Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
M. R.
29/04/2026

Voucher que não funciona

No natal passado recebi um voucher Odisseias, fugas em família. Segundo a caixinha, dá para até duas noites dois adultos e até 2 crianças. Decidi usá-lo este dia 1/5 e então fui ao site. O primeiro.problema, não há grandes opções, na verdade com a combinação 2 adultos e 2 crianças 2 noites, não existe. Então reduzi, 2 adultos, duas noites, também não é válido. Reduzi então 2 adultos uma noite. Aparece uma vasta lista, 80% das hipóteses são upgrades. Depois de muito pesquisar, encontrei um hotel, paguei o upgrade, recebo automaticamente um email a informar que a reserva não pode ser confirmada. Entro em contacto com a Odisseias que me fala de marcações em época alta e de um problema com a plataforma intermédia que liga a Odisseias ao parceiro. Mesmo assim voltei a tentar mais duas vezes, voltei a contactar e um dos atendedores disse-me olhe porque não escolhe outro hotel? Bem, entrei em contacto com o hotel que me informou que usam os vouchers sim, e que podem fazer ao contrário, eu entrego o voucher e eles descontam. Qual não é o meu espanto, o hotel recebe um email da Odisseias a informar que o voucher não existe. Volto a entrar em contacto e o atendedor diz-me que não é mesmo possível marcar, nem com outro voucher uma vez que o hotel não aceita. E ainda insiste, porque não escolhe outro sítio? Posto isto solicitei que me devolvessem o valor do voucher, informaram que como comprei na Fnac não me podem devolver, ainda para mais não fui eu que comprei, portanto não podem mesmo devolver. Posto isto, a única solução é procurar outro hotel. Uma vez que se trata de uma plataforma que apregoa grandes oportunidades, afinal as oportunidades são teóricas. E tenho um voucher que não pode ser utilizado

Em curso
L. A.
29/04/2026

Péssima estadia

Reservamos 2quartos e em ambos tinha um cheiro muito forte no quarto e wc, não conseguimos identificar mas assemelhava-se a uma mistura de gás com esgoto. Ac muito sujo,com manchas pretas no interior, o qual desligamos de imediato. Falamos na receção,ficamos a aguardar a vinda de alguém ao quarto; uma vez que estavam a demorar ligamos, disseram que nada podiam fazer, falaram com a manutenção mas nem sequer vieram ao quarto ver, disseram que não valia a pena porque o hotel está lotado. O acesso ao spa pode ser feito pelo exterior do hotel, sem qualquer portão ou vedação; o nosso quarto ficava no piso 1 que é o piso térreo e portanto qualquer pessoa pode facilmente aceder ao recinto do hotel e tem acesso fácil ao quarto pela janela. Não vimos nenhuma câmera de segurança no exterior. Com alguma frequência ouvimos um barulho forte, parecia a triturar alguma coisa, semelhante a um liquidificador. O que incomodou bastante o descanso. Tinhamos reserva no restaurante, feita aquando da reserva no hotel há umas semanas, ligam-nos a faltar 1h30 a pedir para ir mais cedo porque aceitaram uma reserva de 150pessoas, se não a nossa teria de ficar anulada. E assim foi, ainda tivemos de procurar em cima da hora outro sitio para jantar o que não foi fácil porque estava praticamente tudo fechado nas redondezas, talvez por ser feriado. Pequeno almoço muito básico para um hotel de 4estrelas e pouca qualidade na confeção da comida. Resumindo, revelou-se uma péssima experiência no que diz respeito ao hotel e chegamos a temer pela nossa saúde, porque não sabemos como estaria a qualidade do ar e ventilação, especialmente depois de vermos o estado do ar condicionado.

