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Facturação indevida
Boa tarde . Em novembro de 2025 o meu pai foi contactado pela MEO para uma oferta de um tarifário fixo o qual aceitamos . Acontece com essa adesão, chegou junto um outro cartão que automaticamente foi activado .( O qual nunca nos informaram ) O mesmo nunca foi usado nem retirado da embalagem . A activação foi feita segundo os operadores de forma automática e obrigatória pelos vistos, e desde então tem sido cobrado esse valor ( 5 euros ) desde novembro até á data . Não houve qualquer informação da parte da MEO nem tão pouco autorização da nossa parte para que fosse feito . Funciona de forma dúbia e ridícula a forma como adquirem dinheiro sem consentimento e conhecimento do cliente . Em 6 meses pagamos um cartão nunca utilizado !! 5 euros de ?? Tendo em conta que contactei a MEO várias vezes e nunca explicaram porque pagava sempre valor a dobrar . Apos contacto com a operadora nada fizeram para tentar minimizar o desagrado da nossa parte e considero que é ultrajante e muito mesquinho da parte da MEO a forma como retira dinheiro aos consumidores de forma pouco clara . Inclusive surgiram chamadas para a Polónia com o meu pai internado no hospital. Ridículo ! Pouco profissionais . Pouco transparentes. Aguardo resposta e resolução . Muito obrigada . Dina Estremores
Sem serviço TV NET desde 30/01/2026
Solicito o apoio da DECO Proteste perante uma situação de total desrespeito pelos direitos do consumidor por parte da MEO. Encontro-me sem qualquer serviço de telecomunicações (Internet, Televisão e Voz) desde o dia 30 de Janeiro de 2026, ou seja, há já 3 meses sem serviço! Apesar de ter efetuado várias queixas à operadora, esta continua sem solucionar a avaria, apesar de o problema estar identificado. Pontos principais da situação: • Avaria Identificada: No dia 19 de março, um técnico confirmou no local que a avaria se deve à destruição do PDO (Ponto de Distribuição Ótica). • Inação da Operadora: Várias equipas técnicas já se deslocaram ao poste no local, mas o serviço nunca foi restabelecido e não me foi dada qualquer previsão de resolução. • Na Ausência de Resposta CONCRETA efetuei diversas diligências e queixas, nomeadamente: Reclamação formal no Livro de Reclamações Eletrónico - Reclamação nº ROR00000000045588123. Reclamação no Portal da Queixa: reclamação com o nº 154792226. Duas reclamações na Provedoria do cliente Meo em Fevereiro e em Maio. Fiz vários pedidos de resolução de avaria no portal da Meo Liguei diversas vezes para o apoio ao cliente sem data de resolução concreta Dados do Contrato: Cliente nº: 142 547 60 68 Nº Conta: 148 547 60 61 CVP: 201447954046 Nº Serviço 1705114284 · Miranda do Corvo NÃO pretendo rescindir o contrato, mas sim que a Meo CUMPRA a sua obrigação fundamental de prestar o serviço contratado. Pelo exposto, exijo: 1. A reparação técnica IMEDIATA do PDO e reposição dos serviços ma íntegra. 2. Uma resposta célere com uma data CONCRETA para a resolução definitiva
Matosinhos caixa
Trabalhar nas caixas da IKEA Matosinhos hoje em dia está a tornar-se impossível. A pressão é constante, as chefias exigem cada vez mais e quem está na linha da frente é que sofre todos os dias. Passamos horas seguidas de pé, muitas vezes sem condições adequadas. Usamos botas de proteção pesadas, walkie-talkies, auriculares, tira-alarmes e mais equipamentos que só aumentam o peso no corpo e acabam por provocar dores, má postura e desgaste físico. No fim do dia, as costas, pernas e ombros ficam destruídos. Além disso, querem que uma pessoa faça tudo ao mesmo tempo: atender clientes, controlar várias caixas self-service, resolver problemas, ouvir reclamações e ainda manter rapidez e simpatia. A pressão é enorme e o desgaste mental é constante. Enquanto isso, muitas chefias ficam sentadas, longe da realidade de quem trabalha nas caixas, mas adoram apontar erros e criticar colaboradores. Falta compreensão, falta respeito e sobra autoritarismo. E sinceramente, os frontliners já nem fazem sentido. Já existem team leaders. Então que sejam os team leaders a ajudar nas caixas e a trabalhar realmente no terreno para merecer o salário que recebem, em vez de apenas mandarem e escolherem favoritos. Porque é isso que acontece muitas vezes: há sempre os mesmos protegidos que ficam com os melhores trabalhos, enquanto outros levam com a maior carga, pressão e stress. Isto cria injustiça, mau ambiente e desmotivação para quem realmente trabalha e dá tudo todos os dias. Quem manda devia passar uma semana inteira nas caixas para perceber o que os colaboradores enfrentam diariamente. Talvez aí existisse mais respeito por quem mantém a loja a funcionar. A IKEA parece ver apenas aquilo que lhe dá jeito: números, rapidez e resultados. Mas fecha os olhos ao desgaste físico e psicológico dos colaboradores que estão diariamente no atendimento e na linha da frente. Os colaboradores não são máquinas. Merecem respeito, apoio, melhores condições e menos pressão. Porque sem os colaboradores da linha da frente, nada funciona.
