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Indemnização por perda total
Venho solicitar apoio relativamente a um processo de sinistro automóvel por perda total junto da Generali Tranquilidade, processo n.º 0028632936. O sinistro ocorreu em 18/02/2026, tendo a responsabilidade sido assumida pela seguradora. Contudo, apesar de já terem decorrido 75 dias desde a data do acidente, o processo continua sem resolução adequada. Após receção de proposta de indemnização considerada insuficiente, apresentei contraproposta fundamentada em 06/04/2026 com base em anúncios reais de mercado de viaturas comparáveis, sem que até à presente data tenha obtido qualquer resposta por parte da seguradora. Apesar dos diversos contactos efetuados através do apoio ao cliente e dos sucessivos alertas internos enviados ao gestor do processo, Sr. Nuno Braga, continuo sem qualquer esclarecimento ou evolução concreta relativamente ao processo, sendo recorrentes os atrasos prolongados nas respostas por parte do referido gestor. Esta situação tem-me causado elevados transtornos pessoais e profissionais, uma vez que a viatura permanece imobilizada e sem condições normais de circulação, mantendo-se igualmente por regularizar a questão da privação de uso. Tendo em conta que a Generali Tranquilidade tem sido reconhecida publicamente pela qualidade do seu serviço, considero importante dar conhecimento desta situação concreta e solicitar a vossa apreciação e eventual apoio.
Sinistro habitação- pagamento não recebido
Na sequência da tempestade Kristin bem conhecida por todos, tivemos danos avultados na nossa habitação nomeadamente no telhado. A empresa Generali tranquilidade mais uma vez agiu com lentidão em todo o processo e após o sinistro em 28 Janeiro só em Março fizeram peritagem e ainda não procederam ao pagamento do valor acordado. Nunca enviam qualquer informação escrita sobre o estado do processo e cada vez que ligamos para a linha de apoio esperamos horas para passarem a pessoas diferentes e ficarmos na mesma com o problema por resolver. Supostamente já está tudo aprovado para pagamento há semanas e ainda não recebemos nada! Continuamos sem telhado com agravamento de toda a situação e zero preocupação da companhia! Gostaríamos de finalizar este processo com o pagamento do dinheiro que nos é devido.
Cobrança antecipada indevida
Boa tarde. Recebi por email dia 30/03/2026 uma cobrança valor 64,64 referente ao pagamento do seguro Automóvel do mês de Fevereiro e Abril com vencimento para dia 29/04. Paguei dia 01/04/2026, pois desde 25/10/2025 que a Generali não emviou-me minha carta verde. Pago o seguro mensalmente. Ja solicitei varias vezes a carta verde, e a Generali informa que ainda devo mes de Março, pois o que paguei foi mes de Maio. Como e possível se pago o seguro por mes e era o mes de Abrilque faltava, pois tenho da seguradora informando que o ultimo anterior wue fiz, daria cobertura ate 30/03/2026. Isso é enganar! Como poderia pagar o mes de maio se faltava Março. A empresa se recusa devolver o paguei para cancelar e não enviam carta verde. Tenhos os emails
Falta de apoio/informação por parte da seguradora
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio na tentativa de resolução do meu diferendo com a seguradora acima indicada. No passado dia 05/03, tive um acidente com o meu carro onde fui a única envolvida. O sinistro foi imediatamente comunicado à companhia e até hoje e após inúmeras tentativas de contacto e reclamações a mesma companhia ainda não se dignou a entrar em contacto comigo no sentido de resolver situação e me dar informações sobre o desenvolvimento da mesma. A seguradora foi informada de que necessito do veiculo como meio de subsistência, uma vez que, trabalho a 34Km de casa e que neste momento dependo de transportes públicos para me conseguir deslocar. Assim, são despesas extras sendo que continuo a pagar um seguro onde não tenho direito a carro de substituição e que este serviço sai todos os meses e já foi pago não me está a dar qualquer apoio no sentido de resolver o problema com a maior brevidade possível. Com isto, peço encarecidamente o vosso apoio no sentido de resolver a situação junto da seguradora Generali/Tranquilidade. Com os melhores cumprimentos Ana Rodrigues.
