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Encomenda não efectuada
Fiz uma reserva no dia 07.03 onde a reserva não foi confirmada ate o fim o valor de reserva foi cobrado onde tentei varias vezes de entrar em contacto com o apoio mais sem sucesso nenhum porque so da para falar com assistência virtual onde foi comunicado que vou ter o meu reembolso de volta do valor todo que foi cobrado como a reserva não foi confirmada durante 10 dias úteis ja passou os 10 dias e não tenho o meu reembolso e a empresa não está me dar nenhuma informação agora quer dizer que fiquei sem o dinheiro e sem a viagem porque eu já não sei como contactar esta empresa para ter alguma informação porque os números de telefone que tem não funcionam e os e-mail não responde
Devolução de sinal não recebida
Exmos. Senhores No dia 11 de Janeiro fiz o cancelamento de uma reserva efectuada no Booking para o vosso alojamento Portimão Ocean Breeze com as datas 23Julho- 3Agosto. Este cancelamento, na data que foi efectuado, tem custo zero e o Booking informou-me que a devolução do sinal de 50% que os senhores cobraram à cabeça (de resto sem qualquer informação que o indicasse) seria efectivado entre 7 a 12 dias consecutivos. Volvidos mais de 2 meses e sem qualquer contacto de V.Exas ás diversas tentativas da minha parte, venho por esta via solicitar a rápida devolução e contacto da Vossa parte de modo a evitar transtornos que estou certo não serem da interesse da Vossa empresa. Melhores cumprimentos Nuno Ribeiro nribeiro1972@gmail.com
COBRANÇA INDEVIDA
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma cobrança indevida no valor de **89,99€**, associada à alegada adesão ao serviço **eDreams Prime**. Verifiquei recentemente que foi efetuada uma cobrança na minha conta no valor de **89,99€**, referente à subscrição do serviço **Prime**. No entanto, **não autorizei nem consenti a adesão a qualquer subscrição deste serviço**, nem fui devidamente informado de que estaria a aderir a um plano pago recorrente. Considero, por isso, que esta cobrança foi realizada **sem o meu consentimento explícito**, o que viola os princípios de transparência e informação ao consumidor. Assim, solicito: 1. **O cancelamento imediato da subscrição eDreams Prime**, caso esta se encontre ativa. 2. **O reembolso integral do valor de 89,99€ cobrado indevidamente**. 3. Confirmação por escrito de que **não serão efetuadas futuras cobranças** associadas a este serviço. Caso esta situação não seja resolvida com a maior brevidade, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor, nomeadamente o **Livro de Reclamações** e o **Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo**. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resolução célere desta situação. Com os melhores cumprimentos,
Voo recusado para um passageiro doente
Em 13/03/2026, o meu sogro, que é um doente crónico, passageiro com mobilidade reduzida, que precisou ser transportado de ambulância do hospital até ao avião, foi tratado de forma terrível e desumana pela equipa da TAAG no aeroporto de Lisboa. Depois de 3 horas à espera deitado numa maca, com dores, com fome, com fralda suja, sem a medicação, a viagem lhe foi recusada e teve que voltar ao hospital, onde já tinha sido dada alta para viajar para Angola. Tudo acabou por falhar devido à falta de comunicação interna eficiente— tanto no próprio aeroporto, como entre o call center em Portugal, o call center em Angola, a supervisora do check-in, a supervisora da PORTWAY e, por fim, o chefe de escala. Uma completa falta de coordenação entre os departamentos, falta de consideração pelo passageiro. Tivemos o cuidado de fornecer várias vezes toda a informação necessária a uma enorme quantidade de pessoas envolvidas, e, no fim, a informação não estava no sistema e, quando foi colocada, não estava correcta. Ninguém teve o profissionalismo de se lembrar que ( já que se estava a causar dificuldades com a ambulância para entrar no aeroporto) o passageiro poderia ter sido assistido como PMR com a assistência da MYWAY, ou alguma outra solução. Se tratam assim um passageiro doente, com assistência especial, na classe executiva, nem imagino como tratam os outros. Foi um transtorno físico, mental e financeiro terrível para o doente e a família ! Chegando ao aeroporto às 4h30 da manhã do dia 14/03 para resolver a situação, a supervisora em serviço no balcão da TAAG nem se deu ao trabalho de falar conosco para, no mínimo, lamentar a situação; limitou-se a pedir a uma funcionária, Sonia, que nos atribuísse outro voo, e que fez o que podia para ajudar. Ficámos quase duas horas no balcão à espera de informações sobre o paradeiro das malas — sendo que uma delas continha a medicação do doente. No final, fomos informados de que as malas não conseguiam ser localizadas e que teríamos de viajar sem elas, sendo enviadas posteriormente noutro voo.Neste mesmo novo voo, a tripulação de cabine informou que a refeição diabética solicitada para o passageiro doente não foi incluída nesta segunda reserva, e o doente teve que comer refeição normal, que não era saudável para a sua condição de saúde. NUNCA mais viajo ou recomendo esta companhia aerea, É inaceitável que o Aeroporto de Lisboa permita que um tratamento deste tipo ocorra num aeroporto com tamanha reputação.
