Reclamações públicas
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Rejeição na extensão da reserva
Exmos Senhores, solicitei o pedido de alteração da reserva online, 23.09.2026 18:25 e 24.09.2026 às 10:48, mas o mesmo foi-me negado. Liguei no dia 23.09.2026 às 18h25 para perceber o procedimento e como não consegui liguei novamente às 19h23, mas informaram que o pedido deveria de ser efetuado online. Como referido por telefone e espero que a chamada tenha sido gravada, não consegui entregar carro, devido a problemas pessoais e não tenho a possibilidade de me deslocar no dia 25.09.2026. Informei que ia entregar o carro antes das 21h30 do dia 24.09.2026, como a reserva efetuada é ao dia ira fazer 24 horas às 21h30, mas o carro apenas foi levantado às 22:46 porque o voo atrasou. Informei que caso pretendam a localização da viatura também podem consultar a mesma, está na aldeia x, do concelho x. A empresa informou que podia entregar o carro até às 20:00 do dia 24.09.2026, porque se não chamava a polícia. Eu apenas queria que o pedido tivesse sido aceite e não havia qualquer problema sobre os custos adicionais devido a essa alteração. O meu pedido era para extender o prazo até dia 27.09.2026 às 4:00 da manhã. Cumprimentos,
encomenda não entregue e recusa de reembolso
Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a uma reclamação contra a Uber Eats que permanece sem resolução há aproximadamente um mês. 1. O que aconteceu Efetuei uma encomenda através da Uber Eats, tendo indicado na aplicação a morada/local de entrega pretendido. A encomenda não foi entregue no local indicado na aplicação. O estafeta deixou a encomenda num local diferente daquele que tinha sido selecionado. Mais importante ainda, não fui devidamente informada de que a encomenda tinha sido deixada noutro local. Quando me apercebi da situação e me desloquei ao local, a comida já não se encontrava lá. Na prática, paguei por uma encomenda que não recebi. 2. A justificação apresentada pela Uber Contactei a Uber Eats através dos canais disponibilizados na própria aplicação e solicitei o reembolso. A Uber recusou o reembolso, alegando que o estafeta: “tentou contactar” a cliente e “esperou mais de 10 minutos” no local. Contestei imediatamente esta versão dos acontecimentos e solicitei à Uber que apresentasse o respetivo comprovativo. Até ao momento, a Uber nunca me forneceu qualquer prova dessas alegadas tentativas de contacto. Não me foi apresentado qualquer registo de chamadas, mensagens, horários, tentativas de contacto ou outro elemento que demonstre que fui efetivamente contactada. Também não me foi apresentada uma explicação satisfatória para o facto de a encomenda ter sido deixada num local diferente daquele indicado na aplicação. 3. O problema com a resposta da Uber Considero particularmente problemática a posição assumida pela Uber porque a empresa está a utilizar como fundamento para recusar o reembolso uma alegação factual que não demonstrou apesar de eu ter solicitado expressamente essa prova. Não estou simplesmente a contestar uma decisão comercial. Estou a contestar os próprios factos utilizados para justificar essa decisão. Se a Uber afirma que: o estafeta tentou contactar-me; eu não respondi; o estafeta permaneceu no local durante mais de 10 minutos; e, por esse motivo, a encomenda não é reembolsável, entendo que deverá ser possível à empresa apresentar os respetivos registos e demonstrar que esses procedimentos ocorreram efetivamente. Até agora, isso não aconteceu. 