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Nao devolução de dinheiro
Venho por este meio informar que a empresa em questão, nao devolveu o valor da viagem que cancelei em tempo legal.Foi cancelada em Dezembro de 2025 e ate hoje o valor em questão nao foi devolvido.Este é o número de pedido de cancelamento 1100-185-563
Burla - Fraude - nao pagam os premios
Mais uma vez reclamo desta empresa pois 10 dias apos tentativa de levantamento dos premios continuam a nao efetuar a transferencia para a minha conta. O apoio a clientes é simplesmente automatico e labirintico, pedem os documentos para verificacao ee conta, depois enviam email automatico a dizer wur receberam o meu email supostamente para responderem em 72 horas, depois ao fim das 72 horas , enviam outro email a pedir os documentos de novo, Nao se entende como estas empresas podem operar legalmente quando gozam claramente com os utilizadores. No site anunciam 48 horas para pagamentos , na realidade parece que nao pagam os premios! Irei relatar nova reclamacao diariamente ate que paguem o que devem , aguardo resposta da reclamacao inicial feita ha uma semana atras , recebi 2 email automaticos a oedir documentos novamnete, ja foram enviados, prova iban, prova de morada e prova de identificacao, 2 levantamentos pendentes Agtadeco resolucao rapida
Reembolso por atraso de voo
Exmos. Senhores, Acuso a receção da vossa mais recente comunicação relativamente aos processos de compensação em curso. Antes de mais, importa esclarecer que o presente e-mail diz respeito ao conjunto dos processos submetidos e já reconhecidos por essa companhia, referentes a um total de 7 passageiros. Apesar de os processos terem vindo a ser tratados separadamente pela TAAG, a questão de fundo é idêntica em todos eles e a posição dos passageiros mantém-se a mesma. Conforme já anteriormente comunicado, não aceitamos a substituição da compensação devida por vouchers. Recordo que, em comunicação enviada por essa companhia em 22/04/2026, foi expressamente confirmado que os dados bancários tinham sido recebidos e que seria dado início ao processo para pagamento da compensação em numerário, tendo sido igualmente indicado um prazo expectável de 30 dias úteis para a conclusão do referido processo. Adicionalmente, na sequência da reclamação apresentada junto da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), essa Autoridade informou por escrito que, após os esclarecimentos prestados pela TAAG, a transportadora comunicou que iria proceder ao pagamento da indemnização reclamada. Assim, não se compreende nem se aceita que, após o reconhecimento da indemnização, após a confirmação do pagamento em numerário e após a confirmação prestada à própria autoridade reguladora portuguesa de que o pagamento seria efetuado, a TAAG venha agora tentar substituir unilateralmente essa compensação por vouchers. Relembro que estão em causa 7 passageiros, correspondendo a um valor global de indemnização de €4.200, relativamente ao qual os passageiros mantêm a sua pretensão de pagamento em numerário através de transferência bancária, conforme anteriormente solicitado e aceite por essa companhia. Para evitar qualquer dúvida ou atraso adicional, seguem novamente em anexo todos os documentos relevantes já anteriormente remetidos, incluindo: Comunicação da TAAG confirmando o pagamento da compensação em numerário; Comunicação da ANAC confirmando que a TAAG informou aquela Autoridade de que iria proceder ao