Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
M. K.
11/02/2026

Improper billing / Disputed invoice sent to collections

I am filing this complaint regarding invoice no. 3000769995, dated 11 July 2024, in the amount of EUR 1,856.62, related to a car rental paid by card. My payment provider (Wise) has provided written confirmation that the EUR 1,856.62 transaction was successfully processed and captured by the merchant, and that there is no unpaid or outstanding balance on my side. Despite my formal dispute and submission of supporting documents, SIXT only contacted me again in October 2025 and then transferred the matter to a collection agency (eCollect AG), which is now demanding EUR 2,374.24 (invoice amount plus interest/fees) while the principal remains disputed and without proof of any outstanding debt. Context (prior history): This is not the first time I have experienced serious billing issues with SIXT. I worked with SIXT for approximately 1.5 years (2023–2024). In a prior dispute where SIXT pursued payment from me, it was ultimately confirmed that SIXT owed us approximately EUR 4,000, not the other way around. This history raises concerns about the accuracy of SIXT’s billing and internal reconciliation processes. Request/Resolution sought: 1.Immediate withdrawal of the case from eCollect AG and cancellation of any related interest/fees; 2.A written explanation and reconciliation evidence showing how SIXT concluded the invoice was unpaid (including acquirer reference/ARN if applicable).

Encerrada
C. C.
11/02/2026
dellasol

incumprimento de contrato

Em 2022 aderimos ao Dellasol Club de Férias que garantia oferta a preços vantajosos de pacote de viagens (vôo + estadia) a escolher durante determinados períodos a partir do site, mediante a subscrição de um acordo de crédito com a Cofidis. Em alternativa aos pacotes também se poderia usufruir de estadias em multipropriedades por um x número de dias por ano (opção que recusámos em troca da devolução de parte do valor do emprestimo). Como bonus de inscrição havi ainda um voucher a resgatar dentro de um prazo contado a partir da data de inscrição. Ainda, como viajamos muito por causa do trabalho, foi-nos assgurado que o Club teria condições muito vantajosa em relação à compra de bilhetes aereo através das companhias: bastaria enviar e-mail a solicitar a quotação. nada do que descrevi acima aconteceu: - apesar de termos desistido do uso das multipropriedades, o valor nunca foi devolvido; - apesar de termos efectuado várias tentativas de marcação de pacotes de viagem de férias, havia sempre qualquer coisa que não estava bem: ou não era no período certo, ou já não havia disponibilidade para aquilo que nós queríamos, ou havia problemas no site; - apesar de termos pedido várias vezes propostas para viagens de trabalho, as respostas ou não chegavam a tempo, ou não eram competitivas; Durante quase 2 anos tentámos contactar o Dellasol por mail ou por telefone, mas nunca obtivemos resposta. Entretanto, o número de telefone já não existe, as instalações físicas estão fechadas e vandalizadas e resolvemos cancelar o débito direto com a Cofidis, por incumprimento contratual, mas a Cofidis exige-nos a quantia remanescente.

Encerrada
J. V.
10/02/2026
ClassPAss

Publicidade enganosa

Experiência muito negativa. Não recomendo Aderi ao primeiro mês gratuito do Class Pass, sendo claramente indicado na app que seria enviada uma notificação antes de qualquer cobrança para permitir o cancelamento da mesma. (está escrito na app) Essa notificação não foi enviada e o valor foi-me debitado sem aviso. Caso tivesse sido notificada, como vocês próprios fizeram questão de dizer, teria cancelado dentro do prazo. Já enviei vários emails a solicitar a devolução do valor cobrado, agradecendo que a situação seja resolvida com a maior brevidade e náo obtenho qualquer tipo de resposta. Apenas resposta automáticas. Não existe qualquer tipo de apoio ao cliente.