4. Tentativas de resolução Durante aproximadamente um mês, tentei resolver a situação diretamente com a Uber através do apoio ao cliente. Apesar das várias interações, a questão continua sem resolução. As respostas recebidas limitam-se essencialmente a repetir que o estafeta tentou contactar-me e esperou mais de 10 minutos, sem apresentar qualquer evidência que sustente essa afirmação. Considero que já fiz tudo o que estava razoavelmente ao meu alcance para resolver a situação diretamente com o comerciante/prestador do serviço. 5. O que solicito Solicito o apoio da DECO para que a Uber Eats seja chamada a esclarecer formalmente esta situação e, nomeadamente: Proceda ao reembolso integral da encomenda que não recebi; Apresente os elementos que comprovem as alegadas tentativas de contacto efetuadas pelo estafeta; Esclareça qual foi o local exato onde a encomenda foi deixada, uma vez que não correspondeu ao local de entrega indicado na aplicação; Esclareça por que motivo a encomenda foi considerada corretamente entregue quando foi deixada num local diferente do solicitado; Apresente a fundamentação concreta para a recusa do reembolso, suportada nos respetivos registos da entrega. Considero que não é razoável que o consumidor suporte o custo de uma encomenda que não recebeu, quando a empresa não apresenta qualquer prova que demonstre que a entrega foi efetuada de acordo com as condições contratadas. O que pretendo é simplesmente que a situação seja devidamente investigada e que a Uber apresente os elementos objetivos que sustentam a sua decisão. Depois de aproximadamente um mês de tentativas de resolução direta, sem qualquer resultado, recorro agora à DECO para obter apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Estou disponível para fornecer todas as capturas de ecrã, recibos, comunicações com a Uber e restantes elementos relativos à encomenda e à reclamação. Caso seja necessário, pretendo também prosseguir a reclamação junto das restantes entidades competentes até que a situação seja devidamente esclarecida.
Reembolso
Exmo senhores Quero apresentar uma queixa a plataforma EDreams Em Abril deste ano fiz uma viagem e ao fazer o pagamento de Hotel não sabia que estaria a subscrever a EDreams. Quando voltei da viagem, por volta do dia 5/05/2026 me apercebi que me foi retirado da minha conta 89,99Euros. Eu liguei a EDreams a pedir uma explicação e eles me informaram que fiz uma reserva no Hotel e obtive um desconto, e nisso também subscrevi a serviços deles, pedi de imediato que me cancelassem a subscrição e me devolvessem o valor…Eles alegaram que não podiam devolver na totalidade porque eu tinha me beneficiado desse desconto e que só podiam devolver metade do valor, sem perceber os porquês eu aceitei que me devolvessem a metade para não perder todo valor de uma dita subscrição que não usufrui em nada. Se eu soubesse que por uma simples reserva no Hotel, estaria a sofrer essas complicações todas eu simplesmente não o teria feito. Após o pedido de cancelamento em Maio e o valor de 89,99 ter sido retirado da minha conta, Este mês me deparo novamente com a saída do mesmo valor de 89,99euros da mesma conta, isso no dia 20/09, e antes disso em junho ou julho também sem me aperceber vi que retiraram 4,99 Ligo para eles novamente e já chateada, dizem que não podem reembolsar porque eu tive um desconto de hotel, fiquei sem entender porque depois disso não fiz nenhuma outra viagem e não usufruí de nada desse alegado serviço que dizem no qual subscrevi . Tentaram me devolver metade do valor novamente ou dar um voucher eu recusei. Apresentei uma reclamação na plataforma deles e responderam pelo email, e a única coisa que sabem dizer é que não sou elegível ao reembolso devido a termos e condições da subscrição. Essa subscrição que nem sequer autorizei, e dizem ter mandado por email, e desta vez foi para um outro email que eu mal uso e não tinha acesso ao mesmo email a um tempo. E nem sempre eu estou atenta aos meus e-mails, Eles se recusam a devolver o valor eu não fiz uso dessa subscrição e nem sequer sabia que estava subscrever a um serviço do gênero. E se a tal subscrição conforme eles dizem ser anual, porquê retirar da minha conta 2 vezes no ano? Em anexo envio os comprovativos dos valores retirados Obrigada
