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Reclamação formal – Falha no check-in, recusa de atendimento e constrangimentos no Aeroporto do Port
Assunto: Reclamação formal – Falha no check-in, recusa de atendimento e constrangimentos no Aeroporto do Porto (AZUL Air Lines / GoToGate / Portway) Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativa a um episódio ocorrido no Aeroporto do Porto, envolvendo a companhia aérea AZUL Air Lines, a agência intermediadora GoToGate e a empresa Portway (representante em terra da companhia aérea), no dia 01/02/2026, por ocasião do meu check-in para o voo de Porto, com destino a Brasília. Desde o dia 28 desse mês, venho tentando efetuar o check-in online. Na noite imediatamente anterior ao voo, permaneci durante horas a tentar concluir o procedimento. No entanto, apesar de o sistema permitir avançar até à fase final, o cartão de embarque não era gerado, impossibilitando a conclusão do check-in. Em nenhum momento recebi informação clara, prévia e inequívoca de que o check-in online estaria indisponível ou de que existiria uma obrigatoriedade específica de comparecer ao aeroporto com 4 horas (ou 5h30) de antecedência. Enquanto consumidor(a), não tenho a obrigação de deter conhecimento técnico integral sobre procedimentos internos das companhias aéreas ou plataformas intermediadoras, sendo certo que muitos passageiros são leigos, podem não ter acesso facilitado à internet ou não dominar plenamente estes sistemas. Assim, competia às empresas prestar informação clara, acessível e atempada. No balcão de atendimento, foi-me informado que eu deveria ter comparecido entre 5h30 e 8h30, sob pena de encerramento do check-in, informação que não constava de forma clara e destacada nas comunicações, no bilhete ou na plataforma de compra. Acresce que outras três pessoas chegaram por volta das 7h30/8h00 e também tiveram o check-in recusado, sob o argumento de que o prazo já se encontrava encerrado, o que demonstra a ausência de critérios transparentes e uniformes no atendimento. Adicionalmente, foi-me comunicado que, por não ter o check-in realizado, não seria possível despachar bagagem e que, caso viesse a embarcar, o faria sem a mala, o que considero manifestamente abusivo e contrário às legítimas expectativas do passageiro, uma vez que a prestação do serviço contratado inclui o transporte de bagagem conforme as condições do bilhete adquirido. Entrei em contacto telefónico com a AZUL Air Lines, que informou não haver qualquer objeção à realização do check-in no balcão naquele momento, uma vez que o check-in online já não se encontrava disponível, esclarecendo que o procedimento poderia e deveria ser realizado presencialmente pelo representante em terra (Portway). Ainda assim, os colaboradores no local recusaram-se a proceder ao check-in. Tentei, inclusive, colocar os funcionários do balcão em contacto direto com a AZUL Air Lines, mas estes recusaram-se a atender a chamada, afirmando que não iriam falar com a companhia aérea. Registámos reclamação no Livro de Reclamações no próprio aeroporto. Diante da recusa reiterada de atendimento e da ausência de soluções, manifestei a intenção de me resguardar quanto aos acontecimentos, tendo sido, por mera suposição de uma funcionária, alegado que eu estaria a filmar. Tal não ocorreu. Ainda assim, foi chamada a PSP. Colaborei integralmente com os agentes, entregando voluntariamente o meu telemóvel para verificação, tendo ficado demonstrado que não existiam gravações. Lamentavelmente, a atuação dos agentes da PSP foi desrespeitosa e desproporcional, com comentários inadequados, tratamento grosseiro e minimização da situação, tendo sido inclusive referido que “tudo para brasileiro é xenofobia ou preconceito”, o que considero ofensivo e desajustado. Os agentes solicitaram e retiveram temporariamente o meu passaporte e a minha autorização de residência, documentos que entreguei de boa-fé, por nada dever, o que me causou ainda maior constrangimento e insegurança num contexto já extremamente tenso. Posteriormente, fui informado(a) de que não existiria voo disponível para o dia seguinte. Encontra-se em meu poder o registo das conversas mantidas tanto com a AZUL Air Lines como com a GoToGate, nas quais ambas as entidades