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Fraude de Alojamento Inexistente
Efetuei, através da plataforma Booking.com, a reserva n.º 5768168662 para um alojamento destinado a dois adultos e uma criança, apelidado "T1 Av da Liberdade" e gerido pelo suposto anfitrião LX Apartments. No momento da reserva, foi-me solicitado, através da própria plataforma Booking.com, que introduzisse os dados do meu cartão bancário, informação que, segundo as condições apresentadas, permitiria ao proprietário efetuar uma eventual cobrança de pré-pagamento, caso necessário. Posteriormente, o proprietário do alojamento entrou em contacto comigo através do sistema de mensagens da Booking.com e também através do WhatsApp, solicitando que o pagamento da reserva fosse efetuado diretamente para o alojamento através de transferência bancária. Seguindo essas instruções, efetuei uma transferência bancária no valor de 124,50 € para o IBAN que me foi indicado pelo proprietário. O IBAN fornecido corresponde a uma conta bancária sediada no Luxemburgo. Possuo o respetivo comprovativo da transferência, bem como as comunicações mantidas com o alojamento. No próprio dia em que deveria ocorrer a estadia, fui novamente contactado pelo alojamento, desta vez através da Booking.com, sendo-me solicitado o pagamento adicional de uma caução no valor de 300 €, o qual fiz. Foi-me indicado que esse montante seria devolvido no dia seguinte, desde que, após a nossa saída, estivesse tudo em conformidade com o alojamento. Perante esta situação e antes de me dirigir ao local, solicitei ao proprietário que me confirmasse a morada correta do alojamento e as indicações necessárias para lhe aceder. Foi precisamente a partir desse momento que a situação se tornou particularmente preocupante. O proprietário deixou de responder às minhas mensagens e começou a desligar ou rejeitar as minhas chamadas, impossibilitando qualquer contacto. Apesar da ausência de resposta, desloquei-me à morada indicada na Booking.com. No local, deparei-me apenas com um portão, sem qualquer entrada identificável para o alojamento ou dispositivo onde fosse possível introduzir o código PIN que supostamente permitiria o acesso. Não consegui, portanto, localizar ou aceder ao alojamento reservado. A estadia nunca chegou a acontecer e nenhum serviço de alojamento me foi efetivamente prestado. A situação teve ainda consequências imediatas para o meu agregado naquele dia. Como tínhamos outros compromissos previamente marcados e já não dispúnhamos de tempo para procurar e aguardar pela confirmação de uma nova reserva, acabámos por ter de recorrer ao alojamento de um familiar, em condições pouco adequadas para os dois adultos e uma criança que constituíam o grupo. Perante o sucedido, entrei em contacto com o apoio ao cliente da Booking.com e expus detalhadamente a situação, incluindo o facto de o proprietário ter deixado de responder, de não termos conseguido aceder ao alojamento e de terem sido efetuados pagamentos diretamente para a conta indicada pelo mesmo. A Booking.com informou-me de que, uma vez que o pagamento tinha sido diretamente facilitado pelo alojamento, seria este o responsável pela devolução do dinheiro. Foi-me ainda indicado que, nestas situações, o prazo concedido para o reembolso seria de 15 dias úteis após a data do cancelamento. A Booking.com informou também que entraria em contacto com o alojamento para solicitar um comprovativo do reembolso e que, caso este não fosse efetuado dentro dos referidos 15 dias úteis, deveria voltar a contactá-los imediatamente para que fossem iniciados os seus procedimentos relativos a uma cobrança indevida. Entretanto, passaram mais de 15 dias desde a data em que a estadia deveria ter ocorrido, sem que o alojamento tenha procedido à devolução do dinheiro e sem que me tenha sido apresentado qualquer comprovativo de reembolso. Existe ainda um elemento adicional que agravou significativamente a minha preocupação: o alojamento deixou entretanto de estar disponível para reserva na Booking.com. Considerando este facto em conjunto com o comportamento do proprietário (pedido de pagamento por transferência bancária, posterior pedido de