GetTransfer cancelou reserva mas reteve €1.254 – Reserva #25380546
No dia 10 de setembro de 2026, efetuei através da GetTransfer.com uma reserva de transporte privado, #25380546, para uma viagem entre o Aeroporto Lyon-Saint Exupéry e Landry, França, prevista apenas para 20 de março de 2027. O valor total da reserva foi de €1.254, dos quais €1.196 foram pagos através do meu cartão Revolut e €58 através de saldo que já possuía na minha conta GetTransfer. Aproximadamente duas horas depois da reserva, apercebi-me de que tinha cometido um erro: pretendia contratar transporte de ida e volta, mas tinha reservado apenas a viagem de ida. Contactei imediatamente a GetTransfer solicitando o cancelamento condicionado ao reembolso, para poder obter uma nova cotação para o transporte de ida e volta que efetivamente pretendia contratar. Nunca autorizei um cancelamento sem reembolso. Aliás, a própria aplicação permitia que eu cancelasse diretamente a reserva sem receber qualquer reembolso. Deliberadamente não utilizei essa opção, precisamente porque pretendia que a GetTransfer confirmasse primeiro a possibilidade de reembolso. A GetTransfer recusou inicialmente o meu pedido, alegando que a reserva tinha sido efetuada através de uma tarifa “Saver”, considerada não reembolsável. Contactei também diretamente a transportadora atribuída ao serviço, Alps Groupe / Alps Voyage, que me confirmou por escrito que o pagamento tinha sido efetuado à GetTransfer e que qualquer cancelamento ou reembolso teria de ser tratado diretamente com a GetTransfer. Posteriormente, porém, a reserva foi cancelada na própria plataforma GetTransfer, sem que eu tivesse autorizado um cancelamento sem reembolso. A minha conta GetTransfer passou a apresentar a reserva como: “Ride canceled” “Ride not completed” Apesar de a reserva estar cancelada e de o serviço já não vir a ser realizado ao abrigo desta reserva, não recebi qualquer reembolso. A GetTransfer continua, portanto, na posse dos €1.254, apesar de a reserva se encontrar cancelada. Tentei repetidamente resolver a situação diretamente com a empresa através do Customer Support e de diferentes canais de Customer Relations, sem conseguir obter o reembolso ou uma explicação satisfatória para a retenção integral do valor. Perante a ausência de resolução, o caso encontra-se atualmente: – em disputa formal junto da Revolut/Visa relativamente aos €1.196 pagos por cartão; – comunicado ao Centro Europeu do Consumidor Portugal / ECC-Net; – objeto de reclamação junto da Consumer Protection Service da República de Chipre, país onde está estabelecida a KG GLOBAL LIMITED/GetTransfer. O meu pedido é simples: reembolso integral dos €1.254, através do reembolso dos €1.196 para o meio de pagamento original e da restituição dos €58 retirados do meu saldo GetTransfer. Caso os €1.196 sejam entretanto recuperados através do processo Revolut/Visa, naturalmente não solicitarei qualquer pagamento duplicado. Solicito também à GetTransfer que explique por escrito por que razão a reserva foi cancelada sem a minha autorização para um cancelamento sem reembolso e qual é o fundamento para continuar a reter 100% do valor de uma reserva que se encontra cancelada e cujo serviço não será prestado. Estou disponível para considerar esta reclamação resolvida assim que o valor integral de €1.254 me seja restituído.
