Reclamações públicas

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L. S.
30/03/2026

cancelamento de subscrição

No dia 12/03/2026 fiz a subscrição do plano primeplus, porém na hora de comprar um voo estava mais caro comprando no primeplus do que no site da companhia, no mesmo dia cancelei a inscrição que ainda aparece como ativada, quero o reembolso pois esse site é uma farsa e não quero ter a inscrição. Não compensa ter essa inscrição e já fiz o cancelamento várias vezes e mesmo assim ainda aparece ativada.

Em curso
P. A.
30/03/2026

Cobrança Prime indevida

Antes de mais informo que meu argumento baseia-se nas evidências encontradas no site da edreams, a saber: - https://www.edreams.pt/prime/ -> Preciso fazer uma reserva para me inscrever no Prime? Não, podes inscrever-te diretamente a partir desta página, se preferires. Não terás um período experimental gratuito de 15 dias se aderires diretamente. - https://www.edreams.pt/prime/normas-de-venda/ -> 4.2. Direito de Retratação No dia 10/03 fiz uma compra na edreams e começou a contar meu período prime experimental. Conforme informado, tenho 15 dias para usar o benefício. Fiz uma outra compra no dia 25/03, o que dá exatamente 15 dias. No dia de ontem (26/03) recebi um email de cobrança da edreams, com prime plus no valor de 89,99€. Liguei quase que imediatamente para a edreams, por volta das 15:48 (chamada que durou 32 minutos). Falei com Katarina (ou Karina, não me lembro ao certo). Informei que ainda estava nos 15 dias, e que também exigia meu direito de retratação supra citado. Ela falou que o que poderia fazer era desativar no sistema para eu parar de receber a cobrança. Eu aceitei e assim ela fez. Mas hoje acabo de receber outro aviso de cobrança e ainda com a ameaça de ter minha reserva prejudicada. Espero que a Edreams resolva isso o mais rápido possível, para que eu não seja penalizado de nenhuma forma. O texto que eles apresentam no site é claro. Em anexo vão todos os prints. Informação Adicional Reserva 24824961780 para Paris

Resolvida
N. B.
30/03/2026

Reembolso de cancelamento de Reserva

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar apoio na resolução emergente de uma situação que passarei a descrever e apresentar uma reclamação contra a agência de viagens iCligo (iCligo- VIAGENS E TURISMO, UNIPESSOAL LDA), devido à total ausência de apoio, falta de transparência nas informações, após o cancelamento de uma viagem que teria lugar no dia 23/03/2026 a 27/03/2026, por motivos adjacentes à nossa vontade. No dia 23 de março de 2026 recebemos uma notificação 4 horas antes do voo a dizer que o mesmo tinha sido cancelado devido a problemas técnicos do avião. Visto que reservamos a viagem através da referida agência, contatamos logo a mesma assim que recebemos a notificação para saber o que poderíamos fazer. A primeira coisa que nos foi dita foi questionar se nos poderíamos deslocar ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro ao balcão da companhia aérea e saber como proceder (sendo que nos encontrávamos a 168 km do Aeroporto), o que mostra desde já uma falta de apoio perante a situação. Depois foi-nos dada a possibilidade de reagendar o voo ou cancelá-lo, e como tínhamos tudo planeado para a realização da viagem e a possibilidade de a adiar uns dias, optámos pelo adiamento do voo, considerando que os valores que pagámos pela reserva não se alteravam e nada nos informaram do contrário. Contudo, apenas no dia 24 de março é que nos foi informado que teríamos que pagar um extra de 497,92 Euros pela reserva tornando-se inexequível para nós, e aí informamos a agência que queríamos cancelar. Solicitámos à agência o reembolso dos valores devidos ou, na impossibilidade, a emissão de uma Declaração de Gastos Irrecuperáveis. Este documento é essencial para que possamos acionar o seguro de viagem e recuperar os montantes retidos. No entanto, a empresa tem demonstrado uma conduta negligente e persuasiva, apresentando uma grande falta de resposta ignorando contatos sucessivos e impossibilitando a resolução do processo, levando também a uma retenção de informação em vários dos seus pontos (a omissão de valores que posteriormente teriam de ser pagos no caso do adiamento da viagem, o fornecimento do descritivo dos gastos que alegam ser não reembolsáveis), a constante pressão para que paguemos o valor acima referido, não apresentando comprovativos de que os fornecedores (companhia aérea e hotel) retiveram os valores, mantendo-nos numa situação de prejuízo financeiro sem justificação documental. Em questões de prazos, tememos que se esgotem, dada esta morosidade na resolução do processo. Agradecendo antecipadamente a V. Atenção e uma brevidade na resposta, Com os melhores cumprimentos Nelson Miguel Boino

