Reclamações públicas

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M. S.
26/12/2025
Pinto Lopes Viagens

Serviços

Pinto Lopes Viagens Eu sou vossa cliente, seguramente há 2/3 anos, tendo efetuado 15 viagens. Como podem comprovar, ao momento não tive qualquer manifestação relativamente a cada uma dessas viagens, na realidade elas tendo tido algumas anomalias que decorreram em termos aceitáveis. Sendo certo que eu viajo sozinha e tenho fracos conhecimentos de outras línguas para além do português, apresenta-se-me como fundamental viajar na companhia de um/a guia turístico/a português/a, esta tem sido a razão para a compra de viagens de grupo na vossa agência. Acontece que, na última viagem que fiz, acima indicada, fui surpreendida por uma guia (teoricamente assim chamada), de nome Marisa Paulo Mouta, que desempenhou muito mal as suas funções, dado que, durante toda a viagem a sua postura foi em tudo muito idêntica à de qualquer outro participante na viagem, em rigor só se diferenciou pela rudez e agressividade com que interagia com os outros elementos. A Marisa nada sabia acerca do percurso da viagem, tinha alguma dificuldade em contar os elementos do grupo, falhou várias vezes com as horas aprazadas, respondeu agressivamente e com má educação a várias pessoas do grupo. Por último, ao ter negligenciado o facto de que foi avisada, que um dos elementos do grupo perdeu o passaporte, pois não se dignou a sair do avião e prestar auxílio à pessoa, elucidando-a que podia no local onde deu conta da falta do passaporte, embarcar, pois a sua entrada em Lisboa seria permitida mesmo sem passaporte. Pelo exposto, sou forçada a deixar de viajar com a vossa agência, isto porque deixei de ter segurança e confiança no desempenho das funções que me levam a contratar os vossos serviços.

Resolvida
T. M.
26/12/2025

Reembolso total

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Skydive Maia devido ao incumprimento reiterado na prestação de serviço e à retenção indevida de montantes pagos. 1. Descrição dos Factos: Em novembro de 2023, adquiri um voucher para um salto de paraquedas (Voucher n.º ............ ) com a intenção de o oferecer ao meu marido no natal. O pagamento foi realizado na totalidade no valor de 129,99 €. Desde a data da compra, o salto foi agendado em diversas ocasiões. No entanto, a empresa procedeu sempre ao cancelamento e adiamento das marcações, justificando-se sistematicamente com "manutenção dos equipamentos". Devido ao arrastar desta situação há mais de dois anos e à impossibilidade de realização do serviço por motivos unicamente imputáveis à empresa, a validade do voucher chegou a ser prolongada pela Skydive Maia. Contudo, mesmo com esse prolongamento, o serviço nunca foi concretizado. 2. Falta de Comunicação: Atualmente, a empresa encontra-se incontactável. Todas as minhas tentativas de contacto telefónico não são atendidas e os emails enviados não obtêm resposta. 3. Pedido de Reembolso Ignorado: Já solicitei formalmente, via email, a devolução do valor pago, uma vez que a empresa demonstrou total incapacidade para prestar o serviço contratado. Até à data, não recebi o reembolso nem qualquer justificação. 4. Resolução Pretendida: Considerando a quebra de confiança e o incumprimento contratual definitivo por parte da Skydive Maia, informo que já não tenho interesse no reagendamento do serviço. Exijo a restituição imediata do valor total pago (129,99 €), a ser efetuada pelo mesmo meio de pagamento utilizado na compra. Caso tal não seja possível por motivos técnicos, aguardo o vosso contacto urgente para vos facultar os dados necessários para a transferência bancária. Aguardo a vossa intervenção célere para a resolução deste litígio. Com os melhores cumprimentos, Tânia Mendes