pagamento da indemnização; Identificação dos processos e dos 7 passageiros abrangidos; Dados bancários para transferência do montante devido. Os dados bancários são igualmente reenviados através da presente comunicação, de modo a garantir que a TAAG dispõe de toda a informação necessária para proceder ao pagamento sem qualquer demora adicional. Face ao exposto, solicito a confirmação, no prazo máximo de 15 dias a contar da receção da presente comunicação, da data concreta em que será efetuado o pagamento da totalidade das indemnizações devidas. Na ausência dessa confirmação ou do respetivo pagamento, considerarei esgotadas as tentativas de resolução amigável do assunto e reservarei o direito de recorrer aos meios judiciais adequados para cobrança coerciva dos montantes em dívida, utilizando para o efeito toda a documentação já existente, incluindo as comunicações da TAAG e da ANAC que reconhecem o direito à indemnização e a intenção de proceder ao respetivo pagamento. Fico a aguardar a vossa resposta. Com os melhores cumprimentos, Sofia Gomes
Serviço mal prestado
No mês de maio de 2026, adquiri através da eDreams uma passagem aérea para a minha mãe, no percurso Bruxelas – Luanda, com escala em Addis Abeba, operado pela Ethiopian Airlines, para o dia 2 de junho de 2026. No dia da viagem, ao chegarmos ao aeroporto para efetuar o check-in, fomos informados pela companhia aérea de que não existia qualquer bilhete associado aos dados apresentados. A funcionária tentou localizar a reserva por diversas vias, mas verificou-se simplesmente que não havia qualquer bilhete emitido. Perante esta situação extremamente grave, tentámos contactar a eDreams por todos os meios disponíveis — telefone, e-mail e assistente virtual — sem sucesso. Não obtivemos qualquer apoio nem resposta num momento crítico, apesar de se tratar de uma viagem urgente que não podia ser adiada. Sem alternativa, fomos obrigados a adquirir um novo bilhete de última hora, pagando praticamente o dobro do valor inicialmente desembolsado, para que a viagem pudesse realizar-se. No dia 3 de junho de 2026, consegui finalmente contactar a eDreams para perceber o que tinha acontecido. Fui então informado por um colaborador de que o problema resultou de um erro da própria eDreams, uma vez que não houve comunicação adequada com a Ethiopian Airlines, tendo-me sido garantido que seria efetuado o respetivo reembolso. Contudo, para minha surpresa e indignação, no dia 4 de junho de 2026 foi debitado da minha conta bancária o valor de 89 €, referente a um serviço que nunca chegou a ser prestado nem utilizado. Mais grave ainda, fui posteriormente informado de que esse valor não poderia ser reembolsado. Considero esta situação absolutamente inaceitável. Além da falha grave que impediu a emissão do bilhete e causou enormes transtornos, fui ainda alvo de uma cobrança por um serviço do qual não usufruí. Trata-se de uma prática que considero abusiva e lesiva dos direitos do consumidor. Exijo: O reembolso integral do valor pago pela reserva original que não foi corretamente emitida; A devolução imediata dos 89 € cobrados indevidamente; Uma explicação formal sobre a falha ocorrida e sobre a razão da cobrança efetuada. Sou um trabalhador honesto que paga pelos serviços que utiliza e espera ser tratado com respeito e profissionalismo. Não é aceitável que um erro assumido pela própria empresa resulte em prejuízo para o cliente. Aguardo uma resolução célere e justa desta situação.
