Reclamações públicas

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R. C.
31/05/2026

Cobrança indevida de alegados danos em dois alugueres distintos e ausência de resposta efetiva às re

Venho apresentar reclamação contra a empresa Record Go relativamente a duas cobranças efetuadas após a devolução de veículos alugados no Porto, referentes às reservas RRR1PB e RRRBD2, no valor total de 557,38€. Sou cliente habitual da empresa e realizei diversos alugueres nos últimos anos, incluindo no Porto, Madeira e Açores, sem qualquer incidente ou divergência. Contudo, nestes dois últimos alugueres fui confrontado com cobranças que considero injustificadas e relativamente às quais a empresa não forneceu esclarecimentos adequados nem analisou devidamente as provas apresentadas. Primeiro caso – Reserva RRR1PB Após a devolução do veículo, foi-me debitado o valor de 258,30€ alegadamente devido a um dano identificado no veículo. Contestei imediatamente a cobrança por considerar que o veículo foi devolvido nas mesmas condições em que me foi entregue. Solicitei esclarecimentos e apresentei fotografias tiradas no momento da recolha do veículo, na presença de um colaborador da empresa, onde já são visíveis marcas na zona posteriormente indicada como danificada. A documentação enviada pela Record Go contém descrições contraditórias e pouco claras relativamente à natureza da reparação alegadamente efetuada. Além disso, as fotografias apresentadas pela empresa não permitem identificar de forma inequívoca a existência de um dano novo nem demonstrar que o mesmo não era pré-existente. Apesar de ter apresentado estes argumentos e solicitado uma reapreciação da situação, a empresa limitou-se a repetir respostas padronizadas, sem analisar concretamente os elementos enviados nem responder às questões colocadas. Segundo caso – Reserva RRRBD2 A situação repetiu-se poucos meses depois. Neste caso, a devolução do veículo foi efetuada diretamente perante um colaborador da Record Go. O veículo foi inspecionado na minha presença e fui expressamente informado de que tudo se encontrava em perfeitas condições, sem qualquer dano visível e sem qualquer problema relacionado com combustível ou estado geral do veículo. Solicitei inclusivamente um documento assinado que comprovasse a boa entrega do veículo. Foi-me informado que esse procedimento tinha sido alterado e que a confirmação seria enviada posteriormente por email. Para minha surpresa, após abandonar as instalações recebi um documento com uma cobrança de 299,08€ por alegados danos visíveis no veículo. Mais uma vez, contestei imediatamente a situação, solicitei a devolução do montante cobrado e apresentei os mesmos argumentos relativos à falta de prova clara e à inconsistência da documentação apresentada. Tal como no primeiro caso, a empresa respondeu apenas através de mensagens padronizadas, sem responder às questões concretas levantadas. Fundamentos da reclamação Considero estas cobranças injustificadas pelos seguintes motivos: * Não foi demonstrado de forma clara, objetiva e inequívoca que os danos reclamados tenham ocorrido durante os períodos dos alugueres. * Possuo fotografias tiradas no levantamento dos veículos que demonstram a existência de marcas e imperfeições já presentes e não devidamente assinaladas pela empresa. * As fotografias apresentadas pela Record Go não permitem comprovar de forma conclusiva a existência de danos novos. * A documentação relativa aos custos de reparação contém descrições ambíguas e contraditórias, impossibilitando a validação dos montantes cobrados. * No segundo aluguer, fui expressamente informado por um colaborador da empresa de que o veículo se encontrava em perfeitas condições no momento da devolução. * A empresa não efetuou uma análise efetiva das reclamações apresentadas, limitando-se a reproduzir respostas genéricas sem responder às questões concretamente colocadas. * Foram cobrados 557,38€ sem que tenha sido apresentada prova suficiente que permita imputar tais danos ao consumidor. Pedido Solicito a intervenção da DECO Proteste para que a Record Go: 1. Reavalie ambos os processos de cobrança; 2. Apresente prova objetiva e inequívoca da origem dos alegados danos; 3. Proceda ao reembolso integral dos montantes cobrados indevidamente, no valor total de 557,38€, caso não consiga demonstrar de forma clara a responsabilidade do consumidor; 5. Responda de forma fundamentada às questões e elementos probatórios já enviados. Entendo que o consumidor não pode ser responsabilizado por danos cuja origem não seja devidamente comprovada nem confrontado com cobranças significativas suportadas apenas em documentação contraditória e respostas padronizadas.

