Reclamações públicas
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Encomenda errada
Mandei vir uma encomenda pelo uber eats, neste caso do continente. Quando a encomenda me foi entregue o pedido estava completamente errado (para terem a noção o pedido tinha pensos higienicos e eu sou homem). Quando pedi ajuda pela aplicaçao deram o meu caso como resolvido sem me darem qualquer solução, nem devolução de dinheiro, nem nova entrega, nada. Quando tentei pedir ajuda novamente a aplicação automaticamente diz que o meu caso já está resolvido e nao me deixam continuar.
Práticas comerciais enganosas e retenção indevida de valor
Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa Klass Wagen Faro – Rent a Car, pelos factos ocorridos no âmbito de um contrato de aluguer de viatura em Portugal. Efetuei uma reserva de viatura através de uma plataforma de reservas online. À chegada às instalações da empresa, foi-me apresentada a possibilidade de agilizar o processo burocrático através do carregamento prévio dos meus documentos pessoais e do pagamento da caução. Durante esse procedimento, fui informado de que não eram aceites cartões de débito nem determinados cartões bancários online. No entanto, apesar dessa indicação, o sistema permitiu a realização e aceitação do pagamento da caução, tendo o valor sido efetivamente debitado. De acordo com a prática comum no setor, quando um cartão não cumpre os requisitos exigidos, a transação é automaticamente recusada, o que não sucedeu neste caso. Posteriormente, já ao balcão, após confirmação de que o pagamento havia sido processado com sucesso, fui informado de que apenas poderia levantar a viatura caso efetuasse o pagamento da caução adicionalmente à contratação do seguro total. Esta exigência contradiz claramente a opção pelo colaborador da empresa que assinalou expressamente a modalidade “insurance without deposit” no seu sistema. Considero que esta atuação configura uma prática comercial enganosa, uma vez que as condições apresentadas inicialmente não corresponderam às condições posteriormente exigidas. A situação foi remetida ao gerente da loja que, adicionalmente, não dominava a língua portuguesa, apesar de exercer funções de gestão em território nacional. Após ter exposto a incoerência da situação e manifestado a minha discordância, foi-me recusada a entrega da viatura. Importa ainda referir que, não tendo sido celebrado qualquer contrato efetivo de aluguer, solicitei a eliminação dos meus dados pessoais ao abrigo do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), nomeadamente nos termos do artigo 17.º (Direito ao Apagamento). Exijo que os meus dados pessoais sejam eliminados de forma definitiva, uma vez que deixaram de existir fundamentos legais para o seu tratamento. Até à presente data, o valor da caução debitado não foi restituído.
URGÊNCIA CRÍTICA - EMBARQUE EM 24H - FALHA DE PAGAMENTO MYTRIP (ORDER 1099-680-257)
Venho por este meio registar uma atualização urgente relativa à queixa anterior [queixa que fiz aqui alguns dias atrás sobre o mesmo assunto e quis atualizar o contexto]. O meu voo de Lisboa parte amanhã e a Mytrip continua sem validar o pagamento do trecho de conexão para Curitiba (PNR RQ5R3X). O sistema da Azul Linhas Aéreas confirma que a reserva existe, mas tem uma 'Pendência Financeira' de $ 464,13. Não é um 'erro técnico' como alega a Mytrip, é falta de pagamento do cartão corporativo deles (final 2418). Eles se contradizem: O chat da Mytrip afirma que a reserva está 'ativa', mas o suporte por e-mail (Zakir D) diz que não pode confirmar o voo e tenta forçar um reembolso. Eu já recusei muitas vezes o reembolso que eles oferecem, mas ainda insistem oferecer. Reitero que NÃO aceito o reembolso. Exijo o cumprimento do contrato. O check-in para o voo de Lisboa (FFLRJY) já está aberto. Se eu for impedida de embarcar na conexão em Campinas por falta de pagamento da agência, a Mytrip será responsabilizada por todos os danos materiais e morais decorrentes do abandono de passageiro. Exijo a liquidação imediata da pendência financeira junto à Azul.
