Reclamações públicas

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Demora na resolução e informação

Assunto: RECLAMAÇÃO URGENTE: Ausência de resposta a Sinistro Habitação e Falha Geral de Canais – Apólice n.º 0010825309. Venho por este meio apresentar reclamação formal face à total ausência de assistência e resposta relativamente ao sinistro habitação participado no passado dia 19 de julho, referente à apólice supracitada. No seguimento do vosso pedido, enviei a descrição completa dos danos para o email linhasinistros@tranquilidade.pt. Até à presente data, não obtive qualquer confirmação sobre o processo nem sequer o número do respetivo processo, ponto de situação ou agendamento de peritagem, violando as recomendações de boas práticas da ASF relativas ao prazo de primeiro contacto. Num dos emails chamei a atenção para a urgência da peritagem porque no caso de chuva haveria infiltrações na minha moradia e do vizinho podendo acarretar grandes prejuízos. Adicionalmente, reporto uma falha grave nos vossos canais de suporte: 1. A Área de Cliente (App e Web) rejeita as minhas credenciais e impede novo registo por "dados incorretos". 2. O vosso serviço de atendimento telefónico falhou o compromisso gravado de retornar a chamada no prazo de 48 horas (solicitado a 29 de julho). 3. Hoje, após espera em linha de mais de 30 minutos, fui finalmente atendido telefonicamente não havendo da parte do assistente capacidade para me prestar as informações necessárias relativamente ao sinistro em causa. Fiquei muito preocupado por constatar que o meu processo tem andado à deriva, perdido na seguradora. Fiquei finalmente a saber o Nº do Processo. Perante o pagamento integral e pontual de uma anuidade generosa, exijo: • O agendamento imediato da peritagem técnica ou regularização direta dos danos. • A reposição do meu acesso digital à apólice. • Um contacto telefónico célere e efetivo para o número 965523014. Efetuei a mudança de seguradora pelas referências recolhidas na DECO PROteste. Lamento que uma entidade que se diz defensora dos consumidores faça publicidade a uma seguradora nada credível e que não tem qualquer respeito pelos clientes. Deveriam rapidamente rever a Vossa política de publicidade e apoio. Adriano Freitas Costa

Em curso

Falta de informação via telefone ou telemóvel da não inclusão da cobertura Choque, colisão e capotam

Exmos. Senhores, No passado dia 18 e 19 de junho de 2026 apresentei uma reclamação relativa à minha apólice de seguro automóvel, à qual, até à presente data, não obtive qualquer resposta (Refª nº 16653206 e Refª nº 16652763). N.º da Apólice: **********04 Matrícula: **********07 Venho, assim, reiterar formalmente a minha reclamação. Na sequência do acidente que sofri, fui informado pelo mediador de seguros de que a minha apólice não incluía a cobertura de choque, colisão e capotamento, motivo pelo qual o sinistro não poderia ser regularizado ao abrigo dos danos próprios. Esta informação causou-me enorme surpresa, pois sempre tive a convicção de que possuía um seguro com cobertura de danos próprios ("contra todos os riscos"). Em nenhum momento me foi explicado, quer verbalmente, que a minha apólice não incluía aquela cobertura essencial. Todo o processo de contratação e renovação foi tratado por correio eletrónico, nunca tendo recebido qualquer contacto telefónico, explicação personalizada ou alerta para a inexistência da cobertura de choque, colisão e capotamento ou para qualquer alteração relevante das garantias contratadas. Entendo que existiu uma clara violação dos deveres de informação e esclarecimento que impendem sobre o mediador de seguros e sobre a seguradora, impedindo-me de tomar uma decisão consciente e devidamente informada relativamente ao contrato de seguro. Caso tivesse sido devidamente informado da inexistência desta cobertura, teria optado por contratar uma apólice que efetivamente garantisse os danos decorrentes de choque, colisão e capotamento. Informo que solicitei ao atual mediador, que procedesse à alteração das minhas condições contratuais, que incluíssem choque, capotamento e colisão, atos de vandalismo assim como viatura de substituição em caso de acidente. Esta apólice irá iniciar a partir do dia 01 de Agosto até ao fim da minha apólice (03/04/2027). Solicito, por isso: Uma resposta fundamentada à reclamação apresentada em 18 e 19 de junho de 2026; O envio de toda a documentação que comprove que fui devidamente informado via telefone, da inexistência da cobertura de choque, colisão e capotamento, bem como de qualquer alteração das coberturas da minha apólice; A identificação da data, forma e conteúdo dessa alegada informação, caso entendam que a mesma foi prestada; A reapreciação da situação, atendendo ao incumprimento dos deveres de informação e aconselhamento. Informo que a minha viatura, na falta de resposta da vossa parte, dei indicação à minha oficina habitual, para proceder à reparação, pois necessito da viatura para o meu dia a dia. Não tendo sequer direito à viatura de substituição, uma vez que esta não está incluída na apólice, tive de proceder ao aluguer de uma viatura por 28 dias, causando-me como é óbvio, danos financeiros e não só. Aguardo uma resposta escrita com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos, JP

