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pagamentos
em 2 de agosto de 2026 comprei um periodo de alojamento que foi confirmado e pago.. a posterior foi anulado pela empresa do alojamento e recebi o valor da reserva a metade.. sou a solicitar o valor totsal que paguei e quero saber o que tenho que receber por danos morais e patrimoniais pois nao tive culpa na resolução da rteserva
Tratamento inadmissivel
Exposição dos Factos: No dia 19 de Setembro de 2025, tinha uma reserva efetuada e paga/confirmada no Evolution Hotel, pertencente ao Grupo SANA, para celebrar o aniversário do meu namorado, que me acompanhava. Ao chegar ao estabelecimento para realizar o check-in, o meu acompanhante não apresentava documento de identificação no momento. Em resposta a essa situação, a equipa de segurança e os funcionários do hotel adotaram uma conduta abusiva, humilhante e desproporcionada, bloqueando fisicamente a entrada e impedindo-nos de aceder ao hotel juntos. Fomos submetidos a uma situação intolerável de bullying e assédio moral, tendo os recepcionistas chegado ao ponto de sugerir, de forma insultuosa, que o meu acompanhante fosse «dormir para o carro» enquanto eu pernoitaria no hotel. Perante tamanha humilhação e recusa indevida de prestação de serviço, ou devoluação do dinheiro, recusei-me a ficar no hotel nessas condições e abandonei o local. Devido ao elevado nível de stresse, constrangimento público e humilhação sofrida, passei por um quadro de trauma psicológico, tendo tido a necessidade de recorrer à toma de ansiolíticos/calmantes para controlar a ansiedade decorrente do incidente. Foi uma situação deveras constrangedora, não tinhamos onde ficar pois já era muito tarde, era o aniversário importante o que tornou tudo mais complicado e desafiante. Foi muito dificil ultrapassar esta situação a nível psicológico. Pedidos:Face ao exposto, solicito a este serviço e aos vossos Juristas, a intervenção no conflito para que a Reclamada seja condenada a: 1) Reembolso integral dos valores pagos pela reserva/estadia não gozada; 2) Indemnização por danos morais devidos à humilhação, violação dos direitos do consumidor e danos psicológicos causados pelo comportamento dos seus colaboradores e seguranças.Junto em anexo os comprovativos da reserva. Peço Deferimento,
Recusa de reembolso após falha no processamento de pagamento — Mytrip / e-Travel S.A.
No dia 6 de setembro de 2026 tentei comprar 3 voos de ida e volta Porto–Málaga (ida 9/10, volta 11/10) através da Mytrip. O pagamento via Apple Pay não foi autorizado e a aplicação encerrou sem confirmar a reserva. Repeti o processo 2 vezes sem sucesso. Mesmo assim, recebi um email a confirmar a reserva (n.º 1152-604-098), sem que esta fosse visível na app nem tivesse sido debitado qualquer valor. Só a 8 de setembro foram debitados 410,41€ da minha conta. Entretanto já tinha comprado os mesmos voos noutra plataforma devido à falta de confirmação visível. Contactei a Mytrip duas vezes por telefone, que me informou não ser possível cancelar os voos de regresso e que os voos de ida (Ryanair) deveriam ser cancelados junto da companhia aérea. A Ryanair, por sua vez, informou que não podia processar qualquer reembolso por a reserva ter sido feita através da Mytrip. Nenhuma das duas entidades resolveu a situação. Solicito o cancelamento da reserva e o reembolso integral dos 410,41€ debitados. Contactei a Mytrip e a Ryanair, ambas remetendo a responsabilidade uma para a outra, sem que o problema seja resolvido. Solicito a mediação da DECO para obter o reembolso integral do valor debitado, uma vez que o erro ocorreu inteiramente do lado da Mytrip no momento do pagamento.
