Reclamações públicas

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R. S.
02/06/2026

Devolução ou burla

Em 10/11/2025 adquiri dois bilhetes, no valor total de 200 euros, para o concerto Oswaldo Montenegro e Orquestra – Lisboa, previsto para o dia 05 de junho de 2026 na Aula Magna. Não recebi qualquer comunicação da Live-LS, mas soube por meio de várias publicações na internet, que o referido espetáculo foi cancelado pelo artista por quebra contratual da produtora. As tentativas de contato com a empresa para solicitar o reembolso da quantia, nos termos legais aplicáveis a eventos cancelados, têm sido infrutíferas. Não há telefone, os emails voltam etc. Pesquisei em entidades de defesa do consumidor como o próprio Deco e Portal da Queixa e encontrei vários outros compradores passando pelo mesmo problema. A situação já pode ser tipificada como um caso de burla e merece uma ação mais robusta diante do desrespeito total aos consumidores.

Encerrada
V. N.
02/06/2026

Cancelamento da base de dados

Boa tarde, Eu enviei uma carta a 28 de abril de 2026 à empresa Interpass a solicitar o cancelamento da minha associação a eles e que apagassem os meus dados da sua base de dados. Não quero fazer mais parte desta associação. Já paguei todas as mensalidades do contrato assinado com eles e nos últimos dois anos pedem-me o pagamento de 123,80€ por gestão dos meus dados na base de dados deles e eu não uso sequer nada dos serviços deles. Nunca usei nada do serviço deles e parece-me ridículo ainda ter de pagar para estar associada. Cumpri com o meu dever de lhes pagar durante 5 anos, porque só vi depois que tinha 15 dias para cancelar o contrato, mas cumpri com o meu dever. Agora mesmo paguei a anuidade de 125.80€ para lá terem o meu nome. Não quero mais, enviei a carta a solicitar o cancelamento e remoção dos meus dados, mas a minha carta só foi enviada depois de eles terem informado o pagamento mais uma vez deste valor. Já paguei, não lhes devo mais nada, mas de abril até agora nem um email ou carta a confirmar que vão cancelar a minha associação à Interpass. É normal? Ou vou ter de fazer mais alguma coisa além da carta registada? Podem-me ajudar p.f.? Com os melhores cumprimentos, Vanessa Pereira

Encerrada
R. R.
02/06/2026
Spacest

Cancelamento Impossivel

Estou tentando cancelar uma reserva que havia sido feita 6 horas atras. Tento cancelar pela quartoequartos mas sou impedido de entrar no site. Contato telefonico vocês não atendem em seu numero italiano, nao respondem emails…nem o contato de “ajuda” do site. Aqui estao todas provas legais de contato 6h após ter feito a reserva, caso medidas legais sejam necessárias.