Resolvida
I. S.
10/02/2026

Rescisão contrato

Eu, Inês Sofia Barreiro Santos com número de cliente 143585-0, venho pedir ajuda para o cancelamento da anuidade da Interpass. Já paguei à anos as prestações todas e agora tenho que andar a pagar a anuidade... Não uso o plano Interpass muito menos viagens.. Estou á muito tempo desempregada e tenho 2 filhos a cargo, não posso andar a pagar esta anuidade mais.. Peço por favor urgência visto a minha vida financeira não estar bem. Obrigada

Encerrada
F. S.
10/02/2026

Enriquecimento ilícito

Exmos. Senhores da Booking.com, Apresento reclamação formal relativa a uma reserva recentemente efetuada na vossa plataforma. O alojamento estava identificado como HOTEL. Contudo, minutos após a reserva, ao analisar melhor a informação e comentários, percebi que não se tratava de um hotel, mas sim de um apartamento que alugava quartos. Sentindo-me induzido em erro pela classificação do anúncio, cancelei a reserva 2 a 3 minutos após a confirmação. Apesar do cancelamento praticamente imediato e de não ter existido qualquer utilização da reserva, o proprietário recusou o reembolso do valor pago (€1.200,00). A Booking.com informou que a decisão caberia apenas ao proprietário, sem apresentar solução. Considero esta situação totalmente desproporcional e contrária ao bom senso, sobretudo tratando-se de um cancelamento imediato motivado por informação potencialmente enganosa no próprio anúncio. Solicito: Revisão urgente do caso; Reembolso integral do valor pago; Verificação da forma como o alojamento é apresentado na plataforma. Aguardo uma resolução célere e justa, ou então os advogados entrarão.

Encerrada

Não reembolso de bilhete – Serviço não prestado

Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa Yellow Eventos, por retenção indevida de valores pagos e incumprimento das suas obrigações legais enquanto promotora de eventos. No dia [data do evento], adquiri um bilhete para o concerto do artista MC IG, destinado ao meu filho. No entanto, após mais de três horas de espera, não foi possível o acesso ao recinto, por motivos exclusivamente imputáveis à desorganização da entidade promotora (alteração de local, falhas graves no controlo de entradas e gestão do evento). O espetáculo não foi assistido, logo o serviço não foi prestado. Contactei a empresa solicitando o reembolso do valor pago, conforme previsto na lei do consumidor. Em resposta, a Yellow Eventos limitou-se a apresentar justificações logísticas e a impor unilateralmente a alternativa de um bilhete para outro evento (Carnaval), solução que nunca foi solicitada nem aceite, uma vez que não adquiri um vale, mas sim um espetáculo concreto. Posteriormente, após insistência, a empresa solicitou o meu IBAN para efetuar o reembolso, o que demonstra o reconhecimento implícito da obrigação de devolver o valor. O IBAN foi fornecido, mas até à presente data não foi efetuada qualquer devolução, nem apresentada data concreta para o pagamento. Passados vários meses: continuo sem o dinheiro continuo sem o espetáculo continuo a receber apenas respostas vagas ou ausência de resposta Esta conduta revela desrespeito pelo consumidor, má-fé e incumprimento contratual, sendo inaceitável que uma empresa continue a operar no mercado ignorando direitos básicos dos clientes. Nos termos da legislação aplicável, quando um serviço não é prestado, o consumidor tem direito ao reembolso integral, não podendo o promotor transferir para o cliente os riscos da sua atividade nem impor alternativas. Solicito, assim, a intervenção desta entidade para que: seja ordenado o reembolso imediato do valor pago seja avaliado o comportamento da empresa enquanto promotora de eventos Apresento esta reclamação também com o objetivo de alertar outros consumidores para evitarem situações idênticas. Aguardo resolução célere. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
F. A.
09/02/2026

Inexistência de prestação de serviço

Venho pelo presente apresentar queixa por suspeita de burla contra a empresa Skydive Maia, relativa à venda de vouchers para saltos de paraquedas. O voucher n. 241220489 foi adquirido em 31/12/2024. Apesar de sucessivos contactos (chamada, WhatsApp, email). nunca foi agendado o salto, porque alegadamente tiveram redução de voo e o clima atmosférico era muitas vezes desfavorável. O serviço não foi prestado nem devolvido o valor pago. Att F.A.