Encerrada
D. R.
30/05/2026

Incumprimento de pagamento

Venho deste meio mostrar a minha insatisfação com a Viagogo. Realizei uma venda de 3 bilhetes para o concerto do Bad Bunny (27/05/2026) pelo site da Viagogo com o código de venda 637138781. A venda aconteceu no dia (03/03/2026) e os bilhetes foram entregues instantaneamente nesse momento, pois já os tinha disponibilizado à priori a esta empresa. Recebi um e-mail a informar-me que os bilhetes foram vendidos e ainda um outro onde comprovava que tinham sido entregues (segue em anexo). No dia seguinte ao concerto, vou à app oficial da Viagogo e aparece que não realizei nenhuma venda, nem existem pagamentos a ser processados. Entro em contacto com o apoio ao cliente (28/05/2026), onde me informam que vão abrir uma disputa de venda, que o tempo de espera é de 30 a 45 dias. Na sua política de venda, informam que o pagamento dos bilhetes vendidos ocorre entre 5 a 8 dias. Desta forma, corro o risco de sair lesado em 576,18€, sendo que vendi apenas os bilhetes que era titular (enviei-lhes a fatura do ato de compra), exclusivamente no site da Viagogo, pelo que o comprador não terá tido qualquer problema no acesso ao evento, como tal não incumpri qualquer norma. Recebi ainda um e-mail da viagogo, para avaliar o processo de venda (segue em anexo), mais uma vez mostrando que os meus bilhetes foram corretamente vendidos.

Encerrada
C. F.
29/05/2026

Recusa indevida de reembolso após cancelamento de voo pela TAP Air Portugal

No dia 22/01/2026 comprei através da agência online MyTrip uma passagem aérea operada pela TAP Air Portugal para o trajeto Porto–Paris, com voo originalmente previsto para 3 de junho de 2026. Posteriormente, recebi um SMS da TAP informando que o voo foi cancelado devido a uma greve. Ao consultar a reserva no site da TAP, verifiquei que foi efetuada uma remarcação automática para o dia 5 de junho de 2026, sem o meu consentimento. Esta nova data é inviável para a realização da viagem. Desde então, entrei em contacto várias vezes com a MyTrip solicitando reembolso ou uma alternativa adequada, mas fui informado repetidamente de que “é necessário aguardar resposta da companhia aérea” ou de que “não tenho direito a reembolso porque a TAP não autorizou”. No entanto, ao contactar diretamente a TAP Air Portugal, fui informado de que o voo foi efetivamente cancelado e que tenho direito a reembolso, mas que este deve ser processado pela agência emissora do bilhete (MyTrip). Existe, portanto, uma contradição entre a companhia aérea e a agência, resultando na ausência de resolução e no bloqueio do reembolso. Apesar de múltiplos contactos ao longo de vários dias, não me foi apresentada qualquer solução efetiva, nem efetuado o reembolso devido. Solicito apoio para: obtenção do reembolso integral do bilhete cancelado; intervenção junto da MyTrip para desbloqueio do processo de reembolso.

Resolvida
C. D.
29/05/2026

Cancelamento e nao envio da fatura

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a plataforma Booking.com, relativamente à gestão de uma reserva e à recusa de emissão de fatura. Detalhes da reserva: Hotel: Park Hotel Porto Valongo Número de confirmação: 17150500391681436698 Código PIN: 228114 Check-in: 16 de abril de 2026 Check-out: 17 de abril de 2026 Duração: 1 noite O problema consiste no facto de a Booking.com indicar que a reserva foi cancelada, recusando assim a emissão da respetiva fatura. No entanto, esclareço que: Nunca solicitei o cancelamento da reserva, nem autorizei qualquer entidade ou parceiro a fazê-lo em meu nome; A eventualização do cancelamento foi feita sem o meu consentimento; A estadia foi efetivamente realizada, conforme planeado, sendo possível confirmar diretamente com o hotel. Apesar de já ter exposto esta situação diversas vezes junto da Booking.com, a resposta tem sido sempre a mesma, baseada numa informação incorreta do sistema, sem qualquer tentativa de resolução efetiva do problema. Esta situação está a causar-me prejuízos, uma vez que necessito urgentemente da fatura para efeitos de apresentação na minha empresa. Adicionalmente, considero que houve: Falta de rigor no tratamento do processo; Falta de transparência na comunicação; Má prestação de serviço ao cliente. Face ao exposto, solicito: A intervenção para que seja emitida a fatura relativa à estadia realizada; A análise deste caso por eventual prática indevida por parte da plataforma; Informação sobre os meus direitos enquanto consumidor nesta situação. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, César Duarte

