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Experiência de acessibilidade horrível
No dia 27/06 fui com a minha mãe ao Rock in Rio ver o concerto do Rod Stewart. A minha mãe sofre de obesidade, tem 69 anos e tem 120kg. Ela não é considerada inválida nem tem atestado de incapacidade. E eu não tenho carro. Sendo um evento inclusivo, isto não devia ser impedimento e à 1a vista. Passo a citar os factos: 19:30 - Chegamos de Uber e tivemos de andar tudo a pé desde a paragem do Uber. Mesmo o acesso através do Shuttle da carris fica longe da entrada e para pessoas que tem mobilidade reduzida, não existe outra alternativa senão andar a pé até à entrada ou ir de carro. 20:30 - Conseguimos chegar á entrada do Rock in Rio e apanhamos um boogie que nos levou à central de acessibilidade. Aqui foi nos dito por uma assistente, que tínhamos de fazer a inscrição na recepção e de receber pulseiras para ter acesso à zona de acessibilidade. Quando chegamos à recepção, uma senhora estava a atender outra pessoa, quando nos viu ignorou-nos inicialmente e após alguns minutos com um sorriso de esgar e cínico, disse que não tinham cadeiras de rodas e que tínhamos de ir para a fila para deixar o nome e o contacto. Assim fiz. Fui atendida por outra senhora que me informou igualmente que não havia cadeira, que não podia fazer nada. Deixei os meus contatos. Esta senhora também não era NADA simpática. Parecia que nos estavam a fazer um favor. Após deixar os contatos, a 1a senhora continuou a ignorar-nos, não dando as pulseiras, nem explicando como poderíamos ir para o palco mundo. Depois apareceu outra senhora que nos viu ali e procedeu à nossa inscrição e deu-nos as pulseiras. A minha mãe recebeu uma pulseira de necessidades especiais e eu de acompanhante. A senhora que nos atendeu explicou por onde tínhamos de ir e reforçou que se nas plataformas de acessibilidade, tivessem acompanhantes, estes teriam de sair e dar lugar à minha mãe. E para tal, deveríamos falar com os assistentes que se encontravam nas plataformas. 21:30 - Começamos a andar a pé para a zona de acessibilidade. Paramos em vários lugares para minha mãe poder descansar. Quando chegamos às plataformas de acessibilidade do palco Mundo (Eram 2, uma para cadeira de rodas e outra para outras necessidades) os assistentes não nos deixaram entrar, alegando que a plataforma estava cheia e com a capacidade máxima. Eu disse-lhes que me tinham informado na recepção que os acompanhantes tinham de ceder o lugar, e estes tinham de lhes dizer para saírem, pois a minha mãe e outras pessoas que estavam à espera, tinham PRIORIDADE. A resposta que obtive foi ALUCINANTE: "Desculpe, nós podemos convidar os acompanhantes a cederem o lugar, mas não os podemos obrigar. Assim têm de esperar". 23:00 - Estivemos desde as 21:30 até as 23h à espera de poder entrar na plataforma. O concerto do Rod Stewart começou ás 22:40 e a 1a parte do concerto a minha mãe viu o que pode encostada a um caixote do lixo, pois já não consegui estar em pé sem ter dor nos joelhos. Eu fiquei na fila para marcar-lhe o lugar e ter a certeza que ela ia ter uma cadeira e quando chegou a nossa vez, eu já não sabia onde ela estava e quase nos perdíamos uma da outra, mas depois encontrei-a e ela finalmente sentou-se. Enquanto esperamos vi outras pessoas com necessidades a serem tratadas da mesma forma e a serem "instruídas" que tinham de aguardar. Nunca em momento algum os assistentes tentaram falar ou abordar os acompanhantes para darem lugar às pessoas que realmente necessitavam. As pessoas que foram tratadas da mesma forma: Uma senhora que tinha o pé engessado Uma senhora que tinha um dos pés com uma tala Uma menina, provavelmente com trissomia ou outra necessidade, que estava com os pais que a tinham por perto com uma coleira de plástico para ela não se perder deles Um senhor que apresentava