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Bloqueio indevido de conta de motorista TVDE por falso positivo no sistema biométrico.
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Bolt devido ao bloqueio imediato e injustificado da minha conta de motorista parceiro (Associada ao e-mail: rhantunes@hotmail.com . A plataforma alega que a selfie de verificação diária não correspondia à foto de perfil. Contudo, recuso categoricamente esta afirmação. Garanto que a conta nunca foi partilhada ou cedida. A recolha biométrica foi efetuada por mim, sendo o bloqueio um erro técnico exclusivo do algoritmo de leitura facial da aplicação (provocado por condições de iluminação ou foco). Ao suspender a conta de forma automática e sem uma verificação humana prévia, a Bolt está a impedir-me ilegalmente de exercer a minha atividade profissional e a imputar-me uma infração contratual que não cometi. Exijo a intervenção imediata de um operador humano para analisar a conformidade da minha identidade, a reativação da conta e a reposição do meu direito ao trabalho. Já enviei para o suporte os meus documentos e fotografia de validação, aguardando deferimento urgente. Com os melhores Cumprimentos Ricardo Cristovão.
Ativação de garantia
Exmos. Senhores, venho por este meio expor a minha insatisfação com uma mala de viagem Pepe Jeans que recebi como oferta. Na primeira utilização, a pega metálica partiu-se de imediato e, já no aeroporto, a segunda pega teve o mesmo desfecho. Ao contactar o vosso apoio ao cliente para acionar a garantia, foi-me solicitada a fatura e fotos do artigo. Dado que foi um presente, não tenho acesso ao comprovativo de compra ou ao número do pedido. Solicito que revejam esta situação, pois a falta de fatura não deve invalidar a garantia de um defeito de fabrico tão evidente num produto da vossa marca. Fico a aguardar uma alternativa para a resolução do problema.
Encomenda não recebida
No dia 17JUN26 recebi uma encomenda da DHL e após abrir verifiquei que não era a minha encomenda. Contactei a DHL e a pessoa para quem era a encomenda pois tinha uma fatura no interior com o contacto. A DHL prontamente veio recolher a encomenda para entregar ao destinatário mas a minha encomenda nunca mais apareceu e registaram no sistema como entregue. Apresentei reclamação e a resposta foi que devia ser o expedidor (que nenhuma culpa teve neste processo) a iniciar um processo com a DHL. Forneci informação das duas encomendas, tracking numbers e fotos juntamente com a fatura da encomenda para procederem á devolução do que gastei e não recebi mas a DHL Portugal não assume a culpa mesmo sendo nas instalações do Porto que se deu a troca e "empurram" para a DHL Itália.
Reclamação sobre agendamento e falha na prestação de serviço
Exmos. Senhores, No dia 22 de junho, entrei em contacto com a NOS para proceder à alteração de morada do meu serviço. Fui informado de que, no dia 29, estaria agendado o serviço entre as 9h e as 13h. Concordei com a proposta, alterei o pacote e, com isso, tirei um dia de férias para garantir a presença em casa e resolver o problema. No entanto, para meu espanto, no dia 29, o serviço não foi realizado. Após novas tentativas de contacto, fui informado de que houve um erro e que não havia uma nova data de agendamento, sendo a próxima vaga apenas no dia 11. Assim, perdi um dia de férias, estou sem serviço desde o dia 29 e só poderei contar com a instalação no dia 11, o que considero uma falha grave. Exijo uma resposta formal e a correção imediata desta situação, pois estou profundamente insatisfeito com o serviço prestado. Com os melhores cumprimentos, Alcindo neto
Reclamação por venda de produto com limitações de funcionamento não devidamente informadas
Exmos. Senhores, No dia 17/03/2026, adquiri um smartwatch através da Tek4Life, destinado à utilização em Portugal. Após a compra, e apenas quando procedi à configuração e utilização de determinadas funcionalidades do equipamento, verifiquei que estas não funcionam devido à região do dispositivo. Esta situação apenas foi detetada alguns meses após a compra porque essas funcionalidades não foram utilizadas de imediato. Contactei a empresa, solicitando a troca ou o reembolso do produto, por considerar que o mesmo apresenta limitações incompatíveis com a utilização normal esperada por um consumidor português. A empresa recusou o pedido, alegando que essa informação era disponibilizada de forma clara durante o processo de compra. Contudo, tal afirmação não corresponde à realidade. À data da aquisição, essa informação não se encontrava apresentada de forma clara, visível e suficientemente destacada para que um consumidor médio pudesse compreender o verdadeiro impacto dessas limitações na utilização do equipamento. Entendo que um consumidor que adquire um produto comercializado em Portugal tem a legítima expectativa de que este funcione plenamente no mercado nacional, salvo se eventuais limitações forem comunicadas de forma clara, inequívoca e suficientemente destacada antes da celebração do contrato. Considero, por isso, que fui induzido em erro quanto às características essenciais do produto, tendo tomado a decisão de compra sem conhecimento efetivo das limitações existentes. Solicito a intervenção da DECO no sentido de promover uma resolução deste litígio, designadamente através da substituição do equipamento por uma versão compatível com o mercado português ou, em alternativa, do reembolso do valor pago. Anexo toda a documentação relevante, incluindo a fatura de compra e a troca de comunicações mantida com a empresa.
