Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Pedido de reembolso
Foi me oferecido, no dia 21/04/2024, um voucher para realizar um salto de paraquedas com a empresa Skydive Maia, no valor de 239,9 euros. Agendei o salto pela primeira vez no dia 22/08/2024, que ficou marcado para dia 6/04/2025, sendo, no entanto, cancelado, supostamente por condições metereológicas, no dia 2/04. Nesse mesmo dia, remarquei o salto para dia 26/06/2025, tendo voltado, no dia 20/06, a receber um email da empresa a cancelar, invocando novamente ser motivada por condições metereológicas. Nesse dia fiz o meu último agendamento de salto, para dia 5/09, que foi novamente cancelado, no dia 26/08, afirmando a empresa que estavam em causa restrições ao tráfego aéreo e que a agenda estaria fechada até dia 25 desse mesmo mês. Nesse sentido, tentei contactar a empresa para compreender a razão para os sucessivos cancelamentos e possivelmente encontrar uma solução, apenas obtendo resposta após várias chamadas e 2 emails. Mandaram-me então, no dia 10/09, afirmando que dariam prioridade à remarcação dos saltos cancelados. No entanto, após chegar a data que tinham indicado para reabertura da agenda e não ter sido contactada, enviei mais 2 emails (nos dias 26 e 30/09) a expor a situação e a questionar se teriam ocorrido alterações que eu desconhecesse, os quais não obtiveram qualquer resposta. Assim, após ter também tentado ligar várias vezes para o estabelecimento sem nunca me atenderem, pesquisei mais a fundo na internet e encontrei inúmeras pessoas que se encontravam na mesma situação que eu, que tiveram os seus saltos cancelados várias vezes e eram sucessivamente ignorados pela empresa quando pediam esclarecimentos ou mesmo um reembolso. Isto motivou-me a decidir pedir um reembolso do valor do voucher, uma vez que a empresa em causa mostrou não ser fidedigna, porém, tentei ligar inúmeras vezes e enviei 6 emails neste sentido, sendo sempre ignorada pela organização. Em suma, face à situação exposta, gostava de requerer que me fosse finalmente devolvido o valor integral do salto em causa.
Burla
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma denúncia contra a agência de viagens Moratur, situada na Amora, concelho do Seixal, devido a uma situação de burla, na sequência da compra de uma viagem para Cabo Verde. Comprei uma viagem junto da agência Moratur, com: Destino: Cabo Verde Incluído: voos de ida e volta, estadia em hotel com tudo incluído, e transfers Valor pago: 1.520€ Data prevista da viagem: 2/8/2025 - 10/8/2025 O pagamento foi feito por transferência bancária, conforme indicado pela agência. No dia da viagem, não tinha os bilhetes e contactei o proprietário da agência, que não atendeu, desloquei-me até à agência e a mesma encontrava-se fechada. Conclusão, a viagem nunca chegou a ser marcada ou realizada. Face à gravidade da situação, apresentei também queixa-crime junto das autoridades policiais por se tratar de uma burla (art.º 217.º do Código Penal). Na segunda-feira dirigi-me novamente à agência, e a mesma encontrava-se aberta, apenas com uma funcionária de seu nome Sónia, chamei a polícia para que a mesma fosse identificada, pois já tinha apresentado queixa-crime anteriormente. Apresentei também reclamação no livro de reclamações eletrónico, que não foi respondida dentro do prazo legal estipulado (15 dias), e foi reencaminhada para o centro de arbitragem, mas até agora sem qualquer resposta. Solicito que esta agência seja contactada, que façam uma fiscalização e sejam tomadas as diligências necessárias para proteger os consumidores e responsabilizar esta agência, pois até à data a mesma continua aberta e em funcionamento sem sofrer qualquer represália, bem como o seu proprietário. Pretendo ter o dinheiro de volta, o mais breve possível, e quero ter uma resposta por parte do proprietário da agência, que é um criminoso, fez tudo com intenção e propositamente. Com os melhores cumprimentos,
Luis Manuel Rita Barreto
Bom dia eu gostaria de fazer uma reclamação contra a eDreams e também com a axa que também está junto nesse processo eu reservei um bilhete de avião para minha sobrinha só de regreço para o Brasil mas quando reservei o bilhete também tirei um seguro de cancelamento perca de bagagem um seguro para tudo porque minha sobrinha está grávida e por esse motivo tive que cancelar o voo porque a gravidez já está muito avançada para a data de regreço no de 6 de dezembro ou mesmo até dia 6 até já pode ter tido o seu bebé e mesmo assim os médico não autorizam ele de via jar e já se passaram 4 semanas quando dei o cancelamento dou vou e até agora eu não recebi a calção