uma atrofia muscular num dos braços Um rapaz que tinha dificuldade na fala e possivelmente um atraso cognitivo A todos foi respondido: "Desculpe, nós podemos convidar os acompanhantes a cederem o lugar, mas não os podemos obrigar. Assim têm de esperar". As pessoas ripostavam chateadas, claro, e os assistentes ignoravam completamente. Olhavam para outro lado e não faziam absolutamente nada! Era como falar com paredes ou pessoas que estão noutro mundo. Senti abuso de poder e zero empatia. Provavelmente como não são pagos, fazem o trabalho da forma mais miserável possível e não contribuem que as pessoas que já estão numa situação de vulnerabilidade, tenham uma experiência positiva. 23:30: A minha mãe sentou-se e viu o concerto e no meio do mesmo, uma cadeira na 2a fila mesmo à frente do palco, ficou livre. Um dos assistentes perguntou-lhe se ela queria ir e que a vista era melhor. Assim foi, ela foi para o lugar vago e a cadeira que ela estava a ocupar ficou vaga. Eu perguntei se podia levar a cadeira para ao pé dela e sentar-me com ela. Havia espaço. Foi me dito um não redondo. E tive de estar de joelhos no chão sentada ao lado dela, não podendo estar em pé porque tirava a visibilidade às pessoas que estavam atrás. O cúmulo da situação foi quando um dos assistentes veio ter comigo e me disse que eu estava a causar-lhe problemas com outras pessoas que queriam entrar na plataforma e havia uma cadeira livre e eu estava ali. Perguntei-lhe novamente: posso pôr a cadeira aqui? E ele disse não e foi-se embora. A mim já pode abordar para dizer que me tinha de sentar noutro sitio?? Em vez de dar a cadeira a alguém que precise! E quando entrei na plataforma nunca me sentei. Tive sempre perto da minha mãe em pé, quando ela entrou na plataforma e ficou mais para trás. Portanto, que raio de abordagem é esta?? Porque é que falam com uns e outro não? CHAMA-SE DISCRIMINAÇÃO. Eu ofereci o bilhete à minha mãe e comprei um para ir com ela, para vivermos a experiência de ver o Rod Stewart juntas. Eu não ia sair de ao pé dela se havia espaço!!!! 00:30: Após o concerto, tivemos de andar a pé desde a plataforma até à saída. Mais uns 40m. E conseguimos apanhar o autocarro, mas mais uma vez a minha teve de andar e parar muitas vezes. Daria 0 estrelas a esta experiência, se existisse essa possibilidade. Foi a 1a vez que fui ao Rock in Rio. Não irei mais. Foi uma experiência muito decepcionante e infernal até um certo ponto. Atendimento e acompanhamento da parte dos assistentes da acessibilidade muito mau, para não dizer horrível e sem humanidade ou verdadeira preocupação pelas pessoas com necessidades especiais. A cidade do Rock não é inclusiva, como tão bem vendem. Eu senti-me tratada como lixo juntamente com a minha mãe. Chego à conclusão de que o ROCK IN RIO só existe para facturar, facturar e faturar. Apresentam uma imagem muito glamorosa de tudo, incluído da organização da acessibilidade, mas depois não deixa de ser um FIASCO e um autêntico desastre.
Devolução dentro da garantia
Eu realizei uma compra no site da cecotec no dia 20/04/2026 de uma vara magica. Após receber o produto foi notado uma má qualidade e mal desempenho do produto, e diante disso solicitei a devolução dentro do prazo de até 14 dias para devolução. Estourar ate a data de hoje sem nenhum retorno do meu caso. Enviei diversos emails e só recebi um emial informando que iam contatar a transportadora para retirar o produto no meu endereço. Ja se passou dois que ainda nao foi resolvido e não responderam mais meus emails. Uma empresa péssima, que não cumpre os termos e trata os clientes de forma péssima, onde é impossível contatar por telefone ou por emails. Nao oferece nenhum suporte depois que realizamos a compra de algum produto de sua marca. Uma serviço péssimo e de roubo. Nunca mais irei comprar nada nessa loja e entrarei com um processo.
