Reclamações públicas

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R. P.
07/01/2026

cobrança indevida

Exmo. Senhor/a, Venho por este meio formalizar uma reclamação e contestar veementemente a cobrança no valor de 838,04 € referente a alegados danos na viatura da marca Volkswagen t-Cross, com a matrícula n.º AU-24-OZ, no âmbito do Contrato de Aluguer número PT 81 11 23 e Reserva efeituado na CARJET: Booking ref.: CJT-194394334 já efetuei varias reclamações escritas ate agora sem resposta dos vossos serviços isto, já a mas de 30 dias … situação inadmissível. Face ao exposto, solicito o cancelamento imediato da cobrança indevida e o reembolso de qualquer valor que me tenha sido cobrado . cumprimentos

Encerrada
D. A.
07/01/2026

Denúncia contra AEGEAN por violação do Regulamento Europeu 261/2004

Denúncia contra AEGEAN por violação do Regulamento Europeu 261/2004 Exmºs Srs: No âmbito do Regulamento Europeu 261/2004: - Dia 23/12/2025 submeti formulário no site da companhia aerea AEGEAN, com todos os comprovativos; - Dia 24/12/2025 recebi e-mail automático AEGEAN e confirmei pedido anterior; - Dia 7/01/2026 recebi e-mail AEGEAN a recusar ilegalmente o cumprimento do dever de compensação, violando o Regulamento Europeu 261/2004. Junto todos os comprovativos. Peço e espero justiça! Muito obrigada! Com os melhores cumprimentos, Daniela Arinto Complaint against AEGEAN for violation of European Regulation 261/2004 Dear Sirs/Madams: Within the scope of European Regulation 261/2004: - On December 23, 2025, I submitted a form on the AEGEAN airline website, with all supporting documents. - On December 24, 2025, I received an automated email from AEGEAN confirming my previous request. - On January 7, 2026, I received an email from AEGEAN illegally refusing to fulfill the obligation to compensate, violating European Regulation 261/2004. I have attached all supporting documents. I request and expect justice! Thank you very much! Sincerely, Daniela Arinto

