Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
L. P.
24/06/2026

BURLA BOOKING

Bom dia, Aluguei um alojamento no booking, por o locar ser proximo ao evento onde estive presente. Para espanto meu, sou direccionado para o outro lado da cidade, para um 4o andar sem elevador e sem ar condicionado, num condominio de motoristas TVDE e UBER. Local sem condiçoes de higiene, mau cheiro. A rua de acesso fecha as 23h por motivos de segurança. O local tem portao de acesso mas sem comando para abrir. Fui ao local, e prontamente decidi abandonar devido a estas condiçoes, e alem disso, longe do local do evento. Isto é pratica comum neste fornecedor de alojamento do BOOKING, e apesar das inumeras queias, o booking continua a permitir este modus operandis, vivendo em conluio com este esquema. Tive que alugar outro quarto para pernoitar. Pretendo ser reembolsado dos 318€ que paguei, pois nao foi aquilo que foi alugado aquando a reserva. Já fiz varias reclamaçoes ao BOOKING, apenas enviaram 28,62€ de credito em conta para uso futuro. Estes senhores nao perceberam que nao pretendo usar mais esta plataforma de burlas. Obrigado.

Encerrada
P. M.
22/06/2026

Não pagamento de reembolso acordado – €549,38 – Quitação assinada há mais de 1 mês

Clientes: Matthew Mcgonigall Romero Localizador: 1229463528 Reclamação Logitravel: ROR00000000045596529 Em resposta à minha reclamação por atraso de voo KLM que impossibilitou o uso da noite de hotel e transfer, a Logitravel propôs reembolsar €549,38 (noite de hotel + transfer) pelos serviços não usufruídos do pacote turístico.Enviei o documento de quitação devidamente assinado com o meu IBAN há mais de 1 mês (22 de maio de 2026). No próprio documento enviado por eles consta expressamente que o pagamento seria feito por transferência bancária em prazo máximo de 5 dias.Até hoje, mais de 30 dias depois, ainda não recebi qualquer pagamento nem confirmação de transferência. Apenas recebo respostas evasivas por WhatsApp (“aguarde”) e silêncio total nos emails de follow-up.Peço à DECO que exija da Logitravel:Pagamento imediato dos €549,38 Envio da referência da transferência bancária Anexo todos os documentos comprovativos:Resposta da Logitravel com a proposta Quitação assinada Follow-ups enviados Conversas de WhatsApp Agradeço a intervenção urgente.

Encerrada
V. M.
22/06/2026

Burla WhatsApp, Telegram e Booking

Vem por este meio apresentar queixa-crime por falso trabalho informática e nas comunicações, nos termos do artigo 221.º do Código Penal, com base nos factos seguintes: No dia 28/05/2026, fui contactado(a) através da aplicação [WhatsApp] pelo número [+1 (557) 444-5967], que se identificava como [sem nome usado pela suposta empresa - apresentando-se como Joana Pereira a trabalhar para a Booking].Foi-me proposta uma atividade de trabalho remoto de meio período, que consistia em avaliar hotéis na plataforma Booking.com para aumentar a sua relevância, prometendo em troca comissões financeiras diárias. Para iniciar a atividade, fui instruído(a) a entrar num grupo/canal da aplicação [Telegram ] gerido pelo utilizador com o Joana Pereira - @joana_pereiraBooking - https:t.me/+Yhwm5XDVa3ZmZGE1] e a registrar-me numa plataforma web externa menos séria com o endereço [David - @BookingMarcelo01 - https://www.liq.autos].Inicialmente, o sistema atribuiu-me tarefas simples e permitiu-me efetuar um levantamento inicial de 5 €, 136,00€, 5€, 463,00€"], como forma de ganhar a minha confiança. Posteriormente, começaram a ser exigidos depósitos de valores progressivamente mais elevados para desbloquear "tarefas pré-pagas" ou "comissões retidas", sob a ameaça de que, caso não transferisse o dinheiro, perderia todo o saldo acumulado. Movido(a) pelo engano e pelo receio de perder o capital já investido, realizei as seguintes transferências/depósitos:[29/05/2026]: Valor de [500 €] para o MBway [914 968 982] , em nome de [ANA MARIA CASTRO].[29/05/2026]: Valor de [1880 €] para o mbWAY [966 091 13] vALOR DE 2000 + 1880 POR TRANFERÊNCIA BANCÁRIA iban pt50001000006531365000124 - DANILO CARDOSO, NO DIA 30/05/2026 3860€ PARA jERUSA CAROLINA FERNANDES SILVA FERREIRA, IBAN PT50019300001051626994033.No total, sofri um prejuízo patrimonial direto de [10 100 euros] €. Ao tentar reaver o meu dinheiro, foi-me exigido o pagamento de mais taxas adicionais de "desbloqueio/impostos", momento em que percebi tratar-se de uma falso emprego. Os autores MANTÉM os contatos E EU RESPONDO E CONTINUO A COLOCAR GOSTOS E A DIZER QUE ESTOU A TENTAR ARRANJAR MAIS DINHEIRO. Junto em anexo todos os comprovativos bancários de transferência, capturas de ecrã das conversas mantidas e dos perfis falsos, bem como registos da plataforma utilizada. Face ao exposto, faço requisição e a instauração do respetivo procedimento criminal contra os autores destes factos.