Conta desativada permanente de forma injusta e sem motivo
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação e solicitar uma nova análise relativamente à desativação permanente da minha conta de Instagram(pv.batataa). A minha conta foi inicialmente suspensa sem que me tivesse sido apresentada uma justificação concreta sobre a alegada violação das Normas da Comunidade ou dos Termos de Utilização. Após essa suspensão, exerci o meu direito de recurso e colaborei integralmente com o processo de verificação de identidade, enviando uma fotografia do meu Cartão de Cidadão, conforme solicitado pela Meta. Poucas horas depois, fui informado de que a minha conta tinha sido desativada permanentemente e de que não existia qualquer possibilidade de solicitar uma nova revisão ou contactar um membro da equipa de suporte para esclarecer a situação. Considero esta decisão profundamente injusta. Em momento algum utilizei a minha conta para praticar spam, recorrer a aplicações de terceiros, realizar atividades automatizadas ou adotar qualquer comportamento que viole os Padrões da Comunidade da Meta. A conta existia há vários anos e sempre foi utilizada de forma legítima e responsável. Acresce que nunca me foi indicado qual o comportamento específico que justificou uma medida tão grave, impossibilitando-me de compreender ou contestar adequadamente a decisão. Esta ausência de fundamentação impede-me de exercer um direito de defesa efetivo. Existe ainda a possibilidade de a minha conta ter sido alvo de acesso não autorizado ou de um ataque cibernético, circunstância que poderá ter originado atividade suspeita sem o meu conhecimento. Caso tal tenha ocorrido, solicito que essa hipótese seja cuidadosamente analisada antes de manter uma decisão definitiva. Assim, solicito respeitosamente que o meu caso seja objeto de uma nova revisão por um membro da equipa humana da Meta, com uma análise individual e detalhada dos factos, e que me seja comunicada a razão concreta que levou à desativação permanente da minha conta. Acredito que esta situação resulta de um erro e espero que a Meta possa rever a decisão de forma justa e transparente. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e aguardo uma resposta. Com os melhores cumprimentos, Lucas Gonçalves
Pedido de reembolso
Assunto: Reclamação – Pedido de reembolso por reparação de defeito reconhecido pela marca e ausência de resposta Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à ausência de resposta por parte da Citroën após vários contactos efetuados, bem como solicitar a resolução de uma situação relacionada com um defeito reconhecido pela própria marca. Sou proprietária de um veículo Citroën C4 Cactus 1.5 HDi, adquirido em 2018. No decorrer da utilização do veículo, verificámos a existência de uma fuga de óleo no motor (“óleo a babar”). Perante esta situação, deslocámo-nos a uma oficina oficial Citroën, onde fomos informados de que existia um problema relacionado com a árvore de cames/corrente, tendo sido recomendada a substituição desse componente, uma vez que poderia vir a causar problemas no veículo. Perante a indicação da própria oficina oficial, procedemos à reparação e suportámos integralmente o custo do trabalho, tendo sido emitida a respetiva fatura, cujo valor total foi de 2.160,21 €. Contudo, importa esclarecer que esse valor incluía outras intervenções de manutenção realizadas na mesma visita (nomeadamente trabalhos sem relação direta com o defeito agora reconhecido), pelo que o pedido de reembolso diz respeito apenas aos componentes e trabalhos relacionados com a árvore de cames/corrente. Da análise da fatura, os valores diretamente relacionados com esta intervenção incluem, entre outros: - intervenção/substituição relacionada com a árvore de cames; - kit de árvore de cames; - junta da árvore de cames; e componentes diretamente associados, num valor estimado de aproximadamente 1.000 €. Posteriormente, recebi uma comunicação da Citroën informando que este problema corresponde a um defeito reconhecido pela marca, indicando a substituição gratuita deste componente e uma extensão de garantia associada. Esta comunicação veio confirmar que o problema não se tratava de uma simples manutenção ou desgaste normal, mas sim de uma situação reconhecida pela própria marca. Após receber esta informação, contactei a Citroën através de vários endereços de email disponibilizados pela marca, solicitando o reembolso do valor suportado, enviando a respetiva fatura e a comunicação recebida. Já passaram cerca de dois meses desde os primeiros contactos e, até à presente data, não obtive qualquer resposta ou solução. Considero injusto que o consumidor seja prejudicado por ter suportado antecipadamente um custo relativo a um defeito que a própria marca veio posteriormente reconhecer. Solicito assim: - uma resposta formal ao meu pedido; - a análise da documentação enviada; - o reembolso do valor correspondente à reparação relacionada com o defeito reconhecido pela Citroën (corrente/árvore de cames e componentes diretamente associados). Junto em anexo: - fatura da reparação realizada; - comunicação enviada pela Citroën onde é reconhecido o problema; Aguardo resolução da situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Raquel Telf: 927699724
