Reclamações públicas
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Cobrança Indevida
Depois de ter efectuado uma reclamação na Airhelp por um voo atrasado em Agosto de 2024, em Maio de 2026 eles enviaram-me uma factura para pagamento de um serviço que não foi prestado nem resolvido por eles. Primeiro, começam por dizer que receberam a confirmação da companhia aérea que a compensação por atraso do voo em questão foi-me paga directamente. É falso porque a companhia aérea paga esse valor à empresa que está a tratar do assunto e não directamente ao passageiro que está a reclamar. Segundo, após o magnifico trabalho que fizeram durante um ano, que se resumiu a "estamos a aguardar resposta da companhia aérea", uma resposta que não deveria ultrapassar os 3 meses, já depois da companhia aérea ter recusado a indemnização a 4 de Junho de 2025 - relembro que o voo em questão foi em Agosto de 2024 - outra empresa de gestão de reclamações de companhias aéreas (a Reclamador) resolveu o caso em 2 meses (Setembro de 2025). E vem agora Airhelp, ao fim de quase 2 anos, reclamar uma taxa pelos seus serviços. Têm a confirmação da companhia aérea que foi paga a compensação, têm o nome da empresa a quem foi paga a compensação, e passado um ano, querem cobrar 125€ pelo trabalho que não fizeram. Obviamente eles vão sempre apoiar-se nos termos e condições da empresa, mas a publicidade a esta empresa de parasitas está feita.
Cancelamento sem compensação ajustada
Exmos. Srs. Venho por este meio expor a seguinte reclamação: - Efetuei reserva de alojamento através da plataforma Booking (nº 5303561368) há cerca de 3 meses (no dia 08/março – anexo 1) por se tratar do dia da Queima das Fitas da Universidade de Évora (06/junho), e este sábado dia 30/maio fui contactada pela unidade hoteleira “Guest House – Palacio Diana” (que tinha reservado) pela Sra. Vera, a indicar que estavam com problemas em canos e que não conseguiriam assumir a reserva, pedindo-me que a cancelasse. - Informei a unidade que não iria fazer cancelamento enquanto não contactasse o Booking - A unidade hoteleira disponibilizou-se a enviar-me opções de alojamentos por whatsapp (Anexo 3), tendo enviado uma opção, mas a alternativa não era com condições similares, pois a minha reserva foi de quarto privado com wc privado (anexo 2), e a alternativa era de cama em dormitórios (12 camas) e, portanto, e sem wc privado (anexo 3A) - Contactei a unidade hoteleira a indicar que aquela opção nada tinha de similar e que, portanto, não era opção, tendo-lhe indicado que por ser este evento já não havia muitas opções de alojamento, mas que havia por ex. o Évora Hotel que embora fosse mais afastado poderia ser, e que deviam assumir a diferença, ao que me respondeu (Sra. Vera) que estava a tratar com o Booking. - Aguardei e qual foi o meu espanto ter recebido a notificação do cancelamento do Booking, dando-me como opção a tal opção do dormitório e que assumiam a diferente de apenas €20,77 (anexos 4) - Atualmente, dada procura na sequência desse evento, como devem compreender, as opções similares disponíveis são de valores muito mais elevados (anexo 5) É lamentável que desde logo não o Booking não tenha tido a hombridade de defender os meus direitos enquanto cliente deles há anos, nomeadamente validarem se a opção que foi sugerida ter condições similares, e por isso, não posso aceitar aquela compensação dado ser ridiculamente inferior à diferença de preços atual. Atendendo à data próxima do evento, solicito num máximo de 3 dias, que seja feita reserva e assunção da diferença de preço, para alojamento similar nomeadamente: - Localização: no centro - Quarto (tamanho razoável) privado com WC privado - Mínimo de classificação geral 8.4, com item limpeza mínimo 9.0 (que mais valorizo) Manifesto ainda a atuação de má fé por parte da unidade hoteleira, que me contactou no dia 30/maio a pedir/insistir para que eu fizesse o cancelamento da reserva, que me levaria à perda dos meus direitos. A minha disponibilidade de contacto é total, fico a aguardar resposta/contacto com a urgência que se evidencia face à data em que necessito do alojamento (06/junho, próximo sábado). Luisa Silva Contacto 965115842 Email: luisa-m-silva@sapo.pt
Prática Comercial Abusiva – Cobrança Indevida de Subscrição eDreams Prime (89,99€)