DÉBITO INDEVIDO E NÃO CONSENTIDO
Data: 24 de fevereiro de 2026 às 08:33:09 WET Para: customerservice@edreams.com Assunto: Reclamação Exmos Srs, Verifica- se ter sido debitado a partir dos dados do meu cartão um valor de €89,99 a 22 de fevereiro, a noite, valor indevido pois não realizei nenhum movimento, debitado a 24 de fevereiro de 2026. Por ser indevida esta transação já encetei junto do meu banco a anulação do cartão a fim de evitar movimentos abusivos com os dados do meu cartão bancário. Agradeço o retorno à minha conta deste valor indevidamente cobrado. De Maria Cristina de Gouveia Fernandes Melo NIF 199747113
REEMBOLSO DA RESERVA POR MOTIVO DE FORCA MAIOR
Por meio deste documento, solicito a sua intermediação para o reembolso da minha reserva neste alojamento turístico. Enviei à empresa os links com os decretos de alarme do estado português publicados pelo governo, bem como comunicados da proteção civil e da agência meteorológica, com avisos para não viajar para o Porto devido aos riscos das sucessivas tempestades e ao perigo de transbordamento do rio Douro, tudo isto amparado pelos referidos decretos e pela lei de força maior que obrigava ao reembolso total. Tanto o alojamento como a plataforma Booking ignoraram toda esta informação, alegando que se tratava de outras regiões, argumento este que não é válido, pois é o Porto a cidade mencionada nos referidos decretos de alarme e calamidade. Comecei a reclamar no dia 6 de fevereiro e, finalmente, após muitos e-mails e telefonemas, recusaram-se a fazer o reembolso. Peço a sua ajuda, dada a indefesa situação do turista perante estes casos de abuso, quando nem mesmo a lei portuguesa de força maior é respeitada pelos estabelecimentos do país. Obrigada
Pacote turístico Djerba – hotel e serviços abaixo do contratado
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação formal relativa a uma viagem adquirida junto da Agência de Viagens VEBP, Lda (comercialmente Viagens e Baratas), no valor de 1560 euros para duas pessoas, com destino a Djerba (Tunisia), entre 24 de junho e 1 de julho de 2025, em regime "Tudo Incluido", alojamento no hotel TMK Marine Beach, vendido como unidade de 4 estrelas. A experiência ficou manifestamente aquém do contratado, com falhas graves e contínuas, incompatíveis com a classificação e regime publicitado. Ao nível do alojamento verificou-se: casa de banho com bolor, cromados oxidados, parafusos enferrujados, espelho partido, porta sem fecho de segurança e frinchas, ausência de frigorífico, cortinas degradadas e presença de baratas. No serviço "Tudo Incluido" houve limitações significativas: oferta alimentar repetitiva e insuficiente, gelados disponíveis apenas 2 dias, bebidas restritas e bar da piscina limitado, áreas pagas contrariando o conceito All Inclusive, higiene deficiente no restaurante e presença de baratas em zonas comuns. Aplicação de produtos químicos junto a varandas e áreas comuns colocou hóspedes em risco. Trata-se de férias de apenas 7 dias, e mesmo tentando relevar sucessivas falhas para não comprometer a estadia, tal não elimina a gravidade das não conformidades. Outros hóspedes também apresentaram reclamações semelhantes, confirmando que se tratou de falhas generalizadas. A viagem foi adquirida como pacote turístico, pelo que a responsabilidade pela correta execução dos serviços é da agência, nos termos do Decreto-Lei n.º 17/2018, independentemente da intervenção do operador Travelplan ou do hotel. Foi hoje apresentada reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico da agência, após tentativa de chegar a um acordo, onde a empresa sempre se escusou da responsabilidade dizendo que a culpa era do operador Travelplan. A resposta final veio em nome da Travelplan a qual ou ofereceu apenas uma compensação simbólica de 80 euros, que considero manifestamente desproporcional face ao valor pago e às falhas graves constatadas. Solicito, portanto, reapreciação da compensação e reembolso proporcional, bem como que a DECO interceda junto da agência para garantir que o caso seja resolvido de forma justa, tendo em conta as evidências anexas (fotos, fatura e emails). Com os melhores cumprimentos, Tiago Dias
Encomenda não recebida . Pedido de cancelamento nas primeiras horas após a compra
Fiz uma compra pela viagogo de bilhetes visivelmente mais caros , mas achei que poderia ser por o evento ser no fim de semana então tentei proceder a adquirir . Tudo foi processado menos os meus bilhetes que não são enviados e ainda me tentam informar que posso ter que esperar até mesmo ao dia do espetáculo . Peço o cancelamento quando o meu dinheiro ainda não tinha saído e dizem ser possível , mas depois dizem ser uma mensagem de engano e que não posso reaver o dinheiro mas sim revender os bilhetes que nem sequer me foram fornecidos !! Quero reaver o meu dinheiro e cancelar desde já o meu pedido e não estou a conseguir comunicar com ninguém !!