Reclamação por venda incompleta, ausência de reembolso e falta de adesão a livro de reclamações
Assunto: Reclamação por incumprimento contratual, venda incompleta, ausência de reembolso e falta de adesão ao Livro de Reclamações Eletrónico Identificação do Operador Económico: Nome Comercial: Loja Saúde (www.lojasaude.com) Denominação Social: Sá Esteves, Unipessoal Lda NIF: 517670755 Sede: Rua dos Chãos, 162/166, 4710-230 BragaT Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa acima identificada, motivada por uma grave falha na prestação do serviço, fornecimento incompleto de bens e recusa de reembolso, acumulada com uma infração legal explícita no que concerne aos direitos do consumidor. - Do Incumprimento de Prazos e Encomenda Incompleta: No dia 29 de maio de 2026, efetuei uma compra no sítio online "Loja Saúde", tendo efetuado o respetivo pagamento. O operador anunciava e garantia um prazo de entrega de 5 dias úteis. Contudo, a encomenda apenas me foi entregue no dia 17 de junho de 2026. Para além do atraso, a encomenda foi entregue incompleta, contendo apenas uma parte dos artigos pagos, tendo um dos produtos ficado em falta. Também nunca me foi enviada uma fatura da compra. - Da Ausência de Resposta e Recusa de Reembolso: Face ao sucedido, contactei formalmente a empresa por via eletrónica solicitando o reembolso imediato do valor correspondente ao artigo nunca entregue. À data de hoje, a empresa cessou completamente qualquer comunicação, deixando de responder aos e-mails enviados. - Da Infração Legal (Livro de Reclamações): Ao tentar exercer o meu direito de reclamação na plataforma pública do Livro de Reclamações Eletrónico, constatei que a entidade "Sá Esteves, Unipessoal Lda" (NIF 517670755) não se encontra registada no sistema, violando o disposto no Decreto-Lei n.º 74/2017, ainda que a mesma o anuncie no seu sítio online. Face ao exposto, já solicitei a intervenção da ASAE e Infarmed para a fiscalização da referida ausência de registo obrigatório na plataforma digital. Solicito aqui a mediação para que me seja restituído o valor cobrado pelo artigo não entregue. Melhores cumprimentos, Catarina Serra
7 meses sem solução – colchão já foi 3 vezes para assistência e problema continua sem resolução
Venho expor a minha insatisfação com o serviço pós-venda desta empresa e alertar futuros consumidores para a dificuldade que enfrentei na resolução de um problema que já dura há 7 meses. Após pouco tempo de utilização, o colchão começou a apresentar defeitos visíveis, com cedência da espuma e perda significativa do conforto esperado para um produto deste valor. Desde então, o colchão já foi encaminhado três vezes para assistência técnica e, mesmo após várias intervenções, o problema continua sem resolução definitiva. Durante este processo: Houve sucessivos atrasos e longos períodos de espera; Faltaram previsões concretas e comunicação transparente; Foi necessário insistir constantemente para obter respostas; Foram dadas justificativas difíceis de aceitar, incluindo a indicação de que o problema estaria relacionado com a forma normal de utilização do colchão. Ao longo destes 7 meses, ficámos sem conseguir usufruir normalmente do produto adquirido, passando por recolhas, devoluções e novas assistências sem uma solução efetiva. Faço questão de reconhecer que o gerente Heranes e a equipa da loja Casa do Sono de Setúbal demonstraram disponibilidade e educação no atendimento. No entanto, isso não altera o facto de que o processo de pós-venda e assistência técnica falhou em resolver o problema até hoje. Neste momento, o objetivo desta reclamação é simples: Resolução definitiva do caso; Substituição do colchão por um produto novo, caso o defeito persista; Uma resposta concreta e um prazo real para encerramento do processo. Sete meses para resolver um problema num colchão é um prazo que considero totalmente desproporcional e incompatível com o nível de serviço esperado. Deixo este relato para que outros consumidores tenham em consideração não apenas o atendimento na venda, mas também a qualidade do acompanhamento no pós-venda.
