Reclamações públicas
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Recusa acionamento
Programei uma viagem com destino a Bangkok, com várias escalas, entre o dia 01 de Junho e 25 de Junho. Por se tratar de uma viagem com várias escalas e com receio de eventuais contratempos decidi efetuar um seguro para a viagem, recomendado pelo Booking, com da empresa X-Cover. Verifique as alinhas das minhas condições de seguro e o mesmo incluía danos da habitação (não especificando o tipo de danos). Acontece que na semana da viagem, dia 28 de maio, detectei uma fuga de água, de grandes dimensões, numa das casas de banho da casa. Como tenho seguro contra danos na habitação, accionei o seguro, mantive a água fechada até novas indicações por parte da segurada. Em simultâneo entrei em contacto com a Booking, ao qual me responderam que teria de efetuar um pedido de cancelamento para a minha reserva e de seguida pedir o accionamento de seguro com a X-cover. Demorei dias a obter uma resposta ao um pedido de cancelamento da viagem junto da Booking, diariamente questionava sobre respostas e foi de facto uma comunicação difícil de estabelecer. Parece que as entidades complicam todo o processo para o cliente defrontar dificuldades e consequentemente, desistir dos seus direitos. Assim que obtive resposta da Booking, dia 04 de Junho, anexei o email e os documentos sobre a participação do sinistro da minha habitação ao processo de accionamento de seguro da viagem, afim de constatar todos os factos. Muito rapidamente, no dia 06 de Junho, o processo foi dado como recusado. Pedi esclarecimentos e responderam que teriam de ser danos profundos, como um incêndio ou inundação. Não há um contacto telefónico ou uma linha directa de apoio ao cliente na X-cover, cheguei à conclusão que a única forma de entrar em contacto era com o email de suporte e esperar a resposta da X-cover. Enviei um email a informar que discordava dos fundamentos apresentados pela X-cover e a clarificar a situação porque muito embora não se tenha verificado uma “inundação” no sentido mais abrangente da palavra, tal deveu-se exclusivamente à minha acção imediata e urgente em fechar o ramal principal da água. A rotura era de tal magnitude que, se não tivesse sido controlada de imediato, a minha habitação teria sofrido uma inundação severa, com danos materiais e estruturais significativos. A necessidade de fechar a água e gerir esta emergência em tempo real tornou a minha presença no local indispensável, o que me impossibilitou de viajar. Anexei todos os documentos de prova, relatórios de pesquisa, orçamentos, participação de seguro habitação e aguardo uma revisão ao meu processo desde dia 06 de Junho. É surreal não obter qualquer feedback da X-cover nem conseguir entrar em contacto com a empresa. Dia 12/07 voltei a verificar o estado do acionamento e estava como recusado, sem darem qualquer explicação ou enviarem um email em repostas às minhas comunicações.
Incapacidade de resposta ao consumidor
Exmos. Senhores, Comprei e paguei online no site da empresa uma Cama Dobrável Ortopédica Supreme Katlanır no dia 26 de junho, fazendo fé na informação disponibilizada de que a entrega seria no prazo de 5 a 20 dias úteis. Após o pagamento recebo um email de confirmação do pagamento e outro de confirmação da encomenda com entrega prevista de 20-30 dias úteis. Este novo prazo revelava-se impossível de se adequar à minha agenda pessoal. No mesmo dia, pedi explicações à empresa sobre o novo prazo e referi não aceitar a alteração por motivos pessoais. Fi-lo através dos únicos contactos disponibilizados pela empresa, 1 endereço de email e 1 chat no site da empresa, ambos os contactos já tinham evidenciado incapacidade de resposta a solicitações minhas de informação. Depois de um silência de 4 dias, no dia 1 de julho, recebi uma resposta por email assinada pelo Sr. Nuno Matos que, aparentemente dá por cancelada a encomenda e pede-me o IBAM e titular da conta para reembolso. Estupefacta e para evitar mais equívocos, no dia 1 de julho, voltei ao email para solicitar clarificação sobre a hipotético cancelamento da encomenda. a Empresa volta ao silêncio. Dia 7 de julho, perco a paciência e envio novo email a aderir à proposta da empresa de reembolso do valor pago, envio o meu IBAN e o titular da minha conta bancária, solicitando transferência imediata do montante pago no valor de 475,00 EUR. De novo silêncio e até hoje às 17:45m o reembolso não foi feito. Anexo documentos comprovativos. Aguardo boa resolução. Maria Celeste G R. Quintino PS: Esta mesma reclamação está publicada no Portal da Queixa e será enviada para o Livro de Reclamações.
