Reclamações públicas

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J. F.
24/09/2026

Processo encerrado sem aceitação da indemnização e com valores por regularizar

Processo 0030459755 Generali tranquilidade Apresento reclamação relativamente à gestão do meu processo de sinistro, que foi entretanto dado como ENCERRADO pela Companhia, sem que tenha existido da minha parte qualquer aceitação expressa do valor da indemnização apresentado. Foi efetuado um pagamento de apenas 2.329,33 €, sem que me tenha sido previamente apresentada uma proposta final para análise e aceitação e sem que tivesse sido incluído o valor de 184,50 € que suportei diretamente com a pesquisa/peritagem técnica solicitada pela própria Companhia. Para cumprir essa exigência, contratei a empresa HAKA, tendo suportado o custo de 184,50 €. A respetiva fatura, recibo/comprovativo de pagamento, relatório técnico, fotografias e orçamento foram enviados à Companhia aquando da entrega da documentação solicitada. Trata-se, portanto, de uma despesa previamente comunicada, comprovada e do conhecimento da Companhia, que não foi considerada no pagamento efetuado. Permanece igualmente por resolver a situação da fração inferior, que sofreu danos decorrentes da mesma ocorrência. Os danos encontram-se devidamente descritos e fotografados no relatório técnico apresentado, e o orçamento (1858,64€) da HAKA discrimina os trabalhos necessários nas duas frações. A proprietária da fração inferior é uma senhora de idade avançada, vive sozinha, não dispõe de familiares próximos que a possam auxiliar e não possui a caderneta predial solicitada. Esta circunstância não deve impedir indefinidamente a resolução dos danos, quando estes se encontram tecnicamente documentados. Solicito a reabertura do processo, a regularização dos 184,50 € já suportados e comprovados, e a apreciação dos restantes danos, incluindo os da fração inferior. Solicito ainda que seja considerada a possibilidade de o valor correspondente à fração inferior me ser pago diretamente, permitindo-me avançar com a totalidade dos trabalhos orçamentados pela HAKA. Não aceito que o processo seja considerado encerrado sem a minha aceitação expressa da indemnização e sem a regularização integral dos valores e danos devidamente documentados. Solicito uma resposta concreta e urgente.

Em curso
E. R.
16/09/2026

Recusa em me resgatarem a apólice

Exmos. Senhores, Possuo várias apólices da Generali Tranquilidade. Devido a pagamentos que tenho de efetuar, preciso de resgatar com a máxima urgência a apólice 5600013XXX do seguro de capitalização Generali + Poupança. Em 13/8/2026 enviaram por email a minuta de resgate em anexo para preenchimento. Em 13/8/2026 enviei por email os documentos para resgate da referida apólice. Em 14/8/2026 responderam “Não recebemos os anexos” Em 14/8/2026 tornei a enviar por email os anexos. Em 2/9/2026 protestei por não ter recebido o resgate da apólice. Em 3/9/2026 escreveram “Na sequência do seu email, informamos que no seu pedido, recebido por esta via, em 14.08.2026, às 09h34m não constava, qualquer anexo, o qual, solicitamos por aqui, na mesma data, às 11h38m. Assim solicitamos o reenvio da documentação, de modo a podermos prosseguir, com a maior brevidade possível, relativamente ao pedido em assunto.” Em 3/9/2026 respondi que enviei a documentação às 13h35 tal como solicitaram. Em 3/9/2026 responderam “Na sequência do seu email, solicitamos comprovativo do envio da documentação, por esta via, às 13h35m, de forma a podermos identificar a situação.” Em 3/9/2026 enviei Print Screen comprovativo do email e dos documentos que anexei às 13h35. Este Print Screen provava de forma convincente o envio. Em 9/9/2026 escreveram: “Na sequência deste pedido, informamos que o seu email não foi recebido, devido a um erro informático, pelo que solicitamos o reenvio da documentação.” Em 9/9/2026 enviei a minuta digitalizada. Em 10/9/2026 escreveram: “Na sequência do seu pedido, solicitamos nova digitalização completa, isto é, desde o topo até ao rodapé, das 4 páginas da minuta, uma vez que as mesmas, agora anexadas, encontram-se parcialmente cortadas.” Em 11/9/2026 enviei nova digitalização completa. Em 11/9/2026 responderam: “Na sequência do seu pedido, solicitamos o preenchimento de data atual, na minuta agora recebida, de modo a podermos dar seguimento, ao resgate em assunto, com a maior brevidade possível.” Em 11/9/2026 enviei a minuta preenchida com a data atual. Em 14/9/2026 respondera: “Na sequência do seu email, junto enviamos o impresso em vigor, o qual, deve preencher, datar, assinar e devolver, dado que a minuta anexada, está descontinuada (fevereiro 2022).” Em 13/8/2026 enviaram o impresso para preencher e em 14/9/2026 exigem que preencha outro impresso (uma vez que o que me tinham enviado não é válido desde fevereiro 2022)! Solicito que antes de mais nada me resgatem imediatamente a apólice pois preciso já do dinheiro. É totalmente ilegal o que está a suceder. Não sei se me vão apresentar um grande pedido de desculpas. Tenho várias apólices vossas. Depois de me transferirem o dinheiro que me pertence e para não perderem um cliente, gostaria que me indemnizassem por todos os prejuízos e incómodos que estou a ter. Cumprimentos.