caução, interrupção de todas as comunicações quando solicitei a confirmação da morada e impossibilidade de aceder ao alegado alojamento) receio seriamente ter sido vítima de uma fraude. Voltei, por isso, a contactar a Booking.com, salientando que o prazo indicado pelo próprio apoio ao cliente já tinha decorrido e solicitando que fossem iniciados, com caráter de urgência, os procedimentos de cobrança indevida anteriormente mencionados. Expressei também a minha preocupação relativamente à demora na resolução do caso, uma vez que a passagem do tempo poderá dificultar uma eventual tentativa de recuperação dos fundos através do sistema bancário. Caso não seja possível resolver a situação através da Booking.com, poderei ter de apresentar uma participação formal às autoridades e solicitar ao meu banco que tente desencadear os mecanismos disponíveis para recuperação da transferência junto da instituição bancária beneficiária. Esta situação preocupa-me particularmente porque a transferência foi efetuada para uma conta bancária sediada no Luxemburgo, podendo a recuperação dos fundos implicar contacto entre diferentes instituições bancárias e eventualmente procedimentos adicionais. Considero especialmente grave que uma reserva realizada através da Booking.com tenha resultado nesta situação. Enquanto consumidor, utilizei uma plataforma internacional e reconhecida precisamente por esperar um determinado nível de segurança e confiança na intermediação entre os clientes e os alojamentos nela anunciados. Até ao momento, apesar dos vários contactos efetuados e de ter seguido as indicações transmitidas pelo apoio ao cliente da Booking.com, continuo sem usufruir do serviço que contratei e sem recuperar os montantes pagos. Disponho de documentação que permite comprovar os factos relatados, nomeadamente a confirmação da reserva efetuada através da Booking.com, as mensagens trocadas com o proprietário através da plataforma, as conversas mantidas através do WhatsApp, o comprovativo da transferência bancária, as comunicações relativas ao pedido de caução e as respostas recebidas do apoio ao cliente da Booking.com. Pretendo, através desta reclamação, obter apoio na recuperação integral dos montantes pagos e no apuramento das responsabilidades das entidades envolvidas, nomeadamente tendo em conta que a reserva e o contacto inicial com o alojamento ocorreram através da plataforma Booking.com.
publicidade enganosa e alojamento em desacordo com características essenciais pedido 992375873
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente a uma reserva efetuada através da Booking.com, no valor aproximado de 500 € por duas noites, num alojamento em Portugal anunciado como “Sesimbra Cozy House BBQ & Terrace - MADA HOUSE’s”. A minha reclamação prende-se com uma discrepância grave entre as características apresentadas no anúncio e as condições efetivamente encontradas no alojamento, bem como com a forma como a Booking.com posteriormente tratou a minha reclamação. No momento da reserva, o alojamento era apresentado como “independente”, com “entrada privada” e “vistas para o jardim”. Estas características foram determinantes para a minha decisão de reservar e pagar o valor solicitado. No entanto, durante a estadia verificámos que: * o alojamento não funcionava, na realidade, como uma unidade completamente independente; * existia uma entrada partilhada com outras unidades; * vimos efetivamente hóspedes de outra unidade a atravessar o espaço correspondente ao nosso alojamento para terem acesso à sua unidade; * as vistas reais a partir dos quartos não correspondiam às “vistas para o jardim” apresentadas no anúncio, sendo visível o pátio de cimento pertencente a outra casa, com roupa estendida; * além disso, as fotografias que disponibilizei à Booking.com documentam diversas deficiências no estado de conservação do alojamento. Não considero que se trate de pequenos inconvenientes ou de uma questão meramente subjetiva. Estamos perante características essenciais do produto/serviço anunciado, que influenciaram diretamente a minha decisão de contratar e que não correspondiam à realidade encontrada. Por esse motivo, considero que existe, no