Reclamações públicas
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Sem dinheiro e sem reserva
Exmos. Senhores, Venho por este meio fazer queixa de uma situação de burla pela entidade booking. Fiz um pagamento para reservar uma estadia por mbway. O dinheiro saiu da minha conta, fiquei sem o dinheiro e não tive nenhum email nem de confirmação de reserva nem com falha de reserva, ou seja, nada. Posteriormente tentei entrar em contacto com o booking através do apoio ao cliente do qual me disseram que ia ter que responder ao email de falha de reserva para obter o meu dinheiro de volta- email esse que não existe. Voltei a tentar entrar em contacto referindo que não tinha esse mesmo email e que queria o meu dinheiro de volta e nada. Fiquei sem dinheiro e sem a reserva.
Pedido pago e não enviado
Bom dia, ontem à noite o meu marido fez um pedido à Uber Eats, o qual lhe foi cobrado, por MBWay, mas na aplicação aparecia ainda o pedido no carrinho. Ou seja, foi-lhe retirado da conta bancária 11,99€, mas na verdade o pedido não tinha sido confirmado, por algum motivo de erro da aplicação. Desta forma, ficou sem o dinheiro e sem o pedido (McDonald's). Enviámos logo uma comunicação à Uber Eats, a qual nos respondeu o seguinte: "Olá João, Compreendemos perfeitamente como é frustrante lidar com débitos inesperados e gostaríamos sinceramente de trazer melhores noticias hoje. A nossa equipa analisou cuidadosamente este débito. Como este pedido foi feito a partir de um dispositivo associado ao perfil e corresponde aos endereços habituais, o sistema processou-o como um pedido válido. Por esse motivo, não é possível alterar a tarifa neste momento. Queremos mesmo garantir que a conta está segura. Se tiver mais informações ou considerar que algo correu mal do nosso lado, por favor responda a esta mensagem para que possamos investigar melhor."
Falha da aplicação na morada de entrega e ausência de resolução da reclamação
Assunto: Falha da aplicação na morada de entrega e ausência de resolução da reclamação No dia 10/07/2026, efetuei um pedido na Uber Eats para entrega de uma refeição do McDonald's. Durante a finalização da encomenda, reparei que a morada apresentada era a do meu local de trabalho. Antes de confirmar o pedido, alterei essa morada para a da minha residência e confirmei novamente que a alteração tinha sido efetuada corretamente. Só depois finalizei a compra. Apesar disso, a aplicação enviou o pedido para a morada antiga (o meu local de trabalho). Como me encontrava de folga em casa, fui contactada por colegas a informar que o estafeta estava no meu local de trabalho com a encomenda. Perante esta situação, o estafeta, de forma prestável, aceitou deslocar-se até à minha residência. No entanto, devido ao atraso causado por um erro da própria aplicação, a refeição chegou completamente fria e sem condições de consumo, tornando-se inutilizável. O mais grave é que a Uber Eats não disponibiliza um meio simples para reportar este tipo de falha da aplicação. Fui obrigada a apresentar a ocorrência como uma reclamação sobre a qualidade dos alimentos, anexando fotografias, porque não existia uma opção para reportar o verdadeiro problema: o erro da plataforma ao processar a morada de entrega. Recebi apenas respostas automáticas, sem qualquer análise do caso ou contacto por parte do apoio ao cliente. Posteriormente, a reclamação surgiu como "resolvida", quando, na realidade, nunca obtive qualquer explicação, pedido de desculpas, compensação ou solução. Considero inaceitável que: - a aplicação processe uma morada diferente da que foi confirmada pelo cliente; - não exista um canal eficaz para reportar este tipo de erro; - o apoio ao cliente encerre reclamações sem qualquer tratamento efetivo do problema. Solicito que a Uber Eats analise este caso de forma séria, esclareça o motivo pelo qual o pedido foi enviado para uma morada diferente da que confirmei antes do pagamento e proceda ao respetivo reembolso ou compensação pelos prejuízos causados, bem como adote medidas para evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer. Além disso, quero DENUNCIAR que a entidade Uber Eats com o contribuinte número 516 248 022 não está registada no livro de reclamações, conforme é de lei, o que impossibilita a reclamação pelos meios oficiais. Constitui uma contra ordenação GRAVE e mostra mais uma vez que a Uber Eats tudo faz para dificultar a reclamação por parte dos clientes lesados.
