Reclamações públicas
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Danos causados em parede durante instalação de ar condicionado
No dia 30 de junho, comprei dois aparelhos de ar condicionado e, ao mesmo tempo, contratei o serviço de instalação disponibilizado pela empresa, à espera de profissionalismo, cuidado e qualidade. Infelizmente, a instalação ficou muito aquém do que seria expectável. Durante o processo, a equipa não teve o cuidado necessário com o imóvel e acabou por causar danos que podiam, perfeitamente, ter sido evitados. Em particular, foi aberto um buraco numa das paredes do quarto que, depois, foi tapado de forma bastante deficiente, usando apenas silicone. O acabamento ficou muito mau, sem qualquer preocupação estética ou técnica, o que considero especialmente grave, visto que o quarto tinha sido totalmente pintado apenas uma semana antes. Para além de um trabalho mal feito, não demonstraram qualquer preocupação em preservar o estado da habitação, nem entregaram um serviço minimamente compatível com as expetativas legítimas de um cliente ao contratar uma instalação. Acho esta situação completamente inaceitável e peço que tudo seja resolvido o mais rapidamente possível, nomeadamente com a reparação integral dos danos causados, incluindo a reposição da parede e do acabamento que existiam antes da intervenção, sem custos para mim. Se a situação não for resolvida de forma satisfatória num prazo razoável, vou ponderar recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Aguardo um contacto com uma proposta concreta para resolver este problema.
Cobrança indevida!!
Assunto: Reclamação formal – pedido de reembolso de 90 € Venho apresentar uma reclamação formal relativamente à cobrança de 90 € efetuada pela eDreams. Há cerca de três anos, adquirimos um bilhete através da eDreams ao qual foi associado o eDreams Prime. Nunca recebemos qualquer comunicação clara sobre a existência de uma subscrição Prime nem fomos devidamente informados de que seriam efetuadas cobranças anuais de 90 €. Após a primeira cobrança de 90 €, ocorrida cerca de um ano depois, contactámos o vosso serviço de apoio ao cliente para solicitar o cancelamento do Prime. Nessa altura, foi-nos dito que não seria possível devolver o valor cobrado. Como alternativa, foi-nos oferecido um voucher, que aceitámos unicamente porque nos foi dito que o valor não poderia ser devolvido e que, independentemente da aceitação do voucher, a subscrição ficaria cancelada. Antes de terminar esse contacto, perguntámos expressamente se o Prime estava efetivamente cancelado e se não teríamos de nos preocupar com novas cobranças. Foi-nos confirmado que sim. Hoje, um ano depois, verificámos que foram novamente retirados 90 € da nossa conta. Ao contactar novamente a eDreams, fomos informados de que, afinal, a subscrição nunca tinha sido cancelada e que a aceitação do voucher não tinha provocado o cancelamento. Esta situação é inaceitável. Nós aceitamos o voucher porque nos foi apresentada como a única alternativa ao reembolso e, sobretudo, porque nos foi confirmado expressamente que o Prime ficaria cancelado na mesma. Nunca teríamos aceitado o voucher se tivéssemos sido informados de que isso significaria manter a subscrição ativa e permitir novas cobranças anuais. Hoje conseguimos finalmente cancelar a subscrição e solicitámos o respetivo comprovativo por email. Solicitamos o reembolso integral dos 90 € cobrados. Não pretendemos qualquer novo voucher, crédito, desconto ou outro benefício. Pretendemos o reembolso do valor que foi novamente retirado da nossa conta após termos solicitado anteriormente o cancelamento e termos recebido confirmação de que o mesmo estava efetuado. Solicitamos que esta reclamação seja registada formalmente e que nos seja apresentada uma resposta por escrito. Caso o reembolso seja recusado, solicitamos que nos seja indicada, por escrito, a fundamentação concreta para essa recusa. Com os melhores cumprimentos.
