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Subscrição renovada automaticamente depois de cancelamento
Email associado ao edreams prime: anadavid71@sapo.pt No dia 21 de março de 2026 cobraram-me SEM qualquer AVISO prévio no meu cartão 89.99€ da subscrição edreams prime. Tinha aderido em março de 2025 e usado duas vezes, uma em março e outra em junho em duas viagens que fiz. Este ano, 2026, em fevereiro, cancelei a subscrição através do site da Edreams. O próprio site não é muito claro em relação a como cancelar, já deve ser estratégia deles, mas para mim estava resolvido. Estranhei não ter recebido nenhuma confirmação do cancelamento por e-mail, mas fiquei descansado. Cancelei porque não penso em viajar este ano e, portanto, não iria usufruir das promoções do prime. Eis o meu espanto quando no dia 21 de março recebo um e-mail a informarem que retiraram o valor da minha conta e que renovaram a assinatura que eu CANCELEI. Contactados, ontem, segunda-feira dia 23 de março pelo telefone +351210608171, que indicam no próprio e-mail de renovação da assinatura para “gerir a subscrição”, foi-me proposto descontos e dito que não podiam reembolsar na totalidade porque o período de 14 dias já não era válido nesta altura. Nas renovações já não é válido!!! Só da primeira vez em que se subscreve o serviço. Ora, enquanto consumidores, temos o direito a cancelar um serviço ou compra, sem sequer necessitar de justificação num prazo de 14 dias. Já para não falar de que tinha cancelado a subscrição um mês antes da renovação. E nem avisam previamente de quando vão retirar o dinheiro? Qualquer outro fornecedor: Netflix, HBO, Amazon prime, etc com subscrições pagas avisa atempadamente que irá existir uma renovação automática e oferece esta possibilidade ao consumidor de cancelar atempadamente. A edreams num esquema fraudulento não avisa nem ninguém e as reclamações acumulam-se pelo que posso constatar do que li agora na Internet. Como podem cobrar adiantado um serviço por um ano se a pessoa não vai usufruir dele? Pois como disse, não vou utilizar, não vou viajar. Estão simplesmente a roubar dinheiro. Não sei qual será a solução aqui, mas irei por todos os meios legais tentar reaver este valor. Para mais, nos termos e condições ponto 3- 3.3 em que alegam contactar a propósito da renovação automática, insisto que não houve qualquer tentativa de contacto relativamente à renovação, logo estão em incumprimento com os seus próprios termos e condições. Tentei também remover o meu meio de pagamento, cartão de crédito para que esta fraude não volte a acontecer e não dá!??? Como é possível? Quer dizer que use ou não use este serviço, todos os anos vão retirar-me o dinheiro da minha conta? Sim, porque se o meu cancelamento não funcionou, para o ano volta a acontecer o mesmo, não?
debito não autorizado
Venho por este meio apresentar reclamação contra a Booking.com devido a uma cobrança indevida no valor de 256,94€, realizada no meu cartão bancário sem o meu consentimento. No dia 18 de março de 2026 pelas 02:34 da madrugada, foi efetuada uma alegada reserva em meu nome, a qual NÃO foi realizada por mim, nem autorizada em momento algum. Pelas 07:45 do mesmo dia, ao verificar o movimento, entrei de imediato em contacto com a Booking.com, informando da situação e solicitando a resolução urgente, uma vez que o valor ainda se encontrava cativo. Apesar da rapidez da minha comunicação, não foi tomada qualquer ação eficaz para resolver a situação no momento, tendo o valor permanecido cativo durante cerca de 2 dias. Contactei também o alojamento associado à suposta reserva, tendo-me sido informado que a responsabilidade da situação recai sobre a Booking.com. Considero esta situação extremamente grave, pois demonstra falhas de segurança e controlo, permitindo a utilização indevida dos dados do meu cartão. Assim, solicito: - Esclarecimento completo sobre a origem desta transação; - Garantias de segurança relativamente aos meus dados; - Responsabilização da entidade pelos transtornos causados; - Confirmação formal de que não haverá qualquer cobrança efetiva. Aguardo resolução célere desta situação. Com os melhores cumprimentos, Sónia Silva
Encomenda não recebida
Exemos senhores: venho aqui deixar a minha reclamação contra a Uber eats por ter feito uma compra no continente e no qual o estafeta não fez a entrega e a Uber eats no qual disse me que não dava para devolver o valor das compras em falta. Gostava de saber o que pode ser feito para a devolução do dinheiro.
