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Cobrança Indevida II
Criei uma reclamação igual a esta no dia 11/06/2025. Após receber uma resposta da Booking, coloquei um update na primeira reclamação (Número de caso - 12856473) no dia 21/06/2025, visto que nenhuma solução dada pela booking foi sequer no sentido de resolver a situação. A única alternativa dada pela Booking foi de os contactar por telemóvel, num número internacional pago. Recebi um novo contacto no dia 23/01/2026 (7 meses depois), a pedir-me os mesmos detalhes que já tinha fornecido no 1º contacto. A 1ª reclamação foi atualizada pela Booking para fechada no dia 16/02 (+/- 3 semanas depois do novo contacto da parte deles). Isto parece-me inadmissível, tendo em conta que o novo contacto surgiu 7 meses depois. Respondi ao novo contacto no dia 17/02 e hoje (22/02), fiz novo email a adicionar outro email da empresa. Veremos o que fazem desta forma, continuo com 100€ que me foram retirados de forma ilegal. Deixo aqui o que escrevi na 1ª reclamação "Exmos. Senhores, Foi-me cobrado indevidamente pelo Booking o valor de 101,58€, conforme a imagem em arquivo que enviei para o suporte do booking. Após alguma troca de e-mails, o suporte do booking mostrou-se indisponível para resolver o problema e não responde mais aos meus e-mails, após terem efetuado uma cobrança sem qq justificação. A cobrança indevida foi no dia 10/04/2025. Fiz 2 reservas com o booking por volta desses dias. O aluguer de um carro: 761928903 - nº Voucher (de 02/04/2025 a 06/04/2025). E o arrendamento de um apartamento: 4500.863.566 - nº confirmação da reserva (de 02/04/2025 a 09/04/2025). Ambas as reservas foram pagas previamente e nenhuma delas previa o valor de qualquer valor adicional pelo qual fui cobrado."
Risco de cancelamento de voo por falta de pagamento/validação da Mytrip (pedido 1099-680-257)
Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a agência de viagens Mytrip referente ao pedido 1099-680-257. Devido a um erro de conexão (misconection) em uma reserva original, a agência realizou a reacomodação no voo AD4546 da companhia Azul (localizador RQ5R3X) para o dia 26/02/2026. No entanto, a agência processou o pagamento de 464,13$ utilizando um cartão de crédito corporativo de final 2418, que não me pertence. A companhia aérea Azul entrou em contato para enviar um alerta de segurança identificando "inconsistência no pagamento" e estabeleceu um prazo fatal de 48h (que vence hoje em algumas horas) para a regularização da pendência, sob pena de cancelamento imediato da reserva e impedimento do meu embarque. Entrei em contato com o suporte da Mytrip diversas vezes através de chat e e-mail (atendentes Muskan K e Saurabh C, entre outros). Apesar de admitirem o erro e confirmarem a alteração do voo depois me dias tentando contato e persistência na troca, quando finalmente achei que tivesse sido resolvido pelo Muskan K que foi gentil e tentou ajudar no seu atendimento, a agência não realizou a validação de segurança do cartão deles junto à Azul. Atualmente, o sistema da companhia aérea ainda apresenta o status de "Pendência Financeira". Entrei em contato via chat e e-mail novamente com o suporte da Mytrip para explicar a situação da validação do cartão, mas não obtive ajuda, apenas me encaminharem para um departamento financeiro de reembolso, o qual eu não pedi. E que eu teria de aguardar por email com mais informações que até hoje não recebi. Como passageira sou eu, não tenho meios legais ou posse do cartão 2418 para validar a identidade do pagador. A Mytrip está a ignorar a urgência do prazo, tratando de um risco de cancelamento iminente como uma reclamação comum de reembolso. Pedido de Resolução: Exijo que a Mytrip contacte imediatamente o departamento de prevenção de fraude/financeiro da Azul Linhas Aéreas para validar a transação do cartão final 2418 e liquidar a pendência que está proposta a ser paga, garantindo que o localizador RQ5R3X esteja totalmente confirmado e pago. Não aceito reembolso, pois necessito viajar na data estipulada. Destaque mais uma vez: Hoje é o último dia da validação do prazo de 48h e qualquer atraso resultará na perda do meu bilhete.
Burla
Foi me retirado da minha conta sem meu conhecimento 89.99€ da companhia edreams como esse também saíram outros pagamentos da mesma companhia sem meu conhecimento.. Agradecia a resolução do mesmo
reembolso de valor de reserva
Exmos. Senhores Efectuei, no dia 19 de fevereiro 2026, online, com cartão bancário, uma reserva na empresa supra mencionada. Surgidos alguns constrangimentos, e ao abrigo do Direito ao Arrependimento, consagrado no Decreto-lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, vi-me obrigado a solicitar o montade debitado pela empresa. Após contactada, esta recusa-se a proceder ao devido reembolso. Nesse sentido, foi exarada a presente reclamação.