Encerrada
A. B.
06/01/2026

Fraude e venda abusiva

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação contra a empresa Interpass Portugal, com a qual celebrei um contrato em 2025, sob o número de contrato 176848 mediante o pagamento de uma joia de adesão e o compromisso de mensalidades subsequentes sob garantias citas abaixo. Na altura, o contrato foi-me apresentado como “vitalício”, garantindo acesso contínuo aos serviços da Interpass. Eu, Ramon Enrique Alejandro de Armas, titular do contrato “Premium” n.º 176848 (e cotitular, Anastasiya Bondarenko) celebrado em 12-03-2025, venho, nos termos dos artigos 432.º, 433.º, 801.º e 808.º do Código Civil, bem como da legislação de defesa do consumidor (DL n.º 24/2014 e DL n.º 446/85), comunicar a resolução imediata do referido contrato, por incumprimento contratual da Interpass. No ato da celebração foi-me garantido, presencialmente e em gravação (telefónica), que, através dos seus serviços e parceiros, beneficiaria de preços mais baixos e que em todas restantes plataformas concorrentes (e.g., Trip.com, Revolut, etc.) o que não se verificou até ao momento, depois de várias tentativas de usufruir o serviço que já foi pago até ao momento no valor de 259€. O contrato foi celebrado sob a condição essencial e a promessa de que teria acesso aos “preços mais baixos do mercado” em todos os serviços de viagens, o que demonstrou ser sistematicamente falso. Para não mencionar o facto de que fomos "atraídos" para esta empresa com imensa insistência à semelhança de outras queixas lidas neste site por chamadas telefónicas sobre um voucher que podíamos usufruir de forma gratuita e não vinculativa numa estadia 2 ou 4 noites dependendo do destino. Sendo que mesmo depois do contrato nunca nos foi dado como disponível como prometido. Este facto configura um “Incumprimento Definitivo” da obrigação principal do serviço - a garantia de poupança – o que me confere o direito à resolução, nos termos do Artigo 801.º do Código Civil. Mais informamos que a referida promessa de “preços garantidos” constitui uma Ação Enganosa que viciou a nossa vontade de contratar, violando o Artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 57/2008. (Lei das práticas comerciais desleais). Posteriormente, fui pressionado a aderir, depois de sucessivas chamadas telefónicas, por exemplo, a mudança de fornecedor de energia que manteria os valores que tinha na EDP (serviço contratado no momento), o que não se verificou: ao aderir à Galp Energia através da Interpass (gravado numa chamada telefónica), a fatura passou a ser cerca de 15 € superior, obrigando-me a novo processo de mudança e a perda de várias horas do meu tempo pessoal, sem qualquer resolução da parte Interpass ignorando a situação prometida apesar das reclamações apresentadas à gestora via chamada telefónica "gravada" segundo a Interpass. Mais informo que nunca usufruí de qualquer serviço do contrato até à presente data, tendo apenas sido alvo de sucessivas chamadas de telemarketing para serviços adicionais que recusei e para as quais já solicitei, sem sucesso, a cessação de contactos, o que constitui prática comercial agressiva e contrária aos deveres para com o consumidor. Face ao exposto, considero verificado um incumprimento definitivo das obrigações assumidas pela empresa. Dado a situação não se encontrar resolvida, enviei uma carta registada com aviso de recepção que deixo a fotografia em anexo nesta queixa, para aviso formal de bloqueio do débito direto para quaisquer débitos da parte da empresa. Após este episódio fui contactada pela Interpass a ameaçar me se não regularizar o pagamento em como me "vão buscar todo dinheiro que falta até fim de contrato a bem ou a mal" e ameaçando que o meu pedido e as queixas não vão chegar a lado nenhum. Adicionalmente ameaçando que a queixa formal com qual "vai proceder na de seguida" e "o tribunal mencionado no contrato vai me buscar o dinheiro remanescente ao salário" cito pelas palavras do pessoal da Interpass utilizou. Quando alertado que a chamada ia ser gravada, desligaram a mesma. Durante o último dia do ano 31-12-25 ligaram de vários números no total de 30 vezes. Considero que tal prática é abusiva e contrária à lei portuguesa, nomeadamente ao disposto no Decreto-Lei n.º 24/2014 (Direito dos Consumidores) e no Regime das Cláusulas Contratuais Gerais (Decreto-Lei n.º 446/85), que proíbem cláusulas que criem obrigações de duração indefinida e condicionem injustificadamente a liberdade de rescisão do consumidor. Assim, solicito a imediata anulação do contrato e cessação de todas as cobranças futuras, bem como a avaliação da validade das cláusulas ditas “vitalícias” que me foram impostas. Adicionalmente, requeiro que este caso seja analisado pela DECO e, se necessário, encaminhado ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo competente, para defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Sem outro assunto de momento, Subscrevo-me com os melhores cumprimentos, Anastasiya Bondarenko Número de contrato 176848 NIF:262232626 E-mail: nastiabondarenko@hotmail.com 06/01/2026 Porto Portugal

Encerrada
Y. Y.
06/01/2026

Enganado

I am writing to submit a formal complaint regarding an unauthorised automatic renewal charge of 69.99 EUR for eDreams Prime, which was processed via PayPal in January 5, 2026. For clarity, I would like to outline the facts: • I subscribed to eDreams Prime in 2024 in connection with a booking. • Throughout the entire year of 2025, I did not use any Prime benefits or services. • In January 5, 2026, the annual Prime fee of 69.99 EUR was charged without my awareness. • I did not receive any clear, prominent, or effective reminder prior to this renewal. • Upon discovering the charge, I immediately cancelled the Prime subscription and contacted your customer service to request a refund. • My refund request was refused. Given the above, I believe this charge constitutes an unfair commercial practice, particularly an automatic renewal without effective prior notification, which is not compliant with EU consumer protection principles regarding transparency and informed consent for recurring subscriptions. I am therefore requesting: • A full refund of 69.99 EUR, and • Written confirmation that the Prime subscription has been fully cancelled.