Encerrada
S. C.
25/12/2025

Alojamento Precario

Reservei no site da Booking.com um alojamento em Lisboa do dia 23/12/2025 ate 25/12/2025, pelas fotos na plataforma estava em perfeitas condições de uso e com a limpeza em dias, chegando ao local fiz o checkin as 18:00 e quando entramos ao alojamento, era totalmente inadequado ao uso, estava Eu, Minha esposa e sua Mae de 65 anos e nossa filha de 10 anos. local cheirava mal, com muita sujisidade, mofos nas paredes e paredes se desfazendo de humidade, casa de banho impraticavel com muito bolor, peças soltas e sujeiras. Tentei contato com a plataforma e a Ana me atendeu e disse que não poderia fazer o cancelamento com a devolução de taxa, so com o valor de 20% devido ao acontecido, e a intermediação tinha que ser com o Anfitriao do alojamento, que o mesmo não respondeu e não efetuou a devoluação. Tenho fotos do estado do imovel, que tinha ate resto de comida em um prato dentro do microondas. Alojamento chama-se The Tram 18 Space codigo de confirmação 5678.948.451. Anfitriao se apresentou antes do checkin como Pedro Oliveira Reis +351 914 227 278. https://www.booking.com/hotel/pt/the-tram-18-space-lisboa1.pt-pt.html?aid=356980&label=gog235jc-10CAsouwFCGXRoZS10cmFtLTE4LXNwYWNlLWxpc2JvYTFIH1gDaLsBiAEBmAEzuAEXyAEM2AED6AEB-AEBiAIBqAIBuAKCqbbKBsACAdICJGY2OGNiMjA1LTE2YTEtNGZlYS05MGYwLTY3Zjg4NmFiNzZiMtgCAeACAQ&sid=7e8fbdfb1be04b8083c7eacf39c444b1&dest_id=-2167973&dest_type=city&dist=0&group_adults=2&group_children=0&hapos=1&hpos=1&no_rooms=1&req_adults=2&req_children=0&room1=A%2CA&sb_price_type=total&sr_order=popularity&srepoch=1766691995&srpvid=19cc812d17d61d136872beccbe096583&type=total&ucfs=1&

Encerrada
S. B.
24/12/2025

Compra de bilhetes

Comprei 2 bilhetes no dia 18 Dezembro para o espetáculo do Luís de Matos no coliseu do Porto a 16 Janeiro 2026. Infelizmente depois de efectuar a compra recebo um e-mail que menciona que so irei receber os ingressos até dia 16 Janeiro às 18h, quando o espetáculo iniciará às 19h. Entrei no site da viagogo para proceder à anulação da compra, quando me deparo que essa situação não é possível, que só posso revender os mesmos ingressos sem a certeza de o conseguir fazer, e a ter a sorte de o conseguir só após o espetáculo se realizar irão proceder ao pagamento do valor pago pelo pressuposto comprador nao garantindo o valor pago por mim. Depois de ler tantas reclamações da mesma situação, percebi que posso ter sido burlada. Agradecia a vossa ajuda na tentativa de resolução desta situação. Obrigado pela atenção dispensada.

Encerrada
R. O.
23/12/2025

Reembolso bilhetes

Bom dia, Há mais de um mês que procuro assistência para conseguir o reembolso de dois bilhetes de um concerto que foi adiado. Infelizmente nem a Vibes & Beats e nem a BOL estão disponíveis ou dispostas a me ajudar e estou no prejuízo de 80€.

Encerrada
R. O.
23/12/2025

Reembolso bilhetes

Bom dia, Há mais de um mês que procuro assistência para conseguir o reembolso de dois bilhetes de um concerto que foi adiado. Infelizmente nem a Vibes & Beats e nem a BOL estão disponíveis ou dispostas a me ajudar e estou no prejuízo de 80€

Encerrada
J. P.
23/12/2025

Reclamación por cobro no autorizado de suscripción Prime de eDreams

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação em relação à subscrição Prime da eDreams, a qual foi ativada e cobrada de forma não autorizada. A cobrança foi efetuada sem o meu consentimento claro, e considero que as práticas comerciais da empresa não estão de acordo com os direitos dos consumidores, conforme previsto na Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96). Detalhes do caso: Nome da conta: Jadany Piedrahita Henao Endereço de e-mail: piedrahitahenaojadany@gmail.com Data da cobrança: 19/12/25 Valor cobrado: 89,99 A subscrição Prime foi ativada sem o meu consentimento explícito, através de estratégias de marketing enganosas, onde a informação fornecida sobre os termos e condições não foi clara e transparente. Em nenhum momento fui informada de forma adequada sobre os custos associados e sobre as condições de renovação automática. Solicito o seguinte: O reembolso total do valor cobrado pela subscrição Prime. Confirmação por escrito de que não serão efetuadas novas cobranças em minha conta. Suspensão imediata de qualquer renovação automática associada à subscrição Prime.

