Reclamações recentes

T. S.
Hoje

Bilhete não utilizável conforme anunciado

Boa tarde, Gostaria de apresentar uma reclamação relativamente à Fever, na sequência da compra de um bilhete combinado para o Palazzo Pitti, Jardins Boboli e Giardino Bardini. O bilhete indicava que incluía as três atrações, mas, quando tentámos utilizar o voucher, fomos informados na bilheteira oficial do Palazzo Pitti de que não era possível obter o bilhete físico necessário para entrar no Giardino Bardini. Como consequência, a entrada foi-nos recusada, apesar de esta atração estar incluída no bilhete que tínhamos comprado. Contactei a Fever para solicitar o reembolso, mas recusaram o pedido, limitando-se a invocar a sua política de "vendas finais". Considero que esta resposta não é adequada, uma vez que não se trata de um simples pedido de cancelamento, mas de um serviço que não pôde ser utilizado nas condições em que foi anunciado e vendido. Gostaria, por isso, de contar com o apoio da DECO PROteste para tentar obter o reembolso do valor correspondente ao serviço que não foi prestado. Tenho disponíveis o comprovativo da compra, o voucher e a correspondência trocada com a Fever. Agradeço desde já a vossa ajuda. Cumprimentos, Tânia Silva

Em curso
S. S.
26/08/2026

FEVER UP

Boa tarde, adquiri através da FEVER UP bilhetes para um concerto dos CANDLELIGHT, fiz o pagamento por mbway, usei o número que estava associado à conta oficial e a FEVER UP, apesar dos diversos comprovativos que enviei, não me enviou os bilhetes nem devolveu o dinheiro.

Encerrada
D. A.
23/08/2026

ANULAÇÃO DE BILHETES NÃO SOLICITADO

Comprei dois passes de 3 dias para o Meo Kalorama no passado dia 1 de maio para oferecer. Infelizmente não existem bilhetes físicos pelo que não os posso entregar, os bilhetes ficam apenas alojados num app, pouco clara e de utilização inconsistente a "Fever" Hoje ao tentar explorar a app para verificar como lhes podia dar os bilhetes, (pois já transferi bilhetes com sucesso no passado nessa mesma app Fever, nomeadamente do evento do RockinRio) os mesmos foram anulados subitamente ao clicar num botão "Voucher" (que acreditei que poderia criar um PDF com os bilhetes). Contactei IMEDIATAMENTE o apoio a cliente para reverter a situação, explicando a falha do aplicativo, o que referem não ser possivel. Foi me então explicado que os bilhetes foram convertidos em nota de crédito, sem o meu consentimento, e que teria que comprar novamente os bilhetes. Para agravar a situação sucede que a nota de crédito só pode ser usada para o mesmo evento e que os mesmos bilhetes estão a um preço substancialmente superior. Trata-se claramente de uma prática abusiva, pois o processo não foi de todo claro, e caso agissem de boa fé simplesmente revertiam imediatamente a ação, tal como foi solicitado. Anularem bilhetes comprados há meses, emitindo uma nota de crédito que só pode ser usada exclusivamente para comprar bilhetes para o mesmo evento mas que atualmente estão a um valor substancialmente superior, é uma prática comercial desleal. Não me tendo sido dada a opção de reativar os bilhetes pretendo o reembolso imediato do valor pago. Já contactei o meu banco para solicitar esclarecimentos e exijo a reversão imediata do movimento bancário sob pena de escalar a reclamação atual para queixa formal junto das entidades competentes. Sem outro assunto