Assistência à esquentador
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao serviço de assistência ao esquentador da marca Junkers (modelo Hydro 4600 F), solicitado através da vossa plataforma Oscar e realizado no dia 20/06/2026 (sábado), pelas 18h23, com o número de serviço JOBEFCFCE8D. O serviço foi prestado pelo técnico Douglas Silva. O serviço contratado não foi concluído e resultou em graves prejuízos, conforme detalho de seguida. Serviço incompleto e danos ao equipamento: O técnico Douglas Silva, enviado por V. Exas., não terminou a reparação, alegando, desde a sua chegada, que se estava a sentir mal, cansado e com problemas pessoais, e que precisaria de descansar. Ainda assim, afirmou que concluiria a reparação. O diagnóstico apontou para uma peça eletrónica que necessitaria de ser soldada, após o que o aparelho ficaria a funcionar corretamente. Cobrança adicional e substituição duvidosa da peça: O técnico indicou que o problema estava num componente da placa eletrónica (que identificou como sendo o condensador) e que a sua substituição resolveria a avaria — pretendendo, para isso, cobrar um valor adicional de cerca de 75 €, acima do valor já acordado na plataforma (76,70 €). Informámos que não poderíamos pagar esse montante adicional, uma vez que não tínhamos sido avisados de qualquer custo extra. Perante isto, o técnico aceitou efetuar a substituição sem custos adicionais e dirigiu-se à sua viatura, dizendo que iria substituir/reparar a peça. Contudo, ao regressar, não era visível qualquer alteração na peça relativamente ao estado anterior, pelo que tenho fortes dúvidas de que tenha sido efetivamente realizada qualquer substituição ou reparação, apesar de o técnico afirmar tê-la feito. Danos provocados durante a intervenção: Ao reinstalar a peça no aparelho, ocorreu um forte estrondo e o quadro elétrico de toda a casa disparou. No meu entender, foi neste momento que a placa eletrónica ficou danificada/queimada pela primeira vez. O técnico fez então uma segunda tentativa, desta vez alegando tratar-se de outro problema: descarnou um fio elétrico, retirou o cobre e colocou-o na peça eletrónica. Ao voltar a instalar a peça no aparelho, o quadro elétrico disparou novamente, com novo estrondo, deixando a peça eletrónica queimada e totalmente inutilizável. Só após estas tentativas falhadas é que o técnico concluiu que o problema seria outro, diferente do que havia diagnosticado inicialmente. Por este motivo, considero que o técnico não tinha um diagnóstico correto do problema antes de intervir, e que as suas tentativas sucessivas — incluindo a alegada substituição da peça e a manipulação dos fios — agravaram a avaria e foram a causa direta da destruição da placa eletrónica. Ou seja, o equipamento ficou em pior estado após a intervenção do que antes desta. Perante isto, o técnico alegou não conseguir reparar e propôs um reagendamento para uma segunda visita, marcada para o dia 23/06/2026 às 9h30, para então concluir a reparação. Pagamento indevido: Apesar de o trabalho ter ficado incompleto e de o aparelho ter ficado danificado, foi exigido e pago o valor total do serviço em dinheiro, conforme posso comprovar através do histórico de interação na plataforma. Falta de fatura: Até à presente data, não me foi emitida a respetiva fatura-recibo do valor pago, tendo o técnico alegado que esta apenas passaria quando o trabalho estivesse concluído e o equipamento em perfeito funcionamento. Acresce que agora me é indicada a necessidade de substituir a placa eletrónica, com um custo aproximado de 210 €, valor que corresponde a cerca de metade do valor do próprio equipamento — algo que considero desproporcionado e inaceitável, sobretudo tendo o dano resultado da própria intervenção do