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Encomenda não entregue ao domicilio
Exmos. Senhores, É lamentável que em todas as encomendas que a DHL presta o serviço de entrega, mesmo pagando pela taxa de entrega ao domicilio, nunca entregam a encomenda na morada indicada! Não aconteceu 1/2/3 vezes mas sim em TODAS as encomendas entregues por esta empresa. Metem em como não foi possível entregar e nem se dão a esse trabalho, deixando as encomendas no servicepoint. Se não fazem o serviço então que não o disponibilizem ao cliente, pois não faz de todo sentido! Cumprimentos, Rafaea Duarte
Atraso no voo
Exmos. Senhores, Em 18/12/2024 dirigi-me ao aeroporto de Barcelona, El Prat para embarcar no vosso voo EJU7682 para de Lisboa, Aeroporto Humberto Delgado. Sucede que o voo, que estava marcado para as 15h25 e chegada programada para as 15h35 se atrasou, e a chegada ao destino a ocorreu às 19h38. Significa isto que o atraso excedeu mais que 3 horas, pelo que tenho direito a uma indemnização de 750€ (250€ por cada um dos viajantes que consta na reserva), de acordo com as regras de transporte aéreo sobre atrasos nas viagens aéreas. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Ando a pagar saneamento sem o ter
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contribuinte nr210279745. Já por diversas vezes vos alertei para o erro existente nas faturas enviadas – desde janeiro de 2023 me está a ser cobrado o valor de saneamento, dado que nessa morada está uma fossa construída desde a existia da casa , logo o pagamento da fossa não me deveria estar a ser cobrada ). Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata das faturas e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Subscrição não autorizada, impossível de cancelar
Exmos. Senhores, Em Dezembro de 2024 recebi um e-mail da e-dreams a comunicar que debitaram 69.99€ da conta pela subscrição da e-dreams prime. Como eu nunca subscrevi tal coisa, telefonei-lhes e foi-me dito que em 2022 comprei um bilhete de avião na e-dreams e fiquei automaticamente inscrito na e-dreams prime com a data do primeiro débito em 2 anos (ou seja, 2024). Fiquei indignado e exigi o meu dinheiro de volta e o cancelamento. Foi-me dito que é impossível devolver todo o montante, apenas metade. Em alternativa, sugeriram-me uma oferta de um voucher de 90€ para usar em compras futuras. Aceitei o voucher e ele foi-me enviado para o e-mail. Umas semanas mais tarde quis usar o voucher na compra de um bilhete de avião, segui todos os passos, cumpri todos os requisitos mas o site e-dreams disse que o voucher não era válido. Voltei a reclamar e disseram-me que apesar de ter o voucher, este tinha de ser activado. Pedi que o fizessem. 3 dias mais tarde, tentei comprar o mesmo voo com o dito voucher. Naturalmente o preço subiu uns 50€ em relação à primeira tentativa. Segui todos os passos, o voucher foi aceite, mas o pagamento foi consecutivamente recusado, apesar de ter usado pelo menos 4 cartões diferentes, de 3 bancos, todos eles com mais que saldo suficiente e cumprindo com os critérios assinalados no site. No dia seguinte tentei comprar de novo o mesmo bilhete, com novo acréscimo de preço, e, desta vez, o site e-dreams diz-me que o voucher já tinha sido utilizado, logo não era válido. Voltei a ligar para a empresa que me disse que isso era verdade, que uma falha (da e-dreams) em processar pagamentos não implicava que o voucher pudesse ser reutilizado. Em alternativa ofereceram-me um novo voucher, mas para isso teria de esperar mais dias, com a inevitável subida no preço do bilhete. Desisti da operação e comprei o bilhete para outro voo noutro sítio. Ao longo destas 3 conversas telefónicas com as operadoras da e-dreams foi sempre de salientar a rigidez absoluta em cumprir com um guião, a incapacidade de compreender o meu problema, de lhe dar uma resposta aceitável e até de falhas em língua portuguesa, o que dificultou imenso o processo. Gostaria de saber se é possível reclamar de tal forma a obter os meus 69.99€ de volta. Atenciosamente,
Suspensão do serviço por mora