Relato dos Factos – Reclamação contra a Booking.com
Venho apresentar uma reclamação formal contra a Booking.com pela forma como tratou o meu pedido de assistência e reembolso relativamente a uma reserva de alojamento. Efetuei uma reserva através da plataforma Booking.com, no valor de 333 €, esperando usufruir de um alojamento em condições adequadas de higiene, segurança e conforto. No entanto, ao chegar ao local, deparei-me com uma situação completamente diferente da anunciada. Durante a estadia, o quarto encontrava-se infestado por baratas (incluindo baratas voadoras), formigas, moscas e outros insetos, tornando o ambiente insalubre e impróprio para permanência. As condições de higiene estavam muito abaixo do expectável para um alojamento disponibilizado através da plataforma. A situação causou enorme desconforto e preocupação, tendo o meu marido sido obrigado a matar várias baratas que apareciam dentro do quarto. Possuo fotografias e vídeos que comprovam os factos relatados, os quais anexo como prova. Contactei de imediato a Booking.com, reportando a situação e solicitando uma solução e o respetivo reembolso. Apesar de ter enviado toda a documentação solicitada e colaborado com o processo, as respostas foram demoradas e insuficientes. Posteriormente, deixei mesmo de receber qualquer resposta, ficando o meu processo sem qualquer atualização ou resolução. Foi-me apresentada apenas uma proposta de reembolso correspondente a 15% do valor pago, montante manifestamente desproporcional perante a gravidade da situação e totalmente insuficiente para compensar os prejuízos sofridos. Considero que a Booking.com falhou no dever de prestar assistência ao consumidor e de garantir um tratamento adequado da reclamação, deixando-me sem uma solução efetiva, apesar das provas apresentadas. Assim, solicito a intervenção das entidades competentes para que o caso seja analisado e para que a Booking.com seja instada a resolver esta situação de forma justa, procedendo a um reembolso adequado e respeitando os direitos do consumidor previstos na legislação aplicável. Anexo toda a documentação relevante, incluindo fotografias, vídeos e a troca de comunicações mantidas com a Booking.com. Bruna Nascimento
Airbnb cobrou valor, não confirmou reserva e continua sem reembolsar
No dia 7 de julho de 2026, efetuei uma reserva através da plataforma Airbnb, tendo escolhido o pagamento por MB Way. Apesar de o montante ter sido debitado da conta bancária, a reserva nunca foi confirmada, deixando-nos simultaneamente sem a reserva e sem o respetivo valor. Desde essa data, o reembolso continua por efetuar. Ao longo deste período, temos sido obrigados a contactar repetidamente o apoio ao cliente do Airbnb para obter informações sobre o estado do processo. Em vez de uma resolução célere, temos recebido sucessivos adiamentos e justificações contraditórias. Inicialmente foi-nos indicado que o problema estaria relacionado com o MB Way. Posteriormente, fomos informados de que a situação envolvia a Epay, entidade utilizada pelo Airbnb para processar este tipo de pagamentos. Fomos nós próprios que tivemos de contactar todas as entidades envolvidas para tentar identificar a origem do problema, fazendo um trabalho que deveria caber ao Airbnb. Ao longo dos vários contactos, foram surgindo novas explicações: numa ocasião foi-nos dito que não tinham o IBAN para efetuar o reembolso; noutra, que o reembolso estava a ser processado por MB Way, algo que não faz qualquer sentido para uma devolução desta natureza. Em todas as chamadas nos é comunicada uma nova data prevista para o reembolso, que acaba sempre por não ser cumprida. Considero inaceitável que uma empresa da dimensão do Airbnb mantenha um cliente sem o seu dinheiro durante vários dias, sem apresentar uma explicação consistente nem uma solução efetiva. Para além do prejuízo financeiro, esta situação tem-nos obrigado a perder tempo em inúmeros contactos telefónicos e a acompanhar diariamente um problema que não foi causado por nós. Solicito que esta situação seja analisada e que o Airbnb proceda, com a máxima urgência, ao reembolso integral do valor pago, bem como à melhoria dos seus procedimentos de apoio ao cliente e de gestão de incidentes de pagamento, para evitar que outros consumidores passem pela mesma situação.