Em curso
D. S.
28/04/2026

ROUBO

Aluguel um carro de 9 lugares pela CARJET para ir de Portugal até Espanha já a 700 kms de Portugal o carro apresenta defeito . O seguro sugere voltar para Lisboa pegar dois carros, ou seja uma proposta absurda porque voltariamos 700 kms para pegar 2 carros e depois teriamos que andar 700 kms para voltar de onde o carro tinha dado problema. Chegamos a conclusão que era melhor eles nos deixar no nosso destino final cerca de 300 kms . Mas com toda essa confusão eles não devolveram nosso dinheiro do aluguel , ficamos com o carro cerca de 1 dia mais o menos e pagamos quase 500€. já mandei email e nada só respostas vazias.

Em curso
F. R.
28/04/2026

Reserva n.º 6443134888 — Falha na gestão de emergência, omissão de informação crítica

Reclamação contra a Booking.com — Reserva n.º 6443134888 — Falha na gestão de emergência, omissão de informação crítica e compensação manifestamente insuficiente Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Booking.com pela sua responsabilidade directa nos factos ocorridos no âmbito da reserva n.º 6443134888, referente ao alojamento Rooftop Teatro Aveiro (RNAL n.º 122038/AL), com check-in a 25 de abril de 2026, para 2 adultos e 2 crianças menores de 7 e 9 anos. 1. O Booking.com falhou na gestão da emergência em tempo real Durante a situação — com a minha família à porta do alojamento, sem acesso, sem saber quando ou sequer se conseguiria entrar num alojamento integralmente pago —, contactei o serviço de apoio ao cliente do Booking.com. Foi-me informado apenas que seria aberto um pedido de reclamação com resposta em até 48 horas. Em nenhum momento fui informado da existência de um procedimento de realocação de emergência com resposta em 45 minutos. Só tomei conhecimento desta possibilidade no dia seguinte, quando já era demasiado tarde. Esta omissão de informação crítica, em momento de urgência extrema, com crianças menores na via pública, é uma falha grave e directa do Booking.com que agravou os danos sofridos pela minha família. As chamadas ao serviço de apoio ficaram gravadas nos sistemas da plataforma e constituem prova desta falha. 2. O Booking.com não resolveu a situação nem protegeu o hóspede A plataforma limitou-se a abrir um pedido de reclamação sem actuar em tempo útil, sem me dar alternativas e sem contactar o alojamento de forma eficaz durante a situação. O acesso ao alojamento só foi concedido mais de uma hora após a hora de check-in contratada, sem qualquer intervenção activa da plataforma. O Booking.com falhou na sua responsabilidade de garantir que os parceiros cumprem as condições que publica e anuncia aos consumidores. 3. O Booking.com não penalizou o alojamento de forma adequada Após a resolução da situação, o alojamento não sofreu qualquer consequência visível ou comunicada na plataforma. Um parceiro que recusou o acesso a um hóspede dentro do horário contratado, que humilhou reiteradamente o hóspede em duas ocasiões distintas — declarando explicitamente "a casa é minha, espera até eu dizer quando pode entrar" e "até prefiro que não fique" —, e que entregou um alojamento em condições abaixo do anunciado, deveria ter sido penalizado com a suspensão de actividade na plataforma. Nada disso aconteceu. 4. A compensação de €25 é manifestamente insuficiente e sem fundamento Em resposta à minha reclamação, o Booking.com ofereceu €25, justificando ser "o valor mais alto que o sector responsável pode aprovar". Esta justificação não tem qualquer fundamento legal nem corresponde a qualquer critério de proporcionalidade. Os danos sofridos incluem: incumprimento contratual, humilhação reiterada documentada, crianças menores mantidas na via pública sem garantia de acesso, omissão do procedimento de realocação de emergência disponível, e alojamento entregue em condições abaixo do anunciado — ar condicionado inoperacional e chuveiro com fuga de água. 5. Fundamentação legal Os factos constituem: Violação do artigo 762.º do Código Civil — incumprimento contratual com violação da boa-fé; Violação do artigo 4.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) — direito a serviços nas condições contratadas; Responsabilidade do intermediário ao abrigo dos Termos de Serviço do Booking.com e da legislação europeia de protecção ao consumidor; Fundamento para indemnização por danos morais ao abrigo do artigo 496.º do Código Civil — humilhação, angústia e frustração sofridas, agravadas pela presença de crianças menores e pela omissão deliberada de informação crítica em momento de emergência. 6. O que solicito Reembolso integral do valor pago pela reserva; Indemnização adequada e proporcional pelos danos morais e materiais causados a mim e à minha família, incluindo as crianças; Penalização formal e suspensão de actividade do alojamento na plataforma; Revisão do procedimento de apoio ao cliente em situações de emergência, garantindo que a opção de realocação é sempre comunicada ao hóspede em tempo útil e não apenas no dia seguinte. Evidências disponíveis: Comprovativo da reserva n.º 6443134888 com condições contratadas, historial completo do chat na plataforma, registos de chamadas ao alojamento e ao serviço de apoio do Booking.com com datas e horas, e fotografias das condições do alojamento. Fábio Ramos Viseu, 28 de abril de 2026 Reserva n.º 6443134888