Resolvida
C. F.
23/12/2025

Reclamação formal contra Booking.com – cancelamentos sucessivos, falha de realojamento e prejuízos f

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a plataforma Booking.com, na sequência de uma experiência extremamente grave ocorrida numa viagem a Londres, que resultou em cancelamentos sucessivos de reservas, ausência total de realojamento eficaz e prejuízos financeiros e emocionais significativos. Sou cliente da Booking.com, com estatuto Genius Nível 1, e nunca tinha vivido uma situação sequer semelhante. Identificação das reservas: • Reserva 1 (inicial): nº 6426346690 Alojamento: Two Bedroom Apartment in Paddington Datas: 05/12/2025 a 07/12/2025 Valor pago: £592,02 (€695,14) Reserva feita com antecedência (outubro), não reembolsável. • Reserva 2 (alternativa): nº 5668529668 Alojamento: Central Ldn 2 Bed Flat, Nine Elms St, Sleeps up to 8 Esta reserva foi cancelada pelo próprio anfitrião um dia antes do check-in, por escrito. Descrição dos factos: A primeira reserva foi cancelada unilateralmente pelo alojamento três dias antes da viagem. Após contacto com a Booking.com, fui orientada a aguardar por alternativas. A segunda reserva foi cancelada pelo anfitrião no dia anterior ao check-in, situação que comuniquei imediatamente à Booking.com. Apesar disso, dois dias depois, a reserva ainda constava como ativa na plataforma, sem qualquer ação concreta da Booking, o que demonstra uma falha grave de comunicação interna e de acompanhamento do caso. Durante todo o processo: • A Booking não assegurou realojamento atempado, apesar de ter sido alertada antes da data da viagem. • Não houve qualquer gestão de urgência, apesar de estarmos prestes a viajar para outro país sem alojamento. • Fui obrigada a efetuar dezenas de contactos (chamadas e mensagens), alguns dos quais terminaram com chamadas desligadas sem retorno. • Recebi respostas contraditórias e claramente padronizadas, sem resolução prática. Consequências diretas: Acabámos por viajar para Londres sem alojamento garantido, tendo sido obrigadas a reservar à última hora um hotel de baixa qualidade, em dois quartos separados, numa zona que não escolheríamos, longe do centro e sem condições equivalentes às inicialmente contratadas. As reservas iniciais eram apartamentos com cozinha, escolhidos propositadamente para controlar o orçamento. A perda dessas condições obrigou-nos a comer fora todos os dias, aumentando significativamente os custos da viagem. A Booking apenas atribuiu um crédito único, no valor aproximado de £145 / €165, valor manifestamente insuficiente, que não cobre sequer a diferença real de alojamento, quanto mais os restantes custos e o impacto psicológico da situação. Prejuízos sofridos: • Prejuízo financeiro direto (diferença de alojamento + despesas extra) • Stress elevado, ansiedade e insegurança durante toda a viagem • Viagem completamente comprometida por falhas que não me são imputáveis • Falta de assistência adequada por parte da plataforma intermediária Motivo da reclamação: Considero que a Booking.com falhou gravemente no dever de assistência ao cliente, nomeadamente no dever de realojamento em caso de cancelamento por parte das propriedades, conforme previsto nas suas próprias políticas e na legislação de defesa do consumidor aplicável a plataformas de intermediação. A postura da Booking foi negligente, desorganizada e desresponsabilizante, tentando sistematicamente transferir a responsabilidade para os alojamentos, quando é a plataforma que gere o processo e recebe os pagamentos. Pedido: Solicito o apoio da DECO para: • Análise do caso e mediação com a Booking.com • Avaliação da legalidade da atuação da plataforma • Apoio na obtenção de uma compensação justa, proporcional aos prejuízos sofridos • Orientação sobre eventuais passos legais adicionais Tenho toda a documentação comprovativa, incluindo: • Confirmações de reserva • E-mails trocados com a Booking.com • Mensagens dos anfitriões • Comprovativos de pagamento • Provas dos cancelamentos Fico a aguardar contacto. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
O. K.
22/12/2025

Reclamação por não recebimento do depósito na locadora de veículos

Alugámos um carro na Magic Islands entre 21 e 24 de novembro de 2025, mas ainda não recebemos o nosso depósito de volta. Já ligámos várias vezes e enviámos muitos e-mails, mas recebemos sempre a mesma resposta, que o depósito será devolvido em breve. Esperamos receber o depósito de volta em breve.