Reclamação e pedido de apoio
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a vossa ajuda e/ou orientação relativamente a uma situação que ocorreu recentemente durante a minha estadia num hotel em Tenerife (Espanha). Durante a minha estadia, verifiquei que o meu computador portátil apareceu com o ecrã partido no quarto. Ao dirigir-me à recepção para reportar o sucedido, foi-me transmitido que apenas poderiam assumir responsabilidade caso o equipamento estivesse guardado dentro do cofre do quarto. Considero esta resposta inadequada, uma vez que o quarto, por si só, deveria ser um espaço seguro para os hóspedes e os seus pertences. Acresce ainda que muitos objetos pessoais, como malas de viagem ou, inclusive, equipamentos de maior dimensão, não cabem no cofre disponibilizado pelo hotel. Acrescento ainda, que após esta declaração, experimentei utilizar o cofre e não se encontrava funcional! Não abria... Não tenho conhecimento de quem foi o responsável, se alguém que entrou no quarto tendo de alguma forma acesso indevidamente ou alguma funcionária da limpeza, sendo elas as únicas com cartões de acesso ao quarto além de mim e do meu namorado. Apresentei reclamação junto da recepção numa folha descartável (a que me forneceram para o efeito! Ato este, também ele, de falta de profissionalismo extremo. Como esta ocorrência teve lugar fora de Portugal, não sei se a DECO poderá intervir diretamente nesta situação. Nesse sentido, gostaria de saber: - Se a DECO pode apoiar neste caso específico, apesar de se ter passado no estrangeiro; - Se não for possível, se me podem indicar qual a entidade mais adequada a quem recorrer para obter apoio e defesa dos meus direitos enquanto consumidor e hóspede; - Se este tipo de situação (danos em bens pessoais no quarto de hotel) é, de facto, passível de reclamação formal e responsabilização por parte do estabelecimento. Agradeço desde já toda a atenção e orientação que possam dar, e fico a aguardar o vosso parecer sobre como proceder da melhor forma. Com os melhores cumprimentos, Joana Silva
Recusa remoção comentário enganador cliente - dano reputacional
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação contra a plataforma Booking.com, relativa à reserva n.º 4863876790 (01.08.2025 a 08.08.2025) no meu alojamento local devidamente licenciado. Durante a estadia, os clientes solicitaram utilizar o barbecue existente no alojamento. Foi-lhes explicado, de forma clara, que o equipamento existia, conforme descrito no anúncio, mas que não poderia ser utilizado devido à proibição municipal em vigor nessa altura, em virtude do risco máximo de incêndio. Autorizar o seu uso colocaria o proprietário em infração perante a lei e regulamentos locais. Apesar destas explicações, os clientes publicaram na plataforma Booking.com um comentário avaliando o alojamento com 5/10, onde afirmaram falsamente que “a dona não queria” que utilizassem o barbecue, sugerindo que a decisão era arbitrária. Além disso, mencionaram de forma igualmente incorreta a inexistência de mobiliário exterior para todas as casas, quando este estava efetivamente disponível. Este comentário é injusto, difamatório e incorreto, afetando gravemente a reputação do alojamento, que se mantém geralmente avaliado entre 9 e 10. Informei a Booking.com sobre a situação, explicando que o comentário era enganoso, mas a plataforma recusou repetidamente removê-lo, alegando tratar-se de uma “experiência pessoal” do cliente. Esta posição coloca os proprietários numa situação insustentável: ao cumprirem a lei e os regulamentos municipais, são penalizados injustamente por avaliações falsas, com impacto direto na sua imagem, no seu negócio e na sua sustentabilidade económica. Solicito: 1. A retirada do comentário falso e injustificado, por violar a veracidade e induzir em erro os consumidores; 2. A definição de orientações claras para que as plataformas de reservas respeitem os direitos e a reputação dos prestadores de serviços, não permitindo a publicação de comentários manifestamente falsos. Junto em anexo: – Cópia do comentário publicado; – Cópia da comunicação trocada com a Booking.com; – Aviso municipal que proibia a utilização de barbecue na data indicada. Com os melhores cumprimentos, Luis Miguel Desruelles Pinto Gonçalves Milagres de Santa Rita AL - licença 152310/AL 912296680
débito de uma subscrição cancelada