Encerrada
M. F.
02/06/2026

Cancelamento de Voo

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à gestão absolutamente inadmissível da minha reserva de voo OPO–ORY prevista para o dia 03/06/2026, bem como exigir o reembolso total e imediato do valor pago. Desde o dia 22 de maio tenho sido alvo de informações contraditórias, sucessivos erros, falta de assistência e uma total ausência de esclarecimentos por parte da Rumbo, situação que me obrigou a perder inúmeras horas em contactos através do vosso chat, sem que tenha sido apresentada qualquer solução concreta. No dia 22 de maio fui informada, por email e mensagem, pela Rumbo e pela TAP, de que o voo agendado para 03/06/2026 tinha sido cancelado devido a uma greve. Contactei a TAP, que confirmou o cancelamento, e posteriormente a Rumbo, que me informou que seria contactada para reagendamento. No dia 23 de maio recebi uma proposta de alteração do voo para 04/06/2026, OPO (13h05) – ORY (16h05), a qual aceitei de imediato. Contudo, nunca recebi qualquer confirmação, resposta ou acompanhamento relativamente à minha aceitação. Para meu espanto, no dia 25 de Maio recebi nova proposta de alteração para 04/06/2026, mas desta vez para o voo OPO (19h35) – ORY (23h00). Recusei essa alteração, uma vez que já tinha aceite a proposta anterior. Fui novamente obrigada a contactar o vosso chat, onde me foi apenas pedido que aguardasse, sem qualquer esclarecimento concreto. Ainda no mesmo dia, após várias reclamações da minha parte, recebo uma nova proposta para viajar apenas no dia 05/06/2026, OPO (19h45) – ORY (22h45), situação que considerei completamente absurda e demonstrativa da falta de organização e respeito pelo cliente. Perante esta sucessão de alterações sem qualquer critério ou explicação, solicitei o reembolso da reserva. Fui informada através do chat que o reembolso seria efetuado e que o processo já estaria em curso. No entanto, no dia 26 de maio recebo um email da Rumbo a indicar que o voo original de 03/06/2026 estava afinal confirmado. Voltei a contactar o vosso apoio ao cliente, sem qualquer esclarecimento útil. Ainda nesse mesmo dia recebo uma comunicação da Lastminute a indicar que o aviso de cancelamento enviado anteriormente teria resultado de um erro de sistema e que o voo estaria confirmado pela TAP. Perante esta informação contraditória, contactei novamente a TAP, que me confirmou categoricamente que o voo estava cancelado e que não se iria realizar. A TAP informou igualmente que o pedido de reembolso deveria ser tratado pela agência de viagens, neste caso a Rumbo. Contudo, sempre que contactava o vosso apoio era-me repetido que o voo estava confirmado, contrariando diretamente a informação fornecida pela companhia aérea. Durante os dias seguintes fui sucessivamente encaminhada entre a Rumbo e a TAP, sem qualquer resolução, perdendo várias horas em contactos inúteis e sendo obrigada a adquirir novas viagens por conta própria, uma vez que já tinha mais de 2.000€ investidos numa viagem à Disney Paris que não podia comprometer. A situação tornou-se ainda mais grave quando, no dia 28 de maio, recebi um email da vossa equipa a informar que não seria possível proceder ao reembolso e que apenas existiam opções de alteração de voo devido à greve. Perante essa resposta, voltei a contactar a TAP, que me informou que essa informação não correspondia à realidade e que a companhia aérea estava a proceder aos respetivos reembolsos. Foi-me explicado que a Rumbo apenas teria de contactar os canais próprios da TAP para concluir o processo. Mais grave ainda, fui informada pela TAP de que a minha reserva tinha sido alterada para o dia 06/06/2026, uma alteração que nunca solicitei, nunca aceitei e da qual nunca fui devidamente informada. No passado, dia 30 de maio, voltei a contactar a Rumbo através do chat. Foi-me garantido que o reembolso seria processado e que receberia um email de confirmação. Contudo, o email recebido indicava precisamente o contrário: que não existia possibilidade de alteração nem de reembolso e que o voo permanecia marcado para 03/06/2026. Esta situação é absolutamente escandalosa e inaceitável. Ao longo de vários dias recebi informações contraditórias da vossa parte relativamente ao estado do voo, ao reembolso e às alterações efetuadas na reserva. Fui informada sucessivamente de que o voo estava cancelado, confirmado, reembolsado, não reembolsável, alterado e novamente confirmado, sem qualquer coerência ou transparência. Tenho na minha posse todos os emails recebidos, mensagens enviadas, capturas de ecrã das conversas realizadas através do chat e registos das chamadas efetuadas para a TAP, que comprovam integralmente tudo o que aqui descrevo. Aguardo uma resposta urgente, concreta e definitiva relativamente ao reembolso. Com os melhores cumprimentos, Bruna Patrícia Alves Santos Ferreira

Em curso
F. C.
02/06/2026
Arcada imobiliária aveiro

Insatisfeito com o serviço prestado

Venho por meio desse site expressar a minha indignação com a imobiliária arcada e especialmente com o vendedor Sérgio Santos, depois de anos de luta em Portugal junto com minha mulher fomos aprovados para o programa do governo do crédito habitação, vimos várias casas e vários apartamento, e gostamos de um logo o que o Sérgio Santos era o corretor, no começo de tudo ele foi claro em falar que o imóvel ainda está ocupado com inquilinos e acreditamos, porque acreditamos? Porque o mesmo falou que no dia 28 de fevereiro a inquilina ia sair com ordem judicial (mais era tudo mentira), mais triste do homem que acredita em outro homem, tudo bem, como ele falou que a inquilina ia sair no dia que estava marcado, e por descuido meu que não pedi que ele mostrasse o documento do juíz comprovando, demos continuidade ao processo, passando todos ou documentos para o banco Millennium e foi tudo aprovado, até que chegou no dia 28 e a inquilina não saiu, como já tava tudo encaminhado não desistimos, e sempre a confiar na palavra dele que tava tudo certo e ela ia sair, mais não foi bem assim, e para resumindo hoje já são 2/6 e a inquilina ainda continua no meu apartamento, o Sérgio Santos o vendedor, só está a mentir para me, fui no apartamento conversar com a inquilina e elas simplesmente disse que não saiu ainda porque o Sérgio Santos não devolveu o calção para ela.