Em curso
A. F.
28/04/2026

CANCELAMENTO RESERVA

Venho por este meio solicitar o apoio na resolução de uma situação de consumo que não consegui solucionar diretamente junto da empresa envolvida. De forma resumida, a situação é a seguinte: Apresentei uma reclamação referente à minha reserva de estadia com a referência número 24491267736 efetuada através da plataforma eDreams em janeiro, a qual foi cancelada unilateralmente pelo alojamento no próprio dia do check-in, após o pagamento integral realizado à plataforma. O cancelamento de última hora constituiu uma falha grave na prestação do serviço contratado, deixando-me sem alojamento no dia da chegada ao destino e obrigando-me a obter, em caráter de urgência, uma alternativa disponível. Dada a inexistência de tempo útil e a elevada procura no momento, fui forçada a reservar outro alojamento com o custo adicional comprovado de +853€, valor que não teria de suportar caso a reserva original tivesse sido respeitada. Sublinho os dois contactos feitos no apoio ao cliente da eDreams - estão gravados- que se revelaram infrutíferos, portanto sem resposta. O primeiro às 13h 30 de dia 8 de abril (dia do voo) e o segundo no mesmo dia às 21h sensivelmente, já em Barcelona e sem local para pernoitar. Nos termos da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96) e da Diretiva Europeia 2011/83/UE relativa aos direitos dos consumidores, aplica-se o direito à restituição integral bem como à indemnização pelos danos emergentes resultantes da falta de prestação do serviço, incluindo custos adicionais inevitáveis e comprovados. Além disso, enquanto intermediária comercial que recebeu o pagamento e emitiu a confirmação de reserva, a eDreams tem responsabilidade solidária pela correta execução do contrato, conforme previsto na legislação nacional e comunitária relativa a serviços intermediados por plataformas digitais. Assim no dia 9 de abril do ano presente, foi solicitado na plataforma do apoio ao cliente a seguinte informação: 1. Reembolso integral imediato do valor pago pela reserva cancelada 299€; 2. Compensação adicional de 783€, correspondente ao prejuízo direto causado pelo cancelamento no próprio dia, valor devidamente documentado através de fatura/recibo do alojamento alternativo. Pedi a resolução ou uma resposta num prazo que não foi cumprido e até agora só obtive uma resposta no passado dia 13 de abril: Cara Srª Angela. Obrigado por contactar a eDreams relativamente à referência de reserva 24491267736. Lamentamos a demora no tratamento do seu caso. Lamentamos que o nosso serviço de apoio ao cliente não tenha atingido o nível de serviço que esperavas. Analisámos o seu caso para verificar se, de resto, a qualidade foi cumprida, e para garantir que o seu pedido está em processamento e a ser tratado corretamente. Assim que tivermos uma resposta, iremos enviar-lhe uma notificação por e-mail através do endereço utilizado para efetuar a sua compra. Agradecemos a sua paciência e compreensão durante este período. Com os melhores cumprimentos Alexandra Customer Care Team Apesar das minhas tentativas de contacto e de resolução direta com a entidade em causa, não obtive até ao momento uma solução satisfatória. Assim, solicito a V. Ex.as a análise da situação e o respetivo apoio na mediação deste conflito de consumo, bem como informação sobre os meus direitos enquanto consumidora/consumidor e os passos a seguir. Fico disponível para facultar toda a documentação necessária (faturas, comprovativos de pagamento, comunicações trocadas, entre outros). Agradeço desde já a atenção dispensada e a colaboração prestada. Com os melhores cumprimentos, Não obtive resposta nem resolução adequada. Com os melhores cumprimentos, Ângela Farinha contacto email: angelfarinha@gmail.com 4647030:195447