Resolvida
M. V.
22/06/2026
Inatel Palace S. Pedro do Sul Hotel

Inacessibilidade do alojamento

Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à minha estadia de 7 a 19 de junho de 2026, no Inatel Palace S. Pedro do Sul Hotel. Hotel ao qual estão atribuídas 4 estrelas. A reserva (N Reserva : 876 / 2026), destinava-se a pessoas idosas com dificuldades de mobilidade. No entanto, foi-nos atribuído um quarto cujo acesso implicava a utilização de escadas, situação que representou um constrangimento significativo e colocou em causa o conforto e a segurança dos hóspedes. Considero que um estabelecimento que recebe regularmente clientes seniores, especialmente numa zona termal muito procurada por pessoas idosas, deve assegurar condições adequadas de acessibilidade ou, pelo menos, informar previamente os clientes quando os quartos atribuídos não são adequados para pessoas com mobilidade condicionada. A inexistência de uma solução adequada ou de uma informação clara e antecipada sobre esta limitação originou transtornos evitáveis durante a estadia. Solicito que esta situação seja analisada e que sejam tomadas medidas para evitar que outros clientes, particularmente idosos ou pessoas com mobilidade reduzida, sejam confrontados com o mesmo problema. Solicito igualmente uma resposta formal à presente reclamação. Com os melhores cumprimentos, Manuel António Barata Vasco, acompanhante do sócio Inatel nº 639839 Maria José do Carmo Emidio endereço de e-mail: baratavasco@gmail.com Oeiras, 22 de Junho de 2026

Encerrada
C. M.
22/06/2026

recusa em pagar taxas de comissão

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio jurídico da DECO e denunciar uma situação de retenção indevida de valores por parte da plataforma MEO Blueticket, na sequência do cancelamento do evento Hot Wheels Stunt Show™ (promovido pela Live Nation Portugal), que estava agendado para os dias 29 e 30 de agosto. Adquiri bilhete(s) para o referido espetáculo através da MEO Blueticket. Após o anúncio oficial do cancelamento por "motivos operacionais e conflito de agenda" da organização, contactei a bilheteira exigindo o reembolso integral do valor que despendi (preço nominal do bilhete acrescido das taxas de comissão de serviço/operação). Em resposta, a MEO Blueticket recusou expressamente a devolução do valor das taxas de comissão, alegando que tais custos dizem respeito a um "serviço de bilhética efetivamente prestado" e que as suas Condições Gerais (aceites no ato da compra) preveem a exclusão deste valor em caso de cancelamento. Acompanho a posição pública da DECO de que esta prática é ilegal e abusiva. Considero que: 1. Sendo o cancelamento totalmente alheio ao consumidor, este não pode ser financeiramente penalizado, devendo a sua situação ser reposta ao estado anterior à compra (Artigo 798.º do Código Civil). 2. A cláusula contratual geral invocada pela Blueticket para reter as comissões transfere o risco do negócio para o consumidor, sendo, por isso, nula por abusiva (Decreto-Lei n.º 446/85). 3. As comissões fazem parte integrante do preço total e obrigatório que tive de pagar para aceder a um evento que, afinal, não se vai realizar. Em anexo, envio o comprovativo de compra (onde constam os valores detalhados), o e-mail de cancelamento do promotor e a resposta de recusa da MEO Blueticket. Face ao exposto, solicito a vossa intervenção junto da entidade para que me seja restituída a totalidade do montante pago, e apresento esta denúncia para que se junte às vossas ações de fiscalização deste setor. Com os meus melhores cumprimentos,