Resolvida
S. O.
02/06/2026

Cancelamento de Viagem, Falta de Reencaminhamento e Incumprimento do Regulamento Europeu

Exmos. Senhores, O meu nome é Sara Oliveira e venho por este meio apresentar uma reclamação para apreciação e mediação da DECO relativamente a uma situação ocorrida com uma viagem adquirida através da agência MyTrip. A viagem em causa tinha como destino Atenas, Grécia, com datas de 3 a 10 de junho de 2026, reserva n.º 1126334865, para dois passageiros: o Sra. Sara Oliveira e Sra. Mariana Domingues. No dia 1 de junho de 2026 fui informado que o voo tinha sido cancelado e a única opção disponível era reembolso. No referido email não vinha mencionado 1. motivo do cancelamento, 2. alternativas às quais tenho direito segundo Regulamento Europeu e 3. o voo foi cancelado apenas com 48h de antecedência. Importa referir que solicitei expressamente uma alternativa de reencaminhamento para o destino final, conforme previsto no Regulamento (CE) n.º 261/2004, no entanto tal opção nunca me foi disponibilizada pela agência MyTrip, sendo-me apenas comunicada a possibilidade de reembolso, o que considero não estar em conformidade com os direitos dos passageiros aéreos. Os contactos com o apoio ao cliente da MyTrip foram efetuados nos dias 1 de junho de 2026, ambos os contactos reiteraram que não existia outra opção para além de reembolso e que não existiam voos alternativos. Os voos em causa eram operados AEGEAN, tendo esta última informado que a gestão da reserva e resolução do caso compete à agência intermediária, neste caso a MyTrip. Esta situação causou prejuízos financeiros e pessoais significativos, nomeadamente: * Valor pago pelo ferry perdido: 68,70€ * Reserva de hotel já paga: 72€ por 1 noite Mais informo que fomos obrigadas a aceitar o reembolso (única opção fornecida), mas que à data que escrevo esta reclamação o mesmo ainda não foi processado. Para efeitos de prova, segue em anexo o email enviado pela agência MyTrip, no qual é indicado que apenas está disponível a opção de reembolso, o que, na minha interpretação, contraria o disposto no Regulamento (CE) n.º 261/2004, que prevê o direito do passageiro a optar entre reembolso ou reencaminhamento para o destino final em condições comparáveis. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO no sentido de mediar esta situação junto da agência MyTrip, avaliar o incumprimento dos direitos do consumidor e apoiar na obtenção de uma solução justa face aos prejuízos sofridos. Com os melhores cumprimentos, Sara Oliveira

Encerrada
G. B.
02/06/2026

Pagamento não efetuado após venda de bilhete (Order ID 641522996)

Vendi um bilhete na plataforma Viagogo para o evento Mutua Madrid Open 2026 – Sunday Day (Estadio Manolo Santana), realizado a 26 de abril de 2026. O valor a receber era de €108,75 (Order ID: 641522996). Cumpri todas as obrigações como vendedora, incluindo o upload correto do bilhete eletrónico na plataforma, conforme exigido pela Viagogo. O bilhete foi vendido com sucesso e entregue ao comprador. O evento realizou-se há mais de 5 semanas e o pagamento nunca foi efetuado. Para além disso, o acesso à minha conta foi bloqueado sem qualquer explicação. Contactei o serviço de apoio ao cliente várias vezes, obtendo apenas respostas automáticas e genéricas. Em 25 de maio de 2026 enviei uma reclamação formal por email com prazo de 5 dias úteis para resolução — sem obter qualquer resposta.

Encerrada
P. M.
02/06/2026

eclamação Formal – Exigência de Reembolso Integral por Cancelamento de Voo – Reserva ZVLV44