técnico. Face ao exposto, exijo que a Oscar assuma a responsabilidade civil pelos danos causados pelo prestador de serviços que credenciou, procedendo com: 1. O reembolso integral do valor pago pelo serviço; 2. A reparação ou substituição da peça/placa eletrónica danificada durante a intervenção, sem qualquer custo adicional para mim; 3. A emissão da respetiva fatura-recibo; 4. O envio de um técnico devidamente qualificado e responsável para repor o equipamento em pleno funcionamento. Aguardo uma resposta no prazo de 8 dias úteis. Caso não obtenha uma resolução, reservo-me o direito de apresentar queixa junto das entidades competentes de defesa do consumidor. Com os melhores cumprimentos, Hipólito Mendes Moreira 937632537 Rua do azevinho 26 - 3A
Venda abusiva de veículo à revelia do cliente, falta de transparência e cobrança indevida de saldo r
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a instituição financeira BNP Paribas Personal Finance, S.A. (Cetelem) devido a uma conduta assente na total falta de transparência, omissão de informação e manifesta má-fé na gestão do meu contrato de crédito automóvel n.º CRE 9687247. 1. O Histórico e a Proposta de Dação em Pagamento Em janeiro de 2026, por motivos de força maior decorrentes de dificuldades financeiras e impossibilidade de suportar os encargos mensais sem comprometer a subsistência do meu agregado familiar, submeti à Cetelem uma proposta formal de Dação em Pagamento. Nessa proposta, estabeleci uma condição clara: a entrega voluntária do veículo seria feita em troca da quitação integral e definitiva do saldo devedor. Na sequência deste contacto, e sem nunca recusar formalmente as condições por mim apresentadas, a financeira agendou a recolha do veículo. O carro — um Fiat Tipo SW Diesel de 2022 (Matrícula AV-76-AA) — foi efetivamente recolhido no dia 30 de março de 2026 através do vosso responsável, o Sr. Rui. O veículo encontrava-se parado, em perfeito estado de conservação, rigorosamente imaculado e com baixa quilometragem. O seu valor real e justo de mercado estimava-se em, pelo menos, 15.000 €. 2. A Omissão de Informação e a Exigência de Devolução Durante mais de dois meses, a Cetelem manteve o bem na sua posse sem emitir qualquer resposta formal à minha proposta. Perante este silêncio e a continuação da cobrança indevida de prestações e juros de mora referentes a meses em que o carro já não estava comigo, enviei uma nova comunicação escrita a 11 de junho de 2026. Nesse e-mail, fui perentório: se a Cetelem não aceitasse os termos da dação em pagamento, exigia a devolução imediata do veículo. Caso o devolvessem, eu próprio procederia à venda do bem pelos meus próprios meios para liquidar de forma autónoma e justa o financiamento, protegendo o meu património. 3. A Atuação Abusiva e a Venda à Revelia Ignorando por completo as minhas comunicações e agindo em claro abuso de direito (Artigo 334.º do Código Civil), a Cetelem alienou o veículo a 23 de junho de 2026. Para meu total espanto e indignação, recebi uma carta datada de 29 de junho de 2026 informando que o carro foi vendido pelo valor ridículo de 6.900 € — menos de metade do seu valor real de mercado. Com esta venda opaca, realizada em leilões internos sem qualquer aviso prévio ou transparência sobre as condições, a Cetelem imputa-me agora um saldo residual abusivo de cerca de 11.000 €, pretendendo que pague por um bem que já não possuo e cuja venda autónoma me foi vedada pela própria instituição. Para agravar o cenário, a linha de apoio ao cliente contactou-me telefonicamente sugerindo, como "única solução", o refinanciamento deste saldo residual. Recuso-me categoricamente a assinar um novo contrato de crédito para branquear uma atuação abusiva por parte da financeira. 