Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais

Violação normas

Ao remover as portas dos chuveiros, o espaço Solinca Colombo encontra-se em plena violação do Artigo 26 da Constituição Portuguesa bem como do Artigo 8 da Convenção Europeia para os Direitos Humanos. Além disso, esta prática dá aso a comportamentos inadequados (assédio?) por parte de alguns utentes. Esta reclamação foi apresentada VÁRIAS VEZES directamente ao espaço e ao Livro de Reclamações, sendo que a gerência do mesmo ADMITIU estar a par da situação e ADMITIU também que não iria fazer nada sobre o assunto. Deixo agora aqui esta reclamação em formato público para que todos os potenciais clientes fiquem cientes da barbaridade que ali se pratica, bem como da conivência por parte do Solinca Colombo.

Resolvida
P. A.
13/07/2026

Reclamação contra Uber Eats – Não entrega de encomenda e abandono de bens na via pública

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a plataforma Uber Eats (Uber Systems Spain, S.L.), na sequência de um serviço de entrega manifestamente defeituoso e negligente ocorrido no passado domingo, dia 04/07/2026 às 19h38. Na referida data, efetuei um pedido de compras ao El Corte Inglês através da plataforma Uber Eats, no valor total de 35,31 € (trinta e cinco euros e trinta e um cêntimos), devidamente debitado. Por motivos de força maior (chamada telefónica urgente), e porque o estafeta demorou mais de 30 minutos a efetuar a entrega (habitualmente demoram 10m / 15m) não me foi possível atender a campainha no exato momento da chegada do estafeta. Cerca de 15m após a tentativa de contacto, verifiquei a aplicação e deparei-me com uma fotografia, disponibilizada pelo próprio estafeta, que comprovava o abandono de dois sacos de compras no exterior do prédio, ou seja, na via pública (porta da rua). Ao deslocar-me de imediato ao local para recolher os bens, os mesmos já tinham sido levados por terceiros. Embora reconheça a minha ausência momentânea, o estafeta tinha o dever contratual de zelar pela integridade da mercadoria encomendada. O abandono de bens alimentares e de consumo na via pública constitui uma falha grave na prestação do serviço, negligência grosseira e violação do dever de guarda. O estafeta não esgotou os meios de contacto (não efetuou qualquer chamada telefónica) e, em última instância, deveria ter devolvido a mercadoria ao estabelecimento de origem ou ao centro de distribuição, em vez de a expor ao furto na rua. Pode até ele próprio ter levado os sacos, certo é que já não apareceram. Mais informo que, de forma altamente irregular, após ter confrontado o apoio ao cliente da Uber Eats com a fotografia do abandono dos sacos, a referida imagem foi eliminada da aplicação por parte da plataforma, numa clara tentativa de ocultação de prova física do incumprimento. A Uber Eats recusa o reembolso, alegando que o estafeta "agiu em conformidade". Não posso aceitar que "agir em conformidade" signifique deitar mercadoria paga pelo cliente na rua à mercê de passantes. Face ao exposto, exijo: A restituição integral do valor de 35,31 €, uma vez que o serviço de entrega não foi efetivamente concluído com sucesso; A preservação imediata nos vossos sistemas da fotografia de entrega e dos dados de geolocalização do estafeta àquela hora, ao abrigo do RGPD, elementos que serão solicitados pelas autoridades policiais competentes, visto que irei avançar com uma denúncia por furto/apropriação indevida e requerer as imagens de videovigilância do edifício. Dou ainda nota que, no passado dia 8 julho, voltei ao contato com a Uber Eats (mensagem), tendo recebido mensagem automática que me iriam contatar passados 2 dias, pois estavam a analisar o tema, já não rececionei qualquer contato. Fico a aguardar a vossa resposta no prazo legal para o efeito. Cumprimentos.

Encerrada
R. T.
13/07/2026

Não querem passar fatura

Boa tarde. No passodo dia 18 de maio estive hospedado no hotel D. Eufémia na cidade da Covilhã através do booking até aqui tudo certo. Depois de terminar a estadia solicitei ao booking a fatura e até aos dia de hoje nunca me enviaram sempre com a desculpas que a fatura está no lixo do email ou que já foi solicitada ao parceiro sempre com este tipo de desculpas.

