Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
anúncio enganoso
No dia 12/09/2025, desloquei-me à Quinta da Malhada – Vale do Paiva, ao abrigo da experiência “Estadia Rústica em Casa de Xisto”, adquirida através da Odisseias (reserva n.º H246591482951). Ao chegar ao local, verifiquei que o alojamento disponibilizado não correspondia às fotografias nem à descrição publicitada pela Odisseias. As imagens do anúncio mostravam uma casa T1 de xisto rústica, bem decorada e comodidades específicas. No entanto, o alojamento atribuído era completamente diferente, sem as características ou qualidade apresentadas. De imediato tentei contactar o host, tanto por chamada como por mensagem, sem qualquer resposta. Mais tarde, o próprio host confirmou por escrito que as imagens usadas na plataforma da Odisseias eram “meramente foto de capa”, e que disponibilizam qualquer T1 livre, independentemente das condições apresentadas no anúncio, visto ser um lote de 5 moradias Face à ausência de correspondência entre o publicitado e o efetivamente prestado, entrei em contacto com o apoio ao cliente da Odisseias a pedir um reembolso total da experiencia. Após vários contactos, recebi uma resposta a indicar que “nada poderia ser feito”, justificando-se com os Termos e Condições da empresa — onde alegam que as fotografias são “meramente ilustrativas”. Posteriormente, ofereceram-me apenas um código promocional de 50 €, o que não resolve o prejuízo sofrido nem substitui o meu direito ao reembolso. Esta situação configura uma violação do dever de informação e publicidade enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 303/83 (artigos 7.º e 12.º), bem como uma não conformidade contratual ao abrigo da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96).
Cobrança indevida
Venho por este meio expor uma cobrança de 89 euros feita pela empresa Edreams sem nenhum consentimento. Nunca me afiliei a este serviço. Tive de cancelar meu cartão bancário por achar que a cobrança tinha sido alguma burla , quando descobrir que foi uma cobrança feita por esta empresa que elevou ter feito uma subscrição, sendo que nunca a fiz. Ainda mais sendo depois de um ano. Nem se utilizo esta plataforma pra viagens . Espero que possam me reembolsar
Uber Eats - Promoção não cumprida
Recebi uma promoção da Uber Eats que caso fizesse 3 pedidos superiores a 12€ recebia 12€ em créditos Uber One para pedidos. Ora cumpri as condições mas na página da promoção aparece que só fiz 2 pedidos. Gostaria que corrigissem a situação. Obrigado
Incompetência, ignorância e abusos
Briga de hóspedes, sanitário com defeito, criança de 7anos de calcinha, maus tratos, ameaça de expulsão. Tentei dialogar, mais a própria administradora disse que isso e normal, solicitei o reembolso dos dias que falta vai vencer 18/10/25. E necessário a secretárias (turismo e órgão competentes) intervir. Os administradores estão a debocha das leis em Portugal e cabe uma análise do proprietário do imóvel que deixa a empresa símbolo & tribo administrar o imóvel. Notei cumplicidade ou conivência. ATENÇÃO autoridades
Reclamação por Falta de Segurança, Transparência e Incumprimento Contratual no Vitor's Plaza
Folha de reclamação 25816633 No dia 23/08/2025, os ocupantes do apartamento contiguo ao nosso, estiveram aos gritos e murros na parede. Fizemos um pedido à recepção do hotel, reportando o sucedido, para intervirem por forma a que o ruído terminasse. Um funcionário do hotel deslocou-se a essa habitação e o ruído parou, tendo recomeçado após cerca de 20 minutos. Hoje, dia 24/08/2025, às 0:30, os ocupantes dessa habitação (B-308), ao passarem no corredor de acesso aos quartos, bateram com violência na porta do nosso apartamento (B-306), repetidamente, e fugiram para a sua habitação. Foram por nós confrontados do sucedido, tendo ameaçado agredir-nos. Pedimos a intervenção imediata do hotel, no sentido de que estas pessoas fossem expulsas do mesmo. Folha de reclamação 25816634 Para nossa surpresa, o hotel informou que não poderia proceder dessa forma, uma vez que a habitação (B-308) era de um privado. Insistimos para que a polícia fosse chamada, uma vez que nós eramos clientes do hotel, a nossa integridade