afirmam que não irão resolver a situação, não oferecem qualquer alternativa viável e recusam reembolso ou compensação, deixando-me completamente desamparado(a) enquanto consumidor(a), apesar de o serviço contratado não ter sido prestado por motivos alheios à minha vontade. O conjunto dos factos descritos configura, a meu ver, falha grave na prestação do serviço, violação do dever de informação clara e adequada ao consumidor, recusa injustificada de atendimento no balcão, ausência de assistência ao passageiro e tratamento desproporcional e constrangedor, com prejuízos materiais, emocionais e organizacionais relevantes. Deste modo, solicito a intervenção da DECO Proteste para: 1. Avaliar a legalidade e adequação da recusa de check-in nas circunstâncias descritas; 2. Apurar responsabilidades da AZUL Air Lines, da GoToGate e da Portway pela falha na prestação do serviço contratado; 3. Orientar quanto aos direitos do passageiro em matéria de reembolso, remarcação, assistência e eventual compensação por prejuízos sofridos; 4. Indicar os passos formais subsequentes para a defesa dos meus direitos enquanto consumidor(a). Coloco-me à disposição para enviar todos os comprovativos relevantes (bilhete, comprovantes de pagamento, registos de conversas com a AZUL e a GoToGate, despesas adicionais, bem como a cópia da reclamação no Livro de Reclamações). Com os melhores cumprimentos, ANA CAROLLINE F N BUARQUE DE G 312592... +3519126..... gusmaonogueirafotosefilmes@gmail.com
Falha no chek-in e recusa de atendimento e constrangimento no Aeroporto
Assunto: Reclamação formal – Falha no check-in, recusa de atendimento e constrangimentos no Aeroporto do Porto (AZUL Air Lines / GoToGate / Portway) Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativa a um episódio ocorrido no Aeroporto do Porto, envolvendo a companhia aérea AZUL Air Lines, a agência intermediadora GoToGate e a empresa Portway (representante em terra da companhia aérea), no dia 01/02/2026, por ocasião do meu check-in para o voo de Porto, com destino a Brasília. Desde o dia 28 desse mês, venho tentando efetuar o check-in online. Na noite imediatamente anterior ao voo, permaneci durante horas a tentar concluir o procedimento. No entanto, apesar de o sistema permitir avançar até à fase final, o cartão de embarque não era gerado, impossibilitando a conclusão do check-in. Em nenhum momento recebi informação clara, prévia e inequívoca de que o check-in online estaria indisponível ou de que existiria uma obrigatoriedade específica de comparecer ao aeroporto com 4 horas (ou 5h30) de antecedência. Enquanto consumidor(a), não tenho a obrigação de deter conhecimento técnico integral sobre procedimentos internos das companhias aéreas ou plataformas intermediadoras, sendo certo que muitos passageiros são leigos, podem não ter acesso facilitado à internet ou não dominar plenamente estes sistemas. Assim, competia às empresas prestar informação clara, acessível e atempada. No balcão de atendimento, foi-me informado que eu deveria ter comparecido entre 5h30 e 8h30, sob pena de encerramento do check-in, informação que não constava de forma clara e destacada nas comunicações, no bilhete ou na plataforma de compra. Acresce que outras três pessoas chegaram por volta das 7h30/8h00 e também tiveram o check-in recusado, sob o argumento de que o prazo já se encontrava encerrado, o que demonstra a ausência de critérios transparentes e uniformes no atendimento. Adicionalmente, foi-me comunicado que, por não ter o check-in realizado, não seria possível despachar bagagem e que, caso viesse a embarcar, o faria sem a mala, o que considero manifestamente abusivo e contrário às legítimas expectativas do passageiro, uma vez que a prestação do serviço contratado inclui o transporte de bagagem conforme as condições do bilhete adquirido. Entrei em contacto telefónico com a AZUL Air Lines, que informou não haver qualquer objeção à realização do check-in no balcão naquele momento, uma vez que o check-in online já não se encontrava disponível, esclarecendo que o procedimento poderia e deveria ser realizado presencialmente pelo representante em terra (Portway). Ainda assim, os colaboradores no local recusaram-se a proceder ao check-in. Tentei, inclusive, colocar os funcionários