Encerrada

Falta de informação via telefone ou telemóvel da não inclusão da cobertura Choque, colisão e capotam

Exmos Senhores, Venho por este meio solicitar a vossa ajuda no seguinte. No passado dia 18 de Junho de 2026, sofri um acidente sozinho, em que não reparei que ao fazer a curva estava em cima de uma coluna de sustentação das coberturas do parque de estacionamento do supermercado Mercadona de Fânzeres. Eu, como sempre desejei ter sempre o carro segurado com danos próprios, e uma vez que estou a pagar pelo seguro, a quantia anual de 434 euros, sempre pensei que o meu seguro tinha a cobertura choque, colisão e capotamento. Ao entrar em contato com o meu mediador da seguradora, diz-me de imediato que o meu seguro não cobre o acidente que sofri. É evidente que recebi no meu e-mail e também no WhatsApp as condições do seguro. A questão é que confiei no mediador, pensando sempre que a cobertura atrás estava incluída no meu seguro. Senti-me enganado e fui mal informado, uma vez que as condições do seguro foram sempre tratadas via e-mail e WhatsApp. Nunca mas nunca houve um telefonema da parte do mediador, a alertar-me para o fato. Tanto é que solicitei junto do mediador, um acrescento da cobertura choque, colisão e capotamento a juntar ao meu atual seguro, pagando mais 196 euros, com viatura de substituição, caso accionar o seguro. Pretendo que seja ressarcido de todos os valores pagos até ao momento pela minha companhia ou mediador, da reparação, do aluguer de uma viatura e também dos gastos com a Uber. Daí solicitar a vossa intervenção, Com os melhores cumprimentos, JP

Encerrada

Seguro automóvel

Exmos. Senhores, O veículo imobilizado desde 15-05-2026 nas instalações das oficinas da Santogal. Efectuaram várias perícias, em acordo com a oficina aprovaram um orçamento no dia 02-07-2026. Orçamento condicionado sem data de entrega das peças, nem do veículo. O seguro contratado cobre danos próprios e na impossibilidade de entrega do veículo arranjado, a sua substituição. Última actualização iria o dossier para a gestão, já lá vai uma semana. Sem resposta vejo-me obrigado a apresentar esta reclamação. Preciso do veículo adquirido e imatriculado a 24-03-2026 Ou a possibilidade de lançar a aquisição de um novo conforme o seguro adquirido nessa data Cumprimentos. Lisboa 21 Julho 2026 José Xavier Haro Paralta Gerente Estimaprestigio Unipessoal Lda

Em curso

Falta de informação via telefone ou telemóvel da não inclusão da cobertura Choque, colisão e capotam

