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Serviços não prestados
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao salto de paraquedas adquirido junto da vossa entidade, que até à presente data não foi realizado devido a sucessivos adiamentos da vossa parte. O referido salto foi inicialmente agendado para o dia 15 de fevereiro de 2025. Contudo, essa data foi cancelada por vossa iniciativa, tendo sido reagendado para 14 de setembro de 2025. Infelizmente, também essa nova data foi adiada, assim como as subsequentes tentativas de marcação, sempre por motivos imputáveis à organização. Assim, venho solicitar: O reembolso integral do valor pago, no montante de 800€. Aguardo uma resolução célere desta situação. Com os melhores cumprimentos
Cancelamento salto
Adquirir um voucher para um salto de paraquedas no dia 06/01/2023 por 149,99€, por diversas vezes tentei agendar o salto e em todas elas muito próximo da data recebi um email a informar que o salto tinha sido cancelado ou porque estava em manutenção ou porque as condições meteorológicas não permitiam. Solicito o reembolso do valor do voucher uma vez que já percebi que nunca vou poder efetuar o salto e provavelmente trata-se de uma burla.
Experiência não realizada
Exmos. Senhores, Em 1 de janeiro de 2024 foi adquirido, como oferta para mim, um pacote de salto de paraquedas e um pacote de fotos/video organizados pela Skydive Maia, pendente de marcação de data, pelo valor de 139,99€ e 99,00€, respetivamente. O pagamento foi efetuado no momento. Venho, por este meio, comunicar que, por cancelamento comunicado pela empresa e falta de resposta à posteriori, a experiência que adquiri não foi realizada. O primeiro salto foi agendado para o dia 2 de novembro de 2024 e no dia 24 de outubro foi cancelado por “restrições aéreas pelo aeroporto do Porto devido ao aumento do tráfego aéreo procedente do aumento de turismo no Porto”. Como permitido pela própria empresa, o salto foi reagendado para o dia 3 de agosto de 2025 e no dia 25 de julho foi cancelado pelo mesmo motivo, nomeadamente “restrições impostas pelo aeroporto do Porto”, sendo que a empresa deixou de responder ao pedido de remarcação a partir desta data, não respondendo a e-mails ou chamadas, feitas em dias diferentes e horários variados. Foram feitas várias tentativas de contacto com a Skydive Maia desde então, sem sucesso. Foi também contactada a empresa Skydive Valladolid, também sem sucesso. Assim, redige-se esta reclamação, a fim de ser reembolsado dos 238,99€ já entregues. Cumprimentos.
Cancelamento 15 minutos após compra – Falta de informação essencial – Pedido de reembolso
Comprei uma passagem aérea pelo site Kiwi.com e percebi imediatamente que havia selecionado as datas erradas. Solicitei o cancelamento 15 minutos após a compra. O suporte da Kiwi me informou que eu poderia receber reembolso total ou parcial, mas não fui informado de que, caso a companhia aérea recusasse o reembolso, eu perderia 100% do valor e o bilhete seria encerrado irreversivelmente. Essa informação é essencial e teria influenciado completamente a minha decisão. Aceitei o cancelamento com base em informação incompleta. A Kiwi cancelou internamente o bilhete antes da resposta da companhia aérea, o que me prejudicou e eliminou quaisquer alternativas, como: – remarcação (mesmo com custos) – crédito – utilização do bilhete original Solicito a intervenção da DECO para: – Garantir o reembolso total, OU – Assegurar um reembolso parcial significativo, compatível com a má informação fornecida e o curto prazo de cancelamento (15 minutos).
Voucher não utilizado e pedido de solução
Apresento reclamação relativa ao voucher nº 13932, adquirido/oferecido em Março 2022, referente a uma experiência de salto tandem que, até à presente data, nunca foi possível realizar devido a sucessivos cancelamentos efetuados pela empresa por motivos operacionais (condições meteorológicas, manutenção de aeronave e restrições aeroportuárias). Ao longo dos anos demonstrei disponibilidade para reagendar em diversas ocasiões, tendo todas as marcações sido canceladas sem que o serviço contratado fosse efetivamente prestado. Em 2024 solicitei o reembolso do valor pago, tendo-me sido comunicado que os vouchers são não reembolsáveis, mesmo quando a impossibilidade de prestação do serviço resulta de cancelamentos operacionais da própria empresa. Considerando que o serviço nunca foi prestado, venho exigir a devolução integral do valor pago pelo voucher, solicitando a resolução desta situação no prazo legal aplicável.
Encomenda Danificada
Venho por este meio fazer uma reclamação sobre o estado da encomenda de comida entregue, e a recusa do reembolso da mesma. No dia presente, 12 de fevereiro de 2026, foi feita uma encomenda no Mc Donald, estando um dia de chuva. Foi essa mesma chuva que encharcou o meu pedido, para além do mau manuseamento geral por parte do entregador visto que a minha bebida estava inclusive derramada. Foi negada a entrega na porta, como é a minha preferência, e fui obrigado a ir até à porta do prédio. Foi então entregue uma embalagem já a rasgar (visto ser de papel), com o conteúdo também encharcado. Enviei pedido de suporte com várias fotografias onde se pode ver o estado do que resta da embalagem e o conteúdo, chamando em atenção ao detalhes de como o pão a desfazer e com bolhas de estar encharcado. Foi dito que este não tinha danos significativos e que por isso não teria direito a reembolso. Após isso qualquer resposta que tive foi encerrada, ignorada ou fechada por bots.