do balcão em contacto direto com a AZUL Air Lines, mas estes recusaram-se a atender a chamada, afirmando que não iriam falar com a companhia aérea. Registámos reclamação no Livro de Reclamações no próprio aeroporto. Diante da recusa reiterada de atendimento e da ausência de soluções, manifestei a intenção de me resguardar quanto aos acontecimentos, tendo sido, por mera suposição de uma funcionária, alegado que eu estaria a filmar. Tal não ocorreu. Ainda assim, foi chamada a PSP. Colaborei integralmente com os agentes, entregando voluntariamente o meu telemóvel para verificação, tendo ficado demonstrado que não existiam gravações. Lamentavelmente, a atuação dos agentes da PSP foi desrespeitosa e desproporcional, com comentários inadequados, tratamento grosseiro e minimização da situação, tendo sido inclusive referido que “tudo para brasileiro é xenofobia ou preconceito”, o que considero ofensivo e desajustado. Os agentes solicitaram e retiveram temporariamente o meu passaporte e a minha autorização de residência, documentos que entreguei de boa-fé, por nada dever, o que me causou ainda maior constrangimento e insegurança num contexto já extremamente tenso. Posteriormente, fui informado(a) de que não existiria voo disponível para o dia seguinte. Encontra-se em meu poder o registo das conversas mantidas tanto com a AZUL Air Lines como com a GoToGate, nas quais ambas as entidades afirmam que não irão resolver a situação, não oferecem qualquer alternativa viável e recusam reembolso ou compensação, deixando-me completamente desamparado(a) enquanto consumidor(a), apesar de o serviço contratado não ter sido prestado por motivos alheios à minha vontade. O conjunto dos factos descritos configura, a meu ver, falha grave na prestação do serviço, violação do dever de informação clara e adequada ao consumidor, recusa injustificada de atendimento no balcão, ausência de assistência ao passageiro e tratamento desproporcional e constrangedor, com prejuízos materiais, emocionais e organizacionais relevantes. Deste modo, solicito a intervenção da DECO Proteste para: 1. Avaliar a legalidade e adequação da recusa de check-in nas circunstâncias descritas; 2. Apurar responsabilidades da AZUL Air Lines, da GoToGate e da Portway pela falha na prestação do serviço contratado; 3. Orientar quanto aos direitos do passageiro em matéria de reembolso, remarcação, assistência e eventual compensação por prejuízos sofridos; 4. Indicar os passos formais subsequentes para a defesa dos meus direitos enquanto consumidor(a). Coloco-me à disposição para enviar todos os comprovativos relevantes (bilhete, comprovantes de pagamento, registos de conversas com a AZUL e a GoToGate, despesas adicionais, bem como a cópia da reclamação no Livro de Reclamações). Com os melhores cumprimentos, ANA CAROLLINE F N BUARQUE DE G 31259... +35191263... gusmaonogueirafotosefilmes@gmail.com
devolução taxa seguro aluguel na AVIS
Aluguei um carro com a Avis em Orlando. No checking (18/10/2025), fizeram um valor calção, mesmo eu tendo feito o seguro anterior com minha agência de viagens! Quando fiz o checkout, me disseram que devolveriam e até hj (janeiro 2026) nenhuma devolução
Vouchers não Concretizado
Exmo. Senhores Adquiri dois vouchers para 2 saltos de paraquedas na empresa Skydive Maia. Um voucher normal e um voucher com pack foto + vídeo. Acontece que agendamos a primeira vez para 09/06/2023 e 4 dias antes recebemos um e-mail a cancelar devido ao mau tempo, prolongando o voucher ate junho/2024. Agendamos novamente para dia 08/06/2024 e novamente cancelado devido ao mau tempo e com prolongamento do prazo do voucher. Voltamos a agendar para dia 01/06/2025 e 3 dias antes novamente cancelado, agora devido a restrições aéreas do Aeroporto do Porto. Aqui sugeriram agendar noutras empresas prolongando o voucher + 18 meses e oferecendo um desconto de 30€ na aquisição do pack fotografia + vídeo. Devido aos anos que passaram desde a aquisição dos vouchers (2022) solicitamos o reembolso do dinheiro para procurarmos outras empresas para prestarem o serviço. Recebemos a resposta que os vouchers não eram reembolsáveis. Pretendemos justiça e, de certa forma, reaver o nosso dinheiro, pois foi investido e nem sequer chegamos a efetuar a experiência.
