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Regulamento Interno do Parque Orbitur Sitava Milfontes
Exmos Senhores Sou frequentador permanente do parque da Orbitur Sitava Milfontes. Tenho um contracto anual de permanência num alvéolo situado nesse parque onde instalei uma Mobile Home. Nesse contracto, assinado entre as partes, consta, para além de outros, a obrigação de cumprir o Regulamento Interno do Parque, como é natural e que este está para consulta pública na recepção. Acontece porém que, quando nos dirigimos à mesma, informam-nos que não podem fornecer uma cópia do Regulamento (oito folhas), que se quisermos podemos consulta-lo lá e, dizem-nos que têm ordens expressas "superiores" para não deixar ninguém fotografar! Terão alguma coisa a esconder? Como posso ter acesso ao RI, que creio ser um direito meu como parte interessada no contracto? Em que repartição estatal deve este contrato constar para que possa recorrer à mesma. Cordiais cumprimentos
Experiência de acessibilidade horrível
No dia 27/06 fui com a minha mãe ao Rock in Rio ver o concerto do Rod Stewart. A minha mãe sofre de obesidade, tem 69 anos e tem 120kg. Ela não é considerada inválida nem tem atestado de incapacidade. E eu não tenho carro. Sendo um evento inclusivo, isto não devia ser impedimento e à 1a vista. Passo a citar os factos: 19:30 - Chegamos de Uber e tivemos de andar tudo a pé desde a paragem do Uber. Mesmo o acesso através do Shuttle da carris fica longe da entrada e para pessoas que tem mobilidade reduzida, não existe outra alternativa senão andar a pé até à entrada ou ir de carro. 20:30 - Conseguimos chegar á entrada do Rock in Rio e apanhamos um boogie que nos levou à central de acessibilidade. Aqui foi nos dito por uma assistente, que tínhamos de fazer a inscrição na recepção e de receber pulseiras para ter acesso à zona de acessibilidade. Quando chegamos à recepção, uma senhora estava a atender outra pessoa, quando nos viu ignorou-nos inicialmente e após alguns minutos com um sorriso de esgar e cínico, disse que não tinham cadeiras de rodas e que tínhamos de ir para a fila para deixar o nome e o contacto. Assim fiz. Fui atendida por outra senhora que me informou igualmente que não havia cadeira, que não podia fazer nada. Deixei os meus contatos. Esta senhora também não era NADA simpática. Parecia que nos estavam a fazer um favor. Após deixar os contatos, a 1a senhora continuou a ignorar-nos, não dando as pulseiras, nem explicando como poderíamos ir para o palco mundo. Depois apareceu outra senhora que nos viu ali e procedeu à nossa inscrição e deu-nos as pulseiras. A minha mãe recebeu uma pulseira de necessidades especiais e eu de acompanhante. A senhora que nos atendeu explicou por onde tínhamos de ir e reforçou que se nas plataformas de acessibilidade, tivessem acompanhantes, estes teriam de sair e dar lugar à minha mãe. E para tal, deveríamos falar com os assistentes que se encontravam nas plataformas. 21:30 - Começamos a andar a pé para a zona de acessibilidade. Paramos em vários lugares para minha mãe poder descansar. Quando chegamos às plataformas de acessibilidade do palco Mundo (Eram 2, uma para cadeira de rodas e outra para outras necessidades) os assistentes não nos deixaram entrar, alegando que a plataforma estava cheia e com a capacidade máxima. Eu disse-lhes que me tinham informado na recepção que os acompanhantes tinham de ceder o lugar, e estes tinham de lhes dizer para saírem, pois a minha mãe e outras pessoas que estavam à espera, tinham PRIORIDADE. A resposta que obtive foi ALUCINANTE: "Desculpe, nós podemos convidar os acompanhantes a cederem o lugar, mas não os podemos obrigar. Assim têm de esperar". 