Classificação
- Total de reclamações
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- 15
- Reclamações resolvidas*
- 100%
- Média de dias para responder*
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Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
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Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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Reclamações recentes
Aumento sem suporte
Venho apresentar reclamação relativamente à gestão da minha reserva de viagem organizada para Cabo Verde (Ilha do Sal), associada ao processo PD2600008047, bem como ao agravamento adicional posteriormente comunicado no valor de €75,00 por passageiro (€450,00 no total da reserva). No dia 25 de maio de 2026, após contactos relacionados com a regularização do pagamento final da viagem, foi-me comunicado um agravamento adicional associado alegadamente a aumento de combustível/custos operacionais relacionados com a operação charter dos voos TAP. Contudo, apesar dos vários pedidos de esclarecimento efetuados ao longo da troca de e-mails, nunca me foi disponibilizado qualquer suporte documental concreto que permitisse validar objetivamente: * a comunicação específica do agravamento aplicável à presente reserva; * a data efetiva em que o agravamento foi aplicado; * a metodologia de cálculo do valor de €75,00 por passageiro; * a fundamentação concreta do montante exigido; * ou qualquer documento/comunicação do operador turístico ou da companhia aérea que permitisse ao cliente verificar objetivamente o agravamento aplicado. Ao longo das comunicações foram ainda transmitidas informações distintas relativamente à origem do agravamento, tendo sido referido, em momentos diferentes: * que o agravamento teria sido comunicado pela TAP; * que a informação teria origem no operador turístico; * que não existia documento oficial emitido pela companhia aérea; * e posteriormente referências a “documento por parte da TAP”. As respostas prestadas limitaram-se essencialmente a referências genéricas ao aumento dos custos operacionais, combustível, situação no Médio Oriente, contexto internacional e enquadramento legal das viagens organizadas, sem disponibilização de suporte específico relativo à operação correspondente à minha reserva. Acresce ainda que, ao longo do histórico de comunicações, a agência continuou sempre a referir e a trabalhar sobre o valor inicialmente contratado da viagem, tendo o agravamento surgido posteriormente como um ajuste adicional comunicado apenas por e-mail, sem emissão de documentação contratual atualizada ou suporte específico que permitisse validação objetiva do novo montante total apresentado ao cliente. Adicionalmente, verificou-se comunicação faseada e pouco clara ao longo do processo, nomeadamente: * referência ao prazo de pagamento até 19 de maio, apesar da referência Multibanco ter sido enviada apenas no próprio dia 19 de maio, às 14h45; * procedimentos associados ao pagamento noutras lojas apenas comunicados posteriormente; * sucessivas alterações ou esclarecimentos relativamente ao enquadramento do agravamento comunicado; * pressão para regularização imediata do montante adicional sob indicação de eventual cancelamento da viagem por falta de pagamento. Importa ainda referir que o pagamento do valor adicional foi efetuado apenas para salvaguardar a manutenção da reserva e evitar o cancelamento da viagem, não constituindo concordância quanto ao fundamento ou validação do agravamento aplicado. Não contesto necessariamente a existência legal de mecanismos de atualização de preço em viagens organizadas. Contudo, considero que a ausência de documentação específica de suporte ao agravamento comunicado, associada à forma como a informação foi sendo transmitida ao longo do processo, não permitiu uma validação clara, transparente e objetiva do montante adicional exigido ao cliente. Solicito, assim, apreciação da presente situação e validação da conformidade da atuação adotada relativamente à fundamentação, transparência e informação disponibilizada ao cliente no âmbito do agravamento aplicado à reserva em causa.
Aumento do valor do pacote de viagens já pago na íntegra
Adquiri na Feira de Viagens Mundo Abreu um pacote turístico com tudo incluído para Djerba (2 pessoas), aproveitando preço especial do evento. Paguei a totalidade há mais de um mês, com contrato assinado e documentação entregue. Recebi agora um email a exigir 110€ adicionais (55€/pessoa), sem justificação do cálculo nem prova documental do aumento da TAP, anulando o preço especial que motivou a minha compra na Feira. Objeções: 1. VIOLAÇÃO DAS PRÓPRIAS CONDIÇÕES GERAIS – A cláusula 11.1 das Condições Gerais estabelece que o viajante dispõe de 7 dias para decidir em caso de aumento de preço. O email concede apenas 2 dias, violando frontalmente o contrato assinado entre as partes. 2. OMISSÃO DOS DIREITOS DO CONSUMIDOR – O email não informa os direitos previstos na cláusula 11.1, nomeadamente o prazo de 7 dias para deliberar. Esta omissão é enganosa e abusiva, impedindo o consumidor de tomar uma decisão informada. 3. PRAZO EXTORSIVO – Impor 2 dias com referência multibanco assemelha-se a um pedido de resgate, pressionando o cliente a pagar sem poder avaliar a legalidade e proporcionalidade do aumento. 4. FALTA DE FUNDAMENTO – Não é explicado o cálculo dos 55€/pessoa nem apresentada prova da comunicação da TAP, como exige o art. 19.º do DL 17/2018. 5. CONDUTA OPORTUNISTA – O risco geopolítico deve ser gerido pela Abreu e pela TAP, não transferido para o cliente após contrato assinado e pagamento integral efetuado. Solicito: respeito pelo prazo de 7 dias da cláusula 11.1; justificação detalhada e documentada dos 55€/pessoa; e a cláusula contratual que habilita esta revisão de preço. Reservo-me ainda o direito de queixa à ASAE.
