Reclamações públicas

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S. B.
31/03/2026

Reclamação por reembolso integral de viagem inviabilizada após cancelamento dos voos essenciais

Comprei na Kiwi.com (Booking ID 703055914) uma viagem para 8 passageiros com destino final Hurghada (Egito), sob uma unica referencia de reserva, pelo valor total de 3.165,68 EUR. O itinerario incluia quatro segmentos: Lisboa-Roma (TAP TP838), Roma-Hurghada (Wizz W46089), Hurghada-Roma (Wizz W46090) e Roma-Lisboa (Wizz W46219). Apos a compra, a viagem sofreu multiplas alteracoes de horarios e dias, que a Kiwi classificou repetidamente como "minor changes" por estarem abaixo de 24 horas, recusando oferecer solucao adequada. Posteriormente, os dois segmentos essenciais para atingir o destino final foram cancelados pela companhia aerea: Roma-Hurghada e Hurghada-Roma. Com este cancelamento, o destino final deixou de ser alcancavel e a viagem ficou completamente inviabilizada. Apesar disso, a Kiwi manteve que os voos Lisboa-Roma e Roma-Lisboa continuavam "ativos" e que qualquer pedido de cancelamento desses segmentos seria tratado como "voluntary cancellation", sem garantia de reembolso e com penalizacao de 30 EUR por passageiro por voo. A Kiwi processou um reembolso parcial de 1.643,84 EUR referente aos segmentos cancelados. A perda remanescente e de 1.521,84 EUR, correspondente aos voos que ficaram "ativos" mas que perderam toda a finalidade pratica, uma vez que Roma nunca foi o destino contratado. Ao longo de todo o processo, a Kiwi apresentou explicacoes contradictorias: primeiro invocou a regra das 24 horas para recusar solucoes; depois abandonou essa regra e passou a tratar cada segmento como independente. A propria Kiwi admitiu por escrito que houve inconsistencias nas explicacoes dadas, mas afirmou que isso nao alterava o resultado. Considero que a Kiwi vendeu uma viagem unica com destino final definido, e ao tratar os segmentos como reservas autonomas apos o cancelamento dos voos essenciais, esta a eximir-se da responsabilidade por uma viagem que deixou de poder ser realizada por causa que nao me e imputavel. O consumidor nao pode ser penalizado por voos que so existiam como ligacao para um destino que ja nao e atingivel. Solicito o reembolso integral da perda de 1.521,84 EUR, correspondente aos segmentos que perderam a sua finalidade em consequencia do cancelamento dos voos para Hurghada. Documentacao disponivel: fatura da reserva (invoice Kiwi), comprovativos de cancelamento dos voos pela companhia, comprovativo do reembolso parcial recebido, e registos das comunicacoes com a Kiwi onde a empresa admite inconsistencias.

Encerrada

Má orientação na compra

Exmos. Senhores. No passado dia 06/02/2026 desloquei-me ao Forum Almada, loja Auchan, no intuito de (além de outras comprar, adquirir um champô especifico ao meu couro cabeludo. Dirigi-me à loja e fui atendido por uma senhora (por sinal simpática) que disse que não deveria comprar champô de "Supermercado", mas sim para o meu problema especifico. Levou-me a uma secção e indicou-me dois tipos de champô da marca DUCRAY , explicando a dosagem e dias a aplicar. Paguei 48 euros pelos dois champôs, juntamente com um creme para a pele irritada, devido a esse problema. Fiz o tratamento durante as 3 semanas indicadas por ela (embora nas instruções estivesse somente duas semanas) o certo é que [para ser sincero] piorou ligeiramente, pois soltou mais a caspa e a comichão no couro cabeludo mantem-se. Chateado pois aguei quase 50 euros (quando ia na ideia de pagar 8 ou 9 por um champô normal dos que sempre usei) fiz reclamação online e dei 8 dia para a resposta. Responderam no ultimo dia, dizendo que a Politica do Grupo Auchan é não receber o artigo aberto devido a higiene (como querem que se teste o produto para saber se faz efeito ? Explicam-me ?) mas que também não faziam reembolso do dinheiro gasto e aconselharam-me a procurar um Dermatologista. Sinceramente , estou deveras triste com a atuação do Grupo Auchan. Descartar e destratar assim um cliente por causa de 30 e poucos euros ? Atendendo a que o outro artigo dá resultado e não fazia sentido estar a devolvê-lo. Dispuseram-se a perder um cliente por 30 euros ? Tiro-lhes o chapéu. Estão a ir pelo bom caminho. Grupo Auchan uma casa a evitar e relatar aos meus amigos como fui tratado para estarem alerta.