23:00 - Estivemos desde as 21:30 até as 23h à espera de poder entrar na plataforma. O concerto do Rod Stewart começou ás 22:40 e a 1a parte do concerto a minha mãe viu o que pode encostada a um caixote do lixo, pois já não consegui estar em pé sem ter dor nos joelhos. Eu fiquei na fila para marcar-lhe o lugar e ter a certeza que ela ia ter uma cadeira e quando chegou a nossa vez, eu já não sabia onde ela estava e quase nos perdíamos uma da outra, mas depois encontrei-a e ela finalmente sentou-se. Enquanto esperamos vi outras pessoas com necessidades a serem tratadas da mesma forma e a serem "instruídas" que tinham de aguardar. Nunca em momento algum os assistentes tentaram falar ou abordar os acompanhantes para darem lugar às pessoas que realmente necessitavam. As pessoas que foram tratadas da mesma forma: Uma senhora que tinha o pé engessado Uma senhora que tinha um dos pés com uma tala Uma menina, provavelmente com trissomia ou outra necessidade, que estava com os pais que a tinham por perto com uma coleira de plástico para ela não se perder deles Um senhor que apresentava uma atrofia muscular num dos braços Um rapaz que tinha dificuldade na fala e possivelmente um atraso cognitivo A todos foi respondido: "Desculpe, nós podemos convidar os acompanhantes a cederem o lugar, mas não os podemos obrigar. Assim têm de esperar". As pessoas ripostavam chateadas, claro, e os assistentes ignoravam completamente. Olhavam para outro lado e não faziam absolutamente nada! Era como falar com paredes ou pessoas que estão noutro mundo. Senti abuso de poder e zero empatia. Provavelmente como não são pagos, fazem o trabalho da forma mais miserável possível e não contribuem que as pessoas que já estão numa situação de vulnerabilidade, tenham uma experiência positiva. 23:30: A minha mãe sentou-se e viu o concerto e no meio do mesmo, uma cadeira na 2a fila mesmo à frente do palco, ficou livre. Um dos assistentes perguntou-lhe se ela queria ir e que a vista era melhor. Assim foi, ela foi para o lugar vago e a cadeira que ela estava a ocupar ficou vaga. Eu perguntei se podia levar a cadeira para ao pé dela e sentar-me com ela. Havia espaço. Foi me dito um não redondo. E tive de estar de joelhos no chão sentada ao lado dela, não podendo estar em pé porque tirava a visibilidade às pessoas que estavam atrás. O cúmulo da situação foi quando um dos assistentes veio ter comigo e me disse que eu estava a causar-lhe problemas com outras pessoas que queriam entrar na plataforma e havia uma cadeira livre e eu estava ali. Perguntei-lhe novamente: posso pôr a cadeira aqui? E ele disse não e foi-se embora. A mim já pode abordar para dizer que me tinha de sentar noutro sitio?? Em vez de dar a cadeira a alguém que precise! E quando entrei na plataforma nunca me sentei. Tive sempre perto da minha mãe em pé, quando ela entrou na plataforma e ficou mais para trás. Portanto, que raio de abordagem é esta?? Porque é que falam com uns e outro não? CHAMA-SE DISCRIMINAÇÃO. Eu ofereci o bilhete à minha mãe e comprei um para ir com ela, para vivermos a experiência de ver o Rod Stewart juntas. Eu não ia sair de ao pé dela se havia espaço!!!! 00:30: Após o concerto, tivemos de andar a pé desde a plataforma até à saída. Mais uns 40m. E conseguimos apanhar o autocarro, mas mais uma vez a minha teve de andar e parar muitas vezes. Daria 0 estrelas a esta experiência, se existisse essa possibilidade. Foi a 1a vez que fui ao Rock in Rio. Não irei mais. Foi uma experiência muito decepcionante e infernal até um certo ponto. Atendimento e acompanhamento da parte dos assistentes da acessibilidade muito mau, para não dizer horrível e sem humanidade ou verdadeira preocupação pelas pessoas com necessidades especiais. A cidade do Rock não é inclusiva, como tão bem vendem. Eu senti-me tratada como lixo juntamente com a minha mãe. Chego à conclusão de que o ROCK IN RIO só existe para facturar, facturar e faturar. Apresentam uma imagem muito glamorosa de tudo, incluído da organização da acessibilidade, mas depois não deixa de ser um FIASCO e um autêntico desastre.