Falta de transparência
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma viagem para a Tailândia adquirida através da Agência Abreu. Desde o início, foi solicitado um orçamento para uma viagem com cerca de 10 dias no destino. No entanto, a solução apresentada resultou numa redução significativa da estadia efetiva, para cerca de 6 dias no destino. Esta alteração não foi comunicada de forma clara, objetiva ou destacada, nem foi explicado o impacto real face ao pedido inicial. A informação foi transmitida através de itinerários complexos, sem qualquer evidência direta da redução da duração da viagem. A aceitação da proposta foi, assim, feita com base em informação incompleta e pouco transparente, o que comprometeu totalmente a tomada de decisão. Caso essa informação tivesse sido clara, a solução nunca teria sido aceite. Estamos perante uma falha no dever de informação por parte da Agência Abreu, sendo que o consumidor não pode ser prejudicado por falta de transparência no processo de venda. Face ao exposto, solicito a intervenção no sentido de garantir uma solução justa. Com os melhores cumprimentos,
Reclamação por falta de informação e pedido de reembolso – Agência Abreu / Etihad Airways
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma viagem adquirida através da Agência de Viagens Abreu, no Fórum Montijo. A viagem foi contratada para ser operada pela companhia aérea Etihad Airways. No entanto, no dia 19 de fevereiro de 2026, a Etihad divulgou um "waiver" devido à alteração da aeronave prevista para a rota de Lisboa, passando o voo a ser operado pela Hi Fly, com um equipamento de categoria inferior ao inicialmente contratado (downgrade). https://www.etihadhub.com/en-ae/news/waiver-for-guests-impacted-by-aircraft-change-on-lis-route Este "waiver" previa, entre outras opções, a possibilidade de alteração de rota sem custos adicionais ou o reembolso total dos bilhetes adquiridos. Nos termos da legislação aplicável, nomeadamente o Decreto-Lei n.º 17/2018 (artigos 24.º e 27.º), a Lei n.º 24/96 (artigo 8.º - direito à informação) e o Regulamento (CE) n.º 261/2004, esta alteração contratual deveria ter-me sido comunicada atempadamente pela agência de viagens. Contudo, tal não aconteceu. Apenas tive conhecimento desta situação de forma ocasional, através de redes sociais, não tendo sido informado pela Agência Abreu dentro do prazo útil. Considero que esta falta de comunicação atempada comprometeu a minha capacidade de tomar uma decisão informada e de exercer os direitos previstos no referido "waiver", cujo prazo terminou a 28 de fevereiro de 2026. Após tomar conhecimento da situação, entrei em contacto com a Agência de Viagens Abreu do Fórum Montijo, solicitando o cancelamento da viagem e o respetivo reembolso sem custos. No entanto, a referida agência recusa assumir qualquer responsabilidade. Face ao exposto, solicito a vossa intervenção no sentido de assegurar o cumprimento dos meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente o cancelamento da viagem e o reembolso integral do valor pago, sem quaisquer penalizações. Com os melhores cumprimentos, André Bolinhas
Reembolso de Valores
Exmos. Senhores, Venho por este meio denunciar a conduta lamentável e ilegal da Viagens Abreu relativamente à reserva PI2500149806 para a Tailândia (escala/estadia no Dubai), com partida prevista para 29/03/2026. No dia 06/03/2026, rescindi o contrato ao abrigo do Art. 25.º do DL 17/2018, face às circunstâncias inevitáveis e excecionais de segurança no Dubai. Apesar de a própria transportadora (Emirates) ter emitido uma política de reembolso total para março devido ao conflito regional, a Viagens Abreu tentou lucrar com a situação, mantendo a viagem como "viável" e sujeitando os passageiros a um risco inaceitável. No dia 20 de março, terminou o prazo legal de 14 dias para o reembolso integral de 7.519,11€. A agência, após prestar informações falsas por escrito alegando que o pagamento total ocorrera na semana passada, efetuou apenas reembolsos parciais, retendo indevidamente 474,54€. Esta retenção, que inclui seguros e taxas de terceiros, viola frontalmente o Art. 25.º, n.º 5 do DL 17/2018, que obriga ao reembolso de TODOS os pagamentos efetuados em casos de força maior. A agência demonstrou total ausência de empatia, priorizando a sua tesouraria em detrimento da segurança e dos direitos do consumidor.
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