Encerrada
M. B.
31/03/2026

Acesso aos movimentos nao esta disponivel

Tenho uma empresa de transportes de pessoas e tenho de ter acesso sem restrições aos movimentos da Via Verde. Liguei para o apoio ao cliente hoje que disse que já faz 2 dias que essa funcionalidade nao esta disponivel devido a actualização informatica. Após eu ter pedido para ter acesso aos movimentos de Março disseram que poderiam fornecer com um custo adicional. Isto está totalmente errado, ter acesso aos movimentos é um direito que tenho e caso o sistema não esteja disponivel esse serviço deveria ser prestado sem qualquer custo adicional. Não existe consideração nenhuma com os clientes empresariais cujo negocio depende da Via verde. Mário Batista

Resolvida
B. M.
31/03/2026

Encomenda dada como entregue e não recebida

Fiz uma encomenda (urgente) que estava prevista ser entregue dia 26/03/2026. Nesse mesmo dia foi dada como entregue (por email), sendo que não recebi nenhuma encomenda. A morada é um serviço público e, como tal, esta sempre aberto em dias úteis. Contactei 4 vezes a empresa PAACK (empresa responsável pela entrega, a qual me enviou mail com a notificação de entrega). Não me souberam dar resposta dizendo que o processo estava em “investigação”. Referi em todas as chamadas que era uma encomenda urgente. Solicito que este assunto seja resolvido com a maior brevidade possível e que a encomenda seja entregue destino, ainda esta semana.

Resolvida

Culpado por terem batido na viatura.

Aluguei viatura à empresa GOLDCAR. No decorrer do aluguer estava estacionado (parado) e outra viatura ao fazer marcha atrás embateu na alugada. Deu-se logo como culpado e preenchemos a declaração amigável. Informei logo a entidade que me disseram que nesse caso era só necessário a declaração amigável. Dirigi-me ao balção com a DAAA pelo que me disseram que tinha de assumir os danos causados por não ter feito seguro com eles. Que era responsável pela viatura. Sim, mas não consigo ser responsável pelos outros. Já me cobraram o valor que ficou bloqueado pelo combustível alegando: "...Informamos que o montante de 132,00€, que se encontrava previamente bloqueado, foi debitado e utilizado para cobrir parcialmente os danos identificados na viatura. Embora este valor estivesse inicialmente associado ao combustível, o mesmo foi aplicado para abater ao valor total dos danos, uma vez que já se encontrava retido....". Sendo um depósito de garantia de combustível e no checkout estava ok o combustível, a garantia foi cumprida e deveria ser reembolsado. Relativamente aos danos, não sendo culpado tenho de pagar os danos e eles ainda participam ao seguro para recebem da outra seguradora? Para que serve a declaração amigável de acidente se sendo ou não culpado os danos são sempre debitados? Nunca em momento algum no balcão de aluguer nos foi transmitida essa informação. Enviei relatório de acidente no prazo de 48h como solicitado e a informação de sinistro preenchida para claims@goldcar.com. Ainda aguardo resposta e o valor continua bloqueado no cartão...