Valor da caução não devolvida
Fizemos uma reserva de viatura de 15 a 18 de janeiro para o Funchal na Car Jet com Booking ref CJT-193655770 em nome de Jorge Alves. Por sua vez essa entidade remeteu os seus serviços à Magic Islands Rent a Car cujo contrato de aluguer foi apresentado no momento do levantamento da viatura com referência #60046. Foi nos solicitado uma caução de 1500 euros em depósito, não aceitando cartão de crédito, que seria devolvido aquando da entrega da viatura... No dia 18 janeiro foi entregue a viatura sem quaisquer danos nesse período, contudo o valor do reembolso da caução não se efetivou no momento conforme respetivo contrato determina. Foram feitos vários contactos de modo a solicitar comprovativo de transferência da caução, não tendo obtido qualquer resposta necessária. Até à presente data continuamos a aguardar o reembolso da caução paga 1500 euros.
Cobrança sem consentimento
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a empresa eDreams, na sequência da cobrança indevida de uma subscrição anual no valor de 89,99 €, efetuada sem o meu consentimento expresso, bem como pela adoção de práticas comerciais enganosas e lesivas dos direitos do consumidor. No dia 3 de janeiro de 2026, adquiri voos através da plataforma eDreams. Para esse efeito, limitei-me a criar uma conta com o único objetivo de concluir a compra, não tendo, em momento algum, aderido de forma consciente, clara ou expressa a qualquer plano de subscrição designado “eDreams Prime”, nem tendo sido devidamente informada ou questionada sobre tal adesão. Contudo, no dia 18 de janeiro de 2026, pelas 05h50, foi-me debitado o montante de 89,99 €, correspondente a uma alegada subscrição anual eDreams Prime. Assim que tomei conhecimento da cobrança, contactei de imediato o serviço de apoio ao cliente, solicitando o reembolso integral do valor, por se tratar de uma cobrança não autorizada. Durante o referido contacto, foi-me transmitido que teria beneficiado de um alegado “desconto” na compra dos voos por ser membro Prime. Tal afirmação é falsa e enganosa, uma vez que o desconto apresentado no momento da compra não foi identificado como estando associado a qualquer subscrição paga, nem me foi comunicado que a sua aceitação implicaria a celebração de um contrato de subscrição anual. Posteriormente, ao verificar os e-mails de confirmação da reserva, constatei que existia apenas uma menção residual, em letras diminutas e colocada no rodapé, relativa à suposta subscrição, circunstância que não consubstancia consentimento válido, nem cumpre o dever legal de informação clara, destacada e transparente. Esta conduta viola, designadamente: • O artigo 8.º da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor); • O artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro; • O Decreto-Lei n.º 57/2008, de 26 de março, por configurar uma prática comercial enganosa. Como solução inicial, foi-me proposto um vale no valor de 80 €, utilizável apenas em voos de valor superior a 300 €, proposta que recusei. Posteriormente, foi-me oferecido um reembolso parcial de 45 €, acompanhado de um vale de igual montante, aplicável apenas a voos a partir de 150 €, solução igualmente recusada. Reforcei o meu pedido de reembolso total do valor indevidamente cobrado, o qual foi novamente recusado, tendo-me sido apresentada uma justificação vaga e juridicamente infundada, segundo a qual “em Portugal o mercado não é 100% reembolsável” e que tal prática “é a lei”, sem indicação de qualquer norma legal concreta que sustente essa afirmação. Tal alegação é manifestamente incorreta, uma vez que a legislação portuguesa não prevê qualquer princípio de “mercado não reembolsável”, sendo os direitos do consumidor determinados pela existência (ou inexistência) de consentimento válido e pelo cumprimento das obrigações legais de informação. Face ao exposto, considero que esta situação configura: • Cobrança sem consentimento expresso; • Prática comercial enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008; • Violação do dever de informação clara, adequada e transparente; • Tentativa de contornar o prazo legal de 14 dias para o exercício do direito de livre resolução, através da cobrança imediata após esse período. Nestes termos, exijo o estorno/reembolso integral do montante de 89,99 €, indevidamente debitado, e solicito o apoio dessa entidade para a análise da presente situação, bem como para a prevenção de práticas semelhantes junto de outros consumidores.