Reclamação Formal contra Drive On Holidays – Cobrança abusiva de dano em para-brisas e recusa de apr
Exmo.(a) Sr.(a) Jurista da DECO PROteste, O meu nome é Maria Albuquerque, sou vossa associada com as quotas totalmente em dia, e venho por este meio solicitar a vossa urgente intervenção jurídica e mediação num litígio grave com a empresa Drive On Holidays - Comércio e Aluguer de Veículos Lda. Fui cliente cumpridora e regular desta operadora durante dois anos e meio. Contudo, no momento da entrega da viatura (Renault Clio, matrícula 01-RB-12), foi-me imputado o valor desproporcional e abusivo de 593,78 € devido a uma micro-picada provocada por uma pedra no para-brisas. Por necessitar de reaver os meus restantes fundos, o pagamento foi efetuado sob protesto. Contestei imediatamente a situação por via eletrónica, uma vez que o dano é perfeitamente reparável por injeção de resina (cujo valor médio de mercado ronda os 60 €). Adicionalmente, o vidro instalado na viatura nem sequer correspondia ao original da marca do construtor. Em resposta, a gerência da empresa afirmou por escrito que o valor cobrado correspondia ao "efetivamente gasto pela empresa para a reparação/substituição do vidro danificado", comprometendo-se a enviar a respetiva fatura emitida pela entidade responsável. Contudo, o documento que me foi enviado (Processo O_17-4945220220) NÃO constitui uma fatura fiscal. Trata-se unicamente de um documento de circulação interna, intitulado "Ordem de Reparação e Recondicionamento", extraído do software informático OKI3360, onde consta apenas a menção "Tabela de Danos". Instada repetidamente a apresentar a fatura fiscal real e o respetivo recibo de quitação da oficina externa com a matrícula do carro, a empresa recusou-se categoricamente a fazê-lo. Invocou um infundado "segredo confidencial" para ocultar o custo real da intervenção e declarou o processo encerrado de forma estritamente unilateral. Existe, por isso, uma forte e legítima suspeita de que a viatura em causa não foi submetida a qualquer substituição de vidro, continuando a circular com o mesmo dano (configurando uma prática de dupla cobrança comercialmente abusiva e evasão às regras de transparência fiscal). Como associada da DECO, exijo que o vosso departamento jurídico tome conta do processo para: Exigir junto da Drive On Holidays a apresentação imediata da fatura fiscal legal que comprove o custo real alegadamente suportado; Na ausência do documento fiscal legítimo, exigir o estorno imediato e integral do valor cobrado em excesso; Encaminhar esta denúncia de recusa de emissão de fatura e falta de transparência às entidades reguladoras competentes, nomeadamente a ASAE e a Autoridade Tributária. Agradeço antecipadamente a vossa atenção e aguardo as vossas instruções jurídicas para o envio de toda a documentação de suporte que tenho em meu poder. Melhores cumprimentos, Maria Albuquerque
Falhas graves no Hotel Pestana D JoaoII no Alvor
Este Hotel não tem qualidade e praticam preços absolutamente exorbitantes. Em Maio2026 fiz uma reserva e deparei-me com várias falhas indamissiveis para um Hotel como este que cobra mais de 200 euros por noite, com quartos de 14m2. Levei o tempo a reclamar e nem pude descansar. vou colocar por tópicos. 1- queriam cobrar um valor mais elevado na estadia logo no check-in afirmando que se tratava de um "donativo"- Dá para imaginar??? claro que recusei! Já me tinham tentado cobrar no bar 5 euros de gorjeta. um escândalo! 2- os lençóis estavam manchados de sangue. pedimos imediatamente mudança dos mesmos. 3- o ar condicionado não funcionava 4- depois fazia um ruído horrível que nem se conseguia descansar. 5- o telefone não funcionava completamente avariado e nada fizeram. 6- a varanda estava com um pedaço da parede partida e o parapeito de madeira está degradassímio. sem manutenção alguma. uma vergonha para um hotel que se diz de 4 estrelas mas que oferece um serviço de duas. Reclamei junto do director, que nada fez. E nem sequer se dignou a reembolsar -me pelo facto de eu não ter fetiomais nada se não reclamar o tempo todo.
