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Bilhete flexível não flexível
Exms Senhores No passado dia 6 de Agosto fiz uma reserva de voos através da plataforma de viagens Booking, ida e volta para Zurique, no valor de 557,24 euros, valor este que já incluía o que a Booking chama de bilhete flexível, um extra para se poder trocar a data e hora, caso o cliente não possa na original. Infelizmente foi o que se passou, e tentei fazer essa alteração juntamente com a Booking, tendo-me sido pedido para a data que escolhi um valor adicional de 686 euros para efectuar essa mesma alteração. Ora se me pedem dinheiro para fazer essa alteração, inclusive, se esse valor é ainda mais do que paguei, o serviço comprado de bilhete flexível não corresponde à realidade, tratando-se assim de pública de enganosa.
Carro alugado com embreagem em péssimo estado tendo avariado 5 minutos depois de sair da empresa
Alugámos o carro da empresa Magic Island e tivemos uma péssima experiência. Ficámos sem o carro nos primeiros 5 minutos de o termos ido buscar e a solução foi deixarmos uma caução de 1500€ por um novo carro, enquanto que o carro que tínhamos anteriormente tinha seguro que cobria todos os danos e não teríamos que deixar caução. A empresa deu nos um carro com a embreagem em péssimo estado, tendo avariado 5/10 minutos depois. O carro avariou numa via rápida, numa curva em cima de uma ponte, estando nós sujeitos a vários acidentes, que íamos causando, e pondo a nossa vida em risco. Não íamos deixar 1500€ de caução por um novo carro quando já tinhamos ficado sem um que não foi por nossa causa. Tivemos que pagar 62€ ao dia a mais por um novo carro e perdemos a totalidade do valor do carro inicial porque diziam que tínhamos que cancelar aquele contrato para fazermos um novo, mesmo que fosse no nome de outra pessoa. 600€ para 6 dias no carro fora a gasolina. Porque irei eu pagar uma coisa que não tive culpa, e ainda ter que alugar um novo carro. Perdi o dinheiro de 2 carros.
Aluguer de carro cancelado
Bom dia No passado mês de maio fiz uma reserva de carro de aluguer com a companhia Green Motion na Maia, Porto através da intermediária Carjet.com a quem paguei em adiantado e na totalidade o valor de USD 170.39 No dia 1 de setembro quando fui proceder ao levantamento do veículo, foi-me recusado por, dizem eles, estar atrasado e por isso a reserva foi cancelada. Ofereceram-me em contrapartida um aluguer pelo mesmo carro no valor de €600. Pedi-lhes o reembolso disseram-me que tinha de contatar a empresa onde fiz a reserva. Tenho tentado por telefone email e website sem qualquer resposta. Acredito que este é mais um caso de companhias a aturarem de ma’ fe’ e apoderar-se do dinheiro dos clientes oferecendo preços que depois as empresas de aluguer se recusam a aceitar por uma razão ou outra. Isto foi o que se passou, não porque o carro não estivesse disponível ou por estar atrasado. Mesmo explicando a razão do atraso, extravio de malas que demorou duas horas a resolver e ainda assim estivemos uma hora a espera de sermos atendidos no stand. Esta companhia tem ma’ reputação e por bons motivos. Agradeço a vossa ajuda a resolver este assunto que de certeza afeta muitos outros. Sem mais, respeitosamente Vitor Pacheco
Reembolso recusado
Bom dia No passado mês de maio fiz uma reserva de carro de aluguer com a companhia Green Motion na Maia, Porto através da intermediária Carjet.com a quem paguei em adiantado e na totalidade o valor de USD 170.39 No dia 1 de setembro quando fui proceder ao levantamento do veículo, foi-me recusado por, dizem eles, estar atrasado e por isso a reserva foi cancelada. Ofereceram-me em contrapartida um aluguer pelo mesmo carro no valor de €600. Pedi-lhes o reembolso disseram-me que tinha de contatar a empresa onde fiz a reserva. Tenho tentado por telefone email e website sem qualquer resposta. Acredito que este é mais um caso de companhias a aturarem de ma’ fe’ e apoderar-se do dinheiro dos clientes oferecendo preços que depois as empresas de aluguer se recusam a aceitar por uma razão ou outra. Isto foi o que se passou, não porque o carro não estivesse disponível. Agradeço a vossa ajuda a resolver este assunto que de certeza afeta muitos outros. Sem mais, respeitosamente Vitor Pacheco