cobranças indevidas
No dia 9 de Junho utilizei o serviço da Uber para me transportar da Alameda Fernão Lopes para a Av. dos Combatentes e daqui para o Ikea em Alfragide. O valor destas viagens foi de 8,94 € e 8,04 € respetivamente para a 1ª e 2ª. viagens. Ao analisar o extrato da minha conta bancária verifiquei que no dia 9 /6 me foram cobradas as quantias de 0,50 € 3, 39 € 0,50 € 4,99€ e 4,40 € que não reconheço como devidas. No dia 11 de Junho não utilizei qualquer serviço de transporte da Uber que no entanto cobrou-me 3,54 € 1,00 € 3,00 € 3,00 € e 8,04 € . Reconheço esta última verba de 8,04 € como sendo devida pelo transporte do dia 9/6 da Av. dos Combatentes para o Ikea bem como a verba de 1 ,00 € de gratificação ao motorista que me transportou de Miraflores para a Av. dos Combatentes não reconhecendo como devidas as restantes verbas. Relativamente às quantias de 3,00 € penso que respeitam a dois cancelamentos que não foram da minha responsabilidade conforme consta da minha reclamação para a Uber que já me reembolsou a quantia de 3,00€ indevidamente cobrada. Assim resta apenas reembolsar a outra quantia de 3,00€ que foi cobrada. De assinalar que a Uber não cobrou a quantia de 8,94 € respeitante ao transporte da Alameda Fernão Lopes para a Av. dos Combatentes. Consequentemente as quantia a cobrar pela Uber em relação aos referidos transportes do dia 9 de Junho são : - 8,94 € pelo transporte da Alameda Fernão Lopes para a Av. dos Combatentes + 1,00 € de gratificação ao motorista -8,04 € pelo transporte da Av. dos Combatentes para o IKea . Apesar da minha reclamação a Uber não regularizou esta situação fazendo o devido reembolso da quantia que paguei em excesso .
Conta por verificar, levantamento pendente e ausência de apoio ao cliente
Efetuei um depósito na minha conta da 888 Casino e, desde então, tenho tentado concluir o processo de verificação para poder levantar o meu dinheiro. Já submeti todos os documentos que me foram solicitados, tendo cumprido todas as exigências da plataforma. No entanto, a minha conta continua por verificar, sem qualquer explicação ou previsão para a conclusão do processo, o que impede o levantamento dos meus fundos. O que considero mais grave é a dificuldade em contactar o apoio ao cliente. O chat de apoio encontra-se indisponível há vários dias e, apesar de já ter enviado um e-mail a solicitar esclarecimentos, continuo sem uma resposta. É incompreensível que uma plataforma que gere dinheiro dos seus clientes não disponibilize um meio de contacto eficaz quando surgem problemas. Neste momento, o meu dinheiro encontra-se retido e não tenho qualquer informação sobre quando a situação será resolvida. Esta falta de comunicação gera preocupação e transmite uma enorme falta de transparência para com os clientes.
Reclamação contra Uber Eats – Falha grave na entrega e recusa de reembolso (Pedido nº92953)
Exmos. Srs, Venho por este meio solicitar o vosso apoio e mediação no sentido de resolver um litígio com a plataforma Uber Eats, decorrente de uma falha grave na prestação do serviço e subsequente recusa injustificada de reembolso. No dia 28/06/26, efetuei o pedido nº 92953 através da referida aplicação. O estafeta responsável pela entrega não cumpriu o procedimento correto: não tocou à campainha nem subiu ao apartamento. Em vez disso, limitou-se a deixar a refeição no chão, na entrada de acesso público aos apartamentos, tirando uma fotografia para dar o pedido como "entregue". Assim que recebi a notificação e vi a fotografia, desci imediatamente para recolher a encomenda. Contudo, o saco já não se encontrava no local, o que levanta fortes suspeitas de apropriação indevida ou burla. Apresentei queixa junto do apoio ao cliente da Uber Eats, que recusou o reembolso alegando que o estafeta tentou entrar em contacto comigo e que aguardou 10 minutos no local. Esta afirmação é redondamente falsa. Não recebi qualquer chamada ou tentativa de contacto por parte do estafeta durante o período em questão, e a própria cronologia dos factos (o tempo decorrido entre a receção da foto e a minha descida imediata) prova o contrário. Considero inadmissível que a plataforma valide uma "entrega" feita no chão da via pública/acesso comum, desresponsabilizando-se pelo facto de o cliente não ter recebido o produto pelo qual pagou. Trata-se de uma violação do contrato de prestação de serviços e de enriquecimento sem causa por parte da empresa. Face ao exposto, e visto que a Uber Eats se recusa a resolver o problema pelos canais habituais, solicito a vossa intervenção para que seja efetuado o reembolso integral do valor cobrado, no montante de 22,11€. Junto anexo o comprovativo do pedido e a fotografia deixada pelo estafeta como "prova" de entrega no chão. Agradeço desde já a vossa atenção e permaneço ao dispor para partilhar mais detalhes, se necessário. Melhores cumprimentos,
