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Reembolso não enviado.
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a um problema de reembolso de voos. No final de janeiro, recebi e-mails das respetivas companhias aéreas confirmando que os reembolsos haviam sido aprovados e que os valores já tinham sido recebidos pela empresa responsável pelo processamento, estando apenas pendentes de transferência para o método de pagamento utilizado na reserva. Apesar desta confirmação, até à presente data, os montantes não foram creditados na minha conta bancária, embora o prazo informado para processamento já tenha sido largamente ultrapassado. Tentei entrar em contacto com o serviço de apoio ao cliente, mas não obtive uma resposta clara nem recebi comprovativos das transações realizadas. Como resultado, ainda não obtive reembolso. Empresa irreponsável.
Queixa por prática comercial desleal e publicidade enganosa – Odisseias
Entidade visada: Odisseias Voucher: H266810534568 Reserva: 2079493 Hotel: Vila Galé Serra da Estrela Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar queixa formal contra a entidade acima identificada, pelos seguintes factos: Adquiri um voucher específico para estadia no Hotel Vila Galé Serra da Estrela, o qual incluía expressamente 1 jantar (sem bebidas) nas condições do pacote contratado. No momento da reserva, para os dias 14 a 16 (incluindo sábado), foi-me solicitado o pagamento de um suplemento no valor de 32,73€, justificado exclusivamente pela escolha da data pretendida. Esse valor foi pago e em momento algum, durante o processo de reserva, foi informado que tal suplemento implicaria a eliminação do jantar incluído no voucher. Posteriormente, ao receber a confirmação da reserva, verifiquei que o jantar não constava nos serviços incluídos. Após reclamação, a empresa respondeu que “tendo a reserva sido efetuada para um sábado foi aplicado suplemento o que suprimiu o jantar”, alegação essa que: Não consta das condições publicadas do voucher; Não foi comunicada de forma clara, prévia ou transparente antes da conclusão da reserva; Não foi objeto de aceitação expressa da minha parte. Acresce que, verificando o preço diretamente no site do hotel para as mesmas datas, constatei que o valor total da estadia é de 299€, sendo que através da Odisseias o custo ascende a valor superior (299€ + 32,73€), e ainda sem o jantar incluído, tornando a oferta economicamente menos vantajosa do que a reserva direta. Considero que esta situação configura: 1) Violação do Decreto-Lei n.º 57/2008 (Práticas Comerciais Desleais) Artigos 5.º e 7.º — prática comercial enganosa por ação ou omissão, uma vez que foi omitida informação essencial que teria influência direta na decisão de contratação. A omissão de que o suplemento eliminaria um elemento essencial do pacote (jantar incluído) constitui omissão enganosa. 2) Violação da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96) Artigo 8.º — direito à informação clara, objetiva e adequada. Artigo 9.º — proteção dos interesses económicos do consumidor. 3) Incumprimento contratual (Código Civil, art. 406.º e 762.º) O contrato deve ser pontualmente cumprido nos termos acordados. O consumidor adquiriu um pacote com jantar incluído, não tendo aceite qualquer alteração dessa condição essencial. Face ao exposto, venho requerer: A reposição integral das condições contratadas (incluindo o jantar sem qualquer custo adicional), ou A resolução do contrato com devolução integral de todos os valores pagos (voucher + suplemento). Acresce que a solução apresentada pela entidade visada — cancelamento da reserva com manutenção do voucher para futura utilização — não salvaguarda os meus direitos enquanto consumidor, nem corresponde ao objeto contratualmente adquirido. O voucher adquirido foi específico para o Hotel Vila Galé Serra da Estrela com inclusão de 1 jantar (sem bebidas), constituindo essa característica elemento essencial da decisão de compra. A mera possibilidade de cancelamento da reserva, mantendo o voucher para utilização futura noutras condições, não repõe a situação contratual originalmente acordada. Tal solução não assegura a restituição integral dos valores pagos, nem garante a fruição das condições específicas que motivaram a aquisição, configurando uma alteração unilateral das condições contratuais. Assim, reitero que a única solução juridicamente adequada, caso não seja garantido o cumprimento integral das condições contratadas (incluindo o jantar sem custos adicionais), será: A resolução do contrato com devolução integral de todos os valores pagos (valor do voucher + suplemento de 32,73€), através do mesmo meio de pagamento utilizado, no prazo máximo legal aplicável. A não restituição integral dos montantes pagos, face ao incumprimento das condições essenciais contratadas, configurará violação dos direitos do consumidor, nos termos da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96) e do regime das práticas comerciais desleais (DL n.º 57/2008). Caso tal não se verifique, solicito a intervenção das entidades competentes para averiguação de eventual prática comercial desleal e publicidade enganosa. Em anexo envio o voucher com as condições que adquiri. Grato pela atenção. Os meus melhores cumprimentos, Jorge Carteiro
Embarque recusado
Bom dia caríssimos, comprei uma passagem na eDreams Luanda a Porto, com escala em Frankfurt, porém, no acto da compra não me foi informado que com a residência da CPLP, em formato A4, não seria possível embarcar, ontem no momento do Check in, foi-me recusado o embarque.