Encerrada
S. S.
30/03/2026

Ressarcimento de show cancelado

No dia 25/11/2025 adquirimos dois ingressos para o show em Portugal do cantor Osvaldo Montenegro, que se realizaria no Porto, em junho de 2026 e que estaria a ser organizado pela empresa em questão. O show foi cancelado, por motivos alheios ao público e entretanto já entramos em contato com a referida empresa, através do email de contato dos mesmos, por diversas vezes, sem no entanto procederem ao ressarcimento dos valores. Deram-nos UM retorno retorno neste meio tempo, solicitando o nosso Iban, o qual foi enviado, mas nada ocorreu e não retornam mais nenhum contato ou atendem ao telemóvel.

Encerrada
J. C.
29/03/2026

Fraude e não resolução

Após vários emails, 1 telefonema sem resolução e um cancelamento não solicitado. Há mais de 15 dias que não me resolvem a situação nem me respondem. No passado dia 13 de Março fiz a reclamação no portal da queixa, ainda sem resposta também: Caros Senhores Venho ao vosso contacto por referência à reserva n.º 6117694384, no Hotel Prinsotel La Pineda, Cala Ratjada (Maiorca), para os dias 23 a 27 de agosto. Neste seguimento, gostaria de expor a V. Exas. o seguinte: 1. No dia 23 de fevereiro de 2026, fiz a reserva supra, através da plataforma Booking, nos exatos termos que constavam da plataforma. 2. Concretamente, agendei as datas (23 a 27 de agosto de 2026), reservei e procedi imediatamente ao pagamento do valor de € 226,00, tal como constava da plataforma. 3. Neste contexto, recebi o email de confirmação da reserva, com todas as condições acordadas: de 23 a 27 de agosto de 2026, em regime de meia pensão para dois adultos, pelo valor de € 226,00 - ver documento em anexo. 4. Com o email de confirmação, o contrato celebrado entre mim e V. Exas. tornou-se válido e eficaz, passando a vincular as partes. 5. Não obstante, no passado dia 12 de março de 2026, recebi um novo email a informar que "a acomodação cometeu um erro óbvio quando registrou a tarifa para a [minha] reserva (...)" e que poderia manter a minha reserva se concordasse com a tarifa correcta, i.e., € 3.589,27. 6. Ora, conforme é do vosso conhecimento, os contratos vinculam as partes e o seu cumprimento deve obedecer aos princípios da boa-fé. 7. No caso concreto, verifica-se um incumprimento contratual grave, como a flagrante violação do princípio da boa-fé. 8. Com efeito, eu atuei de acordo com os mais elementares princípios da boa-fé, reservei um hotel através de uma plataforma, que à partida, deveria ser fidedigna, como a Booking, com base nos termos e condições que estavam a oferecer, e cancelam-me a reserva, alegando que houve um erro óbvio no registo da tarifa. 9. Ora, se esse erro existiu, que não aceito, o mesmo não me é imputável, uma vez que o contrato se consumou nos termos acordados e confirmados pela Booking. 10. Como V. Exas. bem sabem, o fornecedor tem deveres de prestar informações claras, objetivas e adequadas, de forma a salvaguardar os interesses económicos do consumidor. 11. Publicitar uma oferta e, mais de 15 dias depois da reserva confirmada, contactar o consumidor a informá-lo de que houve "um erro óbvio" e que, para manter a reserva, deverá pagar mais de € 3.000,00, consubstancia uma prática comercial problemática e em clara violação das regras de defesa do consumidor. 12. Atento o supra exposto, exijo o cumprimento específico da reserva nas condições confirmadas: dias 23 a 27 de agosto de 2026, regime de meia pensão, dois adultos, pelo valor de € 226,00. Fico a aguardar as vossas notícias. Com os melhores cumprimentos Atentamente, José Costa