mínimo, uma possível situação de publicidade ou informação enganosa ao consumidor, uma vez que as características apresentadas no anúncio criavam uma expectativa que não correspondia às condições efetivamente disponibilizadas. Importa ainda destacar a atuação posterior da Booking.com. Apresentei a reclamação à plataforma, fornecendo fotografias e documentação que demonstravam as discrepâncias. A Booking.com inicialmente informou-me de que o valor da compensação seria determinado através de um “algoritmo”, dando a entender que o montante resultava de um cálculo interno que a própria Booking não poderia alterar. Posteriormente, contudo, a explicação apresentada foi diferente: fui informado de que uma compensação superior aos 75 € concedidos dependeria da aprovação/consentimento da proprietária do alojamento. Considero estas explicações contraditórias e pouco satisfatórias. Na prática, a compensação atribuída corresponde a menos de 15% dos aproximadamente 500 € pagos, apesar de a própria Booking.com ter tido acesso às provas fotográficas e à descrição detalhada dos problemas. Considero também particularmente preocupante que, à data desta reclamação, a Booking.com continue a apresentar o alojamento com as mesmas características que considero incorretas ou potencialmente enganadoras, apesar de ter sido informada da situação e de ter recebido fotografias que documentam a discrepância. Ou seja, mesmo depois de ter conhecimento da reclamação e das provas apresentadas, as características essenciais continuam, aparentemente, a ser apresentadas aos consumidores da mesma forma. A estadia tinha ainda uma importância pessoal especial, pois fazia parte de uma viagem realizada após o nosso casamento e de uma visita à Europa com os meus pais. A experiência acabou por ser muito diferente daquela que entendíamos estar a contratar. Considero que os 75 € atribuídos são manifestamente insuficientes face aos aproximadamente 500 € pagos e à diferença substancial entre aquilo que foi anunciado e aquilo que efetivamente foi disponibilizado. Além do prejuízo decorrente da própria experiência, tenho investido uma quantidade significativa de tempo e esforço na apresentação da reclamação, na recolha e envio de provas, nas sucessivas comunicações com a Booking.com e no acompanhamento deste processo, sem que até ao momento tenha sido apresentada uma solução adequada. Por esse motivo, procuro uma revisão substancial da compensação atribuída, que tenha em consideração não apenas o valor pago pela estadia e a gravidade da discrepância, mas também o tempo e os recursos que tive de investir para tentar obter uma solução para uma situação que não provoquei. Solicito, por isso, a intervenção e orientação da DECO PROteste relativamente a esta situação e, nomeadamente: 1. Que seja analisada a possível existência de informação ou publicidade enganosa relativamente às características anunciadas do alojamento; 2. Que seja analisada a atuação da Booking.com enquanto plataforma que continua a disponibilizar e apresentar essas características aos consumidores, mesmo depois de ter sido informada da discrepância e de ter recebido documentação fotográfica; 3. Que seja revista a compensação atribuída, procurando obter uma compensação significativamente superior aos 75 € atualmente oferecidos, considerando o valor total pago, a gravidade da discrepância entre o serviço anunciado e o efetivamente recebido e o tempo e esforço investidos na resolução desta situação; 4. Que a Booking.com seja instada a esclarecer, de forma objetiva, os critérios utilizados para determinar os 75 € de compensação e as razões pelas quais inicialmente me foi indicada a existência de um “algoritmo” e posteriormente a necessidade de autorização da proprietária; 5. Que seja verificado se as informações atualmente apresentadas no anúncio foram corrigidas depois de a Booking.com ter recebido a minha reclamação e as respetivas provas. Disponho de fotografias, capturas do anúncio, comprovativo da reserva, comprovativo do pagamento e todo o histórico das comunicações mantidas com a Booking.com, que podem ser apresentados como documentação de suporte. Considero que a situação merece uma análise mais aprofundada, não apenas pelo prejuízo individual causado, mas também porque as mesmas informações potencialmente enganadoras poderão continuar a ser apresentadas a outros consumidores que efetuem uma reserva com base nessas características. Agradeço à DECO PROteste que analise o caso, me oriente quanto aos mecanismos disponíveis para defender os meus direitos enquanto consumidor e me auxilie, dentro das suas competências, na procura de uma compensação adequada e significativamente superior à atualmente atribuída pela Booking.com. Com os melhores cumprimentos, Antonio