Ex mos Senhores Eu, Pedro Miguel Nobre Marques, venho por este meio apresentar uma reclamação formal e exigir o reembolso imediato e integral do valor pago pela reserva ZVLV44, efetuada no vosso portal no dia 15 de janeiro. A referida reserva contemplava os voos de ida e volta entre Lisboa e Marraquexe, com partida agendada para o dia 3 de junho e regresso a 9 de junho. O voo de ida do dia 3 de junho foi formalmente cancelado pela transportadora aérea (TAP Air Portugal). Face ao cancelamento involuntário, exerci imediatamente o meu direito legal de rejeitar qualquer alteração e solicitei à Rumbo, através do formulário que me enviaram por e-mail no passado dia 30 de maio, o cancelamento da reserva e o respetivo reembolso total dos valores pagos. Contudo, fui informado pela vossa equipa de que a TAP teria recusado o reembolso. Após contacto direto com a TAP Air Portugal, a companhia aérea informou-me de que a Rumbo aceitou a remarcação do voo para o dia 5 de junho à revelia e sem o meu consentimento, agindo deliberadamente contra as minhas instruções explícitas de cancelamento e pedido de reembolso. A TAP confirmou ainda que o reembolso integral seria processado caso a reserva tivesse sido direta, sendo a Rumbo a única entidade responsável por devolver os fundos ao cliente por deter a gestão do bilhete. Esta atuação da Rumbo viola flagrantemente: O Artigo 5.º e o Artigo 8.º do Regulamento (CE) n.º 261/2004, que garantem ao passageiro o direito de escolha exclusiva entre o reembolso integral no prazo de 7 dias ou o reencaminhamento, em caso de cancelamento. O regime legal das agências de viagens, ao tomarem decisões contratuais vinculativas em nome do cliente sem qualquer mandato ou autorização para o efeito. Deste modo, intimo a Rumbo a proceder ao estorno imediato do valor total da reserva ZVLV44 no prazo máximo de 5 dias úteis. Findo este prazo sem a devida restituição, avançarei com uma denúncia formal junto da ANAC (Autoridade Nacional da Aviação Civil), do Turismo de Portugal (enquanto entidade reguladora das agências de viagens) e por vias judiciais através do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo , DECO Proteste através do livro de reclamações eletrónico. Sem outro assunto, aguardo a confirmação do reembolso no valor total de 656.82€. Melhores cumprimentos, Pedro Miguel Nobre Marques

Encerrada
G. D.
02/06/2026

Inscrição na Edreams Prime

Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa eDreams relativamente a uma cobrança indevida no valor de 4,99 €, efetuada através de débito direto no dia 18/05/2026, referente a uma alegada subscrição do serviço eDreams Prime. Informo que nunca solicitei nem tive intenção de aderir a qualquer subscrição paga. No início de março efetuei apenas uma compra pontual na plataforma eDreams, não tendo sido apresentado de forma clara, transparente ou inequívoca que estaria a aderir a um serviço de subscrição com renovação automática. Acresce que não recebi qualquer e-mail de confirmação ou comunicação relativa à ativação desta subscrição, pelo que apenas tive conhecimento da mesma quando verifiquei o débito na minha conta bancária. Assim que tomei conhecimento da situação, procedi de imediato ao cancelamento da referida subscrição. Considero esta prática pouco transparente e potencialmente contrária aos direitos do consumidor, nomeadamente ao disposto no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, que regula os contratos celebrados à distância e estabelece a obrigação de informação clara e prévia ao consumidor. Face ao exposto, solicito: O reembolso integral do valor de 4,99 € cobrado indevidamente; A confirmação por escrito do cancelamento definitivo da subscrição eDreams Prime associada à minha conta; A revogação de qualquer autorização de débito direto ou dados de pagamento associados à eDreams para evitar futuras cobranças. Solicito que esta situação seja resolvida com a maior brevidade possível, reservando-me o direito de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor.

Resolvida
M. C.
01/06/2026

Pedido de reembolso de atividade não realizada

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a um voucher adquirido junto da empresa Flytime, referente à realização de uma atividade de parapente, no valor de 100€. Desde o final de 2023 que tenho tentado, de forma reiterada, agendar a referida atividade. No entanto, todas as marcações têm sido sucessivamente canceladas ou adiadas por parte da empresa, sem que até à presente data tenha sido possível usufruir do serviço contratado. Adicionalmente, foi-me cobrada uma taxa extra no valor de 30€ para realização da atividade ao fim de semana, valor esse que também não resultou na concretização do serviço, nem foi reembolsado. Considero que existe um claro incumprimento por parte da empresa na prestação do serviço contratado, tendo em conta o período excessivo de espera e a constante impossibilidade de realização da atividade. Face ao exposto, venho solicitar o reembolso total do montante pago, no valor de 130€ (100€ do voucher + 30€ da taxa adicional), no prazo máximo legal aplicável. Caso a situação não seja resolvida com a maior brevidade, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes para a devida resolução do litígio. Com os melhores cumprimentos

Encerrada

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