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Recessão de contrato
Venho por esse meio, comunicar que já enviei três email para a Interpass pedindo a cessação do contrato, pois não estou satisfeita com os serviços,não superou as expectativas prometidas pelo o vendedor na altura, sendo que entraram em contacto comigo para comunicar que eu havia ganhado um voucher, e tinha que ser apanhado em um hotel em Portimão onde vivo, lá fui abordado em um evento da Interpass … com muita confusão acabei sendo induzida a aceitar as condições que até hoje não aconteceu, já pago a mais de um ano.. sem falar que a fidelizaçǎo é abusiva de 73 meses. Sendo que nenhum dependente da minha família que são cinco,nunca usou os serviços e eu que sou a titular só usei no máximo três vezes… Estou completamente insatisfeita com a prestação de serviços da Interpass. Peço ajuda a Deco pro teste Desde já agradeço
Reclamação relativa à retenção parcial de caução pela plataforma Yescapa
Venho solicitar a intervenção da DECO relativamente a um litígio com a plataforma Yescapa, na sequência do aluguer de uma autocaravana (reserva n.º 3397272), por considerar que me foi imputada responsabilidade por uma avaria sem prova técnica suficiente, tendo sido retida parte da caução. No dia 03/06/2026 aluguei, através da Yescapa, uma autocaravana Itineo Fiat Ducato Multijet 2.3 130CV (matrícula AX-92-AC), para o período de 03/06/2026 a 08/06/2026, tendo pago 654,00 € pela reserva e prestado uma caução de 1.200,00 €. A viagem decorreu normalmente até à madrugada de 07/06/2026, quando, durante a utilização normal da cama basculante, a respetiva estrutura desprendeu-se da parede da autocaravana, arrancando os pontos de fixação. Perante a impossibilidade de continuar a viagem em segurança, contactei de imediato a assistência em viagem da seguradora Caravela, tendo sido posteriormente enviado um reboque que transportou a autocaravana para Viseu. Antes do reboque fotografei e filmei exaustivamente o estado da autocaravana, incluindo o interior, exterior, zona da avaria, quilometragem, combustível, depósitos de água, limpeza e demais elementos relevantes. Toda esta documentação foi enviada à proprietária e à Yescapa. Ao longo do processo colaborei integralmente com a plataforma, remetendo declaração das circunstâncias, registos das chamadas efetuadas para a assistência, fotografias, vídeos, guia de reboque e todos os esclarecimentos solicitados. Durante a gestão do processo, a Yescapa chegou a informar-me, por escrito, que a seguradora Caravela afirmava não existir qualquer pedido de assistência relativo à reserva. Essa informação era incorreta. Após eu ter enviado os registos completos das chamadas efetuadas para a assistência, a própria Yescapa reconheceu o erro e confirmou que o pedido de assistência tinha efetivamente sido aberto. Posteriormente, a Yescapa comunicou que a queda da cama constituía um dano interior excluído da cobertura do seguro e decidiu imputar-me parte do custo da reparação. Foi apresentado um orçamento de reparação de 1.096,74 €, tendo sido aplicado o coeficiente de desvalorização por se tratar de um veículo matriculado em 2007, sendo-me imputado o valor de 548,37 €. Foram ainda deduzidos 17,39 € referentes a combustível e 34,15 € relativos a portagens, retendo a Yescapa um total de 599,91 € da caução. O fundamento da minha reclamação não é o valor da reparação, mas sim a inexistência de prova técnica que demonstre que a avaria resultou de uma utilização incorreta ou negligente da minha parte. A própria Yescapa reconheceu, por escrito, que não foi realizada qualquer peritagem nem emitido qualquer relatório técnico independente, tendo a decisão sido tomada apenas com base em fotografias, orçamento de reparação e análise interna do processo. Entendo que estes elementos permitem apenas determinar o custo da reparação, mas não identificar a causa da avaria nem estabelecer um nexo causal entre a