Exmos. Senhores da DECO Proteste e eDreams Portugal, Apresento reclamação contra a eDreams devido à cobrança não autorizada de 89,99€ no meu cartão bancário, referente à subscrição anual do serviço "eDreams Prime". No passado dia 4 de maio, realizei a compra de uma passagem aérea e hospedagem no site da eDreams. Sem o meu consentimento explícito, destacado ou informado de forma clara, a empresa ativou um "período experimental gratuito de 14 dias" associado à minha compra (tática de venda negativa / dark patterns). Terminado este período, foi-me debitado o valor total de 89,99€. Ao contactar a vossa linha de apoio ao cliente, a atendente recusou o reembolso total alegando que "o mercado português não permite reembolsos". Como alternativa, propôs um reembolso parcial (50% em voucher e 50€ em dinheiro), que rejeitei de imediato. Esta prática viola os direitos do consumidor nos seguintes pontos: 1. Falta de Consentimento Expresso: Conforme estipulado no Artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, opções pré-assinaladas ou subscrições automáticas geradas a partir de outra compra sem aceitação clara do preço são ilegais e constituem práticas comerciais desleais. 2. Direito de Livre Resolução: Sendo um contrato celebrado online, o prazo legal de 14 dias para o arrependimento e reembolso monetário integral conta a partir do momento em que a cobrança efetiva é realizada, e não do início de um período experimental do qual o consumidor não foi devidamente alertado. Face ao exposto e com o suporte público das ações que a DECO tem movido contra esta entidade por estes mesmos abusos, exijo: O cancelamento imediato e definitivo da conta Prime. O reembolso integral dos 89,99€ na conta bancária original, recusando vouchers ou indemnizações parciais. Melhores cumprimentos, Fabio Rangel
Burla na eDreams
Venho apresentar reclamação relativamente a uma cobrança de 89,99€ efetuada pela eDreams referente à subscrição Prime. No ano passado fui surpreendida por uma cobrança deste mesmo valor, da qual nem sequer tinha conhecimento prévio. Após contacto com a empresa, foi-me informado que o valor correspondia à subscrição Prime. Contudo, após o primeiro débito, foi efetuada uma segunda cobrança do mesmo valor apenas dois dias depois. Na sequência dessa situação, apresentei reclamação, a qual foi considerada procedente, tendo-me sido devolvido o montante cobrado indevidamente. Nessa mesma ocasião solicitei expressamente o cancelamento da subscrição, tendo sido informada de que o cancelamento seria efetuado e a situação ficaria resolvida. A reclamação foi encerrada como resolvida e, desde então, deixei de utilizar os serviços da eDreams. Não tenho sequer a aplicação instalada e não usufruo de qualquer benefício associado à referida subscrição. Apesar disso, fui novamente confrontada com uma cobrança de 89,99€, um ano depois, relativa à mesma subscrição que havia solicitado para cancelar. Considero esta situação inaceitável, uma vez que o pedido de cancelamento foi efetuado atempadamente e a empresa deu a entender que o mesmo tinha sido concluído.
Cobrança indevida de alegados danos em dois alugueres distintos e ausência de resposta efetiva às re
Venho apresentar reclamação contra a empresa Record Go relativamente a duas cobranças efetuadas após a devolução de veículos alugados no Porto, referentes às reservas RRR1PB e RRRBD2, no valor total de 557,38€. Sou cliente habitual da empresa e realizei diversos alugueres nos últimos anos, incluindo no Porto, Madeira e Açores, sem qualquer incidente ou divergência. Contudo, nestes dois últimos alugueres fui confrontado com cobranças que considero injustificadas e relativamente às quais a empresa não forneceu esclarecimentos adequados nem analisou devidamente as provas apresentadas. Primeiro caso – Reserva RRR1PB Após a devolução do veículo, foi-me debitado o valor de 258,30€ alegadamente devido a um dano identificado no veículo. Contestei imediatamente a cobrança por considerar que o veículo foi devolvido nas mesmas condições em que me foi entregue. Solicitei esclarecimentos e apresentei fotografias tiradas no momento da recolha do veículo, na presença de um colaborador da empresa, onde já são visíveis marcas na zona posteriormente indicada como danificada. A documentação enviada pela Record Go contém descrições contraditórias e pouco claras relativamente à natureza da reparação alegadamente efetuada. Além disso, as fotografias apresentadas pela empresa não permitem identificar de forma inequívoca a existência de um dano novo nem demonstrar que o mesmo não era pré-existente. Apesar