Cobrança indevida da eDreams
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação contra a eDreams devido a uma cobrança indevida de 90€, referente a uma subscrição eDreams Prime, à qual nunca aderi nem autorizei, tento guardado e utilizado os meus dados bancários sem a minha autorização. Resumo dos factos: 06/03/2026: Criei conta, foi-me oferecido automaticamente um período experimental de duas semanas (sem nunca referirem que ao fim destas duas semanas seria, automaticamente, debitado um valor de 90€ do meu cartão). Neste mesmo dia fiz uma reserva de um alojamento. Quando fiz a reserva, paguei de imediato e não permeti que guardassem os meus dados bancários, até porque a eDreams também nunca pediu autorização. 07/03/2026: Cancelei a reserva. 23/03/2026: Sem qualquer aviso ou consentimento, foi-me cobrado 90€ referentes a uma suposta subscrição eDreams Prime. No mesmo dia, tentei entrar em contacto com a linha de apoio da empresa, fui redirecionado por uma (primeira atende) para o departamento do eDreams Prime onde, passado alguns minutos de espera, disseram-me que a linha estava muito ocupada e desligaram a chamada sem que eu conseguisse expor o meu problema. Importa ainda salientar que apenas hoje, após a cobrança indevida, fui verificar os vários e-mails que me enviaram a confirmar a reserva e em letras muito pequenas e no rodapé da página, existia uma menção à suposta subscrição, à qual nunca dei o meu consentimento expresso. Esta forma de comunicação não cumpre o dever legal de informação clara, destacada e transparente, nos termos do artigo 8.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) e do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, sendo inadequada para vincular o consumidor a um contrato de subscrição paga, configurando ainda uma prática comercial enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008. Motivos da reclamação: - Cobrança indevida e não autorizada de um serviço que nunca subscrevi. - Retenção ilegal de dados bancários e uso indevido para cobranças posteriores. - Prática comercial enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008; - Violação do dever de informação clara e transparente; - Tentativa de contornar o prazo legal de 14 dias para livre resolução, uma vez que a cobrança ocorre exatamente após esse período. - Dado que a eDreams não solucionou a situação e se recusa a devolver o valor indevidamente cobrado, peço a intervenção da DECO para que sejam tomadas as medidas legais necessárias. Reivindicação: Exijo a devolução integral dos 90€, cobrados sem consentimento e sem informação clara e transparente. Aguardo apoio e resposta, Cumprimentos.
Falta de informação no regulamento gera cobrança de multa
Tive um problema como anfitriã onde uma pessoa fez uma reserva com menos de 24 horas de antecedência (reservou 19h30 do dia anterior para fazer check in às 15h do dia seguinte) e no meu filtro eu coloco um dia de antecedência para reservar. Como eu não estava na cidade e não haveria possibilidade de aprontar o apartamento, entrei em contato para cancelar. Em um primeiro momento o atendente me disse que estava dentro do prazo e eu mostrei que não, enviei print do horário da reserva e pude verificar que ele estava com o horário do Brasil. Expliquei que não estava na cidadee que devido ao horário, não haveria quem limpasse o apartamento. O mesmo atendente me mandou uma mensagem dizendo que havia um erro no fuso horário, que repassaria para o setor responsável e que eu não teria nenhum tipo de punição. Eis que uma semana depois chega uma mensagem dizendo que avaliaram o meu caso e que as punições seriam mantidas (pagamento de 115 euros e outras penalidades) . Expliquei tudo novamente, e o atendente que estava com bastante má vontade, se limitada apenas a responder que lamentava. Foi então que ele me disse que o airbnb considera que as reservas podem ser feitas até 23h59 do dia anterior. Ou seja, para o airbnb 1 dia de antecedência não são 24h. O problema é que essa informação não consta em NENHUM lugar do site e o mesmo atendente disse que não existia mesmo essa informação. Então estou sendo cobrada por não ter seguido uma regra que eles simplesmente não disponibilizam a informação, o que é totalmente contrário a lei de defesa do consumidor. Gostaria que essa situação fosse resolvida da melhor forma e a punições que me foram impostas injustamente fossem retiradas e multa cancelada. Fico no aguardo.