Reclamação – Cobrança Indevida de Subscrição Prime (89,99€)
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma cobrança efetuada na minha conta no valor de 89,99€, referente a uma alegada subscrição eDreams Prime, a qual eu não solicitei nem autorizei. Há algumas semanas realizei uma reserva através da vossa plataforma, cujo pagamento foi efetuado via PayPal. Posteriormente, procedi ao cancelamento da referida reserva e o respetivo valor foi devidamente reembolsado, situação que ficou regularizada. No entanto, para meu espanto, verifiquei recentemente que foi debitado o montante de 89,99€ referente a uma subscrição Prime, serviço esse que não pretendo, não subscrevi conscientemente e para o qual não dei qualquer autorização expressa. Assim, solicito: O cancelamento imediato da subscrição Prime associada à minha conta; O reembolso integral do valor de 89,99€; Com os melhores cumprimentos,
Evento cancelado e não restituição do valor
Boa tarde, Adquirimos bilhetes para o espetáculo "Circo de Natal" que iria decorrer a 21 de dezembro no Centro Cultural de Viana do Castelo através da BOL (online). O espetáculo foi cancelado e esse cancelamento foi-nos comunicado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, que já efetuou as devoluções a quem adquiriu os bilhetes presencialmente (no Teatro Sá de Miranda), sendo o limite para as devoluções o dia 20 de janeiro. Já contactámos a BOL via e-mail e chamada telefónica inúmeras vezes e dizem que o promotor ainda não deu ordem para efetuarem as devoluções, contudo o promotor confrontado com esta informação diz ter dado de imediato instruções para as devoluções serem efetuadas. O promotor em questão é o Jonatas Cardinali Live Entertainment, lda. A BOL para além de não efetuar a devolução do valor pago pelos bilhetes, também não indica um prazo para essa devolução. Junto em anexo o comprovativo de aquisição dos bilhetes pelo meu marido, José Fernando Sampaio Martins. Grata pela vossa atenção e disponibilidade. Com os melhores cumprimentos, Andreia Susana Gomes Belo
cobrança indevida edreams prime
Exmos. Srs, O que passo a relatar deve ser algo habitual com esta plataforma. Fiz uma compra na plataforma edreams com uma conta prime (por isso é que, voto e frisar, fiz a compra numa conta prime). Hoje deparo-me com débito de 89,99€ (renovável automaticamente??? - nunca autorizei tal movimentação) relativo à subscrição "edreams prime"... Na altura da compra eu queria receber tudo no meu email, mas tal foi-me vedado e apenas era possível receber emails da compra na conta associada... Em suma: - pagamento automático de uma subscrição que não autorizei -subscrição de uma conta "edreams prime" numa mesma conta com "edreams prime" subscrito... conta essa que não é minha. O caricato é que na minha conta bancária há um pagamento "edreams prime" 20 Janeiro 2026... Na altura facultei dados de um cartão a uma familiar infoexcluída e cobraram tb subscrição "edreams prime". Nem me chateei, porque assumi que foi um descuido da minha familiar. Agora desta vez... é apenas má fé. Segundo pesquisei, as reclamações são em catadupa... ao ponto de, em Itália, ter existido condenação e pagamento de multa (vide link infra): https://sicnoticias.pt/mundo/2026-02-04-concorrencia-italiana-multa-edreams-por-praticas-enganosas-4a464864 Contactei edreams tlfonicamente onde dizem que apenas podem fazer devolução de duas formas: - voucher no valor - devolução de 45€ e voucher com remanescente a ser utilizado numa compra superior a 150€ Isto parece uma forma de enganar clientes e de os fidelizar... Apenas quero ser ressarcido com os 89,99€. Fico a aguardar resposta. Com os melhores cumprimento, NOTA: enviei este email para endereço paypal@contact.edreams.com Começo a achar que nos devíamos juntar e pedir indemnização. Caso haja lugar a pagamento de indemnização (que deve ser na ordem dos milhões, tal como em Itália), este valor deve reverter para instituições de solidariedade social.