Cancelamento por força maior
Exmo Sr. Fiz a reserva acima através da Booking.com, visando viajar para Vila do Conde, do dia 14 até 17/02/26. Como é de conhecimento geral, Portugal vem sendo afetado por diversos fenômenos climáticos que tem causado inundações e destruição em várias áreas (Vila do Conde inclusive) e estradas como a A1. Seguindo recomendações de segurança do governo, solicitei o cancelamento da minha estadia junto a booking.com, por motivos de força maior. A Booking.com me informou que a reserva foi processada pela parceira Expedia Affiliate Network. A Booking.com direcionou-me para o hotel. O hotel contactou a Expedia e obteve a indicação de que o cancelamento deve ser processado pelo "ponto de venda original". Foi-me ainda fornecido um contacto de uma empresa intermediária chinesa (gzjoetravel.com), o que é absolutamente desconcertante para uma consumidora que fez uma reserva simples num aplicativo. Estou a ser empurrada entre plataformas há dias enquanto o país está em calamidade. Nenhuma das partes assume a responsabilidade de resolver uma situação que, pela própria política, deveria ser resolvida de forma proativa e imediata. Solicito que a booking, plataforma que usei para reserva, faça o cancelamento e devolução do valor integralmente pago, uma vez que não é culpa minha e sim, FORÇA MAIOR.
Voucher não ativado
Exmos Senhores: Tenho um Voucher da vossa empresa que me foi oferecido no Natal, com esse Voucher tentei fazer uma reserva num hotel, o qual me foi negado pois, foi-me dito que estava inativo ou seja não esta registado. A Lifecooler pedi-me o talão de compra o qual enviei depois de o ter pedido á entidade que o vendeu, disseram que o dito Voucher ficaria activado ao fim de 24 a 72 horas, e já lá vai quase uma semana e nada resolvido. Cumprimentos
Bilhetes cancelados por eles e não devolveram o dinheiro
Olá, NÃO FAÇAM RESERVAS ATRAVÉS DESTE SITE!!! A minha experiência foi horrível, fiz uma reserva na aplicação deles para um autocarro turístico em Génova, no dia 9 de Fevereiro, paguei 50€, mas não enviaram os bilhetes e cancelaram a minha reserva, mas não devolveram o dinheiro. Entrei em contacto e falaram que o dinheiro iria retornar no máximo em 48h, tudo bem. Esperei as 48h e nada do dinheiro, voltei a entrar em contacto e disseram para falar com o meu banco, porque quando a reserva era cancelada ela não entrava na conta deles, enfim, a descartarem-se do problema, óbvio. Fui falar com o meu banco e eles confirmaram que o dinheiro realmente tinha saído da conta e que a transacção foi concluída, logo, sim o dinheiro foi para a conta deles, mandaram me esperar até hoje e caso não recebesse o valor para entrar em contacto, foi o que eu fiz, hoje, dia 12 de Fevereiro, voltei a entrar em contacto a responder às mesmas perguntas e a descartarem-se do problema, claro, após mais uma vez mostrar que o comprovativo e questionar se queriam o extrato da minha conta para verificarem o assistente decide passar a informação para outra área que entrará em contacto comigo por email, espero eu. Uma experiência completamente desagradável para recuperar o dinheiro que eu paguei porque eles cancelaram a reserva, completamente descontente e sem o meu problema resolvido, uma empresa que no meu ponto de vista não passa credibilidade. Portanto se não quiserem ter uma experiência como a minha, não reservem nada através deles.
Pedido de apoio – Cobranças indevidas e práticas abusivas (Ginásio Be-Fit Famalicão)
Exmos. Senhores, Venho solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação de alegadas cobranças indevidas e práticas comerciais abusivas por parte do ginásio Be-Fit (The Fitness Company – Famalicão). Resumo da situação: Fui impedido de aceder ao ginásio, apesar de ter demonstrado total disponibilidade para regularizar qualquer valor efetivamente em dívida. Foram debitadas da minha conta as mensalidades de novembro, dezembro e janeiro sem qualquer esclarecimento prévio. Paguei presencialmente a taxa de 5€, mas não me foi fornecida fatura. Cancelado o débito direto devido à ausência de resposta e bloqueio indevido, foi-me exigida a mensalidade de fevereiro acrescida de 5€. Recebi emails a alegar a existência de uma “conversa telefónica”, quando apenas houve uma chamada não atendida. Não me foi fornecido contrato nem cópia das condições de adesão, violando o dever legal de informação ao consumidor. Anexo a documentação comprovativa: Comprovativos de pagamento: 5€ e mensalidades de novembro, dezembro e janeiro. Emails enviados: contestando cobranças e solicitando esclarecimentos. Emails recebidos do ginásio: exigindo pagamentos e alegando conversa telefónica. Print do débito direto cancelado. Print da chamada não atendida. Registo do bloqueio de acesso ao ginásio. Solicito a análise da situação e orientação sobre os passos a adotar, incluindo a eventual resolução contratual por justa causa e contestação das cobranças reclamadas. Com os melhores cumprimentos, Luís Miguel Figueiredo Ferreira
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