Debitou da minha conta sem meu consentimento
Exmos. Senhores, Venho por este meio informar que cancelei a minha subscrição eDreams Prime no dia 21/03, tenho um print disto no entanto, foi efetuada uma cobrança no dia 23/03, a qual considero indevida, uma vez que o cancelamento já tinha sido solicitado no site. Dia 23/03 foi um sábado e a eDreams não atende chamadas aos fins de semana, portanto estava ainda como movimento pendente no Santander para debitar e eu liguei ao banco também nesse dia pra interromper o débito mas sem sucesso , dia 23 EDreams retirou da minha conta sem meu consentimento e eu liguei logo pela manhã a reclamar e pedir para reaverem a situação, o que me frustrou ao me oferecerem somente 50% de reembolso. A atendente Regina que falei hoje dia 23 esteve a dizer que eu obrigatoriamente tenho que reativar a subscrição pra eles conseguirem emitir o reembolso e me colocaram a responsabilidade de cancelar num prazo até ano que vem para não haver outra cobrança. Isso foi um descaso e me causou transtorno em ser obrigada a aceitar a opção oferecida pois ainda ouvi que se eu ligasse a eles de novo não eu já não teria mais essa hipótese dos 50% . Eu não estou satisfeita e quero reaver 100% do reembolso e uma solução mais justa. Cumprimentos, Carine Lima
Edreams
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à cobrança de 89,99€ associada ao serviço eDreams Prime. Efetuei uma compra no site eDreams e, durante o processo, não foi devidamente claro que estaria a subscrever um plano anual pago. A informação relativa a essa subscrição não foi apresentada de forma transparente nem destacada, o que considero uma prática enganosa e desleal, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, que transpõe a Diretiva 2005/29/CE. Adicionalmente, a adesão aparenta ter resultado de uma opção pré-selecionada, o que compromete o consentimento livre, específico e informado do consumidor, podendo configurar uma prática contrária à Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96). Procedi ao cancelamento da subscrição assim que tive conhecimento da mesma. Ainda assim, foi-me recusado o reembolso total. Assim, solicito o reembolso integral do valor de 89,99€, bem como a confirmação do cancelamento definitivo do serviço. Caso não obtenha uma resposta adequada no prazo legal, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente a DECO, a Direção-Geral do Consumidor e a ASAE, bem como recorrer aos meios legais disponíveis. Com os melhores cumprimentos, Jacinto Fernando nascimento Neves Data de ocorrência: 07 de março 2026 jacintoneves@hotmail.com tm 962306729 Peniche
Reembolso de Valores
Exmos. Senhores, Venho por este meio denunciar a conduta lamentável e ilegal da Viagens Abreu relativamente à reserva PI2500149806 para a Tailândia (escala/estadia no Dubai), com partida prevista para 29/03/2026. No dia 06/03/2026, rescindi o contrato ao abrigo do Art. 25.º do DL 17/2018, face às circunstâncias inevitáveis e excecionais de segurança no Dubai. Apesar de a própria transportadora (Emirates) ter emitido uma política de reembolso total para março devido ao conflito regional, a Viagens Abreu tentou lucrar com a situação, mantendo a viagem como "viável" e sujeitando os passageiros a um risco inaceitável. No dia 20 de março, terminou o prazo legal de 14 dias para o reembolso integral de 7.519,11€. A agência, após prestar informações falsas por escrito alegando que o pagamento total ocorrera na semana passada, efetuou apenas reembolsos parciais, retendo indevidamente 474,54€. Esta retenção, que inclui seguros e taxas de terceiros, viola frontalmente o Art. 25.º, n.º 5 do DL 17/2018, que obriga ao reembolso de TODOS os pagamentos efetuados em casos de força maior. A agência demonstrou total ausência de empatia, priorizando a sua tesouraria em detrimento da segurança e dos direitos do consumidor.