Reclamação contra a Klass Wagen — violação de dados pessoais, insuficiência da resposta apresentada
Venho apresentar uma reclamação contra a Klass Wagen relativamente ao incidente de segurança de dados pessoais comunicado pela própria empresa, no qual fui identificado como um dos titulares de dados afetados. De acordo com a comunicação recebida, a Klass Wagen identificou, em 15 de agosto de 2026, um acesso não autorizado aos seus sistemas, tendo ocorrido acesso e extração de dados pessoais de clientes. No meu caso, foram potencialmente expostos, entre outros, nome, endereço de email, número de telefone, país de residência e número de documento de identificação/passaporte. A própria empresa informou que não foram afetados dados financeiros ou de cartões bancários. No entanto, isso não elimina a gravidade da situação, uma vez que os dados efetivamente expostos incluem informação pessoal e um identificador documental particularmente sensível do ponto de vista da segurança e da possibilidade de utilização indevida por terceiros. Após tomar conhecimento da situação, entrei em contacto com a Klass Wagen e recebi uma resposta que considero insatisfatória, pouco acolhedora e inadequada à gravidade do incidente e ao impacto que uma violação desta natureza pode causar aos titulares dos dados. A resposta da empresa não apresentou, a meu entender, uma solução concreta ou uma reparação proporcional pela perda de controlo sobre os meus dados pessoais. Em particular, a abordagem adotada parece reduzir a questão à inexistência de prejuízo financeiro direto, como se a ausência de uma perda monetária significasse que não existe qualquer dano juridicamente relevante. Essa interpretação não corresponde ao regime estabelecido pelo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD). O artigo 82.º, n.º 1, do RGPD (Regulamento UE 2016/679) estabelece expressamente que: “Qualquer pessoa que tenha sofrido danos materiais ou imateriais devido a uma violação do presente regulamento tem direito a receber uma indemnização (…) pelos danos sofridos.” Portanto, o direito à indemnização previsto no RGPD não está limitado a prejuízos financeiros. O próprio legislador europeu reconhece expressamente a existência de danos imateriais. A jurisprudência do Tribunal de Justiça da União Europeia também confirmou que o artigo 82.º do RGPD abrange danos não patrimoniais e que a indemnização tem como objetivo compensar integralmente o dano concretamente sofrido pelo titular dos dados. (Eur-Lex) É importante salientar que não estou a alegar a existência de um prejuízo financeiro que não ocorreu. A minha reclamação fundamenta-se precisamente na existência de um possível dano imaterial decorrente da violação da proteção dos meus dados pessoais e da perda de controlo sobre informação pessoal que deveria estar sob a responsabilidade e proteção da Klass Wagen. A situação é particularmente relevante porque não se trata apenas de um nome ou de um endereço de email. Segundo a própria comunicação da empresa, foram envolvidos dados que incluem número de telefone e documento de identificação/passaporte, informações que podem ser utilizadas em tentativas de fraude, engenharia social, phishing, roubo de identidade ou outras formas de utilização indevida. Naturalmente, reconheço que a simples ocorrência de uma violação do RGPD não significa automaticamente que exista direito a uma indemnização. A jurisprudência europeia exige a existência de um dano efetivamente sofrido e de um nexo entre a violação e esse dano. Contudo, também está estabelecido que o dano não precisa de ser financeiro nem atingir um determinado grau mínimo de gravidade para poder ser juridicamente relevante. (Eur-Lex) Nesse contexto, considero inadequada a postura adotada pela Klass Wagen ao responder à minha reclamação sem apresentar uma solução concreta ou uma forma adequada de reparação pelo impacto causado aos titulares afetados. Também considero especialmente insatisfatória a forma como a empresa tratou a questão na sua resposta. Diante de um incidente envolvendo dados pessoais e documentos de identificação de clientes, seria razoável esperar uma comunicação