Reclamação – Recusa de reembolso da subscrição eDreams Prime no valor de 89,99 €
Venho apresentar uma reclamação contra a eDreams relativamente à cobrança de 89,99 € referente à subscrição eDreams Prime e à posterior recusa da empresa em proceder ao respetivo reembolso. A minha adesão paga ao eDreams Prime teve início em 27/08/2026, pelo valor de 89,99 €, conforme consta expressamente da comunicação enviada pela própria eDreams: “A tua adesão paga começa a 27-08-2026 pelo valor de 89,99 €.” Após a cobrança, solicitei o cancelamento e o reembolso dentro do período de 14 dias. No entanto, a eDreams recusou o pedido, alegando que a subscrição seria uma renovação e que, de acordo com os seus Termos e Condições, este tipo de subscrição não seria reembolsável. Considero esta justificação contraditória com os próprios Termos e Condições do eDreams Prime. Na cláusula 4.2 – Direito de Retratação, os Termos e Condições estabelecem que o consumidor dispõe de um período de retratação de 14 dias a contar da data de adesão ao Prime (a partir da Data Efetiva), podendo exercer esse direito sem indicar qualquer motivo. A mesma cláusula estabelece ainda que este direito é independente e adicional à possibilidade de cancelar a renovação automática. No meu caso, a própria eDreams informa que a minha adesão paga teve início em 27/08/2026, pelo valor de 89,99 €. Assim, não compreendo por que motivo a empresa considera que o período de retratação já teria terminado. A eDreams parece estar a considerar um eventual período experimental/gratuito anterior para efeitos do prazo de retratação. Contudo, os próprios Termos e Condições distinguem o Período de Retratação do Período Experimental, sendo precisamente essa distinção que pretendo que seja esclarecida. Solicitei à eDreams que me indicasse concretamente: qual é a Data Efetiva que está a considerar; qual a data em que, segundo a empresa, começou o período de 14 dias; qual a disposição contratual que permite contar um eventual período gratuito anterior como início desse prazo; e como essa interpretação é compatível com o e-mail enviado pela própria eDreams, no qual consta que a minha adesão paga começa em 27/08/2026 pelo valor de 89,99 €. Apesar disso, a eDreams manteve a recusa e informou que considera o assunto encerrado. Considero que a situação merece análise, uma vez que existe uma aparente contradição entre a informação fornecida ao consumidor, os próprios Termos e Condições da eDreams e a resposta dada pelo serviço de apoio ao cliente. Solicito a intervenção da DECO e a análise da situação, nomeadamente quanto ao meu direito ao reembolso da quantia de 89,99 €, tendo em conta que o pedido foi efetuado dentro dos 14 dias seguintes ao início da adesão paga, conforme indicado pela própria eDreams. Solicito ainda que a eDreams seja instada a apresentar uma fundamentação clara e concreta para a recusa do reembolso e, caso não exista fundamento válido para a recusa, que proceda ao reembolso dos 89,99 €, sem substituição por voucher ou crédito. Junto à reclamação as comunicações trocadas com a eDreams, incluindo o e-mail que indica o início da adesão paga em 27/08/2026, os Termos e Condições aplicáveis e a resposta através da qual a empresa recusou o reembolso. Com os melhores cumprimentos, Karen Oliveira
Venda enganosa de bilhetes para “Il Divo” e recusa de reembolso — encomenda #651523275