Reclamação de consumo: Hotel Solar do Requeijo
Venho solicitar o vosso apoio na resolução de um litígio de consumo com o estabelecimento abaixo designado, que até à data não respondeu à minha reclamação. Hotel Solar do Requeijo Lugar de Requeijo, Giela, Arcos de Valdevez NIF 508 269 822 Na estadia de 9 para 10 de maio de 2026 (reserva n.º 304/HSR), pela qual paguei 163,00 €, o quarto foi entregue sem a devida limpeza e preparação: ausência de gel de banho, roupa interior de um hóspede anterior e a presença de um inseto (escolopendra) na casa de banho. Verifiquei ainda que a casa de banho inundava durante o duche. Reportei as falhas no checkout; a receção não foi verificar o quarto e o hotel comprometeu-se a resolver a reclamação no prazo legal. Apresentei reclamação no Livro de Reclamações (ref. 32492029, em 10/5/2026) e, decorridos os 15 dias úteis, não obtive qualquer resposta. Recusei um voucher que me foi proposto, por preferir a restituição do valor pago. Solicito orientação e, se possível, apoio na mediação do conflito, pretendendo a restituição dos 163,00 € e uma compensação pelos transtornos. Informo que apresentei também o caso ao CIMAAL (centro de arbitragem competente), à ASAE e ao Turismo de Portugal. Disponho de vídeo, fotografia, fatura e cópia da reclamação, que envio a pedido. Agradeço a vossa ajuda.
Recusa de aplicação de promoção efetuado no dia 1 de Junho de 2026 (20:08)
Venho por este meio manifestar a minha insatisfação relativamente à recusa da Uber Eats em aplicar uma promoção válida à minha encomenda, bem como à resposta evasiva que me foi apresentada pelo serviço de apoio ao cliente. No dia 1 de Junho de 2026 (20:08), realizei um pedido ao abrigo de uma promoção que indicava claramente que, na compra de um menu, seria automaticamente atribuído um segundo menu grátis. (ver fotos 6, 7, 8, 9) Contudo, a referida oferta não foi rececionada. Ao contactar o apoio ao cliente da Uber Eats, (ver fotos 1,2,3) obtive a resposta de que a promoção não foi aplicada porque "apenas um artigo elegível estava no carrinho" e que "ambos os artigos devem ser adicionados manualmente". Ora, a própria descrição da promoção referia que o segundo artigo seria atribuído automaticamente, o que configura uma informação contraditória e enganadora para o consumidor. (ver fotos 6,7,8,9) A Uber Eats recusa-se ainda a fazer qualquer ajuste retroativo, remetendo para uma suposta falha minha na adição manual dos artigos, quando a comunicação da promoção induzia o consumidor em legítima expectativa de que o processo seria automático. Face à inexistência de uma solução por parte do prestador de serviço, venho apresentar formal reclamação, por violação dos direitos previstos na Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor), nomeadamente no que respeita à informação, boa-fé e práticas comerciais desleais. Anexo os comprovativos do pedido de que disponho, nomeadamente capturas de ecrã da promoção e da troca de mensagens com o apoio ao cliente da UBER EATS. Sem outro assunto, aguardo a vossa melhor orientação para dar seguimento ao processo de reclamação. Com os melhores cumprimentos, Carlos Lavadinho
Bolor em Quarto de Criança e Acesso Não Autorizado ao Domicílio
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa Ukio, operadora de alojamento local com estabelecimento sito em Lisboa, ao abrigo da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho) e legislação complementar aplicável, solicitando a intervenção da DECO na defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Identificação da entidade reclamada: Empresa: Ukio Atividade: Operador de Alojamento Local 1. CONTEXTO GERAL Resido no alojamento da Ukio desde 2 de abril de 2026, acompanhado da minha esposa e filhos menores. Desde o primeiro dia de ocupação foram identificadas e comunicadas por escrito à Ukio múltiplas deficiências graves no imóvel. Ao fim de mais de 62 dias de estadia e mais de 43 comunicações escritas, os problemas permanecem sem resolução efetiva e a empresa recusa-se a apresentar uma compensação proporcional aos danos causados. O valor mensal de renda pago é de €3.064, acrescido de utilitários. Trata-se, portanto, de um alojamento de gama elevada que nunca correspondeu ao que foi publicitado e contratado. 