Encerrada
M. J.
31/03/2026

Valores subtraídos indevidamente do cartão de crédito

Prezados senhores, Por esta via apresento uma denúncia contra a empresa Centauro - Rent a Car. No essencial, celebrei um contrato de aluguer de viatura com aquela entidade no dia 27.02.2026. Recebi a viatura naquele mesmo dia. Entre as condições contratuais como poderão ler no contrato que se junta como anexo, incluía o local de recepção da viatura, neste caso nas instalações da Centauro e local de entrega da mesma, neste caso optei em fazê-lo no Aeroporto Internacional Humberto Delgado no dia do meu regresso, até 8 horas da manhã. Constava ainda que no acto da entrega da viatura, o depósito de combustível da mesma devesse estar completamente atestado, uma vez que a viatura foi-me entregue com esta mesma condição. O custo total do aluguer da viatura ficou em EUR 320,29, descontados no dia 19.02.2026, data da reserva. Ocorre que a Centauro efectuou ainda um desconto à cabeça ao meu cartão de crédito, naquele mesmo dia (27.02.2026), no valor de EUR 212,00. Este valor segundo informações prestadas por um trabalhador daquela empresa, serviriam de garantia para cobertura de despesas como, i) combustível (EUR 112,00) caso a viatura fosse entregue sem que o depósito estivesse atestado e, ii) pagamento de portagens, para o caso de o condutor ter utilizado as vias verdes (EUR 100,00). Ocorre que a viatura foi entregue com o depósito totalmente atestado. Utilizei de facto algumas passagens pelas vias verdes e estimo que o custo destas passagens, não ascenda EUR 30,00. Portanto, desde o dia 16.03.2026 que tenho solicitado a devolução do remanescente do valor que me foi descontado, que a Centauro não se pronuncia sobre assunto. Outra nota que gostaria de incluir nesta denúncia, tem a ver com a crassa violação dos termos contratuais pela Centauro. Conforme os Exmos., senhores poderão ver no contrato partilhado, a entrega da viatura ocorreria no dia 16.03.2026, no Aeroporto Internacional Humberto Delgado, às 8 horas da manhã. Sucede no entanto, que a Centauro, unilateralmente alterou este acordo, definindo que a viatura devesse ser entregue nas suas instalações. O meu voo ocorreria na manhã do dia 16.03.2026 (9 horas). Ainda assim, com vista a gerir o conflito, optei pela paz e levei a viatura muito cedo às instalações da Centauro, naquele mesmo dia. Cheguei por volta das 6:10 da manhã. Nesta altura não havia qualquer trabalhador da Centauro para proceder com a recepção da mesma. Sentia-me muito angustiado, pois o chek-in para o meu voo fecharia às 7 horas. Quando eram aproximadamente 6:45 começaram a chegar os primeiros trabalhadores da Centauro. Solicitei que procedessem com a recepção da viatura e dos trabalhadores quem interagia recusou-se categoricamente, alegando que não era horário de expediente. Como depois da nossa chegada às instalações da Centauro, verifiquei um senhor que trabalha numa empresa que faz fronteira com a Centauro, procurei saber do mesmo se podia receber a viatura e proceder com a entrega à Centauro às 7 horas e aquele senhor concordou, acto de que nunca me esquecerei. Estando no aeroporto, antes da minha partida, quando eram aproximadamente 8 horas e alguns minutos, liguei para aquele senhor com vista a confirmar a entrega da viatura à Centauro e se houve alguma nota digna de realce, o mesmo informou-me que nada foi reportado. Prezados senhores, No dia 18.03.2026, verifiquei que a Centauro efectuou e novamente unilateralmente, outro desconto ao meu cartão de crédito. Desta vez no valor de EUR 190,00. Quando a questionei da razão para o efeito, foi-me informado que deveu-se as seguintes razões: i) por ter deixado a viatura num local inadequado (penalização de EUR 150,00) e, ii) por ter entregue a viatura fora de hora (penalização EUR 40,00). Formalizei o meu desencanto com aquela empresa e precisei de me posicionar. Fiz-lhes um email com o detalhe que acabo de partilhar com vossas Excias., e ainda adicionei que para além da Centauro violar escrupulosamente o contrato, eu no meu bom senso, levei a viatura às suas instalações. Acto contínuo, apelei ao trabalhador daquela empresa para receber a viatura (facto que pode ser confirmado pelo circuito de vídeo vigilância por volta das 6:30 em diante). Aquele trabalhador negou-se categoricamente em receber a viatura. Para não perder o voo, precisei de encontrar uma solução alternativa, que foia entrega àquele senhor. Todavia, certifiquei-me de a viatura estivesse num local seguro, ou seja, estacionei num parque de estacionamento bem de fronte à Centauro (detalhe que pode ser confirmado pelo circuito de vídeo vigilância). Ainda assim, fui abusadamente penalizado, mesmo diante da minha razão? Exigi que a Centauro devolvesse os valores indevidamente debitados do meu cartão de crédito. A Centauro retratou-se, porém, procedeu com a devolução de apenas EUR 150,00. À presente data, a Centauro não devolveu i) nem o valor do combustível (EUR 112,00), ii) nem o valor remanescente de portagens não usadas (pelos meus cálculos EUR 70,00), iii) nem o valor do que consideram de viatura entregue fora de hora (EUR 40,00). Num total de aproximadamente EUR 222,00. Pelo exposto, apelo por obséquio a V/ intervenção neste processo, com vista a reposição da legalidade. E lamentavelmente, fruto dos descontos indevidos efectuados pela Centauro, estou a pagar avultados valores ao meu Banco, porque não disponho de valores suficientes em conta para o pagamento da dívida com o cartão de crédito, devendo o custo adicional destas despesas (juros de mora), serem posteriormente da assumidos pela Centauro aquando do ressarcimento dos valores que me foram abusivamente surripiados. Manifesto completa disponibilidade para esclarecimentos adicionais à Excias. A minha intenção era anexar o histórico de toda a conversa que tenho vindo a estabelecer com a Centauro, para o V/ douto conhecimento e análise, porém, este canal de denúncias, permite anexar apenas um documento, tendo eu optado em partilhar apenas o contrato celebrado com a Centauro. Obs.: Junto da Centauro o processo foi registado com a seguinte informação: Centauro Rent a Car. Documentação do contrato PR26020118 [Ticket#812508354]

