Reclamações públicas
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Reclamação - Cobrança indevida de suplemento na reserva do Voucher
Boa tarde, Venho por este meio expor uma situação de incumprimento relativa ao voucher com o número, adquirido na ODISSEIAS. O referido voucher foi comprado especificamente para uma estadia no hotel Portal do Sol 4* - Caminha com Jantar incluido, de acordo com as condições explicitamente apresentadas no voucher. No entanto, ao tentar efetuar a reserva através da vossa plataforma, deparo-me com a impossibilidade de a concluir sem o pagamento de um valor adicional de quase 60€. Informo que tentei simular a reserva em diversas datas e períodos distintos, verificando-se sempre a exigência deste suplemento, o que invalida o propósito e as condições da compra original (na altura da compra do voucher não tinha qualquer informação de datas de reservas)-. Considerando que adquiri um serviço fechado com características específicas e que o valor total já foi liquidado, solicito a ativação e conclusão da reserva na data pretendida sem qualquer custo adicional, honrando a oferta comercializada. Aguardo uma resposta e resolução breve para esta situação.
Cancelamento Edreams Prime - Reembolso Total do valor cobrado indevidamente
Em 23-03-2025 efetuamos uma reserva através da vossa página para Porto-Faro (ida e volta). Vimos o preço mais em conta e compramos a viagem. No entanto, sem dar conta, subscrevemos uma conta Prime, como vocês lhe chamam. Na mesma altura contactamos um dos vossos colaboradores e explicamos a situação, até porque não está bem explicito a informação dessa subscrição aquando da reserva e fiz questão de o mencionar ao V/ funcionário. No entanto, o mesmo compreendeu (supostamente) a situação e referiu que iria proceder ao cancelamento e ao reembolso parcial do valor, sendo que a partir dessa mesma data seria cancelado o serviço. No entanto, no dia 07-04-2026 tenho nova saída bancária de 89,99€ da subscrição edreams prime (serviço esse que cancelei no dia 07-04-2025) Quando contactei no dia de hoje a explicar o sucedido, não souberam responder, apenas que iriam proceder ao devido cancelamento. No entanto, informaram que não farão o reembolso. Isso é inadmissível e inaceitável!!! A Edreams faz tudo de forma oculta desde o dia da minha reserva, em que me faz contratar um serviço que não pretendia, porque a informação não está bem explicita e por último, é solicitado o cancelamento e agem de má fé e não cancelam o mesmo. Voltando a cobrar indevidamente! Peço para falar com alguém responsável e a resposta foi: não temos, é comigo que tem de falar e mesmo que passe com qualquer um dos meus colegas a resposta será a mesma. Peço para passar para o departamento de reclamações e a resposta foi: as meninas não atendem chamadas, tem de ir a um link e fazer por escrito. Pedi para enviarem o link por email e a resposta foi: não fazemos esse tipo de serviço, apenas informamos via telefónica Estamos a brincar? que tipo de serviço ao cliente têm? um que apenas sabe cobrar indevidamente e não quer saber dos clientes? Não aceito e quero reembolso TOTAL do valor cobrado indevidamente
Cancelaram a estadia sem autorização e debitaram o valor
Bom dia, quero deixar aqui uma reclamação contra a empresa Agoda. No dia 20 fiz uma reserva num hotel a qual foi logo debitado 204,88€ logo na confirmação da reserva tive problemas porque pus estadia para dois adultos e um bebé e na confirmação só me puseram 1 adulto. Liguei para o hotel para conformar e realmente só meteram 1 pessoa. Liguei para o apoio ao cliente na qual me disseram que se pagasse mais 40€ ficava resolvido e assim o fiz. Até me disseram que descontavam o valor do cartão que foi debitado o valor inicial. Entretanto liguei para o hotel novamente para confirmar se a situação já estaria resolvida e disseram que estava tudo ok que já aparecia 2 adultos e um bebé. Hoje de manhã quando acordo tenho um email a dizer que a minha reserva tinha sido cancelada e que não iria receber o valor de volta. Eu não dei autorização para cancelamento. Tenho emails por parte da empresa a provar a tal alteração. Uma vez que cancelaram quero o meu dinheiro de volta. É uma vergonha fazerem isto aos clientes. Deixo em anexo emails. Fico aguardar resposta por parte da empresa e a devolução do valor debitado! Obrigado
Demora para verificar a conta e receber o Premio
Exmos Senhores Venho reclamar dessa empresa que demora a verificar os documentos e demora para pagar o Prêmio, dia 16/05/2026 ganhei um prêmio id 948376712905, mandei os documentos para verificação, e não resolveram até ontem aí estornei o valor que foi rápido e ganhei outro valor id 949877133251 e até agora nada do prêmio, é difícil confiar assim porque temos que receber rápido o prêmio, espero que resolvam o mais rápido possível.