Encerrada
M. F.
13/07/2026
CHRISTCAR

Ausência de Responsabilidade

**Reclamação contra a ChristCar – NIF 518436756** Venho apresentar uma reclamação contra a empresa **ChristCar (NIF 518436756)** relativamente à venda do veículo **Opel Astra K, matrícula BO-06-JN**, que, na minha perspetiva, apresentava um problema cuja origem é anterior à sua aquisição e relativamente ao qual a empresa se recusa a assumir qualquer responsabilidade. Adquiri o referido veículo à ChristCar no dia **3 de junho de 2025**, tendo-me sido expressamente informado, no momento da compra, que a distribuição do motor já havia sido substituída. Esta informação foi determinante para a minha decisão de adquirir o veículo, por me transmitir confiança relativamente ao estado mecânico do automóvel. No dia **28 de abril de 2026**, o veículo sofreu uma avaria grave, tendo sido rebocado para uma oficina mecânica, onde permanece imobilizado desde essa data. Após o diagnóstico efetuado pela oficina, fui informado de que a avaria incide sobre a **árvore de cames** e que a sua origem está relacionada com a última intervenção realizada no sistema de distribuição do motor. Importa salientar que essa intervenção foi efetuada antes da minha aquisição do veículo, pelo que não tive qualquer intervenção ou responsabilidade na sua realização. Perante esta situação, contactei de imediato a ChristCar, remetendo toda a informação técnica disponibilizada pela oficina e solicitando que assumisse a responsabilidade pela reparação ou, em alternativa, procedesse à substituição do veículo, uma vez que este ainda se encontra abrangido pela garantia. Após vários contactos e insistências, a ChristCar respondeu que não assumiria qualquer responsabilidade, alegando que a avaria não se encontra abrangida pela garantia contratual e que a seguradora responsável pela garantia não cobre este tipo de avaria. Considero esta resposta manifestamente insuficiente e inaceitável. A minha reclamação não se fundamenta apenas na garantia contratual, mas sobretudo no facto de o diagnóstico técnico apontar que a avaria resulta de uma intervenção realizada antes da venda do veículo. A circunstância de a seguradora da garantia não assumir a reparação não afasta, por si só, a responsabilidade do vendedor perante o consumidor. Acresce que o veículo se encontra imobilizado desde **28 de abril de 2026**, ou seja, há vários meses, situação que me tem causado graves transtornos e prejuízos, privando-me da utilização de um bem que adquiri na expectativa legítima de que se encontrava em boas condições de funcionamento. Apesar das diversas tentativas de resolução amigável, a ChristCar manteve a sua posição, recusando assumir qualquer responsabilidade ou apresentar uma solução adequada para o problema. Face ao exposto, solicito a intervenção da **DECO PROteste** para que esta situação seja analisada e para que a ChristCar seja instada a assumir as responsabilidades que lhe cabem enquanto vendedora profissional, encontrando uma solução justa e definitiva para um problema cuja origem, segundo o diagnóstico técnico, é anterior à minha aquisição do veículo. Em anexo junto toda a documentação relevante, incluindo os diagnósticos da oficina e a troca de correspondência mantida com a ChristCar.

