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Voo cancelado
Reservei a minha viagem através da iCliGo e o voo Lisboa–Madrid, previsto para o dia 03/06, foi cancelado. No entanto, o voo de ligação Madrid–Tenerife manteve-se operacional. Perante esta situação, e para evitar perder o restante itinerário e a reserva de alojamento já paga, fui obrigada a encontrar e suportar, pelos meus próprios meios, uma alternativa de transporte para Madrid. Durante todo o processo, a iCliGo não prestou qualquer assistência efetiva, não apresentou soluções de reencaminhamento nem prestou o apoio a que estava obrigada enquanto intermediária da reserva. Acresce que, até à presente data, o valor correspondente ao voo cancelado Lisboa–Madrid continua por reembolsar, apesar das várias tentativas de contacto efetuadas. A comunicação com a iCliGo tem sido inexistente ou insuficiente, demonstrando falta de capacidade e diligência na gestão deste tipo de situações. Paralelamente, acionei o seguro de viagem associado à deslocação, tendo sido informado de que as despesas suportadas em consequência deste cancelamento não se encontram abrangidas pela cobertura contratada. Considero, por isso, que fui prejudicada financeiramente e que a iCliGo falhou no cumprimento dos deveres de assistência, informação e acompanhamento que lhe incumbiam, motivo pelo qual solicito a resolução urgente desta situação, incluindo o reembolso dos montantes devidos e a análise dos prejuízos adicionais sofridos em consequência do cancelamento do voo.
Burla
Burl… Pus a venda dois bilhetes e agora não só não me deixam cancelar a venda (ainda ninguém comprou) como também não me deixam remover o cartão de crédito associado, aliás, querem que pague uma taxa de 100% pelo cancelamento. Exijo que cancelem imediatamente a venda sem qualquer custo para mim ou terei de consultar a minha advogada para o efeito e seguiremos com uma queixa crime
Reembolso
Exmos. Senhores, Em (15/05/2026) adquiri, no vosso estabelecimento, uma viagem organizada a (Lisboa, Vitória ida e volta), que se realizará entre (06/11/2026 a 11/11/2026), pelo valor de 2.391,67€. O pagamento foi efetuado no momento. Venho, por este meio, comunicar que, o pedido de cancelamento foi feita no mesmo dia e prometeram o valor reembolsável em 15 dias, e já se passaram mais de 1 mês e já fiz 3 ligações a empresa e sempre falam que vão colocar meu caso em urgência e que eles ja receberam o valor então nesse caso não entendo a demora. Cumprimentos. Douglas Barbosa.
Cobrança sem consentimento
Quero fazer uma reclamação pois eu nunca assinei o edreams prime e foi me feita uma cobrança sem aviso o prévio de 89,99€. Quero o meu dinheiro de volta pois n assinei porcaria nenhuma.
Cancelamento de voos
Exmos. Senhores, Em 15 de Junho adquiri, no vosso website, uma viagem organizada a Napoles, que se realizará entre 21 a 24 de agosto, pelo valor de 489.99€. O pagamento foi efetuado no momento. Venho, por este meio, comunicar que, hoje, dia 17 de Junho, recebi uma comunicação a cancelar a viagem. Não recomendo o site de todo. Estou a aguardar reembolso. Cumprimentos.
Cobrança indevida/enganosa
Adquiri uma passagem aérea para o Porto através da aplicação no dia 10/05. De forma oculta e sem o meu consentimento claro, foi ativado o serviço prime, algo que desconhecia por ser a primeira vez que utilizei a aplicação. Só reparei quando, a 12/06, identifiquei um valor pendente de 99,99€ na minha conta bancária associado ao eDreams. Fiquei muito surpreendido, investiguei o motivo e percebi que esta cobrança dizia respeito a esse serviço. Cancelei imediatamente o serviço na aplicação e entrei em contacto com o apoio ao cliente para pedir o reembolso, pois não pretendo utilizar este serviço. No entanto, o apoio ao cliente recusou o meu pedido, mesmo indicando que, dentro do direito de livre resolução, tenho 14 dias para cancelar um serviço adquirido online e pedir o reembolso sem custos nem justificação. É muito frustrante e sinto que fui apanhado de surpresa por uma prática pouco transparente dirigida a novos utilizadores.