ReReclamação – Serviço NOS (TV e Internet)
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativa ao serviço de telecomunicações prestado pela NOS, do qual sou cliente. Há mais de um mês que se verificam problemas recorrentes e persistentes no serviço contratado, sem que tenha sido apresentada qualquer solução eficaz, apesar das sucessivas insistências da minha parte, nomeadamente: Má qualidade de receção do serviço de televisão, com falhas frequentes; Períodos sem qualquer receção de sinal de TV; Redução significativa da qualidade e alcance do sinal Wi‑Fi, prejudicando a utilização normal da internet. Importa salientar que continuo a pagar integralmente o serviço, sem que o mesmo seja prestado em condições adequadas. Adicionalmente, procurei resolver a situação através dos canais disponibilizados pela operadora: Desloquei-me à loja NOS do UBBO, onde me informaram que o pedido de assistência não poderia ser tratado presencialmente; No portal da NOS, após o processo de diagnóstico, é indicada a necessidade de intervenção técnica, mas o sistema apresenta erro e impede o agendamento; Pela linha telefónica, também não foi possível agendar a intervenção técnica. Verifica-se, assim, uma falha grave na prestação do serviço e nos mecanismos de apoio ao cliente, que tem impedido a resolução da situação. Face ao exposto, solicito: A resolução urgente e definitiva das anomalias identificadas; O agendamento efetivo de uma intervenção técnica no local, sem entraves adicionais; A compensação pelos períodos em que o serviço não foi prestado em conformidade; A possibilidade de resolução do contrato sem penalização, caso a situação não seja regularizada de imediato. Aguardo resposta célere e a reposição das condições contratadas. Com os melhores cumprimentos,
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 7 de junho de 2026 adquiri camisolas de futebol personalizadas (referentes à Encomenda #69134), à FalconOutlet, pelo valor de 194,00 euros. O pagamento foi efetuado e processado no próprio momento. Conforme as condições de envio estipuladas no ato da compra (CTT Registado), a entrega deveria ter sido efetuada num prazo de 10 a 15 dias (o que situaria a entrega até, aproximadamente, ao dia 22 de junho de 2026). Contudo, até à presente data, os artigos ainda não me foram entregues. Nas últimas semanas já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços — nomeadamente através do envio de dois e-mails e de mensagens privadas na vossa página oficial de Instagram —, sem que tenha obtido qualquer tipo de esclarecimento ou resposta da vossa parte. Assim sendo, exijo que, no prazo máximo de 8 dias a contar da data de receção desta comunicação, procedam à entrega da referida encomenda, sob pena de imediata resolução do contrato por incumprimento, com a consequente devolução integral do valor pago (194,00€), e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos, Rodrigo Fonseca N.º de Encomenda: #69134 Contacto Telefónico: 928022868 E-mail: rodrigoantoniofonseca@gmail.com
Telemóvel novo com falta de conformidade e recusa de solução imediata
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação formal relativa à compra de um telemóvel SPC Fortune 2 Max, adquirido na loja Worten Colombo, no dia 28/06/2026, conforme fatura já identificada na reclamação apresentada no Livro de Reclamações. Logo após a compra, verifiquei que o equipamento não reconhecia o cartão SIM, impedindo a utilização normal da rede móvel, chamadas e dados móveis. Ou seja, o telemóvel não cumpria uma função essencial. Dirigi-me à loja para comunicar a situação e pedi, numa primeira fase, a troca/substituição imediata do equipamento, uma vez que o problema surgiu logo após a compra. Expliquei também que necessitava com urgência de um telemóvel funcional para o dia seguinte e que, se tinha adquirido aquele equipamento naquele momento, era precisamente porque precisava dele para utilização imediata. Foi-me indicado que a loja não fazia devoluções/trocas de telemóveis e que o equipamento teria de ser encaminhado para garantia/assistência. Expliquei que essa solução não me servia, porque me deixava sem telemóvel, apesar de o problema ter sido detetado logo após a compra. Perante essa recusa de substituição imediata, invoquei expressamente o meu direito de rejeição, aplicável quando a falta de conformidade se manifesta nos primeiros 30 dias após a entrega do bem, solicitando a substituição imediata do equipamento ou a resolução do contrato. O equipamento foi encaminhado para assistência/garantia com o processo WO-37034815. Posteriormente, recebi