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Reclamações recentes

Recusa de indemnização em seguro de pneu

Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a um litígio com a seguradora associado a uma cobertura de seguro de pneus. No dia 30/06/2026, ocorreu o rebentamento de um pneu do meu veículo, situação que comuniquei de imediato à seguradora. Na sequência dessa participação, a seguradora enviou assistência em viagem/reboque e solicitou o preenchimento de documentação e envio de elementos para instrução do processo. Ao longo de todo o processo colaborei integralmente, fornecendo todos os documentos e informações solicitados. Contudo, após a abertura do sinistro e das diligências efetuadas, a seguradora veio posteriormente recusar a indemnização. Considero esta decisão injustificada, uma vez que: O sinistro foi comunicado imediatamente após a ocorrência; Foi seguido todo o procedimento indicado pela seguradora; A própria seguradora desencadeou as diligências inerentes ao processo, incluindo assistência e recolha de documentação; Apenas numa fase posterior foi comunicada a recusa da cobertura. Já apresentei reclamação junto da seguradora e recorri aos mecanismos de reclamação disponíveis, mas a situação mantém-se sem resolução satisfatória. Pretendo que seja analisada a atuação da seguradora e esclarecida a legalidade da recusa apresentada, bem como a possibilidade de obtenção da correspondente indemnização pelos prejuízos sofridos. Anexo toda a documentação relevante, nomeadamente: Participação do sinistro; Comunicações trocadas com a seguradora; Decisão de recusa; Faturas e comprovativos dos prejuízos; Outros elementos de prova relevantes. Agradeço a vossa análise e apoio na resolução deste litígio. PS. De referir que foram enviadas as fotos do pneu montado, no entanto não foi possível carregar devido á dimensão do ficheiro Com os melhores cumprimentos, Victor Manuel Santos

Em curso

Sinistro não resolvido

Venho aqui deixar minha reclamação, se trata de uma viatura tvde pois dia 03/06/2026 tive um sinistro com a viatura, em uma via de mão única, parei a viatura com os 4 piscas ligados veio uma Mota pela direita realizando ultrapassagem ao mesmo tempo em que a passageira deixava a viatura, após o ocorrido foi feito tudo conforme recomendado, algum tempo depois fui notificado que a seguradora assumiu a culpa do sinistro, tendo em vista que não concordo com a situação pois não poderia se realizado uma ultrapassagem tendo em vista que a via é de mão única ainda mais pela direita, desde então tenho ligado e enviado e-mail pois inúmeras vezes pois não recebi nenhum documento com o motivo do porque a seguradora assumiu a culpa desde então tenho tido dificuldades em me comunicar com a mesma, recorro a este meio pra solucionar a minha situação tendo em vista que to a trabalhar com a viatura avariada, solicito contato para que se tarde disto tendo em vista o cenário. Com isso 1• Exijo uma justificativa por escrito sobre os fatos e fundamento pelo qual assumi a culpa 2• Solicito acesso ao processo, incluído a peritagem e os elementos considerados Desde já agradeço

Em curso

Generali Tranquilidade debito sem a minha autorizaçao e sem assinatura de contrato

Ex.mos senhores, Venho apresentar um pedido de reembolso à Generali Seguros (Tranquilidade) por ter debitado, ontem, 86 euros da minha conta sem a minha autorização. Pedi informações sobre o seguro, e me foi assegurado pelo gestor Rui Cardiga que não haveria período de carência por ter passado de um seguro para o outro. Ao receber o contrato e o pedido de débito direto, vi que havia um período de carência e avisei de imediato que não queria o seguro — nunca assinei nada, nem o contrato nem a autorização de débito direto. No entanto, ontem, dia 12 de outubro, foi efetuado um débito automático de 86,10 € na minha conta, referente à apólice da Tranquilidade. Esta operação foi efetuada por débito direto, modalidade que nunca autorizei formalmente, pois nunca assinei nem devolvi qualquer mandato para débito direto, com base em um contrato que nunca assinei. Ao perceber esta cobrança antecipada e não autorizada, solicito o reembolso, para evitar queixa junto às autoridades competentes. Obrigada Catherine

Em curso

Pedido de indemnização

Exmos. Senhores, venho por este meio informar que tenho seguro multiriscos da minha residência, na Rua das Valadas, 296 Guilhovai, S. J.Ovar, e solicitei que a referida seguradora resolvesse a situação do termoacumulador, porque segundo o Sr. que veio verificar o mesmo disse que a residência da mesma está queimada. A Seguradora em causa até á data de hoje recusaram se de pagar a referida indemnização do orçamento que foi solicitado. Assim sendo, solicito que procedam em conformidade, para a resolução do problema. Aguardo resposta; 12.09.2026

Em curso

Mora Inaceitável 75 dias de imobilização forçada de viatura por inércia da Generali

Apresento reclamação pela demora na regularização do sinistro n.º 0030360321, relativo à minha viatura, matrícula BE-83-SC. A viatura encontra-se imobilizada na oficina oficial Madeira Motores desde 29/07/2026(75dias). A seguradora assumiu a cobertura dos danos próprios em 10/09 e, em 24/09, informou que a peritagem era definitiva e que a viatura era reparável, após informações contraditórias quanto à possibilidade de perda total. Contudo, o relatório só foi submetido em 29/09, 41 dias após a última observação no dia 18-08 dos danos inferiores na viatura pelo perito. O orçamento apresentado, de 8.184,82 € com IVA, antes da franquia de 500 €, contém omissões de danos e peças necessárias à reparação, incluindo danos na lateral esquerda, cuja exclusão foi confirmada por escrito pela oficina. Assim, apesar de ter sido declarada definitiva, a peritagem revelou-se incompleta, sendo necessária uma avaliação suplementar. A seguradora informou posteriormente que encaminhara o assunto com urgência para a supervisão, prometendo autorizar a reparação em dois dias úteis. Esse prazo terminou sem autorização ou justificação concreta. Segundo a oficina, o perito ainda não realizou a visita necessária ao aditamento. Já enviei fotografias do acidente, documentação e uma lista dos danos visíveis em falta, incluindo o relatório que a própria seguradora alegava não ter recebido. Continuo a ser remetido entre seguradora, perito e oficina, sem resolução efetiva. Considero esta demora e a falta de informação consistente incompatíveis com os deveres de diligência, prontidão e informação previstos no artigo 36.º do Decreto-Lei n.º 291/2007.

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