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Air Europa recusa compensação por voo cancelado (UX58) apesar de atraso superior a 24 horas
No dia 25/05/2026, embarcámos no voo UX58 da Air Europa entre São Paulo e Madrid. Após várias horas dentro da aeronave, fomos informados de problemas técnicos e posteriormente desembarcados. A companhia demorou várias horas a prestar informações claras e não forneceu assistência alimentar adequada. Os vouchers prometidos nunca foram disponibilizados, obrigando-nos a suportar despesas de alimentação. O voo foi posteriormente cancelado. A própria Air Europa emitiu certificado oficial indicando como motivo "manutenção não programada". Fomos reencaminhados para um voo TAP no dia seguinte e chegámos ao Porto com mais de 24 horas de atraso. Solicitámos à Air Europa a compensação prevista no Regulamento Europeu 261/2004 (€600 por passageiro), mas a companhia recusou alegando a aplicação da legislação brasileira. Entretanto, existem relatos públicos de outros passageiros do mesmo voo que receberam a compensação após intervenção da AESA. Mantemos o pedido de compensação e de reembolso das despesas suportadas.
Pagamento de bagagem de mao
Em barqueiro no voo de Amsterdam para Lisboa em voo HV5959 em 16 Jun 2026 e tive que pagar pela mala que cumpria todos os padrões inclusive peso permitidos e não concordo com tal procedimento.
Reclamação – Cobrança de duas subscrições eDreams Prime anuais e ausência de aviso de renovação
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente às cobranças efetuadas referentes a subscrições eDreams Prime anual associadas aos meus endereços de email. De acordo com a informação prestada hoje, dia 16/06, pela vossa linha de apoio ao cliente, foi identificada uma cobrança no valor de 79,99 €, efetuada em 11 de junho, associada ao endereço de email mjmestre28@hotmail.com, referente à subscrição eDreams Prime anual, alegadamente criada em 2021. Foi igualmente identificada uma segunda cobrança no valor de 89,99 €, associada ao endereço de email mjmestre28@gmail.com, referente também a uma subscrição eDreams Prime anual, alegadamente criada em 2025. Importa referir que esta situação já tinha sido anteriormente objeto de reclamação em 2025. Na sequência dessa reclamação, foi-me atribuída uma “oferta” no valor de 90 €. Após essa situação, através da aplicação eDreams instalada no meu telemóvel, ativei a opção de alerta disponibilizada para que fosse enviado um email de aviso com antecedência de um mês relativamente à renovação da subscrição, permitindo assim tomar uma decisão atempada sobre a continuidade do serviço. Contudo, esse aviso não foi recebido no endereço de email associado (mjmestre28@gmail.com), tendo ocorrido novamente a renovação automática e a respetiva cobrança, sem que tivesse tido conhecimento prévio da renovação e possibilidade de proceder ao cancelamento atempadamente. Face ao exposto, solicito a verificação detalhada desta situação, nomeadamente: a confirmação da existência e origem das duas subscrições eDreams Prime associadas aos dois endereços de email; a indicação dos registos de adesão, autorizações e condições de renovação aplicadas a cada uma; a confirmação do motivo pelo qual o alerta configurado através da aplicação não resultou no envio do respetivo aviso; o cancelamento imediato de qualquer subscrição que não corresponda a uma autorização válida; o reembolso dos valores cobrados referentes às renovações que não deveriam ter ocorrido, nomeadamente os montantes de 79,99 € e 89,99 €, conforme conclusão da vossa análise. Solicito ainda uma resposta formal por escrito para o endereço mjmestre28@gmail.com, com a resolução da reclamação e indicação das medidas tomadas para evitar novas cobranças nestas circunstâncias. Informo que esta reclamação é igualmente enviada em conhecimento à DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, bem como às entidades competentes de defesa do consumidor, nomeadamente através dos meios oficiais disponíveis, caso não seja apresentada uma solução adequada. Aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Maria José Mestre
Perda de alojamento
Boa tarde Fiz a compra na Porto Santo Line do Lido de um pacote com viatura e alojamento em hotel (torre praia) no dia 28/05, para viajar no dia 12/06 a 14/06. Entretanto, infelizmente o meu filho ficou internado na madrugada do dia 06/06 e eu nesse mesmo dia antes da hora de almoço contactei a Porto Santo Line, falei com a Sr.ª Jéssica a alertar que não iriamos conseguir viajar e pretendia alterar a viagem. A colaboradora informou que as viagens ficavam em aberto até ao fim do ano mas que a estadia no hotel ficava perdido por completo pelo fato de não termos feito um aviso prévio de 15 dias e que para marcar novo hotel teria um custo de 186€ por noite! Eu voltei vezes sem conta a referir que o meu filho tinha ficado internado e sendo algo imprevisível não tinha como avisar antes, mas a colaboradora só respondeu que eram as regras. Entretanto tentei também entrar em contato com o hotel ao qual respondem que são as regras da Porto Santo Line e que nada poderiam fazer. Na quinta feira (dia 11/06) voltei a contatar no sentido de entender as marcações da viagem, falei com a Sr.