Resolvida
V. S.
29/05/2026

Reembolso não efetuado

Exmos. Senhores, Adquiri 3 bilhetes, no dia 22 de Novembro de 2025, para o concerto do Oswaldo Montenegro e Orquestra, a realizar no dia 05 de Junho de 2026, na Aula Magna, Lisboa, no valor de 135€. Não fui notificado pela Entidade onde adquiri os bilhetes, mas reparei no site oficial da LS Entertainment que o espetáculo foi cancelado. Pretendo o reembolso, mas a “LS Entertainment” (Destinos e Profecias - Unipessoal Lda) não responde aos mails. E neste momento apenas envia uma mensagem automática, com o seguinte texto: "...Exmos. Senhores, agradecemos o seu contacto. Informamos que, neste momento, estamos a trabalhar com uma equipa reduzida, pelo que o tempo de resposta poderá ser superior ao habitual. De momento, o único meio de comunicação disponível é o email, uma vez que a linha telefónica de atendimento se encontra temporariamente inativa. Agradecemos a sua compreensão e responderemos com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Equipa Live LS..." Gostaria da vossa colaboração para resolver este problema. Obrigada, Valéria Santos

Encerrada
J. N.
29/05/2026

Levantamentos tardios e falta de servico de apoio a cliente

Bom dia, venho por este meio reclamar a o atraso no pagamento dos levantamentos “em processamento” de acordo com o site, com o seguinte numero de id : 950781374008 Ja efectuei o envio dos documentos solicitados ( cartac cidadao, prova de iban, e prova de morada) e simplesmente nao é possivel entrar em contacto com ninguem do site , pois toda e qq resposta é automatica e sem qualquer informacao relevante. O site anuncia levantamentos em 24 horas , mas ja la vai uma semana e o centro de ajuda do site nao esta disponivel Agradeco a resolucao dos levantamentos solicitados pois na altura do registo ( os depositos sao imediatos e nao é pedida informacao adicional ) Ja enviei varios emails e a resposta é sempre automatica .

Resolvida
R. P.
29/05/2026

Reembolso não efetuado e Concerto cancelado sem comunicação da Entidade LS Entertainment”

Adquiri 2 bilhetes para o concerto do Oswaldo Montenegro, a realizar no dia 05 de Junho de 2026, na Aula Magna, no valor de 70€. Não fui notificado pela Entidade onde adquiri os bilhetes, mas percebi agora, pelo site oficial do cantor que o espetáculo foi cancelado. Pretendo o reembolso, mas a “LS Entertainment” (Destinos e Profecias - Unipessoal Lda) não responde aos mails. E neste momento apenas envia uma mensagem automática, com o seguinte texto: "...Exmos. Senhores, agradecemos o seu contacto. Informamos que, neste momento, estamos a trabalhar com uma equipa reduzida, pelo que o tempo de resposta poderá ser superior ao habitual. De momento, o único meio de comunicação disponível é o email, uma vez que a linha telefónica de atendimento se encontra temporariamente inativa. Agradecemos a sua compreensão e responderemos com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Equipa Live LS..." Nota: Tenho este reembolso para resolver e outro do Sidney Magal (que foi cancelado em Janeiro: mais 56€). Ainda tenho mais 1 concerto com esta Entidade mais ainda não consegui perceber de já foi cancelado ou não. Sei que já foi "adiado" para outra data e local (concerto do Paulo Ricardo). Agradeço a vossa colaboração, na resolução desta situação (apenas estou a passar por esta situação, porque adquiri todos estes bilhetes antes da primeira falha em Janeiro, já não o teria feito). Muito obrigado. Cumprimentos, Rui Paulo

Encerrada
J. A.
28/05/2026

Retenção ilegal de reembolso: Paguei 1985,15€ e eDreams tenta devolver apenas 900€

Venho solicitar o apoio da DECO PROTESTE relativamente a um processo de reembolso com a eDreams Portugal (Processo n.º 4699706 / Reserva Ref: 24668844550). Hoje, dia 28 de maio de 2026, cumprem-se exatamente 3 meses (90 dias) desde o pedido de reembolso original efetuado a 28 de fevereiro de 2026, tendo o prazo legal para a devolução já expirado. O valor total pago por mim foi de 1985,15€. Contudo, num contacto telefónico efetuado hoje com a linha de apoio (atendido pela operadora Denisse), foi-me transmitido que a eDreams apenas pretende proceder ao reembolso parcial de 900,00€, retendo ilegalmente 1085,15€ do meu capital. Adicionalmente, a operadora recusou-se a transferir a chamada para a supervisão (identificada como supervisor André) e negou-se a facultar o número de protocolo/registo da chamada. Não aceito qualquer liquidação parcial. Exijo a devolução integral dos 1985,15€ que me são devidos. Já avancei com queixa no Livro de Reclamações Eletrónico e solicito a intervenção e mediação da DECO junto deste operador económico para a resolução definitiva do caso.