Encerrada
A. P.
29/03/2026

Desinformação e perda de voos

Exmos, Srs, compramos uma viagem para o México através da agência viagens e baratas, ao contratar através de uma agência, esperamos cuidado, cautela e todas as informações necessárias para que imprevistos não aconteçam. Sendo uma agência, e estando sempre em contacto connosco através do Whatsapp, esperamos toda a informação necessária e confiamos plenamente, ainda assim, questionamos se era necessário algum tipo de visto para esta viagem e responderam nos apenas com um formulário para entrada no México. Os voos que nos reservaram seriam com escala em boston na volta para Portugal e nunca nos informaram que seria necessário um visto para embarcar, soubemos apenas no aeroporto quando tentamos fazer check in e nos disseram que era impossível por já ter o visto. A agência viagens e baratas contactou imensas vezes connosco para nos vender outros produtos e seguros, quando lhes questionamos nunca nos informaram deste mesmo visto. Agora pedimos auxilio pela falta de competência deles e a única coisa que nos dizem é que se perdermos o voo temos de pagar um por nossa conta. Não são uma agência competente e confiável, temos de ser nós a investigar tudo o que é necessário e quando precisamos realmente de ajuda, descartaram se, não são uma agência, são uns oportunistas que só estão presentes e disponíveis para o quee lhes interessa, nos problemas não são agência, somos nós por nossa conta

Encerrada
H. D.
29/03/2026

Burla

Assunto: Reclamação formal – prática abusiva, divergência de preços e impossibilidade de utilização de voucher Venho por meio deste formalizar minha total insatisfação com a agência de viagens RUMBO, em razão de práticas desrespeitosas e prejudiciais ao consumidor. Após o cancelamento de uma viagem adquirida, fui informado, quase seis meses depois, de duas opções: receber 134€ em conta ou o valor integral de 216€ em voucher. Optei pelo voucher, acreditando ser a opção mais justa e transparente. No entanto, ao tentar utilizar o voucher, deparei-me com divergências inaceitáveis: o valor das passagens no site era diferente do valor no aplicativo, sendo obrigado a concluir a compra pelo aplicativo, sem qualquer opção de aplicar o voucher no site. Essa situação demonstra falta de transparência, imposição de condições desvantajosas e prática abusiva por parte da empresa. Além disso, a impossibilidade de aplicar o voucher no site, somada à discrepância de preços entre plataformas, revela uma conduta que prejudica o consumidor e fere princípios básicos de boa-fé e honestidade nas relações comerciais. Com base nesta experiência, considero que a RUMBO apresenta condutas irregulares e não confiáveis, e registro minha recomendação de extrema cautela a qualquer consumidor que pretenda utilizar seus serviços. Exijo que a situação seja analisada e solucionada de forma justa e imediata. Atenciosamente, Humberto Dantas

Encerrada
C. M.
28/03/2026

Mala danificada no desembarque

Em Abril 2025 fiz a reserva de um cruzeiro na MSC, através da Logitravel e com o Localizador: 1068449217. No desembarque em Veneza danificaram a mala e foi feita reclamação logo no local. Por ausência de resposta reportei a situação à Logitravel que comunicou à MSC. A email da Logitravel de resposta em 14/ 07/2025 informam que a resposta da MSC era:" O Aor em referência foi submetido em sistema para seguir o processo de reembolso que demora em média 6 a 8 semanas para ser pago." Como continuei sem mais informações nem pagamento da indemnização, continuei a insistir com a Logitravel e em 4/12/2025 (pasme-se) respondem: Agradecemos o vosso contacto. Informamos que iremos verificar internamente, junto aos colegas do departamento financeiro, o estado do reembolso em questão. Devido a uma recente atualização no nosso sistema financeiro (migração do sistema), alguns reembolsos sofreram atrasos. No entanto, gostaríamos de assegurar que a situação já está a ser tratada e estamos a trabalhar para regularizar todos os processos com a maior brevidade possível." Como nada chegou voltei a insistir a 31/01/2026 e a resposta foi: Informamos que nos encontramos a aguardar resposta dos nossos colegas, do departamento financeiro em Itália relativamente ao pedido de esclarecimento efetuado. Assim que obtivermos um retorno, entraremos de imediato em contacto convosco. Garantimos que a situação está a ser devidamente verificada junto dos departamentos competentes. Agradecemos a vossa compreensão e permanecemos ao dispor para qualquer esclarecimento adicional. Voltei a insistir há 10 dias, sem resposta da Logitravel.