Rescisão de Contrato
Venho por este meio comunicar a minha intenção de rescindir o contrato celebrado com a Interpass, com efeitos imediatos, nos termos legalmente aplicáveis. A decisão fundamenta-se na apresentação dos serviços prestados não corresponderem ao que foi apresentado no momento da adesão. Ocultação de informações, bem como te lubridiam, em relação ao vouvher que é gratuito a hospedagem mais você é obrigado a pagar por todos os serviços ali informados. Para além disso, verifiquei que não utilizo os serviços disponibilizados e que quando comparado com alternativas no mercado, os custos associados acabam por ser superiores, não justificando a continuidade do contrato. Assim solicito a confirmação da rescisão do contrato bem como a informação sobre sobre eventuais procedimentos adicionais necessários para a sua conclusão. Solicito ainda que me seja enviado um comprovativo por escrito da cessação do vínculo contratual, Cumprimentos Joice Souza
Encomenda de refeição não recebida.
Exmos Senhores, Serve o presente para apresentar reclamação relativamente a um pedido de refeição no dia 16/02/2026, no valor de 31,95€, em que foi cobrado o valor da mesma, e que não foi entregue. O indivíduo responsável pela entrega quando contactado telefonicamente, justificou que; tinha estado â porta do prédio a aguardar que alguém recolhesse a encomenda, por na aplicação não mostrar o andar. Eu acompanhei o processo na aplicação e estive nos tempos que apresentava a verificar na janela se vinha alguém entregar. Entretanto sem sequer me tocarem à campainha e sem ver ninguém no exterior junto à porta do prédio, conforme disse o entregador, aparece na aplicação que a encomenda teria sido entregue. Liguei de imediato ao responsável pela entrega conforme estava na aplicação de seu nome, Maurício e argumentou que, por não ter número de porta tinha estado a aguardar e entretanto como ninguém apareceu deixou à porta do prédio sem me ter contactado a informar que o faria e sem ter tocado a nenhuma campainha a fim de verificar ou confirmar a entrega. Assim que falei ao telefone com o entregador dirigi-me à porta do prédio e não se encontrava lá nada, nenhuma encomenda como me tinha informado. Apesar de na aplicação aparecer uma foto de “prova” da entrega, esta não foi concretizada. Tal como referi. E todo o desenrolar da situação me leva a crer que foi feita a foto prova e levada a refeição, num curto espaço de tempo em que acompanhei na aplicação sem estar de todo só a verificar à porta. Assim denuncio e reclamo tal procedimento sem ter sido contactada pelo entregador uma vez que ele tinha acesso ao meu contacto, para garantir a entrega uma vez que essa é a sua função, o que revela má intenção e falta de profissionalismo do empregado e da empresa. No imediato reclamei junto do restaurante da preparação da refeição que remeteu para Uber eats. Também reclamei na aplicação, uma vez que não existe outra forma de o fazer e não obtive qualquer feedback. Por este sucedido devo ser ressarcida do valor da encomenda/refeição. Aguardo resposta. Grata pela atenção. Melhores cumprimentos, Catarina Peres
Publicidade enganosa
Foi-me oferecido um voucher da Odisseias que era composto por 2 noites, pequeno almoço e jantar(anexo). Fiz a reserva numa das unidades hoteleiras que constava no voucher, paguei o diferencial da reserva que o hotel pediu e ainda paguei uma atividade extra, um passeio a cavalo de uma hora para duas pessoas, atividade pela qual paguei 50 euros. Chegado ao hotel foi-me informado que não tinha direito ao jantar e que também não tinham nenhuma atividade em meu nome. assim sendo tive que pagar o jantar que ja estava reservado e não usufrui da atividade pela qual paguei. Acham que nao configura publicidade enganosa /burla? Cumprimentos Luis Castro
cancelar subscrição -.Debito indevido
Exmos Srs, verifiquei que a empresa EDREAMS me debitou sem aviso previo, a 28/01/26 a renovação da subscrição anual (?). No site deles indicam no ponto 4 dos TERMOS E CONDIÇÕES " teu Prazo Prime será renovado automaticamente se não cancelares a renovação automática. Vamos avisar-te sobre a renovação do Prime antes do fim do teu Prazo Prime.", mas não recebi nenhum alerta; ja reclamei, mas até ao momento não obtive resposta. Conseguem ajudar-me pf? No site Edreams, dentro da minha area pessoal, tenho um cartao de debito associado; ja tentei alterar /apagar, mas não me deixa, pois alegam que tenho que ter um cartao de debito activo. Sinto que me estão a estorquir dinheiro. A Linha de apoio - 707 782 829 ou 210608171 - são hamadas cheias de gravações (o 707 é pago) e colocam-nos em espera demasiado tempo (2 chamadas onde esperei mais de 8 minutos sem que um assistente atendesse).