por email uma informação/documento emitido pela loja, não assinado por mim, sem a minha validação e de forma completamente unilateral, onde consta a descrição: “parte inferior esquerda com dano e riscos, marcas de uso, encaixe de SIM partido”. Contesto expressamente essa descrição. Tenho fotografias do equipamento que demonstram o seu estado. A referência a “dano”, “riscos” e “marcas de uso” não corresponde à realidade e pode prejudicar injustamente a análise da garantia. A referência ao “encaixe de SIM partido” aparece nesse email/documento unilateral, sem ter sido validada ou aceite por mim. Foi-me indicado que esta descrição resulta de um procedimento normal da Worten. No entanto, considero que um procedimento interno não pode registar unilateralmente danos ou marcas que contesto, nem criar uma presunção de uso indevido por parte do consumidor. Acrescento ainda que, na zona de exposição e venda dos telemóveis da loja Worten Colombo, não existe qualquer informação visível sobre condições de venda, garantia, devolução, exclusões ou procedimentos em caso de equipamento com defeito. Essa informação apenas se encontra na zona de apoio ao cliente, local ao qual o consumidor se dirige depois da compra ou quando pretende reclamar. Como não me foi apresentada uma solução imediata e eu precisava obrigatoriamente de um telemóvel funcional para o dia seguinte, tive de adquirir outro equipamento no próprio dia. Já apresentei reclamação no Livro de Reclamações, com o n.º 38228009. Neste momento, uma vez que já tive de comprar outro telemóvel, a solução que pretendo é: 1. O reembolso integral do valor pago pelo equipamento; ou, em alternativa, 2. A emissão de um crédito no mesmo valor, para utilização noutra compra na Worten. Solicito ainda: 3. A correção ou retirada da descrição “dano”, “riscos”, “marcas de uso” e “encaixe de SIM partido”, por se tratar de uma informação unilateral, não assinada por mim, não validada por mim e expressamente contestada; 4. A confirmação por escrito de que a análise da garantia não será prejudicada por essa descrição; 5. Uma resposta formal e urgente a esta situação. Tenho na minha posse a fatura, fotografias do equipamento, comprovativo de assistência/garantia enviado por email e cópia da reclamação apresentada no Livro de Reclamações. Com os melhores cumprimentos, Marta Janela
APOIO PÓS VENDA - HYUNDAI KAUAI
Na sexta feira (26 de junho de 2026), recebi um telefonema da oficina apenas as 17:11 (cerca de 20 minutos antes de encerrarem). Informaram-me que não ainda não tinha sido feita a avaliação do carro e que só a segunda feira esse trabalho estaria feito: - fim de semana sem carro e, a última da hora, tive de alugar uma viatura - parece-me estranho não terem feito a avaliação, uma vez que esta marcação foi feita pela própria oficina, um mês antes, para substituição da peça (o tal tubo/filtro). Hoje, 2a feira (29 de junho de 2026), às 10:12, ligaram de novo a confirmar que a peça teria de ser mesmo substituída. Valor: mais de 700 euros acrescentando mais cerca de 200 euros de mão de obra. Mais cerca de 1000 euros para um carro que desde há ano e meio, só tem dado problemas. Problemas que continuam sem explicação. Mas… “não tem de pagar a avaliação” e "o arranjo pode demorar 1 ou 2 dias, não lhe posso confirmar". Com isto, as despesas já foram: - março de 2025, cerca de 4000 euros arranjo no motor - janeiro de 2026, revisão, mais 400 euros - fevereiro de 2026, cerca de 90 euros, avaliação por causa da luz do motor (esta intervenção que terá de ser feita agora) - junho de 2006, substituição da tal peça. Mais 1000 euros Total: 5490 euros num ano e meio, num carro novo, sem acidentes, com apenas 8 anos, comprado novo e com todas as revisões feitas na marca. Acrescento ainda as despesas que tenho tido com taxis e alugueres de carros (uma vez que, mais uma vez, não tenho carro de substituição). E a falta de respostas aos últimos emails que vos tenho enviado. Estou desgastado. Não sei se se conseguem colocar no meu lugar. O que fariam? Há coisas bem mais graves no mundo e esta é uma situação sem relevância, comparando com a atual crise que atravessamos. Mas é algo que me tem tirado horas de sono, muito dinheiro da carteira. Dinheiro que não disponho e que, provavelmente, já daria para a entrada duma viatura nova. Já tive muitos carros, de diversas marcas (incluindo Hyundai) mas este foi o único que, ao fim de 6 anos e meio, começou a ter problemas de motor. Seguramente, uma das piores apostas que fiz na vida.
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