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Reclamações recentes

G. S.
05/05/2026

Aumento do valor do pacote de viagens já pago na íntegra

Adquiri na Feira de Viagens Mundo Abreu um pacote turístico com tudo incluído para Djerba (2 pessoas), aproveitando preço especial do evento. Paguei a totalidade há mais de um mês, com contrato assinado e documentação entregue. Recebi agora um email a exigir 110€ adicionais (55€/pessoa), sem justificação do cálculo nem prova documental do aumento da TAP, anulando o preço especial que motivou a minha compra na Feira. Objeções: 1. VIOLAÇÃO DAS PRÓPRIAS CONDIÇÕES GERAIS – A cláusula 11.1 das Condições Gerais estabelece que o viajante dispõe de 7 dias para decidir em caso de aumento de preço. O email concede apenas 2 dias, violando frontalmente o contrato assinado entre as partes. 2. OMISSÃO DOS DIREITOS DO CONSUMIDOR – O email não informa os direitos previstos na cláusula 11.1, nomeadamente o prazo de 7 dias para deliberar. Esta omissão é enganosa e abusiva, impedindo o consumidor de tomar uma decisão informada. 3. PRAZO EXTORSIVO – Impor 2 dias com referência multibanco assemelha-se a um pedido de resgate, pressionando o cliente a pagar sem poder avaliar a legalidade e proporcionalidade do aumento. 4. FALTA DE FUNDAMENTO – Não é explicado o cálculo dos 55€/pessoa nem apresentada prova da comunicação da TAP, como exige o art. 19.º do DL 17/2018. 5. CONDUTA OPORTUNISTA – O risco geopolítico deve ser gerido pela Abreu e pela TAP, não transferido para o cliente após contrato assinado e pagamento integral efetuado. Solicito: respeito pelo prazo de 7 dias da cláusula 11.1; justificação detalhada e documentada dos 55€/pessoa; e a cláusula contratual que habilita esta revisão de preço. Reservo-me ainda o direito de queixa à ASAE.

Em curso
F. V.
29/04/2026

Falta de transparência

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma viagem para a Tailândia adquirida através da Agência Abreu. Desde o início, foi solicitado um orçamento para uma viagem com cerca de 10 dias no destino. No entanto, a solução apresentada resultou numa redução significativa da estadia efetiva, para cerca de 6 dias no destino. Esta alteração não foi comunicada de forma clara, objetiva ou destacada, nem foi explicado o impacto real face ao pedido inicial. A informação foi transmitida através de itinerários complexos, sem qualquer evidência direta da redução da duração da viagem. A aceitação da proposta foi, assim, feita com base em informação incompleta e pouco transparente, o que comprometeu totalmente a tomada de decisão. Caso essa informação tivesse sido clara, a solução nunca teria sido aceite. Estamos perante uma falha no dever de informação por parte da Agência Abreu, sendo que o consumidor não pode ser prejudicado por falta de transparência no processo de venda. Face ao exposto, solicito a intervenção no sentido de garantir uma solução justa. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
A. B.
27/03/2026

Reclamação por falta de informação e pedido de reembolso – Agência Abreu / Etihad Airways

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma viagem adquirida através da Agência de Viagens Abreu, no Fórum Montijo. A viagem foi contratada para ser operada pela companhia aérea Etihad Airways. No entanto, no dia 19 de fevereiro de 2026, a Etihad divulgou um "waiver" devido à alteração da aeronave prevista para a rota de Lisboa, passando o voo a ser operado pela Hi Fly, com um equipamento de categoria inferior ao inicialmente contratado (downgrade). https://www.etihadhub.com/en-ae/news/waiver-for-guests-impacted-by-aircraft-change-on-lis-route Este "waiver" previa, entre outras opções, a possibilidade de alteração de rota sem custos adicionais ou o reembolso total dos bilhetes adquiridos. Nos termos da legislação aplicável, nomeadamente o Decreto-Lei n.º 17/2018 (artigos 24.º e 27.º), a Lei n.º 24/96 (artigo 8.º - direito à informação) e o Regulamento (CE) n.º 261/2004, esta alteração contratual deveria ter-me sido comunicada atempadamente pela agência de viagens. Contudo, tal não aconteceu. Apenas tive conhecimento desta situação de forma ocasional, através de redes sociais, não tendo sido informado pela Agência Abreu dentro do prazo útil. Considero que esta falta de comunicação atempada comprometeu a minha capacidade de tomar uma decisão informada e de exercer os direitos previstos no referido "waiver", cujo prazo terminou a 28 de fevereiro de 2026. Após tomar conhecimento da situação, entrei em contacto com a Agência de Viagens Abreu do Fórum Montijo, solicitando o cancelamento da viagem e o respetivo reembolso sem custos. No entanto, a referida agência recusa assumir qualquer responsabilidade. Face ao exposto, solicito a vossa intervenção no sentido de assegurar o cumprimento dos meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente o cancelamento da viagem e o reembolso integral do valor pago, sem quaisquer penalizações. Com os melhores cumprimentos, André Bolinhas