Reclamação por cobrança indevida – eDreams Prime
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma cobrança indevida da subscrição eDreams Prime. No mês de fevereiro, procedi à adesão ao período experimental do serviço eDreams Prime. Posteriormente, recebi uma comunicação da vossa parte a informar que a subscrição seria cancelada por violação de um dos termos e condições. Perante esta situação, entrei em contacto com o vosso apoio ao cliente, tendo-me sido confirmado telefonicamente que a subscrição se encontrava efetivamente cancelada. Na sequência dessa confirmação, retirei de imediato os meus cartões da wallet da aplicação eDreams, de modo a evitar quaisquer cobranças futuras. Contudo, no dia de hoje, 22 de maio, foi-me debitado o valor correspondente à anuidade da subscrição eDreams Prime, sem o meu consentimento ou autorização. Adicionalmente, verifiquei que o meu cartão voltou a aparecer associado à wallet da aplicação, situação que não foi autorizada por mim. Perante o exposto, solicito: 1.O reembolso imediato do valor cobrado indevidamente; 2.A confirmação por escrito do cancelamento definitivo da subscrição eDreams Prime; 3.Esclarecimentos sobre a forma como o meu cartão voltou a ser associado à conta sem o meu consentimento. Informo que, caso a situação não seja resolvida com a maior brevidade, irei proceder à apresentação de reclamação no Livro de Reclamações eletrónico Aguardo uma resposta urgente. Com os melhores cumprimentos,
Subscrição Fraudulenta
Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à subscrição “Prime” da empresa [eDreams](https://www.edreams.pt?utm_source=chatgpt.com), na sequência de uma renovação automática no valor de 89€, da qual não tinha conhecimento claro nem consciência de ter aderido. Após verificar a cobrança, entrei em contacto com o serviço de apoio ao cliente da empresa para solicitar o cancelamento e o respetivo reembolso, alegando que a adesão e renovação da subscrição foram apresentadas de forma pouco transparente e potencialmente manipuladora. Durante o contacto telefónico, foi-me apenas devolvido o valor de 45€, tendo sido informado de que não poderia cancelar totalmente a subscrição nem obter o restante montante de volta. Considero esta situação abusiva e enganosa, uma vez que: * Não tive perceção clara de ter aderido a uma subscrição com renovação automática; * As condições da adesão e renovação não foram suficientemente transparentes; * Existem inúmeras queixas públicas online de consumidores a relatar situações semelhantes; * O reembolso parcial imposto pela empresa, condicionado à manutenção/cancelamento da subscrição, demonstra uma prática comercial que considero desleal. Entendo que estas práticas podem violar os princípios da transparência e do consentimento informado previstos na legislação de defesa do consumidor. Solicito, assim: * A análise desta situação; * O reembolso integral do valor cobrado (89€); * A verificação da legalidade das práticas comerciais adotadas pela empresa relativamente ao serviço “Prime”. Anexo, se necessário, comprovativos de pagamento, comunicações trocadas com a empresa e restantes elementos relevantes.
