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Reclamações recentes

Cancelamento de Seguro Automóvel

"Dados do Cliente Nome: MÁRIO JORGE SIMÕES NUNES N.o Cliente: 0305190961 N.o Contribuinte: 189702931 Cliente Verde: Sim Cliente T: 2T Dados do Contrato Produto: Automóvel Ligeiros Opção: Base N.o Apólice: 0006639122 Dados do Objeto Seguro Marca: SKODA Modelo: Octavia Break Diesel Matrícula: 03-IS-80 Com conhecimento ao Millennium BCP e à Deco Proteste Exmos. Senhores da Tranquilidade e da Generali Na sequência do aumento do prémio, bastante elevado por sinal, vi passar a minha prestação trimestral de 67,76 euros (trimestre passado) para 78,87 euros (este trimestre), mais 11 euros trimestrais, mais 44 euros anuais, sem que nada o fizesse justificar e depois de ter contactado a mediadora, a mesma não encontrou solução para a presente situação. Encontrei a solução na concorrência, na Una, trimestral por 54,77 €, Assim face aos prémios mais elevados, pretendo o cancelamento do presente seguro, tendo comunicado o facto ao banco Millennium BCP tendo cancelado o débito directo. Estou bastante desagradado com a situação porque a seguradora no vencimento da anuidade, não é suficientemente clara relativamente aos prémios seguintes. Tanto mais que sou vosso cliente há uns anos e tenho outros seguros convosco e não mereço este tratamento pela Vossa Parte. Também não gostei da forma como deram solução à situação do meu filho Jorge Henrique Vieira Nunes, na situação do seguro contra todos os riscos. Pede deferimento, Miranda do Corvo 11.06.2026 Mário Jorge Simões Nunes"

Em curso

Processo sinistro auyomovel generali tranquilidadd

RECLAMAÇÃO FORMAL – PROCESSO DE SINISTRO AUTOMÓVEL Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à gestão do meu processo de sinistro por parte da Generali Tranquilidade, situação que considero inaceitável devido à demora excessiva, falta de comunicação, ausência de resposta aos sucessivos pedidos de esclarecimento e aos prejuízos financeiros que fui obrigado a suportar. No dia 06/04/2026 fui vítima de um acidente de viação quando circulava numa Estrada Nacional, dentro da minha faixa de rodagem. Nessa altura, outro veículo entrou na via onde eu já circulava e embateu na lateral dianteira direita da minha viatura. Após o primeiro impacto, o condutor continuou a acelerar, provocando um segundo embate ao longo da lateral direita do meu veículo. Foi acionada a GNR para o local, tendo sido elaborado o respetivo auto de ocorrência. O outro condutor foi submetido ao teste de alcoolemia no local e, posteriormente, encaminhado para o posto da GNR para repetição do teste e registo formal da situação. Na sequência dos danos sofridos, a minha viatura ficou impossibilitada de circular, tendo sido rebocada para uma oficina, uma vez que uma das rodas ficou gravemente danificada e desalinhada. Efetuei a participação do sinistro junto da seguradora e apenas beneficiei de uma viatura de substituição durante cinco dias. Após esse período, e porque necessito diariamente de viatura para exercer a minha atividade profissional, incluindo disponibilidade para serviços em regime de 24 horas, fui obrigado a suportar integralmente os custos de aluguer de várias viaturas. Todas as faturas e comprovativos desses alugueres já foram enviados à seguradora. Desde a data do acidente realizei inúmeros contactos telefónicos e enviei diversos emails para a Generali Tranquilidade, solicitando informações sobre o estado do processo, esclarecimentos sobre a responsabilidade atribuída, ativação das coberturas previstas na minha apólice e apoio jurídico. Apesar das várias tentativas, raramente obtive respostas concretas. Num dos contactos efetuados para a linha de apoio, depois de expor novamente toda a situação e solicitar ajuda para resolver o problema, fui informado pela colaboradora que não existia mais ninguém com quem pudesse falar. Quando manifestei o meu descontentamento e reiterei que pretendia uma solução para o meu caso, a chamada foi terminada sem qualquer resolução ou acompanhamento. Sendo as chamadas gravadas, esta situação poderá facilmente ser verificada pela própria seguradora. Durante este período fui informado verbalmente de uma decisão de responsabilidade repartida em 50/50. Discordo totalmente dessa conclusão, não só pela dinâmica do acidente, mas também pelo facto de existir participação da GNR, testemunha identificada e registo de alcoolemia do outro condutor. Apesar dos meus repetidos pedidos, nunca me foi apresentada uma fundamentação clara, detalhada e formal que justificasse essa decisão. Importa ainda referir que ambos os veículos envolvidos no acidente são segurados pela própria Generali Tranquilidade. Por esse motivo, considero ainda mais incompreensível a demora excessiva na análise e resolução do processo, bem como a falta de informação prestada ao cliente ao longo de mais de dois meses. Posteriormente fui contactado pela oficina para autorizar uma reparação parcial da viatura, limitada apenas à parte frontal e à roda danificada. Recusei inicialmente essa intervenção por considerar que os danos provocados pelo acidente abrangiam também toda a lateral direita da viatura. Solicitei novamente esclarecimentos junto da seguradora e pedi a ativação das coberturas de danos próprios e proteção jurídica previstas na minha apólice, mas continuei sem obter qualquer resposta. Face à ausência de solução, à necessidade urgente de ter uma viatura disponível para trabalhar e à impossibilidade financeira de continuar a suportar alugueres, vi-me obrigado a aceitar a reparação parcial para poder voltar a circular. A viatura foi entregue no dia 05/06/2026, quase dois meses após o acidente, permanecendo ainda com danos visíveis na lateral direita resultantes do mesmo sinistro. Durante todo este período continuei igualmente a suportar o encargo mensal do contrato de leasing da viatura, no valor de 499€ por mês, apesar de não poder usufruir plenamente do veículo devido à sua imobilização. Entre os custos de aluguer de viaturas e os encargos do leasing, os prejuízos financeiros acumulados são extremamente significativos. Considero que a gestão deste processo foi marcada por atrasos excessivos, falta de comunicação, ausência de resposta aos pedidos de esclarecimento, falta de acompanhamento ao cliente e prejuízos financeiros relevantes que fui obrigado a suportar sem qualquer apoio ou solução por parte da seguradora. Solicito a reapreciação urgente do processo, o envio da fundamentação formal da decisão de responsabilidade atribuída, a análise dos prejuízos que suportei com alugueres de viaturas e demais despesas relacionadas com a imobilização do veículo, bem como uma resposta formal e definitiva sobre todas as questões que permanecem sem esclarecimento desde a data do acidente. Pedro Infante