Resolvida

Cancelamento de contrato ginasio

Exmo (s) Senhor (s), Venho por este meio, na qualidade de sócio do Ginásio Solinca de Ermesinde, com o número de sócio 16006400, formalizar o meu pedido de rescisão imediata do contrato de adesão, sem qualquer penalização ou pagamento adicional, com base em incumprimento contratual por parte do Solinca e em motivos de saúde devidamente comprovados. Em conformidade com a legislação portuguesa aplicável, nomeadamente o Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro e as normas de proteção ao consumidor previstas na Lei n.º 24/96, de 31 de julho, é possível rescindir contratos de ginásio com período de fidelização sem penalizações quando existam justas causas, tais como incumprimento grave por parte do prestador de serviços ou alterações significativas nas circunstâncias do consumidor, incluindo problemas de saúde comprovados por atestado médico. Adicionalmente, as condições gerais dos contratos de ginásio, segundo Direção-Geral do Consumidor a devem respeitar os princípios de boa-fé e equilíbrio contratual, sendo nulas cláusulas abusivas que excluam responsabilidades do prestador por vícios na prestação do serviço. Passo a expor os motivos que fundamentam o meu pedido: Incumprimento Contratual e Falta de Profissionalismo no Serviço Prestado: Tenho vindo a alertar, sem resposta adequada, para o meu desagrado com a qualidade do serviço no ginásio. Especificamente, na sala de musculação, há uma notória falta de profissionais qualificados durante o horário de funcionamento. Usufruo do ginásio no seu horário de abertura e muitas vezes, entre as 06h30 e as 08h00 não há instrutores em sala para prestar assistência, o que contraria as expectativas razoáveis de um serviço de qualidade. Quando presentes, os profissionais demonstram falta de profissionalismo, ridicularizando sócios ou utentes, comentando de forma inadequada sobre outros membros (como fez a Instrutora Lúcia, com no caso de um sr. de bicicleta com respiração ofegante e não compreender o porquê de outro sócio correr na lateral na passadeira. Quando questionada, diz que não se sente à vontade para chamar o sócio atenção e também não demonstra interesse em compreender se existem motivos para correr daquela forma na passadeira), o que não responde a pedidos de atenção ou controlo, pois não sou eu, enquanto sócia que tenho que ir chamar atenção de outro membro, por me estar a incomodar. Outro acontecimento é a má vontade, como foi o caso com a Instrutora Filipa, solicitei auxílio para me colocar um halter entre os pés e a minha resposta "daqui a pouco não posso", tive que afirmar que a ajuda era naquele momento, ma como não existia vontade, nem pousou o tablet para o fazer. Estes comportamentos violam diretamente as vossas próprias regras internas, nomeadamente a cláusula assinalada no questionário de prontidão para a atividade física e no regulamento do Ginásio Cardio-Musculação, que estipula: "Os Sócios deverão solicitar a presença do Instrutor caso não conheçam o equipamento e o respetivo modo de funcionamento e sempre que o considere necessário." No entanto, esta cláusula pressupõe a disponibilidade efetiva de instrutores, o que não se verifica na prática. A ausência recorrente de profissionais qualificados impede os sócios de usufruir do serviço de forma segura e adequada, constituindo um incumprimento grave do contrato, uma vez que o ginásio se compromete a fornecer um ambiente com suporte técnico e instrutores para garantir a segurança e o bom uso dos equipamentos. Tal falha expõe os utentes a riscos desnecessários, como lesões, e frustra o objeto principal do contrato: a prática de exercício físico assistido. Ademais, o estado decadente das instalações agrava esta situação. As máquinas não recebem manutenção adequada, as constantes avarias do ar condicionado e os sócios provenientes do Solinca Light de Ermesinde frequentam a sala de musculação (o acordo era apenas aulas de grupo), pagando apenas 20 e poucos €, o que sugere desigualdades no tratamento e na gestão dos recursos. O ginásio passou de um espaço que fazia concorrência direta com o HomesPlace para um ginásio comum, com preços elevados para todas as características apresentadas, sem ar condicionado e com mesas alugadas sem ar condicionado. Motivos de Saúde Comprovados: Com base nos exames e consultas médicas realizadas no Trofa Saúde, apresento como prova a agenda de marcações datada de 2026/02/17, com o NIF 230281982, que inclui consultas de Ortopedia com o Dr. Armando Hora (data: 2026.02.01, hora: RX Coluna Lomba - 08:59), Consulta Ortopedia Sousa (data: 2026.02.24, hora: 09:30), e outras avaliações relacionadas a problemas na coluna lombar e funcionalidade músculo-esquelética. Estes exames confirmam uma condição de saúde que me impede de praticar exercício físico de forma segura no ginásio, nomeadamente atividades de cardio-musculação, devido a limitações na mobilidade e agravamento de lesões na coluna. Anexo cópias dos documentos médicos relevantes. Por todas estas razões, o contrato perdeu o seu equilíbrio e utilidade para mim, configurando-se uma justa causa para a rescisão imediata, sem qualquer obrigação de pagamento de taxas de cancelamento ou indemnizações. Solicito que a rescisão seja efetivada a partir da data de receção desta comunicação, com a devolução de quaisquer valores cobrados indevidamente após esta data, e a confirmação por escrito no prazo de 5 dias úteis. Caso não obtenha resposta satisfatória, reservo-me o direito de recorrer à Direção-Geral do Consumidor, à DECO PROTESTE ou a instâncias judiciais para defesa dos meus direitos, incluindo pedido de indemnização por danos morais e materiais decorrentes do incumprimento. Anexo: cópias da agenda Trofa Saúde, print do regulamento com cláusula assinalada, e fotos das condições. Aguardo a vossa confirmação urgente via email. Atentamente, Ana Raquel Santos Almeida Data: 28 de março de 2026