Reclamação relativa à assistência técnica prestada e pedido de resolução**
No dia **01/02 de agosto** adquiri um iPhone 17 Pro Max na Worten. No ato da compra, fui informado de que poderia contratar o seguro para o equipamento no prazo máximo de 15 dias. Posteriormente, o equipamento sofreu uma queda, tendo o ecrã partido. Dirigi-me à loja Worten do Colombo para solicitar assistência. Durante o atendimento, o colaborador informou-me de que seria apenas necessário substituir o ecrã. Perante essa informação, questionei por três vezes se não seria aconselhável efetuar previamente um diagnóstico ao equipamento para verificar a existência de outros danos internos provocados pela queda. Em todas as ocasiões, foi-me garantido que tal não era necessário, pois, segundo o colaborador, apenas o ecrã estava danificado e a sua substituição resolveria totalmente o problema. Confiando na informação técnica que me foi prestada pelos vossos colaboradores, autorizei a substituição do ecrã, tendo suportado um custo de **415,98 €**. Para além desse valor, adquiri também um seguro para o ecrã e uma película de proteção, acreditando que estava a proteger um equipamento que ficaria plenamente funcional. Após a substituição do ecrã, verificou-se que o equipamento apresentava outras avarias, demonstrando que os danos não se limitavam ao ecrã. Perante esta situação, a própria Worten decidiu encaminhar o equipamento para o reparador oficial da Apple para uma análise técnica mais aprofundada. Ontem fui contactado telefonicamente pela Worten e informado de que, para recuperar o meu equipamento, teria de pagar **1.085 €**, correspondentes à substituição integral do equipamento. Esta situação é incompreensível. Desde o primeiro momento manifestei preocupação com a possibilidade de existirem outros danos e solicitei, por três vezes, que fosse realizado um diagnóstico antes de qualquer intervenção. No entanto, fui sempre informado de que tal não era necessário e de que a simples substituição do ecrã resolveria o problema. Se o diagnóstico que solicitei tivesse sido efetuado inicialmente, os danos reais teriam sido identificados e eu teria podido decidir, de forma informada, se pretendia avançar com a reparação ou optar por outra solução. Em vez disso, fui levado a autorizar uma reparação de **415,98 €**, que não resolveu o problema, tendo ainda suportado os custos do seguro para o ecrã e da película de proteção. Agora, encontro-me sem o equipamento e confrontado com a exigência de um pagamento adicional de **1.085 €** para obter um telemóvel funcional. Considero que esta situação resulta da informação incorreta ou, pelo menos, incompleta que me foi prestada pelos vossos colaboradores, informação na qual confiei para tomar a decisão de autorizar a reparação. Face ao exposto, solicito que a Worten reavalie este processo e apresente uma solução justa e adequada, tendo em consideração que atuei sempre de boa-fé e segui integralmente as indicações dos vossos colaboradores. Entendo que não me podem ser imputados prejuízos que resultam de uma avaliação técnica inicial que se revelou incorreta e da ausência do diagnóstico que solicitei desde o início.
Falta de informação face a serviço contratualizado
Tendo Rebocado há 3 semanas o meio veículo Peugeot 3008, BD-79-QP, ainda em período de garantia, para a Caetano motors do Barreiro - Peugeot, não me foi dada ainda qualquer informação relativamente ao diagnostico da avaria, sendo que não atendem o telefone constante do endereço eletrônico, não respondem, quer por via escrita, quer oral, do numero fornecido de WhatsApp, nem respondem aos e-mails enviados. Assim, estou em absoluta ignorância relativamente à situação da minha viatura, comprada ao referido grupo.
Quero o meu reembolso do show cancelado do Paulo Ricardo
Boa tarde, Comprei um bilhete para o show do Paulo Ricardo no Casino Estoril, com data marcada para 05/03, no valor de 100 euros, na primeira fila. Posteriormente, fui contactada pela empresa e avisaram-me de que o espetáculo seria reagendado para 12/09/26 em Lisboa na Aula Magna, oferecendo como compensação um convite gratuito extra. Aceitei a alteração e recebi o comprovativo por email. No entanto, recentemente visitei o site para verificar o estado do evento e, para meu espanto, percebi que o espetáculo tinha sido cancelado. Não recebi qualquer notificação ou contacto da parte da LS sobre este cancelamento. Já enviei dois emails à empresa e também tentei contacto através do Instagram, mas não obtive qualquer resposta até agora. Estou verdadeiramente indignada com a falta de respeito demonstrada nesta situação. Exijo o reembolso do valor de 100 euros pago pelo bilhete. Sinto-me totalmente desiludida e não recomendo esta empresa.