ocorrência e qualquer comportamento que me possa ser imputado. A cama desprendeu-se durante uma utilização normal, nunca tendo sido identificado qualquer comportamento inadequado, negligente ou contrário às instruções de utilização. Acresce que a Yescapa também não afastou a possibilidade de desgaste, fadiga dos materiais ou fragilidade estrutural de um componente instalado numa autocaravana com cerca de 19 anos. Considero, por isso, que a responsabilidade me foi imputada por mera presunção, apenas porque a ocorrência aconteceu durante o período de aluguer, sem que exista prova técnica suficiente que sustente essa conclusão. Para além da retenção parcial da caução, a avaria determinou ainda a interrupção antecipada da viagem. A autocaravana foi rebocada no dia 07/06/2026, impossibilitando a utilização do veículo durante os dois últimos dias do período contratado, sem que me tenha sido proposta qualquer compensação ou reembolso proporcional pelos dias de aluguer não usufruídos. Solicito, assim, que a DECO aprecie a legalidade da retenção dos 599,91 € da caução, a suficiência da fundamentação apresentada pela Yescapa para imputar a responsabilidade pela avaria, bem como o meu direito à restituição desse montante e à compensação pelos dias do aluguer que não puderam ser usufruídos. Em anexo junto um relatório detalhado dos factos, bem como toda a documentação de suporte, incluindo contrato de aluguer, certificado de seguro, comunicações trocadas com a Yescapa, registos das chamadas para a assistência, guia de reboque, fotografias e orçamento de reparação.
Reembolso não efectuado
Exmos Senhores Dia 5 Junho de 2026 tinha 2 bilhetes para o espectáculo do Oswaldo Montenegro adquirido a LS O espectáculo não se realizou. Estou até agora à espera do reembolso. Vários emails e vários telefonemas para a empresa e sem sucesso. Agradeço informação de como deverei proceder.
Volta ao Brasil conturbada
Se eu sonho é viajar para a europa, cuidado, com a Air Europa vai se tornar pesadelo. Comprei a viagem para julho em março, com uma conexão longa de 7 horas em Salvador. Semanas depois, me ofereceram um voo mais cedo, com conexão de 11 horas. Como praticamente não havia solução, aceitei. Embarcada para ir, as comidas eram péssimas. Mas eu não reclamei, estava empolgada. O pesadelo maior começou na volta. O voo marcado para as 16:50 teve um problema técnico que só foi informado uma hora depois, quando estávamos todos no avião, quente. Quase um micro-ondas Saímos, voltamos para a sala. No atendimento no balcão, eu OUVI a atendente dando prazos diferentes para cada cliente. Ela, além de tudo, muito mal educada com todos. Nos colocaram em um avião, pois estávamos reclamando, antes as 18h. Nesse local já não havia sinal de Internet (nem própria ou do aeroporto), ou seja, nos impedindo de entrar em contato com quem quer que fosse para alertar do paradeiro. Mas só fomos levantar voo às 20 horas. Sem chance de pegar minha conexão que tinha mais de 3 horas de diferença do horário original. Diante do fato de possivelmente passar a noite no aeroporto, pedi para me informarem como eu poderia utilizar o Wi-Fi, afinal precisava avisar minha família e principalmente o motorista que eu havia contratado para me buscar. Mas o avião, que segundo eles, é muito moderno, não tinha a rede instalada e também não funcionavam as tomadas de carregador. Eu tenho TAG e eu sei que isso é problema apenas meu, mas eles conseguiram destruir o fim de uma viagem perfeita e mesmo pagando caro nessa lata de sardinha com asas, houve um descaso enorme. Afinal, eu deveria chegar, dormir e trabalhar. Mas, pelo visto essa companhia horrível tomou mais horas úteis da minha vida que o esperado. Cheguei em Salvador e recebi um voucher de alimentação e um lugar no voo às 4:35, chegando em casa aproximadamente às 7:40. Quase 5 horas após o previsto. Não gastem seu dinheiro suado com essa companhia. Vão para a Ibéria, TAP ou Air France.