Publicidade Enganosa e Pedido de Reembolso – Espetáculo "A Batalha do K-POP" Pavilhão Super Bock Are
No dia 04/05/26 remeti por email aos produtores a seguinte reclamação: Exmos. Srs. Produtores, Venho, por este meio, apresentar a minha profunda insatisfação e reclamação formal relativa ao espetáculo "A Batalha do K-POP Em Concerto (Tributo)", realizado no passado sábado, dia 2 de maio, no Pavilhão Rosa Mota (Super Bock Arena), no Porto. Adquiri bilhetes para mim e para os meus três filhos com base na comunicação oficial do evento. No entanto, a experiência foi uma total desilusão, configurando o que considero ser publicidade enganosa pelos seguintes motivos: Divergência de Conteúdo: Toda a descrição do evento e os vídeos promocionais sugeriam um tributo focado no filme “As Guerreiras do K-Pop”, veja-se inclusive as frases anunciadas no vídeo promocional no site oficial o Pavilhão Super Bock Arena: O espetáculo que todos falam!/O filme mais visto na Netflix!/ Agora ao vivo no Porto. Contudo, as únicas músicas do filme apresentadas foram as que já constavam no site (“Golden”, “Soda Pop”, “How It’s Done”). A grande maioria do repertório consistiu em temas de outros artistas, desconhecidos do público, o que quebra o conceito fundamental de um "Tributo". Publicidade Visual Enganosa: No site oficial da Super Bock Arena, os vídeos promocionais exibem performers com figurinos icónicos do filme (capas pretas, chapéus, trajes amarelos ou os brancos e pretos brilhantes). Estes elementos visuais, que foram o principal fator de convencimento para a compra, estiveram totalmente ausentes no espetáculo. Uso Indevido do Termo "Tributo": Um concerto anunciado como tributo pressupõe a celebração da discografia e estética de uma obra ou artista específico. Ao utilizarem este termo para vender um espetáculo genérico de K-Pop, sem a devida correspondência com o filme anunciado, a organização induziu o consumidor em erro. As expectativas eram elevadas, baseadas inclusive em eventos semelhantes de qualidade realizados noutros locais (como o Europarque), mas o espetáculo de sábado ficou muito aquém do prometido e do que é legalmente exigível em termos de clareza publicitária. Face ao exposto, e sentindo-me lesada por ter pago por um conteúdo que não foi entregue, solicito o reembolso integral do valor dos bilhetes adquiridos. Fico a aguardar a vossa resposta num prazo razoável antes de proceder com uma queixa formal junto da ASAE e no Livro de Reclamações Eletrónico. Seguem em anexo os bilhetes adquiridos bem como print screans tirados do vídeo promocional do site oficial do Pavilhão Super Bock Arena (https://www.superbockarena.pt/evento/as-guerreiras-do-k-pop-em-concerto-tributo/). Até à data não obtive resposta. Por me ter sentido enganada e o espectáculo não ter correspondido de todo ao anunciado defraudando todas as expectativas solicito a vossa ajuda na mediação do caso. De salientar que o espetáculo em apreço foi alvo de várias reclamações e exposições nas redes sociais e sites que corroboram as reclamações acima expostas (ex: https://newinporto.nit.pt/cultura/estou-traumatizada-pais-pedem-reembolso-de-espetaculo-das-guerreiras-do-k-pop/attachment/34f0306e7a6a0c875f83622cc73797ab-13?fbclid=IwVERTSARmmd1leHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZAwzNTA2ODU1MzE3MjgAAR6mnWHUr0sOt-1jEUIvf4hidSc2_HKVw3833mnfmPttb8XP8AqLzAsoQbSs3Q_aem_UkoHL1KsKttXZXFR0vBtqQ&sfnsn=wa)
Cancelamento não solicitado de viagem
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma nova reclamação relativa ao cancelamento indevido de um voo Cidade do México – Lisboa, previsto para o dia 18 de abril de 2026, após múltiplas tentativas de resolução diretamente com a Iberia. A reserva estava programada para 2 passageiros com uma viagem marcada para o dia 1 de abril de 2026, com partida de Lisboa para a Cidade do México. No entanto, por motivos laborais, um dos passageiros teve necessidade de viajar para o Brasil, impossibilitando assim a realização do voo de ida, mas não do voo de regresso. Por esse motivo, no dia 31 de março de 2026, entrei em contacto com a Iberia para informar que um dos passageiros não poderia realizar o voo de ida (Lisboa - Cidade do Mexico). No entanto, deixei expressamente claro que ambos os passageiros realizariam o voo de regresso (Cidade do México - Lisboa). Solicitei APENAS o cancelamento do voo de ida do segundo passageiro. Em três chamadas posteriores com agentes diferentes, realizadas com o objetivo de confirmar que tudo se encontrava regularizado, fui sempre informado de que o voo de regresso permanecia confirmado para ambos os passageiros. Contudo, no dia 16 de abril de 2026, fui notificado de que a reserva do segundo passageiro tinha sido cancelada, o que nos obrigou a adquirir um novo voo de emergência no valor de 1.245,06€, acrescido de despesas de deslocação do aeroporto (80€) para tentar resolver presencialmente esta situação. Foram já apresentadas várias reclamações junto da Empresa Iberia, com os seguintes números de seguimento: 1. 