Reclamações recentes

J. M.
11/02/2026

Anular seguro de responsabilidade civil

Exmos. Senhores, Pretendo anular o seguro de responsabilidade civil que tenho com a Tranquilidade, dado que atualmente a Ordem dos Enfermeiros assegura este mesmo seguro, tendo inclusive aumentado as cotas mensais. Efetuei o pedido por mail a 19/01, bem como o reembolso do valor pago em Novembro de 2025, dos meses correspondentes até à data do novo pagamento, ou seja de Fevereiro a Novembro. A resposta só chegou dia 03/02 e negaram o pedido. Ao que lhes respondi nesse mesmo dia, depois de um desabafo inicial, da seguinte forma: "sequência da vossa comunicação, com a negação do meu pedido: - O pedido apresentado não configura uma mera denúncia do contrato, nos termos do artigo 92.º do Decreto-Lei n.º 72/2008, mas sim uma resolução por justa causa, ao abrigo do artigo 93.º do mesmo diploma legal. Assim, ocorreu uma alteração superveniente das circunstâncias, não imputável à tomadora do seguro, uma vez que a responsabilidade civil profissional passou a estar integralmente coberta pela Ordem dos Enfermeiros, no âmbito do exercício da atividade profissional, tornando o seguro individual contratado redundante e desprovido de utilidade prática e jurídica. - Nestes termos, e ao abrigo do disposto no artigo 93.º do Decreto-Lei n.º 72/2008, a resolução do contrato não se encontra sujeita ao prazo de pré-aviso previsto para a denúncia, devendo produzir efeitos a partir da data da comunicação da resolução. Solicita-se, assim, a reapreciação da vossa posição e a confirmação da cessação da apólice em causa, sem lugar a cobrança de prémios futuros." Até à data sem qualquer tipo de resposta, nem mesmo que receberam o mail ou que vão ponderar. A situação é no mínimo abusiva e reveladora de desconsideração pelo segurado. Cumprimentos. Joana Mestrinho

Em curso
F. G.
02/02/2026

falhas graves no processo de peritagem

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao processo do sinistro por mim participado em dezembro de 2025, o qual até à presente data não teve um acompanhamento adequado nem uma resolução satisfatória. Após a participação do sinistro, foi indicada a realização de uma peritagem online através da aplicação, a qual não foi possível concretizar, uma vez que a pessoa responsável pela peritagem nunca me contactou, apesar de tal contacto estar da responsabilidade da seguradora. Perante a ausência de contacto, fui obrigado a realizar uma peritagem presencial em Vila Real, no dia 31/12/2025, apesar de não residir nessa localidade, o que me causou constrangimentos adicionais. Desde então, nunca recebi qualquer comunicação oficial por parte da Tranquilidade relativamente ao resultado da peritagem. Apenas fui contactado pelo mecânico, que me informou que o relatório da peritagem considerou apenas um dano, quando o veículo apresentava dois danos distintos, claramente identificáveis. Durante o mês de janeiro, enviei vários emails a solicitar esclarecimentos, sendo os últimos enviados no dia 20 de janeiro ao gestor do processo, Sr. Nuno Braga. Em resposta, recebi apenas uma mensagem automática, indicando que seria contactado brevemente, o que não aconteceu até à data. No dia 29 de Janeiro enviei mais um email, como sempre recebei uma mensagem automática - registrado com o n.º14550730. Contactei igualmente o Serviço de Apoio ao Cliente, que me informou que seria deixada uma nota ao gestor para que entrasse em contacto comigo (passaram 10 dias). Até ao momento, continuo sem qualquer contacto. Mais recentemente, através do chat do vosso serviço de apoio ao cliente, tive finalmente acesso ao relatório da peritagem, confirmando que o mesmo considera apenas um dano, o que evidencia uma avaliação incompleta e tecnicamente deficiente do estado real do veículo. Considero, assim, que o nível de profissionalismo, acompanhamento e qualidade do serviço prestado neste processo é manifestamente insatisfatório, não estando à altura dos padrões expectáveis de uma seguradora da dimensão da Tranquilidade. Acresce ainda que sou titular de mais dois seguros de vida junto da Tranquilidade, bem como de outros contratos de seguro em Itália, junto da Generali, estando neste momento a ponderar seriamente o cancelamento de todos os seguros que mantenho, em função da forma como este processo está a ser conduzido. Mais informo que, caso esta situação não seja resolvida com a urgência e seriedade devidas, não excluo a apresentação de uma reclamação formal junto das entidades competentes, incluindo DECO (em Portugal) e a IVASS (Istituto per la Vigilanza sulle Assicurazioni) em Itália. Face ao exposto, exijo ser contactado com a maior brevidade possível por um responsável competente, para esclarecimento da situação, revisão do relatório de peritagem e indicação clara dos próximos passos para a resolução definitiva deste processo. Aguardo uma resposta célere e adequada. Com os melhores cumprimentos, Fabrizio Graglia

Encerrada
F. G.
12/01/2026

Reembolso incompleto

Contratei seguro multirriscos com "assistência a animais domésticos". Gastei 481€ em despesas veterinárias com gata de nome Nina. Enviei 10 faturas totalizando 481€ e solicitei pedido de reembolso em 08/09/2025. Reembolsaram 94€ em 19/11/2025. Solicitei reembolso dos restantes 387€ em 26/11/2025. Alegaram terem detetado apenas duas faturas totalizando 94€ e solicitaram as restantes em 31/12/2025. Enviei-as novamente em 31/12/2025. Nunca responderam nem reembolsaram os restantes 387€.

Resolvida
F. G.
12/01/2026

Falta de reembolso

Contratei seguro multirriscos com "assistência a animais domésticos". Gastei 1100,84€ em despesas veterinárias com gatinha de nome Kitten/Netty. Submeti pedido de reembolso em 18/11/2025. Insisti em 16/12/2025. Nunca recebi reembolso nem resposta.

Resolvida
G. F.
02/01/2026

Alteração indevida ato médico prescrito Laser YAG com recusa reiterada por Cristina Cunha Fernandes

Apresento reclamação contra a Generali Tranquilidade / AdvanceCare por alteração indevida de ato médico prescrito, com impacto direto na recusa de reembolso. O ato médico prescrito e realizado foi Laser YAG, conforme prescrição médica e declaração formal do médico assistente. O tratamento foi realizado e pago no valor de 250 €, conforme fatura(s)/recibo(s). Sem qualquer contacto prévio comigo e sem solicitação de segunda opinião médica, o ato foi unilateralmente reclassificado para “Capsulotomia YAG”, com redução do valor para 239 €, abaixo do valor da franquia contratual (250 €), com o efeito direto de excluir o reembolso. Considero esta prática abusiva e contrária aos princípios da boa-fé contratual, solicitando a reposição da designação correta do ato médico (Laser YAG), a confirmação da respetiva aprovação e a regularização do reembolso devido.

Encerrada

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