física, sendo que estamos acompanhados dos nossos filhos menores, doi e permanecia posta em causa. Além das ameaças de agressão, os indivíduos estavam alcoolizados, consomem drogas recreativas, e a sua varanda é colada à nossa, podendo ser facilmente transposta. O hotel apenas tem autoridade sobre os seus apartamentos e o que conseguiu fazer, foi apenas deslocar um funcionário ao local para fala com as pessoas da habitação (B-308). Não estão garantidas as nossas condições de segurança. Ainda durante a madrugada, pedimos Folha de reclamação 25816635 ao hotel que nos encontrasse uma solução que nos permitisse permanecer no local, noutra habitação, sendo que não foi possível darem-nos essa solução. Não existindo qualquer garantia do hotel, que nós estaríamos protegidos, apesar dos nossos pedidos, não nos foi possível dormir com receio pela nossa integridade física e dos nossos filhos. Efectuamos marcação noutra unidade hoteleira, de outro grupo, uma vez que não nos sentimos seguros e não sabemos que outros utentes se encontram neste espaço, e que não estejam sob responsabilidade do hotel. Nada nos garante que outros particulares possam ter quaisquer outros comportamentos e que o hotel não possa agir por não estarem ao abrigo das suas regras. Hoje, 24/08/2025, por volta das Folha de reclamação 25816636 10:00, desloquei-me à recepção e requeri ser recebido por alguém da direcção ou administração, por forma a informar que pretendo ser ressarcido da totalidade do valor da estadia, que efectuei já marcação noutro local e que irei realizar o check-out hoje. O director não se encontra no local, pelo que esta informação foi transmitida ao director pela recepcionista. Às 10:15, o director Carlos Conceição, através da recepcionista, propôs a entrega de um voucher com o valor remanescente da estadia, noutro local do grupo, com a duração de um 1 ano, ou a devolução de 50% do valor remanescente em dinheiro. Recusei ambas as soluções e não recebi mais qualquer comunicação por parte da direcção. Não houve preocupação com o seu cliente, nem Folha de reclamação 25816637 interesse em falar comigo para ficar a par do que sucedeu, com maior detalhe. Pedi à recepção cópia do relatório da ocorrência da madrugada, mas recebi a resposta que não é possível partilharem documentos internos. Deixo esta queixa no livro de reclamações físico do hotel, mas irei efectuar a mesma queixa no livro electrónica bem como junto da DECO-proteste e do turismo de Portugal, no limite a solução será seguir para um julgado de paz. Existe falta de transparência e informação prévia, onde esteja claro, mesmo durante e após a reserva e à chegada que o complexo, que se identifica na estrada e na entrada do complexo por “Vitor’s Plaza”, inclui quartos particulares Folha de reclamação 25816638 não geridos pelo estabelecimento, e sobre os quais não têm qualquer autoridade. Esta omissão, viola o dever de informação, pois em momento ou local algum esta informação é anunciada, pois o complexo é anunciado como uma unidade homogénea. Desta forma, não há capacidade de garantir que a tranquilidade quer a segurança, uma vez que não tem autoridade para intervir eficazmente, no caso concreto, em situação de ruído excessivo ou ameaças por parte dos ocupantes desses quartos. Esta situação viola o princípio do contracto de alojamento, pois não estão garantidos o repouso e segurança dos hóspedes, conforme o regime dos empreendimentos turísticos. Uma vez que não existiu na altura solução para expulsarem os outros ocupantes, não verificamos existirem Folha de reclamação 25816639 condições para nos colocarem a nós noutra habitação, estando a nossa integridade física e psicológica colocada em causa, ainda durante a madrugada fomos obrigados a incorrer em despesas adicionais, marcando a restante estadia noutra unidade, forçando-nos a sair do local onde tínhamos as nossas férias planeadas. Como conclusão, temos um prejuízo concreto e as férias estragadas, exigindo assim não apenas o reembolso total dos dias não usados, mas também pelas despesas da estadia total, referentes aos dias 20 a 24. Exigimos também compensação pelo transtorno do impacto nas férias, bem como pelas despesas suplementares, uma vez que estamos perante um incumprimento grave, numa solução de alojamento proporcional e equivalente. Data Hora 24/08/2025 11:20