Resolvida
I. C.
05/01/2026
Évora Hotel

Mau serviço prestado

Exmos. senhores Agradeço que transmitam à gerência do Évora Hotel para os devidos efeitos o seguinte: sou (era) cliente do hotel com várias boas experiências aí vividas nomeadamente em passagens de ano, páscoa e outras. Nem eu, nem a minha família, nem as muitas famílias que aí escolheram fazer a passagem do ano mereciam o que lhes aconteceu. Muito menos que quando confrontados com as queixas apresentassem a desculpa miserabilista de "contenção de custos". Até porque do lado dos clientes não houve contenção de custos, uma vez que pagamos e bem um serviço sem qualidade e que não respeitou o espírito da época e não fez o cliente sentir que estava a viver um momento especial e diferente. No jantar dito de gala houve pouco jantar e pouca "gala". Serviço caótico, ao contrário do ano passado optaram por servir já os pratos individuais e assim assistimos aos empregados a descerem aos magotes e em correria as escadas de acesso à sala equilibrando vários pratos nos seus dois braços. Não se conseguia começar a comer ao mesmo tempo. A comida já chegava fria e mais fria ficava. O tempo de espera entre pratos quase dava para iniciar a digestão entre cada um. Quando se chegou perto do fim do serviço já era quase meia-noite. Eramos cinco quartos na mesa (11 pessoas), porém, não queriam deixar uma garrafa de vinho tinto e uma de branco na mesa, com o argumento de que eram as ordens que tinham, mesmo que essa solução até permitisse poupar pessoal e agilizar o serviço, em vez de mais uma vez dar uma imagem de pretensa poupança miserabilista. Aliás, idêntica postura aconteceu quando do champanhe para o fim do ano, aí só querendo disponibilizar uma garrafa por mesa. Quanto ao menu, o folhado de pato com o pato frio e gordurento, bacalhau que seria quanto muito um quarto de posta, carne também fria e um bolo que mais era uma pasta de açúcar seca. Já era quase meia-noite quando o serviço ficou perto do final. Meia-noite que, para cúmulo, esteve desfasada nos ecrãs três minutos da hora apresentada nos telemóveis. As animações nos ecrãs eram muito pobres e foram apagadas antes do fim da festa ficando nos seus lugares a imagem de fundo dos computadores/sistema. Quanto à Abaladiça entendo que devia haver vergonha pelo que apresentaram este ano, uma ofensa aos hóspedes e ao espírito da época e onde todos nos devíamos sentir especiais. Tudo colocado (lançado) sobre duas pequenas mesas separadas quais pequenas ilhas na sala de ligação. Nada de qualquer decoração, qualquer arranjo, qualquer cuidado no empratamento dos poucos géneros apresentados. Os camarões cozidos (secos e com a casca colada ao corpo) lançados numa travessa, podiam estar arranjados em pirâmide, uma qualquer atenção, nada. O leitão então, dado até estarmos no Alentejo seria de esperar que estivesse muito bom, estava completamente emaciado, mole mesmo, nada crocante e enjoativo. Açorda? Não vi, mesmo que estivesse uma terrina recordo que estavam bem mais de cem pessoas. Em suma, da Abaladiça não comi nada, repito e afirmo, nada. E tinha fome (depois de um jantar de gala é obra, não é?). E quanto ao almoço de ano novo? Podia ser de um outro dia qualquer de um qualquer outro buffet, servido num espaço frio de ligação entre salas, sem qualquer decoração alusiva na mesa e onde os restos do camarão e do leitão da véspera reforçavam visualmente a zona de saladas frias. O prato forte do almoço de ano novo um gordurento estufado/grelhado??? de pontas de potra em cebolada com batatas assadas aguadas e encruadas e uma carne assada escura. Para cúmulo e para a despedida cobraram-me no check- out por uma garrafa de água consumida no quarto e que não teria pago. Releva-se que a garrafa de água em causa foi reposta sem qualquer pergunta se pretendia uma nova garrafa de água em substituição da que se encontrava no quarto à chegada e muito menos me foi alertado para que caso optasse pelo seu consumo a teria de pagar. Nova gerência? Contenção de custos? Enfim.....Adeus Évora Hotel. Ele há coisas que é difícil ultrapassar.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
R. R.
05/01/2026