Encerrada
A. T.
31/03/2026

Professores racistas!

Apesar de já ter terminado o meu percurso nesta escola de condução há alguns meses não posso deixar de reportar esta situação que me aconteceu. Nesta escola de condução, há professores que não querem estar ali e isso nota-se, falo pelo que tive pelo menos. O meu professor estava constantemente a reclamar do seu trabalho, mas isso é o menos. Ultrapassou todos os limites quando começou a ter comportamentos racistas comigo. No inicio não tinha reparado muito nesses comportamentos, mas o facto é que o professor estava sempre aos gritos comigo, e sei que não fui a única porque sei de relatos de outras pessoas que também passaram por isso. Isso afetou-me bastante nas minhas aulas de condução, chegava a ter dores de barriga mesmo antes da aula começar de estar tão nervosa por já saber que ele ia gritar comigo. Mas o pior foi quando, antes do meu exame de condução, minutos antes, ele disse: “ Eu posso ser racista, tenho é de respeitar os outros”. E disse isto do nada, quando nem sequer deveria ser um assunto naquela situação e muito menos naquele dia e antes do exame. E é claro que acabei por chumbar no exame. Chumbei 3 vezes no código e 3 na condução e acho que não foi por acaso. Decidi falar sobre isto porque não quero que mais pessoas passem pelo mesmo, não aconselho esta escola de condução.

Encerrada
H. A.
31/03/2026
MEO

Falha grosseira no serviço

Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente ao agendamento de intervenção técnica associado ao processo MEO n.º 3-955699246212. Foi previamente acordada a deslocação de um técnico a minha casa na manhã de hoje, entre as 08h00 e as 12h30, com vista à resolução de uma avaria no serviço de internet. Sucede que, não só não compareceu qualquer técnico no local dentro do intervalo estipulado, como também não foi efetuado qualquer contacto prévio a informar o incumprimento do agendamento, demonstrando um grosseiro e total desrespeito pelo tempo e pelos direitos do cliente. Mais grave ainda, acabo de receber uma sms às 13:46, com uma comunicação unilateral a dar o agendamento como “sem efeito”, sem qualquer justificação plausível, reagendamento imediato ou pedido de desculpas, o que configura uma conduta manifestamente negligente e lesiva dos deveres de boa-fé e diligência a que estão obrigados no âmbito da relação contratual. Importa salientar que esta situação me obrigou a permanecer indisponível durante toda a manhã, causando prejuízos diretos, nomeadamente a perda de tempo útil e perturbação das minhas atividades profissionais e pessoais. Nos termos da legislação aplicável à defesa do consumidor e à prestação de serviços essenciais, esta conduta poderá configurar incumprimento contratual, sendo suscetível de originar responsabilidade civil pelos danos causados. Assim, gostaria de exigir: 1. Justificação formal e detalhada para o incumprimento do agendamento; 2. Reagendamento prioritário, urgente e imediato da intervenção técnica; 3. Compensação adequada pelos prejuízos causados, nos termos legais e contratuais aplicáveis. Sem outro assunto de momento, Com os melhores cumprimentos, Hugo Assunção