Colocação de um menor num voo diferente dos pais, sem a autorização dos mesmos
Venho apresentar reclamação relativamente à atuação da companhia aérea Iberia na gestão da reserva da minha família para o voo Madrid–Budapeste, inicialmente prevista para o dia 15 de agosto de 2026. A reserva foi efetuada em janeiro de 2026 através da plataforma Kiwi.com. Desde essa data, fomos alvo de sucessivas alterações aos voos, alterações essas que nos foram sempre comunicadas pela Kiwi.com como tendo origem na Iberia. Apesar dos constantes constrangimentos, aceitámos todas as alterações de boa-fé, uma vez que, até determinado momento, continuávamos a conseguir chegar a Budapeste no dia 15 de agosto, conforme planeado. Toda a nossa viagem foi organizada em função dessa data, incluindo voos de ligação, alojamento já pago e diversas atividades previamente reservadas. A situação agravou-se quando, na última alteração efetuada pela Iberia, eu e o meu marido fomos colocados num voo no dia 14 de agosto (N44XR), enquanto o nosso filho Francisco, de apenas 15 anos, foi colocado sozinho num voo diferente, no dia 16 de agosto ( N45BY). Com esta alteração o meu marido teria que faltar um dia ao trabalho e seríamos obrigados a adquirir, com custos adicionais, novos bilhetes de avião entre o Porto/Madrid para conseguirmos embarcar no voo para Budapeste no dia 14 de agosto. Por sua vez, o nosso filho Francisco, de apenas 15 anos, teria de realizar sozinho o voo Porto–Madrid já adquirido para o dia 15 de agosto, permanecer sozinho durante uma noite em Madrid, numa cidade que não conhece, e, no dia 16, embarcar sozinho para Budapeste. Trata-se de uma situação manifestamente inadmissível e totalmente incompatível com o dever de proteção e assistência que deve ser assegurado a um passageiro menor de idade. Nunca autorizámos, nem autorizaríamos, que o nosso filho viajasse desacompanhado ou permanecesse sozinho num país estrangeiro. Esta alternativa, além de colocar em causa a segurança e o bem-estar de um menor, obrigava-nos ainda a suportar despesas adicionais exclusivamente provocadas pelas sucessivas alterações introduzidas pela Iberia. Por indicação da Kiwi.com, contactei telefonicamente a Iberia no dia 13 de julho de 2026 para tentar resolver a situação. Expliquei que a nossa única intenção era manter a viagem no dia 15 de agosto, uma vez que já tínhamos alojamento pago, atividades reservadas e toda a viagem organizada para essa data. Perante a enorme angústia causada pela separação do nosso filho menor num voo diferente, acabei por aceitar viajar dia 17 de agosto para podermos viajar todos no mesmo voo. Essa decisão foi tomada num momento de elevado stress e pressão emocional, tendo como única prioridade garantir que o nosso filho viajasse connosco. Após terminar a chamada e analisar cuidadosamente todas as consequências dessa alteração, percebi que essa decisão compromete completamente a nossa viagem. A chegada apenas no dia 17 de agosto à tarde implica perder duas noites de alojamento já pagas em Budapeste, perder atividades previamente reservadas para os dias 15 e 16 e suportar um prejuízo económico significativo, tudo isto em consequência das sucessivas alterações efetuadas pela Iberia. Considero que a aceitação da alteração para o dia 17 não resultou de uma escolha livre e ponderada, mas sim de uma decisão tomada sob forte pressão emocional, criada por uma situação que nunca deveria ter ocorrido: a separação de um menor de 15 anos dos seus pais em voos distintos. Assim, solicito que esta situação seja urgentemente revista e que a Iberia nos volte a colocar no voo inicialmente previsto para o dia 15 de agosto de 2026, o qual, tanto quanto é do meu conhecimento, continua a existir e a operar. Caso tal não seja possível, solicito que a Iberia assuma integralmente todas as despesas de assistência a que temos direito em consequência da alteração do voo, nomeadamente o pagamento de duas noites de alojamento em Madrid para os três passageiros, todas as refeições e bebidas durante esse período de espera, os transportes entre o aeroporto e o hotel, bem como quaisquer outras despesas indispensáveis até ao embarque no voo para Budapeste. Estas despesas resultam exclusivamente das alterações introduzidas pela Iberia e não podem, de forma alguma, ser suportadas pelos passageiros.