A reclamação que fiz para a seguradora "Exmos. Senhores, No passado dia 18 e 19 de junho de 2026 apresentei uma reclamação relativa à minha apólice de seguro automóvel, à qual, até à presente data, não obtive qualquer resposta (Refª nº 16653206 e Refª nº 16652763). N.º da Apólice: 0008893704 Matrícula: 81-VZ-07 Venho, assim, reiterar formalmente a minha reclamação. Na sequência do acidente que sofri, fui informado pelo mediador de seguros de que a minha apólice não incluía a cobertura de choque, colisão e capotamento, motivo pelo qual o sinistro não poderia ser regularizado ao abrigo dos danos próprios. Esta informação causou-me enorme surpresa, pois sempre tive a convicção de que possuía um seguro com cobertura de danos próprios ("contra todos os riscos"). Em nenhum momento me foi explicado, quer verbalmente, que a minha apólice não incluía aquela cobertura essencial. Todo o processo de contratação e renovação foi tratado por correio eletrónico, nunca tendo recebido qualquer contacto telefónico, explicação personalizada ou alerta para a inexistência da cobertura de choque, colisão e capotamento ou para qualquer alteração relevante das garantias contratadas. Entendo que existiu uma clara violação dos deveres de informação e esclarecimento que impedem sobre o mediador de seguros e sobre a seguradora, impedindo-me de tomar uma decisão consciente e devidamente informada relativamente ao contrato de seguro. Caso tivesse sido devidamente informado da inexistência desta cobertura, teria optado por contratar uma apólice que efetivamente garantisse os danos decorrentes de choque, colisão e capotamento. Informo que solicitei ao atual mediador, que procedesse à alteração das minhas condições contratuais, que incluíssem choque, capotamento e colisão, atos de vandalismo assim como viatura de substituição em caso de acidente. Esta apólice irá iniciar a partir do dia 01 de Agosto até ao fim da minha apólice (03/04/2027). Solicito, por isso: Uma resposta fundamentada à reclamação apresentada em 18 e 19 de junho de 2026; O envio de toda a documentação que comprove que fui devidamente informado via telefone, da inexistência da cobertura de choque, colisão e capotamento, bem como de qualquer alteração das coberturas da minha apólice; A identificação da data, forma e conteúdo dessa alegada informação, caso entendam que a mesma foi prestada; A reapreciação da situação, atendendo ao incumprimento dos deveres de informação e aconselhamento. Informo que a minha viatura, na falta de resposta da vossa parte, dei indicação à oficina Cruz & Allen, para proceder à reparação, pois necessito da viatura para o meu dia a dia. Não tendo sequer direito à viatura de substituição, uma vez que esta não está incluída na apólice, tive de proceder ao aluguer de uma viatura por 28 dias, causando-me como é óbvio, danos financeiros e não só. Aguardo uma resposta escrita com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos, João Paulo Martins Mota

Em curso

Reembolso IVA

Boa tarde, Sou lesado de um sinistro habitação parte de um condomínio e é inadmissível estarem já há 4 meses a dizerem que vão pedir urgência no processo de verificação de reembolso de IVA sempre que faço uma chamada à linha de apoio, sem me dar outra solução nem possibilitam encaminhar a chamada para outra pessoa. Não me dão outra solução a não ser escrever uma reclamação. Sinistro já ocorreu há mais de 1 ano. Para receber o dinheiro já foi uma demora excessiva e agora para pedir o reembolso do IVA esta a ser ainda pior. Peço que arranjem uma solução. Não percebo, como é que para um orçamento que já foi validado e pago, demore tanto para tratar do reembolso do IVA tendo sido enviadas as faturas todas direitas.

Em curso

Demora de resolução de sinitro

Venho por este meio solicitar uma atualização relativamente ao Sinistro n.º 0029066485. No passado dia 04/05/2026 fui informada de que o veículo foi considerado perda total. Desde então, tenho procurado obter informações sobre a evolução do processo, tendo contactado os vossos serviços, pelo menos, em 14/05/2026 e novamente em 08/06/2026. Em todas as ocasiões fui informada de que o processo se encontrava dependente da gestão, sem que me tivesse sido facultada qualquer previsão de resolução ou esclarecimento adicional sobre o seu estado. Tendo já decorrido cerca de um mês e meio desde a comunicação da perda total, enviei email a 19/06, permanecendo sem resposta. Agradeço que me informem, com a maior brevidade possível, em que fase se encontra atualmente o processo, quais os próximos passos previstos e qual a estimativa de prazo para a sua conclusão. Compreendo que possam existir procedimentos internos a cumprir, mas considero importante receber uma atualização concreta sobre o andamento do processo, uma vez que a ausência de informação tem gerado uma incerteza prolongada relativamente à sua resolução. Agradeço antecipadamente a vossa atenção e aguardo o vosso contacto.