Encerrada
T. R.
13/07/2026

Check - In Não Organizado

Venho solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação ocorrida com a companhia aérea Transavia, que culminou na perda do meu voo por motivos que considero estarem fora do meu controlo. No dia 12 de julho de 2026, tinha um voo da Transavia com partida do Aeroporto de Amesterdão Schiphol e destino o Aeroporto Francisco Sá Carneiro no Porto. Cheguei ao aeroporto com antecedência suficiente para efetuar o check-in e despachar a bagagem. Tinha adquirido bagagem de porão e, ao dirigir-me às máquinas automáticas de bag drop, fui informado de que uma das minhas malas (uma mochila) não podia ser processada naquele sistema, sendo obrigatório recorrer ao balcão de check-in manual. Ao chegar ao balcão, deparei-me com uma fila extremamente longa e praticamente sem progressão. Permaneci mais de uma hora na fila, sem conseguir chegar ao balcão antes do encerramento do check-in. Como consequência, perdi o voo. Considero que esta situação resultou de uma manifesta insuficiência da capacidade operacional do serviço de check-in, uma vez que os passageiros que, como eu, eram obrigados a utilizar o check-in manual não tiveram uma oportunidade razoável de concluir os procedimentos dentro do tempo disponível, apesar de terem chegado ao aeroporto com a antecedência necessária. Após o sucedido, tive conhecimento, através de notícias publicadas na imprensa neerlandesa, de que dezenas de passageiros da Transavia perderam voos nessa mesma noite devido aos mesmos problemas de filas excessivas e capacidade insuficiente nos balcões de check-in. Esta informação demonstra que o meu caso não foi um incidente isolado, mas sim parte de uma falha operacional que afetou numerosos passageiros. Na sequência da perda do voo, fui obrigado a adquirir um novo bilhete para conseguir regressar ao meu destino, suportando integralmente esse custo, bem como todos os transtornos associados. Já apresentei reclamação diretamente à Transavia, solicitando o reembolso das despesas ou, pelo menos, uma solução compensatória. No entanto, pretendo obter aconselhamento sobre os meus direitos enquanto consumidor e saber quais os mecanismos legais ou extrajudiciais que posso utilizar caso a companhia recuse assumir qualquer responsabilidade. Assim, agradeço a vossa análise deste caso e peço orientação sobre os passos mais adequados para procurar o reembolso dos prejuízos sofridos, bem como sobre a eventual aplicação da legislação europeia de proteção dos passageiros ou de outras normas de defesa do consumidor.

Encerrada
L. A.
13/07/2026

Incumprimento Contratual

No dia 11-02-2026, adquiri um voucher da Odisseias num estabelecimento comercial, cuja embalagem identificava expressamente a possibilidade de utilização num hotel situado na Ilha da Madeira. Após a tentativa de reserva através do site oficial da Odisseias, verifiquei que não constava qualquer unidade hoteleira na Ilha da Madeira abrangida pelo referido voucher. Contactado o hotel mencionado na embalagem (Hotel Vila Galé Santa Cruz), fui informado de que as embalagens se encontram desatualizadas e que em caso de querer usufruir de uma experiência, teria de pagar mais 20 euros para usufruir. Posteriormente, contactei o apoio ao cliente da Odisseias, que declinou qualquer responsabilidade, remetendo a situação para a loja onde o voucher foi adquirido. A loja, por sua vez, recusou assumir responsabilidade, imputando o erro à Odisseias. Nos termos legais aplicáveis, venho solicitar a resolução do contrato e o reembolso integral do valor pago. Caso não seja apresentada solução adequada dentro do prazo legal, reservarei o direito de recorrer ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo competente.

Resolvida
G. N.
13/07/2026

Reclamação contra Airbnb (Reserva HM9WHEPX99) – Cobrança abusiva e falha de segurança

Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO Proteste face a uma cobrança indevida por parte da plataforma Airbnb. Durante a estadia na reserva HM9WHEPX99 (Villa Garcia - Casa da Peneira), encontrei condições de insalubridade (infestação de pragas) e falhas graves de segurança. ​O móvel da televisão apresentava um design inadequado e instável (comprimento exato e laterais abertas), sem fixação, o que levou à quebra do ecrã do aparelho — um dano decorrente de uma falha estrutural do alojamento e não de má utilização. ​A plataforma Airbnb, agindo de forma arbitrária e ignorando as provas fotográficas apresentadas, decidiu responsabilizar-me pelo valor de 259,99€. É de salientar que a anfitriã alterou o valor pretendido após a apresentação de uma fatura, demonstrando falta de transparência. ​Como cliente de longa data, sinto-me defraudado pela falta de apoio e imparcialidade da plataforma. Já apresentei queixa na ASAE e no Centro Europeu do Consumidor, mas necessito de orientação jurídica da DECO para impedir esta cobrança indevida e cessar a pressão financeira exercida pelo Airbnb.