Reembolso

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Skydive Maia devido ao incumprimento reiterado na prestação de serviço e à retenção indevida de montantes pagos. 1. Descrição dos Factos: Em 2021, adquiri um voucher para um salto de paraquedas (Voucher n.º 211112578) com a intenção realizar um salto de paraquedas. O pagamento foi realizado na totalidade. Desde a data da compra, o salto foi agendado em diversas ocasiões. No entanto, a empresa procedeu sempre ao cancelamento e adiamento das marcações, justificando-se sistematicamente com "manutenção dos equipamentos" "mau tempo" "restrições do aeroporto"... Devido ao arrastar desta situação há mais de cinco anos e à impossibilidade de realização do serviço por motivos unicamente imputáveis à empresa, a validade do voucher chegou a ser prolongada pela Skydive Maia. Contudo, mesmo com esse prolongamento, o serviço nunca foi concretizado. 2. Falta de Comunicação: Atualmente, a empresa encontra-se incontactável. Todas as minhas tentativas de contacto telefónico não são atendidas e os emails enviados não obtêm resposta e o espaço encontra-se encerrado. 3. Pedido de Reembolso Ignorado: Já solicitei formalmente, via email, a devolução do valor pago, uma vez que a empresa demonstrou total incapacidade para prestar o serviço contratado. Até à data, não recebi o reembolso nem qualquer justificação. 4. Resolução Pretendida: Considerando a quebra de confiança e o incumprimento contratual definitivo por parte da Skydive Maia, informo que já não tenho interesse no reagendamento do serviço. Exijo a restituição imediata do valor total pago, a ser efetuada pelo mesmo meio de pagamento utilizado na compra. Caso tal não seja possível por motivos técnicos, aguardo o vosso contacto urgente para vos facultar os dados necessários para a transferência bancária. Aguardo a vossa intervenção célere para a resolução deste litígio. Com os melhores cumprimentos, Rui Rocha

Encerrada
L. C.
05/01/2026

Valor cobrado sem serviço feito

Efetuei uma encomenda pela plataforma Uber eats cujo valor da refeição era de 23€, ao finalizar a encomenda vi que a encomenda nesta plataforma me tinha ficado em €81,08, valor que é irreal uma vez que o transporte seria de cerca de 1 quilometro no máximo, de imediato cancelei a encomenda na plataforma que tinha efetuado. Contatei o restaurante no qual havia efetuado a encomenda e fui informado pelo gerente que havia declinado a encomenda por achar que o valor era exagerado, tendo eu feito a encomenda via telefone com o mesmo. Reclamei na conta uber eats, que por sinal está muito mal explícita ( se calhar já para dificultar estas situações e acabarem por desistir) e fui informado que iriam resolver a situação. O valor esteve 3 dias em pré processamento e qual é o espanto que ao fim desses dias ( havia reclamado há 3 dias, ou seja logo na altura da encomenda) foi me debitado. Entrei em contato novamente e fui informado de que como já havia sido há mais de 48 horas já não podiam resolver a situação, resumindo se fossem profissionais em resolver os problemas como são profissionais em extorquir valores irreais, o problema havia sido resolvido logo ao inicio. A uber eats não fez o serviço, o restaurante não forneceu o serviço, eu acabei por encomendar e pagar diretamente ao restaurante e a Uber Eats ficou-me com € 81, 08 sem mexer uma palha e sem ter trabalho nenhum, resumindo fui FURTADO pela UBER EATS, se isto não é furto não sei o que será, sendo que o a UBER EATS ficou-me com € 81,08 indevidamente. De realçar que falei com o restaurante e eles enviaram a informação de que não tinham fornecido nenhuma refeição. Irei reclamar as entidades reguladoras da empresa em causa.

Encerrada
L. C.
05/01/2026

Cobrança indevida de subscrição prime

Venho por este meio e após falar três vezes com o apoio ao cliente da edreams, reclamar de uma cobrança indevida para uma subscrição plus prime à qual eu não aderi. Simplesmente comprei uma viagem e estadia durante um período experimental e estes senhores muito inteligentes, guardaram os dados do meu cartão para me cobrarem um ano de subscrição a qual é “ não reembolsável”…. Já bloqueei essa empresa de me cobrar mais algum valor no futuro, mas não acho correto esta atitude “manhosa” para forçar as pessoas a pagarem algo que que não querem usando dados de pagamento guardados, isto porque eu no meu perfil não adicionei nenhum método de pagamento pois eu não queria assinar a subscrição e apenas usufruir do período exprimental, portanto posso concluir que esta é mais uma empresa fraudulenta à atuar na internet e que é preciso de ter muito cuidado. De qualquer das formas gostaria de conseguir o meu dinheiro de volta e de cancelar a subscrição.