Boa tarde, Eu e meu esposo, venho por este meio reclamar sobre um débito por parte da edreams. Em 2024 quando comprei uma passagem de ida para Portugal acabei por aceitar a subscrição, passado umas duas semanas verifiquei que foi me debitado perto de 90 € a respeito a subscrição. Contactei a e dreams e o atendente informou que tinha aceito uma subscrição na hora da compra, então pedi ao mesmo que fosse efetuado o cancelamento da subscrição. O mesmo informa-me que teria que ficar subscrito durante 1 ano visto que já foi debitado o valor, mas que seria cancelada a subscrição. Agora dia 4 de outubro de 2025 deparei-me que foi debitado da minha conta o mesmo valor igual ao ano anterior, contactei a eDreams e o mesmo disse-me que não sabia como tinha cido debitado visto que a subscrição estava cancelada o mesmo ofereceu-me um voucher de 90 € para descontar numa viagem ou devolver-me metade do valor em questão. E como nenhuma destas propostas é a que eu pretendia forneceu-me o e-mail customercare@case.edreams.com visto que eu quero reembolso na totalidade porque cancelei em 2024. Mandei um e-mail e os mesmos disseram que não conseguem fazer o reembolso porque eu submeti a uma subscrição deles que de fato não ocorreu. Considero essa prática completamente abusiva desrespeitosa com o consumidor Além de causar prejuízo financeiro ,também gerou transtorno e perda de tempo tentando buscar esclarecimentos por canais de atendimento que, até o momento, não ofereceram solução satisfatória. Também acho vergonhoso depois de ter cancelado a subscrição a empresa eDreams conseguir retirar o montante sem a minha autorização prévia ou consentimento da minha parte. Esposo: Yuri Leonel da silva Fernandes
Penalização injusta e falta de suporte técnico – Airbnb (reserva HMHJEKHRNK)
O meu nome é Carolina Rodrigues, sou anfitriã desde maio de 2024 na plataforma Airbnb, sempre com comportamento exemplar e avaliações positivas, em especial no cuidado direto e comunicação com o hóspede. Venho apresentar reclamação formal contra o Airbnb pela aplicação de uma penalização excessiva de 70 €, na sequência de um cancelamento causado por falha técnica na sincronização do calendário entre o Airbnb e o Booking. No momento em que percebi que existiam duas reservas no mesmo período, contactei imediatamente o suporte do Airbnb. Esperei mais de 40 minutos ao telefone, refiz a chamada e recorri também ao chat. Apesar disso, não obtive qualquer resposta útil nem acompanhamento técnico em tempo razoável, mesmo tendo explicado que a situação poderia prejudicar o hóspede. Diante da falta total de alternativas e de apoio, pedi ao hóspede que cancelasse a reserva, única solução possível no momento — um gesto de boa-fé e de responsabilidade, para não prejudicar o viajante nem criar um cancelamento forçado. O próprio Airbnb, através dos seus supervisores Renan e Edcarlos, reconheceu que atuei de boa-fé, mas recusou aplicar qualquer exceção e manteve a penalização, alegando apenas que as políticas não preveem alternativas — o que considero uma atitude intransigente e injusta. A plataforma não só não apresentou qualquer solução técnica, como também recusou escalar o caso, mesmo após o envio de provas (imagens e histórico das comunicações). Esta decisão contraria os princípios de boa-fé e proporcionalidade previstos no Código Civil Português (arts. 227.º e 762.º), bem como o Decreto-Lei n.º 24/2014 e a Diretiva Europeia 2019/2161, que obrigam as plataformas digitais a garantir: - O correto funcionamento das suas ferramentas técnicas; - A prestação de suporte adequado e célere; - E a proteção dos consumidores contra penalizações indevidas resultantes de falhas de sistema. Reforço que não reclamo pelo valor em si, mas pela injustiça e pela desproteção sentida enquanto utilizadora de boa-fé, que foi penalizada por uma falha técnica alheia ao seu controlo. Solicito, assim, à DECO Proteste: - Que solicite uma reavaliação formal ao Airbnb Ireland UC (sede europeia da plataforma); - Que interceda pela remoção da penalização e a retificação do meu registo de anfitriã; - Que acompanhe a análise técnica da falha de sincronização entre o Airbnb e o Booking; - E que avalie a eventual comunicação do caso ao Centro Europeu do Consumidor. Junto em anexo: - Provas da falha de sincronização (imagens comparativas dos calendários Airbnb/Booking); - Histórico de comunicações com os supervisores do Airbnb (chamadas + chat); - Mensagem enviada ao hóspede a explicar a situação. Acredito que casos como este devem servir para melhorar a forma como as plataformas digitais lidam com falhas internas e comunicação com os seus utilizadores. Com os melhores cumprimentos, Carolina Rodrigues refugioverde.alojamentolocal@gmail.com