Reclamação por incumprimento de serviço e possível burla
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa Skydive Maia, por incumprimento de contrato e eventual prática de burla. No dia 11/07/2025 adquiri dois saltos de paraquedismo à referida empresa, no valor total de 399,98€, conforme comprovativo de pagamento em anexo. Após a compra, procedi ao agendamento dos saltos, no entanto nunca obtive qualquer confirmação, apesar de várias tentativas de contacto. Entretanto, constatei que: - O aeródromo onde a empresa opera encontra-se encerrado permanentemente; - O site da empresa deixou de estar disponível; - A empresa tornou-se totalmente incontactável, não respondendo a e-mails nem chamadas. - O serviço contratado nunca foi prestado, nem foi apresentado qualquer reembolso. Face aos factos descritos, considero estar perante uma situação de incumprimento contratual grave, com fortes indícios de prática comercial enganosa, causando prejuízo financeiro ao consumidor. Solicito,assim: - O registo formal da reclamação; - Apoio na resolução do conflito e reembolso do montante pago; - A eventual averiguação da atuação da empresa, para salvaguardar de outros consumidores. Em anexo, envio toda a documentação relevante ao caso. Com os melhores cumprimento, Nuno Diogo Pinto Cardoso Contribuinte 250611058 Rua de Morão, n433, 4690-127 Espadanedo Cinfães Nunodpcardoso@gmail.com 915542792
Reembolso não pago passados 4 meses...
Caros(as) Senhores(as), No dia 30 de julho de 2025, fiz uma reclamação por email para a Divisão de Serviço ao Cliente da TAAG pelos transtornos causados no âmbito da minha viagem Lisboa-Skukuza, entre os dias 5 e 10 de julho, acompanhada de um pedido de indemnização. Recebi a primeira resposta não automática por parte da companhia aérea no dia 4 de agosto de 2025 a solicitar documentação necessária ao processamento desse pedido, os quais enviei passados alguns dias. Após o envio destes, a fim de se dar início ao processo, não recebi qualquer resposta da TAAG além da automática, pelo que voltei a enviar um email a pedir esclarecimentos acerca do ponto de situação no dia 29 de setembro de 2025, que foi respondido no dia 2 de outubro de 2025. Após estes emails, decidiu-se que receberia um reembolso monetário de 600€, tendo sido por eles solicitado o preenchimento de um formulário com os meus dados pessoais para a realização do mesmo. Preenchi-o, assinei-o e enviei-o no dia 6 de outubro de 2025. Três dias depois, solicitaram-me documentação adicional, que enviei no mesmo dia. O último email não automático da TAAG data de 13 de outubro de 2025, com o qual me informaram que receberam devidamente todos os anexos solicitados e necessários ao tratamento do mesmo. Neste sentido, tendo em conta a demora no tratamento do processo, enviei um email no dia 24 de novembro a solicitar esclarecimentos acerca do ponto de situação deste processo e não recebi qualquer resposta além da automática. Resumindo, este processo foi iniciado há 6 meses, sendo que o último email foi enviado há quase 4 e não recebi o referido reembolso desde então. Considero esta demora absolutamente inaceitável, principalmente tendo em conta que toda a documentação necessária já foi devidamente enviada.
Reembolso por cobrança indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativa a uma cobrança indevida associada à subscrição Prime efetuada através da plataforma da eDreams. No momento em que efetuei a compra de uma estadia para duas pessoas, foi-me apresentada a opção de adesão a um período experimental gratuito da subscrição Prime, com promessa de descontos. A adesão foi aceite nesse contexto, até porque parecia difícil prosseguir com a compra sem aceitar a oferta. No email de confirmação recebido, foi indicado que a adesão paga teria início a 20-02-2026, pelo valor de 89,99 €, e que poderia cancelar antes dessa data. Assim, no dia 19-02-2026, procedi ao cancelamento da subscrição dentro do prazo indicado e antes do início do período pago. Apesar disso, no dia 20-02-2026 foi debitado da minha conta o valor de 89,99 €, tendo recebido apenas um email a confirmar a renovação já processada. Deste modo, solicito: O reembolso integral do valor de 89,99 € e confirmação do cancelamento definitivo da subscrição Prime Espero, ainda, que não haja qualquer tipo de implicação na minha reserva uma vez que é meu desejo mantê-la nas mesmas datas, com o mesmo valor já pago. Nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014, assiste-me o direito à resolução do contrato e ao reembolso de valores cobrados indevidamente, especialmente quando não é fornecida a informação prévia obrigatória. Aguardo a regularização desta situação com a maior brevidade possível e a respetiva confirmação por escrito. Com os melhores cumprimentos. Segue o meu email para entrar em contacto: beatrizamorimfo@gmail.com
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