mais transparente, cuidadosa e orientada para a proteção dos titulares afetados, incluindo informação clara sobre as medidas concretas adotadas para mitigar os riscos e uma posição objetiva relativamente à eventual compensação pelos danos imateriais sofridos. Diante do exposto, solicito à DECO: 1. Que analise a atuação da Klass Wagen relativamente ao incidente de segurança e ao tratamento dado à minha reclamação; 2. Que avalie se a resposta apresentada pela empresa é compatível com as obrigações decorrentes do RGPD, nomeadamente no que diz respeito aos direitos dos titulares dos dados; 3. Que avalie o meu direito a uma compensação por danos imateriais ao abrigo do artigo 82.º do RGPD, independentemente da inexistência de prejuízo financeiro direto; 4. Que me informe sobre os mecanismos disponíveis em Portugal para exigir essa compensação à Klass Wagen, individualmente ou, caso exista uma iniciativa coletiva ou ação representativa aplicável, através desse mecanismo; 5. Que a DECO verifique ainda se existem outros consumidores afetados pelo mesmo incidente e se está a ser considerada alguma forma de atuação coletiva ou representativa relativamente à Klass Wagen. Por fim, solicito que a Klass Wagen seja chamada a apresentar uma resposta adequada e fundamentada, não apenas relativamente à origem e extensão do incidente, mas também relativamente à reparação dos danos imateriais causados aos titulares dos dados afetados. Considero que uma violação desta natureza não deve ser tratada exclusivamente como uma questão técnica ou como um incidente sem consequências para o consumidor simplesmente porque não houve, até ao momento, uma perda financeira direta. Os meus dados pessoais foram confiados à Klass Wagen no contexto de uma relação comercial e a empresa tinha a obrigação de assegurar um nível adequado de segurança e proteção desses dados. A ocorrência de acesso não autorizado e extração de informação pessoal representa, por si só, uma situação que merece uma resposta séria, transparente e juridicamente adequada. Anexo à presente reclamação a comunicação original da Klass Wagen relativa ao incidente, bem como a resposta que recebi da empresa na sequência da minha reclamação. Jose V
Alterações consecutivas de voo
Ex.mos Srs. Venho aqui apresentar reclamação contra a companhia aérea TAAG, devido a sucessivas alterações de voo entre Abidjan e Luanda ( ida e volta) sem qualquer justificação e no último caso feita a apenas 8 horas da hora e dia previstos para o voo. Ressalvo que este voo havia já sido alvo de duas alterações por parte da companhia, relativamente ás datas previstas inicialmente. Contactada q linha de apoio, apenas recebo uma mensagem a lamentar o sucedido, e lamentar o facto de ter ficado desagradado com esta situação... Junto anexo os sucessivos planos de voo, bem como a resposta enviada. Anexo também a última informação recebida sobre a alteração do voo, bem como as sucessivas reservas Grato pela vossa atenção José Manuel Costa
Cancelar taxa mensal de 10.99€ de E Dreams Prime e Opodo Prime
Bom dia equipe Deco ProTeste. Venho solicitar a cessação do desconto débito direto do meu cartão feito sem o meu consentimento já pela 3a vez seguida no valor 10.99€ feitos pela Edreams Prime e Opodo Prime. Está por fazer uma viagem a Bélgica em junho consultei a Edreams Prime e Opodo Prime um bilhete com valor bem acessível e sugerindo um congelamento de preço por 24 horas pelo valor de 1€ débito do cartão. Acabei optando pela Ryanair, por fim não obtive o bilhete em ambas e o congelamento expirou.... Logo no mês seguinte....Julho dia 17/07, Agosto dia 17/08 e agora em Setembro (dia 23) está sendo feito um débito sem meu consentimento do valor de 10.99€ conforme pode ser verificado o débito em minha conta bancária. Aparentemente não é nada... mas já são 32.97 da Edreams e da 32.97 da Opodo Prime debitado em 3 meses consecutivos sem minha autorização do que era apenas 1€ para congelar o valor do bilhete se transformou em 10.99€ mensal ???. Um absurdo sem tamanho e de 10.99€ em 10.99€ por cliente que não reclama quanto não faturam se não reclamarmos ???. Solicitado o valor do reembolso na íntegra o mais rápido possível... Haja vista que esse valor debitado indevidamente faz falta pra mim. Peço encarecidamente a ajuda da Deco ProTeste !!!!. Meus cumprimentos, Jorge Lima