Problemas na garantia
Exmos. Senhores, Em 21-01-2024 adquiri um iphone 12 recondicionado por 479,99. A referência do processo é WO-32727922. Sucede que ele tem apresentado repetidamente problemas na bateria, os quais comuniquei de imediato para proceder à ativação da garantia. Acontece que, na última vez que o entreguei para ser reparado na garantia, para além de ter que comprar um novo, uma vez que não podia ficar sem aparelho, ele foi-me entregue com um defeito na tela (apresentava uma mancha preta no canto superior esquerdo), a qual não havia sido causada por mim pois, no momento que o entreguei, ele não tinha qualquer defeito desse género. Novamente enviei para que fosse efetuada a reparação. Reteram o aparelho por cerca de 3 semanas e contactaram-me a avisar que já estava reparado. Quando vou levantar o artigo, não tinha ocorrido nenhuma reparação pois afirmavam que o FMI (find my iphone) estava ainda ativo. É importante destacar que eu confirmei com o atendente antes de enviar, fui a uma loja istore fazer a mesma confirmação e garantiram-me que estava desligado. Para além disso, ainda me informam que a garantia não cobria o dano, causado por eles, e que me enviariam o orçamento. Exijo que se realize a reparação do artigo, sem quaisquer custos da minha parte. Caso contrário acionarei os meios legais de resolução.
Migração de dados
Exmos Srs, sou há longos anos cliente da Cabovisão/Nowo. O serviço móvel passou agora para a DIGI. Tenho 3 cartões que estão numa área em que a mesma não tem cobertura. Ninguém informou sobre o facto de não haver cobertura. A DIGI diz que se não estou satisfeita então tenho que adquirir outros cartões à minha conta. A minha mãe que tem quase 80 anos está desde a migração sem qualquer forma de contacto. Já verifiquei e há dezenas de queixas sobre o assunto. Isto é fraude. Gostaria de saber o que posso fazer neste caso. Tenho contrato até março de 2026, que não está a ser respeitado por eles. Cumprimentos. Odília Soeiro
Sinistro n° 0026420733
Exmos. Senhores No passado dia 17 de junho ia trabalhar para o hospital de Vila Real onde ia fazer o turno da da Tarde , ao me dirigir para o carro escorreguei nas escadas exteriores e parti o tornozelo, foi acionado o unem daí fui para o hospital de Vila Real onde fiz rx e a equipa de ortopedia me diz que tinha que ser operada e ser internada, como relatei que estava a sair de casa para o trabalho (hospital de Vila Real ) escrevem em diário clínico que é acidente de trabalho e que fico aos cuidados da seguradora , no dia seguinte liguei para os acidentes de trabalho do hospital de Vila Real para iniciar a participação do sinistro , sabendo já qual era a seguradora contactei a seguradora que me disse para ir para o hospital da Luz Vila Real , quando cheguei fui ao balcão dos sinistros e dei o número do sinistro e logo fui atendida fiz análises rx tac e depois fui encaminhada para o ortopedista que me disse que ia ficar internada e que só ia poder operada na segunda feira 23 junho até porque estavam a aguardar a confirmação da seguradora para avançar , fui operada dia 23 de junho e só tive alta no dia 25 de junho , tenho realizado curativos de enfermagem e consultas de ortopedia. No dia de ontem 10 de julho recebo uma mensagem da seguradora a dizer que ia cancelar os tratamentos todos porque foi recusado o sinistro na qual a sua justificação é a seguinte : Caro/a senhor/a, Recebemos a participação do acidente de trabalho que Ana Cristina Borges Nogueira teve a 17-06-2025 e concluímos que não nos podemos responsabilizar por esta situação. Este acidente não aconteceu na ida ou regresso ao local de trabalho Depois de analisarmos este acidente, verificamos que não se insere nas situações indicadas na alínea a) n° 1 e no n°. 2 do artigo 9.° da Lei 98/09 de 4 de setembro uma vez que, O acidente ocorreu ainda no interior da propriedade, concretamente antes de a Sinistrada transpor os limites da mesma, não tendo, por conseguinte, iniciado efetivamente o trajeto entre a residência e o local de trabalho . Por esta razão, não podemos pagar qualquer despesa ou indemnização relacionada com este acidente. Iremos contactá-lo em breve para pedir o reembolso das despesas que já pagámos. Já tive a ver acórdãos que dizem que mostram o contrário daquilo que eles estão a dizer. Gostaria de saber se eles estão certos ou não para poder fazer uma possível queixa ou recorrer . Encontro me de baixa até à data de ontem pelo seguro mas a partir de hoje já estou pela segurança social e gostaria de saber quem é que me vai pagar o vencimento até ao dia de ontem se é o hospital de Vila Real onde trabalho ou se é o seguro
Produto danificado
Comprei um sofá cama e um móvel de tv na loja de Braga. Os produtos foram entregues e montados na terça feira dia 08 de julho. O móvel de tv está danificado em várias partes, adesivos nas laterais e os parafusos do lado de fora. Liguei e enviei email mas até agora não obtive resposta. Preciso que troquem esse móvel até porque se quisesse um móvel cheio de defeito não teria comprado em uma loja. A experiência com pós venda está sendo péssima!!! Espero que resolvam meu problema.