Em curso
A. F.
21/06/2026

Cancelamento de voos

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à reserva XHJTJS, associada ao caso 12465830. Foi submetido através do vosso formulário um pedido para cancelar apenas o bilhete do passageiro Emanuel. Esse pedido foi preenchido corretamente e da mesma forma para os voos de ida e de regresso. No entanto, no dia 12 de março, foi efetuado o cancelamento de todos os passageiros da reserva para o voo de ida, quando o pedido indicava claramente o cancelamento de apenas um passageiro. A viagem de ida (Lisboa – Barcelona) estava prevista para 13 de março e nenhum dos passageiros recebeu qualquer notificação por e-mail a informar sobre este cancelamento. Apenas tomei conhecimento da situação quando tentei realizar o check-in e verifiquei que não era possível fazê-lo. Após contactar a assistência da Vueling, foi-me então enviado o email a confirmar o cancelamento da reserva. Devido a este erro e à ausência de qualquer aviso prévio, fomos obrigados a comprar novos bilhetes para os passageiros Steve e António, para garantir a viagem prevista. O custo total desses novos voos foi de 254,54€, despesa que ocorreu exclusivamente devido ao cancelamento incorreto efetuado. Importa ainda referir que esta viagem estava associada a deslocação profissional, tendo sido necessário dedicar várias horas para resolver uma situação que não foi causada por nós. Entre contactos com o apoio ao cliente, verificação da reserva e compra urgente de novos voos, foram consumidas cerca de 5 a 6 horas de trabalho por duas pessoas, o que representa também um prejuízo associado a esta situação. Verificámos ainda uma inconsistência no tratamento dos cancelamentos: - Nos voos de regresso, recebemos um email a confirmar apenas o cancelamento do voo do passageiro Emanuel, conforme solicitado. No entanto, não ficou claro de que forma seria efetuado o respetivo reembolso. - Nos voos de ida, não recebemos qualquer confirmação de cancelamento. Apenas após contacto com a assistência nos foi enviado um email indicando que os voos tinham sido cancelados, surgindo apenas a indicação de crédito de voo, sem explicação clara sobre o destino do valor pago. Face ao exposto, solicito: 1. Reembolso do valor de 254,54€ relativo aos novos bilhetes adquiridos, uma vez que esta despesa resultou diretamente do cancelamento incorreto da reserva. 2. Esclarecimento sobre o reembolso dos voos cancelados, incluindo o método de pagamento para onde será efetuado. 3. Revisão da atribuição de crédito de voo, solicitando, sempre que possível, o reembolso para o método de pagamento original. 4. Apresentação de pedidos de cancelamento para prova que apenas solicitamos o pedido do voo do Emanuel Caso seja necessário, posso enviar os comprovativos dos novos voos adquiridos. Tendo em conta que esta situação resultou de um erro no processamento do pedido e causou prejuízos adicionais, agradeço a resolução deste caso de acordo com os direitos dos passageiros aplicáveis no espaço europeu. Aguardo a vossa resposta e a resolução desta situação.

Encerrada
O. B.
20/06/2026

Reembolso Imparcial

Eu, Douglas , venho por meio desta apresentar uma reclamação contra a MyTrip relativamente ao reembolso de uma reserva de voos efetuada através da sua plataforma. No momento da compra, por erro na seleção das datas, adquiri passagens aéreas com partida prevista para 6 de novembro de 2026 e regresso em 11 de novembro de 2026. Assim que percebi o equívoco, solicitei o cancelamento e o respetivo reembolso através da MyTrip. O pedido foi efetuado em menos de duas horas após a compra dos bilhetes. O valor total pago pela reserva foi de R$ 2.391,67. Posteriormente, recebi um primeiro reembolso no valor de R$ 331,83. Após várias tentativas de contacto e reclamações junto da empresa, cerca de um mês depois foi efetuado um segundo reembolso no valor de R$ 1.773,17. Desta forma, o montante total reembolsado foi de R$ 2.105,00, ficando retida pela empresa a diferença de aproximadamente R$ 286,67. O ponto principal da minha reclamação é que, durante o contacto telefónico com a MyTrip, fui informado de que seria aplicada apenas uma taxa administrativa de 120 euros relativamente ao cancelamento. No entanto, ao analisar os valores processados, constatei que a empresa aplicou a referida taxa em duplicado, uma vez para o segmento operado pela Gol e outra vez para o segmento operado pela Azul, cobrando, na prática, duas taxas distintas de 120 euros. Considero esta situação indevida, pois a informação prestada pela própria empresa indicava claramente que seria cobrada apenas uma taxa de 120 euros referente ao processo de cancelamento da reserva, e não duas taxas separadas para cada companhia aérea envolvida. Face ao exposto, solicito a análise deste caso e a intervenção da Deco Proteste para que a MyTrip esclareça os critérios utilizados no cálculo do reembolso e proceda à devolução dos valores cobrados indevidamente, caso se confirme a aplicação duplicada da taxa de cancelamento. Anexo a esta reclamação os comprovativos de pagamento, os comprovativos dos reembolsos recebidos e demais documentos relevantes que demonstram os factos aqui descritos. Agradeço a atenção dispensada e aguardo uma resolução justa para esta situação. Com os melhores cumprimentos, Douglas Número do pedido: 0025-015-327