Encomenda não recebida
No dia 25 de Abril efetuei a compra online de uma máquina de lavar roupa, paga integralmente por transferência bancária. No site indicavam entrega prevista entre 27 e 29 de Abril. Após o pagamento, não recebi qualquer email de confirmação nem atualização sobre a encomenda. Contactei por telefone o apoio ao cliente por várias vezes e foi-me sempre dito que “alguém da loja online iria contactar”, o que nunca aconteceu. Enviei também email, ao qual responderam apenas que “estavam a analisar a situação”, sem qualquer esclarecimento adicional. Ao consultar posteriormente o estado da encomenda no site, verifiquei que a mesma tinha sido cancelada no dia 4 de Maio, sem qualquer aviso, explicação ou contacto da parte da empresa. Hoje é dia 8 de Maio e continuo sem receber o produto, sem qualquer informação concreta e, mais grave ainda, sem devolução do dinheiro pago. Considero esta situação extremamente grave e uma demonstração de falta de respeito pelo consumidor. Além do transtorno causado, trata-se de um eletrodoméstico essencial, cuja ausência me criou problemas totalmente desnecessários. Nos últimos meses gastei cerca de 1500€ nesta empresa, mas após esta experiência deixei de ter qualquer confiança no serviço prestado. A publicidade de prazos de entrega que depois não são cumpridos, associada à ausência de comunicação e retenção do valor pago, é inaceitável.
Equipamento retido mais de 1 mês pela empresa após recusa de orçamento
No passado dia 27/03/2026 fui contactada pela empresa Techo store que recolheu os meus dados para poderem proceder à recolha da minha Bimby Tm5. A recolha foi efetuada no dia útil seguinte, dia 30/03/2026 através da transportadora Correos Express. No momento da recolha não me foi fornecido qualquer número de tracking, pelo que fiquei sem saber se o meu equipamento chegou ao destino. Após uma semana sem informações, enviei um email para perceber se o equipamento tinha chegado e se já tinham realizado o diagnóstico. Nunca responderam ao email, e por isso enviei mensagem pelo Messenger para tentar obter informações. Só aí obtive a resposta que iria ser contactada pelo apoio ao cliente. No dia 09/04/2026 recebi, via WhatsApp, o orçamento da reparação (189.90€) que após analisar rejeitei. Foi-me dito imediatamente que poderiam emitir outro orçamento com base em peças compatíveis e que seria mais baixo, ao qual eu respondi que não estava interessada e que só pedia que me devolvessem o meu equipamento o mais rápido possível. Mesmo tendo rejeitado esta proposta foram-me enviados mais dois orçamentos contra minha vontade e eu rejeitei sempre. Foi-me dito, então, no dia 13/04/2026 que iriam proceder à devolução do equipamento e que a transportadora iria entrar em contacto comigo. No dia 21/04/2026, ainda sem ter recebido o meu equipamento ou qualquer contacto por parte da transportadora, voltei a enviar uma mensagem a questionar a demora da devolução de um equipamento que nem sequer iria ser reparado. As mensagens foram ignoradas, e apenas me responderam quando eu informei que iria fazer queixa às autoridades competentes. Fui novamente informada de que a transportadora iria entregar o equipamento na semana seguinte e, claro que não foi. Voltei a enviar mensagem a questionar e voltaram a dizer que seria na próxima semana, e para espanto de todos, claro que não foi! Portanto, serve esta queixa para exigir a devolução imediata do meu equipamento e para alertar todos os que tiverem a intenção de enviar os seus equipamentos para esta empresa, de que não são transparentes com o cliente, que existe falta de informação e fraco apoio ao cliente visto que as respostas tardam e são vagas e que são muito rápidos na recolha dos equipamentos e que mesmo sem reparação não devolvem o equipamento tão rapidamente quanto o recolheram. Mais informo que se não me devolverem a minha Bimby TM5 com o respetivo saco de transporte no prazo de uma semana irei proceder a uma queixa formal na PSP por burla, fraude e roubo. O meu equipamento foi recolhido na minha morada 1 dia útil depois de me terem contactado e por isso não consigo compreender como é que ainda não o devolveram!