Pedido urgente de correção de erro de grafia simples no bilhete aéreo – Localizador:1135-444-282
Exmos. Senhores. Venho por este meio expor uma situação de recusa de assistência por parte da agência Mytrip (OY SRG FINLAND AB) relativa a uma reserva aérea com partida de Lisboa (LIS) e destino final Porto Velho (PVH), agendada para o dia 02/12/2026, operada pelas companhias TAP Air Portugal e GOL. Por um lapso de digitação no momento da compra, o nome do passageiro foi emitido como "Sivio Guimarães Mendes", omitindo-se apenas uma única letra ("l"). O nome correto, conforme consta no Passaporte Brasileiro do passageiro, é Silvio Guimarães Mendes. Ao contactar o suporte ao cliente da Mytrip, foi-me recusada qualquer mediação ou retificação do erro, sob a alegação de impedimentos técnicos no vosso sistema informático pelo facto de a viagem envolver mais do que uma companhia aérea (interline). Trata-se de um erro material óbvio e de mera grafia, que não constitui uma alteração de titularidade. O passageiro é exatamente o mesmo, e os dados do seu documento oficial de viagem permanecem inalterados. Dado que a viagem ocorre apenas em dezembro e existe tempo hábil para a resolução do problema, a vossa recusa em prestar assistência viola os direitos de proteção do consumidor. Face ao exposto, exijo que a Mytrip, enquanto intermediária responsável pela venda do serviço:Contacte o suporte especializado das companhias aéreas transportadoras (TAP/GOL);Proceda à retificação do nome ou, no mínimo, à inserção de uma nota informativa oficial (mensagem OSI/SSR) na reserva, vinculando o número do passaporte correto para garantir o embarque do passageiro sem custos adicionais. Caso a situação não seja regularizada por esta via administrativa, ver-me-ei obrigado a avançar com uma denúncia formal junto do Turismo de Portugal e da ANAC, imputando à vossa agência a responsabilidade por eventuais perdas e danos resultantes da recusa de embarque. Aguardo uma resposta célere com a confirmação da resolução.Com os meus cumprimentos. Lindomar Nunes Modesto 911958847
Não consigo descarregar o voucher
É incrível a publicidade enganosa da Odisseias. Possuo um voucher de 3 dias fuga a dois, com a seguinte descrição no canto inferior esquerdo da caixa: "2 noites de alojamento para 2 pessoas", mas vamos a ver e no nosso destino selecionado entre as opções disponíveis para os dias pretendidos NÃO É POSSÍVEL RESERVAR A ESTADIA SEM QUE SE PAGUEM PRIMEIRO CUSTOS ADICIONAIS PARA A RESERVA. Ora porque aparecem estas opções de reserva quando na verdade é preciso pagar uma valor acrescido para se reservar? Mais valia dizerem logo nas caixinhas que aparecem à venda em todo o lado que as reservas são feitas consoante o valor correspondente ao destino para onde queremos ir. Cheguei ao ponto de reservar apenas 1 noite com este voucher de estadia para 2 noites, e mesmo assim era preciso pagar um valor adicional em alguns alojamentos!!! Isto é completamente ridículo, esta empresa é uma autêntica farsa que funciona à base de publicidade enganosa. Agora que fiz a reserva não consigo gerar um link para descarregar o voucher, não obtenho nenhuma resposta aos emails que enviei no site da Odisseias para me ajudarem a resolver a questão e quando tento resolver por linha telefónica sou "ajudado" por um atendedor automático com os tópicos de dúvidas todos predefinidos e super limitados, onde não existe nenhuma opção para resolver a minha situação. Situação totalmente desagradável. Aconselho totalmente a quem estiver interessado em adquirir qualquer produto desta empresa a não o fazer.