Rescisao contrato
Venho por este meio comunicar a minha intenção de rescindir o contrato celebrado com a Interpass, com efeitos imediatos, nos termos legalmente aplicáveis. A decisão prende-se com o facto de os serviços prestados não corresponderem ao que foi apresentado no momento da adesão. Para além disso, verifiquei que não utilizo os serviços disponibilizados e que quando comparado com alternativas no mercado, os custos associados acabam por ser superiores, não justificando a continuidade do contrato. Assim solicito a confirmação da rescisão do contrato bem como a informação sobre sobre eventuais procedimentos adicionais necessários para a sua conclusão. Solicito ainda que me seja enviado um comprovativo por escrito da cessação do vínculo contratual, Cumprimentos Barbara Martins
Recusa em cancelamento de contrato
Exmos Srs Na sequência das várias tentativas para cancelar o meu contrato com a Empresa Interpass da qual sou associada desde 2005, venho solicitar que finalmente seja considerada a minha vontade em cancelar o contrato, embora perdendo todas os pagamentos feitos a uma Empresa da qual raramente ou quase nunca usufruí. O contrato foi muito caro. Ficou tudo pago. Durante anos paguei anuidade sem qualquer nexo, porque nada me era comunicado a não ser os pagamentos da anuidade. Com as dificuldades financeiras que tinha era me dificil pagar este extra e em 2023 não consegui pagar. Contudo em 2024 ao falar telefonicamente com uma colaboradora sobre esta situação, foi me sugerido por ela e garantido que assim seria feito, pagar o ano de 2024 e perdoariam a divida de 2023. Ficou ainda garantido que ao liquidar a atual fatura ficaria com o contrato cancelado definitivamente como era a minha vontade. Nada disso aconteceu. Não cancelam o contrato, mesmo após as várias insistencias, claro para continuarem a colocar me em situação de divida ano apos ano. Considero um abuso da parte da Empresa , manter á força um cliente, que mesmo perdendo muito dinheiro ao longo dos anos, quer sair da Empresa. Solicito o imediato cancelamento que existe entre mim e a Interpass, e que parem de me ameaçar. Aguardo resposta urgente Cumprimentos Ana Carvalho
Contestação de cobrança referente ao dano identificado no carro sem provas
Segue minha reclamação. Este mesmo texto foi enviado ao email da empresa e ainda estou aguardando o retorno da empresa. Inclusive já enviei emails com fotos adicionais (ao menos as que eu tinha). Venho por este meio contestar formal e veementemente a cobrança referente ao dano identificado no veículo que aluguei, conforme relatório de vistoria de devolução que descreve: *"Arranhão no Para-choque Dianteiro, de 2-5 cm, e no Arco da Roda Interno, Lado do Motorista, Dianteiro, de 2-5 cm"*. 1. Da Vistoria de Saída (Retirada do Veículo) No momento da retirada do veículo, ocorrida no dia 13/02/2026 por volta das 19h (já em condições noturnas e com pouca luminosidade), o colaborador da vossa empresa limitou-se a mostrar avarias pontuais. Apesar de constarem apenas 3 danos no desenho do "estado da viatura" do contrato, o funcionário apontou várias outras marcas verbalmente, induzindo-me a acreditar que estavam todas devidamente registadas e que não haveria motivo para preocupação. Embora eu tenha começado a fotografar o veículo, fui rapidamente desencorajado a prosseguir com uma vistoria mais aprofundada, pois o colaborador demonstrou pressa em finalizar o processo de entrega. Diante da atitude do funcionário, e por agir de boa-fé, depositei confiança na palavra dele de que "não haveria problemas", o que substituiu, naquele momento, uma verificação mais minuciosa. 