Pedido de intervenção administrativa – Agência Beauty Travel | Processo D.L n. ° 17/2018
Em 29/05/2025 contratei, junto da agência de viagens Beauty Travel, uma viagem, tendo efetuado o pagamento total de 2.420,00€, conforme comprovativos, valor que inclui 1.874,60€ relativos a bilhetes de avião. Desde o início da relação contratual verificaram-se diversos problemas graves, nomeadamente prestação de informação contraditória e incorreta, falta de acompanhamento adequado e alterações relevantes aos serviços contratados sem a minha autorização ou comunicação clara e atempada. A situação agravou-se quando a agência ameaçou proceder ao cancelamento dos voos sem o meu consentimento e, mais tarde, transferiu indevidamente a minha reserva de cruzeiro para terceiros, facto que me obrigou a mudar de agência para conseguir salvaguardar a viagem. Apesar disso, nenhum valor me foi devolvido pela Beauty Travel. Desde então, a agência recusou contacto direto, e não apresentou qualquer solução ou reembolso, mantendo-se em total incumprimento contratual. Em 08/10/2025, apresentei reclamação no Livro de Reclamações Online, à qual a agência nunca respondeu, em violação do dever legal de resposta. Em 20/10/2025, submeti processo junto da Comissão Arbitral do Turismo de Portugal, o qual se encontra ainda em análise. O último contacto que tive com a Beauty Travel ocorreu em 09/11/2025, não tendo havido qualquer resposta, esclarecimento ou tentativa de resolução desde essa data até ao presente momento. Perante o silêncio prolongado, a retenção indevida dos valores pagos e os indícios de má-fé e práticas comerciais desleais, venho solicitar o apoio e intervenção da DECO, no sentido de salvaguardar os meus direitos enquanto consumidora e obter orientação quanto aos meios legais adequados para a resolução desta situação.
Malas danificadas
Boa tarde. Vim hoje do voo Lisboa - Luanda e tive as minhas duas malas de porão e a de mão completamente danificadas. Sendo que a porta do avião a funcionária exigiu que eu despachasse. Quem vai reativar as malas que estragaram?
Pagamento de um valor muito alto
Venho por este meio reclamar publicamente , porque apesar de terem reduzido o valor a cobrar ainda assim acho muito injusto da parte da sixt . Em primeiro lugar, gostaria de salientar que fui mal informada no balcão aquando do aluguer do veículo. Em nenhum momento me foi explicado por qualquer colaborador da Sixt que o carro não estaria coberto por seguro. Pelo contrário, foi-me transmitido que tinha proteção. Jamais alugaria um veículo sem seguro, ainda mais numa deslocação longa e acompanhada. Relativamente ao acidente, importa esclarecer que não tive qualquer culpa. No momento do sucedido, seguia viagem em direção a Marco de Canaveses, acompanhada pela minha mãe, de 85 anos, para visitar a campa do meu pai. De forma inesperada, fui abalroada por um camião em excesso de velocidade, que apenas tocou no carro, levantando a capa do espelho, sem partir o espelho ou causar danos estruturais no veículo. Apesar disso, foi-me imputado o custo de quase 750 € por um espelho novo, valor que considero completamente desproporcional e irrealista, sobretudo tendo em conta que se tratou apenas da capa do espelho. Uma peça desta natureza não justifica um valor tão elevado, ainda mais num contexto em que o veículo praticamente não sofreu danos. Recebi no dia 17 de dezembro, uma chamada da GNR do Porto, informando que não foi possível identificar a matrícula do camião através das imagens recolhidas. (So a empresa Ascendi é que poderia informar a maatricula atraves das portagens , porque o camião passou antes de mim ) Importa referir que o acidente ocorreu há mais de dois meses, o que torna esta situação ainda mais difícil e angustiante. A Sixt é uma empresa reconhecida no mercado e, por isso mesmo, acredito que também pode e deve agir com justiça e bom senso em situações como esta. Nos vossos próprios cartões e publicidade promovem valores como “um pequeno gesto, um novo sorriso” — é com base nesses valores que vos escrevo. Mas mesmo assim a Sixt com tanto poder e conhecimento poderia ter pedido acesso a empresa ascendi e ter a matricula do camião que me embateu . Resido na Região Autónoma e tenho uma filha a estudar no continente, o que já representa um esforço financeiro significativo. Receber uma cobrança desta dimensão na altura do Natal é extremamente pesado e desanimador. Custa-me acreditar que uma empresa da vossa dimensão seja tão inflexível e insensível perante esta situação. Reforcei que estava disponível para encontrar uma solução justa, nomeadamente pagar o valor que seria aplicável caso tivesse sido corretamente informada e tivesse um seguro adequado que cobrisse este incidente — que, relembro, não causou danos reais ao veículo. Apenas saltou a capa de plástico do espelho . Mas ainda assim fizeram me a cobrança de 322.26 € valor elevado e reforço sem culpa nenhuma que tive no acidente , no qual ninguem me ajudou nem a sixt nem a gnr nem a PSP . Peço-vos, sinceramente, que reavaliem todo o processo, que considerem o contexto humano, a falha de informação no momento do aluguer e a desproporção do valor cobrado. Acredito que seja possível encontrar uma solução equilibrada e justa para ambas as partes. So escrevo esta reclamação porque achei da parte da Sixt , que a informação dada tambem na entrega da viatura pela receção no aeroporto do porto , que haveria uns fundos que cobriam estas situaçoes e mesmo assim nada fizeram par me ajudar .