Encerrada
T. M.
23/03/2026

Reembolso de Valores

Exmos. Senhores, Venho por este meio denunciar a conduta lamentável e ilegal da Viagens Abreu relativamente à reserva PI2500149806 para a Tailândia (escala/estadia no Dubai), com partida prevista para 29/03/2026. No dia 06/03/2026, rescindi o contrato ao abrigo do Art. 25.º do DL 17/2018, face às circunstâncias inevitáveis e excecionais de segurança no Dubai. Apesar de a própria transportadora (Emirates) ter emitido uma política de reembolso total para março devido ao conflito regional, a Viagens Abreu tentou lucrar com a situação, mantendo a viagem como "viável" e sujeitando os passageiros a um risco inaceitável. No dia 20 de março, terminou o prazo legal de 14 dias para o reembolso integral de 7.519,11€. A agência, após prestar informações falsas por escrito alegando que o pagamento total ocorrera na semana passada, efetuou apenas reembolsos parciais, retendo indevidamente 474,54€. Esta retenção, que inclui seguros e taxas de terceiros, viola frontalmente o Art. 25.º, n.º 5 do DL 17/2018, que obriga ao reembolso de TODOS os pagamentos efetuados em casos de força maior. A agência demonstrou total ausência de empatia, priorizando a sua tesouraria em detrimento da segurança e dos direitos do consumidor.

Encerrada
M. D.
02/03/2026

Reclamação por erro na emissão incorreta de passagem aérea pela agência Abreu e cobrança indevida.

Nós, Adileia Martins e Miguel Dâmaso, viemos apresentar reclamação formal contra a agência de viagens Abreu, referente à compra de uma passagem aérea realizada presencialmente nesta agência em Ponta Delgada. No ato da compra, informamos corretamente as datas pretendidas para a viagem, incluindo a data de regresso. No entanto, a passagem foi emitida com data incorreta por erro da agência, não sendo este um erro cometido por nós. Após a emissão, a agência entrou em contacto alegando que não comparecemos no aeroporto. Esclarecemos de imediato que não era essa a data que havíamos comprado, e que não faríamos uma viagem internacional para o Brasil por apenas 7 dias (5 de dezembro de 2025 a 12 de dezembro de 2025). As datas corretas, conforme solicitado no momento da compra, deveriam ser de 5 de dezembro de 2025 a 14 de janeiro de 2026. Apesar disso, a agência enviou posteriormente uma nova passagem com datas, voos e companhia aérea escolhidos unilateralmente, sem informar previamente o valor a pagar, que só foi mencionado no dia 23 de janeiro de 2026. Consideramos absolutamente abusiva a cobrança adicional, uma vez que não foi negociada nem acordada previamente, sendo uma tentativa de transferir ao consumidor a responsabilidade por um erro da própria agência Abreu. Esta prática configura prejuízo ao consumidor e violação do Decreto-Lei n.º 24/2014, que estabelece o regime jurídico aplicável à defesa do consumidor em Portugal, bem como do Código Civil, que responsabiliza o fornecedor de serviços por defeitos na prestação do mesmo. Diante do exposto, exigimos que a agência: 1. Corrija a passagem aérea para as datas originalmente solicitadas sem qualquer custo adicional; 2. Se abstenha de qualquer cobrança indevida referente ao erro que não nos foi imputável. Caso a situação não seja resolvida, informamos que iremos formalizar reclamação junto das entidades competentes, incluindo a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) e a DECO Proteste, podendo recorrer ainda a outros meios legais cabíveis para defesa dos nossos direitos.

Encerrada

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