de ter apresentado estes argumentos e solicitado uma reapreciação da situação, a empresa limitou-se a repetir respostas padronizadas, sem analisar concretamente os elementos enviados nem responder às questões colocadas. Segundo caso – Reserva RRRBD2 A situação repetiu-se poucos meses depois. Neste caso, a devolução do veículo foi efetuada diretamente perante um colaborador da Record Go. O veículo foi inspecionado na minha presença e fui expressamente informado de que tudo se encontrava em perfeitas condições, sem qualquer dano visível e sem qualquer problema relacionado com combustível ou estado geral do veículo. Solicitei inclusivamente um documento assinado que comprovasse a boa entrega do veículo. Foi-me informado que esse procedimento tinha sido alterado e que a confirmação seria enviada posteriormente por email. Para minha surpresa, após abandonar as instalações recebi um documento com uma cobrança de 299,08€ por alegados danos visíveis no veículo. Mais uma vez, contestei imediatamente a situação, solicitei a devolução do montante cobrado e apresentei os mesmos argumentos relativos à falta de prova clara e à inconsistência da documentação apresentada. Tal como no primeiro caso, a empresa respondeu apenas através de mensagens padronizadas, sem responder às questões concretas levantadas. Fundamentos da reclamação Considero estas cobranças injustificadas pelos seguintes motivos: * Não foi demonstrado de forma clara, objetiva e inequívoca que os danos reclamados tenham ocorrido durante os períodos dos alugueres. * Possuo fotografias tiradas no levantamento dos veículos que demonstram a existência de marcas e imperfeições já presentes e não devidamente assinaladas pela empresa. * As fotografias apresentadas pela Record Go não permitem comprovar de forma conclusiva a existência de danos novos. * A documentação relativa aos custos de reparação contém descrições ambíguas e contraditórias, impossibilitando a validação dos montantes cobrados. * No segundo aluguer, fui expressamente informado por um colaborador da empresa de que o veículo se encontrava em perfeitas condições no momento da devolução. * A empresa não efetuou uma análise efetiva das reclamações apresentadas, limitando-se a reproduzir respostas genéricas sem responder às questões concretamente colocadas. * Foram cobrados 557,38€ sem que tenha sido apresentada prova suficiente que permita imputar tais danos ao consumidor. Pedido Solicito a intervenção da DECO Proteste para que a Record Go: 1. Reavalie ambos os processos de cobrança; 2. Apresente prova objetiva e inequívoca da origem dos alegados danos; 3. Proceda ao reembolso integral dos montantes cobrados indevidamente, no valor total de 557,38€, caso não consiga demonstrar de forma clara a responsabilidade do consumidor; 5. Responda de forma fundamentada às questões e elementos probatórios já enviados. Entendo que o consumidor não pode ser responsabilizado por danos cuja origem não seja devidamente comprovada nem confrontado com cobranças significativas suportadas apenas em documentação contraditória e respostas padronizadas.
Incumprimento de pagamento
Venho deste meio mostrar a minha insatisfação com a Viagogo. Realizei uma venda de 3 bilhetes para o concerto do Bad Bunny (27/05/2026) pelo site da Viagogo com o código de venda 637138781. A venda aconteceu no dia (03/03/2026) e os bilhetes foram entregues instantaneamente nesse momento, pois já os tinha disponibilizado à priori a esta empresa. Recebi um e-mail a informar-me que os bilhetes foram vendidos e ainda um outro onde comprovava que tinham sido entregues (segue em anexo). No dia seguinte ao concerto, vou à app oficial da Viagogo e aparece que não realizei nenhuma venda, nem existem pagamentos a ser processados. Entro em contacto com o apoio ao cliente (28/05/2026), onde me informam que vão abrir uma disputa de venda, que o tempo de espera é de 30 a 45 dias. Na sua política de venda, informam que o pagamento dos bilhetes vendidos ocorre entre 5 a 8 dias. Desta forma, corro o risco de sair lesado em 576,18€, sendo que vendi apenas os bilhetes que era titular (enviei-lhes a fatura do ato de compra), exclusivamente no site da Viagogo, pelo que o comprador não terá tido qualquer problema no acesso ao evento, como tal não incumpri qualquer norma. Recebi ainda um e-mail da viagogo, para avaliar o processo de venda (segue em anexo), mais uma vez mostrando que os meus bilhetes foram corretamente vendidos.