Falha grave na segurança de veiculo alugado
RECLAMAÇÃO FORMAL – FALHA GRAVE NA SEGURANÇA DE VEÍCULO ALUGADO Reclamante: Ricardo Rubira Morada: Rua Rogério Pedro, nº 49 – 2º Dto Alcochete – Lisboa – Portugal Empresa reclamada: Sixt – Rent a Car Data do aluguer da viatura: 10/03/2026 Data da devolução da viatura 11/03/2026 EXPOSIÇÃO DOS FACTOS No dia 10 de março de 2026 aluguei uma viatura da empresa Sixt na região do Porto com o objetivo de me deslocar até a minha residência localizada na cidade de Alcochete, distrito de Lisboa. No momento da retirada da viatura foi realizado o contrato de aluguer e a contratação do seguro oferecido pela empresa. No entanto, não foi realizado qualquer procedimento de vistoria do veículo na minha presença, tampouco me foi apresentado qualquer relatório de danos existentes na viatura. Ressalto que apenas me foram entregues as chaves do veículo, sem que qualquer funcionário da empresa me acompanhasse para verificar o estado da viatura, procedimento que normalmente é obrigatório em contratos de aluguer de veículos. Após utilizar a viatura para realizar o trajeto entre Porto e Lisboa, dirigi-me inicialmente à unidade da Sixt localizada na Gare do Oriente para proceder à devolução da mesma. Como não localizei o ponto de entrega adequado, dirigi-me posteriormente à unidade da empresa localizada em Prior Velho. No momento da devolução, o funcionário da empresa realizou a inspeção do veículo e foi identificado um corte significativo na lateral do pneu dianteiro direito da viatura. Fui então questionado sobre a contratação de seguro e sobre a vistoria inicial do veículo. Informei ao funcionário que nenhuma vistoria havia sido realizada no momento da retirada da viatura, pois apenas recebi as chaves do automóvel sem qualquer verificação do estado do mesmo. O funcionário informou ainda que tal procedimento seria “normal” quando o cliente contrata seguro, afirmação que considero extremamente preocupante e inaceitável. Cabe salientar que possuo fotografias da viatura e do pneu dianteiro direito onde o corte foi identificado e sinalizado com caneta, o que demonstra claramente o dano existente no referido pneu. RISCO GRAVE À SEGURANÇA Considero este facto extremamente grave, pois caso a viatura tenha sido entregue com o pneu já danificado, a empresa colocou deliberadamente em risco a minha segurança e a segurança da minha família durante todo o trajeto realizado entre Porto e Lisboa. Um pneu com corte lateral apresenta elevado risco de ruptura ou explosão durante a condução, especialmente em autoestradas e em velocidades mais elevadas, podendo resultar em perda de controlo do veículo, acidentes graves e até mesmo morte dos ocupantes. Portanto, trata-se de uma situação que ultrapassa um simples problema contratual, configurando uma possível falha grave de segurança na prestação do serviço por parte da empresa locadora. CONTACTO PRÉVIO COM A EMPRESA Após o ocorrido, enviei um e-mail à empresa Sixt relatando formalmente toda a situação. A resposta recebida por parte da empresa foi de que lamentavam o ocorrido e apresentavam desculpas pelo sucedido. Apesar do pedido de desculpas, entendo que tal situação é extremamente grave e não pode ser tratada apenas como um simples inconveniente, uma vez que envolveu risco potencial à segurança rodoviária e à integridade física dos ocupantes da viatura. FALHA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO A empresa, enquanto fornecedora de serviço de aluguer de veículos, possui o dever legal de: - garantir que o veículo entregue esteja em perfeitas condições de segurança e circulação - realizar vistoria prévia do estado do veículo com o cliente - registrar eventuais danos existentes antes da entrega Nada disso foi realizado no momento da retirada da viatura. PEDIDOS Diante dos factos expostos, venho por meio desta apresentar reclamação formal e solicitar: 1. Reembolso integral do valor pago pelo aluguer da viatura. 2. Reembolso das despesas relacionadas ao uso da viatura, incluindo combustível e eventuais custos associados ao deslocamento. 3. Apuração da responsabilidade da empresa quanto à entrega de um veículo potencialmente inseguro. 4. Indenização pelos transtornos causados e pelo risco real à integridade física minha e da minha família. 