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Dificuldades na resolução do contrato
Estou a tentar cancelar o fornecimento do serviço Vodafone desde o dia 05 de maio. Inicialmente contactei a Vodafone, por via telefónica, que me informou que para poder cancelar o fornecimento do serviço teria de aguardar o contacto do departamento de cancelamento. Após passarem 24h sem me contactarem, voltei a contactar a Vodafone que me informou que iriam contactar assim que fosse possível. Passado algumas horas fui contactado pelo departamento de cancelamento, que depois de me ter tentado apresentar várias ofertas, por mim recusadas, me informou que para cancelar o serviço, teria de ser por escrito. Fizeram-me perder horas ao telefone, fizeram-me aguardar pelo contacto do suposto departamento de cancelamento, para depois me informarem que tinha de ser efetuado por escrito, quando poderiam tê-lo feito no 1º telefonema que tive com eles. Em 07/05/2026 efetuei o pedido de cancelamento por escrito, sendo que até à presente data ainda não obtive qualquer resposta.
Queixa
No dia 3/5/2026,dirigi-me ao posto da BP, situado na Avenida Inês de Castro em Coimbra, para abastecer o meu veículo Volvo, matrícula AD-43-LH. Após duas tentativas falhadas para abastecer a bomba nunca desbloqueou, dirige-me ao funcionário do posto que me informou que havia um incidente com a minha matrícula, tinham abastecido e fugido sem pagar. Questionei o que poderia fazer para retirar o meu nome da lista negra da BP, ao que me dizem que tinha que ligar para a BP já que ali nada poderiam fazer. Telefono para a empresa várias vezes e informo, assim como já tinha dito no posto, que no dia 10/5/2023, tinham furtado as minhas matrículas e que tinha sido feita queixa na PSP. Mesmo assim ninguém se mostrou disponível para resolver esta situação. Face ao exposto, a minha reclamação é a seguinte : todos os postos de combustível atualmente tem câmeras de filmar, onde facilmente verificam que o veículo que abasteceu foi um Mercedes ,tendo as minhas matrículas. Assim questiono qual a falta de vontade e de empenho para resolver esta embrolio, quando da parte da BP, facilmente resolviam sem colocar o meu nome na vossa lista negra.
Contrato nao assinado
Exmos. Senhores, (Em (12/05/2026) denunciei o contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa com o n.º(S969777937)Sucede que me foi enviado por email e eu nunca assinei e nem enviei copia do meu documento como me foi pedido por telefone. Declaro que nao tenho o servico instalado na minha residencia e nao tenho interesse na instalação. Estao me ligando todos os dias e me disseram que se eu nao aceitar o servico tenho que pagar 400 euros. Considerando o exposto, venho fazer a denúncia do contrato que nao assinei, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão. Cumprimentos. Cumprimentos.
Encomenda não recebida e não foi feita a devolução do dinheiro
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à compra de uma máquina de lavar e secar no valor de 379€, paga no dia 08 de abril 2026. O equipamento nunca foi entregue e, após vários contactos com a empresa e com a transportadora, fui informada de que o artigo não tinha stock. No dia 27 de abril solicitei o cancelamento da encomenda e a devolução do valor pago. Contudo, até à presente data, 12 de maio, continuo sem receber nem o equipamento nem o respetivo reembolso. Recebi ainda informação de que a devolução poderá demorar mais 14 dias, situação que considero injustificada. Solicito o vosso apoio na resolução desta situação e na recuperação do valor pago. Tenho o histórico dos vários e-mails trocados e também foram efetuados contactos telefonicos. Com os melhores cumprimentos,
Cobrança Indevida sob Coação, Retenção de Documentos e Práticas Abusivas no Embarque – Voo FR 184
Eu, Ana Cristina da Cruz Domingues Constantino, na qualidade de passageira do voo FR 184, com partida do Aeroporto de Agadir (Porta 1) às 20h50 do passado dia 3 de maio, venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Ryanair, reportando factos graves ocorridos durante o embarque, relativos à reserva PNR S2Q7GW, que me envolveram a mim e à minha filha, Maria José de Aragão eCruz Domingues Constantino. Durante o procedimento de embarque, foi-nos exigido um pagamento adicional de cerca de 150 € (aprox. 75 € por passageira), sob o pretexto de que as nossas malas de cabine excediam as dimensões permitidas. Esta justificação é falsa; dispomos de prova fotográfica e testemunhos presenciais que confirmam que as malas cabiam integralmente no medidor oficial da Ryanair, facto inclusivamente reconhecido por um dos agentes presentes. Inadmissivelmente, os agentes de escala retiveram os nossos cartões de embarque e passaportes, utilizando estes documentos como meio de pressão para nos obrigar ao pagamento. Fomos colocadas perante um constrangimento económico e psicológico ilegítimo, sendo o pagamento realizado sob coação. Mais se informa que foi recusado o pagamento em numerário e, após o pagamento por cartão, as malas foram enviadas para o porão sem que nos fosse permitido salvaguardar bens de valor, documentos e equipamentos. Adicionalmente, ao contestar a cobrança, fui alvo de ameaças de detenção e impedimento de viajar. A postura dos agentes foi agressiva e humilhante, culminando numa ingerência abusiva na minha vida privada ao exigirem a inspeção de conteúdos no meu telemóvel. Estes factos configuram uma violação grave do contrato de transporte, práticas comerciais abusivas e ofensas aos direitos de personalidade e integridade moral, violando, entre outros: - O dever de boa-fé e o regime de responsabilidade contratual (Art. 762.º, 798.º e segs. do Código Civil); - O direito à restituição por enriquecimento sem causa (Art. 473.º do Código Civil); - A Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96); - A jurisprudência do TJUE relativa à bagagem de mão como elemento necessário do transporte. Face ao exposto, já solicitei à Ryanair e às autoridades policiais locais: 1. O reembolso integral e imediato dos valores cobrados indevidamente; 2. O pagamento de indemnização por danos não patrimoniais (ansiedade, humilhação pública e perturbação emocional); 3. A identificação da empresa de handling e dos agentes envolvidos ; 4. A preservação imediata de todos os elementos de prova (CCTV, registos de embarque, etc.); 5. A confirmação da abertura de uma investigação para apuramento dos factos aqui denunciados. Até ao momento não obtive quaisquer respostas, pelo que, considerando as vossas atribuições, apresento para os devidos e legais efeitos a presente reclamação.