Recusa do direito de livre resolução
Após chamada efetuada no âmbito da subscrição eDreams Prime, fui informada por um colaborador de que o meu direito de livre resolução não seria aplicável, com o argumento de que o contrato teria iniciado a 16/04, com um período experimental de 15 dias, considerando-se o direito caducado, bem como de que o contrato não estaria abrangido pelo Decreto‑Lei n.º 24/2014, por se tratar de uma subscrição online. Esta posição não tem, contudo, suporte jurídico. Nos termos do Decreto‑Lei n.º 24/2014, aplicável a contratos celebrados à distância, o consumidor dispõe de um direito de livre resolução de 14 dias, de natureza imperativa, que não pode ser afastado ou limitado por cláusulas contratuais. Acresce que não prestei qualquer consentimento prévio, expresso e informado para a perda desse direito, conforme exigido pelo artigo 12.º do referido diploma, e que o serviço em causa é de natureza contínua e anual, não tendo sido integralmente executado. No caso concreto, a cobrança da taxa Prime ocorreu apenas em 01/05/2026, no montante de 89,99 €, tendo o exercício do direito de resolução sido efetuado em 08/05/2026, isto é, dentro do prazo de 14 dias após o início efetivo da relação onerosa. Apesar das várias tentativas de contacto para expor esta fundamentação, a resolução tem sido recusada com base numa interpretação dos Termos e Condições que não se mostra juridicamente sustentável nem coerente com o próprio modelo contratual definido pela eDreams. Com efeito, resulta do ponto 3.1 dos vossos Termos e Condições que a adesão ao serviço pode iniciar-se com um período experimental gratuito, durante o qual não existe qualquer encargo financeiro, sendo o “Prazo Prime”, correspondente à relação contratual onerosa, apenas iniciado no termo desse período, momento em que ocorre a cobrança da respetiva taxa. Não obstante, o ponto 4.2 estabelece que o prazo de retratação se conta a partir da data de adesão ao Prime. A interpretação que têm vindo a adotar, no sentido de incluir nesse prazo o período experimental gratuito, conduz a um resultado materialmente incoerente, na medida em que antecipa o início do prazo para um momento em que ainda não existe pagamento nem execução da prestação onerosa. Acresce que os próprios Termos e Condições distinguem claramente entre o cancelamento durante o período experimental e o exercício do direito de retratação, não sendo admissível utilizar o mesmo período como fase gratuita, sem encargos, e simultaneamente como ponto de partida de um prazo legal destinado a proteger decisões com impacto económico. Nestes termos, a vossa interpretação traduz-se numa antecipação artificial do prazo de retratação e numa limitação ilegítima de um direito imperativo do consumidor, não sendo, por isso, oponível. Assim, reitero o pedido de reembolso integral do montante de 89,99 €, bem como a confirmação do cancelamento definitivo da subscrição.
Impossibilidade de Viajar devido a Doença
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a companhia aérea Wizz Air (Wizz Air Hungary Ltd.), devido à recusa injustificada de reembolso/voucher de um bilhete de avião por motivos de força maior (doença/lesão grave impeditiva de viajar). Contexto dos Factos: No dia 03/03/2026, sofri um grave incidente médico em Andorra (Grandvalira), que resultou numa lesão severa que me impossibilitou totalmente de caminhar, impossibilitando-me, por conseguinte, de viajar e de aceder ao aeroporto para embarcar no voo operado pela Wizz Air. O Motivo da Reclamação: Após submeter o pedido de reembolso acompanhado dos respetivos comprovativos médicos, a Wizz Air rejeitou o pedido com a justificação de que o incidente ocorreu num local diferente do aeroporto de partida e que, por isso, não afetou diretamente a operação do voo ou o itinerário. Considero esta decisão flagrantemente abusiva e desumana. A incapacidade física absoluta de caminhar de um passageiro constitui um impedimento direto, de força maior, à execução de qualquer viagem. O local geográfico onde a lesão ocorreu é irrelevante para aferir a incapacidade médica do passageiro na data do voo. Cumpre ainda destacar que outras operadoras de aviação civil associadas a esta mesma viagem (como a EasyJet) agiram em total conformidade com as boas práticas do setor e com os direitos do consumidor, tendo efetuado o reembolso imediato após a análise do meu estado de saúde. Pedido: Solicito a intervenção para que a transportadora seja compelida a rever a sua posição, agindo com a responsabilidade social e legal exigível, e proceda ao reembolso integral/voucher do valor pago pelo bilhete, face à manifesta impossibilidade física de viajar à data do voo.
Reembolso por Motivo de Doença
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a companhia aérea Wizz Air (Wizz Air Hungary Ltd.), devido à recusa injustificada de reembolso de um bilhete de avião por motivos de força maior (doença/lesão grave impeditiva de viajar). Contexto dos Factos: No dia 03/03/2026, sofri um grave incidente médico em Andorra (Grandvalira), que resultou numa lesão severa que me impossibilitou totalmente de caminhar, impossibilitando-me, por conseguinte, de viajar e de aceder ao aeroporto para embarcar no voo operado pela Wizz Air. O Motivo da Reclamação: Após submeter o pedido de reembolso acompanhado dos respetivos comprovativos médicos, a Wizz Air rejeitou o pedido com a justificação de que o incidente ocorreu num local diferente do aeroporto de partida e que, por isso, não afetou diretamente a operação do voo ou o itinerário. Considero esta decisão flagrantemente abusiva e desumana. A incapacidade física absoluta de caminhar de um passageiro constitui um impedimento direto, de força maior, à execução de qualquer viagem. O local geográfico onde a lesão ocorreu é irrelevante para aferir a incapacidade médica do passageiro na data do voo. Cumpre ainda destacar que outras operadoras de aviação civil associadas a esta mesma viagem (como a EasyJet) agiram em total conformidade com as boas práticas do setor e com os direitos do consumidor, tendo efetuado o reembolso imediato após a análise do meu estado de saúde. Pedido: Solicito a intervenção para que a transportadora seja compelida a rever a sua posição, agindo com a responsabilidade social e legal exigível, e proceda ao reembolso integral do valor pago pelo bilhete, face à manifesta impossibilidade física de viajar à data do voo.
Conta bloqueada
Estou com a minha conta Uber eats bloqueada devido a uma denúncia falsa de cliente onde tenho o vídeo e fotos que comprovam a minha inocência mas a aplicação não quer ouvir ou resolver. Tenho mais de 42 mil entregas na Uber eats e nada resolveram. Suporte não funciona e só dá resposta automática tentei fazer o requerimento mas nada quiseram olhar mesmo a aplicação ter reconhecimento fácial e eu ter feito de imediato a conta foi bloqueada.
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