Encerrada
M. L.
09/02/2026

Reclamação Avis Portugal: práticas comerciais abusivas e falta de transparência

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Avis Portugal relativamente a um aluguer efetuado no Aeroporto de Lisboa, de 15/01/2026 a 18/01/2026, contrato E545351321, viatura Hyundai Kauai, matrícula CA‑37‑TB, reservado através do Booking.com. Em síntese, os problemas principais são: 1) Venda agressiva de seguros locais desnecessários Informei o colaborador da Avis que já tinha um seguro “Full Protection” via Booking/Zurich (apólice 7812609872), que cobre danos e franquias até 20.000 euros, reembolsando os montantes que a Avis me viesse a cobrar por danos ao abrigo do contrato. Na própria documentação da reserva do Booking.com consta expressamente que: • a caução a bloquear no cartão ao levantar o carro seria de 200,00 euros; • as franquias de danos e roubo (3.151,26 euros com IVA) podem ser reduzidas através de uma “Franquia reduzida” ou outras coberturas adicionais, apresentadas como produtos facultativos. No balcão da Avis, contudo, a informação foi-me apresentada de forma muito mais alarmista: foi-me referida verbalmente uma alegada franquia de cerca de 2.000 euros em caso de danos, sem enquadrar devidamente a existência e o alcance do seguro Full Protection já contratado via Booking/Zurich, nem o facto de a caução prevista na reserva ser de 200 euros. Perante esta explicação e sob o impacto da referência a um valor de franquia muito elevado, bem como medo instigado pelo colaborador acabei por ser levado a contratar seguros locais adicionais (“Super Cobertura de Danos + CDW”, no valor de 32,48 euros, e “Cobertura de Vidros”, no valor de 22,28 euros), que se revelaram redundantes face à cobertura externa que já possuía. Considero que esta atuação constitui uma prática comercial agressiva e desleal, que explora o medo do consumidor no momento do check‑in e o leva a contratar produtos adicionais que, em condições de informação completa e equilibrada, não contrataria. 2) Política de combustível enganadora e pouco transparente No momento do levantamento, foi-me dito verbalmente que a Avis tinha um acordo com gasolineiras e que o combustível seria cobrado a 1,31 euros/litro + taxas, com a explicação concreta de que: • se eu devolvesse o carro com mais de meio depósito, compensava encher antes de entregar; • se devolvesse com cerca de 1/4 de depósito, compensava entregar assim porque o preço interno seria mais vantajoso. Confiando nesta explicação, devolvi o carro com cerca de 1/4 de depósito. Mais tarde, verifiquei que me foi cobrada a opção de “combustível simplificado” (EZ Fuel) no valor de 82,05 euros, que, com taxas, ascendeu a cerca de 88 euros. Este valor é superior ao que teria pago se tivesse abastecido o carro num posto de combustível de supermercado (Auchan/Intermarché), pelo preço de mercado (cerca de 1,65 euros/litro). Na resposta escrita à minha reclamação no Livro de Reclamações (ref. ROR00000000045486153), a Avis já nem refere os 1,31 euros/litro que me foram ditos no balcão, passando a mencionar 1,35 euros/litro + IVA. Esta discrepância mostra inconsistência entre a informação verbal prestada ao consumidor e a informação escrita invocada posteriormente, o que torna ainda mais evidente a falta de transparência da política de combustível. Em suma, fui levado a tomar uma decisão económica (não abastecer fora) com base numa informação incompleta e enganadora sobre o preço efetivo do combustível, o que me causou prejuízo direto. 3) Valores desproporcionais por danos ligeiros nas jantes e critério pouco razoável No final do aluguer, foram identificados riscos superficiais em duas jantes dianteiras. De acordo com a estimativa de custos enviada pela própria Avis (doc. 513319701), foram imputados: • 97,67 euros + IVA (120,13 euros) pela jante dianteira esquerda; • 109,89 euros + IVA (135,16 euros) pela jante dianteira direita; • 78,70 euros + IVA (96,80 euros) a título de “tempo de inatividade do veículo”; • 38,00 euros + IVA (46,74 euros) de “taxa de gestão por danos”; perfazendo um total de 398,83 euros por meras arranhadelas/raspagens nas jantes. Considero estes valores manifestamente desproporcionais para danos superficiais. Uma reparação de jante em oficina comum ronda, tipicamente, valores bastante inferiores por unidade, e não inclui este tipo de acréscimos (perda de uso e taxas administrativas) nestes montantes. Em anexo, a Avis enviou ainda fotografias que incluem, além das jantes, imagens do para‑choques com pequenos pontos escuros (mosquitos/insetos de autoestrada), que são claramente sinais normais de utilização e não danos. Isto reforça a perceção de que o critério de avaliação de “danos” é excessivamente gravoso para o cliente, podendo configurar uma prática sistemática de sobrecarga de custos de reparação. 4) Resposta insatisfatória à reclamação no Livro de Reclamações Apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico (ref. ROR00000000045486153). A resposta da Avis limita‑se, em essência, a afirmar que, por eu ter assinado o contrato, se presume que li, compreendi e aceitei todas as condições, e que a empresa não pode corroborar aquilo que foi dito verbalmente no balcão. Não há qualquer esforço em confrontar a divergência entre a explicação verbal e os custos efetivamente cobrados, nem em ponderar a proporcionalidade dos valores aplicados pelas jantes e pelos serviços associados. Em particular, a empresa refugia‑se na assinatura do contrato para ignorar a forma como a informação foi transmitida ao consumidor no momento do atendimento. 5) Situação atual A Avis debitou‑me o valor total de 505,47 euros. O seguro Zurich/Booking aprovou entretanto um reembolso parcial relativo à componente de danos (franquia), o que mitiga o prejuízo direto nessa parte. No entanto, este reembolso externo não resolve: • a venda de seguros locais redundantes, • a política de combustível enganosa, • e a desproporção dos valores cobrados pelas jantes e respetivos suplementos (tempo de inatividade, taxa de gestão). Pedidos • Que seja analisada a existência de práticas comerciais agressivas e enganadoras na venda de seguros adicionais no balcão, bem como na explicação da política de combustível, à luz da legislação de defesa do consumidor. • Que se avalie a razoabilidade e proporcionalidade dos valores cobrados pelas jantes e pelos serviços associados (tempo de inatividade e taxa de gestão), face ao tipo de dano e aos preços praticados no mercado. • Que se recomende à Avis a devolução dos montantes cobrados a título de seguros locais redundantes e a eventual correção/redução dos valores imputados por danos e combustível. • Que, se for caso disso, o processo seja comunicado às autoridades competentes (ASAE, Direção‑Geral do Consumidor).