Resolvida
M. C.
12/09/2026

Atraso inaceitável decisão de sinistro

Venho apresentar reclamação contra a Tranquilidade Seguradora pela demora absolutamente injustificável na regularização de um sinistro de habitação, participado em 05/06/2026, ocorrência nº 0026966000 relativo a uma infiltração no teto da minha casa de banho. Após muita insistência da minha parte, a peritagem foi realizada apenas em 04/08/2026. O respetivo relatório foi entregue à seguradora em 18/08/2026 e, até hoje, 12/09/2026, o processo continua simplesmente “a aguardar decisão da gestora”. Decorreram já mais de três meses desde a participação do sinistro e 25 dias desde que a seguradora dispõe do relatório pericial, sem qualquer decisão ou indicação de um prazo concreto. É inadmissível que um processo permaneça parado por falta de decisão interna enquanto continuo a enfrentar uma infiltração na minha habitação. A organização interna da seguradora não pode justificar sucessivos atrasos nem ser suportada pelo segurado. Exijo, por isso, uma decisão imediata e fundamentada sobre o sinistro, bem como uma explicação concreta para a ausência de qualquer evolução do processo desde 18/08/2026.

Em curso
C. A.
07/09/2026

Tempo de espera de assistência

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Generali Seguros, S.A. (Tranquilidade) por falha gravíssima, negligência médica/logística e total omissão de auxílio na prestação do serviço de Assistência em Viagem. No dia 06/09/2026, o meu veículo com a matrícula 25nh82 imobilizou-se por avaria na região de Grândola. O primeiro contacto com a vossa linha de assistência ocorreu às 23h54, tendo-nos sido garantido que o táxi demoraria no máximo 1h30. Viajava com duas crianças menores, de 6 e 10 anos, facto que foi comunicado à linha de assistência. A vossa triagem de risco falhou por completo ao ignorar a presença de menores de madrugada na via pública. O tempo de espera real foi abusivo e desumano: o táxi chegou apenas às 03h00 da manhã (mais de 3 horas depois do primeiro contacto). Apurámos junto do motorista que a vossa central só lhe ligou para acionar o serviço às 02h55, tendo o operador mentido deliberadamente durante a noite sobre o estado do envio do transporte. Esta espera forçada de 3 horas na rua infligiu um sofrimento psicológico severo nas crianças. A minha filha de 6 anos e o menor de 10 anos manifestou elevados sintomas de stress. Para agravar a situação, o nosso destino final era a nossa residência em Torres Vedras (a 165 km de distância), o que fez com que as crianças apenas entrassem em casa já de madrugada, num estado de total exaustão física e psicológica. Face à gravidade da quebra do compromisso contratual, à negligência no envio do socorro e aos severos danos morais e psicológicos causados diretamente aos meus filhos menores, exijo uma assunção de responsabilidade civil por parte da Generali Tranquilidade e a respetiva compensação/indemnização devida por esta situação intolerável. Envio em anexo as fotos para perceberem o que passamos nestas horas de espera. Um seguro de 800euros. Espero mesmo que resolvam a situação..