Salto não realizado
No dia 22/12/2023 adquiri um voucher para um salto de paraquedas, oferecido como presente, junto da empresa reclamada. O salto foi inicialmente agendado para o dia 09/09/2024, tendo sido cancelado por restrições aéreas, motivo alheio à minha vontade. Posteriormente, o salto foi novamente reagendado para 26/06/2025, sendo mais uma vez cancelado pelo mesmo motivo. Um terceiro reagendamento foi marcado para 15/09/2025, tendo novamente sido cancelado por restrições aéreas. Nessa ocasião, a empresa informou por escrito que a agenda se encontrava temporariamente encerrada para reorganização, prometendo novidades a partir de 30 de setembro para reagendamento em datas mais seguras. Quando tentei proceder a novo reagendamento, constatei que o estabelecimento se encontra encerrado de forma permanente, sem qualquer aviso prévio, contacto alternativo ou proposta de reembolso do valor pago. Neste momento, não existe qualquer forma de contactar a empresa, encontrando-me privada do serviço contratado e do montante pago, apesar de todos os cancelamentos terem sido da responsabilidade exclusiva da empresa. Face ao exposto, considero que existe incumprimento contratual grave, solicitando o reembolso integral e imediato do valor pago, nos termos da legislação de defesa do consumidor. Solicito ainda a intervenção das entidades competentes para averiguar a conduta da empresa e assegurar a reposição dos meus direitos enquanto consumidora.
contra conduta de funcionários e cobrança indevida de bagagem
Reclamação contra conduta de funcionários e cobrança indevida de bagagem Local: Aeroporto de Budapeste (BUD) Data do Incidente: [18-02-2026] Voo: [W62393] Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao tratamento humilhante e à cobrança indevida de que fui alvo no Aeroporto de Budapeste por parte de duas funcionárias [da companhia aérea/da empresa de handling] no portão de embarque. 1. Cobrança Indevida e Abuso de Poder Fui impedido(a) de levar dois casacos no braço, tendo sido obrigado(a) a colocá-los dentro da mala de cabine, o que resultou numa cobrança suplementar por excesso de volume/peso. De acordo com as normas da IATA e as práticas comuns de aviação civil, vestuário transportado junto ao corpo ou nos braços não deve ser contabilizado como volume de bagagem extra. A exigência foi arbitrária e sem fundamento regulamentar claro. 2. Conduta Antiprofissional e Falta de Civilidade As funcionárias em questão demonstraram uma total ausência de profissionalismo, agindo com extrema rudeza. A postura adotada foi agressiva, com modos rudes e ordens autoritárias, assemelhando-se a um ambiente militar e não a um serviço de apoio ao cliente. Tal comportamento ultrapassou todos os limites do respeito e da dignidade humana. 3. Recusa de Identificação Ao solicitar a identificação das funcionárias para verificar se o número de funcionário constante no recibo era verídico, ambas recusaram exibir os seus cartões de identificação. Recordo que, por normas de segurança aeroportuária e transparência no atendimento ao público, qualquer funcionário em zona restrita deve estar devidamente identificado e não pode recusar o acesso a esses dados quando solicitado por um passageiro em litígio. Conclusão e Pedido Este incidente revela uma grave lacuna na formação destas funcionárias, que desconhecem tanto as regras europeias de transporte como as normas básicas de etiqueta no atendimento. Face ao exposto, exijo: O reembolso imediato do valor pago pela bagagem (150€), uma vez que a cobrança foi forçada pela recusa ilegal de transporte de vestuário no braço; O apuramento de responsabilidades e a aplicação de medidas disciplinares/formação às funcionárias envolvidas. Aguardo uma resposta célere sobre as medidas tomadas.
Pedido de cancelamento não concedido
Exmos. Senhores, Fiz uma reserva de uma noite num hotel no Porto, na página de internet da Booking. No email de confirmação referia que haveria possibilidade de cancelamento gratuito até dia 13 de fevereiro de 2026 às 23:59. No dia 13 de fevereiro de 2026 tentei cancelar a reserva e foi-me dito que a reserva havia sido feita através de um parceiro Booking e, como tal, não poderia ser cancelada. No entanto, fizeram um pedido especial de cancelamento, o qual agradeci. Pouco tempo depois, recebi um email da Booking a referir que contactou o hotel mas que, infelizmente, o alojamento não aceitou cancelar a reserva. Depois disso, contactei o hotel e fui informada que o mesmo não havia recebido pedido algum de cancelamento por parte da Booking. Falei de novo com um calobrador da Booking que me informou que o cancelamento teria de ser autorizado pelo parceiro. Independentemente da política de cancelamento dos parceiros, o contacto do cliente é com a Booking. Para além disso, o email de confirmação tem bem explícita a possibilidade de cancelamento gratuito. Assim, considero que o valor que paguei pela noite no hotel que não usufrui, apesar de a ter tentado cancelar no prazo devido, deva ser ressarcido. Atentamente, P.M.
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