ª Joana e as respostas eram as mesmas: perdia a estadia no hotel. Entretanto fiz uma reclamação por email à Porto Santo Line sobre o valor da estadia e nada fizeram, voltei a ligar para marcar as viagens e a Sr.ª Joana disse que só poderiam marcar as viagens novamente se eu desse como sem efeito a reclamação da estadia. Eu referi que uma coisa não tinha nada haver com outra, eram situações isoladas mas a Sr.ª Joana referiu que só conseguia avançar se eu respondesse ao email com a razão da reclamação ficar sem efeito. Tive de o fazer para conseguir voltar a marcar viagens para a data que eu queria. A meio disto eu ainda referi que não queria o dinheiro de volta, apenas que fizessem o ajuste de valores para nova estadia e eu assumia o restante valor a pagar visto nós termos só viagem para julho. Entretanto isto gerou uma revolta pois eram situações isoladas e a Porto Santo Line está sem razão alguma e em momento algum tentaram sequer ver alguma solução, apenas limitavam a dizer: "são as regras". É importante salientar que as colaboradoras em momento algum foram rudes, pelo contrário foram simpáticas e sensíveis à razão pela qual eu não estaria a viajar. Referi também que tinha todos os documentos comprovativos do internamento e que poderia facilitar para comprovar a veracidade das palavras. Solicito, neste modo, uma melhor resolução de forma a que não perca a estadia
O voo foi adiado e a E-Dreams não me avisou
Olá, tinha reservado um voo de ida e volta (Porto - Ponta Delgada) pela E-Dreams na TAP/Sata por 129 euros (9-06 até 15/06) O horário de volta do voo sempre me foi apresentado às 21:50 de dia 15/06/2026 (referência da companhia aérea XT6DWF / TP 6638) na E Dreams e emails. Após as minhas férias em Ponta Delgada, no dia do voo, deparo me com o cartão de embarque, que apenas foi disponibilizado a dia 12/06, com hora de partida às 17:50, hora que já havia passado. Dado isto pensei que fosse apenas algum engano do sistema e que aquele não fosse o meu bilhete de embarque, mas ao chegar ao aeroporto, no balcão da Sata, disseram que o horário d o voo já tinha sido alterado em 27 de março e que a alteração devia ter sido comunicada por email ou pela E-Dreams. No meu email haviam emails da Sata, da TAP e da E-Dreams mas nenhum relacionado com esta alteração e na app E-Dreams o horário manteve-se 21:50. Ao comunicar tanto com o apoio online da E-Dreams e com o balcão da Sata, ambos passaram a batata quente de um lado para o outro: A E-Dreams afirmava que a responsabilidade é da companhia aérea por ter alterado e a Sata afirmava que a responsabilidade seria da E-Dreams por não ter comunicado e aplicado essa alteração na aplicação. Nenhuma das duas identidades se ofereceu a ajudar. A E-Dreams disse que iria reembolsar este voo de volta num prazo de 72h no entanto a única opção que me foi dada pela Sata foi ir para Lisboa às 21:50 pelo preço de 258 euros. Se não tivesse como pagar o voo não tinha maneira de voltar. Tomemos em consideração que ir para Lisboa me custou esses 258 euros, 10 euros de autocarro para o Porto na manhã seguinte (consegui onde ficar felizmente) e menos um dia de trabalho (16/06). Foi deixada uma reclamação no livro de reclamações da SATA no aeroporto de Ponta Delgada e uma reclamação no site da E-Dreams (número de processo 4719320) Com isto gostaria de saber como posso recuperar estes custos que tive devido ao erro da E-Dreams uma vez que o reembolso que me prometeram não irá cobrir nem metade da despesa. Obrigado
Salto de paraquedas cancelado
Boa tarde, em 2021 comprei um salto de paraquedas na Skydive Maia no valor de 159,99€ . Marquei o salto pouco tempo depois e estava doente então desmarquei o mesmo , eles disseram me que como não avisei 24h antes na próxima marcação do salto no dia teria que pagar uma taxa . Até aí tudo bem até que sempre que marcava o salto ele era desmarcado ou no dia antes ou até mesmo uma semana antes . Liguei e mandei emails a reclamar e não adiantou de nada . Nunca cheguei a usufrui do salto . Outro dia tentei voltar a marcar e vi que já não dava para os encontrar em lado nenhum e que basicamente aquilo tinha fechado e nunca irei usufruir do que comprei nem mesmo ter o meu dinheiro de volta . Gostaria de saber o que fazer agora. Obrigada
Multa abusiva
Aluguei um veículo por 5 dias, e fui perguntado se iria sair do país, como não tinha essa intenção respondi negativamente (ficaria em Vila Real de Santo Antônio), poucas horas após retirar o veículo recebi um contato da minha cunhada que havia um cancelamento de um casal em um excelente hotel em Islantila (Andaluzia), como ficava apenas a 30 km. do meu destino original aceitei, não lembrei da pergunta da empresa do veículo sobre sair do país, e fui surpreendido com uma cobrança de 320 € de multa por essa "infração". Poderiam me posicionar se esse valor é devido e seu valor abusivo ?