Adquiri através da Viagogo, na encomenda #651523275, dois bilhetes pelo valor total de 232,60 € para um evento anunciado na plataforma como “Il Divo”, a realizar-se no Teatro Flumen, em Valência, no dia 17 de outubro de 2026. Tanto o anúncio como a confirmação da encomenda e o recibo identificavam o evento como “Il Divo”. Após a compra, verifiquei que a informação disponibilizada pelo Teatro Flumen e por outros canais oficiais identifica o espetáculo como “TRIVOX Style Il Divo”, ou seja, uma atuação de tributo, e não um concerto do grupo oficial Il Divo. Esta diferença é essencial e determinante para a decisão de compra. Não se trata de uma desistência, mudança de planos ou impossibilidade de comparecer ao evento, mas de uma divergência material entre o espetáculo anunciado pela Viagogo e o espetáculo efetivamente apresentado pelo local do evento. Contactei a Viagogo e enviei o recibo e vários screenshots comprovativos. Em 3 de setembro de 2026, a empresa reconheceu expressamente que a reclamação dizia respeito à diferença entre “Il Divo” e “TRIVOX Style Il Divo”, confirmou que tinha registado as provas e informou que o caso tinha sido encaminhado para investigação. No dia 8 de setembro de 2026, recebi uma chamada telefónica informando que a Viagogo recusava cancelar a encomenda e efetuar o reembolso. Posteriormente, a empresa confirmou por escrito que considerava os bilhetes corretamente anunciados e válidos, alegando que uma alteração relativa aos artistas teria sido efetuada pelo organizador do evento. Como alternativa, sugeriu que eu voltasse a vender os bilhetes na própria plataforma. Esta resposta não esclarece por que motivo a encomenda e o recibo identificavam o espetáculo simplesmente como “Il Divo”, enquanto o Teatro Flumen o apresenta como “TRIVOX Style Il Divo”. A solução proposta de revenda transfere injustamente para o consumidor o risco e o eventual prejuízo resultantes da forma como o evento foi anunciado. Solicito: 1. A investigação da forma como este evento foi apresentado e comercializado pela Viagogo. 2. A confirmação escrita da identidade dos artistas que atuarão no Teatro Flumen em 17 de outubro de 2026 e se se trata do grupo oficial Il Divo ou de um espetáculo de tributo. 3. O cancelamento da encomenda #651523275. 4. O reembolso integral de 232,60 €, através do meio de pagamento original e sem quaisquer taxas ou deduções. Junto como prova o recibo da encomenda, os screenshots do anúncio e das informações do Teatro Flumen, bem como a correspondência trocada com a Viagogo
Práticas reles
Apesar da indicação explícita para consulta em caso de indisponibilidade de artigos, cinco itens (metade da encomenda) foram cancelados sem qualquer aviso prévio. Dado que os produtos cancelados eram a única razão para a realização da compra, enviei de imediato uma mensagem ao estafeta a declarar a minha decisão de cancelamento total. O aviso foi ignorado e o entregador insistiu em prosseguir com uma meia entrega ridícula, que, como é óbvio, foi recusada à porta. Esta conduta obriga-me a perder tempo com a apresentação desta reclamação, a ter de me deslocar pessoalmente para carregar as compras que vocês não entregaram, e inutiliza o tempo gasto na app, para além de gerar um conflito inaceitável com o pagamento de €29,04 que ainda não foi reembolsado (de que estarão à espera?). A Uber não proporciona número de encomenda, mas a história conta-se toda nos comprovativos em anexo. É uma actuação reles, incompetente e displicente. Ganhem vergonha e acabem com estas práticas nauseabundas.
Não emitem fatura
A empresa não emite fatura para compras pagas através do site, apenas um recibo do valor pago. Indicam que a fatura deve ser pedida ao hotel, mas o hotel refere que recebem o pagamento da Agoda, e não diretamente do cliente, por isso não podem emitir fatura. Tendo encontrado o NIF português da Agoda, adicionei as despesas ao e-fatura, mas a empresa não tem CAE para alojamento (mas cobram IVA a 6%). Solicito que eu possa declarar as despesas de alojamento com o CAE apropriado, e que passem a emitir fatura.