Bilhetes anulados
Segue a transcrição da correspondência tida com o site Odisseias. Comprei dois bilhetes para duas crianças verem pela primeira vez um jogo do Benfica. Comecei a preencher os dados e tive problemas em registar os mesmos. Sou contatado pela odisseias e como tinha dificuldades a operador me da um numero para eu contatar e dar os nomes, ate sexta as 17.00h Contatei e não conseguia ser atendido, passou as 17.00 de sexta e julgo que já não ia ver no sábado e que depois tentaria ver outra data para marcar, já que não me atenderam nem contataram o meu numero de telefone de cliente do odisseias. Quando contatei a odisseias sou esclarecido e sem sequer ter direito a defesa, que os bilhetes já não poderiam ser remarcados pois o Benfica já tinha cobrado a odisseias (bilhetes que não foram finalizados dentro do prazo) Emails enviados e respostas: Boa tarde. Como posso ter perdido os lugares do evento se não fiz a reserva, pois a mesma só tem lugar QUANDO os nomes preenchidos. Desculpe mas comprar os bilhetes na odisseias para duas raparigas pela primeira vez irem ver um jogo, e depois de dificuldades, dizendo que se não preencher os nomes não podem assistir, então não entendo como será considerado reserva se a mesma não ficou efetivamente completa, o máximo seria anular a mesma pois não estava completa. Não se preocupem pois será enviado para onde seja possível, e será enviado para que possam ponderar e refletir em fazer algo de útil para a conclusão de uma marcação efetiva. Nunca deveria ser possível perder algo que nunca se teve, e eu não fiz reserva do jogo pois não tive acesso ao contato que vocês me deram para o fazer verbalmente e nem completei os dados (então quem iria ?) se me disseram que teria que ter dois nomes, e se não estavam, então ....... ninguém ia, eu gastei o dinheiro para não ir. Estranho não haver relato ao facto de ter ligado, e não ter respostas, não tem no sistema ? eu tenho no meu telefone. Obrigado Mensagem de Inês Alves (Odisseias) <> Data: Wed, 21 Jan 2026 15:06:59 +0000 De: "Inês Alves (Odisseias)" [] Assunto: [Odisseias] Re: Re: [Odisseias] Re: BILHETES SLB Para: "f.ricardo" [] ##- Não escreva abaixo desta linha -## Estimado f.ricardo, O seu pedido de suporte nº (#820536) foi atualizado. Para adicionar comentários, informações ou indicar a sua resposta, basta que responda a este e-mail ou clique no link abaixo: https://ajuda.odisseias.com/hc/requests/820536 Inês Alves (Odisseias) 21/01/2026, 15:02 WET Estimado Ricardo, Iremos encaminhar a exposição para o departamento de qualidade, Solicitamos que aguarde feedback, Atentamente Experience Assistant www.odisseias.com AJUDA: ajuda.odisseias.com f.ricardo 21/01/2026, 11:51 WET Bom dia. eu apenas tentei preencher as reservas e não conseguia, fui contatado para isso, e responderam para eu poder enviar os nomes para o numero que me deram, e assim tentei. Me foi dito que sem isso não podia assistir ao jogo, ora se não foi feito não haveria reserva pois sem nome não existe lugar no estadio Se um cliente não termina um processo o mesmo não tem efeito, isso faz sentido, se não foi dado os nomes necessários para assistir ao jogo o mesmo será anulado como e normal. Mas será feita a queixa por estes motivos e enviadas as tentativas para se fazer via telefone e o procedimento as entidades. Obrigado e tenham eficiência nos produtos que querem vender, pois por vezes muita coisa leva a enificiencia. Inês Alves (Odisseias) 20/01/2026, 09:13 WET Estimado Ricardo No seguimento do seu email reforçamos que as reservas não são reembolsáveis. Foi realizada a reserva do jogo e o posterior contacto por