Pedido recebido de outra pessoa
No passado dia 13 de junho recebi um pedido pela uber eats que não era o meu. O saco onde vinha o pedido não vinha identificado nem vinha com recibo impresso e anexado ao saco como vem sempre. Quando fiz reclamação pela app o o apoio ao cliente insistia que o pedido que recebi que correspondia ao que pedi o que era mentira. Agora, passados dois dias, dizem que já passou o tempo para reembolso do pedido. Quero o reembolso e fazer reclamação sobre o apoio ao cliente. Envio em anexo a comida que recebi, o meu recibo e também fotografias do que eu pedi (mas que não recebi).
Cobrança indevida e prática comercial agressiva pela Tangerine Rent
Categoria Consumo → Serviços → Rent-a-car / Aluguer de automóveis No dia 11/06/2026, ao levantar um veículo reservado através do Booking (serviço de aluguer de carros), na locadora Tangerine - Rua Professor Henrique de Barros, 12,, fui alvo de práticas comerciais abusivas e potencial venda casada. Antes da viagem, contratei e paguei um Seguro de Proteção Total através do Booking, emitido pela Zurich Insurance Europe AG, com cobertura até 20.000€, incluindo danos ao veículo, janelas, rodas, espelhos, fechaduras, reboque, combustível errado e perda de chaves. Toda a documentação confirma que não é necessário contratar qualquer seguro adicional da locadora. Ao chegar à Tangerine, fui confrontado com: - Exigência de caução superior a 4.000€, mesmo eu tendo seguro total. - Recusa em aceitar os dados do meu cartão AMEX internacional, alegando que só aceitariam o cartão físico. - Recusa em aceitar o cartão da minha companheira, mesmo sendo possível alterar o condutor. - Alegações falsas de que o seguro do Booking não cobre pequenos danos sem boletim de ocorrência policial. - Coação comercial, afirmando que sem contratar um seguro adicional eu não poderia levantar o veículo. - Cobrança de um seguro adicional no valor total de 447,72€, pago em dois cartões (223,86€ no meu cartão e 223,86€ no cartão da minha companheira). A conduta da Tangerine configura: - Prática comercial agressiva (DL 57/2008) - Venda casada, proibida pelo Código do Consumidor - Violação do dever de informação - Imposição de serviço não solicitado - Aproveitamento da vulnerabilidade do consumidor Solicito: - Reembolso integral dos 447,72€ cobrados indevidamente - Mediação da DECO - Avaliação de infrações ao Código do Consumidor - Abertura de processo contra a empresa, se aplicável - Anexo comprovativos, documentos do seguro e recibos. Pretensão do Consumidor - Reembolso integral de 447,72€ e intervenção da DECO para cessar práticas abusivas. Dados adicionais - Local do incidente: Tangerine - Rua Professor Henrique de Barros, 12 (próximo ao Aeroporto de Lisboa) Data: 11/06/2026 Valor cobrado indevidamente: 447,72€
Falha de informação e falta de fiscalização do seguro vendido pelo Booking / Rentalcars
Contratei através do Booking um Seguro de Proteção Total / Full Protection Insurance, emitido pela Zurich Insurance Europe AG, com cobertura até 20.000€, incluindo danos ao veículo, janelas, rodas, espelhos, fechaduras, reboque, combustível errado e perda de chaves. O Booking afirma claramente que qualquer valor cobrado pela locadora será reembolsado e que o cliente pode recusar seguros adicionais oferecidos no balcão. No entanto, ao levantar o veículo na locadora Tangerine (Rua Professor Henrique de Barros, 12, próxima ao Aeroporto de Lisboa), fui informado de que: - O seguro do Booking não seria aceite pela locadora. - O seguro do Booking não cobriria pequenos danos sem boletim policial, o que é falso segundo a documentação oficial. - Eu seria obrigado a contratar um seguro adicional da Tangerine, sob pena de não receber o veículo. - Fui forçado a pagar 447,72€ por um seguro adicional, apesar de já ter pago ao Booking o seguro total. O Booking: - Vendeu um seguro que não foi respeitado pela locadora parceira - Não fiscaliza as práticas das locadoras que utiliza - Coloca o consumidor numa situação de dependência e prejuízo - Não garante a execução do serviço que comercializa Solicito: - Mediação da DECO - Reembolso integral dos 447,72€ - Avaliação da conduta do Booking enquanto intermediário - Abertura de processo, se aplicável - Anexo documentos do seguro, comprovativos de pagamento e comunicação relevante. Pretensão do Consumidor - Reembolso integral de 447,72€ e intervenção da DECO para garantir o cumprimento das condições do seguro vendido. Dados adicionais - Intermediário: Booking.com / Rentalcars.com Data do incidente: 11/06/2026 Valor do prejuízo: 447,72€
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