Em curso

Cancelamento de contrato de prestação de serviços, de alojamento antecipado e serviços adicionais

Exmos. Srs., Vimos por este meio solicitar o cancelamento do contrato nº 25C190702C assinado no dia 19 de julho de 2025 e sobre o qual, logo no dia 25 de julho de 2025 foi solicitado o cancelamento através da entrega em mão de uma declaração com esse efetiro, a qual voçês tentaram não aceitar. O pedido de cancelamento deu-se após ter conseguido efetuar uma leitura atenta ao contrato e ter constatado que muito do que prometeram não estava lá refletido. Informo que também foi formalizado o cancelamento via Carta Registada com Aviso de Receção enviada no dia 30 de julho de 2025. Após terem sido efetuados vários contactos quer por telefono como por email próprio e da própria DECO, a única resposta por parte da empresa foi à Reclamação efetuada no Livro de Reclamações eletrónico, ao que responderam no dia 29 de outubro o seguinte: "Informamos que o contrato n.º 25C190702C foi cancelado dentro dos prazos legais, conforme confirmado nos documentos anexos que constituem a presente reclamação. No momento, o processo encontra-se pendente de devolução do valor pago na altura da assinatura do contrato. Aguardar-se-á a efetivação do pagamento conforme os procedimentos internos em vigor." Contudo, até hoje, dia 28 de abril de 2026, ainda não houve nenhuma ação por parte desta empresa, pelo que solicito que seja efetuado o cancelamento do contrato (no valor de 9.000€) e a devolução dos 2.000€ do valor do sinal.

Em curso
T. P.
27/04/2026

Reembolso de espectáculo cancelado nunca recebido

Exmos Senhores Venho por este meio reclamar da empresa LS Entertainment que, após cancelamento do espectáculo de Ivan Lins, em janeiro de 2026 e sucessivos pedidos de reembolso de 2 bilhetes (meu e do meu marido), nunca realizou qualquer reembolso, assim como deixou de responder a quaisquer emails ou contactos telefónicos, conforme prova em anexo. Considero que foi ultrapassado o período de tempo tolerável para esta situação e como lesados pretendemos o reembolso total, não se excluindo demais ações legais, se enquadrável em crime de burla, nomeadamente no portal Queixa Electrónica do Ministério da Administração Interna. Aguardamos as vossas diligências.