Resolvida
Y. M.
05/01/2026

Reembolso nao efetuado

Fiz uma reserva de um voo de phuket para lisboa para o dia 23 de março para 4 pessoas no qual fiz um pagamento do seguro para em caso de algum problema poder obter o reembolso na totalidae visto que no seguro diz que o valor reembolsado é de 100%. passados alguns dias verificamos que nos enganamos na data e pedimos para alterar as datas mas foi pedido um valor ridiculo sendo ate superior ao que ja pagamos mas ate ai tudo bem porque nao compramos bilhete flexivel. Fui efetuar o pedido de cancelamento no qual nos dizem que apenas nos é reembolsado o valor das taxas e nao o valor total. pedem para entrar em contacto com a empresa xcover na qual nao respondem. Nos queriamos facilitar e alterar a data de voo para o dia 23 de fevereiro e pagar alguma diferenca se for o caso, mas em ultimo caso pretendo o cancelamento e o reembolso total do valor pago.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
A. D.
04/01/2026
Bonita da Madeira, Lda

Serviço não correspondente ao contratado

Venho por este meio formalizar uma reclamação a respeito do serviço "Bonita da Madeira Réveillon 2025/2026", vendido pela empresa turística designada por "Bonita da Madeira". A reclamação deve-se a défice de qualidade do serviço, publicidade enganosa, uma vez que o serviço não corresponde ao publicitado no site de compra, e falta de profissionalismo no tratamento ao cliente. A empresa publicita a oportunidade de usufruir de uma passagem de ano privilegiada com menu festivo de entradas e bebidas com opção de bar aberto por valor extra. Assim, adquiri 4 lugares para o réveillon de 2025/26 em família, com opção de bar para todos. Dirigimo-nos ao quiosque da empresa no dia 30.12.2025 para verificar a efetiva realização do serviço, tendo-nos sido garantido que todas as condições estavam asseguradas. No dia 31.12 comparecemos, conforme indicação, 1h antes da hora prevista para início da atividade. Ao embarcar deparamo-nos com uma situação em que não havia possibilidade de todos os passageiros viajarem sentados, dado o número de pessoas existente na embarcação. A disposição da comida foi alocada unicamente a uma mesa na área exterior coberta da embarcação e duas mesas em área interior, para um total esperado de cerca de 70 pessoas (número máximo de pessoas permitido para aquela embarcação, conforme declaração proferida pela assistente da empresa no quiosque), sendo o espaço reduzido para o serviço comprado. Em torno de cada mesa, de forma a haver uma ocupação confortável, caberiam idealmente cerca de 8 pessoas. Depois de termos tido dificuldade a entrar e encontrar um espaço para nos acomodarmos e percebermos que continuava a haver entrada de mais clientes, sentimo-nos defraudados e inseguros, optando por sair da embarcação. O serviço não correspondia ao contratado, sendo impossível comer, beber, circular livremente e visualizar o fogo de artifício no espaço exterior, pois não nos conseguíamos movimentar, dada a aglomeração de pessoas. Após sairmos dirigimo-nos aos representantes no quiosque para obter explicações, tendo-nos sido dito que a lotação no momento não excedia a capacidade da embarcação. Ora a questão é que a realização de uma tour para observação de golfinhos ou visita às ilhas desertas, não terá, no meu entendimento, os mesmos requisitos que um evento de réveillon. Não foram acauteladas as condições e respetiva adaptação ao tipo de evento contratado. Refere-se ainda que, no próprio dia, e mediante o pedido do livro de reclamações, foi com delonga que o mesmo foi fornecido, tendo inclusivamente as funcionárias comentado que não estavam certas da existência do mesmo e tendo-nos sido questionado se pretendíamos efetivamente formalizar a reclamação por escrito naquele momento. Quando demonstramos a nossa convicção e após longa demora, foi-nos finalmente facultado um exemplar, adquirido em 2013 e já com as páginas ilegíveis, consoante se pode observar nas fotos anexas. Desta forma, optamos por reclamar por esta via e através do livro de reclamações eletrónico, não só para evitar que outras situações semelhantes ocorram no futuro com outros clientes, mas também porque consideramos que nos deveria ser ressarcido, senão na totalidade pelo menos em parte, o valor pago.

Encerrada

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