Viagem negada, sem reembolso e sem assistência a idosos
À atenção do Departamento de Apoio ao Cliente da Azul Linhas Aéreas Venho formalizar uma reclamação pelo cancelamento forçado da viagem dos passageiros Sr. Luiz Antonio Mudesto da Silva e da Senhora Tania Regina Godoy da Silva, ocorrido no dia 25/06/2026 no aeroporto do Galeão - Rio de Janeiro - Brasil, devido a um erro de emissão da MyTrip (agencia mediadora da viagem) junto com a companhia aérea Azul. A companhia Iberia em conjunto com a Latam, negaram o embarque por ausência de número de bilhete (e-ticket) no trecho operado pela Azul, que seriam as passagens de volta para o Rio de Janeiro. Pois mesmo com o código da reserva e comprovativo de pagamento, a Ibéria (operado pela companhia Latam) não deixaram os passageiros embarcarem e não prestaram nenhuma assistência, pois tratava-se de dois idosos e com problemas comprovados de saúde. A My Trip, como agência mediadora, falhou na emissão correta dos bilhetes junto a companhia Azul e agora recusa o reembolso, transferindo a responsabilidade para as companhias aéreas. O serviço não foi prestado de forma adequada por culpa exclusiva da agência e das companhias aéreas, causando grandes problemas financeiros e de planejamento de viagem. Exijo o reembolso integral do valor pago pelos bilhetes de ida para o Porto, pois os bilhetes da volta consegui o reembolso. - O número da reserva da viagem pela Azul tem os códigos (QGNGPL e o IFD98L). Caso a devolução não seja processada, formalizarei seguiremos com os procedimentos legais cabíveis. Aguardo resolução urgente !!! Atentamente, Adriano G. Marassatti adrianomarassatti@gmail.com
Deposito nao devolvido...Record Go
Boa tarde,Eu aluguei um carro no europorto de faro com empresa nome Record go....A situacao e seguinte...eu paguei deposito de 192 euros,o mes passado,Nunca recebi esse valor na minha conta,Ja enviei varios emails mais ninguem envia uma resposta clara,Enviam sempre o mesmo email.. "Tenho que contactar o meu banco....Fui ao meu banco e esclareco a situação..e no meu banco a explicacao foi....Nos nao temos conhecimento de dinheiro vindo dessa enpresa.Agradecia muito se me podesem ajudar
comissoes abusivas ViaGogo
Adquiri um bilhete para Festival Nos Alive através da ViaGogo. O preço anunciado de cerca de 132 Euros foi inflacionado para (209,38 Euros) por comissões e taxas que me surpreenderam e as quais me fazem perder o interesse. Contactados não manifestam qualquer abertura em devolver as comissoes excessivas ou cancelar a venda que me desinteressa perante tamanho aumento de preço Grato.
Pedido de rembolso
Sou Odete Carlos Nabicam, e-mail Nabicamodete@gmail.com. Envio este email para pedir rembolso a Edream. Ja vos escrevi varias vezes e voçes nunca me responderam. Quero que nem tentem tirar o meu dinheiro do meu banco . No ano passado voçes tiraram o valor da minha conta aida nos dias de experiência tive que perder o meu dinheiro, cancelei meus cartoes e este ano outra vez a mesma história. Quem vos disse que eu queria renovação? O que vocês fazem é roubo! Ordeno que devolvam o meu dinheiro o mais rápido possível. Sao 179,98€ .
Liquidação incorreta de aposta: informação insuficiente no ponto de decisão
Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Bem Operations Limited (Betclic), relativa à liquidação incorreta de apostas desportivas no mercado "Total de Golos do Haiti" no jogo Haiti vs Marrocos. A liquidação foi efetuada contabilizando um autogolo marcado por um jogador de Marrocos como golo do Haiti, determinando que as minhas apostas fossem consideradas perdedoras. No entanto, a única informação contextual disponível no momento da aposta, o ícone informativo 'i' do mercado, não continha qualquer menção a regras sobre autogolos. A própria Betclic reconheceu expressamente, na sua resposta oficial publicada no Portal da Queixa, que o ícone informativo "pode não detalhar todas as situações específicas, como o caso dos autogolos". Esta admissão demonstra que a informação disponibilizada ao consumidor no ponto de decisão era incompleta e insuficiente. Nos termos do Decreto-Lei n.º 446/85, relativo às cláusulas contratuais gerais, as cláusulas que não sejam adequadamente comunicadas ao consumidor não lhe são oponíveis. Uma regra específica sobre autogolos que não consta do ícone informativo do mercado não cumpre o requisito de comunicação adequada. Solicito a devolução do montante de 90€ correspondente às apostas perdidas em resultado desta liquidação. A troca de mensagens com a Betclic está documentada publicamente no Portal da Queixa: https://portaldaqueixa.com/brands/betclic-betclick-limited/complaints/betclic-omissao-de-informacao-no-ponto-de-venda-apostas-resolvidas-incorretamente-157698626
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