Valor da última renda e cauções
Arrendei um T0 no ano passado, onde tive que pagar 2 cauções e duas rendas (a primeira e a última). Acontece que cheguei de pagar outra vez no último mês que fiquei no imóvel. Entretanto eles já não querem me responder pork ao devolver o dinheiro dizem que vão devolver apenas essas duas cauções, uma vez que tenho direito do valor da última renda que paguei 2x. Desde quarta feira (09/09/2026) que referi desse valor da última renda já não respondem os meus emais.
Booking.com – Falha na conclusão de reserva e ausência de solução alternativa
Exmos. Srs., Venho por este meio entregar a minha reclamação junto da DECO Proteste, relativamente aos serviços prestados pela plataforma Booking.com, no âmbito de uma falha técnica que resultou em perda financeira temporária e na impossibilidade de desfrutar do alojamento pretendido, Factos: No dia 17 de Setembro, procedi à seleção e tentativa de confirmação de uma reserva de alojamento no Village Sea House - Porto Moniz, com data de entrada para 18 de Setembro e saída a 20 de Setembro. Durante o processo de pagamento do montante de 300 Euros, realizado via MBWay através do Netbanco Santander, o processo foi interrompido abruptamente pelo sistema da Booking.com, que alegou um "atraso na confirmação". Imediatamente após o ocorrido, contactei a assistência da Booking.com por correio eletrónico, solicitando o esclarecimento da situação. A resposta recebida indicou que o reembolso do valor pago seria processado num prazo de 7 a 12 dias. Diante da iminência da data de entrada, contactei posteriormente a linha telefónica de apoio, onde deixei claro que o meu objetivo não era o reembolso, mas sim a confirmação da reserva, dado que o alojamento era urgente. A empresa recusou-se terminantemente a oferecer qualquer solução alternativa, afirmando que a única forma de confirmar reservas era através do sistema automático do site, o qual falhou no meu caso. Situação Atual: Encontro-me numa situação de duplo prejuízo: O valor pago foi debitado da minha conta. O alojamento não foi confirmado, tendo ficado sem acesso ao alojamento pretendido. Neste momento, não tenho disponibilidade financeira para fazer outra reserva. A empresa recusa-se a corrigir este erro, limitando-se a oferecer um reembolso tardio, o que não satisfaz a necessidade premente do cliente. Considero inaceitável que uma plataforma de dimensão global não disponha de mecanismos de contingência para resolver falhas técnicas que deixam o cliente sem alojamento e sem recursos financeiros imediatos, especialmente quando a resolução poderia ser feita por intervenção manual da equipa de suporte. Solicitei à assistente que recorresse a um superior hierárquico para que fosse encontrada uma solução mais justa, ao que ela me respondeu sumariamente que não era possível. Ao restringir as reservas a uma modalidade única de reservas automáticas, sem a possibilidade da intervenção de assistentes humanos em caso de falha, esta empresa está a lesar os seus clientes, em vez de servi-los! Pedido: Solicito à DECO Proteste que analise o caso e intervenha junto da Booking.com para que a empresa seja advertida sobre a necessidade de melhorar os seus procedimentos de suporte em casos de falhas técnicas que afetem reservas de curto prazo. Agradecendo a vossa atenção a este assunto, Cumprimentos, Teresa Jardim Freitas
Cobrança abusiva e não autorizada
Assunto: Reclamação Urgente – Cobrança Abusiva e Não Autorizada eDreams PrimeExmos. Senhores,Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a eDreams (entidade em extrato: Edreams Prime Annual 1000000001 Es) devido a uma cobrança abusiva e não autorizada na minha conta bancária através do meu cartão terminado em 5222.No ano passado, procedi ao cancelamento formal da minha subscrição eDreams Prime. A eDreams chegou a efetuar um reembolso parcial de 45,00 Eur no dia 06/02/2025 (conforme comprovativo em anexo), o que demonstra que assumiram o erro na altura e que eu não pretendia o serviço.No