Reclamação Formal – Falhas no Atendimento, Comunicação Clínica e Tratamento Discriminatório
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal sobre o atendimento e acompanhamento prestado ao meu avô, Sr. António das Neves Duarte, ao longo de várias idas às urgências e subsequente internamento no Hospital de Santo André – Centro Hospitalar de Leiria, entre os meses de maio e julho de 2025. Durante aproximadamente 15 dias consecutivos, o meu avô foi enviado repetidamente para casa após passagens pelas urgências, sempre com diagnósticos diferentes e prescrição de antibióticos distintos, sendo que retornava à unidade hospitalar no dia seguinte, ou no próprio dia, devido à persistência e agravamento dos sintomas. Desde as primeiras triagens, foi reportado (por mim e pela família) que o Sr. António apresentava soluços constantes provocados pela própria expetoração, o que indicava uma possível obstrução respiratória ou infeção. Apesar disso, não foram realizados os devidos exames complementares de diagnóstico nem observações aprofundadas, tendo sido sistematicamente desvalorizadas as nossas preocupações. Durante este processo, senti-me repetidamente desrespeitada e discriminada pelo meu aspeto físico (tatuagens visíveis), sendo tratada com indiferença, ignorada nas minhas tentativas de comunicar com a equipa médica e impedida, em todas as ocasiões, de acompanhar o meu avô — apesar de ele se encontrar em estado avançado de Alzheimer, sem capacidade de fala, compreensão ou expressão de necessidades básicas. Acresce que, em determinado momento, foi-me insinuado que as idas recorrentes ao hospital aconteciam porque eu “me queria livrar do meu avô”. Essa afirmação é completamente falsa, ofensiva e inaceitável, revelando um juízo precipitado, injusto e profundamente doloroso para quem apenas procurava garantir cuidados dignos e adequados a um familiar em situação de vulnerabilidade extrema. Após estas idas e vindas, o meu avô acabou por ser internado no serviço de Pneumologia com um diagnóstico de infeção pulmonar grave, sendo posteriormente transferido para Medicina Interna, onde me foi dito que “nas urgências foi feita uma asneira” ao tê-lo mandado para casa em diversas ocasiões, e que o seu estado era crítico, podendo falecer dentro de poucos dias ou sobreviver com limitações severas — dependente de um “milagre”, nas palavras utilizadas. Após a sua alta da Medicina Interna, fui informada de que a médica responsável tinha removido toda a medicação que o meu avô tomava habitualmente, incluindo aquela relativa ao tratamento da demência. Ao questionar os profissionais de enfermagem sobre essa decisão, foi-me dito que, segundo indicação médica, o meu avô “não possuía qualquer demência” e, por isso, não necessitava de medicação. Tal afirmação é absolutamente falsa e contrariada por relatórios médicos emitidos pelo neurologista que o acompanhou, os quais confirmam, de forma inequívoca, o diagnóstico de doença de Alzheimer em estado avançado. Durante todo o internamento, sempre que tentei contactar diretamente a médica responsável, fui informada que ela não se encontrava presente, ou as minhas chamadas eram desligadas sem qualquer justificação. Houve um dia — cuja data não consigo precisar — em que liguei seis vezes para o hospital para tentar falar com a médica, tendo as chamadas sido sempre interrompidas. Cerca de 20 minutos depois, o hospital contactou-me a informar que o meu avô ia ser transferido para Alcobaça. Quando questionei para onde e por que motivo, a senhora que me atendeu mostrou-se surpreendida por eu não saber, afirmando que “o hospital já me deveria ter contactado durante a manhã”. Segundo a mesma profissional, a razão da transferência seria “por estar mais perto da família” — argumento que me foi comunicado