Em curso
B. D.
27/04/2026

UBEREATS – possivel prática generalizada lesiva dos consumidores pela plataforma

ASSUNTO: Exposição – possivel prática generalizada lesiva dos consumidores pela plataforma Uber Eats Exmos. Senhores, Venho, pela presente, expor uma situação que, embora tenha ocorrido no meu caso concreto, levanta sérias preocupações quanto a uma possível prática generalizada por parte da plataforma Uber Eats, com impacto potencial em milhares de consumidores em Portugal. No meu caso, foi efetuada uma encomenda que incluía 10 unidades de pudins proteicos de caramelo. Durante a preparação do pedido, a quantidade foi unilateralmente reduzida para 3 unidades, tendo posteriormente a plataforma recusado qualquer reembolso ou compensação, alegando que o pedido foi “ajustado”. Este exemplo concreto serve apenas para ilustrar um problema mais profundo: a possibilidade de a plataforma permitir alterações ao pedido após aceitação e pagamento, utilizando depois essas mesmas alterações como fundamento para recusar a devolução de valores relativos a bens não entregues. Caso este procedimento seja sistemático, estamos perante uma situação potencialmente muito grave, na medida em que poderá configurar uma prática que permite a retenção indevida de valores pagos por consumidores, em larga escala, beneficiando quer a plataforma, quer os seus parceiros comerciais. Acresce que a Uber Eats não disponibiliza, de forma clara e eficaz, meios de contacto diretos que permitam ao consumidor exercer plenamente os seus direitos, nomeadamente: inexistência de um contacto telefónico de apoio ao cliente acessível; inexistência de um endereço de email funcional para resolução de litígios; utilização de sistemas automatizados que impedem uma análise real e individualizada das reclamações. Na prática, o consumidor fica sem um canal efetivo para reclamar, contestar ou obter resolução, o que é, em si mesmo, contrário aos princípios básicos da defesa do consumidor e da transparência nas relações comerciais. Entendo que nenhuma entidade a operar em Portugal deveria poder fazê-lo sem garantir: mecanismos reais e acessíveis de contacto com o consumidor; processos transparentes de resolução de litígios; cumprimento integral das obrigações contratuais assumidas no momento da compra. Face ao exposto, considero que esta situação poderá configurar: . violação dos direitos dos consumidores; . prática comercial desleal; . eventual retenção indevida de valores pagos; . funcionamento de um modelo que, na ausência de controlo efetivo, pode permitir prejuízos massificados aos consumidores. Assim, venho solicitar à DECO: . A análise desta prática numa perspetiva geral e não apenas individual; . A eventual intervenção junto da plataforma Uber Eats; . A avaliação da necessidade de atuação pública ou coletiva em defesa dos consumidores; . Orientação sobre os mecanismos mais eficazes para reagir a este tipo de situações. . Junto prints comprovativos do caso concreto, como exemplo ilustrativo da prática descrita: . pedido completo . ajuste feito na altura da preparação do pedido – pudim proteico caramelo de 10 para 3 unidades . Minha entrada na ajuda dizendo os produtos que estão em falta . Resposta automática de bloqueio de reclamação, de reembolso e de possibilidade de resolução Com os melhores cumprimentos, Bruno de Carvalho