Pack Fugas com Jantar - Publicidade Enganosa
Adquiri um pack “Fugas com Jantar” da Odisseias, que anuncia claramente no mapa impresso na embalagem do produto 14 alojamentos no Algarve e 14 no Alentejo, com 1 noite + jantar incluído (fotografia comprovativa em anexo). Sou residente no Algarve e, ao tentar reservar através da área de cliente da Odisseias, para as datas de 8 a 9 de novembro, deparei-me com uma situação inaceitável: não existe qualquer alojamento com jantar incluído disponível na região do Algarve ou Baixo Alentejo nos próximos meses, apenas estadias com pequeno-almoço (que o próprio site da Odisseias vende isoladamente a preços inferiores). Testei ainda várias outras datas entre novembro de 2025 e abril de 2026 (época baixa), sem qualquer sucesso — continuam a não surgir opções que incluam noite + jantar, tal como anunciado no pack. Ou seja, o produto foi adquirido com base em informação que não corresponde à realidade, com 0 opções nas regiões indicadas, configurando publicidade enganosa e violação dos direitos do consumidor. Já expus a situação à Odisseias por e-mail, mas as respostas recebidas foram totalmente genéricas, alegando que: “Por vezes, devido às datas e valores diários dos parceiros, os serviços como o jantar ou o spa podem ser retirados para minimizar o valor de upgrade... Numa grande parte de parceiros é possível colocar o jantar como extra.” Ora, esta explicação é inaceitável, pois o produto é vendido explicitamente como “1 noite + jantar incluído”, não como uma estadia base com extras pagos. Assim, solicito: - A disponibilização de uma experiência no Algarve ou Baixo Alentejo, exatamente nas condições anunciadas (“1 noite + jantar”); ou, em alternativa, - O reembolso total ou crédito equivalente ao valor pago (74,99 euros). É de extrema importância que sejam tomadas as medidas necessárias para que a empresa não continue a publicitar e comercializar experiências que não estão efetivamente disponíveis.
Cobrança indevida e renovação automática não autorizada da subscrição eDreams Prime
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação contra a eDreams relativamente à cobrança indevida de uma subscrição eDreams Prime. No dia 04/10/2025, verifiquei que foi debitado o valor de 7,99 € referente a uma renovação automática da subscrição Prime, sem que tivesse recebido qualquer aviso prévio sobre o fim do período experimental, nem prestado consentimento explícito para a renovação. Após detetar o débito, acedi à minha conta e procedi ao pedido imediato de cancelamento. No entanto, fui informado de que a subscrição permaneceria ativa durante um ano, com pagamentos mensais de 7,99 € até outubro de 2026, o que considero totalmente inaceitável, uma vez que nunca autorizei essa renovação anual nem qualquer débito recorrente. Esta situação configura cobrança não autorizada e violação do dever de informação, em desconformidade com o Decreto-Lei n.º 24/2014, que regula os contratos celebrados à distância, e com o artigo 8.º da Lei de Defesa do Consumidor. Acresce que, de acordo com os Termos e Condições da eDreams Prime, na secção 4.2 – Direito de Rescisão, o consumidor tem direito a rescindir a subscrição no prazo de 14 dias a contar do início do período Prime (ou do período experimental, se aplicável), sem necessidade de apresentar motivo. Nesse contexto, exerci esse direito dentro do prazo legal, devendo ser-me reembolsado o valor cobrado. Solicito formalmente: O cancelamento imediato e definitivo da subscrição eDreams Prime; O reembolso integral do valor de 7,99 € já debitado; A garantia de que não serão efetuadas novas cobranças mensais associadas a esta subscrição; A confirmação escrita de que o serviço se encontra cancelado. Já apresentei igualmente reclamações formais no Livro de Reclamações Eletrónico e no Portal da Queixa, aguardando agora uma resposta e resolução célere por parte da eDreams. Caso não haja resposta adequada no prazo legal, reservo-me o direito de encaminhar o caso às entidades competentes de defesa do consumidor.
