Reclamações públicas

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R. N.
16/10/2025

Refeição abordo não chega para todos

No dia 12de outubro de 2025 fiz a viagem com vocês via Cancun para Lisboa nos lugares 26 com minha família. Quando começar a distribuir a comida de jantar visto que era voo noturno a comida não chegou para meus familiares. Dai conhecimento a comissária de bordo senhora Joana que nada fez para resolver a situação. Resumindo os meus familiares ficaram 8h de voo sem jantar uma vez que já tinha pagam pelo mesmo.

Encerrada

Pedido de intermediação – Reclamação FPF nº ROR00000000045387715

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a vossa intervenção na reclamação que apresentei junto da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), registada no Livro de Reclamações Online sob o nº ROR00000000045387715. O motivo da reclamação prende-se com a promoção de bilhetes que, no site oficial da FPF, indicava “desconto direto”, sem qualquer menção a códigos ou setores específicos. Com base nesta comunicação, tentei adquirir bilhetes, mas não consegui usufruir do desconto. Posteriormente, a FPF respondeu que o desconto só seria aplicável mediante código em setores previamente definidos. Esta explicação da FPF não corresponde à comunicação que estava visível aos consumidores no momento da compra, o que considero publicidade enganosa. Anexo screenshot do site como prova do que era anunciado, bem como a resposta da FPF. Solicito, portanto, a vossa mediação junto da FPF, para que: Seja oferecida uma compensação equivalente, em conformidade com os direitos do consumidor. Agradeço desde já a atenção e aguardo o vosso apoio na resolução deste assunto. Com os melhores cumprimentos, Maria Barbosa miab@live.com.pt/910132399 Anexos: Screenshot do site da FPF mostrando “desconto direto”. Resposta da FPF

Encerrada
A. J.
15/10/2025

Viagem cancelada

Exmos. Senhores, Adquiri on-line no site EDreams a 8 Agosto 2025, uma viagem organizada a NICE (voo+hotel) para surpreender amigos, que se realizava entre 25 e 29 Setembro 2025, pelo valor de 1.816,94€. O pagamento foi efetuado no momento. Venho, por este meio, comunicar que, o voo Easyjet marcado para dia 25.9.2025 pelas 17:15 foi cancelado em cima da hora no aeroporto sem voo alternativo, pelo que não fomos para NICE nem tivemos hipótese de nos hospedar no hotel de 25-29.9.2025, pelo que pretendo o reemboldo integral do montante. Cumprimentos.

Resolvida

Reembolso de encomenda

Exmos. Senhores bom dia. No dia 21/08/25 efetuei uma compra on line na FPF (Portugal Store) de uma camisola conforme documento anexo. No dia 22/08/25 recebi a encomenda e no mesmo dia fiz a devolução seguindo instruções da documentação em anexo. Depois de vários dias tentei contato com a Federação mas não tive êxito (canal de contato da Portugal Store não funciona e não atendem telefone). No dia 10/09/25 desloquei até Lisboa para resolver assuntos e fui até a Federação. Fui atendido por um colaborador que iria resolver o problema e me passou um e-mail de contato. Não resolveu. Mandei uma msg e tive uma resposta documento em anexo. Ate a data de hoje não fui reembolsado. Sendo assim solicito a vossa senhoria intervenção para solução do caso. Certo de contar com o vosso apoio e compreensão. Desde já agradeço. Meus cumprimentos. Raimundo Mota

Encerrada
R. L.
15/10/2025

Serviço pago e não prestado

Comprei um voucher à Skydive Maia em novembro de 2003. Marquei o salto para setembro de 2024, que foi cancelado por “não reunir condições de segurança”. Remarquei para fevereiro 2025, e foi novamente cancelado por “não reunir condições de segurança”. Remarquei para abril 2025, e foi novamente cancelado por “não reunir condições de segurança”. Remarquei para agosto 2025, e foi novamente cancelado por “restrições impostas pelo Aeroporto do Porto”. Desde aí tentei contactar a empresa por telefone, WhatsApp, Messenger, Instagram, sem resposta. Fui ao aeródromo de Vilar de Luz e verifiquei que as instalações da Skydive estão praticamente abandonadas. Empresas vizinhas do aeródromo informaram que as visitas de clientes defraudados são constantes. Como é óbvio quero ser ressarcido do valor pago.