2. FALHAS GRAVES VERIFICADAS a) REPRESENTAÇÃO FALSA DO ALOJAMENTO O anúncio de reserva apresentava o alojamento com características que não correspondiam à realidade. Em particular, o terraço exterior era apresentado como um espaço funcional e utilizável. Na realidade, o espaço apresentava, desde a entrada, ervas daninhas, mobiliário com bolor, pavimento em obras incompletas e problemas elétricos. Após mais de dez visitas de manutenção e 55 dias, o terraço foi finalmente remediado — prova inequívoca de que nunca esteve nas condições anunciadas durante a maior parte da estadia. b) AR CONDICIONADO INOPERACIONAL — FALHA CONTÍNUA APÓS 62 DIAS O sistema de ar condicionado esteve inoperacional durante várias semanas, apesar de ter sido reportado repetidamente e por escrito desde o início da estadia. O alojamento conta com crianças pequenas. Ambos os quartos recebem sol direto da tarde, tornando as temperaturas noturnas insuportáveis. A reparação permanente continua por realizar, sem data confirmada, após mais de 62 dias. As unidades portáteis fornecidas como medida temporária são insuficientes — a temperatura interior não baixou abaixo dos 26-27 graus durante a noite, mesmo com as unidades em funcionamento. Este nível de temperatura é inaceitável para crianças pequenas e constitui uma violação grave das condições mínimas de habitabilidade. c) EQUIPAMENTO COM BOLOR ENTREGUE NO QUARTO DE UMA CRIANÇA — RISCO PARA A SAÚDE Em 29 de maio de 2026, a Ukio entregou unidades de ar condicionado portátil como medida temporária. Uma dessas unidades foi colocada no quarto do meu filho menor. Ao seguir as instruções escritas da própria Ukio para encher o reservatório de água, verificámos que o mesmo se encontrava coberto de bolor. A unidade esteve em funcionamento no quarto da criança durante duas noites. Note-se a sequência dos acontecimentos: foi a própria Ukio que nos instruiu por escrito a encher o reservatório. Ao seguirmos essa instrução, descobrimos o bolor. A equipa da Ukio ou não inspecionou o equipamento antes da entrega, ou optou por não divulgar o seu estado. A empresa não apresentou qualquer pedido de desculpa, não respondeu às questões colocadas sobre os procedimentos de inspeção, e tentou encerrar o assunto com uma comunicação de caráter meramente administrativo, incluindo linguagem jurídica de distanciamento de responsabilidade. As fotografias do equipamento com bolor e o número de série da unidade estão documentados e são enviados em anexo. d) ACESSO NÃO AUTORIZADO AO DOMICÍLIO Em data recente, um técnico externo e um colaborador da Ukio acederam ao interior do alojamento na ausência dos ocupantes, sem qualquer autorização ou notificação prévia. A empresa reconheceu este facto por escrito, descrevendo-o como uma "falha na comunicação interna". A situação foi participada à PSP. Existem indícios de que o acesso se estendeu ao andar superior do apartamento, incluindo a casa de banho do quarto do meu filho — facto que a Ukio não desmentiu nem explicou de forma satisfatória em várias comunicações escritas subsequentes. e) AUSÊNCIA DE REGISTO NO LIVRO DE RECLAMAÇÕES ELETRÓNICO A Ukio não se encontra registada na plataforma obrigatória www.livroreclamacoes.pt, impedindo o exercício do direito de reclamação formal pelo consumidor. Esta violação foi já comunicada à ASAE, onde se encontra denúncia formal ativa. f) AVARIAS ELÉTRICAS RECORRENTES As avarias elétricas foram reportadas desde o início da estadia e nunca foram devidamente reparadas, tendo sido sistematicamente contornadas através da retirada de componentes do circuito elétrico. 