2. Da Vistoria de Devolução (Entrega) e da Prova Documental Na devolução, dia 17/02/2026 por volta das 15 horas, um vistoriador diferente, em poucos segundos, "identificou" o referido dano. A agilidade com que o novo funcionário localizou um arranhão específico — agora em condições de luminosidade natural (muito diferente da retirada noturna) — levanta sérias suspeitas sobre a integridade e transparência do processo. É relevante destacar que tenho em meu poder uma foto (anexa em 2 ficheiros), tirada no momento da retirada do carro, que já mostra um arranhão no para-choque dianteiro direito, comprovando que o mesmo é preexistente e não foi causado por mim. A contradição agrava-se pelo facto de que este dano não foi registado no desenho "estado da viatura" do contrato. Quando apresentei a foto ao colaborador no momento da devolução, ele não a considerou, alegando que a imagem "não mostrava a parte superior" onde ele localizava o dano. No entanto, ele limitou-se a mostrar rapidamente uma foto no seu ecrã, aparentemente do mesmo local da minha imagem, confirmando a inconsistência: a foto foi tirada pela vossa equipa na retirada, mas o dano não foi assinalado no documento contratual. 3. Do Padrão de Conduta da Empresa Importa referir que este exato modus operandi está documentado em várias reclamações públicas contra a vossa empresa. Destaco, em especial, o recente relato do cliente Saulo Albuquerque (no Google Maps), que descreve: "Na retirada, o funcionário disse: 'Não precisa, esses defeitos são antigos, já sabemos que existem. Ninguém vai te cobrar por isso.' Na devolução, outro funcionário procurou exaustivamente por danos." O meu caso é idêntico: fui induzido a não me preocupar na saída e, na entrega, fui surpreendido com a "descoberta" de um dano que, conforme prova documental anexa, já existia antes de o veículo ser entregue. Como se percebe, o veículo já possui diversos arranhões e marcas de uso. Neste contexto, a "identificação" de um novo dano menor não representa prejuízo real para a empresa, mas sim um pretexto para efetuar cobranças elevadas e inesperadas ao cliente, sem qualquer garantia de que o valor cobrado seja efetivamente utilizado para reparação do veículo. 4. Do Ônus da Prova Conforme os princípios gerais do direito do consumidor e as boas práticas do setor de rent-a-car, compete à locadora provar que o dano foi causado durante o período de aluguer. Não o tendo feito no ato da retirada — devido à vistoria superficial, noturna e apressada — e sendo este um padrão de comportamento já identificado noutras reclamações, a presunção deve militar a meu favor: o dano é preexistente. Acresce que apresento prova documental (fotografia) que atesta a existência do dano antes da minha locação, o que invalida por completo a pretensão de cobrança. 5. Pedido Face ao exposto, e ciente de que a vossa empresa já teve conhecimento de práticas desfavoráveis ao cliente (conforme respostas a outras reclamações, prometendo "investigar"), solicito: - A imediata anulação da cobrança referente a este dano; - A devolução integral da caução e da franquia, caso a mesma já tenham sido debitadas; Como consumidor tenho o direito de utilizar os meios legítimos ao meu alcance para expor publicamente esta situação nas redes sociais e plataformas de avaliação, não apenas como desabafo, mas como alerta a outros consumidores sobre as práticas aqui descritas. Aguardando uma resolução justa que não me responsabilize por danos que comprovadamente não causei, subscrevo-me com a expectativa de que a vossa empresa valorize a verdade dos factos e a prova documental apresentada. Uma outra contestação que acrescento agora é que perguntei em qual nível de carga estava e me responderam que estava em 72% (sendo que não percebi se há no veículo marcação numérica de carga). Questionei o motivo de não estar em 80%, e simplesmente me disseram que não haveria problema para mim e que eu poderia entregar sem carregar. Esta é mais uma questão a me sentir ludibriado, pois estão me cobrando valores absurdos pela recarga!!!
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