Encerrada
I. C.
19/06/2026

Divulgação de conteúdo cientificamente enganoso

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente a publicidade que considero falaciosa e potencialmente danosa ao consumidor. Trata-se da promoção de um livro de receitas "naturais" transmitida durante o programa "A Sentença", da TVI. Em particular, tem sido afirmado ou fortemente sugerido em várias ocasiões que estas receitas podem curar doenças. Numa transmissão especificamente, foi inclusivamente dado a entender que tais receitas poderão constituir um adjuvante relevante no tratamento inicial de doenças oncológicas, através de mensagens que aparentam conferir validade científica a estas afirmações. Enquanto médic@, considero preocupante a divulgação de alegações de saúde desprovidas de qualquer fundamento científico, a qual pode criar falsas expectativas, induzir consumidores vulneráveis em erro e contribuir para decisões inadequadas relativamente à procura ou adesão a tratamentos médicos baseados na evidência. Solicito que esta situação seja analisada com rigor, atendendo ao risco de desinformação em matéria de saúde e suas respectivas consequências. Com os melhores cumprimentos

Encerrada
M. V.
19/06/2026

Pagamento indevido

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação contra a eDreams devido a uma cobrança indevida de 89,99 euros referente a uma subscrição eDreams Prime, à qual nunca aderi nem autorizei, tento guardado e utilizado os meus dados bancários sem a minha autorização. Em Janeiro se 2025, fiz uma reserva de voo,para 2 pessoas, Faro/ Barcelona e volta, paguei o voo com o cartão Visa. Telefonei para a edreams agora, e disseram que é da (suposta) subscrição edreams prime,e que o valor já tinha sido paga 2 vezes, 89,99 x 2, e uma conta bancária que eu nunca dei à edreams, só paguei com o cartão Visa que era noutra contra e os bancos sao diferentes. Como é que têm acesso a esta conta ??? Cobrança indevida e não autorizada de um serviço que nunca subscrevi. Retenção ilegal de dados bancários Dado que a eDreams não solucionou a situação e se recusa a devolver o valor indevidamente cobrado, peço a intervenção da DECO para que sejam tomadas as medidas legais Aguardo apoio e resposta, Cumprimentos. M.V

Resolvida
R. M.
19/06/2026

Pagamento de mancha em jante descabido

Aluguei uma viatura portadora da matricula BQ-00-QG com a Surprice em 6/04/2026 e ao devolve-la em 30/04/2026 foi-me cobrado 383€ do dano na jante traseira direita em que constava em 2 manchas com comprimento menor que 5 centímetros em cada uma. Nesse mesmo dia paguei os 383€ à empresa Internationalcar Mobility Solutions, Lda. Pedi a Surprice que justificasse o valor que cobravam e se era da reparação da jante ou uma jante nova e até a data não justificaram tal cobrança, justificando-se que os indicadores da tabela de danos eram extremamente internos à empresa e não poderiam ser enviados para os cliente. Por lei quem paga tem o direito de saber o que está a pagar. Na fatura descreveram "Dano grave jante traseira direita" onde não descriminam mão-de-obra ou equipamentos ou materiais. Por outro lado, queria reclamar que a fatura número 34166/123154 no valor de 383€ que paguei foi redigida pela empresa "Internationalcar Mobility Solutions Lda" que é diferente da empresa que assinei o contrato de aluguer que é a "Surprice". Caso a Decoproteste necessite de provas eu poderei envia-las por email.

Encerrada

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