Viagem ao Egipto e serviços prestados
Exmos. Senhores da Total Fun, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à viagem ao Egito recentemente realizada através da vossa agência. Fomoa um gruponsignificativo de pessoas através da vossa agência onde existia naturalmente uma relação de confiança e uma expectativa de que os serviços apresentados e contratados correspondessem efetivamente àquilo que seria encontrado no destino. Infelizmente, essa expectativa não foi correspondida e considero que a experiência ficou muito aquém do que nos foi apresentado, existindo vários aspetos que merecem uma explicação por parte da agência. 1. Alojamento – hotel apresentado como sendo de 4 estrelas O hotel para o qual fomos encaminhados foi-nos apresentado como um estabelecimento de 4 estrelas. No entanto, aquilo que encontrámos no destino ficou muito longe do padrão que seria expectável para essa classificação. As condições gerais do hotel eram bastante deficientes, quer ao nível da manutenção, quer da higiene, quer ainda relativamente à qualidade do atendimento. Esta situação não afetou apenas a minha experiência pessoal, mas foi motivo de insatisfação e comentários por parte de vários elementos do grupo que acompanhei. 2. A alegada “praia paradisíaca” Outro dos aspetos que considero particularmente preocupante foi a forma como as condições de praia foram apresentadas. Foi-nos transmitida a ideia de que o hotel dispunha de acesso a uma praia paradisíaca, criando uma expectativa completamente diferente daquela que encontrámos. Na realidade, para chegar à zona que supostamente correspondia à praia, era necessário percorrer cerca de 500 metros dentro de água, com a água aproximadamente ao nível do joelho. Na zona indicada como sendo aquela onde seria possível observar os corais, a profundidade ultrapassava os 30 metros. Considero que existe uma diferença muito significativa entre a expectativa criada no momento da venda e a realidade encontrada no destino. 3. Cancelamento da excursão ao Blue Hole Antes da viagem foi também contratada uma excursão que incluía visita ao Blue Hole, passeio de camelo e passeio de moto 4. Posteriormente, fomos informados de que esta excursão seria cancelada, tendo-nos sido transmitido que o motivo estaria relacionado com obras no local e que, por esse motivo, as atividades não poderiam ser realizadas. No entanto, já no destino, verificámos que essa mesma excursão continuava a ser comercializada pelo próprio hotel, incluindo precisamente as atividades que nos tinham sido indicadas como impossíveis de realizar. Esta situação causou-nos naturalmente estranheza e deixou-nos com sérias dúvidas relativamente à justificação apresentada para o cancelamento. Consideramos que, perante o cancelamento de um serviço previamente contratado, é fundamental que o cliente receba uma explicação verdadeira, clara e transparente. 4. Falta de acompanhamento e resposta da agência Outro dos aspetos que mais nos desagradou foi a falta de acompanhamento por parte da agência. Sempre que surgiram dúvidas, problemas ou situações que necessitavam de esclarecimento, procurámos contactar a Total Fun, muitas vezes no próprio momento em que os problemas estavam a acontecer. Infelizmente, em diversas situações não obtivemos resposta ou esta não foi dada em tempo útil. Enquanto responsável por um grupo de pessoas que viajou através da vossa agência, esta situação foi particularmente desagradável, uma vez que existia da minha parte uma responsabilidade acrescida perante as pessoas que confiaram em mim e aderiram à viagem. 5. O passeio alternativo Posteriormente foi-nos apresentada a possibilidade de realizar outro passeio, tendo alguns elementos do grupo optado por fazê-lo. Apesar de reconhecermos a tentativa de apresentar uma alternativa, consideramos que esta solução não elimina nem compensa adequadamente os problemas anteriormente descritos, nomeadamente o cancelamento da excursão originalmente contratada. As pessoas que integraram este grupo escolheram viajar através da agência com base na informação e nas condições que lhes foram apresentadas, e várias ficaram efetivamente desiludidas com a experiência. Enquanto pessoa que esteve na origem da organização/angariação deste grupo, considero importante transmitir-vos diretamente esta insatisfação, não apenas em meu nome, mas também tendo em consideração aquilo que foi vivido e transmitido por vários elementos do grupo. Não pretendemos responsabilizar a agência por situações que possam ser alheias à sua atuação ou por circunstâncias próprias do destino. Contudo, entendemos que existe uma diferença significativa entre determinados serviços que nos foram apresentados e aquilo que efetivamente encontrámos.