4. Impacto Social e Erro na Central de Responsabilidades de Crédito Esta situação ganha contornos dramáticos uma vez que o meu agregado familiar inclui uma filha pequena. Não tenho, de todo, condições financeiras para suportar uma prestação mensal de cerca de 200 € até ao ano de 2032 por um veículo que a Cetelem decidiu liquidar ao desbarato. Adicionalmente, verifico com gravidade que a instituição mantém o meu nome registado na Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal em situação de incumprimento puro desde janeiro, ignorando que o bem foi entregue em março e que a dívida se encontra sob profundo litígio. Pedidos Formais à DECO e à Cetelem: Face ao manifesto desrespeito pelos deveres de informação, transparência e boa-fé contratual, exijo: A intervenção da DECO junto da Cetelem para a anulação total do saldo residual de 11.000 € que me está a ser imputado, face à recusa da devolução do bem que inviabilizou a sua venda por um preço justo de mercado; A retificação urgente do meu registo na Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, devendo o contrato constar com a menção de "Em Litígio". Melhores cumprimentos, Carlos Eduardo da Rosa
A empresa eDreams me cobrou de uma transaction de 121.70 que eu desconheço
Fiz uma reserva de um voo para dia 3/01/2027 de lisboa para zurique no valor de 937.45 e eu gostaria de saber porque me foi descontado no meu cartao um valor de 121.70 pela empresa eDreams ja que foi descontado o valor de 937.45 obrigado
Serviço não entrege por completo
Paguei 30,00 € pelo serviço de Visita de Orçamento Remodelação WC (Ref. 49012771, Pedido n.º 603190, OS n.º 660404) a 26/05/2026. O serviço incluía expressamente a entrega do mapa técnico de levantamento e retificação de medidas. Os técnicos vieram a 8/06/2026 e a empresa externa confirmou que as medidas foram entregues à Leroy Merlin. Nunca recebi o mapa técnico. Desde então contactei a Leroy Merlin por diversas vezes, desloquei-me pessoalmente à loja de Telheiras, onde Susana Frere e o responsável de loja Hélio Neves assumiram o compromisso de contactar o técnico. Não recebi qualquer atualização. Foi-me ainda sugerido que contactasse diretamente o técnico externo, o que contraria o ponto 8.1 das Condições Gerais do Serviço, que atribui à Leroy Merlin a gestão integral do processo e do pós-venda. Foi ainda colocado no meu perfil online um orçamento de materiais que nunca discuti nem aprovei. A Leroy Merlin recusa o reembolso, classificando o serviço como mera deslocação. Esta classificação é incorreta: a entrega do mapa técnico faz parte integrante do serviço contratado e não foi cumprida, pelo que não existe fundamento para reter o valor pago. Solicito o reembolso integral de 30,00 € por incumprimento do serviço contratado.
Montagem com defeito
Boa Tarde, fiz uma reclamação na linha da worten ao qual já é a segunda vez que dizem para aguardar o contato e uma delas tive mais de 1 hora ao tele ate hoje nem devolvem nem resolvem o problema. Foi comprado um aparelho de exaustor e pago a montagem com a wortem, o mesmo foi realizado e pago, o tecnico que montou voltou para vir buscar as ferramentas 3 dias depois e fez um teste ao qual verificou que havia problema com o aparelho não chupava o ar, ligámos para a worten e funcionou tudo bem com o fornecedor que me fez chegar um novo e nem sequer levantou o anterior, mas entretanto e este é o problema, desde ai os contactos com a worten para a montagem do exaustor dá em nada, dizem que vão resolver vao falar com o tecnico e ja passou mais de 1 mes , tenho um exaustor montado mas com defeito e uma caixa no hall de entrada e a worten nao resolve nada. Agradeço a resolução e montagem do novo aparelho
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