apenas no momento da decisão, sem que eu tivesse sido previamente consultada ou sequer informada com a devida antecedência. Após a transferência, desloquei-me pessoalmente à unidade hospitalar de Alcobaça, onde constatei que a medicação do meu avô, deixada por mim em Leiria, não tinha sido enviada com ele. Quando contactei o Hospital de Leiria, foi-me dito que teria de resolver o assunto diretamente com Alcobaça, mesmo sabendo que os pertences e a medicação tinham ficado no Hospital de Leiria. Esta falta de comunicação, articulação e cuidado é absolutamente inaceitável. Toda esta sequência de falhas demonstra uma grave desorganização institucional, uma falta de empatia com o doente e a família, e uma profunda desvalorização da dignidade de uma pessoa idosa, não autónoma e sem capacidade de se exprimir verbalmente. Perante tudo o exposto, venho: Solicitar uma avaliação interna às falhas assistenciais e comunicacionais ocorridas durante as urgências, o internamento e a transferência; Reforçar a necessidade de formação das equipas na abordagem a doentes com demência avançada e no respeito pela comunicação com os familiares; Solicitar a análise da conduta discriminatória, desumana e negligente de que fui alvo, enquanto cuidadora, e que prejudicou gravemente o bem-estar do meu avô. Apresento esta reclamação com o objetivo de defender a dignidade do meu avô, proteger outros utentes que possam enfrentar situações semelhantes e contribuir para uma melhoria real na qualidade dos cuidados prestados por esta instituição pública de saúde. Aguardo resposta formal a esta exposição, dentro do prazo legal. Com os melhores cumprimentos
Informação de retirada sem ter ido buscar a encomenda
Por mais de uma vez assim que o produto comprado no wallapop chega no ponto de recolha no caso dpd, recebo a informação por e-mail que me foi entregue dia 07/07/2025 sendo que a companhia de entregas informou a entrega no ponto de recolha somente no dia 08/07/2025, sendo que não tinha buscado o item. Para o meu azar fui buscar o produto no dia 10/07/2025 e o produto veio danificado, porque o vendedor não informou a avaria no anúncio, e não consigo reclamar porque passou 48hs da informação de entrega ao cliente que no caso sou eu.
Tentativa de cobranca de divida prescrita por parte da Intrum
Exmos. Senhores Venho por este meio apresentar reclamacao contra a empresa Intrum Portugal, Unipessoal, Lda., por tentativa de cobranca indevida de uma alegada divida à MEO - Servicos de Comunicacoes e Multimedia S.A., referente a faturas de 2016 e 2017. De acordo com o artigo 10.º da Lei n.º 23/96, de 26 de julho, as dividas de servicos de telecomunicacoes prescrevem ao fim de seis meses. Informei a entidade credora por escrito sobre a prescricao da divida e solicitei a cessacao de contactos. Apesar disso, continuam a insistir, o que considero uma violacao dos meus direitos enquanto consumidora, configurando pressao e tentativa de cobranca ilegal. Agradeco a vossa intervencao e apoio na protecao dos meus direitos. Com os melhores cumprimentos Alexandra Sofia Domingos Carvalho
Cobram depois ficam com o dinheiro
Há mais de 15 dias recebi uma cobrança da intrum de uma divida da Klarna em que me ligavam constantemente e ameaçavam constantemente por mensagem, paguei através da referência deles da mensagem (cometi a estupidez de não pagar diretamente a klarna) e desde então após ligar pra intrum dizem que “tenho que esperar” eles liberarem o dinheiro a Klarna e a Klarna diz que é a intrum que os tem que avisar que os paguei, sendo que tenho os comprovativos que realizei o pagamento. Em 2025 como é que uma empresa na hora de cobrar faz 5 ligações ai dia mas na hora de registrar um pagamento leva mais de 3 semanas???
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