Encomenda não recebida
Boa tarde, No momento da compra foi indicado um prazo de entrega até 60 dias. Neste momento já passaram 78 dias e continuo sem receber a encomenda nem qualquer previsão concreta de entrega. Além disso, tenho tentado contactar a linha de apoio ao cliente sem sucesso, uma vez que ninguém atende. Ao consultar outras reclamações online, verifiquei que foi apresentada a outros clientes a justificação de atrasos por parte do fabricante devido à falta de tecido. No entanto, considero esta situação ainda mais preocupante tendo em conta que o sofá em questão continua disponível para venda durante todo este período. Pretendo um prazo claro e definitivo para a entrega da encomenda ou, caso isso não seja possível, informação sobre os procedimentos para resolução da situação. Com os melhores cumprimentos
Carta de condução
Bom dia, fiz o pedido de troca de título estrangeiro na plataforma do IMT no dia 2/3/26 sendo a minha carta luxemburguesa, efectuei de imediato o pagamento da taxa, anexei todos os documentos pedidos, a partir dai o descalabro total, recebi uma notificação dizendo que faltava enviar o verso da minha carta, voltei a enviar, 1 semana mais tarde recebi outra notificação dizendo que falta A FRENTE E VERSO da carta de condução, tornei a enviar tudo, liguei diversas vezes Para o IMT pedindo que ao menos me fosse enviada uma Guia, mas sempre sem sucesso, entretanto a minha carta de condução caducou no dia 26/04/26, hoje dia 12/05/26 o meu pedido continua em analise , eu continuo sem carta sem guia e sem resposta alguma da parte do IMT. Prometem um serviço rápido através da plataforma, mas nao e de todo, serviço incompetente e nulo. Trazendo grande transtorno na minha vida.
Falta de transparência em cobrança após teste gratuito Revolut Premium
Venho apresentar reclamação relativamente à Revolut Bank UAB – Sucursal em Portugal, referente à adesão a um período experimental do plano Premium e às cobranças posteriormente efetuadas. No dia 01/03/2026 foi recebido um email promocional oferecendo 60 dias gratuitos do plano Premium. Posteriormente, em 02/03/2026, foi recebida confirmação de ativação do período experimental. A comunicação promocional referia que, caso não fosse efetuado cancelamento antes do final do período experimental, a subscrição continuaria automaticamente com cobrança da mensalidade. Contudo, a informação relativa a eventuais penalizações ou comissões de downgrade encontrava-se dispersa por múltiplos documentos externos, extensos e de difícil perceção para um consumidor médio. Em particular, a comunicação utilizava expressões ambíguas como “may be charged a fee” / “poderá estar sujeito a algumas comissões”, sem indicar de forma clara, destacada e objetiva: * o valor concreto da penalização; * a existência prática de um período mínimo associado ao plano; * ou o impacto financeiro total do cancelamento após o trial. No dia 02/05/2026 foi cobrada a mensalidade Premium no valor de €9,35. Após solicitação imediata de cancelamento/downgrade para o plano Standard, foi ainda cobrada uma taxa adicional de €9,99. Importa salientar que: * não foi solicitado qualquer cartão Premium físico; * a conta praticamente não teve utilização durante o período experimental; * não houve utilização relevante dos benefícios Premium; * e o cancelamento foi solicitado imediatamente após a primeira cobrança, demonstrando ausência de intenção de manutenção do serviço pago. Considero que: * a informação pré-contratual apresentada não cumpriu adequadamente os deveres de transparência e clareza exigíveis numa relação de consumo; * a penalização aplicada é desproporcional face à reduzida ou inexistente utilização efetiva do serviço; * e o modelo utilizado pela empresa pode induzir o consumidor em erro relativamente às consequências económicas reais da adesão ao período experimental. Assim, solicito: * o reembolso da taxa de downgrade/cancelamento no valor de €9,99; * a análise e reembolso da mensalidade de €9,35 cobrada imediatamente após percebido o encerramento do período experimental; * confirmação de cancelamento definitivo do plano Premium sem quaisquer encargos adicionais futuros. Solicito ainda esclarecimento formal sobre: * em que momento foi aceite eventual fidelização ou penalização de downgrade; * qual a cláusula concreta utilizada para fundamentar a cobrança dos €9,99; * e de que forma essa informação foi apresentada de forma clara, objetiva e destacada antes da adesão ao período experimental. Apresento esta reclamação ao abrigo dos princípios de proteção do consumidor aplicáveis em Portugal e na União Europeia, nomeadamente os deveres de informação pré-contratual, transparência e proporcionalidade contratual. Com os melhores cumprimentos.
