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Reclamações recentes

Reparação do meu veículo

Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho solicitar o vosso apoio jurídico e, se necessário, apoio para avançar judicialmente contra a seguradora, de forma a conseguir a reparação do meu veículo. Tive um acidente no dia 10/07/2026, estando o processo registado com o n.º 0030458531, e o veículo envolvido tem a matrícula 36-UG-75. Desde a data do acidente tenho contactado várias vezes a seguradora para que seja resolvida a situação e emitida a ordem de reparação. No entanto, até à presente data, continuo sem conseguir que o meu veículo seja reparado. Entretanto, fui informada telefonicamente por uma funcionária da seguradora de que terá existido um erro na peritagem. No relatório, os danos foram registados como “danos próprios”, situação que nunca autorizei nem solicitei. Perante esta informação, solicitei à seguradora uma nova peritagem, realizada por outro perito e na minha presença, tendo também pedido que a situação fosse corrigida e que fosse emitida a ordem de reparação. Apesar das várias tentativas de resolução, continuo sem uma solução concreta. Já apresentei igualmente uma reclamação formal junto da seguradora e contactei a Provedoria, tendo-me sido informado que deveria primeiro apresentar a reclamação à área de reclamações da seguradora, procedimento que já cumpri. Neste momento, encontro-me cansada de contactar repetidamente a seguradora sem que o problema seja resolvido e necessito de apoio jurídico para saber quais são os meus direitos e quais os passos que devo tomar para obrigar a seguradora a resolver o processo e proceder à reparação do meu veículo. Assim, solicito a intervenção e orientação da DECO PROteste, nomeadamente quanto à possibilidade de apoio jurídico e eventual recurso às vias judiciais, caso a seguradora continue sem resolver a situação. Posso disponibilizar toda a documentação relacionada com o acidente, o processo de sinistro, relatório de peritagem, comunicações trocadas com a seguradora e reclamações efetuadas. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo a vossa orientação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Vânia Teixeira Processo n.º 0030458531 Matrícula: 36-UG-75 Data do acidente: 10/07/2026

Em curso

Cobrança Indevida

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente a uma situação que mantenho sem resolução com a Generali Seguros, S.A. No âmbito do meu seguro automóvel, a Generali está a exigir-me novamente o comprovativo de abate do veículo, apesar de esse documento ter sido anteriormente remetido à própria Companhia no decurso do processo e constar do meu processo de cliente. Já contactei a Generali por quatro vezes, procurando esclarecer a situação. Apesar disso, a Companhia continua a solicitar o mesmo documento, sem explicar por que motivo a documentação anteriormente entregue não é localizada ou considerada. Esclareço que já não tenho os documentos solicitados em minha posse. Todo o processo foi tratado diretamente com a Generali e, após a sua conclusão, assumi legitimamente que a documentação já não seria necessária, tendo eliminado os documentos que já não precisava de conservar. Considero particularmente grave que, depois de ter tratado todo o processo diretamente com a seguradora e de lhe ter entregue a documentação necessária, me seja agora exigida novamente documentação que a própria Companhia deveria conservar no respetivo processo. A situação é ainda agravada pela existência de uma cobrança de uma anuidade que considero indevida, cuja regularização também procurei obter junto da Generali, sem resolução satisfatória. Depois de quatro tentativas de resolução direta e perante a ausência de uma resposta que efetivamente resolva o problema, deixei de confiar na capacidade da Generali para solucionar esta situação de forma adequada. Solicito, por isso, o apoio e a intervenção da DECO PROteste, designadamente no esclarecimento dos meus direitos enquanto consumidor e na apreciação da atuação da seguradora, tendo em conta a exigência reiterada de documentação já anteriormente entregue e a questão da cobrança que considero indevida. Junto a correspondência trocada com a Generali, bem como a documentação que considero relevante para a apreciação do caso. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo a vossa orientação quanto aos próximos passos. Com os melhores cumprimentos, Jorge Araújo

Em curso

Pedido de intervenção – Atraso prolongado na reparação e transferência do processo para oficina no d