Encerrada
P. S.
14/10/2025

cobranças indevidas

Contratei um serviço de carrinha de campismo e, ao receber o veículo, fiquei satisfeito (com funcionários da empresa dentro do veículo). Alguns dias depois, a empresa informou que a chave não tinha sido devolvida. Como é possível que tenham recebido um veículo sem chave? Além disso, no check-in, cobraram-me duas vezes: 365,18 dólares e 585,40 dólares. Perguntei o motivo destas cobranças e ainda não obtive qualquer resposta. Apenas reiteram a cobrança pelas chaves, que alegam que não devolvemos.

Encerrada
F. W.
14/10/2025

Reclamação contra a Turkish Airlines – Recusa injustificada de relatório médico e cobrança indevida

Sou cidadã brasileira, residente legal em Portugal há 7 anos, e mãe de três filhos. No dia 05/10/2025, vivi uma situação profundamente injusta e humilhante no Aeroporto de Istambul (Turquia), que me causou prejuízo financeiro, físico e emocional. Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a companhia aérea Turkish Airlines, requerendo a intervenção da DECO enquanto entidade de defesa do consumidor. Viajei a Istambul para realizar um procedimento cirúrgico estético, contratado com a clínica Azarem, que incluiu acompanhamento médico e apoio pós-operatório. A cirurgia ocorreu em 29/09/2025, e antes do meu regresso a Portugal, conforme exigido, obtive o relatório médico “Fit to Fly”, emitido por um médico licenciado e certificado na Turquia e na União Europeia, o Dr. Uğur Horoz, confirmando que eu estava apta para viajar de avião. Ao chegar ao balcão de check-in da Turkish Airlines no dia 05/10/2025, o funcionário da companhia recusou o relatório médico, alegando que “o documento era inválido” sem apresentar qualquer justificativa técnica, médica ou legal. Mesmo com o documento em inglês, carimbado e assinado, fui impedida de embarcar e informada de que só poderia viajar se obtivesse outro relatório médico dentro do próprio aeroporto, mediante pagamento. Em desespero e sem qualquer alternativa, ainda em recuperação pós-operatória, fui coagida a pagar 15.444 TRY (€314) a um médico do aeroporto para obter um novo relatório. Este médico não realizou qualquer exame físico, apenas me fez três perguntas rápidas e emitiu um papel praticamente idêntico ao anterior, confirmando novamente que eu estava apta a voar. Este procedimento foi claramente abusivo, desnecessário e configurou uma forma de extorsão, praticada sob pressão psicológica e física. Após o ocorrido, contatei a clínica Zaren, que confirmou por escrito que o Dr. Uğur Horoz é certificado tanto na Turquia quanto na Europa, e que documentos idênticos já foram aceites por outros pacientes sem qualquer problema. Ou seja, alegam que o erro não estava no relatório, mas na atuação arbitrária e sem fundamento do funcionário da Turkish Airlines, que tomou uma decisão médica sem competência para tal. Enviei diversos e-mails à Turkish Airlines, apresentando todos os comprovativos e pedindo esclarecimento. As respostas foram sempre genéricas, afirmando apenas que “as ações foram tomadas conforme as regras da aviação civil”, sem indicar qual regra teria sido violada, por que motivo o relatório foi considerado inválido, ou qual autoridade médica avaliou o caso. A empresa recusa-se sistematicamente a justificar a decisão, o que viola o dever de transparência e o direito à informação previsto na legislação europeia de defesa do consumidor e na Regulamentação (CE) nº 261/2004. Além do dano financeiro direto (€314 pelo falso relatório), sofri grande abalo emocional e físico. Estava em recuperação de uma cirurgia de abdómen, lipoaspiração e implante mamário, e tive de enfrentar um ambiente hostil, sem cadeira de rodas, assistência médica adequada ou compreensão da minha condição. Fui obrigada a correr dentro do aeroporto para não perder o voo, em estado de dor e debilidade, após ter sido injustamente constrangida por uma falha da companhia aérea. A situação causou violação dos meus direitos enquanto passageira e consumidora, nomeadamente: O direito à informação clara e verdadeira; O direito à proteção contra práticas abusivas; O direito à indemnização por danos causados; E o direito ao tratamento digno, seguro e não discriminatório durante o transporte aéreo. A Turkish Airlines continua a negar responsabilidade, enquanto o aeroporto de Istambul afirma que a decisão foi da companhia aérea, e a ANAC Portugal declara não ter jurisdição, por o facto ter ocorrido fora da UE. Estou, portanto, num vazio jurídico, sem qualquer solução prática, embora tenha apresentado queixa também ao Centro Europeu do Consumidor (CEC Portugal). Minha recuperação tem sido estressante devido a tudo isso. Diante de tudo o exposto, solicito formalmente a intervenção da DECO para: 1️⃣ Apoiar a mediação junto à Turkish Airlines, exigindo o reembolso integral de €314, valor pago injustamente para obtenção de um documento já válido; 2️⃣ Solicitar um esclarecimento formal da companhia aérea, com base nas normas da IATA e do Regulamento (CE) nº 261/2004; 3️⃣ Garantir que casos como este sejam comunicados às autoridades competentes, para evitar novas práticas abusivas contra passageiros em situação de vulnerabilidade médica. Anexo a esta reclamação: O relatório médico original emitido pelo Dr. Uğur Horoz; O relatório emitido no aeroporto mediante pagamento; O comprovativo de pagamento (15.444 TRY / €314); Cópias de comunicações com a Turkish Airlines e com a clínica Azarem; Fotos e mensagens que comprovam o contexto e a coerção sofrida. Agradeço antecipadamente pela atenção e apoio, e permaneço à disposição para enviar documentos adicionais ou prestar esclarecimentos complementares. Com os melhores cumprimentos, Flaviane Brusdzenski de Moraes Werneck Passaporte: P BRA FR471690 Residência: Barreiro, Portugal Telefone: +351 962 526 410