Encerrada
R. A.
28/03/2026

Cancelamento de contrato Solinca

Exmo (s) Senhor (s), Venho por este meio, na qualidade de sócio do Ginásio Solinca de Ermesinde, com o número de sócio 16006400, formalizar o meu pedido de rescisão imediata do contrato de adesão, sem qualquer penalização ou pagamento adicional, com base em incumprimento contratual por parte do Solinca e em motivos de saúde devidamente comprovados. Em conformidade com a legislação portuguesa aplicável, nomeadamente o Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro e as normas de proteção ao consumidor previstas na Lei n.º 24/96, de 31 de julho, é possível rescindir contratos de ginásio com período de fidelização sem penalizações quando existam justas causas, tais como incumprimento grave por parte do prestador de serviços ou alterações significativas nas circunstâncias do consumidor, incluindo problemas de saúde comprovados por atestado médico. Adicionalmente, as condições gerais dos contratos de ginásio, segundo Direção-Geral do Consumidor a devem respeitar os princípios de boa-fé e equilíbrio contratual, sendo nulas cláusulas abusivas que excluam responsabilidades do prestador por vícios na prestação do serviço. Passo a expor os motivos que fundamentam o meu pedido: Incumprimento Contratual e Falta de Profissionalismo no Serviço Prestado: Tenho vindo a alertar, sem resposta adequada, para o meu desagrado com a qualidade do serviço no ginásio. Especificamente, na sala de musculação, há uma notória falta de profissionais qualificados durante o horário de funcionamento. Usufruo do ginásio no seu horário de abertura e muitas vezes, entre as 06h30 e as 08h00 não há instrutores em sala para prestar assistência, o que contraria as expectativas razoáveis de um serviço de qualidade. Quando presentes, os profissionais demonstram falta de profissionalismo, ridicularizando sócios ou utentes, comentando de forma inadequada sobre outros membros (como fez a Instrutora Lúcia, com no caso de um sr. de bicicleta com respiração ofegante e não compreender o porquê de outro sócio correr na lateral na passadeira. Quando questionada, diz que não se sente à vontade para chamar o sócio atenção e também não demonstra interesse em compreender se existem motivos para correr daquela forma na passadeira), o que não responde a pedidos de atenção ou controlo, pois não sou eu, enquanto sócia que tenho que ir chamar atenção de outro membro, por me estar a incomodar. Outro acontecimento é a má vontade, como foi o caso com a Instrutora Filipa, solicitei auxílio para me colocar um halter entre os pés e a minha resposta "daqui a pouco não posso", tive que afirmar que a ajuda era naquele momento, ma como não existia vontade, nem pousou o tablet para o fazer. Estes comportamentos violam diretamente as vossas próprias regras internas, nomeadamente a cláusula assinalada no questionário de prontidão para a atividade física e no regulamento do Ginásio Cardio-Musculação, que estipula: "Os Sócios deverão solicitar a presença do