Reclamação contra a Vodafone Portugal – Celebração de novo contrato sem autorização
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente a uma situação que considero lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. No dia **20/05/2026**, verifiquei que a Vodafone procedeu à celebração/renovação de um novo contrato de serviços em meu nome, sem o meu conhecimento ou autorização expressa. No dia **19/03/2026**, alterei a minha morada. Na sequência dessa alteração, a Vodafone celebrou um novo contrato e iniciou um novo período de fidelização sem a minha autorização. A operadora afirma que autorizei essa alteração através de uma chamada telefónica e que foi enviado um SMS de confirmação. No entanto, nunca recebi qualquer SMS nem fui contactado telefonicamente para autorizar um novo contrato. Solicitei à Vodafone a prova da minha alegada autorização, nomeadamente a gravação da chamada e o comprovativo do envio do SMS. Até à presente data, **04/08/2026**, não me foi disponibilizada qualquer prova. Por duas vezes, a Vodafone forneceu-me o número **800 910 208** e um PIN de acesso, informando que poderia ouvir a gravação da chamada. Liguei em ambas as ocasiões, introduzi o PIN fornecido, mas não foi possível ouvir qualquer gravação, pelo que continuo sem acesso à prova que a Vodafone afirma existir. No dia **21/07/2026**, apresentei uma reclamação por escrito à Vodafone, à qual não obtive qualquer resposta. No dia **29/07/2026**, voltei a contactar o apoio ao cliente e fui informado de que deveria apresentar uma reclamação através do formulário da Vodafone, o que fiz. Posteriormente, recebi nova chamada da Vodafone a informar que a gravação estava disponível, tendo-me sido novamente fornecido o número **800 910 208** e um novo PIN. Voltei a ligar e, mais uma vez, não consegui aceder a qualquer gravação. O meu contrato anterior terminava em meados de abril de 2026 e era minha intenção cancelá-lo nessa altura. Em vez disso, a Vodafone colocou-me perante um novo contrato com fidelização, que nunca autorizei. Sempre que tento resolver a situação ou cancelar o contrato, sou encaminhado para novos contactos, sem que a empresa apresente qualquer prova da alegada autorização. Tive também conhecimento de notícias sobre consumidores que alegam terem sido celebrados novos contratos pela Vodafone sem autorização. Perante a situação que estou a viver, considero essencial que a Vodafone demonstre, de forma inequívoca, que existiu o meu consentimento. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROteste para que sejam salvaguardados os meus direitos, designadamente para que: * Seja anulada a celebração ou renovação do contrato efetuada sem a minha autorização; * Seja removido o período de fidelização indevidamente aplicado; * Me seja permitido cancelar o contrato sem qualquer penalização; * A Vodafone seja instada a apresentar prova válida da alegada autorização (gravação da chamada, comprovativo do envio e entrega do SMS ou qualquer outro elemento que demonstre o meu consentimento). Agradeço a vossa atenção e solicito a vossa ajuda na resolução desta situação, que se arrasta há vários meses sem que a Vodafone apresente qualquer prova ou solução. Com os melhores cumprimentos, Andreia Lima N.º de Cliente Vodafone 315178277 911531410
Demora na entrega da encomenda
No dia 20 de julho de 2026 fiz uma compra online de um termoacumulador, paguei pelo produto logicamente e pela retirada do velho e colocação do novo. Pensando eu ser uma coisa minimamente rapida.Hoje dia 4 de Agosto continuo sem receber o equipamento e ter sequer sido contactada pela worten ou mesmo pelo técnico.
Demora excessiva na Emissão do certificado de motorista tvde
Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente à demora excessiva na emissão do meu certificado de motorista TVDE por parte do IMT. Efetuei o pagamento da taxa correspondente no dia 22/06/2026 e, até à presente data, já decorreram mais de 30 dias úteis, sem que o certificado tenha sido emitido. Considero este prazo manifestamente excessivo, sobretudo tendo em conta que este processo é indispensável para que eu possa iniciar a minha atividade profissional e garantir o meu sustento. Ao longo das últimas semanas tenho contactado repetidamente o IMT, quer através de reclamações, quer por outros meios de contacto. A resposta recebida tem sido sempre a mesma: informam-me que a situação será encaminhada para o serviço regional responsável pela análise e processamento do pedido. No entanto, apesar dessas garantias, não se verificou qualquer evolução concreta nem me foi fornecida uma previsão para a conclusão do processo. Foi-me ainda informado que os pedidos são analisados por ordem de entrada. Contudo, tenho conhecimento de uma pessoa que