Encerrada
T. N.
21/07/2026

Reembolso em Voucher MEO KALORAMA

Tremendamente frustrante e desleal o serviço prestado pela Fever. Realizámos a 08/05/2026 a compra de 2 bilhetes para o dia 28/08/2026 do festival MEO KALORAMA 2026, sendo que, tristemente, por questões de ordem pessoal, não teremos mesmo possibilidade de marcar presença no evento. Estando ainda a uma distância considerável acreditámos que pudesse existir uma opção de cancelamento com reembolso, que seria o mais justo e adequado, mas, pelo que foi possível entender, tal opção, estranhamente, não é aplicável neste caso. Tentámos então esclarecer pelas diferentes vias possíveis a possibilidade de cancelar os bilhetes e usar o respetivo saldo para outras futuras experiências na plataforma, tal qual sugerido, visto que nas datas do festival, infelizmente, não conseguimos mesmo estar presentes (em qualquer dos dias). Recorremos por diversas vezes ao suporte via Chat, na tentativa de esclarecimento de dúvidas, visto que, lamentavelmente, a opção de chamada telefónica não funciona sequer (via APP no iPhone), nem há nenhum outro contacto direto disponível, o que não será mero acaso. Pelo Chat, francamente, é uma salada russa. A cada contacto uma resposta diferente, muito pouca objetividade, é o que dá falar com máquinas. Ainda assim, e pela informação transmitida, fomos induzidos a escolher a opção disponível de “Pedir o reembolso em voucher”, confiando que podíamos assim recuperar o valor despendido. Qual o espanto quando, ao concretizar a ação, somos surpreendidos com a informação, nunca antes apresentada, de que o valor creditado, afinal, só dará para usar no próprio festival, ainda por cima, especificamente, no de 2026. Isto não faz qualquer sentido, nem é coerente com a informação prestada até aqui e apresentada ao longo deste procedimento. Que lógica tem limitarem a utilização para o próprio festival, ainda por cima, apenas e só, na edição de 2026? Quer dizer, atribuem validade de 20/09/2026, quando o festival é um mês antes, ou seja, para isso a validade deveria ser então coincidente com o último dia do mesmo, não uma data futura. Peço desculpa, mas é tremendamente revoltante esta situação. É brincar com as pessoas. Solicito, encarecidamente, que analisem esta situação e nos permitam, no mínimo, usar o saldo correspondente aos 2 bilhetes numa outra experiência futura disponível na plataforma. Obviamente que preferíamos o reembolso, mas claro que entendemos que existam regras e, por isso, não queremos ser exceção. Em todo o caso, e em coerência com a informação prestada e com uma lógica de bom-senso e razoabilidade, apelamos, por favor, a que esta situação seja devidamente revista e nos ajudem a resolver o problema. Obrigado!

Encerrada
R. G.
08/06/2026

Práticas abusivas do Coala Festival 2026 e incumprimento de deveres legais pela Feverup