ikea mau
A empresa IKEA apresenta-se como uma grande empresa moderna, preocupada com as pessoas e com o bem-estar dos colaboradores. Fala constantemente de comunicação aberta, respeito, inclusão e de um ambiente de trabalho saudável. No entanto, para muitos colaboradores, a realidade é muito diferente da imagem que a empresa tenta mostrar. Sempre que surgem problemas ou denúncias, a empresa procura negar os factos. Em vez de ouvir quem sofre, cria discursos preparados e usa chefias para defender que “está tudo bem” e que a empresa é um exemplo a seguir. Existe uma preocupação constante em proteger a imagem da empresa, mesmo quando há situações graves a acontecer internamente. Muitos colaboradores sentem que não vale a pena apresentar queixas, porque quando tentam falar com direções ou chefias, estas acabam por se encobrir umas às outras. As denúncias são frequentemente desvalorizadas e a resposta mais comum é dizer que “isso nunca aconteceu” ou que “é mentira”. Cria-se uma cultura de proteção interna onde as chefias defendem sempre a empresa e entre si. Ao longo do tempo, vários colaboradores apresentaram queixas de discriminação racial por parte de chefias, relatos de maus-tratos, ameaças e comportamentos abusivos. Também existem denúncias de uma direção hostil e intimidatória, que continua a atuar dentro da empresa como se nada tivesse acontecido. Apesar da gravidade destas situações, muitas destas pessoas mantêm os seus cargos sem qualquer consequência visível. Houve ainda casos de assédio praticado por chefias que foram comunicados à diretora de People and culture e a S.O.. No entanto, segundo os relatos dos colaboradores, essas denúncias foram ignoradas ou tratadas de forma superficial, sem verdadeira investigação ou proteção para quem denunciou. Existem também situações que levantam sérias dúvidas sobre imparcialidade e justiça dentro da empresa. Há relatos e provas de colaboradores que foram pressionados a aceitar baixar a sua categoria profissional. Existem mensagens entre chefias e a responsável de people and culture relacionadas com favorecimentos pessoais, incluindo tentativas de promover determinadas colaboradoras por amizade e proximidade pessoal, em vez de mérito profissional. Além disso, são apontados conflitos de interesses dentro da própria estrutura da empresa, com casos de marido e mulher a trabalhar na mesma loja em posições de influência, bem como relações pessoais entre chefias e colaboradores, o que coloca em causa a igualdade de tratamento, a imparcialidade nas decisões e a confiança no ambiente de trabalho. O mais preocupante é que este tipo de ambiente cria medo, silêncio e sofrimento entre os colaboradores. Muitas pessoas acabam por sentir que não podem falar sem correr o risco de represálias, isolamento ou perda de oportunidades dentro da empresa. Quando uma empresa escolhe proteger a sua imagem em vez de proteger os seus colaboradores, contribui para normalizar comportamentos abusivos, injustiças e favoritismos. A gravidade destas situações não deve ser minimizada. Discriminação, assédio, intimidação, abuso de poder e favorecimento pessoal no local de trabalho têm consequências sérias na saúde mental, emocional e até física das pessoas. Nenhuma empresa, por maior ou mais conhecida que seja, deve estar acima da responsabilidade de ouvir, investigar e agir perante denúncias tão graves. Ignorar estes problemas não os faz desaparecer — apenas permite que continuem a acontecer. Claudio Valente não é people
FATURA VALOR EXORBITANTE
Bom dia exmos senhores, Conforme fatura em anexo, venho por este meio reclamar o valor exorbitante de 137,67 € em referência, pois envio todos os meses leituras do meu contador 1035796 e a última leitura enviada foi de 1129. Identificação: Angelo Miguel Reizinho Osorio NIF: 209389176 Número de fatura: 26040022002050799 Última leitura enviada: 1129 Aguardo uma resposta e regularização do valor. Atenciosamente Miguel Osorio
Encomenda Retida na Alfândega