Faturas não emitidas
Venho apresentar uma reclamação relativamente à SABA Portugal devido à sucessiva não emissão de faturas referentes a serviços de estacionamento adquiridos através da sua aplicação, bem como à persistência de uma falha técnica que impede a introdução dos dados de faturação no momento da compra. Desde o final de maio de 2026 que tento obter as faturas correspondentes a vários estacionamentos adquiridos através do produto MULTIDIA. Em 29/05/2026 comuniquei à SABA que a aplicação e o site não permitiam validar os meus dados de faturação, nomeadamente o código postal, impossibilitando a emissão automática das faturas. Nessa ocasião solicitei a emissão manual das faturas correspondentes às referências: 260000EH2193 – 27/05/2026 260000EH2532 – 29/05/2026 Após esse contacto, a SABA solicitou o envio dos comprovativos de compra, os quais enviei de imediato. Posteriormente foi-me solicitado que os anexos fossem remetidos em formato PDF, pedido que também cumpri. Apesar de ter fornecido toda a documentação solicitada e de ter respondido prontamente a todos os pedidos, até à presente data continuo sem receber as faturas nem qualquer informação concreta sobre o estado do processo. Entretanto, a falha técnica mantém-se. A aplicação continua a não permitir a introdução dos dados de faturação durante a compra, obrigando-me novamente a solicitar a emissão manual das faturas relativas a novos estacionamentos: 260000EH4429 – 09/06/2026 260000EH8941 – 30/06/2026 Voltei a enviar todos os comprovativos em formato PDF, mas continuo sem qualquer resolução. Esta situação é particularmente preocupante porque não se trata de um caso isolado, mas de um problema recorrente que impede sistematicamente a obtenção das faturas no momento da compra, obrigando os clientes a múltiplos contactos para exercer um direito que deveria ser automático. Recordo que a emissão de fatura pelos serviços prestados constitui uma obrigação legal, nos termos do artigo 29.º do Código do IVA, não podendo uma falha informática servir de justificação para a sua não emissão durante um período tão prolongado. Pretendo que a SABA Portugal: Emita, com caráter de urgência, as quatro faturas correspondentes às referências acima identificadas; Regularize definitivamente a falha existente na aplicação e/ou no website que impede a introdução dos dados de faturação; Informe por escrito as causas deste problema e o prazo para a sua resolução definitiva; Adote medidas para evitar que outros clientes sejam obrigados a passar pelo mesmo processo. Após várias semanas de contactos, envio de documentação e sucessivos pedidos de esclarecimento, considero que já foi concedido tempo mais do que suficiente para a regularização desta situação, pelo que solicito a intervenção da entidade responsável através deste portal para que a SABA cumpra as suas obrigações legais e proceda à emissão das faturas em falta.
Indução em erro no dia da sessão
Venho apresentar uma reclamação relativamente à compra de bilhetes para a sessão anunciada como sendo às 00h10 de domingo, dia 19. Durante o processo de compra interpretei naturalmente que a sessão ocorreria na noite de domingo, dia 19. Apenas após a conclusão da compra e na emissão da fatura verifiquei que, afinal, os bilhetes correspondiam à sessão das 00h10 já de segunda-feira, dia 20. Considero que a forma como a data e o horário foram apresentados é suscetível de induzir os clientes em erro, especialmente em sessões realizadas após a meia-noite, uma vez que muitos consumidores associam este horário ao final da noite do dia anterior e não ao início do dia seguinte. Solicito, por isso, a análise desta situação e a consideração de uma solução adequada, nomeadamente o reembolso do valor pago ou outra compensação que entendam apropriada. Obrigada.