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção dos juristas da DECO PROteste relativamente a um processo de sinistro automóvel que se encontra pendente desde maio de 2026 e cuja resolução tem sido sucessivamente adiada, sem que me seja apresentada uma solução concreta pela seguradora ou pela oficina. Sou proprietário de uma viatura BMW Série 3 330e, envolvida num sinistro automóvel, cujo processo se encontra a ser tratado pela Generali. Cronologia da situação No dia 20 de maio de 2026 foi realizada a primeira peritagem da viatura. Nessa altura, solicitei desde logo que fosse efetuada uma reserva de data para a reparação da viatura, tendo indicado como objetivo que a mesma fosse reparada até ao dia 28 de julho de 2026. No dia 27 de maio de 2026 foi realizada uma segunda peritagem, tendo sido novamente transmitido o pedido para que a reparação fosse realizada até ao dia 28 de julho de 2026. Durante este período foi-me repetidamente transmitido que não era possível efetuar uma reserva de data para a reparação. No final de junho, quando voltei a contactar a oficina para saber a situação, fui informado de que já não seria possível realizar a reparação durante o mês de julho, sendo apenas apontadas possibilidades para agosto ou setembro. Solicitei então que me fosse indicada uma data concreta para a reparação. No entanto, demoraram aproximadamente duas semanas a apresentar-me uma nova data. Perante esta sucessão de atrasos e a dificuldade em obter uma solução, apresentei uma reclamação à Generali e solicitei formalmente a transferência do processo de reparação para uma oficina situada no distrito de Coimbra, por ser uma solução muito mais adequada à minha situação. Posteriormente, fui informado de que, para proceder à alteração da oficina, a Generali necessitaria de uma declaração da oficina atual confirmando que não seria cobrado qualquer valor pela transferência do processo. A oficina, a Caetano Auto Barreiro, recusou-se, segundo me foi transmitido, a emitir essa declaração, alegando que já teria procedido à encomenda de peças destinadas à reparação da viatura e que, caso o processo fosse transferido para outra oficina, não pretendia ficar com o prejuízo dessas peças. Considero esta situação particularmente preocupante, uma vez que uma eventual questão comercial ou financeira entre a seguradora e a oficina está, na prática, a impedir a resolução do meu processo e a transferência da reparação para outra oficina. Foi-me ainda apresentada a possibilidade de a viatura ser reparada no Montijo, mas nessa solução deparei-me novamente com dificuldades, tendo permanecido aproximadamente duas semanas à espera de uma resposta relativamente à garantia de uma viatura de substituição, situação que considero igualmente lamentável, sobretudo tendo em conta o tempo que já decorrera desde o sinistro. Desde o final de julho tenho enviado vários e-mails quer à Generali quer à Caetano Auto Barreiro, sem obter qualquer resposta. Só no passado dia 3 de setembro de 2026, após várias tentativas, consegui finalmente estabelecer contacto telefónico com a oficina. Nessa conversa foi-me transmitido que: a transferência do processo para uma oficina no distrito de Coimbra continua sem resposta; a oficina continua sem emitir a declaração necessária para a transferência; a justificação apresentada é novamente a existência de peças alegadamente já encomendadas; e a oficina não pretende assumir o eventual prejuízo relacionado com essas peças. Até à presente data continuo, portanto, sem uma decisão concreta da seguradora relativamente à alteração da oficina e sem uma data para o início da reparação. Situação atual O que considero particularmente grave é que estou desde maio de 2026 com a viatura sinistrada, continuando a aguardar uma solução. A viatura permanece com um farol traseiro partido e, entretanto, tenho ainda a necessidade de realizar a inspeção periódica obrigatória, cujo prazo termina no dia 11 de setembro de 2026. Esta situação coloca-me numa posição extremamente difícil, uma vez que continuo sem saber quando a viatura será reparada, qual será a oficina responsável pela reparação e como poderei resolver a questão da inspeção. Ao longo deste processo tenho procurado colaborar com todas as partes e encontrar uma solução, tendo contactado repetidamente a oficina, a seguradora e o meu mediador de seguros. Inclusivamente, o meu mediador foi contactado há cerca de uma semana, tendo também manifestado dificuldades em obter respostas concretas por parte da seguradora. Apesar de todos estes contactos, continuo sem uma resposta formal aos diversos e-mails que enviei. O que solicito à DECO PROteste Perante esta situação, solicito a intervenção dos vossos serviços jurídicos junto da Generali e da Caetano Auto Barreiro, no sentido de ser encontrada uma solução para o processo. Em concreto, gostaria de obter esclarecimento sobre: Se a seguradora pode condicionar a transferência do processo para outra oficina à apresentação de uma declaração que a oficina atual se recusa a emitir; Se a oficina pode recusar-se a emitir essa declaração com fundamento na existência de peças alegadamente encomendadas, especialmente quando não existe, da minha parte, qualquer intenção de cancelar a reparação, mas apenas de a realizar noutra oficina; Quem deve assumir o eventual custo de peças que tenham sido encomendadas pela oficina e se essas peças foram efetivamente autorizadas pela seguradora; Se é legalmente admissível que esta situação entre seguradora e oficina permaneça a impedir a reparação da minha viatura durante um período tão prolongado; Quais são os meus direitos relativamente ao atraso na reparação e à ausência de resposta da seguradora; Que mecanismos posso utilizar para exigir uma decisão concreta e uma data para o início da reparação; E se tenho direito a reclamar eventuais prejuízos decorrentes deste atraso, nomeadamente despesas de deslocação, impossibilidade de utilização normal da viatura e outros prejuízos que possam ser devidamente comprovados. Solicito ainda que, caso considerem adequado, intervenham diretamente em meu nome junto da seguradora e da oficina, procurando obter uma resposta formal e uma solução concreta para este processo. Estou disponível para fornecer todos os documentos necessários, incluindo as peritagens, comunicações por e-mail, reclamações apresentadas, contactos efetuados, documentação relativa ao processo de sinistro e restantes elementos que possam ser relevantes. Considero que, depois de mais de três meses desde a primeira peritagem e de sucessivos atrasos e períodos sem qualquer resposta, esta situação ultrapassou já aquilo que considero razoável, encontrando-me atualmente sem uma solução concreta e com a viatura ainda por reparar. Agradeço desde já a vossa análise e intervenção.