20260331-72243013 2. 72798895 3. 2026041772815781 4. P20260420-72892762 5. P20260420-72893219 6. 47392-2025 (Presencial Aeroporto Barajas - Madrid) 7. E14509-202604 (ANAC - Portugal) No dia 25 de abril de 2026, a Iberia respondeu a uma das reclamações alegando que fatores “externos” afetaram as operações do voo, motivo pelo qual não existiria direito a compensação económica. Esta resposta é manifestamente inadequada e demonstra claramente tratar-se de uma resposta automática, sem qualquer análise efetiva da situação apresentada, uma vez que a reclamação não está relacionada com perturbações operacionais do voo, mas sim com o cancelamento indevido da reserva de um passageiro. As chamadas telefónicas para a Iberia têm-se revelado igualmente inúteis. Em cada contacto, os agentes informam que a reclamação terá seguimento no prazo de 24 a 72 horas, o que, até à presente data, nunca aconteceu. Deste modo, exigimos a devolução integral do valor pago pelo voo de emergência necessário para garantir o regresso do segundo passageiro (1.245,06€), bem como o reembolso das despesas de deslocação associadas à tentativa de resolução desta situação (80€). Continuaremos a insistir até que a Iberia apresente uma resposta adequada e efetiva relativamente a este caso. Se a Iberia continuar a ignorar esta situação e a limitar-se ao envio de respostas automáticas, reservamo-nos o direito de divulgar este caso em diferentes plataformas públicas e entidades de defesa do consumidor, por considerarmos tratar-se de uma situação claramente lesiva dos direitos do consumidor. Em anexo toda a documentação relacionada com o caso. Com os melhores cumprimentos,
Reclamação por cobrança indevida de subscrição Prime
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma cobrança indevida efetuada pela eDreams. No dia 19/05/2026 foi retirado da minha conta o valor de 89,99€, identificado como referente a uma subscrição “Prime”, subscrição essa que eu nunca realizei nem autorizei. O único serviço que adquiri junto da eDreams foi a compra de um bilhete há cerca de um mês. Em nenhum momento subscrevi qualquer plano, adesão ou serviço adicional que justificasse esta cobrança. Assim, considero este débito totalmente indevido e solicito: * O cancelamento imediato de qualquer subscrição associada aos meus dados; * O reembolso total do valor de 89,99€; * Um esclarecimento sobre a origem desta cobrança não autorizada. Caso a situação não seja resolvida com a maior brevidade, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor. Aguardo uma resposta urgente. Cumprimentos, Joana Reis
Cobrança Indevida de Caução
1. IDENTIFICAÇÃO Empresa reclamada: WHome Portugal (gestora) / Booking.com (plataforma) Propriedade: WHome Peaceful River Views in Algés perfect for Families Reclamante: Cliente Booking Check-in: 01/05/2026 — aprox. 20h30 Check-out: 05/05/2026 — aprox. 09h30 Valor reclamado: €250,00 (caução) 2. DESCRIÇÃO DOS FACTOS 2.1 Coação no pagamento da caução Antes do check-in, a gestora da propriedade (WHome Portugal) exigiu o pagamento de uma caução no valor de €250,00 como condição obrigatória para liberação dos códigos de acesso ao imóvel. O hóspede recusou inicialmente, por considerar a exigência desproporcional e por ter conhecimento de situação idêntica ocorrida com outro hóspede em 2023 (conforme registo público de avaliação na plataforma Booking.com). A gestora manteve a condição de forma expressa: sem o pagamento, o acesso ao imóvel não seria concedido. Sob coação, o pagamento de €250,00 foi efetuado pelas 18h20 do dia 01/05/2026, com comprovativo de pagamento emitido pela instituição financeira do hóspede com o valor de €250,00. Importa sublinhar que o valor integral da estadia havia sido pago antecipadamente através da Booking.com, não existindo qualquer justificação para nova cobrança condicionada ao acesso. 2.2 Ausência de vistoria conjunta no check-in No momento da entrada no imóvel, a gestora não compareceu para realização de vistoria conjunta, não forneceu qualquer documentação sobre o estado de conservação da propriedade e não identificou quaisquer danos ou avarias pré-existentes. O acesso foi feito de forma autónoma pelo hóspede através de código numérico enviado por mensagem. Por precaução, o hóspede procedeu ao registo fotográfico de avarias e danos detetados no imóvel nas primeiras horas de ocupação. 