Exmos. Senhores, Sou cliente EPAL desde setembro de 2023, e passado alguns meses aderi ao débito direto para facilitar o pagamento das faturas, contudo, ao longo do período de contrato deparei-me com o facto de algumas faturas ficarem por pagar, por não ter sido debitado o valor do mês em causa, sendo que, ao me aperceber do sucedido efetuava de imediato o pagamento através de outros meios, sem nunca ter sido efetivada qualquer suspensão de fornecimento de serviço ou ter existido algum aviso de valores em atraso sequer! No passado dia 7 de fevereiro (sexta feira) por volta das 15h, recebo uma chamada de uma vizinha a comunicar que estavam a efetuar o corte do fornecimento de água, justificando que tinha uma fatura em atraso. Rapidamente acedi à minha área de cliente do EPALnet para confirmar o sucedido e constatei que a Fatura n.º 2945240, cuja data-limite de pagamento era 2024-12-16, no valor de 17,13 €, se encontrava em falta, ainda que o débito direto continue ativo, situação esta que não se compreende. Constatei igualmente que o valor de 17,13€ estava incluído na última fatura emitida e cuja data-limite de pagamento ainda não ocorreu, uma vez que o débito direto (se funcionar) está agendado para 12/02/2025, ou seja, se tudo funcionasse a situação regularizar-se-ia nesse dia. Posto isto, liguei de imediato, por volta das 16h, para a linha de apoio para regularizar a situação de modo a que fosse restabelecido o fornecimento deste serviço público essencial. Foi-me comunicado pelo funcionário que teria que proceder ao pagamento de uma “taxa” no valor de 49,20€ para reabertura do contador, bem como, o pagamento do valor da fatura em falta. Logo no momento pedi a emissão de uma referência para pagamento, cujo valor total foi de 66,33€, efetuei o pagamento e voltei a ligar para confirmar que estava regularizado. Fui informada de que iriam ainda no presente dia reestabelecer a ligação da água e de que até às 00h daquele dia o serviço iria ser reposto. Às 18h30 de sexta feira, dia 7 de fevereiro, o fornecimento de água não estava reposto. No dia 9 de fevereiro (domingo), aquando do regresso a casa, constata-se que o serviço não foi reposto aquando da abertura da torneira interior da casa, contudo, quando se abre a torneira exterior de ligação da água (“torneira de segurança”) a casa reparo que há uma fuga de água na ligação do contador mas que, com essa torneira aberta, há efetivamente água dentro de casa. Ligo novamente para a linha de apoio para questionar se o serviço tinha sido efetivamente reposto e se poderiam deslocar-se ao local para verificar a situação e a informação que me foi transmitida foi que o serviço não tinha sido reposto porque não se encontrava ninguém em casa, situação que aquando do corte do fornecimento não foi sequer posta em causa, isto porque, para efetivar o corte não houve qualquer impedimento dos funcionários da EPAL para entrar no prédio e identificar o contador, já para repor e reparar o estrago causado já seria preciso a nossa autorização! Desde já solicito esclarecimentos quando a este modo de atuação, diga-se, totalmente ilegal pela sua natureza desproporcional e ao arrepio da lei! No dia 10 fevereiro 2025 às 9h32 estabeleci o contacto telefónico para linha de apoio para saber se a situação já tinha sido reposta e constato, novamente, que ainda não, desta vez dizendo que o serviço iria ser reposto entre as 8h e as 12h00 deste dia e ainda solicitei que fosse informada da reposição do serviço. Às 10h56 recebi uma chamada do técnico Joel Nobre, que iria repor o serviço, questionando se estaria em casa para abrir a porta, situação que não se compreende, uma vez que quando foram cortar o fornecimento não se encontrava ninguém em casa. Na hora de almoço conseguimos deslocar-nos a casa e constatamos novamente que continua a não haver água dentro de casa. Voltamos a ligar para a central de apoio e é-nos comunicado que teremos que estar em casa para a reposição do serviço, situação que ainda que seja complicada para nós porque nos encontramos no trabalho tentaríamos fazer o esforço, deixando o contacto do meu colega de casa e pedindo que o mesmo fosse informado com antecedência para se tentar deslocar a casa e confirmar se o serviço tinha sido efetivamente reposto. Às 14h18 entrei novamente em contacto com a central e falei com a funcionária Janaine de Carvalho e foi-me informado que não têm a informação se o técnico foi ao local ou não para concluir o serviço, entrou em contacto com a equipa técnica e foi informada de que o técnico ainda não tinha ido fazer o serviço. Momentos depois, liguei diretamente para o número do técnico para tentar perceber se já tinham ido ao local ou não e foi-me dito que tinha ido lá tirar o selo (logo não se compreende como é que na noite anterior já havia água dentro de casa). Da ilegalidade da suspensão do fornecimento Nos termos do artigo 5.