Encerrada
J. M.
13/07/2026

Reembolso de voos cancelados em atraso e ausência de resposta da iCliGo

No âmbito de uma viagem para Paris adquirida através da iCliGo, abrangendo 11 passageiros distribuídos por quatro reservas, os voos originalmente contratados para o dia 3 de junho de 2026 deixaram de poder ser realizados devido ao seu cancelamento pela companhia aérea. As alternativas apresentadas eram incompatíveis com a viagem programada, pelo que os respetivos voos foram cancelados e foi solicitado o reembolso dos valores pagos. Para que a viagem se pudesse realizar nas datas inicialmente previstas, fomos obrigados a adquirir novos voos com partida de Espanha, suportando um custo adicional muito significativo. Até à presente data (13 de julho de 2026), continuo sem receber qualquer reembolso relativo aos voos cancelados e, mais grave, sem qualquer informação concreta sobre o estado dos processos. Contactei diretamente a TAP Air Portugal, que me informou por escrito que, uma vez que os bilhetes foram emitidos através da iCliGo, o pedido de reembolso deve ser tratado junto da entidade emissora dos bilhetes. Desde então tenho tentado, por diversas vezes, contactar a iCliGo por telefone. Em todas as tentativas permaneço largos minutos em espera, sem qualquer atendimento, até que a chamada termina automaticamente com a indicação de que não é possível atender. Considero inadmissível que, mais de um mês após os factos, continue sem qualquer reembolso, sem uma previsão de pagamento e sem conseguir obter um único esclarecimento através dos canais de apoio ao cliente. Pretendo apenas que a iCliGo informe, de forma clara e objetiva: Em que data foram submetidos os pedidos de reembolso referentes às quatro reservas; Qual o estado atual de cada um desses processos; Se a iCliGo já recebeu algum reembolso por parte da companhia aérea; Qual a data prevista para proceder ao reembolso dos valores pagos. Não considero aceitável que um consumidor permaneça durante semanas sem qualquer informação e sem conseguir contactar a empresa responsável pelo processo de reembolso. Solicito, por isso, que a iCliGo resolva esta situação com a maior brevidade.

Encerrada
C. M.
11/07/2026

Prática comercial desleal, cobrança sem reserva efetuada

Exmos Senhores, Venho por esta via expor e pedir ajuda relativamente à plataforma DoYouItaly que cobrou indevidamente valores sem eu ter efutuada a reserva pois apenas comecei a introduzir os dados, sem ter colocado todos os dados ou confirmado a reserva. Já apresentei uma reclamação online na plataforma mas não tendo resposta, peço a vossa ajuda para reaver a quantia que me foi indevidamente cobrada. Agradecendo a vossa preciosa ajuda e atenção, Cordialmente,

Encerrada
R. P.
10/07/2026
Deluxe Journey Lda.

Falta de transparência, comportamento hostil e insolente, cobranças arbitrárias e má-fé contratual -

Gostaria de expor a DECO uma situação inacreditável de desrespeito pelos direitos do consumidor e de total falta de civismo por parte da rent-a-car Final Rentals (DeluxeJourney LDA) no Porto. Planeei uma viagem com 9 amigos de Portugal para Espanha. Reservámos tudo e, por precaução, ligámos antes para o funcionário da rent-a-car (Sr. Miguel) para confirmar os limites do cartão para a caução. Foi-nos dito que seriam 4.200€. Um valor alto, mas ajustámos os nossos cartões para isso. O problema é que o "maravilhoso" sistema desta empresa funciona à base de surpresas de última hora no balcão. À chegada, fomos informados de que a cobertura total do agregador não servia e que tínhamos de pagar mais 500€ pela deles. E para melhorar a situação, decidiram aplicar IVA sobre a caução! O depósito passou a ser quase mais 1.000€ do que o combinado. Isto aconteceu num fim de semana à noite, sem hipótese de contactar o banco. Ficámos reféns da empresa: ou aceitávamos ou ficávamos na rua sem viagem e sem reembolso. Durante todo o processo, o comportamento da equipa foi absolutamente vergonhoso: fomos tratados com arrogância, grosseria e fomos alvo de insultos diretos apenas por estarmos a defender os nossos direitos. Um atendimento completamente hostil e inaceitável. Como não cedemos à pressão dos 500€ da cobertura, a empresa decidiu "vingar-se" mais tarde: cobraram-me no cartão uma penalização de 1.000€ que alegam estar escondida nas condições gerais no verso do documento. Condições essas que estão escritas numa letra tão microscópica que desafia qualquer capacidade de leitura humana! Para além disso, recusaram-se a dar-me uma cópia do contrato assinado no balcão e ignoraram o meu protesto escrito na folha de devolução do carro. Como associado/utente da DECO, peço o vosso apoio e mediação para travar este tipo de comportamento abusivo com os clientes e reaver o dinheiro que foi retirado arbitrariamente da minha conta.

Encerrada

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