Em curso

Denúncia do contrato sem explicação

no atinente à apólice multiriscos habitação #0010029899 houve um pedido de intervenção por sinistro e cuja peritagem foi realizada em Fevereiro de 2026. Em 4 meses não houve resposta. nota: em Maio, depois de todo o relato aqui apresentado a Generali recusa-se a assumir responsabilidades. O Cliente pediu nova intervenção em 29 de Abril. Pouco depois (início de Junho), sem apresentar justificação, a seguradora escusou-se à renovação do seguro por eMail, sem que houvesse quaisquer respostas i) à necessidade apresentada em Fevereiro ou ii) a de Abril de 2026. Em Maio de 2026 a companhia envia uma missiva antes de que tenha havido qualquer notícia do actuariado, ou do resultado da peritagem de Fevereiro ou do que tenha sido tratado no que respeita a Abril de 2026. A resolução do contrato (com data: 02 de Julho) sem assunção de quaisquer explicações ou de comunicação quanto ao que tenha havido de peritagem (problema de Fevereiro) ou no que diga respeito à necessidade apresentada em Abril (ainda: porque em nenhum dos casos houve problemas relacionados com as intempéries) apresenta uma ENORME DESFAÇATEZ para entidade que se arroga de ser "premiada pela DECO" como a MELHOR companhia de seguros. Não o é! Não merece esse epíteto, não é cordata e falta-lhe ética social

Em curso

Apolice Flexiplus 5000740850

Estou farto de mandar e-mails com o problema com o meu seguro poupança acima referido. Este mês ainda não depositaram a minha poupança mensal de 145 euros liquidos , quando o banco fez a transferencia no 05-05-2026 como faz todos os meses, ninguém dá uma resposta ao que aconteceu . Estamos a chegar ao fim do mês e estou com receio que a próxima mensalidade vai ser desviada, isto é muito grave.

Resolvida

Falha nas instruções da seguradora origina recusa de pagamento de cobertura

Boa noite. Tendo cobertura de pneus na minha apolice da Generali Tranquilidade, e após danificar um pneu ao cair num buraco, contactei telefonicamente a comunicar o sucedido e a solicitar instruções para avcionar a apolice. Na chamada expliquei que o dano era visivel (bolha na parede lateral do pneu) e que apenas ao estacionar na rua em que habito dei conta do mesmo. O carro nao estava impossibilitado de se deslocar a uma casa de pneus a 200 metros da minha habitação, e tudo isso foi contado por mim e estará gravado na chamada telefónica. Em seguida enviaram-me por email todas as instruções para accionar a apolice. Desloquei-me à casa de pneus no final da rua, e adquiri 2 pneus novos, tendo enviado fatura apenas de um. Ao questionar passados 10 dias, indicam que não vão pagar porque não chamei reboque. Se eu expliquei ao telefone (estará gravado!) que iria à casa de pneus ao fundo da rua e ninguém me falou em obrigação de chamar reboque, e se nas instruções por email não referem reboque, julgo estar a ser incorrectamente responsabilizado por não cumprir procedimentos aparentemente obrigatórios mas que por negligência da seguradora não me foram comunicados por nenhuma das 2 vias de contactos realizados. Sinceramente parece-me negligência pura ou propositado para fugirem à responsabilidade como é tão famoso entre seguradoras. Exigi a revisão do meu processo e a consulta da chamada telefónica e do email de modo a comprovarem que agi precisamente de acordo com as instruções fornecidas, e não posso ser responsabilizado por uma falha apenas e unicamente do lado da seguradora. Na recusa de me pagarem o pneu danificado sob a cobertura que tenho na minha apólice, darei por cancelado o seguro nesta companhia e farei reclamação formal ao Instituto Português de Seguros, IMT e Deco. Enviei hoje email a expor argumentos de defesa e toda a situação ao provedor do cliente, dado que não obtive qualquer resposta ou reação aos meus argumentos de defesa após informarem-me a recusa acima referenciada.

Em curso

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