Encerrada
C. A.
22/12/2025
Hotel Travel Park Lisboa

Discriminação

Eu, Cláudia Marisa Fiel Apolinário, venho por este meio apresentar reclamação formal contra o Hotel Lisbon Travel Park relativamente a factos ocorridos entre 5 e 10 de dezembro, decorrentes da reserva n.º VelTeios6897Trav, efetuada a 17 de novembro às 12:03h da manhã, através do website oficial do hotel e confirmada também por via telefónica à mesma hora, referente a um quarto de mobilidade reduzida, devidamente adaptado a cadeira de rodas e com casa de banho acessível com duche. A reserva foi realizada expressamente em função da grave condição de saúde da minha filha, que possui 64% de incapacidade, encontra-se em fase pós-operatória de uma cirurgia à anca, não consegue andar nem sentar autonomamente e depende totalmente de mim para todas as atividades, necessitando de condições específicas e adequadas de alojamento para garantir a sua segurança, higiene, mobilidade e integridade física. Após efetuar o pagamento de um depósito de 85€ no ato da reserva, desloquei-me ao hotel no dia 1 de dezembro, segunda-feira, por volta das 20h, para confirmar presencialmente todos os detalhes da reserva e proceder à alteração da primeira noite de 4 para dia 5 de dezembro, tendo sido informada de que tudo estava correto e assegurado, bem como de que seria efetuada a devolução do valor correspondente à noite de 4 de dezembro, o que até à presente data, não aconteceu. No entanto, no dia 5 de dezembro, sexta-feira, por volta das 20h, aquando da nossa chegada para check-in, a minha filha tinha acabado de ter alta hospitalar, encontrava-se fragilizada e em condição clínica extremamente delicada, fui informada de forma surpreendente e completamente inaceitável que o quarto que me estava destinado, o de mobilidade reduzida, não estava disponível, apesar de ter sido reservado com um mês de antecedência e requerido por razões médicas e confirmado reiteradamente pelo próprio hotel. Face à minha perplexidade, necessidade e preocupação imediata, o funcionário, o Sr. Kaique, limitou-se a apresentar um pedido de desculpa e a virar-me as costas, deixando-nos totalmente desamparadas e sugerindo implicitamente que procurássemos soluções noutro lugar com uma atitude profundamente desrespeitosa perante uma pessoa com mobilidade condicionada e dependente, cujas necessidades eram não apenas legítimas, mas clinicamente indiscutíveis. Esta conduta, para além de constituir uma violação objetiva das obrigações contratuais do hotel, representa uma falta de humanidade, de sensibilidade e de respeito para com uma pessoa em vulnerabilidade extrema, configurando um tratamento claramente discriminatório baseado na condição de incapacidade da minha filha. Após exigir esclarecimentos e a tentativa de contacto com o diretor, Sr. Luis Cabrita, que se recusou a aparecer e comunicar que iria chamar as autoridades policiais competentes, o hotel atribuiu um quarto provisório, completamente inadequado e inseguro para o estado de saúde da minha filha. Esta falha colocou em risco a sua saúde e bem-estar, agravando o quadro clínico que exigia precisamente condições que o hotel tinha garantido anteriormente. Só no dia seguinte é que foi disponibilizado o quarto adaptado inicialmente reservado, confirmando que a falha não se deveu a impossibilidade estrutural, mas sim a má gestão, negligência e falta de responsabilidade. No dia 9 de dezembro, após vários dias sem qualquer comunicação ou pedido de desculpa institucional, consegui finalmente reunir-me com a direção do hotel, o Sr. Luis Cabrita, cuja postura foi surpreendentemente arrogante, prepotente e isenta de qualquer empatia ou reconhecimento dos factos, assumindo uma postura desrespeitosa relativamente à incapacidade da minha filha e ao sofrimento causado. Em vez de procurar solução, esclarecimento ou reparação, demonstrou uma postura depreciativa que reforça a perceção de discriminação instaurada em todo este processo. Os factos relatados não configuram unicamente um incumprimento grave das obrigações contratuais, mas principalmente um desrespeito absoluto pela igualdade, pelo direito das pessoas com mobilidade reduzida e uma violação dos deveres legais aplicáveis aos estabelecimentos hoteleiros, nomeadamente no que se refere à acessibilidade, segurança, respeito pela dignidade humana e atendimento não discriminatório. A conduta observada não só provocou um profundo desgaste físico e emocional a mim e à minha filha num momento já de grande fragilidade, como demonstrou uma total ausência de preparo, responsabilidade e sensibilidade na prestação de um serviço essencial para pessoas com mobilidade reduzida. Face ao exposto, solicito às entidades competentes a apreciação rigorosa destes factos, a responsabilização do estabelecimento pelas falhas e práticas discriminatórias verificadas e a implementação das medidas necessárias para que situações de igual gravidade não voltem a ocorrer com outro cliente, especialmente com pessoas em situação de incapacidade ou vulnerabilidade.

Encerrada

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