Bilhetes Portugal x Irlanda
Há cerca de duas semanas, comprei quatro bilhetes na plataforma viagogo para o jogo de Portugal x Irlanda, do dia 11 de outubro de 2025, data em que escrevo esta reclamação. Desde ontem, verificando que ainda não tinha recebido os bilhetes eletrônicos, contactei no mínimo três vezes a plataforma a solicitar os mesmos, ao que sempre me disseram que deveria estar descansada pois poderiam chegar até às 16h45, três horas antes do jogo. Como sou do Porto e tinha de me deslocar para Lisboa, expliquei varias vezes que precisava que me garantissem que teria os bilhetes pois caso contrário faria uma viagem de 300km em vão. Sempre me indicaram para me manter calma e não stressar pois já era comum o vendedor enviar os bilhetes em cima da hora. Estava já em Lisboa, depois da hora prevista como limite para disponibilização dos bilhetes e não tinha nada. Contactei a viagogo e disseram que tinha razão, que iam agilizar um email para selecionar o que pretendia, se reembolso, se outros bilhetes para o jogo. A questão é que não me apresentaram essa opção, pelo que me vi obrigada a pedir o reembolso e a comprar outros bilhetes. Bilhetes estes que, dado o avançar das horas e a proximidade do jogo, no seu valor mais barato, estavam 30€ mais caros do que os que eu tinha comprado inicialmente. Sendo eles 4 bilhetes, por este comportamento errático e enganoso gastei 120€ a mais do que tinha previsto! 120€? Não tive alternativa, estava já em Lisboa e fiquei sem nada! Vejo por isso a minha situação como um engano ao consumidor, má fé do vendedor e por isso expresso a minha consternação. Não comprem simplesmente nesta plataforma pois nada vos garante que os bilhetes vão realmente chegar! Expliquei no final toda esta situação via chat e disseram que nada podiam fazer além do reembolso do valor inicial. Agradeço uma sugestão de ação, se é que realmente há. Obrigada
Publicidade enganosa
Reserva: 756595617831438 (Sal Island: Sea Turtle Experience) Valor a Reembolsar: €70 Solicito a vossa intervenção para obter o reembolso integral dos €70, devido à inviabilidade do serviço causada pela informação falsa e contraditória que a Booking.com disponibilizou e vendeu. A. O Problema: Informação Falsa e Contraditória Publicidade Falsa: A Sal Experiences Tours, na página de venda disponibilizada pela Booking.com, garantia em destaque que o serviço era "Adequado para todos os níveis de condicionamento físico". Contradição Oculta: Contraditoriamente, nas informações adicionais (as "letras pequenas"), a Sal Experiences Tours exigia: "É necessário ter uma boa condição física para caminhar". B. Aviso Prévio e Falha da Plataforma Aviso Transcrito: No momento da reserva, eu incluí nos Requerimentos Especiais o aviso: "um dos viajantes tem pouca mobilidade e só consegue caminhar devagar". Falta de Resposta: Eu não obtive qualquer resposta ou acautelamento da Booking.com/operadora. Ação de Urgência: Devido ao silêncio, contactei diretamente a operadora, via WhatsApp, no próprio dia. Serviço Inviável: A operadora confirmou que a atividade não era aconselhável. Este facto provou que a informação em destaque era falsa e tornou o serviço impróprio, forçando o cancelamento da reserva total. C. O Argumento Legal: Responsabilidade da Booking.com Quebra do Dever de Informação: O meu contrato de compra e pagamento é com a Booking.com. A empresa é responsável por vender conteúdo viciado e por não acautelar o meu aviso prévio. Vender um serviço com esta contradição constitui uma prática comercial desleal. Recusa e Silêncio: A Booking.com recusou o reembolso citando a restrição de saúde do fornecedor. Após enviar uma Notificação Legal Formal (26/09/2025) a exigir o reembolso, a empresa ignorou completamente a comunicação. Fico a aguardar o vosso parecer. Com os melhores cumprimentos, Filomena Branco (NIF 192214411)
Procedimemtos injustos
Exmo a Srs Gostava de saber como é que esta empresa continua sistematicamente a prejudicar os clientes com os mesmos procedimentos intuição de enganar as pessoas . Existem websites onde as pessoas tem feito as suas reclamações que podem ser vistos por quem quizer , e nada muda. Onde estao as autoridades e a proteccao as pessoas e cidadãos?
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