burla de hotel
Exmos Senhores, Fiz uma reserva no site da Edreams, no qual tenho a subscrição prime, para uma estadia de 2 noites no Hotel Borsalino no Porto de 09/09 a 11/09. A minha reserva foi de um quarto standard (nº de reserva: #23837129875). Ao chegar, fomos levados para um "anexo" atrás do edifício do hotel e foi-nos dito que seria ali o nosso quarto. As condições eram deploráveis e nunca este edifício foi descrito nas imagens do site da Edreams. Fomos então falar com o funcionário da receção que ignorou por completo o nosso problema, não mostrou compreensão e a sua resposta imediata foi que a única solução seria pagarmos 73€ adicionais para ficarmos noutro quarto. Devido às más condições do hotel não o queríamos fazer, mas a funcionária recusou dar-nos um reembolso. Neste ponto, fizemos uma chamada para a Edreams e explicámos a situação antes de fazer qualquer tipo de cancelamento. O funcionário da Edreams que nos atendeu disse-nos que se quiséssemos podiamos cancelar a estadia e preencher uma queixa e pedido de reembolso no site da Edreams e que com evidência fotográfica seríamos elegíveis para tal. Portanto, foi o que fizemos, submetemos uma reclamação com bastantes evidências obvias de que o quarto/ edifício não correspondiam às fotos do site e desde então já foram feitas inúmeras trocas de email e chamadas para a Edreams de onde o resultado contradiz completamente o que nos foi dito na primeira chamada que fizemos. Inclusive, chegaram a pedir-nos a fatura do alojamento de substituição que marcámos, mas a última resposta que obtivemos da Edreams foi que contactaram com o hotel e este recusa-se a fazer um reembolso e por isso não há nada que a Edreams possa fazer. Quero que a Edreams tome responsabilidade pelo erro do próprio site, visto que neste não constam fotos do edifício e quartos onde fomos colocados, sendo por isso este um problema da responsabilidade da Edreams e que me seja feito o reembolso do hotel Borsalino ou da despesa adicional que tive em marcar um alojamento de substituição.
Cancelamento de reserva de aluguer de automóvel e falta do reembolso
Exmos. Srs. No dia 2/9/2025 através do site da empresa RYANAIR efetuei uma reserva de aluguer de automóvel para levantamento e devolução no Aeroporto de Ponta Delgada desde o dia 21/9 até 27/9. A reserva foi confirmada com o número 627162993 e o respetivo pagamento de foi efetuado. Posteriormente no dia 4/9 recebo um email da Ryanair Car Hire a cancelar a reserva mas no mesmo dia foi-me debitado na minha conta bancária o valor de €106,46 pela empresa Rentalcars.com Após vários contactos com a respectiva empresa foi-me dito que o respetivo valor estava bloqueado pelo meu banco mas que no prazo máximo de 10 dias úteis o valor seria desbloqueado e o reembolso efetuado. Como passado já quase um mês e o reembolso não foi feito . voltei a contactar a rentalcars e foi-me dito que estavam a analisar a situação e para eu enviar um email com o o comprovativo do pagamento para uma email que pelos vistos nem sequer existe, que era reservations@rentalcars.com, porque o email vem devolvido dizendo que não existe. A comunicação com o operador que atende o telefone é muito difícil , pois trata-se de um operador de lingua brasileira que parece não entender e não dá nenhuma resposta concreta à situação. A verdade é que pela dificuldade de comunicação com esta empresa e pelas desculpas constantes já estou a começar a acreditar que se trata de burla pelo que solicito a vossa ajuda na resolução desta situação, não pelo valor em causa mas para evitar que situações idênticas se repitam pois estas empresas não são absolutamente nada transparentes e credíveis e devem ser investigadas. Junto comprovativo bancário do pagamento e e-mails da empresa. Grato pela atenção dispensada. Carlos Gonçalves
Worst hospitality ever!!