entanto, o serviço não foi totalmente cancelado no vosso sistema como me foi garantido, e voltaram a cobrar-me o valor da anuidade de forma indevida. Há dois meses que tento o contacto por telefone (que não funciona) e por e-mail (que devolve mensagens de erro de entrega), pelo que me vejo obrigado a recorrer a esta via.Exijo o reembolso do restante valor cobrado indevidamente e o cancelamento definitivo e imediato de qualquer vínculo ou renovação automática associada ao meu cartão. Segue também em anexo o comprovativo do reembolso que fizeram em 2025 Melhores cumprimentos, Adélia Tavares E-mail da conta eDreams: sophy2tavares@gmail.com
Extravio de bens pessoais
Estive hospedado no Evolution Hotel Lisboa entre os dias 1 e 3 de agosto de 2026, juntamente com a minha companheira. No momento da saída, esqueci no quarto uma mala de ombro com uma câmara fotográfica, que nunca foi recuperada. Após a constatação do esquecimento, contactámos o hotel diversas vezes a pedir informações. A resposta foi sempre a mesma: que estavam a investigar internamente e que voltariam a contactar-nos assim que houvesse novidades. Esse contacto nunca partiu deles. Já passado cerca de um mês, e apenas depois de insistirmos de novo, foi-nos finalmente sugerido que apresentássemos queixa na PSP. Ao fazê-lo, fomos informados de que o prazo legal de conservação das imagens de videovigilância é de 30 dias — prazo que, nessa altura, já tinha sido ultrapassado. Fica o alerta a outros consumidores: a demora do hotel em encaminhar-nos para as autoridades competentes coincidiu, de forma no mínimo preocupante, com o esgotamento do prazo de conservação das imagens, inviabilizando qualquer possibilidade de esclarecimento através do único meio de prova disponível. Enquanto consumidor, considero que o hotel não cumpriu com a diligência que seria exigível perante uma situação de extravio de bens de um hóspede, e que a forma como o processo foi conduzido levanta sérias dúvidas quanto à boa-fé da resposta dada. Solicito à DECO PROteste que associe o seu nome a esta reclamação, de forma a reforçar o pedido de esclarecimento e responsabilização junto do hotel.
Reembolso não emitido por reserva, e serviços não prestados
Fiz uma reserva no site do Stayforlong no dia 09 de Agosto de 2026 para o hotel Moreno em Hurgada para entrada no dia 16 de Agosto. Ao chegar ao hotel, no momento do check-in, deparei me com uma situação deplorável. Ao ser conduzida para o quarto, logo de primeira ao entrar no elevador este apresentava tanta sujeira e um cheiro horrível de combustível. Parecia que nunca tinha havido limpeza naquele recinto. Ao chegar ao quarto, o nível de sujeira ainda era maior. O mini bar estava tão sujo e cheirava tão mal que parecia que nunca haviam feito limpeza nele. A casa de banho tinha tanta sujidade que além do chão, do box, banheira e sanita, o copo que é deixado para os hóspedes usarem para lavar os dentes estava com restos de creme dental sólido agarrado ao fundo do copo. Para completar havia baratas saindo do lavatório da casa de banho. A sujidade do espaço era tanta que inalava mau cheiro e odores para dentro do quarto. Informei a recepção do acontecido, sem qualquer sucesso por parte do hotel. Como se trata de um estabelecimento no Egito e não há livro de reclamações, Resolvi então notificar o Stayforlong por e-mail de imediato, uma vez que o meu telemóvel teria grande custo financeiro por ligar do Egito para Europa. Solicitei ajuda ao Stayforlong, e substituição do hotel, enviei fotos do quarto, casa de banho, Mini bar, elevador, até mesmo da barata saindo do lavatório, cheguei até a pedir para meus familiares na Alemanha entrar em contacto por telefone e pedir para eles responderem o meu e-mail, Mas, apesar de toda súplica, em nenhum momento o Stayforlong manifestou interesse pelo meu clamor. Eles apenas ignoraram qualquer contacto enviado por mim, nunca responderam os e-mails que enviei vos, até mesmo os telefonemas que meus familiares fizeram ao Site