º da Lei dos Serviços Públicos Essenciais – Lei n.º 23/96, na sua redação atual – A prestação do serviço não pode ser suspensa sem pré-aviso adequado, salvo caso fortuito ou de força maior – pré-aviso tal que não teve lugar em qualquer momento, uma vez que o valor em falta ainda se encontra a pagamento na última fatura, que será debitada a partir de 12/02/2025. Por outro lado, o mesmo artigo dispõe que – em caso de mora do utente que justifique a suspensão do serviço, esta só pode ocorrer após o utente ter sido advertido, por escrito, com a antecedência mínima de 20 dias relativamente à data em que ela venha a ter lugar, e dispõe ainda que, tal advertência para além de justificar o motivo da suspensão, deve informar o utente dos meios que tem ao seu dispor para evitar a suspensão do serviço e, bem assim, para a retoma do mesmo, sem prejuízo de poder fazer valer os direitos que lhe assistam nos termos gerais. Mais uma vez, tal advertência nunca chegou a ocorrer e, mesmo assim, foi-nos suspenso o fornecimento no dia 7 de fevereiro, suspensão essa que só foi reposta mediante o pagamento da taxa (cuja fatura não me foi remetida e não está disponível para consulta na área de cliente da EPAL), que foi efetivamente paga nesse dia, para apenas voltarmos a ter água no dia 10 de fevereiro às 15h. Posto isto, solicito esclarecimentos e os relatórios de todas as deslocações relacionadas com a ocorrência (fecho e abertura da água), bem como, o reembolso da “taxa” paga no valor de 49,20€, tendo em conta a ilegalidade de todo o processo como acima se relatou. Caso esta devolução não ocorra, no prazo de 7 dias, não hesitaremos em resolver esta questão na estância judicial competente, uma vez que se trata de um serviço público essencial que foi interrompido a bel-prazer da entidade fornecedora sem qualquer motivo que justificasse ou aviso. Com os melhores cumprimentos, Catarina Soares
4 vezes já a mesma reparação
Comprei uma máquina levar e secar roupa Samsung que já foi a garantia 4 vezes . Visto que está constantemente a avariar pretendo uma solução definitiva visto que tenho gasto imenso dinheiro em idas a. Lavandaria
Cumprimento defeituoso/não conforme o contrato/incumprimento
contratei os serviços de transporte de veículo, através da plataforma Eurosender, para o transporte do meu veículo de Alemanha para Cascais. O veículo foi recolhido e entregue no dia 17 de dezembro de 2024. Ao receber o veículo, identifiquei danos evidentes nas jantes e na porta, que não existiam no momento da recolha. No entanto, a entrega foi realizada de forma apressada, e não fui devidamente instruído pelo transportador a inspecionar o veículo detalhadamente antes de assinar o documento CMR. No dia seguinte, 18 de dezembro de 2024, comuniquei formalmente à empresa sobre os danos, cumprindo o prazo de 7 dias estabelecido no Artigo 30 da Convenção CMR. Apesar da minha reclamação tempestiva e do envio de fotos que mostram os danos no veículo ainda no reboque, a empresa alega não ter responsabilidade pelos danos. Solicitei acesso às fotos tiradas pelo transportador no momento da entrega, como previsto no Artigo 8 da Convenção CMR, que obriga o transportador a documentar o estado da mercadoria no momento da entrega. Até à data, estas fotos não foram apresentadas, e não foi fornecida qualquer contraprova do estado do veículo na entrega. Considero esta situação inadmissível, pois paguei pelo transporte na expectativa de que o veículo fosse entregue nas mesmas condições em que foi recolhido. A empresa falhou em cumprir as suas obrigações de boa-fé e transparência, previstas no Código Civil Português, Artigo 762, e na Convenção CMR. Solicito a vossa intervenção para que esta situação seja resolvida de forma justa, com a reparação dos danos causados e a devida responsabilização da empresa.