Colocação de um menor num.voo diferente dos pais
Venho apresentar uma reclamação relativamente à atuação da Kiwi.com na gestão da reserva da viagem da minha família entre Madrid e Budapeste, prevista inicialmente para o dia **15 de agosto de 2026**. A reserva foi efetuada em janeiro de 2026, com vários meses de antecedência, precisamente para garantir estabilidade na organização da viagem. Desde essa data, fomos sucessivamente informados pela Kiwi.com de alterações aos voos, sempre justificadas como sendo consequência de alterações efetuadas pela companhia aérea Iberia. Apesar dos sucessivos transtornos, aceitámos todas as alterações de boa-fé, uma vez que, apesar das mudanças de horário, continuávamos a chegar a Budapeste no dia 15 de agosto, data em função da qual organizámos toda a viagem, incluindo voos de ligação, alojamento já pago e diversas atividades previamente reservadas. A situação tornou-se particularmente grave quando, na última alteração, eu e o meu marido fomos colocados num voo diferente do nosso filho Francisco, de apenas 15 anos. Fomos transferidos para um voo no dia 14 de agosto, enquanto o nosso filho foi colocado sozinho num voo no dia 16 de agosto. Nunca autorizámos, nem alguma vez autorizaríamos, que um menor viajasse desacompanhado dos seus pais. Perante esta situação, contactei a Kiwi.com, tendo sido aconselhada a resolver diretamente o problema com a Iberia. No dia 13 de julho de 2026 contactei telefonicamente a Iberia e expliquei que a nossa prioridade era viajar no dia 15 de agosto, uma vez que já tínhamos toda a viagem organizada para essa data. Fui informada de que não existia qualquer alternativa para manter essa data. A única solução apresentada foi colocar também o meu filho no voo do dia 14, opção que nos causava graves transtornos, uma vez que já tínhamos reservado o voo Porto-Madrid para a manhã do dia 15 e essa alteração obrigaria ainda o meu marido a faltar ao trabalho. Num momento de enorme ansiedade e preocupação, motivado exclusivamente pelo facto de o nosso filho menor estar separado dos pais, acabei por aceitar a alternativa proposta pela Iberia para viajar no dia 17 de agosto. Essa decisão foi tomada sob forte pressão emocional e não correspondeu à nossa verdadeira vontade. Depois de refletir calmamente sobre a situação, apercebi-me de que essa alteração compromete completamente a nossa viagem. A chegada apenas no dia 17 implica perder duas noites de alojamento já pagas em Budapeste, perder atividades previamente reservadas para os dias 15 e 16 e suportar um prejuízo económico muito significativo. Solicitei posteriormente à Kiwi.com que tentasse, junto da Iberia, obter o cancelamento desta última alteração e a emissão do respetivo crédito, uma vez que verifiquei existir na própria plataforma da Kiwi.com um voo de outra companhia aérea no dia 15 de agosto, que nos permitiria manter a viagem na data inicialmente prevista. A nossa intenção era utilizar esse crédito para efetuar uma nova reserva através da própria Kiwi.com. Considero que a Kiwi.com não prestou a assistência que seria expectável numa situação desta gravidade. Para além de nos remeter para a companhia aérea, não conseguiu encontrar uma solução que salvaguardasse a unidade da nossa família nem minimizar os prejuízos decorrentes das sucessivas alterações da reserva. Solicito, por isso, a intervenção da DECO PROteste para que a Kiwi.com reveja este processo e diligencie, junto da Iberia, uma solução que permita cancelar a última alteração da reserva e emitir o respetivo crédito ou reembolso, possibilitando a aquisição de um voo alternativo para o dia 15 de agosto de 2026. O nosso objetivo nunca foi obter qualquer vantagem económica, mas apenas conseguir realizar a viagem na data inicialmente contratada, evitando prejuízos que resultaram de sucessivas alterações totalmente alheias à nossa vontade.
