Reclamações recentes

C. B.
17/08/2026

Seguro Habitaçao

Tive um sinistro na habitaçao em Março de 2026, onde existia em várias zonas da habitaçao. Foi aberto sinistro com a seguinte descriçao: "GRM 1527119: Após a passagem deste inverno, é possivel verificar em diferentes pontos da habitaçao, a existencia de "humidade/infiltraçao" (?!). Em diferentes áreas da habitaçao, o teto encontra-se escurecido, havendo a necessidade de ter de se pintar novamente a habitaçao nessas mesmas zonas." Este sinistro prolongou-se até Julho de 2026, com várias insistências da minha parte para saber em que fase estava o referido sinistro. Tive uma primeira peritagem, sendo enviado a 02/06/2026, comunicado por parte da Mapfre a assegurar o sinistro, referindo isto: " Nesse sentido autorizámos reparação aos técnicos nomeados pela companhia, devendo aguardar contactodos mesmos para agendamento dos trabalhos. Em breve poderá receber um email com um questionário de satisfação, através do qual poderá partilhar asuaexperiência com os nossos serviços. Caso não o receba, estaremos igualmente disponíveis para ouvir asuaopinião por outros meios." AInda estive algum tempo à espera. Recebi visita por parte dos técncios (equipa de pintura), que referiram que só podiam fazer as obras de pintura, aquando a chaminé da habitaçao tivesse arranjada. QUestionei quem iria pagar o arranjo, ao qual a equipa referiu para entrar novamente em contacto com a Mapfre. Assim o fiz, tendo recebido mais tarde um novo perito, que me pediu fotos da chaminé. Enviei as fotos, ao qual a 30/07/2026, a Mapfre enviou novo comunicado a declinar o sinistro, ou seja, alegou que os danos na chaminé que levaram às infiltraçoes, nao sao assegurados, tendo em conta as clausulas contratuais. Assim, 1º Numa primeira peritagem, com o referido comunicado, asseguram sinistro 2º Recebo visita da equipa de obras (que iria pintar) referindo que so iniciavam as obras após arranjo da chaminé 2.1: A equipa sabia da existencia de danos na chaminé 2.2 A equipa sabendo deste dano, supostamente a Mapfre também o sabia 3º REcebo nova visita de perito 4º Mapfre declina sinistro porque os danos na chaminé, que levaram às infiltraçoes, nao estao incluidos no contrato Os danos na chaminé foram provocados pelo mau tempo, que levou às infiltraçoes Envio várias mensagens ao Gestor do sinistro, que faz questão de nao responder, (verifico que a mensagem foi vista e tratada, porque aparece no corpo da mensagem "tratado por-.....") é lamentavel toda esta situaçao. Desde Março de 2026 a tratar deste sinistro. Inicialmente demoraram imenso tempo para fazer uma primeira peritagem. De referir que confundiram este sinistro com outro sinistro do passado (que já estava encerrado) e com outro sinistro que tinha aberto mais tarde. A falta de resposta por parte do Gestor do caso, quando peço "respostas" é lamentável Referirem que cobrem os danos e depois dizem que não, é lamentavel Todo este tratamento do caso, faltas de resposta, gestao do caso em si, entre outros é lamentável