Encerrada
C. A.
19/08/2026

Cancelamento de seguro

Bom dia, venho por este meio proceder a reclamar da companhia tranquilidade seguros. Tenho um seguro da minha viatura que se renova cada setembro. Em setembro de 2025, antes de renovar, liguei para saber se caso cancelasse o seguro antes de setembro de 2026 tinha direito a devoluçao do valor do seguro que nao foi usufruido, disseram que sim. Isto porque eu ja sabia que iria viver para a Espanha e trocaria de matricula. Troquei de matricula e estou ha dois meses a tentar cancelar o seguro portugues, o meu carro ja tem matricula espanhola e seguro espanhol. Disseram que era preciso fazer o cancelamento da matricula no IMT. Desloquei-me a Portugal e fiz o cancelamento no IMT no dia 03/08/2026. Nesse mesmo dia enviei o documento por email, pediram-me o DUA correspondente em Espanha. Mandei no dia 04/08/2026. No dia 06/08/2026 responderam e disseram que ia processar a informaçao e que o prazo maximo de resposta eram 3 dias uteis. Responderam no dia 19/08/2026 a dizer que nao era suficiente. Neste momento ja penso que estao a gozar com a minha cara e que nao querem proceder ao cancelamento para nao devolver o dinhero. O carro tem matricula espanhola e seguro desde 27/07/2026.

Encerrada
J. C.
16/08/2026

Deliberação sobre sinistro

Exmos. Senhores, Participei um sinistro no âmbito de um seguro de habitação em casa secundária localizada no Concelho de Santarém, contratado com a Companhia de Seguros Generali Tranquilidade, por danos causados pelas tempestades em Fevereiro passado. Fiz a participação no dia 25/02/2026. Enviei, a pedido da seguradora, fotografias e orçamentos em tempo útil. A seguradora manteve-se em silêncio absoluto até ao dia 22 de maio, data em que marcou uma peritagem que teve lugar no dia 25 de maio. Enviei, a pedido do perito, os documentos solicitados (orçamentos, factura de uma reparação que já tinha feito a minhas expensas e IBAN) entretanto, passadas várias semanas recebo um SMS para uma marcação de uma peritagem, a qual nunca veio a acontecer, por motivos óbvios (já tinha sido efectuada). Estes factos, só por si, revelam a má gestão do sinistro. Os danos referiam-se a cobertura de piscina que ficou destruída, abatimento do pavimento de um alpendre e danos em parede provocadas pela humidade. Decisão da seguradora. cobertura da piscina paga. Os restantes danos consideram não ter relação directa com a tempestade. O abatimento do pavimento resulta de má compactação do terreno subjacente e, portanto defeito de construção (este pavimento está construído desde 1998 e nunca abateu). Quanto aos danos na parede interior (que está virada para sul) o fenómeno que provocou danos na pintura (a parede ficou como que descascada) resultou de infiltração por capilaridade por os terrenos subjacentes estarem saturados por água resultante da tempestade e por mau isolamento quando da construção em 1998. Esta parede tinha sido pintada, como o resto da habitação em 2023, sem que até à tempestade tenham ocorrido problemas na pintura. Contestei a decisão por email e a seguradora persistiu no mesmo parecer. Considero que esta decisão é tomada de má fé. A Generali parece ter tomado esta decisão com base num modelo de IA (sem alma), não reconhecendo a excepcionalidade da situação ocorrida. Quando contratei o seguro, não me foi questionado o ano de construção, nem vieram fazer nenhuma peritagem (foram só facilidades). A decisão também não me surpreendeu de todo já que ela reflecte a opinião que o perito tinha manifestado quando se deslocou ao local. Portanto parece-me que a decisão esteja enviesada. Obviamente que com uma tão má gestão de sinistros considero que houve uma quebra de confiança na empresa e mudei o seguro para outra seguradora. Ao longo destes longos meses a comunicação da Genarali resumiu-se à participação num passatempo relacionado com o campeonato do mundo, o que obviamente não me interessava, de todo. Cumprimentos.