Indemnização por atribuir
Exmos Srs, No dia 30 janeiro de 2026, na sequência da tempestade Kristin reportei à companhia de seguros Generali Tranquilidade diversos prejuízos sofridos no âmbito da tempestade. Fui objeto de 2 peritagens uma por infiltração de água na sala e outra por riscos elétricos. Do total de prejuízos comunicados só recebi 770 euros relativos a riscos elétricos, Não concordo com a análise efetuada pela Companhia, que transcrevo: OCORRÊNCIA Nº:0025623794 SINISTRO Nº:0028088367 Caro cliente, Vimos informar que, no seguimento das diligencias efetuadas, constatamos que os danos ocorridos e verificados não têm enquadramento nas garantias da apólice, dado que a ocorrência incide sobre a deficiente impermeabilização da varanda e revestimento em pedra da chaminé que não está garantida pela nossa Apólice. Acontece que nos vários anos que sou cliente nunca reportei qualquer dano por infiltração só no dia da tempestade. Facto que foi observado no local pelo Perito do Seguro. Nas semanas seguinte choveu e não se verificou qualquer infiltração na sala - tudo continua seco - Valor da Indemnização zero. Só um pormenor: não existe qualquer revestimento em pedra da chaminé que é no sentido oposto da infiltração - tal observação advém não da peritagem mas do orçamento solicitado (erro de quem fez o orçamento). Relativamente aos prejuízos por riscos elétricos no montante de (861€ motor portão + 818€ Câmaras de vídeo + 196,8€ motor estores + bomba água 695 €) só recebi 770 €. Assim sendo solicito apoio jurídico para ser indemnizado pelo valor justo do prejuízo ocorrido. Não é admissível que tendo o Perito presenciado a infiltração provocada pela tempestade Kristin na semana em que ocorreu o fenómeno este não seja considerado como tal, e aleguem deficiente isolamento da varanda ou da parede de xisto. quando no inverno não foi efetuada qualquer comunicação de infiltrações e nas semanas depois com chuva contínua não tenha ocorrido qualquer entrada de água. Conforme pode confirmar o perito que avaliou os riscos elétricos (é só perguntar ao próprio). Reclamo pelo facto do reembolso dos riscos elétricos ser baixo face ao prejuízo havido (os equipamentos tinham 5 anos) mas principalmente pelo facto do prejuízo da tempestade (entrada de água na sala) não ter sido considerado como proveniente da tempestade 5.000 € de prejuízo. José Matos
Sinistro de automovel parado há 2 meses
Sou cliente da Generali Seguros pela primeira vez e já estou arrependida. Participei um sinistro em Fevereiro ( inicio do mês), foi feita a participação, foi indicada a oficina para o arranjo, o perito fez a parte dele e neste momento encontrou-me há mais de 1 mês à espera que a generalis de continuidade ao meu processo. Antes de escrever esta caixa, contactei os mesmo uma 3/4 vezes e sempre me foi dada a mesma resposta " que a Comunicação da Responsabilidade tem de ser Aprovada" ao qual eu questionei a quem cabia fazer isso? e a resposta é sempre que vem da parte interna da empresa e que o máximo que podem fazer é deixar um sinal no sistema para reverem ou darem urgência ao processo. Ainda continuou à espera, acho inadmissível isto ser um problema interno e já la vão dois meses e o meu carro continua sem arranjo porque a empresa generalis esta a empatar e não resolve dar continuidade ao caso. Por acaso o meu carro anda na mesma, porque senão como iria trabalhar? Foi a primeira e ultima vez que vou ter qualquer carro nestes serviços péssimos.
Recusa pagamento do sinistro
Entidade reclamada: Generali Tranquilidade Seguros, S.A. Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à decisão de recusa do sinistro nº 0028083358, associado à ocorrência nº 0025612815, no âmbito da apólice multirriscos habitação nº 0007812720. O sinistro ocorreu na sequência de uma tempestade Kristin ,que provocou ventos fortes, tendo causado danos no telhado do edifício e consequente entrada de água no interior do meu apartamento, localizado em Rua da Escola , 3080-847 Figueira da Foz. Em resultado deste evento verificaram-se infiltrações e danos no interior da habitação, nomeadamente na pintura e em outros elementos do imóvel. Contudo, a seguradora comunicou a recusa de indemnização alegando que os danos não têm enquadramento nas garantias da apólice. Considero esta decisão injustificada, uma vez que a apólice contratada inclui cobertura para riscos de tempestades e danos por água. Importa salientar que os danos verificados não se limitam a elementos exteriores, tendo ocorrido infiltração de água e danos no interior do imóvel em consequência direta da tempestade. Solicitei também fundamentação técnica da decisão e cópia do relatório pericial que sustentou a recusa, informação que considero essencial para avaliar corretamente a situação. Assim, venho solicitar a reapreciação do processo de sinistro e a revisão da decisão tomada, por considerar que os danos se enquadram nas coberturas da apólice. Caso a situação não seja resolvida de forma adequada, reservarei o direito de apresentar reclamação junto da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões e recorrer aos mecanismos legais de resolução de litígios disponíveis. Com os melhores cumprimentos, S.S.
