. 513319701), foram imputados: • 97,67 euros + IVA (120,13 euros) pela jante dianteira esquerda; • 109,89 euros + IVA (135,16 euros) pela jante dianteira direita; • 78,70 euros + IVA (96,80 euros) a título de “tempo de inatividade do veículo”; • 38,00 euros + IVA (46,74 euros) de “taxa de gestão por danos”; perfazendo um total de 398,83 euros por meras arranhadelas/raspagens nas jantes. Considero estes valores manifestamente desproporcionais para danos superficiais. Uma reparação de jante em oficina comum ronda, tipicamente, valores bastante inferiores por unidade, e não inclui este tipo de acréscimos (perda de uso e taxas administrativas) nestes montantes. Em anexo, a Avis enviou ainda fotografias que incluem, além das jantes, imagens do para‑choques com pequenos pontos escuros (mosquitos/insetos de autoestrada), que são claramente sinais normais de utilização e não danos. Isto reforça a perceção de que o critério de avaliação de “danos” é excessivamente gravoso para o cliente, podendo configurar uma prática sistemática de sobrecarga de custos de reparação. 4) Resposta insatisfatória à reclamação no Livro de Reclamações Apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico (ref. ROR00000000045486153). A resposta da Avis limita‑se, em essência, a afirmar que, por eu ter assinado o contrato, se presume que li, compreendi e aceitei todas as condições, e que a empresa não pode corroborar aquilo que foi dito verbalmente no balcão. Não há qualquer esforço em confrontar a divergência entre a explicação verbal e os custos efetivamente cobrados, nem em ponderar a proporcionalidade dos valores aplicados pelas jantes e pelos serviços associados. Em particular, a empresa refugia‑se na assinatura do contrato para ignorar a forma como a informação foi transmitida ao consumidor no momento do atendimento. 5) Situação atual A Avis debitou‑me o valor total de 505,47 euros. O seguro Zurich/Booking aprovou entretanto um reembolso parcial relativo à componente de danos (franquia), o que mitiga o prejuízo direto nessa parte. No entanto, este reembolso externo não resolve: • a venda de seguros locais redundantes, • a política de combustível enganosa, • e a desproporção dos valores cobrados pelas jantes e respetivos suplementos (tempo de inatividade, taxa de gestão). Pedidos • Que seja analisada a existência de práticas comerciais agressivas e enganadoras na venda de seguros adicionais no balcão, bem como na explicação da política de combustível, à luz da legislação de defesa do consumidor. • Que se avalie a razoabilidade e proporcionalidade dos valores cobrados pelas jantes e pelos serviços associados (tempo de inatividade e taxa de gestão), face ao tipo de dano e aos preços praticados no mercado. • Que se recomende à Avis a devolução dos montantes cobrados a título de seguros locais redundantes e a eventual correção/redução dos valores imputados por danos e combustível. • Que, se for caso disso, o processo seja comunicado às autoridades competentes (ASAE, Direção‑Geral do Consumidor).
Serviços não prestados
Exmos senhores Venho aqui reclamar sobre a aquisição de um salto de paraquedas em Dezembro de 2023,que nunca foi feito. Depois de inúmeras vezes ter sido marcado e desmarcado por vocês por várias razões por ex: restrições aéreas, ou por condições climáticas etc... Consegui voltar a marcar para este ano,mas agora tento contactar vos por vários meios desde telefone,e-mail, WhatsApp etc e não obtenho resposta, inclusive na vossa página da Internet diz que fecharam permanentemente, isto sem qualquer aviso ou contacto para o cliente. Venho pedir o total reembolso do valor que paguei na altura foram 139,99. Espero que está situação seja resolvida o mais brevemente possível Aguardo o vosso contacto para fornecer os dados.