5. Esclarecimento formal da empresa sobre os procedimentos adotados na entrega da viatura sem vistoria. Informo ainda que esta reclamação está sendo encaminhada simultaneamente aos órgãos competentes de defesa do consumidor e fiscalização, incluindo DECO, ASAE e Livro de Reclamações. Anexo a esta reclamação as fotografias da viatura e do pneu onde se encontra o corte identificado, bem como o registo da comunicação realizada por e-mail com a empresa. Solicito que esta situação seja devidamente analisada e que as medidas cabíveis sejam tomadas. Ricardo Rubira Rua Rogério Pedro, nº 49 – 2º Dto Alcochete – Lisboa – Portugal Data: 16/03/2026
Cancelamento de dois espetáculos
Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao cancelamento de dois espetáculos promovidos pela empresa Destinos e Profecias / LS Entertainment. Adquiri 4 bilhetes (2 para cada espetáculo), no valor total de 230 €: Concerto de Ivan Lins – previsto para 17 de janeiro (cancelado a 6 de janeiro) Concerto de Oswaldo Montenegro – previsto para 5 de junho (cancelado a 30 de janeiro) Até à presente data não foi efetuado o reembolso do valor pago, apesar de já terem decorrido vários meses desde o cancelamento. Solicito a vossa intervenção no sentido de apurar a situação e garantir o reembolso do valor pago. Junto anexo os bilhetes adquiridos, as informações de cancelamento, bem como mails trocados com a promotora dos espetáculos. Desde já agradeço a vossa intervenção e aguardo uma resposta. Com os melhores cumprimentos
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma cobrança indevida no valor de **89,99€**, associada à alegada adesão ao serviço **eDreams Prime**. Verifiquei recentemente que foi efetuada uma cobrança na minha conta no valor de **89,99€**, referente à subscrição do serviço **Prime**. No entanto, **não autorizei nem consenti a adesão a qualquer subscrição deste serviço**, nem fui devidamente informado de que estaria a aderir a um plano pago recorrente. Considero, por isso, que esta cobrança foi realizada **sem o meu consentimento explícito**, o que viola os princípios de transparência e informação ao consumidor. Assim, solicito: 1. **O cancelamento imediato da subscrição eDreams Prime**, caso esta se encontre ativa. 2. **O reembolso integral do valor de 89,99€ cobrado indevidamente**. 3. Confirmação por escrito de que **não serão efetuadas futuras cobranças** associadas a este serviço. Caso esta situação não seja resolvida com a maior brevidade, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor, nomeadamente o **Livro de Reclamações** e o **Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo**. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resolução célere desta situação. Com os melhores cumprimentos,
Edreams não emite fatura com VAT number
Quando realizei uma reserva de voos, a 7 de março, adicionei os dados da minha empresa no pedido de invoice, incluindo o VAT number. Recebi hoje o invoice 2026-SAL7-004494993 e apenas contém o nome da empresa, sem VAT number. Hoje ainda, fiz uma segunda compra e na interface das my trips, cliquei na opção para pedir um invoice e foi feito um pedido direto de invoice, sem haver qualquer campo de preenchimento de dados da minha empresa, incluindo VAT number. Estive longos minutos no chat de suporte, primeiro com AI, depois finalmente com um humano, e foi-me recusada a alteração dos dados do invoice, com o argumento de que é gerado pelo sistema e que não é possível fazer alterações ou adicionar um vat number. Chamei a atenção para a documentação https://help.nz.edreams.com/hc/en-nz/articles/18969469643538-What-information-appears-on-an-invoice que no caso de B2B (business to business) "a) The issue of an invoice is only mandatory to B2B customers who request an invoice and have indicated their VAT number to the travel agent. However, the Company has voluntarily decided to issue invoices also to its B2C customers." mas o agente de suporte continuou a deixar a mesma informação. Chamei ainda a atenção que a falta de emissão de fatura por um serviço adquiriro é ilegal, em portugal e espanha. Tentarei contactar por telefone o manager do suporte, para o qual me foi fornecido o contacto telefónico.