Fatura do Pagamento efetuado
Exmos. Senhores, Na sequência da minha anterior reclamação, informo que voltei a contactar o Palladium Hotel Menorca. Na resposta recebida, o hotel esclarece expressamente que: a fatura do alojamento apenas pode ser emitida após a estadia; o pagamento da reserva foi recebido integralmente pela Booking.com; o hotel não recebeu qualquer pagamento relativo ao alojamento; por esse motivo, não pode emitir uma fatura referente a um valor que não recebeu, podendo apenas faturar eventuais consumos efetuados diretamente no hotel durante a estadia. Perante esta resposta, considero que deixa de existir qualquer dúvida quanto ao facto de o próprio hotel reconhecer que a entidade que recebeu o pagamento foi a Booking.com. Enquanto cliente, efetuei a reserva através da Booking.com, paguei diretamente à Booking.com e recebi da Booking.com o comprovativo desse pagamento. Assim, solicito que a Booking.com esclareça definitivamente quem é a entidade responsável pela emissão da fatura relativa ao pagamento efetuado e, caso essa responsabilidade lhe pertença, proceda à sua emissão em nome da Empresa, já vos enviada. Caso a Booking.com considere que a obrigação de emissão da fatura pertence ao hotel, solicito que garantam que o mesmo a emite e cumpre com o cumprimento da legislação. Acredito que esta situação poderá ser resolvida pela Booking.com, sem que o cliente tenha de intermediar uma divergência entre a plataforma e um dos seus parceiros. Fico a aguardar a vossa resposta e a resolução deste assunto com a maior brevidade. Marta
Cobrança indevida
Venho por este meio contestar formalmente a cobrança efetuada no momento do check-out da minha reserva 2N683G, relativa a um alegado excesso de quilmetros. No momento da devoluo da viatura fui informado de que teria de pagar um montante adicional por ter percorrido um total de 5.378 km, alegadamente por ter ultrapassado um limite dirio de 420 km. Contesto integralmente esta cobrança por considerar que a mesma no encontra fundamento nas informações que me foram prestadas antes da celebração do contrato. Durante todo o processo de reserva online, a única informação disponibilizada relativamente quilometragem incluída era a indicação expressa Distance Package: Free Unlimited Kms. Em nenhum momento da reserva foi apresentada, de forma clara, destacada ou inequívoca, qualquer referência à existência de um limite diário de 420 km ou possibilidade de serem cobrados valores adicionais caso esse limite fosse ultrapassado. Da mesma forma, no momento do check-in e da entrega da viatura, nenhum colaborador da Indie Campers me informou da existência dessa limitação, nem me alertou para qualquer consequência financeira relacionada com a quilometragem percorrida. Apenas após a devolução da viatura fui informado da existência deste alegado limite diário de 420 km. Essa informao no foi apresentada em momento algum durante o processo de reserva e no consta do meu resumo de reserva, onde apenas indicada a expresso Distance Package: Free Unlimited Kms. No existe qualquer aviso, nota, hiperligação ou boto associado a essa informação que remeta o consumidor para condições adicionais relativas à quilometragem. A referencia a este alegado limite apenas pode ser encontrada numa pagina de ajuda do vosso website, completamente separada do processo de reserva e de difícil localização.
Cobrança indevida
No dia 28/01/2026 efetuei a reserva n.º PT924252370 para aluguer de um veículo automóvel entre 20/05/2026 e 24/05/2026, com levantamento e entrega no Aeroporto Internacional do Funchal. A reserva incluía uma cadeira auto para criança. À chegada ao aeroporto verifiquei que a empresa Drivalia Portugal – Automóveis de Aluguer Sem Condutor, S.A. não assegurou o transporte em segurança do meu filho menor, que foi transportado no shuttle entre o aeroporto e as instalações da empresa sem cadeira auto adequada. Assim, em 20/05/2026 celebrei o contrato de aluguer n.º PT610696 relativo ao veículo Volkswagen T-Cross, matrícula BL-94-OB. O contrato incluía cadeira auto e Seguro Premium AXA. No momento da recolha, às 15h01, o veículo apresentava 28.750 km e diversos danos pré-existentes, nomeadamente nos pneus dianteiros e guarda-lamas traseiro, devidamente assinalados na folha de entrega e registados em vídeo. O veículo foi utilizado normalmente durante o período de aluguer, percorreu 357 km, não sofreu qualquer acidente ou dano e foi devolvido em 24/05/2026, às 12h51, no mesmo estado em que foi recebido, tendo eu cumprido integralmente todas as obrigações contratuais. Contudo, em 03/06/2026 verifiquei que a Drivalia debitou no meu cartão de crédito o montante de 1.500 €. Simultaneamente enviou uma fatura de 1.499,99 € referente a alegados “danos”, acompanhada de um documento de entrega onde surge a indicação “embraiagem no final de vida”. Até essa data nunca me tinha sido enviado tal documento, desconhecendo quem o elaborou e em que circunstâncias foi preenchido. Solicitei de imediato esclarecimentos e o relatório técnico da oficina que justificasse a intervenção efetuada, mas a empresa nunca respondeu. Considero a cobrança indevida, uma vez que o alegado dano corresponde ao desgaste normal de uma embraiagem em final de vida, resultante da utilização regular do veículo e não de qualquer utilização anormal, negligente ou imprudente da minha parte. Nos termos do contrato, o locatário apenas responde por danos que lhe sejam imputáveis. Apesar de ter solicitado a devolução do montante cobrado, a empresa não procedeu ao reembolso nem apresentou qualquer solução. Pelo exposto, apresento a presente reclamação
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