Encomenda não recebida
Exmos senhores Na passada sexta-feira 30/01/2026, fiz uma encomenda online em ferramentas pro de 4 geradores com um valor total de 1436€. Só fiz a encomenda porque tinham a indicação: "DISPONÍVEL ONLINE". Não era "disponível por encomenda" nem "entrega prevista para ....". No sábado de manhã, liguei e fiquei surpreendido ao saber que não tinham atendimento telefónico ao sábado. Desloquei-me de Leiria a Odivelas para levantar a encomenda. E por minha surpresa, disseram me que não tinham os geradores, que deveria ter telefonado antes de vir e que a disponibilidade era "disponível por encomenda" o que não é verdade porque só fiz a encomenda porque tinha a indicação que os geradores estavam disponíveis. Tive uma despesa em portagens e gasolina. Já por não contar com o tempo perdido que eu poderia ter aproveitado para reparar o meu telhado. Tenho trocado mensagens com a Ferramentaspro através do portal da queixa Deixo aqui o link: https://portaldaqueixa.com/brands/ferramentas-pro/complaints/ferramentas-pro-disponibilidade-de-produto-enganadora-149708026 (A primeira mensagem é a mesma que eu escrevi acima) Por favor, leiam as restantes. Pretendo ser ressarcido das despesas da deslocação ocorrida por erro da ferramentaspro. Eles próprios assumem que foi uma "rutura inesperada de stock dos geradores". Deveriam me ter informado. E, se tivessem atendido o telefone, não me teria deslocado a Odivelas. Agradeço a vossa ajuda na resolução deste problema Cumprimentos Carlos Marques
Encomenda Trocada
Exmos. Senhores, Acabei de receber uma encomenda que não corresponde à encomenda por mim feita. Encomendei um conversor VHS-Digital Portta no valor de 69€ cujo pagamento foi efectuado no acto da entrega e ao abrir a encomenda deparei-me com 2 colunas multimedia Wooden Speaker. Agradeço a resolução da situação. Cumprimentos.
Encomenda não recebida
Exmos Senhores. Escrevo depois de esgotar todas as formas e pedidos com a Glovo. A encomenda não chegou, e recusam se a devolver o dinheiro. Apesar de muitas chamadas e tentativas de alcançar a encomenda ou o condutor . Cliente Liza , pedido nr 101552302563
encomenda não recebida
Exmos. Senhores, No inicio de janeiro adquiri uma maquina de lavar loiça, da marca Beko, pelo valor de 449 €. O pagamento foi efetuado no momento. Já me contactaram por 4 vezes para entregar a respectiva máquina e nunca apareceram nem deram qualquer satisfação. A semana passada finalmente contactaram-me com a desculpa de não terem feito a entrega devido ao mau tempo, as outras 3 vezes nunca fui contactado para me darem qualquer satisafação e mais uma vez não entregaram a máquina. Por 3 vezes me desloquei a duas lojas da Wortem (Vasco da Gama e Torres Novas) para perguntar qual o motivo de não me terem feito a entrega, responderam-me apenas problemas logisticos. Já perdi 4 dias de trabalho com esta situação, a Worten demonstra um total desprezo e falta de consideração pelos clientes. Saliento que este problema já é o segundo, aconteceu o mesmo com um frigorifico LG o qual foi entregue na morada errada. Cumprimentos.
Falsa extensão de garantia
Exmos senhores, escrevo esta reclamação para tentar encontrar solução e abrir os olhos para futuros compradores. Em setembro de 2023 me desloquei a Istore do Leiria shopping e fiz a compra de um iPhone 14 pro, no dia da compra me ofereceram uma extensão de garantia de 1ano, sendo assim "tenho garantia" até a atual data, pois são os 2 anos normais e 1 ano que paguei a mais (quase 100€), agora o meu telemóvel ficou com um problema extremamente técnico, onde o leitor de cartão não funciona, logo não consigo fazer chamada receber mensagem ou usar 4G/5G, a rede celular deixou simplesmente de funcionar, porém o telemóvel ainda funciona com wifi, diante de toda a situação me desloquei a loja para arranjar o telemóvel e tive uma boa surpresa ao descobrir que o funcionário da época colocou na fatura no lugar de garantia um plano de saúde de 1 ano e um vpn. Fui completamente enganada! Agora não tenho assistência a garantia da loja foi negada e o telemóvel voltou do técnico da loja completamente inválido, apenas liga a tela e não sai das primeiras configurações de um telemóvel novo. A loja não resolveu, mesmo diante da reclamação, o suporte da Apple não respondeu e tive que gastar novamente com outro dispositivo e perder alguns dos meus dados pessoais que ficaram presos na iCloud. Agradeço um contacto e uma resolução. Cumprimentos, Fernanda Rodrigues.
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