Cobrança de Compensação na Viagogo
Exmos senhores, venho por este meio comunicar a minha insatisfação com a plataforma Viagogo. Eu efetuei uma compra de dois bilhetes para a formula 1 o ano passado. Entretanto foram efetuadas duas vendas, sem eu saber que tinha colocado esse anúncio, eu realmente tentei colocar mas aparecia sempre que o anúncio estava pendente porque tinha de colocar os bilhetes á venda. A Viagogo só me apresenta os bilhetes do vendedor no dia do evento, que seria 11/09/2026, nesse mesmo dia qual não é o meu espanto não tinha os bilhetes, ou seja foi efetuado o reembolso. Nunca recebi nenhuma notificação nem e-mail, de nenhuma venda, nunca recebi qualquer dinheiro sobre isso. No dia a seguir recebo uma notificação que iriam ser retirado 365,13€ da minha conta porque a venda não foi concluída, claramente que nunca poderia efetuar uma venda que : 1: Não sabia que estava a ser efetuada; 2: Não tinha os bilhetes; Ou seja, a responsabilidade não pode ser minha, sendo que eu também não tive culpa de não os ter recebido, e tive também despesas por estar em Portugal, que também as perdi. Espero que sejam breves a analisar esta situação, e também que atentem ao anexo que recebi que vocês assumem que os e-mails que foram enviados nunca chegaram até mim. Já fiz uma constestação e até hoje não me disseram nada. Cumprimentos, Diana Freitas dianacortinhas30@gmail.com Pedido: #624811986 Venda n° 633127571
Retenção indevida de depósito após contestação fundamentada de dano não coberto
Reserva n.º 3069887090, Fatura n.º 34458856106, Pedido de suporte n.º 1317367 Reservei uma autocaravana através da Roadsurfer (reserva 3069887090), com Pacote de Proteção Max (franquia de 150 €). Durante o aluguer, ao estacionar no Parcheggio Stadio Druso, em Bolzano, o teto do veículo embateu numa estrutura fixa não sinalizada. A Roadsurfer cobrou-me a totalidade do dano (1.647,96 €), alegando "incumprimento do limite de altura" — apesar de o parque não ter qualquer sinalização de altura, facto que documentei com imagens do Google Street View (múltiplas datas, 2023-2025) e uma listagem independente na plataforma Park4Night, que recomenda o local para autocaravanas até 6,5 m e regista dezenas de estadias sem incidentes. Contestei por escrito a 18/08/2026, com dossier de prova detalhado. Recebi cinco respostas da Roadsurfer entre 18/08 e 14/09/2026, nenhuma das quais respondeu diretamente à pergunta central (existe ou não sinalização de altura no local). Na última resposta recebida (14/09), a Roadsurfer alterou a justificação, deixando de mencionar sinalização e passando a alegar um "dever geral de cuidado" — mudança que, no meu entender, invalida a classificação original ao abrigo da cláusula contratual invocada. Dei um prazo de 5 dias úteis para resposta definitiva (terminado a 22/09/2026). Não recebi qualquer resposta desde então. Já tinha pago um depósito de 800 €, retido pela Roadsurfer. Reconheço dever apenas 199 € (150 € franquia + 49 € taxa de processamento, nos termos do próprio contrato). Peço a devolução de 601 € do depósito retido (800 € − 199 €), e que a Roadsurfer cesse a cobrança do valor remanescente da fatura (847,96 €), claramente indevido.
Indie campers não recomendo!!
Indie campers uma plataforma com uma boa proposta mas uma péssima execução, tive problemas com o check in aonde tive que esperar 2 horas a mais que o horário que tinha contratado, em seguida tive a noticia que os kms “ilimitados” nao são ilimitados, segundo eles estão na “bolinha acima do anuncio”, o seguro que contrata não cobre as zonas principais em que poderia acontecer qualquer acidente e só avisam na hora do contrato, no segundo dia com a caravana ja tive problemas eléctricos aonde a auto caravana não efetuava o travamento da porta e o suposto suporte 24/7 não existe estou a contactar o suporte e eles não nos dão resposta, péssima empresa e não indico a ninguém.
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