Stubhub é uma fachada para fraude
Fiz a venda de um Full Pass Ticket para o Primavera Sound no início de junho. A cliente não conseguiu ir ao primeiro dia, pelo que me informaram que esse dia seria cobrado de volta, mas que receberia o pagamento dos restantes 3. Dia 16/06 recebi um email da Stubhub a dizer que tentaram fazer o pagamento para a minha conta paypal mas que tinha sido rejeitado, e que precisava de adicionar uma alternativa de pagamento, apesar de o meu paypal estar perfeitamente funcional. Tentei durante dois meses adicionar um método de pagamento alternativo, sem sucesso, até que eles concordaram finalmente em voltar a usar a minha conta original do paypal. Nesse momento, afinal, congelaram a minha conta da Stubhub por “falta de documentos de autenticação”. Forneci imediatamente todos os documentos que pediram e responderam-me que estavam a ser verificados. No início de agosto recebi inesperadamente um email a dizer que a minha venda tinha sido cancelada, apesar de eles já terem confirmado comigo que a cliente tinha ido ao evento, que eles já tinham o pagamento dela cativo e que estavam a tentar fazer-me o pagamento devido. O apoio ao cliente assegurou-me que foi um bug do sistema, para ignorar e que a venda não estava cancelada. Durante um mês liguei semanalmente, para saber o status da conta bloqueada, ao que me respondiam “os documentos estão a ser avaliados”. Após dezenas de tentativas falhadas para ter um update, insisti, e descobri que não tinham qualquer documentação com eles, que se tinha “perdido” e que não estavam a fazer qualquer avaliação, como tinham “garantido”. Pediram que os enviasse de novo e passado uns dias a conta foi recuperada, mas informaram-me que afinal a venda tinha sido cancelada. Não é possível que a venda tenha sido cancelada, se tanto eles como os organizadores do evento confirmaram que a cliente conseguiu ir ao festival, e depois de me terem instruído para ignorar o email acerca do cancelamento porque “era um erro do sistema”. Para além de tudo, se a cliente não tivesse ido de facto ao evento eles não teriam tentado fazer o pagamento duas vezes, então isto trata-se apenas de um negócio de fraude.
Encomenda não entregue e debitada
Exmos senhores No dia 4 do corrente mês fiz uma encomenda através da v/ empresa, compras no continente Devido ao condiciomento da festa do avante a encomenda não foi entregue O estafeta comunicou comigo e fiz o devido cancelamento na Uber eats e foi confirmado por email que a encomenda tinha sido cancelada e o v/ atendimento por MSG tbm confirmou Mas o montante da encomenda foi debitado no meu cartão no montante de € 17,90 Agradeço que verifiquem essa situação e me creditem esse montante no meu cartão Cumprimentos Fátima jussub Telemóvel 917517236
Impedida de embarcar !