Encerrada
D. Q.
09/02/2026

Serviços não prestados

Exmos senhores Venho aqui reclamar sobre a aquisição de um salto de paraquedas em Dezembro de 2023,que nunca foi feito. Depois de inúmeras vezes ter sido marcado e desmarcado por vocês por várias razões por ex: restrições aéreas, ou por condições climáticas etc... Consegui voltar a marcar para este ano,mas agora tento contactar vos por vários meios desde telefone,e-mail, WhatsApp etc e não obtenho resposta, inclusive na vossa página da Internet diz que fecharam permanentemente, isto sem qualquer aviso ou contacto para o cliente. Venho pedir o total reembolso do valor que paguei na altura foram 139,99. Espero que está situação seja resolvida o mais brevemente possível Aguardo o vosso contacto para fornecer os dados.

Encerrada
A. M.
09/02/2026

Cancelamento dos saltos e devolução do dinheiro

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Skydive Maia devido ao incumprimento efetuado na falta de prestação de serviço e à retenção indevida de montantes pagos. Em 2024, adquiri dois vouchers para dois saltos de paraquedas com a intenção de o oferecer ao meu namorado de prenda de aniversário. Desde a data da compra, o salto foi agendado em diversas ocasiões. No entanto, a empresa procedeu sempre ao cancelamento e adiamento das marcações, justificando-se sistematicamente com condições meteorológicas ou por restrições áreas. Devido ao arrastar desta situação há mais de dois anos e à impossibilidade de realização do serviço, foi-nos informado por telefone que a validade do voucher seria prolongada pela Skydive Maia. Contudo, mesmo com esse prolongamento, o serviço nunca foi concretizado. Atualmente, a empresa encontra-se incontactável. Todas as tentativas de contacto telefónico ou e-mail não são atendidas nem respondidas. Queremos manifestar a devolução do valor pago mas não respondem a nada. Assim, considerando a quebra de confiança e o incumprimento contratual definitivo por parte da Skydive Maia, informo que já não tenho interesse no reagendamento do serviço e exijo a restituição imediata do valor total pago a ser efetuada pelo mesmo meio de pagamento utilizado na compra. Caso tal não seja possível por motivos técnicos, aguardo o vosso contacto urgente para vos facultar os dados necessários para a transferência bancária. Aguardo a vossa intervenção célere para a resolução deste litígio. Com os melhores cumprimentos, Andreia Mendes

Encerrada

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