2.3 Prova fotográfica de dano pré-existente Às 22h05 do dia 01/05/2026 (menos de duas horas após a entrada no imóvel que ocorreu após as 20h30) o hóspede fotografou a placa vitrocerâmica do fogão com dano visível e já consolidado. As fotografias possuem marcação automática de data e hora gerada pelo dispositivo móvel, constituindo prova objetiva e irrefutável de que o dano era pré-existente à ocupação. Adicionalmente, o hóspede dispõe de comprovativos documentais que demonstram a sua localização antes da entrada no imóvel: registo de compra efetuada em Óbidos às 18h29 do dia 01/05/2026 e registo de portagem Via Verde no troço Bombarral–Queluz PV entre as 19h28 e as 20h02 do mesmo dia tornando materialmente impossível que o hóspede tenha causado qualquer dano antes do horário de check-in. 2.4 Acusação infundada após o check-out Três dias após o check-out (ocorrido em 05/05/2026), a gestora contactou o hóspede através da plataforma Booking.com, acusando-o de ter partido a placa do fogão e declarando que o depósito de segurança não seria devolvido. Este foi o primeiro contacto da gestora após a saída do imóvel, imediatamente acusatório, sem apresentação de qualquer prova fotográfica ou documental do estado da placa imediatamente antes do check-in do hóspede com data/hora, e sem abertura para diálogo. A gestora não dispõe de qualquer registo que demonstre que a placa se encontrava em bom estado imediatamente antes da chegada do hóspede. Em contrapartida, o hóspede possui fotografia datada e com hora exata provando o estado do equipamento nas primeiras horas de ocupação. 2.5 Tentativas de resolução Perante a recusa de diálogo da gestora que não atende chamadas telefónicas em nenhum dos números disponibilizados (Booking.com, WhatsApp e website oficial WHome), o hóspede contactou diretamente a Booking.com, despendendo aproximadamente 50 minutos em atendimento. A plataforma confirmou que o único dano alegado pela gestora se refere à placa do fogão e instruiu o hóspede a aguardar até 14 dias para resolução. A Booking.com respondeu posteriormente por e-mail informando que havia solicitado à acomodação que verificasse o caso e entrasse em contacto com o hóspede, transferindo assim a responsabilidade de mediação sem tomar qualquer posição ou providência efetiva. 2.6 Antecedente documentado Existe registo público de avaliação na plataforma Booking.com, datado de 25 de julho de 2023, de hóspede que relata situação similar: pagamento de caução de €250,00 e posterior recusa de devolução por parte da mesma propriedade WHome, tendo o caso sido denunciado à Booking.com e ao PayPal. Este antecedente demonstra um padrão de conduta da gestora. 3. FUNDAMENTOS DA RECLAMAÇÃO A retenção da caução é indevida pelos seguintes fundamentos: - Coação no ato do pagamento: o hóspede foi obrigado a pagar como condição de acesso ao imóvel, configurando prática comercial abusiva e violação dos direitos do consumidor. - Ausência total de prova por parte da gestora: a WHome Portugal não apresentou qualquer evidência fotográfica ou documental do estado da placa do fogão imediatamente antes do check-in do hóspede. - Prova documental em sentido contrário: o hóspede dispõe de registo fotográfico com datação automática (01/05/2026, 22h05) e comprovativos de localização que demonstram inequivocamente que o dano era pré-existente. - Omissão de vistoria conjunta: a gestora não realizou vistoria no momento do check-in, não podendo invocar danos sem base documental prévia (em flagrante analogia com o dever de entrega documentada em contratos de arrendamento e aluguer). - Atuação de má-fé e padrão reincidente: o primeiro contacto pós-checkout foi uma acusação direta sem provas; existe antecedente público similar com outro hóspede em 2023. - Falha da plataforma intermediária: a Booking.com, ao atuar como intermediária e ao oferecer garantias de segurança ao hóspede, tem responsabilidade de mediação efetiva, que não está a cumprir. 4. PEDIDO O reclamante solicita à DECO: 1. Mediação junto da WHome Portugal e/ou Booking.com para obtenção do estorno integral e imediato de €250,00;2. Análise da conduta da WHome Portugal face às normas de proteção ao consumidor em vigor em Portugal, nomeadamente quanto à prática de cobrança de caução condicionante de acesso ao alojamento;3. Caso aplicável, participação às entidades reguladoras do alojamento turístico em Portugal (Turismo de Portugal / ASAE). 5. DOCUMENTAÇÃO DISPONÍVEL (anexo) - Fotografia com data e hora automáticas (01/05/2026, 22h05) da placa do fogão danificada - Comprovativo de pagamento da caução (€250,00 / R$1.576,09 — 01/05/2026, 14h BR) - Comprovativo de compra em Óbidos (01/05/2026, 18h29) - Registo de portagem Via Verde Bombarral–Queluz PV (01/05/2026, 19h28–20h02) - Registo do atendimento com a Booking.com (aprox. 50 minutos) - Avaliação pública de hóspede anterior com problema similar (julho 2023) Declaro que todas as informações prestadas são verdadeiras e que os documentos disponíveis constituem prova suficiente para a resolução justa do presente litígio.
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