Venho, por este meio, solicitar esclarecimentos por parte da /Mytrip Azul relativamente à passagem emitida sob o número de reserva BQ2ZMX, com voo previsto para o dia 30/09, às 21h10, de VCP para Lisboa em nome de Luana Amaral silva. Não consegui, de forma alguma, realizar o check-in online e, por esse motivo, optei por chegar ao aeroporto com cerca de três horas de antecedência para efetuar o check-in diretamente no balcão. No entanto, ao ser atendida, fui informada de que a minha passagem havia sido declinada, situação que me causou enorme transtorno e desespero, sobretudo porque teria de regressar ao trabalho já no dia seguinte. A funcionária que me atendeu informou-me que a única alternativa disponível seria embarcar no voo seguinte para Lisboa, no dia seguinte, às 17h00. Além disso, teria de assumir os custos de uma noite de hotel. Sem qualquer outra alternativa e não tendo condições para adquirir uma nova passagem, aceitei a solução apresentada e fui acomodada, por cortesia, no voo 8750. Importa ainda referir que este voo sofreu um atraso de aproximadamente 1h30, o que acabou por representar mais um dia de problemas no trabalho, além de todos os transtornos e custos associados a esta situação. Desta forma, gostaria de obter uma explicação formal por parte da Azul relativamente ao que aconteceu com a minha reserva e, sobretudo, qual foi o motivo pelo qual a passagem foi declinada, tendo em conta que a mesma foi devidamente paga e que disponho do respetivo comprovativo de pagamento, confirmação da emissão e número de reserva. Considerando que cumpri todas as condições necessárias e tinha uma reserva devidamente confirmada, agradeço que me esclareçam o ocorrido e indiquem o motivo concreto que levou à impossibilidade de embarque no voo originalmente contratado. Agradeço, desde já, uma resposta célere, tendo em conta os transtornos significativos causados por esta situação. Obrigada. Com os melhores cumprimentos,
Reclamação formal – cobrança obrigatória de serviço apresentado como opcional
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao aluguer de uma viatura da Tangerine Rent-Car, efetuado através da Booking.com, pelo período de 8 dias, com levantamento nas instalações de Prior Velho. No momento do levantamento da viatura, fui informada de que seria obrigatório contratar o dispositivo de portagens/Via Verde, denominado “transponder”, e que não seria possível prosseguir com o aluguer sem a contratação deste serviço adicional. Esta informação causou-me particular estranheza, uma vez que tenho alugado viaturas com frequência e tenho por hábito verificar cuidadosamente as condições das reservas, precisamente para evitar custos inesperados no momento do levantamento. Voltei, por isso, a consultar a documentação da minha reserva. No voucher de compra não existe qualquer indicação de que a contratação do transponder seja obrigatória. Posteriormente, localizei nos Termos e Condições da reserva, fora do voucher, a informação relativa a esta taxa. Contudo, o texto apresentado é absolutamente claro: “Se optar por este extra, o custo do aluguer do transponder é de 2,00 € por dia até ao máximo de 20,00 € por aluguer – impostos incluído.” A expressão “Se optar por este extra” indica inequivocamente uma opção do cliente, e não uma obrigação ou condição indispensável para o levantamento da viatura. Apesar disso, no balcão foi-me comunicado que o serviço era obrigatório e que esta obrigatoriedade estaria prevista nas condições da reserva. Perante o texto acima, considero existir uma evidente contradição entre a informação disponibilizada ao consumidor no momento da contratação e a prática aplicada no balcão. Quero também deixar registado que o colaborador Duarte, que nos atendeu, demonstrou paciência durante toda a situação e explicou repetidamente que estava apenas a cumprir orientações da empresa e que não tinha autorização para entregar a viatura sem a inclusão deste serviço. O episódio que considerei mais grave ocorreu, contudo, com a intervenção de uma pessoa que aparentava exercer funções de chefia. Perante a discussão da situação, esta pessoa dirigiu-se ao colaborador, na nossa presença, questionando por que razão estava a “perder tanto tempo por causa de 20 euros”. Esta afirmação deixou-me particularmente desagradada. A questão nunca foi simplesmente o valor de 20 euros. A questão é o princípio de cobrar ao consumidor, como obrigatório, um serviço que nas próprias condições apresentadas pela