Exm.os Senhores, Venho, na qualidade de consumidora, solicitar a intervenção da DECO Proteste relativamente às práticas adotadas no âmbito do Coala Festival 2026 e da plataforma de bilhética Fever (feverup.com). Participei no Coala Festival 2026, realizado nos dias 30 e 31 de maio de 2026, no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais. O bilhete foi adquirido através da plataforma Fever. O festival funcionou em regime integralmente cashless: no recinto não eram aceites pagamentos em numerário nem outros meios diretos para quem não dispusesse de cartão bancário, sendo a única opção o carregamento de um cartão cashless fornecido no local. Fui surpreendida pela cobrança de 1€ (um euro) pela emissão/ativação desse cartão cashless. Apesar de a organização indicar que o evento seria cashless, em momento algum, antes da compra do bilhete, foi divulgada de forma clara e acessível a existência desta taxa: nem no site oficial do festival, nem na plataforma Fever, nem em qualquer regulamento cashless público para a edição de 2026. A informação sobre o custo do cartão só é revelada na prática quando o consumidor já está no recinto e não tem alternativa para consumir bens e serviços. No final do evento, permaneci com saldo remanescente no cartão cashless. Não me foi permitido obter reembolso imediato no local, nem me foram prestadas informações claras sobre o processo, prazo ou condições para devolução desse saldo. À data de 8 de junho de 2026 (oito dias após o fim do festival), a organização não tinha aberto qualquer período de reembolso, nem publicado regulamento cashless relativo à edição de 2026 com regras sobre a devolução de saldos. De acordo com relatos e informação de edições anteriores, o Coala Festival Portugal tem adotado um modelo em que abre apenas uma janela temporal limitada para pedidos de reembolso de saldos, comunicada exclusivamente por email. Os consumidores que não veem esse email a tempo perdem o direito à devolução, ficando os saldos por reclamar na posse da organização. Este modelo, conjugado com a inexistência de informação prévia sobre custos, a ausência de reembolso imediato no local e a falta de regulamento público, cria barreiras significativas ao exercício do direito de reembolso e resulta, na prática, na retenção sistemática de montantes que pertencem aos consumidores. Desde o final do evento, tentei resolver a situação diretamente com a Fever, sem êxito: – 1 de junho de 2026: envio de email a solicitar informação sobre o reembolso do saldo; recebi apenas uma resposta automática genérica. – 3 de junho de 2026: novo email a solicitar resposta efetiva; novamente apenas resposta automática. – 5 de junho de 2026: contacto telefónico com a Fever; não obtive qualquer solução concreta. – 8 de junho de 2026: novo contacto telefónico; voltei a receber apenas o mesmo email automático, sem esclarecimento ou resolução. Não existe um canal de contacto funcional, eficaz e personalizado com a organização do Coala Festival Portugal, e a Fever tem-se limitado a respostas automáticas, sem resolver o problema. A plataforma de venda de bilhetes e gestão da experiência é operada pela Fever Labs Inc., com sede em 50 Greene St, 3rd Floor, New York, NY 10013, EUA, NIF 99‑0368536, conforme a sua própria política de privacidade. Em Portugal, a atividade é explorada através das sociedades Portugal Fever, Lda (NIF 514417595) e Fever – Produção de Eventos, Unipessoal Lda (NIF 508575567), ambas sediadas no concelho de Odivelas. Para além da Fever, enquanto vendedora de bilhetes e operadora da experiência, o Coala Festival 2026 é publicamente apresentado como evento coproduzido pela Câmara Municipal de Cascais. Tendo em conta o regime aplicável aos espetáculos de natureza artística, existirá ainda um promotor registado na IGAC para este festival, cuja identificação (denominação social, NIF e morada) não é tornada acessível ao consumidor. Agrava a situação o facto de, após contactar a linha de apoio do Livro de Reclamações Eletrónico, me ter sido comunicado que nenhum dos NIF associados à atividade da Fever em Portugal – Portugal Fever, Lda (NIF 514417595) e Fever – Produção de Eventos, Unipessoal Lda (NIF 508575567) – dispõe de Livro de Reclamações registado na plataforma oficial. Tendo em conta que estas sociedades prestam serviços a consumidores em território português, entendo que a ausência de Livro de Reclamações (físico e eletrónico) configura um incumprimento adicional das obrigações legais previstas no Decreto‑Lei n.º 156/2005, de 15 de setembro, e respetivas alterações. Em termos jurídicos, considero que: – A cobrança de 1€ pela emissão/ativação de um cartão cashless obrigatório, sem informação pré-contratual clara e destacada, configura uma prática de venda casada e viola os deveres de informação da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho). – A ausência de regulamento cashless acessível antes da compra do bilhete impede o conhecimento prévio das condições de reembolso e torna as eventuais limitações (janelas curtas, comunicação apenas por email, perda automática do direito a reembolso) cláusulas contratuais gerais potencialmente nulas, nos termos do Decreto‑Lei n.º 446/85 (Lei das Cláusulas Contratuais Gerais). – O modelo adotado favorece a retenção sistemática de saldos não reclamados, beneficiando a organização à custa dos consumidores, podendo configurar enriquecimento sem causa. – A inexistência de Livro de Reclamações associado aos NIF da Fever em Portugal é, por si só, uma violação das obrigações aplicáveis a fornecedores de bens e prestadores de serviços com contacto com o público em geral. Face ao exposto, solicito à DECO Proteste: Apoio na obtenção do reembolso integral do saldo remanescente no meu cartão cashless do Coala Festival 2026. Apoio na exigência de reembolso do valor de 1€ cobrado pela emissão/ativação do cartão cashless, não previamente divulgado. Análise jurídica das práticas aqui descritas (cashless obrigatório sem alternativa, cobrança de taxas não divulgadas, ausência de regulamento de reembolsos, modelo de janelas temporais que leva à retenção de saldos, inexistência de Livro de Reclamações para os NIF da Fever em Portugal) e, se for caso disso, a apresentação de denúncia às entidades reguladoras e fiscalizadoras competentes (Designadamente IGAC, ASAE, Direção‑Geral do Consumidor). Orientação quanto à eventual necessidade de recorrer a mecanismos de resolução alternativa de litígios (Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa / CIAC Cascais), caso a Fever e a organização do Coala Festival não regularizem voluntariamente a situação. Anexo a esta comunicação (ou disponibilizo mediante solicitação): – Comprovativo de compra do bilhete na Fever; – Cópias dos emails enviados à Fever e das respostas automáticas recebidas; – Registo das chamadas telefónicas efetuadas; – Qualquer outro documento relevante (incluindo prints da plataforma Fever e comunicações do Coala Festival 2026). Agradeço desde já a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso apoio e orientação sobre os passos seguintes. Com os melhores cumprimentos, Renata Garvão

Encerrada

Precisa de ajuda?

Esta empresa responde em menos de 5 dias.
Após este período, entre em contacto connosco.

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.