parte da Odisseias para serem enviados os bilhetes. No dia 02/01/2026 sexta-feira, foi contactado via telefone e email por uma agente a solicitar os dados de identificação das pessoas que iriam ver o jogo do BENFICA. Com os melhores cumprimentos, Experience Assistant www.odisseias.com AJUDA: ajuda.odisseias.com Experience Assistant www.odisseias.com AJUDA: ajuda.odisseias.com Experience Assistant www.odisseias.com AJUDA: ajuda.odisseias.com f.ricardo 14/01/2026, 10:35 WET Boa tarde. Recebi, tinha problemas no preenchimento e fui contactado pelos vossos serviços. Ficou combinado em o fazer ate as 17.00h e assim fiz, contatei como combinado e não fui atendido nem me retornaram mais a chamada. Na proposta esta.... Após registo na plataforma do SL Benfica e preenchimento dos dados solicitados (cartão de cidadão e nome completo), receberá os bilhetes finais no e-mail...... Se o processo não ficou feito, é porque não se podem aceitar lugares ocupados no estádio, se o mesmo não se concretizou não houve prejuízo das partes, exceto do que me estão a querer fazer. Obrigado Inês Alves (Odisseias) 13/01/2026, 14:43 WET Estimado Ricardo, Agradecemos o contacto, No seguimento do seu e-mail, informamos que foi enviado o seguinte e-mail: "Estimado Cliente, Esperamos que esta mensagem o(a) encontre bem. Já terá recebido um e-mail do SL Benfica (Assunto: Gestão de Bilhetes - Notificação de Partilha de Bilhetes) para poder ter acesso à plataforma de atribuição de bilhetes do SL Benfica. Após registo na plataforma do SL Benfica e preenchimento dos dados solicitados (cartão de cidadão e nome completo), receberá os bilhetes finais no e-mail. Caso tenha alguma dificuldade no processo, responda a este e-mail com o nome completo + cartão de cidadão (8 dígitos + 4 dígitos finais) das pessoas a quem deseja atribuir os bilhetes, para podermos ajudar no processo. Se precisar de mais esclarecimentos, não hesite em contactar-nos. Estamos à disposição para ajudar." Com os melhores cumprimentos, Equipa Odisseias Experience Assistant www.odisseias.com AJUDA: ajuda.odisseias.com f.ricardo 13/01/2026, 13:35 WET Boa tarde. Foi feito o contato telefônico como estava combinado, mas ninguém atendeu das varias vezes. Não considero que tenha sido realizada a reserva já que eu não poderia assistir ao jogo, e a mesma não ficou completa, não faltei. Não acho a conduta própria para o tipo de situação, eu fiz o que me disseram, liguei para dar os dados, para um numero que me foi dado. Obrigado Inês Alves (Odisseias) 12/01/2026, 10:39 WET Estimado Cliente, No seguimento do seu email indicamos que as reservas não são reembolsáveis. Foi realizada a reserva do jogo e o posterior contacto por parte da Odisseias para serem enviados os bilhetes. No dia 02/01/2026 sexta-feira, foi contactado via telefone por uma agente a solicitar os dados de identificação das pessoas que iriam ver o jogo do BENFICA. Foi informado que teria que responder ao e-mail ou devolver a chamada até ás 17h para que os bilhetes lhe fossem enviados. Com os melhores cumprimentos, Experience Assistant www.odisseias.com AJUDA: ajuda.odisseias.com Experience Assistant www.odisseias.com AJUDA: ajuda.odisseias.com f.ricardo 10/01/2026, 10:27 WET Isto é um seguimento do seu pedido anterior #815139 «BILHETES SLB» Boa tarde. Assim fiz como explicado pela colaboradora e posso enviar o estrato telefônico das chamadas feitas no horário, e sem respostas. Se eu não confirmei então as reservas as mesmas não devem de ter validade, já que não foram usufruídas nem tiveram reserva nos lugares do estádio. Obrigado
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