Recusa indevida de reembolso após cancelamento de voo pela TAP Air Portugal
No dia 22/01/2026 comprei através da agência online MyTrip uma passagem aérea operada pela TAP Air Portugal para o trajeto Porto–Paris, com voo originalmente previsto para 3 de junho de 2026. Posteriormente, recebi um SMS da TAP informando que o voo foi cancelado devido a uma greve. Ao consultar a reserva no site da TAP, verifiquei que foi efetuada uma remarcação automática para o dia 5 de junho de 2026, sem o meu consentimento. Esta nova data é inviável para a realização da viagem. Desde então, entrei em contacto várias vezes com a MyTrip solicitando reembolso ou uma alternativa adequada, mas fui informado repetidamente de que “é necessário aguardar resposta da companhia aérea” ou de que “não tenho direito a reembolso porque a TAP não autorizou”. No entanto, ao contactar diretamente a TAP Air Portugal, fui informado de que o voo foi efetivamente cancelado e que tenho direito a reembolso, mas que este deve ser processado pela agência emissora do bilhete (MyTrip). Existe, portanto, uma contradição entre a companhia aérea e a agência, resultando na ausência de resolução e no bloqueio do reembolso. Apesar de múltiplos contactos ao longo de vários dias, não me foi apresentada qualquer solução efetiva, nem efetuado o reembolso devido. Solicito apoio para: obtenção do reembolso integral do bilhete cancelado; intervenção junto da MyTrip para desbloqueio do processo de reembolso.
Cancelamento e nao envio da fatura
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a plataforma Booking.com, relativamente à gestão de uma reserva e à recusa de emissão de fatura. Detalhes da reserva: Hotel: Park Hotel Porto Valongo Número de confirmação: 17150500391681436698 Código PIN: 228114 Check-in: 16 de abril de 2026 Check-out: 17 de abril de 2026 Duração: 1 noite O problema consiste no facto de a Booking.com indicar que a reserva foi cancelada, recusando assim a emissão da respetiva fatura. No entanto, esclareço que: Nunca solicitei o cancelamento da reserva, nem autorizei qualquer entidade ou parceiro a fazê-lo em meu nome; A eventualização do cancelamento foi feita sem o meu consentimento; A estadia foi efetivamente realizada, conforme planeado, sendo possível confirmar diretamente com o hotel. Apesar de já ter exposto esta situação diversas vezes junto da Booking.com, a resposta tem sido sempre a mesma, baseada numa informação incorreta do sistema, sem qualquer tentativa de resolução efetiva do problema. Esta situação está a causar-me prejuízos, uma vez que necessito urgentemente da fatura para efeitos de apresentação na minha empresa. Adicionalmente, considero que houve: Falta de rigor no tratamento do processo; Falta de transparência na comunicação; Má prestação de serviço ao cliente. Face ao exposto, solicito: A intervenção para que seja emitida a fatura relativa à estadia realizada; A análise deste caso por eventual prática indevida por parte da plataforma; Informação sobre os meus direitos enquanto consumidor nesta situação. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, César Duarte
Reembolso não efetuado
Exmos. Senhores, Adquiri 3 bilhetes, no dia 22 de Novembro de 2025, para o concerto do Oswaldo Montenegro e Orquestra, a realizar no dia 05 de Junho de 2026, na Aula Magna, Lisboa, no valor de 135€. Não fui notificado pela Entidade onde adquiri os bilhetes, mas reparei no site oficial da LS Entertainment que o espetáculo foi cancelado. Pretendo o reembolso, mas a “LS Entertainment” (Destinos e Profecias - Unipessoal Lda) não responde aos mails. E neste momento apenas envia uma mensagem automática, com o seguinte texto: "...Exmos. Senhores, agradecemos o seu contacto. Informamos que, neste momento, estamos a trabalhar com uma equipa reduzida, pelo que o tempo de resposta poderá ser superior ao habitual. De momento, o único meio de comunicação disponível é o email, uma vez que a linha telefónica de atendimento se encontra temporariamente inativa. Agradecemos a sua compreensão e responderemos com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Equipa Live LS..." Gostaria da vossa colaboração para resolver este problema. Obrigada, Valéria Santos
Levantamentos tardios e falta de servico de apoio a cliente
Bom dia, venho por este meio reclamar a o atraso no pagamento dos levantamentos “em processamento” de acordo com o site, com o seguinte numero de id : 950781374008 Ja efectuei o envio dos documentos solicitados ( cartac cidadao, prova de iban, e prova de morada) e simplesmente nao é possivel entrar em contacto com ninguem do site , pois toda e qq resposta é automatica e sem qualquer informacao relevante. O site anuncia levantamentos em 24 horas , mas ja la vai uma semana e o centro de ajuda do site nao esta disponivel Agradeco a resolucao dos levantamentos solicitados pois na altura do registo ( os depositos sao imediatos e nao é pedida informacao adicional ) Ja enviei varios emails e a resposta é sempre automatica .
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