Bilhete não recebido
Exmos. Senhores, Venho por este meio formalizar a minha queixa contra a empresa Stub Hub, a qual disponibilizou ingressos para o concerto do david guetta. Comprei os bilhetes online para 2 pessoas, sendo a data do evento no dia 2 de agosto às 21h30. Algo que me alertou para suspeita de fraude desta empresa foi o facto de não ter recebi os bilhetes de imediato, como a própria empresa alega, que só enviaram os ingressos 3 horas antes do evento iniciar. No total perdi 253,63€ na compra dos 2 bilhetes, incluindo ainda 70€ em taxas que acrescentaram ao valor da venda! Já tentei pedir o reembolso mas a única solução que a Stub Hub sugere é a publicação para revenda dos ingressos. Contudo gostaria que o meu caso tivesse solução e de obter o reembolso total daquilo paguei para esta fraude.
Reclamação formal e pedido de reembolso integral
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao alojamento anunciado como "Holidays2Malaga Candado House pool and garden", situado na Calle Francisco de Medrano, n.º 6, reservado para o período de 19 a 22 de junho, no valor total de 1.215 € para uma estadia de três noites. Infelizmente, a experiência foi completamente inaceitável e muito abaixo das condições anunciadas e do mínimo expectável para um alojamento deste valor. Logo à chegada verificámos que a casa apresentava uma evidente falta de limpeza e uma infestação de baratas, situação que tornou o alojamento impróprio para permanecer e colocou em causa a higiene, a segurança e o bem-estar de todos os hóspedes. Assim que detetámos estes problemas, contactámos de imediato o anfitrião e a plataforma, enviando fotografias e efetuando várias reclamações. Apesar das sucessivas tentativas de obter ajuda, não foi apresentada qualquer solução eficaz no próprio dia. Não nos foi disponibilizado um alojamento alternativo nem qualquer apoio que permitisse resolver a situação. Foi-nos comunicado que alguém teria ido ao alojamento proceder à limpeza. No entanto, quando regressámos, a situação permanecia praticamente inalterada, continuando a existir baratas e condições de higiene manifestamente insuficientes. Perante a inexistência de uma solução, fomos obrigados a abandonar o alojamento e procurar, à última hora, uma alternativa para podermos passar a noite. Esta situação implicou custos adicionais, enorme stress, perda de tempo e a impossibilidade de usufruirmos das férias que tínhamos planeado. Como consequência direta desta situação, perdemos uma parte significativa da nossa estadia, não conseguimos descansar nem dormir em condições, tivemos de suportar o custo de um novo alojamento encontrado à última hora, perdemos tempo a contactar repetidamente o anfitrião e a plataforma para tentar resolver um problema que nunca foi efetivamente solucionado e sofremos um prejuízo financeiro que resultou exclusivamente do incumprimento das condições prometidas. Apesar de todos estes factos, foi-nos comunicado que apenas será efetuado o reembolso de duas das três noites, mantendo ainda a cobrança da taxa de limpeza de 250 €. Esta decisão é totalmente incompreensível e injustificável. É absolutamente inaceitável que seja cobrada uma taxa de limpeza quando foi precisamente a falta de limpeza e as deficientes condições de higiene que tornaram o alojamento inabitável. A taxa de limpeza existe para garantir que o imóvel é entregue em perfeitas condições de utilização, o que manifestamente não aconteceu. Cobrar esse valor nestas circunstâncias é contraditório e injustificável. Considero que houve um incumprimento grave das condições contratadas, pelo que solicito o reembolso integral do valor pago pela reserva, no montante de 1.215 €, incluindo a devolução da totalidade da taxa de limpeza de 250 €, bem como a compensação pelos prejuízos causados pela necessidade de contratar um novo alojamento, pela perda da utilização da estadia contratada, pelo tempo perdido na tentativa de resolver a situação e pelos transtornos causados. Caso esta situação não seja resolvida de forma satisfatória, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor e de recorrer aos meios legais disponíveis, bem como de fornecer toda a documentação, fotografias, vídeos e registos das comunicações efetuadas durante a estadia, que comprovam os factos acima descritos. Espero uma resolução célere, justa e proporcional à gravidade da situação.