Recusa de Embarque
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao voo operado pela Transavia com destino a Paris, associado à reserva, QK6EHE na data de 21-03-2026. No momento do embarque, encontrávamo-nos devidamente presentes e preparados para embarcar, cumprindo todas as obrigações enquanto passageiros. No entanto, devido à ausência de sinalização clara relativamente ao percurso de acesso ao embarque, dirigimo-nos por uma zona que nos pareceu adequada. Nesse contexto, um dos vossos colaboradores dito responsável pelo voo, abordou-me a mim Claudio Caseirito de forma manifestamente agressiva, adotando um tom elevado e desadequado, sem qualquer justificação plausível. Apesar de ter tentado esclarecer a situação de forma calma, a postura do colaborador manteve-se hostil e provocatória. De forma absolutamente arbitrária e desproporcional, foi então comunicada a recusa do meu embarque, sem fundamento válido e sem que tivesse existido qualquer comportamento que justificasse tal decisão, nomeadamente qualquer ameaça à segurança ou perturbação do normal funcionamento do voo. Em consequência direta desta decisão ilegítima, a Sara Almeida também não pode viajar, uma vez que não seria razoável nem expectável viajar separadamente de mim, visto que a viagem foi comprada em conjunto e para os dois. Assim, a não comparência da Sara Almeida no voo resulta exclusivamente da atuação do vosso colaborador dito de responsável por aquele voo. Enquanto isto estava acontecer, assistimos a uma situação estranha e demasiado suspeita, onde o responsável se comunicava com alguém para perguntar se ainda estavam la as pessoas para embarcar, ele ficou com o número dos nossos lugares, e visualizou os nossos bilhetes, e suspeitamos que isso foi tudo uma encenação para que outras pessoas pudessem viajar no nosso lugar. No fim acabou por faltar também ao respeito á minha acompanhante. A situação descrita configura uma clara violação dos direitos dos passageiros ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 261/2004, nomeadamente no que respeita à recusa de embarque contra a vontade dos passageiros e sem fundamento legal. Face ao exposto, vimos exigir: Reembolso integral do valor pago pela viagem, pack de Voo e Hotel LogiTravel referência nº 1221648485 (415€) Pagamento de indemnização por recusa de embarque: 250€ ao passageiro diretamente impedido de embarcar 250€ à passageira acompanhante, cuja impossibilidade de viajar decorre direta e exclusivamente da vossa atuação. Total reclamado: 915€. Adicionalmente, informamos que esta situação originou prejuízos adicionais, incluindo perda de um dia de trabalho, os quais poderão vir a ser objeto de reclamação complementar pelas vias competentes. Caso não seja apresentada uma resposta satisfatória no prazo máximo de 14 dias, reservamo-nos o direito de submeter o presente caso às entidades reguladoras competentes e de recorrer aos meios judiciais adequados para defesa dos nossos direitos. Sem outro assunto de momento, aguardamos a vossa resposta com a urgência que a situação exige.
Cobrança do pedido total após cancelamento em menos de 30 segundos
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a um pedido efetuado através da plataforma Uber Eats, no qual fui indevidamente cobrada pelo valor total após cancelamento imediato. No dia em questão, realizei um pedido e, ao verificar imediatamente após a confirmação que o tamanho selecionado não correspondia ao pretendido, procedi ao cancelamento em menos de 30 segundos. Apesar da rapidez da ação, fui informada de que o pedido já teria sido aceite pelo estabelecimento e, por esse motivo, foi cobrado o valor total (37,67€), sem que tenha existido qualquer consumo ou benefício do serviço por minha parte. Importa salientar que: O intervalo de tempo entre o pedido e o cancelamento foi inferior a 30 segundos, sendo materialmente improvável que o pedido tivesse sido efetivamente preparado; Não foi disponibilizada uma opção clara e eficaz para alteração do pedido, tendo o cancelamento sido a única alternativa possível; A cobrança integral nestas circunstâncias revela-se manifestamente desproporcional; Não foi apresentada qualquer prova de início efetivo da preparação do pedido. Nos termos da legislação de defesa do consumidor, ainda que se trate de bens perecíveis, as práticas comerciais devem respeitar os princípios da boa-fé, transparência e proporcionalidade, o que não se verifica no presente caso. A cobrança de 100% do valor por um pedido cancelado em menos de 30 segundos configura uma prática potencialmente abusiva e lesiva dos direitos do consumidor. Deste modo, solicito a reapreciação da situação e o reembolso integral do montante cobrado. Caso não seja apresentada uma solução adequada, reservo-me o direito de recorrer a outras vias legais e entidades competentes para a defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, B.F.
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