Em curso

Cancelamento de Seguro Automóvel

"Dados do Cliente Nome: MÁRIO JORGE SIMÕES NUNES N.o Cliente: 0305190961 N.o Contribuinte: 189702931 Cliente Verde: Sim Cliente T: 2T Dados do Contrato Produto: Automóvel Ligeiros Opção: Base N.o Apólice: 0006639122 Dados do Objeto Seguro Marca: SKODA Modelo: Octavia Break Diesel Matrícula: 03-IS-80 Com conhecimento ao Millennium BCP e à Deco Proteste Exmos. Senhores da Tranquilidade e da Generali Na sequência do aumento do prémio, bastante elevado por sinal, vi passar a minha prestação trimestral de 67,76 euros (trimestre passado) para 78,87 euros (este trimestre), mais 11 euros trimestrais, mais 44 euros anuais, sem que nada o fizesse justificar e depois de ter contactado a mediadora, a mesma não encontrou solução para a presente situação. Encontrei a solução na concorrência, na Una, trimestral por 54,77 €, Assim face aos prémios mais elevados, pretendo o cancelamento do presente seguro, tendo comunicado o facto ao banco Millennium BCP tendo cancelado o débito directo. Estou bastante desagradado com a situação porque a seguradora no vencimento da anuidade, não é suficientemente clara relativamente aos prémios seguintes. Tanto mais que sou vosso cliente há uns anos e tenho outros seguros convosco e não mereço este tratamento pela Vossa Parte. Também não gostei da forma como deram solução à situação do meu filho Jorge Henrique Vieira Nunes, na situação do seguro contra todos os riscos. Pede deferimento, Miranda do Corvo 11.06.2026 Mário Jorge Simões Nunes"