Alteração do programa por parte do organizador
Boa noite! No dia 1 de setembro, e de acordo com as informações, que existiam no site da BOL, efectuei a compra de um passe de 3 dias, para o RX of Portugal, através da FR BOL/2124 ao CAL clube automóvel de Lousada. No mesmo, exista a informação de que dia 11 sexta feira, iria existir uma corrida de qualificação, no caso a Q1. Para além da Q1, iriam decorrer anteriormente as sessões de treino respectivas. Alguns dias depois, nas redes socias o CAL partilhou um outro programa onde deixa de conter essa corrida de qualificação no dia 11, considero essa alteração (ainda sem explicação por parte do organizador) como flagrante no valor do bilhete desse dia. Contactei a BOL que remeteu o meu pedido de reembolso, referente ao dia 11 para o CAL. Resposta segue em anexo, e infelizmente não vem de encontro ao meu pedido, dizendo expressamente, para lhes demonstrar onde estava essa informação. Para além de inúmeras partilhas nas redes sociais (que ainda não foram alteradas, ao contrário das informações no BOL), o próprio draft do programa oficial da FIA (entidade mundial responsável pelo evento) tinha a informação da dita Q1. Retirar corridas de um programa pago, onde só ficam os treinos, é um decréscimo significativo no valor do bilhete! Em anexo: parte da informação inicial no site da BOL, entretanto modificada; Publicações do CAL (que ainda não foram alteradas) onde fazem referência á Q1 no dia 11; os dois recebidos da compra; e a reposta do BOL enviada pelo CAL Fico ansiosamente a aguardar a vossa reposta! José Pedro Cruz
Reclamação relativa à impossibilidade de utilização de voucher
Exmos. Senhores, No dia 28/05/2026, adquiri um voucher com o objetivo de o oferecer como prenda de casamento a um casal amigo, ao qual me foi dito que para utilizar o voucher bastava ligar para o hotel e fornecer as informações presentes no mesmo bem como as datas pretendidas. Desde o mês de junho de 2026, o casal tem tentado, por diversas vezes, usufruir do voucher, sem sucesso. Foram efetuadas várias tentativas de contacto telefónico com o hotel, mas as chamadas não foram atendidas. Perante a ausência de resposta, no dia 21/08/2026, o casal deslocou-se pessoalmente ao hotel para tentar utilizar o voucher. Nessa ocasião, foi-lhes comunicado que não poderiam usufruir do mesmo, uma vez que o hotel teria mudado de gerência e a atual gerência não teria qualquer informação ou registo relativamente à existência do voucher. O gerente do hotel indicou então que deveria ser enviado um e-mail com toda a documentação relativa ao voucher, nomeadamente os e-mails existentes, o comprovativo de pagamento, a fatura e o próprio voucher. Cumprindo essa indicação, no próprio dia 21/08/2026 foi enviado um e-mail para o hotel com toda a documentação solicitada. No entanto, até à presente data, 07/09/2026, não foi dada qualquer resposta ao referido e-mail. Perante a ausência de resposta, no dia 30/08/2026 enviei também um e-mail para o endereço geral do hotel, solicitando esclarecimentos e uma solução para a situação. Mais uma vez, não obtive qualquer resposta. Considero esta situação manifestamente injusta, uma vez que o voucher foi devidamente adquirido e pago, existindo documentação que comprova a sua aquisição, incluindo fatura e comprovativo de pagamento. Não considero que uma alteração da gerência do estabelecimento possa, por si só, prejudicar os direitos decorrentes de uma aquisição efetuada anteriormente. Até ao momento, apesar das diversas tentativas de contacto e de ter enviado toda a documentação solicitada pelo próprio gerente do hotel, continuo sem qualquer resposta ou solução. Assim, venho solicitar que o hotel reconheça a validade do voucher e permita a sua utilização nas condições inicialmente adquiridas, uma vez que o casal está desde junho a tentar usufruir do voucher.
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