Venda Bilhete STUBHUB
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao pagamento de um bilhete que vendi através da plataforma STUBHUB para o jogo Benfica vs Porto, realizado no dia 8 de março de 2026. Após a venda do bilhete, fui informado pela vossa empresa de que o pagamento não teria sido efetuado porque o banco teria rejeitado a transferência. No entanto, após contacto direto com o meu banco, fui esclarecido de que não existe qualquer registo de tentativa de transferência recusada e que, tecnicamente, seria impossível uma transferência ser rejeitada nas circunstâncias indicadas. Perante esta situação, considero a justificação apresentada pouco clara e solicito uma verificação urgente do sucedido. Gostaria igualmente de receber uma explicação detalhada sobre o motivo pelo qual o pagamento não foi processado, bem como a regularização imediata do valor em falta. Peço, por favor, que esta situação seja resolvida com a maior brevidade possível. Caso contrário, reservarei o direito de apresentar a reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo uma resposta rápida relativamente a este assunto. Com os melhores cumprimentos,
Impossibilidade de cancelar subscrição prime
Assunto: Reclamação e pedido de reembolso – Subscrição Opodo Prime cobrada indevidamente Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à cobrança da subscrição Opodo Prime no valor de 89,90€, efetuada no dia 14/03/2026. Aquando da compra de uma viagem através da plataforma Opodo, foi ativada uma subscrição do serviço Opodo Prime sem que essa adesão me tivesse sido claramente comunicada ou autorizada. Antes de ocorrer qualquer cobrança, tentei cancelar a subscrição através da aplicação da Opodo. No entanto, a página destinada ao cancelamento apresentava apenas uma página em branco, impossibilitando a conclusão do processo. Adicionalmente, ao consultar a minha área de cliente Opodo Prime, o sistema indicava que não existia qualquer método de pagamento associado à subscrição. Posteriormente verifiquei que, apesar dessa informação, foi utilizado automaticamente o método de pagamento que utilizei para adquirir a passagem aérea, sem que tivesse dado autorização para essa cobrança. Importa ainda referir que tentei entrar em contacto com o apoio ao cliente da Opodo por telefone diversas vezes para cancelar a subscrição e evitar qualquer cobrança. Em todas as tentativas permaneci em espera por mais de 30 minutos sem conseguir falar com qualquer assistente. Após pesquisa, constatei também que o problema da página de cancelamento em branco tem sido reportado por vários outros clientes, o que levanta sérias preocupações relativamente ao funcionamento do sistema de cancelamento. Face ao exposto, considero que esta cobrança foi indevida, uma vez que tentei cancelar a subscrição antes da data de cobrança e não consegui fazê-lo devido a falhas na plataforma. Assim, solicito: 1. O cancelamento imediato da subscrição Opodo Prime. 2. O reembolso integral do valor cobrado (89,90€) no dia 14/03/2026. 3. Confirmação por escrito da resolução desta situação. Solicito que entrem em contacto comigo com a maior brevidade possível através do email: brendamelodepaula3@gmail.com Caso esta situação não seja resolvida num prazo razoável, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor.
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