solicitando ajuda para mim. Ao invés de demostrar me solidariedade, o Stayforlong decidiu que não me devolveria o valor pago pela hospedagem, mesmo eu tendo deixado o hotel depois de 48 horas clamando por ajuda sem ser ouvida. Como não houve manifestação da Stayforlong durante o período que fiquei no hotel clamando por ajuda, resolvi por conta própria deixar o hotel no período de 48 horas. Pois, não podia continuar naquele ambiente sujo, correndo o risco de contrair uma doença ou até mesmo uma virose devido a falta de higiene no estabelecimento. O Hotel não se enquadra no padrão de higiene da união europeia, e o mínimo que o Stayforlong devia fazer era devolver o valor que paguei pelas diárias não utilizadas. Ainda assim, eles decidiram que o Hotel tem razão e e merecedor e receber por um serviço não prestado. Eu, durante anos sempre fiz reservas pela Booking, hotel.com, Trivago, Expedia, Agora, Trip, e em nenhum momento fui tão desrespeitada e desvalorizada. Sempre que sujiam problemas eles resolviam demonstravam o quanto o cliente é importante para eles. Porém a Stayforlong é um site que não pensa no bem estar do cliente, não manifesta qualquer reação e interesse para o poder ajudar. Estou completamente decepcionada com a atitude da Stayforlong que apesar de ter todas as provas, vídeos, fotos, para comprovar o meu relato, ainda assim ignorou me completamente. Este para mim é o pior Site de reserva existente na Europa. Jamais voltarei a fazer qualquer reserva no Stayforlong, e não aconselho ninguém o fazer.
Cancelamento e Reembolso
Em 15/07/2026 adquiri, pela Booking.com, duas passagens aéreas para Porto (OPO) – Vitória (VIX) – Porto (OPO), reserva YRV7QC, no valor aproximado de €2.600. O itinerário originalmente contratado previa ida em 16/12/2026 e retorno em 12/01/2027. Após a compra, entrei em contato com a Booking.com para incluir na mesma reserva dois bebês, ambos com 16 meses. Inicialmente fui informado de que o procedimento poderia ser realizado pela Booking, mas posteriormente fui direcionado à TAP, que informou não poder realizar a inclusão porque a reserva havia sido emitida por agência. Durante esse processo, ocorreram alterações nos voos. Possuo e-mails da própria TAP comunicando as alterações. Não autorizei voluntariamente a alteração do voo de retorno e, diante das novas condições, solicitei o cancelamento e o reembolso integral. Desde 27/08/2026 venho solicitando o cancelamento. Nos atendimentos de 31/08, 08/09 (Ticket 9898185) e 14/09 (Ticket 10346137), a Booking.com confirmou que o pedido teria sido encaminhado à companhia aérea em 27/08 e que aguardava resposta. Entretanto, em contato com a TAP, fui informado de que não constava solicitação de cancelamento para a reserva. Solicitei então à Booking.com uma cópia ou comprovante do pedido supostamente enviado à companhia, com data, protocolo e conteúdo. Até o momento, esse comprovante não foi apresentado. Em 14/09, fui informado de que a equipe de atendimento não possui acesso às comunicações do setor interno responsável. Apesar das inúmeras tentativas de solução, o problema permanece sem resolução e os aproximadamente €2.600 continuam retidos, impedindo-me de utilizar os recursos para adquirir novas passagens e reorganizar uma viagem internacional que envolve também duas crianças pequenas. Diante disso, SOLICITO: 1. Cancelamento imediato da reserva , sem multa ou penalidade; 2. Reembolso integral dos valores pagos, pelo mesmo meio de pagamento utilizado; 3. Apresentação do comprovante da solicitação de cancelamento supostamente enviada à companhia em 27/08/2026, com data, protocolo, canal e conteúdo; 4. Informação clara sobre a situação atual da reserva e a data prevista para conclusão do cancelamento e reembolso. Solicito resposta definitiva, objetiva e documental, com a efetiva solução do problema, e não apenas novo encaminhamento interno ou informação genérica de que se aguarda manifestação da companhia aérea.
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