Instrutor caso não conheçam o equipamento e o respetivo modo de funcionamento e sempre que o considere necessário." No entanto, esta cláusula pressupõe a disponibilidade efetiva de instrutores, o que não se verifica na prática. A ausência recorrente de profissionais qualificados impede os sócios de usufruir do serviço de forma segura e adequada, constituindo um incumprimento grave do contrato, uma vez que o ginásio se compromete a fornecer um ambiente com suporte técnico e instrutores para garantir a segurança e o bom uso dos equipamentos. Tal falha expõe os utentes a riscos desnecessários, como lesões, e frustra o objeto principal do contrato: a prática de exercício físico assistido. Ademais, o estado decadente das instalações agrava esta situação. As máquinas não recebem manutenção adequada, as constantes avarias do ar condicionado e os sócios provenientes do Solinca Light de Ermesinde frequentam a sala de musculação (o acordo era apenas aulas de grupo), pagando apenas 20 e poucos €, o que sugere desigualdades no tratamento e na gestão dos recursos. O ginásio passou de um espaço que fazia concorrência direta com o HomesPlace para um ginásio comum, com preços elevados para todas as características apresentadas, sem ar condicionado e com mesas alugadas sem ar condicionado. Motivos de Saúde Comprovados: Com base nos exames e consultas médicas realizadas no Trofa Saúde, apresento como prova a agenda de marcações datada de 2026/02/17, com o NIF 230281982, que inclui consultas de Ortopedia com o Dr. Armando Hora (data: 2026.02.01, hora: RX Coluna Lomba - 08:59), Consulta Ortopedia Sousa (data: 2026.02.24, hora: 09:30), e outras avaliações relacionadas a problemas na coluna lombar e funcionalidade músculo-esquelética. Estes exames confirmam uma condição de saúde que me impede de praticar exercício físico de forma segura no ginásio, nomeadamente atividades de cardio-musculação, devido a limitações na mobilidade e agravamento de lesões na coluna. Anexo cópias dos documentos médicos relevantes. Por todas estas razões, o contrato perdeu o seu equilíbrio e utilidade para mim, configurando-se uma justa causa para a rescisão imediata, sem qualquer obrigação de pagamento de taxas de cancelamento ou indemnizações. Solicito que a rescisão seja efetivada a partir da data de receção desta comunicação, com a devolução de quaisquer valores cobrados indevidamente após esta data, e a confirmação por escrito no prazo de 5 dias úteis. Caso não obtenha resposta satisfatória, reservo-me o direito de recorrer à Direção-Geral do Consumidor, à DECO PROTESTE ou a instâncias judiciais para defesa dos meus direitos, incluindo pedido de indemnização por danos morais e materiais decorrentes do incumprimento. Anexo: cópias da agenda Trofa Saúde, print do regulamento com cláusula assinalada, e fotos das condições. Aguardo a vossa confirmação urgente via email. Atentamente, Ana Raquel Santos Almeida Data: 28 de março de 2026

Encerrada

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