Em curso
A. B.
11/07/2026

Viatura trocada no ato de entrega

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço de assistência em viagem prestado na sequência da avaria da minha viatura. No dia (30-06-2026), a minha viatura, matrícula 00-20-NS foi rebocada em Vila Real pela empresa Pronto Socorro Europa para uma base deles, só depois de uns dias é que o meu mecânico me informou da entrega de uma viatura com a mesma marca e mesma cor em Águas Santas, Maia, através da assistência em viagem acionada pela Fidelidade. No dia 06-07-26 desloquei-me à oficina para verificar a viatura e reparei de que a mesma não se encontrava no local. Verifiquei inclusivamente a existência de uma viatura idêntica à minha, mas com matrícula diferente, situação que indicia um erro grave na identificação, transporte ou entrega da viatura. Causando-me sérios transtornos, prejuízos e privação da utilização do meu veículo. Além disso, tive que faltar a um dia de trabalho, dia 05 de Julho a sair do Porto para Faro para iniciar trabalho no dia 06, dia qual tive que andar preocupado a sair da viatura. Suportei despesas de deslocação para me dirigir à oficina sem conseguir levantar a viatura, despesas essas que não teria suportado se o serviço tivesse sido prestado corretamente. Assim, venho exigir: - Uma explicação escrita sobre os factos ocorridos e sobre a responsabilidade pelo sucedido; - O reembolso integral das despesas de deslocação já suportadas e das que venham a ser necessárias até à resolução do processo - A indemnização por todos os prejuízos decorrentes da privação do uso da viatura e por quaisquer outros danos que se venham a apurar em consequência deste incidente. Reservo expressamente o direito de reclamar judicialmente todos os danos patrimoniais e não patrimoniais que resultem desta situação, caso a mesma não seja resolvida de forma célere e satisfatória. Solicito uma resposta escrita com carácter de urgência. Com os melhores cumprimentos, André Lourenço Borges Rua de baixo n 3 Midoes

Encerrada
I. A.
10/07/2026

PÉSSIMOS!

A pior seguradora que já vi. Não cumprem com suas obrigações, tenho seguro vitalício por conta de um acidente de trabalho e eles estão me prejudicando não pagando o que deve ser pago. Se recusam e nem se quer explicam o por que, sendo que não há motivos a recusarem. Não contratem esse serviço, é terrível e não cumprem com o que devem e tentam nos enrolar o tempo todo. O pior é tentar entrar em contato com eles sem nenhum sucesso, maior descaso com as pessoas. Contratem qualquer outra seguradora, menos essa. Na imagem a cima foi a resposta da seguradora, sendo que o hospital está a mais de meses entrando em contato com eles com TUDO ESCLARECIDO, com todo o relatório e mesmo assim não agem. Isso é um descaso.

Encerrada
T. L.
08/07/2026

Carro de aluguer

No dia 03/07 meu veículo teve um problema mecânico sendo necessário arranjo!, no momento do pedido de veículo de substituição foi negado pela tranquilidade seguros, sendo direito de cláusula do contrato de um automóvel de substituição de no máximo 5 dias, me sendo oferecido a oferta de máximo 1 dia, mesmo com relatório da oficina de que tinha demora no arranjo automóvel, tenho dois jovens com necessidades especiais, já estou 5 dias sem o veículo, tedo de recorrer a veículo de terceiros para me dirigir as terapias, fora que tenho um pedido de revisão de danos próprios a 2 meses, através da app sem resposta do gestor, nos tratam como moedas que circula no mercado, mas na hora de receber o pagamento do seguro são sempre adiantados a data, já tive contrato de seguros mais baratos com outra empresa a tranquilidade seguro tem sido uma grande decepção, não recomendo esta empresa a pessoas que tem necessidade do veículo para locomoção como minha família tem.

Encerrada
A. G.
07/07/2026

Reclamação Formal – Recusa de Veículo de Substituição por Imobilização (Apólice n.º 0010944223)

Eu, Ana Gomes, na qualidade de condutora do veiculo cuja apólice n.º 0010944223 aplicável ao veículo Opel Vectra com a matrícula 00-BS-92, venho por este meio apresentar uma Reclamação Formal contra a recusa de atribuição de um veículo de substituição, cobertura contratada nas minhas Condições Particulares (Opção Multi assistência base). A recusa baseia-se no argumento de que os problemas mecânicos seriam preexistentes ou estariam em período de carência. Contudo, a atual imobilização do veículo prende-se com um facto jurídico e administrativo indiscutível: o veículo foi submetido à Inspeção Periódica Obrigatória (IPO) e reprovou (chumbo/recall), ficando legalmente impedido de circular na via pública. Quero esclarecer os seguintes factos com total transparência: Utilização Temporária do Veículo: Sendo o proprietário e tomador do seguro, o meu irmão que temporariamente emprestou este carro pois resido no interior do país, e necessitava urgentemente de transporte para o dia a dia da minha família. Inexistência de Período de Carência: As Condições Particulares emitidas a 29 de abril de 2026, com efeitos a partir de 30 de abril de 2026, não preveem qualquer período de carência para a ativação da Assistência em Viagem ou do veículo de substituição. O contrato está plenamente em vigor e pago. Imobilização por Força Maior (IPO): O chumbo na inspeção constitui uma proibição legal de circulação. O direito ao veículo de substituição (5 dias em caso de anomalia/avaria) deve ser ativado para repor a mobilidade da minha família enquanto a situação legal do carro se resolve.

Encerrada

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