Encerrada

Processo sinistro auyomovel generali tranquilidadd

RECLAMAÇÃO FORMAL – PROCESSO DE SINISTRO AUTOMÓVEL Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à gestão do meu processo de sinistro por parte da Generali Tranquilidade, situação que considero inaceitável devido à demora excessiva, falta de comunicação, ausência de resposta aos sucessivos pedidos de esclarecimento e aos prejuízos financeiros que fui obrigado a suportar. No dia 06/04/2026 fui vítima de um acidente de viação quando circulava numa Estrada Nacional, dentro da minha faixa de rodagem. Nessa altura, outro veículo entrou na via onde eu já circulava e embateu na lateral dianteira direita da minha viatura. Após o primeiro impacto, o condutor continuou a acelerar, provocando um segundo embate ao longo da lateral direita do meu veículo. Foi acionada a GNR para o local, tendo sido elaborado o respetivo auto de ocorrência. O outro condutor foi submetido ao teste de alcoolemia no local e, posteriormente, encaminhado para o posto da GNR para repetição do teste e registo formal da situação. Na sequência dos danos sofridos, a minha viatura ficou impossibilitada de circular, tendo sido rebocada para uma oficina, uma vez que uma das rodas ficou gravemente danificada e desalinhada. Efetuei a participação do sinistro junto da seguradora e apenas beneficiei de uma viatura de substituição durante cinco dias. Após esse período, e porque necessito diariamente de viatura para exercer a minha atividade profissional, incluindo disponibilidade para serviços em regime de 24 horas, fui obrigado a suportar integralmente os custos de aluguer de várias viaturas. Todas as faturas e comprovativos desses alugueres já foram enviados à seguradora. Desde a data do acidente realizei inúmeros contactos telefónicos e enviei diversos emails para a Generali Tranquilidade, solicitando informações sobre o estado do processo, esclarecimentos sobre a responsabilidade atribuída, ativação das coberturas previstas na minha apólice e apoio jurídico. Apesar das várias tentativas, raramente obtive respostas concretas. Num dos contactos efetuados para a linha de apoio, depois de expor novamente toda a situação e solicitar ajuda para resolver o problema, fui informado pela colaboradora que não existia mais ninguém com quem pudesse falar. Quando manifestei o meu descontentamento e reiterei que pretendia uma solução para o meu caso, a chamada foi terminada sem qualquer resolução ou acompanhamento. Sendo as chamadas gravadas, esta situação poderá facilmente ser verificada pela própria seguradora. Durante este período fui informado verbalmente de uma decisão de responsabilidade repartida em 50/50. Discordo totalmente dessa conclusão, não só pela dinâmica do acidente, mas também pelo facto de existir participação da GNR, testemunha identificada e registo de alcoolemia do outro condutor. Apesar dos meus repetidos pedidos, nunca me foi apresentada uma fundamentação clara, detalhada e formal que justificasse essa decisão. Importa ainda referir que ambos os veículos envolvidos no acidente são segurados pela própria Generali Tranquilidade. Por esse motivo, considero ainda mais incompreensível a demora excessiva na análise e resolução do processo, bem como a falta de informação prestada ao cliente ao longo de mais de dois meses. Posteriormente fui contactado pela oficina para autorizar uma reparação parcial da viatura, limitada apenas à parte frontal e à roda danificada. Recusei inicialmente essa intervenção por considerar que os danos provocados pelo acidente abrangiam também toda a lateral direita da viatura. Solicitei novamente esclarecimentos junto da seguradora e pedi a ativação das coberturas de danos próprios e proteção jurídica previstas na minha apólice, mas continuei sem obter qualquer resposta. Face à ausência de solução, à necessidade urgente de ter uma viatura disponível para trabalhar e à impossibilidade financeira de continuar a suportar alugueres, vi-me obrigado a aceitar a reparação parcial para poder voltar a circular. A viatura foi entregue no dia 05/06/2026, quase dois meses após o acidente, permanecendo ainda com danos visíveis na lateral direita resultantes do mesmo sinistro. Durante todo este período continuei igualmente a suportar o encargo mensal do contrato de leasing da viatura, no valor de 499€ por mês, apesar de não poder usufruir plenamente do veículo devido à sua imobilização. Entre os custos de aluguer de viaturas e os encargos do leasing, os prejuízos financeiros acumulados são extremamente significativos. Considero que a gestão deste processo foi marcada por atrasos excessivos, falta de comunicação, ausência de resposta aos pedidos de esclarecimento, falta de acompanhamento ao cliente e prejuízos financeiros relevantes que fui obrigado a suportar sem qualquer apoio ou solução por parte da seguradora. Solicito a reapreciação urgente do processo, o envio da fundamentação formal da decisão de responsabilidade atribuída, a análise dos prejuízos que suportei com alugueres de viaturas e demais despesas relacionadas com a imobilização do veículo, bem como uma resposta formal e definitiva sobre todas as questões que permanecem sem esclarecimento desde a data do acidente. Pedro Infante

Encerrada

Denúncia do contrato sem explicação

no atinente à apólice multiriscos habitação #0010029899 houve um pedido de intervenção por sinistro e cuja peritagem foi realizada em Fevereiro de 2026. Em 4 meses não houve resposta. nota: em Maio, depois de todo o relato aqui apresentado a Generali recusa-se a assumir responsabilidades. O Cliente pediu nova intervenção em 29 de Abril. Pouco depois (início de Junho), sem apresentar justificação, a seguradora escusou-se à renovação do seguro por eMail, sem que houvesse quaisquer respostas i) à necessidade apresentada em Fevereiro ou ii) a de Abril de 2026. Em Maio de 2026 a companhia envia uma missiva antes de que tenha havido qualquer notícia do actuariado, ou do resultado da peritagem de Fevereiro ou do que tenha sido tratado no que respeita a Abril de 2026. A resolução do contrato (com data: 02 de Julho) sem assunção de quaisquer explicações ou de comunicação quanto ao que tenha havido de peritagem (problema de Fevereiro) ou no que diga respeito à necessidade apresentada em Abril (ainda: porque em nenhum dos casos houve problemas relacionados com as intempéries) apresenta uma ENORME DESFAÇATEZ para entidade que se arroga de ser "premiada pela DECO" como a MELHOR companhia de seguros. Não o é! Não merece esse epíteto, não é cordata e falta-lhe ética social

Encerrada

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