submeteu o pedido apenas em 02/07/2026 e que já obteve o respetivo certificado, enquanto o meu pedido, apresentado e pago anteriormente, continua sem qualquer decisão. Esta situação levanta sérias dúvidas quanto ao cumprimento da alegada ordem de tratamento dos processos. Encontro-me numa situação financeira muito difícil. Estou impedido de iniciar atividade exclusivamente devido à demora do IMT, o que significa que continuo sem poder exercer a profissão para a qual reúno todos os restantes requisitos. Esta situação está a causar-me graves prejuízos, comprometendo o pagamento das minhas despesas e obrigações mensais. Perante o exposto, venho solicitar a intervenção da DECO no sentido de me ajudar a obter uma resolução célere deste processo, bem como a averiguar se esta demora e a forma como o meu pedido tem sido tratado respeitam os princípios da boa administração, da igualdade e da celeridade administrativa. Agradeço, desde já, toda a atenção dispensada e qualquer apoio que me possam prestar para desbloquear esta situação com a maior urgência possível. Com os melhores cumprimentos,
Caução não devolvido
Não devolveram a minha caução de €450,00 Esta foi, sem dúvida, a pior experiência de alojamento que já tive. Morei no apartamento localizado na Avenida Praia da Vitória, nº 19, 2.º andar, administrado pela empresa Modoramo Lda. (NIF: 510948596). Saí do imóvel no dia 30 de junho e, até à presente data, a caução no valor de €450,00 continua por devolver. Já enviei inúmeros e-mails, que nunca foram respondidos, e também tentei contactar a empresa por telefone, sem sucesso. Sinto-me completamente lesado. Durante o contrato, foram feitas diversas cobranças adicionais. A primeira ocorreu já no segundo mês (fevereiro de 2026), quando nos cobraram €41,01, alegando um consumo de eletricidade acima do limite estabelecido por quarto. Em maio, após uma visita da funcionária (responsável por apresentar os apartamentos), foi alegada a existência de uma mancha de queimadura na mesa da cozinha, supostamente causada por um tacho quente. Foi-nos cobrado €49,75 por pessoa. No entanto, essa mancha já existia quando entrámos no apartamento. Tentámos explicar a situação e apresentámos fotografias que comprovam isso, mas a empresa recusou-se a reconhecer as evidências e exigiu o pagamento imediato, chegando a ameaçar-nos com expulsão caso não o fizéssemos. É importante destacar que uma funcionária fazia a limpeza do apartamento duas vezes por semana. Se o dano tivesse sido realmente causado durante a nossa permanência, seria natural que tivesse sido comunicado muito antes. No entanto, essa cobrança surgiu apenas no último mês do contrato. Ao pesquisarmos sobre a empresa, encontrámos site portal da queixa uma reclamação publicada em 2025 por um antigo morador, relatando exatamente o mesmo problema: uma cobrança indevida relacionada com uma suposta mancha na mesa da cozinha. Além disso, existem várias outras reclamações sobre a não devolução das cauções. Coincidência? Até ao dia em que deixámos o apartamento, a referida mesa nunca foi substituída. Perante toda esta situação, quatro moradores decidiram não pagar essa taxa nem a renda do mês de junho. Como resposta, e após várias ameaças — algumas bastante graves —, a empresa optou por cortar o fornecimento de eletricidade do apartamento. Essa decisão prejudicou também os moradores que tinham pago integralmente a renda e todas as cobranças exigidas. Ficámos mais de uma semana sem eletricidade, perdemos todos os alimentos que estavam no frigorífico e no congelador e fomos obrigados a fazer todas as refeições fora de casa. A empresa não apresentou qualquer solução e ainda tentou transferir a responsabilidade para os próprios moradores. Apenas depois, de todos os que não pagaram, deixarem o apartamento, é que a energia foi restabelecida. Quero deixar claro que sempre cumpri todas as minhas obrigações. Paguei todas as rendas dentro do prazo e também todas as taxas que me foram exigidas. Tenho e-mails, mensagens, fotografias, vídeos e testemunhas que comprovam tudo o que relato. No final, fiquei com a sensação de ter sido vítima de um esquema recorrente. Espero que esta reclamação sirva de alerta para futuros inquilinos e que esta empresa seja responsabilizada pelos prejuízos e pelos constrangimentos causados. Situações como esta não podem continuar a acontecer impunemente.
PREÇO ABUSIVO
Fotocópias a preto e branco simples Quer em folhas A4 ou A5 Até fui eu quem levou folhas de cor ( compradas na Staples) 34 cêntimos por fotocópia!!!!! É um ROUBO!!!! é INADMISSÍVEL!!!! uma VERGONHA!!! QUANDO NA CONCORRÊNCIA CUSTAM 8 CÊNTIMOS . Cometi o erro de não ver o preço tabelado. É UM ABUSO!!!! nunca mais!!!
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