Encerrada
A. M.
14/10/2025

Scam

Comprei uma viagem pela eDreams para voar pela Ryan Air para o dia 13 de Outubro (Eindhoven - Lisboa). comprei o voo através da plataforma eDreams, que me forneceu um email virtual e uma password fictícia para efetuar o check-in no site da Ryanair. O problema é que a Ryanair envia o código de verificação para esse email virtual, ao qual o passageiro não tem qualquer acesso, tornando impossível realizar o check-in online. Cerca de 7 horas antes do voo, contactei o serviço de apoio ao cliente da eDreams (referência da conversa 23964288674) e expliquei claramente o problema. O agente confirmou que eu poderia fazer o check-in no balcão da Ryanair no aeroporto, sem qualquer custo após verificar que não podia fazer nada em relação ao email e passwords virtuais dados pela eDreams. (ver conversa com agente em anexo) e dados para check-in. Contudo, ao chegar ao aeroporto, fui obrigado a pagar 55 € à Ryanair para efetuar o check-in presencial e, além disso, fiquei em standby, sem lugar confirmado no voo, tendo de esperar por desistências. Esta situação foi causada diretamente pela eDreams, que: forneceu um email inacessível para o check-in; não prestou assistência eficaz nem resolveu o problema em tempo útil, transmitiu informações falsas, levando-me a um prejuízo financeiro e a stress desnecessário. Assim, venho reclamar formalmente contra a eDreams e exigir o reembolso integral dos 55 € pagos no aeroporto, bem como uma análise desta prática que tem afetado outros consumidores. Anexo o histórico da conversa com o apoio ao cliente da eDreams como prova. Dados adicionais: Nome: António Domingues da Silva Martins Email: adsmartins1985@gmail.com Referência da reserva: 23964288674 Companhia aérea: Ryanair Valor cobrado no aeroporto: 55 €