Wizz Air não efetuou reembolso prometido após cancelamento de voo
No dia 3 de junho de 2026, o voo W4 6220 da Wizz Air Malta, entre Lisboa e Roma Fiumicino, foi cancelado pela companhia aérea poucas horas antes da partida. Após o cancelamento, solicitei o reembolso da reserva, tendo a Wizz Air informado que o mesmo seria processado no prazo de 7 a 10 dias úteis. Esse prazo nunca foi cumprido. Posteriormente, a Wizz Air decidiu proceder apenas ao reembolso do voo de ida, recusando o reembolso do voo de regresso com a justificação de que este não foi cancelado. Esta posição é incompreensível, uma vez que o cancelamento do voo de ida impossibilitou totalmente a realização da viagem, tornando inviável a utilização do voo de regresso. Além disso, até à presente data, apenas foi efetuado o reembolso correspondente a uma das referências da reserva (2 passageiros), mantendo-se os restantes 4 passageiros "em processamento", sem qualquer previsão concreta para a conclusão do reembolso. Contactei igualmente a eDreams, agência através da qual efetuei a reserva. Fui informada de que a eDreams não pode proceder ao reembolso enquanto não receber os respetivos valores da Wizz Air, alegando que já pagou os bilhetes à companhia aérea. Como consumidora, considero inadmissível ficar prejudicada por um conflito administrativo entre a companhia aérea e a agência intermediária. Encontro-me, assim, quase dois meses após o cancelamento do voo e cerca de um mês após o pedido formal de cancelamento junto da eDreams, sem ter recebido o reembolso integral da reserva e sem uma solução definitiva. Solicito a intervenção da DECO Proteste para que sejam salvaguardados os meus direitos enquanto consumidora, garantindo o reembolso integral dos seis passageiros abrangidos pela reserva, incluindo o voo de regresso, cuja utilização foi inviabilizada exclusivamente pelo cancelamento do voo de ida pela Wizz Air.
Cancelamento sem consentimento
Venho solicitar a intervenção da DECO relativamente a um conflito de consumo com a Rede Expressos. Adquiri bilhetes internacionais para uma viagem programada para agosto. Posteriormente, submeti um pedido de cancelamento através do formulário disponibilizado pela empresa. No entanto, o formulário não informava que o cancelamento seria automático nem indicava qualquer prazo para análise ou execução do pedido. Após a submissão do pedido, não recebi qualquer resposta ou esclarecimento por parte da Rede Expressos durante cerca de uma semana. Durante esse período procurei obter informações adicionais sobre as condições e prazos aplicáveis, mas não obtive qualquer resposta que me permitisse tomar uma decisão informada. Apesar da ausência de comunicação, a Rede Expressos procedeu ao cancelamento dos bilhetes, sem qualquer aviso prévio ou esclarecimento sobre o estado do pedido. Quando tomei conhecimento da situação e tentei voltar a adquirir os mesmos bilhetes para as mesmas datas, verifiquei que os preços tinham aumentado significativamente, causando-me um prejuízo financeiro que não teria existido caso a empresa tivesse respondido atempadamente ou informado claramente sobre o tratamento do pedido. Considero que houve uma falha de informação e de comunicação para com o consumidor, uma vez que fiquei privada da possibilidade de manter a reserva inicial ou de agir em tempo útil para evitar os prejuízos sofridos. Solicito, por isso, a intervenção da DECO junto da Rede Expressos, com vista à reposição dos bilhetes nas condições originalmente contratadas ou, em alternativa, à atribuição de uma compensação adequada pelos prejuízos causados. Junto os comprovativos da reserva, do pedido submetido e das restantes comunicações efetuadas. Com os melhores cumprimentos,
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