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular da encomenda com o nº 1924720560, comunico que a minha encomenda se encontra detida na alfândega desde 23/04, sem qualquer aviso ou justificação. Após contacto, no dia 4/05 a solicitar o meu NIF para que fosse dado seguimento ao desalfandegamento da encomenda, ainda não verifiquei qualquer seguimento nesse mesmo processo nem qualquer confirmação ou contacto da vossa parte. Neste momento, e desconhecendo motivos que justifiquem a demora de fornecimento do serviço, solicito a entrega imediata, sem quaisquer custos, e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Remarcações de consultas
Exmos Srs, Venho por este meio demonstrar o meu desagrado relativamente à remarcação consecutiva a uma criança de 7 anos no sentido de seguimento pós operatório de colocação de tubos nos ouvidos, tendo sido operado ainda com 4 anos e desde então as consultas foram marcadas, desmarcadas e remarcadas consecutivamente inclusive a penúltima estávamos já no hospital e apenas ás 12h é que nos informaram que não iria acontecer, sem espaço a outro médico avaliar o menino mas se quisesse tentar ver se algum medico tinha disponibilidade e sem garantias, teria de aguardar pelo turno da tarde ( 15h) sendo que estava no hospital desde às 10h para consulta às 10h/11h e sem comer com uma criança. escrevi na altura no livro e recebi posteriormente consulta para dia 05 que foi novamente desmarcada para dia 11. Houve uma ausência da nossa parte há cerca de 2 anos atrás em que a médica ligou para perceber o ponto de situação do menino e indicou que não era normal nem saudável o menino continuar com os tubinhos pois já deveriam ter saído e desde então houve marcação e remarcação umas atrás das outras Inadmissível á tanto tempo que estamos nesta situação ainda para mais sendo uma criança e não havendo espaço a ser outro médico a ver o menino dado o tempo que já passou da operação não há acompanhamento devido . Lamento que um hospital com tanta referência tenha um serviço destes com uma criança . Após escrever no livro de reclamações nada mudou e na consulta seguinte (esta dia 05/05) voltaram a remarcar, nada mudou, fizeram igual. vou até às últimas instâncias sobre este assunto. Não podem continuar a comandar a vida das pessoas como melhor vos aprouver , são dias de ausência em escola e trabalho , avisos de ausência que não se confirmam no dia antes , mudanças de horário com colegas para presença em consulta que não é realizada. Inadmissível.
Encomenda online e portes de envio
Exmos. Senhores, Exponho a presente reclamação relativa a uma encomenda online efetuada a 17/01, com entrega na loja Benetton de Braga (Braga Parque), pela qual paguei 7 € de portes. A encomenda só ficou disponível para levantamento a 28/01 (ultrapassando o prazo indicado para entrega), tendo permanecido em loja por um período manifestamente insuficiente para recolha. A empresa cancelou a encomenda de forma automática, mas recusou o reembolso dos portes de envio. Contactei o apoio ao cliente a 12/02 e novamente a 22/03, tendo ficado sem resposta. A empresa só me contactou no dia 20/04, após reclamação no Portal da Queixa. A recusa de devolução dos portes não apresenta fundamento legal, uma vez que se trata de um contrato celebrado à distância, abrangido pelo Decreto-Lei n.º 24/2014, sendo devido o reembolso de todos os montantes pagos, incluindo custos de entrega. A política comercial da empresa relativa a ''portes grátis apenas para compras superiores a 100 €'' diz respeito às condições da compra e não pode prevalecer sobre normas legais imperativas aplicáveis ao reembolso, em caso de resolução ou cancelamento do contrato. Acresce ainda que no site da empresa não existe informação clara e transparente sobre a não devolução do valor dos portes, em caso de devolução/cancelamento da encomenda, o que reforça a falta de informação ao consumidor. Face ao exposto, solicito o reembolso do valor de 7 € correspondente aos portes de envio indevidamente retidos. Melhores cumprimentos, Sandra Castro
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