Resolvida
A. O.
31/03/2026

Práticas agressivas na venda de aparelho auditivo e recusa da resolução dentro do prazo legal

Quero reportar uma situação grave ocorrida com uma pessoa idosa da minha família, de 72 anos, diabética e vulnerável, relacionada com a venda forçada de um aparelho auditivo. No dia 21.03.2026, foi contactada por telefone para um alegado rastreio auditivo gratuito. Apesar de inicialmente recusar, acabou por aceitar devido à insistência, acreditando tratar-se de uma consulta legítima, tendo-lhe sido oferecido transporte de ida e volta. Foi então conduzida para uma tenda na zona de Santo António, ilha da Madeira, onde permaneceu das 11h00 às 15h00, sem que lhe fosse permitido regressar a casa apesar de o solicitar repetidamente. Durante esse período, estando sem comer e com problemas de saúde, foi sujeita a forte pressão psicológica para adquirir um aparelho auditivo com valor superior a 7000 EUR. Foram feitas afirmações alarmistas e enganosas, incluindo que, caso não adquirisse o equipamento, poderia ficar surda, desenvolver Alzheimer ou até ficar acamada. Após cerca de quatro horas sob pressão, acabou por assinar um contrato de crédito com a Credibom para possibilitar a compra do aparelho. No dia 24.03.2026, dentro do prazo legal de livre resolução, tentámos devolver o aparelho e cancelar o contrato na loja física da Madeira. A empresa dificultou o processo e recusou aceitar a devolução, alegando a falta de um acessório que nunca foi entregue. Com orientação da DECO, o equipamento foi enviado por correio registado para a sede, mas a empresa recusou recebê-lo, encontrando‑se a encomenda ainda nos CTT. Consideramos existir a prática de métodos comerciais desleais e agressivos, coação e aproveitamento da vulnerabilidade de uma pessoa idosa, que foi literalmente recolhida na sua própria casa para ser conduzida a este processo de venda. Solicito apoio para: Garantir a aceitação da devolução do equipamento; Assegurar o direito à resolução do contrato de crédito dentro do prazo legal; Apoiar os procedimentos necessários para responsabilização da empresa. Trata-se de uma situação que coloca em risco outros consumidores, especialmente pessoas idosas. O mais preocupante é que, após contacto com diversas entidades competentes, fomos informados de que situações semelhantes estão a acontecer frequentemente, todos os dias. A pergunta que deixo é: como é possível que isto esteja a acontecer repetidamente sem que sejam tomadas medidas eficazes? Quem presencia estas práticas e nada faz torna-se cúmplice destes esquemas.

Resolvida
L. B.
31/03/2026
IWS – International Warranty Solutions

incumprimento

Venho apresentar reclamação contra a empresa IWS – Internacional Warranty Service, Gestão de Avarias Automóveis, S.A., por incumprimento das obrigações legais relativas a uma garantia contratada e paga. Contratei junto da empresa uma garantia para um ciclomotor, válida por 18 meses, e apresentei uma avaria dentro do prazo de vigência da mesma. A avaria foi comunicada no próprio dia através do canal oficial disponibilizado pela empresa, tendo sido posteriormente enviados todos os documentos solicitados: orçamento técnico, relatório, comprovativos da contratação e do pagamento da garantia. Inicialmente, a empresa reconheceu a existência da garantia; posteriormente, passou a comunicar informações contraditórias, alegando ora que a garantia “não existe”, ora que “se encontra inativa”, sem nunca justificar ou fundamentar estas posições. Além disso, desde uma determinada data, deixou de responder às minhas comunicações, violando o dever de prestação de informação e de resposta fundamentada previsto no DL 84/2021. A empresa não repôs a conformidade, não ativou a garantia, não apresentou qualquer solução e reteve o valor pago sem prestar o serviço contratado. Verifica‑se igualmente que a empresa não disponibiliza Livro de Reclamações físico nem eletrónico, o que constitui infração ao DL 156/2005. Considero tratar‑se de uma violação grave dos direitos do consumidor, por incumprimento de garantia, ausência de reposição da conformidade, retenção indevida de quantia paga, prestação de informação enganosa e incumprimento da legislação aplicável. Solicito a intervenção das entidades competentes e a reposição imediata da conformidade, bem como a verificação das infrações legais associadas.

Encerrada

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