This was not only the first stop of a two-week trip—it was also our very first visit to Portugal, a country we had long looked forward to experiencing. Sadly, the distressing events during our stay severely impacted our impression of Portugal and left my wife emotionally shaken for the remainder of our travels. What should have been a joyful introduction became a deeply unsettling experience, to the point that we now feel reluctant to return. 1. Misleading Advertising and Accessibility Issues The hotel listing clearly stated that elevator access was available. However, upon arrival, we were assigned a room that required climbing two flights of stairs. We were traveling with two 25kg suitcases, and this misrepresentation caused immediate physical strain and frustration. When we requested a room change, the front desk staff informed us that no alternatives were available. This misleading claim broke our trust in the hotel from the outset. 2. Severe Safety Breach On 17 September, we left our room early with the cleaning sign clearly displayed. Upon returning around 5 PM, we found the floor-to-ceiling window wide open, facing an accessible back balcony. The room was in a mess, and we were alarmed by the possibility of a break-in. We immediately contacted the front desk staff, Fabio, who visited the room and struggled to lock the window. He offered no explanation for the condition of the room and casually claimed that “no one could have entered,” without checking CCTV footage or advising us to inspect our belongings. There was no concern for our safety, no urgency, no accountability. He simply promised maintenance would fix the window the next day. We were so concerned that we filed a written incident report at the front desk—clearly stating what had happened. But even that wasn’t enough. On 18 September, we returned to the room to find the window wide open again. Though the room had been cleaned, the security risk remained unresolved. We contacted the front desk again, and Denise arrived but was also unable to secure the window. Her response was disturbingly indifferent: she repeatedly stated that there was “nothing she could do” because the manager and maintenance staff were off-duty. She even suggested that we stay in the room all night to prevent a break-in. We were left feeling unsafe and helpless. We considered relocating to another hotel, but due to limited availability, we had no choice but to endure another sleepless night. To make matters worse, while we were at the front desk that same evening, another guest reported that the electrical box in her room had burnt out and requested a room change. Denise gave her the same dismissive response: “There’s nothing I can do.” This pattern of neglect raises serious concerns about the hotel’s commitment to guest safety. 3. Unprofessional Conduct and Staff Dishonesty On 19 September, we requested to speak with the hotel manager, Andreia, upon returning from breakfast. She arrived with a defensive attitude, claiming the window had been opened for ventilation and that her staff had found no issue. I explained that both Fabio and Denise had failed to secure the window and that we had spent three nights in a room with compromised security. I reminded her of the written report we had submitted. She refused to acknowledge it. Andreia repeatedly interrupted me, refused to listen, showed me an extremely rude attitude and ultimately said, “If you have to go, just go! I am not talking to you anymore.” This level of disrespect and hostility from a hotel manager is appalling. She refused to provide her business card directly and told us to retrieve it from the front desk. What was even more disturbing was that, in front of Andreia, the staff began lying outright. They claimed they had cleaned the room and found no issue with the window—statements that directly contradicted what we had witnessed and what they had told us earlier. It was clear they were trying to protect themselves rather than tell the truth. Watching hotel staff lie in front of their manager, while she accepted their version without question, was deeply insulting and unacceptable. 4. Deliberate Delay and Missed Transportation Andreia was fully aware that we had a scheduled transportation to catch. Yet she deliberately dragged the conversation by locking herself in the staff room, refusing to resolve the issue efficiently or respectfully. Her stalling tactics left us with no time to bargain or escalate the matter further, and as a result, we missed our transportation. This added further stress and financial burden to an already traumatic experience. This was not merely a case of poor service—it was a complete breakdown of basic hospitality, safety standards, and professional conduct. We felt vulnerable, dismissed, and disrespected throughout our stay. The emotional toll on my wife was significant, and the experience cast a shadow over the rest of our trip. As first-time visitors to Portugal, this experience has unfortunately discouraged us from considering a return in the future.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