Informações erradas
Exmos. Senhores, Através do serviço de apoio ao cliente foram prestadas informações erradas sobre o meu pedido de re-agendamento de dois bilhetes. Em setembro de 2024, por motivos de emergência médica, tive de alterar uma passagem aérea. Para tal liguei para o serviço de apoio ao cliente através do qual obtive a informação de que por motivo de saúde poderia re-agendar a viagem até um ano da compra da viagem atual, com a possibilidade de mudança de destino. Devido a esta informação optei por não fazer a viagem de modo a aguardar por uma altura mais propícia. Assim, em Fevereiro de 2025 contactei o serviço de apoio ao cliente para re-agendar o bilhete para uma nova viagem com novo destino. De acordo com o site da TAP a viagem que pretendia fazer tinha um valor de menos 160€ da anterior. No primeiro telefonema informaram-me que teria de efectuar um pagamento sobre o valor de re-agendamento. Confrontei o operador com o facto de a viagem ser de valor inferior e que anteriormente me tinha sido dada a informação que pagaria apenas se o valor fosse superior. Pedi por isso para falar com o seu supervisor. O colaborador desligou a chamada. Liguei novamente para o serviço de apoio ao cliente e fui atendida por uma colaboradora diferente. Após ter exposto a situação do re-agendamento da viagem anterior que não tinha sido feita a colaboradora prontamente passou a procurar um voo para o destino que tinha pedido. Quando a colaboradora me transmitiu que teria de efectuar um pagamento sobre o valor de uma viagem de valor inferior à que eu tinha já comprado, transmiti-lhe que tal não fazia sentido e pedi para falar com o seu supervisor. Depois de uma longa espera o supervisor, atendeu a chamada. Passei a explicar toda a situação ao supervisor que, após o meu pedido para que se identificasse me transmitiu que se chama Tiago Santos. Expliquei-lhe que a minha decisão de não ter embarcado na viagem em setembro se tinha devido à informação que tinha recebido: de que em caso de emergência médica seria possível re-agendar o bilhete para uma nova data e novo destino. Face à situação exposta, o supervisor transmitiu-me uma informação totalmente diferente da que até ali me tinha sido transmitida por colaboradores diferentes. Admitindo que se trataram de erros de transmissão de informações, afirmou que não poderia efectuar o re-agendamento para novo destino. O chefe de serviço de apoio ao cliente da TAP assumiu os vários erros dos seus colaboradores ao terem prestado informações erradas sucessivamente, prejudicando o cliente. Neste caso, o cliente ficou sem viagem e sem dinheiro. A TAP lucrou com um erro dos seus colaboradores. Cumprimentos.
Voo atrasado
Exmos. Senhores, Em 31/01/2025 dirigi-me ao aeroporto da Portela em Lisboa, para embarcar no vosso voo (TP35) para Fortaleza. Sucede que o voo, que estava marcado para as 17:05, se atrasou, com partida a ter lugar pelas 22:15 e a chegada ao destino a ocorrer às 03:00. Significa isto que o atraso excedeu mais que 3 horas, pelo que tenho direito a uma indemnização de 600€ por bilhete (3 bilhetes total 1800€), de acordo com as regras de transporte aéreo sobre atrasos nas viagens aéreas. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Em anexo envio o formulário de reclamação preenchido. Cumprimentos.
Tarifa social a que tenho direito não aplicada.
Ex.mos Senhores, Sou cliente da Endesa. Já por diversas vezes alertei para o erro existente nas faturas, que não me atribuíram o desconto da tarifa social, a qual tenho direito e sempre tive. Até agora, recusaram-se a corrigir as faturas, alegando que só me foi atribuída a tarifa social no dia 25 de Janeiro.2025, o que não é de todo verdade, pois já antes dessa data tinha direito, visto ser família monoparental e receber o abono de família há vários anos, e noutras comercializadoras de energia das quais fui cliente já tinha a tarifa social aplicada. Não tenho culpa de ter havido erro de comunicação e falha na atribuição da tarifa social, mas tenho todo o direito de ver as respetivas faturas corrigidas, pois nunca perdi o direito à tarifa social. Nos termos da legislação em vigor, tenho direito a retroativos desde a data em que se comprova a minha elegibilidade. Informo tambem que enviei um documento comprovativo com a lista de recebimentos de abono de familia para a ENDESA. Mais comunico que não pagarei a última fatura enquanto não corrigirem as faturas. Já fiz reclamação na vossa pagina online, mas não obtive qualquer resposta. Até ao momento, os vossos serviços revelaram-se ineficazes na resolução do problema. Solicito a correção imediata das faturas com direito a retroativos. Cumprimentos.
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