Em curso

Sinistro

ASSUNTO: Apólice nº 0010619312, Ocorrência nº 0026425277 Sinistro nº 0029493729 Exmos Senhores: Ainda não me responderam ao meu email datado de 02/07/2026, dado que já passou mais de um mês sem resposta, venho pedir me informem com a brevidade possível sobre o que se vos oferecer o assunto, anexo fotos pedidas

Em curso

Deliberação sobre sinistro

Exmos. Senhores, Participei um sinistro no âmbito de um seguro de habitação em casa secundária localizada no Concelho de Santarém, contratado com a Companhia de Seguros Generali Tranquilidade, por danos causados pelas tempestades em Fevereiro passado. Fiz a participação no dia 25/02/2026. Enviei, a pedido da seguradora, fotografias e orçamentos em tempo útil. A seguradora manteve-se em silêncio absoluto até ao dia 22 de maio, data em que marcou uma peritagem que teve lugar no dia 25 de maio. Enviei, a pedido do perito, os documentos solicitados (orçamentos, factura de uma reparação que já tinha feito a minhas expensas e IBAN) entretanto, passadas várias semanas recebo um SMS para uma marcação de uma peritagem, a qual nunca veio a acontecer, por motivos óbvios (já tinha sido efectuada). Estes factos, só por si, revelam a má gestão do sinistro. Os danos referiam-se a cobertura de piscina que ficou destruída, abatimento do pavimento de um alpendre e danos em parede provocadas pela humidade. Decisão da seguradora. cobertura da piscina paga. Os restantes danos consideram não ter relação directa com a tempestade. O abatimento do pavimento resulta de má compactação do terreno subjacente e, portanto defeito de construção (este pavimento está construído desde 1998 e nunca abateu). Quanto aos danos na parede interior (que está virada para sul) o fenómeno que provocou danos na pintura (a parede ficou como que descascada) resultou de infiltração por capilaridade por os terrenos subjacentes estarem saturados por água resultante da tempestade e por mau isolamento quando da construção em 1998. Esta parede tinha sido pintada, como o resto da habitação em 2023, sem que até à tempestade tenham ocorrido problemas na pintura. Contestei a decisão por email e a seguradora persistiu no mesmo parecer. Considero que esta decisão é tomada de má fé. A Generali parece ter tomado esta decisão com base num modelo de IA (sem alma), não reconhecendo a excepcionalidade da situação ocorrida. Quando contratei o seguro, não me foi questionado o ano de construção, nem vieram fazer nenhuma peritagem (foram só facilidades). A decisão também não me surpreendeu de todo já que ela reflecte a opinião que o perito tinha manifestado quando se deslocou ao local. Portanto parece-me que a decisão esteja enviesada. Obviamente que com uma tão má gestão de sinistros considero que houve uma quebra de confiança na empresa e mudei o seguro para outra seguradora. Ao longo destes longos meses a comunicação da Genarali resumiu-se à participação num passatempo relacionado com o campeonato do mundo, o que obviamente não me interessava, de todo. Cumprimentos.

Em curso

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