3. PROPOSTA DE COMPENSAÇÃO INADEQUADA E RECUSA DE RESOLUÇÃO Após mais de 62 dias, 43 comunicações escritas e mais de dez visitas de manutenção, a Ukio propôs uma compensação de €1.350. Este valor não reflete minimamente a extensão, a duração e o impacto real dos incumprimentos verificados. A nossa reclamação de compensação foi calculada com base no método de redução proporcional do preço ao abrigo da Diretiva UE 2015/2302 e da Lei de Defesa do Consumidor portuguesa, utilizando a taxa diária de €105,66 (renda de maio de €3.064 ÷ 29 dias). A discriminação é a seguinte: Item 1 — Terraço inutilizável (55 dias × €105,66 × 39%)...€2.262 Item 2 — AC inoperacional — falha original (21 dias × €105,66 × 51%)...€1.131 Item 3 — AC — falha contínua com unidades portáteis inadequadas (14 dias × €105,66 × 40%)...€592 Item 4 — Avarias elétricas (62 dias × €105,66 × 10%)...€655 Item 5 — Acesso não autorizado ao domicílio incl. casa de banho da criança (valor fixo)...€1.000 Item 6 — Equipamento com bolor no quarto da criança — risco para a saúde (valor fixo)...€1.500 Item 7 — Perturbação — mais de 62 dias, 43 emails, mais de 10 visitas (valor fixo)...€500 TOTAL DOCUMENTADO: €7.640 PEDIDO FORMAL DE COMPENSAÇÃO: €7.500 A Ukio recusou-se a negociar de boa fé e tentou impor um acordo de resolução contendo uma cláusula de renúncia a todos os direitos legais e denúncias regulatórias ativas — cláusula que recusámos assinar. 4. ESTADO DAS DENÚnCIAS REGULATÓRIAS Encontram-se atualmente ativas as seguintes denúncias formais: • ASAE — denúncia ativa, incluindo atualização urgente relativa ao equipamento com bolor entregue no quarto da criança • Turismo de Portugal I.P. — denúncia encaminhada para a Câmara Municipal de Lisboa ao abrigo do n.º 2 do art.º 12.º da Lei n.º 93/2021 • Câmara Municipal de Lisboa — caso recebido e em análise • PSP — participação apresentada relativamente ao acesso não autorizado ao domicílio --- 5. PEDIDO DE INTERVENÇÃO Solicito à DECO: 1. Que intervenha junto da Ukio no sentido de obter uma compensação proporcional aos danos causados, no montante de €7.500 2. Que preste apoio jurídico relativamente à forma mais adequada de fazer valer os meus direitos, incluindo a possibilidade de recurso aos Julgados de Paz 3. Que considere a publicação desta reclamação na plataforma Reclamar, de modo a alertar outros consumidores para as práticas desta operadora Documentos enviados em anexo: • Histórico completo de comunicações escritas com a Ukio (mais de 43 emails desde 2 de abril de 2026) • Fotografias do terraço antes e depois da remediação (prova de 55 dias de incumprimento) • Fotografias do equipamento de ar condicionado portátil com bolor, incluindo número de série • Cópia da comunicação escrita da Ukio instruindo-nos a encher o reservatório • Cópia do reconhecimento escrito da Ukio relativamente ao acesso não autorizado ao domicílio • Cópia da proposta de acordo de resolução da Ukio contendo cláusula de renúncia a direitos • Comprovativo de pagamento integral da renda de maio de 2026 Coloco-me à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais e para disponibilizar documentação complementar que seja considerada relevante. Com os melhores cumprimentos,
Viagem cancelada e não reembolsada
Exmos senhores, No dia 12 de Fevereiro de 2026 adquiri na vossa agência voos para 2 adultos de lisboa para Berlim e regresso. Paguei um total de 553,81€. Devido a greve , o voo foi cancelado para este dia e remarcado para uma data não aceite por mim. A companhia aérea já garantiu que todas as agências devem reembolsar os seus clientes, porque assim o permitiram. Num pedido de assistência à vossa linha de apoio, foi-me recusada a possibilidade de reembolso. Venho exigir o meu reembolso por um voo não realizado, que não foi cancelado por mim, cliente. Obrigada Catarina Ambrósio
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