Resolvida
H. S.
14/10/2025

Cobrança de serviço PRIME ANTERIORMENTE CANCELADO

EXmos senhores, No dia 13 de outubro de 2025, foi-me cobrada uma anuidade do serviço eDreams Prime, sem que eu tivesse autorizado ou subscrito esse serviço. Esta situação não é um caso isolado. Já apresentei quatro reclamações anteriores relacionadas com subscrições indevidas do serviço Prime, cujas anuidades foram cobradas sem o meu conhecimento ou consentimento. Essas subscrições foram ativadas durante reservas de voos, incluindo reservas efetuadas para outras pessoas que apenas ajudei a realizar, mas que acabaram por ficar associadas à minha conta bancária como meio de pagamento, levando-me a pagar por serviços dos quais nunca usufruí durante vários anos. Após diversos contactos com o apoio ao cliente, por e-mail e telefone, duas dessas cobranças foram reembolsadas, mas outras duas não, nomeadamente a referente a 13 de agosto de 2025. A eDreams justificou a recusa desse reembolso com o seguinte argumento: “De acordo com a conta cobrada a 13 de agosto de 2025, que está em seu nome e e-mail corporativo, infelizmente, os Termos e Condições são um pouco mais restritivos, pelo que o valor não pode ser reembolsado. No entanto, como referido inicialmente, esta conta não será renovada.” Importa esclarecer que essa conta estava associada ao e-mail h.silva@lrworld.com , um endereço corporativo de uma empresa onde deixei de trabalhar há mais de três anos. Durante o contacto telefónico com o apoio ao cliente, fui informado de que existem duas contas associadas ao mesmo e-mail, devido ao acesso através dos portais edreams.pt e edreams.com — uma questão técnica interna da empresa, sobre a qual não tenho qualquer controlo nem obrigação de compreender. Ora, quando solicitei o cancelamento de todas as contas e serviços Prime associados ao meu nome e e-mail, esperava que a empresa cumprisse o pedido de forma integral. O facto de a eDreams manter ativa uma segunda conta associada ao mesmo e-mail e continuar a cobrar anuidades configura uma falha de gestão e transparência, e não uma responsabilidade do cliente. A resposta enviada pela empresa, referindo que “não se aplica a um reembolso total de acordo com os nossos Termos e Condições”, é inaceitável, pois as subscrições foram feitas sem consentimento explícito, em circunstâncias confusas e tecnicamente pouco claras, e contra a vontade expressa do cliente. Assim, venho solicitar: O reembolso integral do valor cobrado no dia 13 de outubro de 2025; A confirmação do cancelamento definitivo de todas as contas e serviços Prime associados ao meu nome, e-mails e meios de pagamento; A revisão dos procedimentos de subscrição automática do serviço Prime, para evitar que outros consumidores sejam lesados da mesma forma. Com os melhores cumprimentos, HÉLIO FILIPE LOPES DA SILVA HELIO_DESIGN@MSN.COM 14/10/2025

Encerrada
F. G.
14/10/2025

Cobrança de renovação de subscrição indevida

Bom dia, venho por meio deste reclamar um débito no valor de 89,99€ que foi retirado em meu cartão de crédito por parte da edreams. Em maio de 2024. Fiz uma compra de passagens atravez da empresa edreams. Que dizia poder cancelar gratuito em até 15 dias. Mas simplesmente não é possível o fazer. Após os 15 e após fazer o pagamento da subscrição, é que foi possível fazer o cancelamento. Mas após um ano 06/06/2025. Foi debitado novamente no meu cartão de crédito o valor de 89,99 referente a renovação da subscrição. Essa qual não tenho foi feita muito menos autorizada por minha pessoa. Na altura liguei para empresa edreams. Foi me dado a resposta que uma vez feita não é cancelado e que não devolveria o valor debitado e se eu aceita-se , eles renovaria a subscrição devolvendo 40% do valor na condição de eu comprar produtos atravez da plataforma. Era só o que poderia ser feito. Não aceitei a proposta e fiz uma reclamação junto a instituição financeira onde tenho o cartão de crédito, mas não conseguiram cancelar o débito presente e não o podem fazer para o futuro, uma vez que a empresa edreams não envia comprovativos de cancelamento de subscrição. A empresa edreams continua a mandar e-mails. De promoções e temo ser debitado novamente. Quero que seja feito o cancelado esta inscrição em definitivo. Desde já agradeço a vossa atenção Com os melhores cumprimentos Fábio Gomide

Resolvida

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