Reclamação – Serviço de Assistência em Viagem
**Reclamação – Serviço de Assistência em Viagem** Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço de assistência em viagem prestado pela seguradora Tranquilidade no dia **13/03/2026**, que considero totalmente inaceitável. No referido dia, pelas **07:30 da manhã**, solicitei assistência através do **WhatsApp da seguradora** para o **reboque da minha viatura BMW Série 3, matrícula AG-82-CD**, desde **Lagoa** até às instalações da **BMW Caetano em Faro**, onde tinha **marcação previamente agendada para as 09:30** para entrega da viatura para reparação. Apesar da urgência e da marcação previamente existente, **o reboque apenas chegou cerca das 10:00**, já depois da hora da marcação, o que por si só demonstra falta de organização e eficiência do serviço de assistência. Contudo, a situação agravou-se ainda mais quando **a viatura não foi transportada para o destino solicitado (BMW Faro)**, tendo sido **levada para um parque de reboques em Portimão sem o meu conhecimento ou autorização**. Durante todo este processo **não fui contactado pela assistência da seguradora para qualquer explicação ou esclarecimento**. Apenas após **aproximadamente 10 chamadas telefónicas da minha parte** consegui obter alguma informação sobre o paradeiro da viatura. Para minha surpresa, fui posteriormente informado que a viatura **apenas seria entregue em Faro no dia 16/03/2026**, decisão tomada **unilateralmente pela assistência da seguradora**, sem qualquer justificação plausível e sem considerar os prejuízos causados ao cliente. Esta situação provocou **graves transtornos**, uma vez que **perdi a marcação na BMW em Faro**, a qual **demorei cerca de um mês a conseguir agendar**, causando atraso na reparação da viatura e prejuízos pessoais. Considero que este caso demonstra **uma falha grave na prestação do serviço de assistência, falta de comunicação com o cliente e desrespeito pelas instruções dadas no momento do pedido de assistência**. Assim, solicito: * Uma **explicação formal e detalhada sobre o ocorrido**; * A **justificação para o atraso do reboque** e para a **alteração do destino da viatura sem autorização**; * O **apuramento de responsabilidades internas** pelo sucedido; * A **devida compensação pelos transtornos e prejuízos causados**. Caso esta situação não seja devidamente esclarecida e resolvida, reservo-me o direito de **apresentar a situação junto das entidades reguladoras competentes**. Aguardo resposta dentro do prazo legal. Com os melhores cumprimentos.
Falta de resposta a participação de sinistro e pedido de peritagem – Apólice n.º 0004383723
Exmos Senhores: Em 02/12/2025 foi solicitado pedido de peritagem ao abrigo da apólice n.º 0004383723, relativo a danos por infiltração de humidade no teto de duas divisões da minha habitação. Até à data não foi efetuado qualquer contacto nem agendada a peritagem, apesar de três contactos telefónicos realizados em fevereiro de 2026 e de email enviado em 05/03/2026, que permanece sem resposta. Os danos continuam a agravar-se, pelo que solicito contacto urgente, agendamento imediato da peritagem e esclarecimento sobre o estado do processo. Solicito resposta no prazo máximo de 10 dias úteis, sob pena de apresentação de participação junto da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF).
Cobrança indevida a meio do contrato
Exmos. Senhores, Apresento reclamação referente à , por cobrança indevida e falta de resposta. Após um sinistro sem feridos, autorizei a reposição do capital seguro. Fui então surpreendido com dois débitos diretos: 22,76 € e 49,09 €. Contactei a Tranquilidade telefonicamente por duas vezes para esclarecer a situação. Os assistentes confirmaram que os 22,76 € correspondem à reposição de capital, mas não souberam justificar a origem da cobrança dos 49,09 €. Face a isto, foi aberto um pedido de esclarecimento a 20 de fevereiro. Já passaram 13 dias sem qualquer resposta e, entretanto, o débito de 49,09 € foi executado na minha conta. Ao analisar a cobrança, é evidente que os 49,09 € correspondem ao agravamento do prémio cobrado proporcionalmente aos cerca de 166 dias que faltam para a renovação. A diferença anual entre o prémio antigo (658,03 €) e o novo (766,00 €) é de 107,97 €; o cálculo proporcional para os dias restantes até 28/07/2026 resulta exatamente nos 49,09 € faturados. Se for esta a razão da cobrança, há a violação a Cláusula 15.ª, n.º 2 das Condições Gerais, que determina que: "A alteração do prémio por aplicação (...) dos agravamentos por sinistralidade (...) é aplicada no vencimento seguinte à data da constatação do facto." As Condições Particulares também estipulam que o cálculo por sinistralidade afeta as "anuidades subsequentes". A cobrança de agravamento a meio da anuidade é ilícita. Exijo a devolução imediata dos 49,09 €. Com os melhores cumprimentos.
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