Reclamação por Falha na Plataforma e Ausência de Prestação do Serviço Contratado
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal e solicitar o reembolso dos valores pagos, em razão das graves falhas na prestação do serviço de transporte contratado. A situação ocorreu da seguinte forma: Inicialmente adquiri uma passagem de autocarro com o bilhete n.º 2109691709. Contudo, ao tentar proceder ao reagendamento da viagem através da plataforma online da empresa, o sistema apresentava erros constantes, impossibilitando a alteração da viagem dentro do prazo indicado. Ao contactar a central de atendimento, fui informado de que teria perdido a passagem por não ter realizado a alteração até 60 minutos após a compra, apesar de tal impossibilidade ter resultado de falha da própria plataforma. Perante essa situação, fui obrigado a adquirir uma nova passagem, correspondente ao bilhete n.º 5102227001. No entanto, o autocarro referente a essa nova viagem nunca chegou ao local de embarque, sendo que os próprios funcionários da central informaram não conseguir localizar o veículo nem fornecer qualquer informação concreta sobre a realização da viagem. Ainda assim, fui informado de que, caso pretendesse viajar, teria de comprar outra passagem ou proceder ao pagamento de uma nova alteração. Além disso, foi-me cobrada uma taxa adicional de 9,50 € para alteração da viagem. Apesar do pagamento ter sido efetuado via MBWay, a alteração não foi corretamente processada: os novos bilhetes não apareceram na aplicação nem foram enviados para o meu endereço de e-mail habitual, que sempre esteve corretamente associado à conta e nunca apresentou qualquer problema anterior. Apenas consegui receber os bilhetes recorrendo ao e-mail pessoal de um terceiro que se encontrava próximo de mim no momento. Importa ainda salientar que esta não foi a primeira vez que enfrentei problemas semelhantes com os serviços prestados pela empresa. Situações anteriores já haviam ocorrido, sem que tivesse sido prestado o devido suporte ou apresentada uma solução adequada às reclamações efetuadas, o que demonstra uma recorrente falha na assistência ao cliente e na prestação do serviço contratado. Considero que houve manifesta falha na prestação do serviço, tanto pela indisponibilidade e erro da plataforma digital, como pela venda de uma viagem relativamente à qual a empresa não conseguiu sequer confirmar a existência ou localização do autocarro contratado. Nos termos do Regulamento (UE) n.º 181/2011 do Parlamento Europeu e do Conselho, relativo aos direitos dos passageiros no transporte em autocarro, nomeadamente os artigos 19.º, 20.º, 24.º, 26.º e 27.º, os passageiros têm direito a informação adequada, assistência, reencaminhamento ou reembolso em caso de cancelamento, atraso significativo ou falha na prestação do serviço. Dessa forma, solicito: 1. O reembolso integral da passagem associada ao bilhete n.º 2109691709, cuja alteração não foi possível realizar devido aos erros da plataforma da empresa; 2. O reembolso do valor de 9,50 € referente à taxa de alteração cobrada relativamente ao bilhete n.º 5102227001, considerando que o autocarro associado à viagem não compareceu e não foi sequer localizado pela própria empresa; Caso a situação não seja resolvida de forma voluntária e célere, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto do Livro de Reclamações Eletrónico, da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), bem como recorrer aos meios legais e centros de arbitragem de conflitos de consumo competentes. Com os melhores cumprimentos,
Dano no para-brisas no valor de 1165€
Durante o meu aluguer da caravana da empresa roadsufer, na viagem um pedra fez uma quebra no para-brisas. Devolvi a viatura com a noção de ter sido eu a causar o dano (ainda que acidental) e disposta a pagar o valor correspondente. Recebi uma fatura da roadsurfer de um pagamento de 1165,19€ pela substituição completa do vidro (399€ para a mão de obra). Contactei a CarGlass- empresa especializada em reparação/substituição de vidros, que me deram um orçamento de 129€. A empresa roadsurfer recusa-se a rever o valor e querem que pague o montante remanescente (têm 800€ da minha caução cativos). Parece-me um valor absurdo e desonesto, pelo que irei contactar todos os meios legais para que este valor seja revisto.
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