empresa é descrito como “extra” e sujeito à opção do cliente. Independentemente de estarmos a falar de 2 €, 20 € ou 200 €, considero que um cliente tem o direito de conhecer antecipadamente o preço efetivo do serviço contratado e de não ser confrontado, no momento do levantamento da viatura, com a imposição de um custo adicional que não foi apresentado como obrigatório no momento da reserva. Acrescento que fiquei com uma impressão positiva relativamente à organização das instalações da Tangerine em Prior Velho. Precisamente por esse motivo, considero ainda mais preocupante que uma situação desta natureza seja tratada por uma pessoa em posição de liderança como se a discussão sobre a transparência de uma cobrança fosse irrelevante apenas porque estão em causa “20 euros”. Assim, solicito formalmente: O esclarecimento, por escrito, sobre se a contratação do transponder é opcional ou obrigatória nos alugueres da Tangerine; Caso seja obrigatória, que me indiquem onde essa obrigatoriedade estava expressamente indicada na documentação e nas condições aplicáveis à minha reserva antes da contratação; Uma explicação sobre a discrepância entre a alegada obrigatoriedade e a informação disponibilizada ao cliente: “Se optar por este extra”; A análise interna da postura adotada pela pessoa que exercia funções de chefia no balcão, nomeadamente do comentário efetuado perante os clientes e o próprio colaborador. Tenho comigo o voucher da reserva, os Termos e Condições apresentados e os respetivos registos/capturas de ecrã, que demonstram a forma como este serviço foi apresentado ao consumidor, e poderei disponibilizá-los como prova. Aguardo uma resposta formal sobre o tema. Com os melhores cumprimentos, Catarina Ramos
EXIGÊNCIA DE REEMBOLSO IMEDIATO – Concerto Paulo Ricardo
Venho por este meio solicitar o reembolso integral dos dois bilhetes que adquiri para o show de Paulo Ricardo, no valor de 40 € cada, totalizando 80 €. Estou extremamente indignada com a situação, principalmente pela falta de comunicação por parte da organização. Adquiri os bilhetes em janeiro, inicialmente para um espetáculo que seria realizado em março. Posteriormente, a data foi alterada para setembro e, para minha surpresa, só hoje, ao pesquisar informações sobre o evento na internet, tomei conhecimento de que o show foi novamente cancelado, sem indicação de uma nova data. O que considero particularmente grave é o facto de não ter recebido qualquer e-mail ou comunicação oficial informando-me sobre o novo cancelamento. Sendo eu uma cliente que adquiri os bilhetes antecipadamente, considero inaceitável ter de descobrir por conta própria, através da internet, que o evento foi cancelado. Desta forma, solicito o reembolso dos dois bilhetes, no valor total de 80 €, uma vez que o espetáculo não será realizado e não existe, neste momento, uma nova data definida. Fico a aguardar uma resposta urgente. Com os melhores cumprimentos,
eDreams – €85,19 cobrados por correção não concluída + €132 Prime não aplicado
Solicito apoio relativamente a um litígio com a eDreams associado a uma reserva familiar para a Tailândia. À data da compra tinha uma subscrição Prime Plus ativa. Durante o processo foi apresentado um desconto Prime de €132, que acabou por não ser aplicado ao preço final. Adicionalmente, a eDreams preencheu automaticamente o meu nome de forma incorrecta, apesar da minha conta eDreams ter o nome correto, omitindo assim o último apelido. Para tratar dessa correção, a empresa cobrou-me €85,19. Apesar disso, a alteração ainda não foi concluída. A eDreams chegou a informar que não conseguia obter resposta da Etihad e recomendou que eu tratasse diretamente com a companhia aérea. Porém, no próprio sistema da Etihad, as alterações desta reserva são remetidas para o agente de viagens. Após vários contactos, o processo voltou a ser escalado internamente, mas o nome continua incorreto. Já apresentei reclamação formal à empresa (#4797575), recorri ao Centro Europeu do Consumidor e exerci formalmente o meu direito de retificação ao abrigo do RGPD. Solicito a conclusão imediata da correção do nome e o reembolso de €217,19, correspondentes aos €132 do desconto Prime não aplicado e aos €85,19 cobrados pela correção ainda não executada. Todo o processo tem exigido múltiplos contactos por telefone, chat e email, com respostas contraditórias e sucessivos encaminhamentos entre equipas sem uma resolução definitiva.
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