Em curso
S. S.
27/04/2026

Cobrança indevida de renovação automática não autorizada – eDreams Prime

Venho por este meio corrigir a reclamação submetida anteriormente, uma vez que foram inseridas informações incorretas por lapso (email incorreto). Solicito que a presente comunicação substitua/corrija a reclamação anterior. Venho por este meio apresentar uma reclamação formal e solicitar a vossa intervenção urgente relativamente a uma prática comercial abusiva, enganosa e lesiva por parte da eDreams. No dia 27/04/2026, foi-me debitado indevidamente o valor de 89,99€ referente à alegada renovação automática da subscrição “eDreams Prime”, serviço esse que não aceitei de forma clara, consciente ou expressa, nem tenho qualquer recordação de ter subscrito voluntariamente. Considero esta cobrança absolutamente abusiva, ilegal e contrária aos princípios fundamentais de transparência e proteção do consumidor, pelos seguintes motivos: Ausência de consentimento claro: Nunca autorizei de forma consciente ou inequívoca a adesão a qualquer plano Prime com renovação automática. A inclusão deste tipo de subscrição sem consentimento explícito constitui uma prática comercial altamente questionável. Falta de aviso prévio adequado: Não recebi qualquer comunicação clara, atempada e legalmente transparente que me permitisse cancelar previamente antes da cobrança, violando o meu direito à informação. Contacto prévio ignorado: Após receber comunicação relacionada com esta renovação, manifestei previamente junto da empresa, no dia 27/04/2026, a minha intenção de não renovar e cancelar qualquer vínculo contratual. Apesar disso, a empresa ignorou essa diligência e avançou com o débito. Recusa ou dificuldade na devolução: Após verificar esta cobrança indevida, fui obrigada a contactar repetidamente o apoio ao cliente, enfrentando obstáculos e ausência de resolução adequada. Falta de transparência documental: Apenas recebi fatura após solicitação expressa via contacto telefónico, o que agrava ainda mais a falta de clareza desta operação. Esta conduta pode configurar: Violação dos direitos do consumidor, Prática comercial desleal, Cobrança indevida, Enriquecimento sem causa, Potencial infração à legislação europeia e nacional de defesa do consumidor. Face à gravidade da situação, EXIJO: Reembolso imediato e integral dos 89,99€ cobrados; Cancelamento definitivo e permanente de qualquer subscrição, renovação automática ou vínculo associado ao e-mail: sarahsilva1609@gmail.com Confirmação formal por escrito da cessação total de qualquer obrigação contratual; Investigação desta prática comercial. Caso esta situação não seja resolvida com urgência, reservo-me o direito de avançar com: Reclamação junto das entidades reguladoras competentes, Contestação bancária formal, Ação judicial por cobrança indevida, Pedido de indemnização por danos e transtornos causados. Não aceitarei que uma empresa retenha valores da minha conta através de mecanismos de subscrição pouco transparentes, sem consentimento verdadeiramente informado. Solicito, assim, a intervenção célere da DECO PROTESTE para defesa dos meus direitos enquanto consumidora e para impedir a continuidade deste tipo de práticas abusivas. Com os melhores cumprimentos, Sarah Silva *Peço que considerem apenas esta versão atualizada para efeitos de análise e tratamento do processo.

Resolvida
D. J.
27/04/2026

Cobrança indevida e faltas de resposta

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao tratamento dado ao meu pedido associado à reserva efetuada para um grupo de cinco peregrinos, com estadia prevista entre 07 e 11 de abril. A reserva foi realizada sem cancelamento gratuito, facto que reconheço. No entanto, um dos peregrinos sofreu uma lesão antes da viagem, o que impossibilitou a sua participação. Assim, dos cinco peregrinos inicialmente previstos, apenas três iniciaram o Caminho de Santiago. Logo que tive conhecimento da situação, entrei em contacto com o vosso serviço de apoio ao cliente para informar o sucedido e solicitar, não o cancelamento, mas sim o adiamento das datas para os dois peregrinos impossibilitados. Sempre manifestei abertura para remarcar a estadia noutra data, solução que seria justa e equilibrada para todas as partes. Contudo, fui sucessivamente encaminhada entre Booking e o alojamento, sem que nenhuma das entidades assumisse a resolução. O alojamento informou-me de que estaria disponível para adiar as datas, mas que tal só poderia ser feito através do Booking. Por sua vez, o Booking indicou que teria de confirmar com o alojamento, ficando o processo indefinidamente pendente. O tempo foi passando sem qualquer resposta concreta. Chegada a data da estadia, os três peregrinos aptos hospedaram-se normalmente, mas os dois restantes continuam sem qualquer solução. Estes dois peregrinos pretendem realizar o Caminho e apenas solicitam o adiamento das datas da sua hospedagem, algo que o alojamento aceitaria, não fosse a falta de resposta célere por parte do Booking. Assim, venho solicitar: A análise urgente deste caso; A remarcação das duas estadias em falta para novas datas, conforme inicialmente solicitado; A clarificação dos procedimentos internos, uma vez que a ausência de resposta atempada prejudicou diretamente os viajantes. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resolução justa e célere. Com os melhores cumprimentos, Daniela

Em curso

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