Resolvida
V. C.
28/05/2026

Aumento sem suporte

Venho apresentar reclamação relativamente à gestão da minha reserva de viagem organizada para Cabo Verde (Ilha do Sal), associada ao processo PD2600008047, bem como ao agravamento adicional posteriormente comunicado no valor de €75,00 por passageiro (€450,00 no total da reserva). No dia 25 de maio de 2026, após contactos relacionados com a regularização do pagamento final da viagem, foi-me comunicado um agravamento adicional associado alegadamente a aumento de combustível/custos operacionais relacionados com a operação charter dos voos TAP. Contudo, apesar dos vários pedidos de esclarecimento efetuados ao longo da troca de e-mails, nunca me foi disponibilizado qualquer suporte documental concreto que permitisse validar objetivamente: * a comunicação específica do agravamento aplicável à presente reserva; * a data efetiva em que o agravamento foi aplicado; * a metodologia de cálculo do valor de €75,00 por passageiro; * a fundamentação concreta do montante exigido; * ou qualquer documento/comunicação do operador turístico ou da companhia aérea que permitisse ao cliente verificar objetivamente o agravamento aplicado. Ao longo das comunicações foram ainda transmitidas informações distintas relativamente à origem do agravamento, tendo sido referido, em momentos diferentes: * que o agravamento teria sido comunicado pela TAP; * que a informação teria origem no operador turístico; * que não existia documento oficial emitido pela companhia aérea; * e posteriormente referências a “documento por parte da TAP”. As respostas prestadas limitaram-se essencialmente a referências genéricas ao aumento dos custos operacionais, combustível, situação no Médio Oriente, contexto internacional e enquadramento legal das viagens organizadas, sem disponibilização de suporte específico relativo à operação correspondente à minha reserva. Acresce ainda que, ao longo do histórico de comunicações, a agência continuou sempre a referir e a trabalhar sobre o valor inicialmente contratado da viagem, tendo o agravamento surgido posteriormente como um ajuste adicional comunicado apenas por e-mail, sem emissão de documentação contratual atualizada ou suporte específico que permitisse validação objetiva do novo montante total apresentado ao cliente. Adicionalmente, verificou-se comunicação faseada e pouco clara ao longo do processo, nomeadamente: * referência ao prazo de pagamento até 19 de maio, apesar da referência Multibanco ter sido enviada apenas no próprio dia 19 de maio, às 14h45; * procedimentos associados ao pagamento noutras lojas apenas comunicados posteriormente; * sucessivas alterações ou esclarecimentos relativamente ao enquadramento do agravamento comunicado; * pressão para regularização imediata do montante adicional sob indicação de eventual cancelamento da viagem por falta de pagamento. Importa ainda referir que o pagamento do valor adicional foi efetuado apenas para salvaguardar a manutenção da reserva e evitar o cancelamento da viagem, não constituindo concordância quanto ao fundamento ou validação do agravamento aplicado. Não contesto necessariamente a existência legal de mecanismos de atualização de preço em viagens organizadas. Contudo, considero que a ausência de documentação específica de suporte ao agravamento comunicado, associada à forma como a informação foi sendo transmitida ao longo do processo, não permitiu uma validação clara, transparente e objetiva do montante adicional exigido ao cliente. Solicito, assim, apreciação da presente situação e validação da conformidade da atuação adotada relativamente à fundamentação, transparência e informação disponibilizada ao cliente no âmbito do agravamento aplicado à reserva em causa.

Encerrada
C. F.
27/05/2026
Smile4Porto, Unipessoal, Lda

Alojamento não condigno - cancelamento de reserva

No dia 22FEV2026, pelas 15h00, efetuei o check in no alojamento Moreira 284 Reserva Booking 6866607049. Após aceder ao quarto, constatei de imediato que o mesmo não apresenta condições de habitabilidade, nomeadamente: presença de humidade excessiva nas paredes, no wc era inadmissível a extensão da humidade e de caruncho, sujidade extrema no colchão e falta de limpeza geral apesar do ar estar impregnado com cheiro a lixívia, dificultando inclusive a respiração. Tais factos constituem uma violação do dever de prestação de serviço e uma questão de saúde pública. O anfitrião (funcionário) foi contactado no momento, apresentando como solução mudar de quarto. Acontece que todos os quartos disponíveis no apartamento do 3.º Esq estão nas mesmas condições, pelo que obviamente não aceitei. Uma vez que o serviço prestado não corresponde ao anunciado e viola as normas de higiene e segurança em vigor para o setor do turismo, solicitei a anulação da reserva sem custos e a devolução integral do valor pago 98,64 euros, que foi recusada (através dos meios do booking). Nesse mesmo dia apresentei reclamação no Livro de Reclamações Online e à data de hoje (27MAI2026) não obtive qualquer resposta por parte da emresa.

Encerrada

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