Em curso
Y. C.
20/07/2026

Problemas com oficina

Solicito a vossa intervenção jurídica face a uma situação de violação de direitos do consumidor, que envolve a seguradora Mapfre Portugal e a oficina recomendada Zeticar-reparações Auto Lda. 1. Enquadramento dos Factos:Fui vítima de um sinistro automóvel provocado por um terceiro segurado da Mapfre. A seguradora assumiu a responsabilidade, realizou a peritagem, escolheu a oficina (Zeticar) e agendou a reparação do capô da minha viatura. 2. O Problema (Defeito no Serviço):Menos de um mês após levantar o carro da oficina, a tinta aplicada no capô começou a lascar, o que evidencia manifesta falta de qualidade no serviço de pintura efetuado. Saliento que sou proprietário do veículo há vários anos e a pintura original do capô nunca apresentou qualquer defeito ou anomalia. 3. Irregularidades e Violação de Direitos:Recusa Ilegal de Garantia: Ao expor a situação, a Mapfre tentou descartar responsabilidades, remetendo-me para a oficina. Por sua vez, a Zeticar aceitou retocar a pintura, mas informou-me de que o trabalho não teria qualquer garantia posterior, alegando falsamente que o problema "já vinha de trás". Trata-se de uma violação direta do Decreto-Lei n.º 84/2021, que estipula a garantia legal de conformidade em reparações e serviços de consumo. Sendo a oficina imposta pela seguradora, ambas respondem solidariamente. Viatura de Substituição Inadequada: Para efetuar a nova reparação, necessito de uma viatura de substituição com 5 portas por imperativos logísticos e familiares. A Mapfre recusa garantir este critério, tendo sugerido que eu pague um aluguer do meu próprio bolso para posterior reembolso. Já informei a seguradora de que não tenho capacidade financeira para suportar esse encargo imediato. Na qualidade de terceiro lesado, não posso ser duplamente penalizado com custos adicionais para repor a minha rotina normal. Face ao exposto, solicito o apoio da DECO para mediar junto das entidades e exigir: A repintura integral e correta do capô da viatura, salvaguardando o meu direito à respetiva garantia legal pós-reparação. A atribuição de um carro de substituição de 5 portas, sem qualquer encargo financeiro inicial para mim, durante o período de imobilização do veículo.

Em curso
V. D.
21/05/2026

Incompetência, negligência e inconcebível atraso na resolução de problema

Exmos. Srs. Tenho um diferendo com a MAPFRE que se arrasta há vários meses, de forma inconcebível e negligente, revelando manifesta incompetência dessa seguradora. É a seguinte a cronologia dos acontecimentos: - No dia de 29 de Maio de 2025 (!), ao acordar de manhã, deparei com uma fuga de água que vinha do tecto da minha cozinha; - No dia 30 de Maio, após ter contactado o vizinho que mora no andar imediatamente acima do meu (Sr. Jaime Homem de Sá), segurado pela MAPFRE, enviei-lhe um video mostrando a frequência do gotejamento e localização da fuga; - Tendo a situação permanecido e após mensagens trocadas com o vizinho, avancei para o contacto com a administração do condomínio onde resido (Rua do Freixo, 979, fracção A 3.3.4300-218 PORTO), que de imediato fez deslocar um técnico a minha casa; - Na sequência desta deslocação, no dia 3 de Junho tive a informação que o sinistro tinha sido participado pelo vizinho à MAPFRE; - No dia 5 de Junho de 2025 o perito da MAPFRE deslocou-se ao condomínio - No dia 17 de Junho de 2025, a água passou também a escorrer pela parede da cozinha junto à corete - no dia 24 de Junho de 2025 começou a pingar com mais intensidade, sem que tenha, entretanto,tido mais notícias da MAPFRE - No dia 23 de Julho de 2025, recebi finalmente um email da MAPFRE, reencaminhado pelo vizinho, onde esta seguradora dizia que estavam a decorrer "trabalhos periciais" e que no momento não assumia a responsabilidade pelo sinistro - Em email reencaminhado pelo vizinho com data de 16 de Setembro de 2025 a MAPFRE declinou a responsabilidade pelo sinistro, dizendo que a fuga de água não vinha do andar de cima!! (o que se veio a comprovar ser falso) - Voltei a contactar a administração do condomínio, que mais uma vez fez deslocar uma equipa técnica ao condomínio, que abrindo o tecto da minha cozinha e fazendo testes no andar de cima, detectou finalmente a origem da fuga, elaborando um relatório datado de 13 de Outubro, que o vizinho encaminhou para a MAPFRE - Decorridos mais de 15 dias sobre o envio deste relatório, e apesar de várias tentativas junto da MAPFRE continuei sem noticias, com o tecto da cozinha destruído e com a impossibilidade de receber visitas em casa e de todo o desconforto associado - Decidi então solicitar a intervenção de minha seguradora (Zurich), em 2/11/2025, que encetou contacto directamente com a MAPFRE - após inúmeras trocas de correspondência, denotando evidente vontade da MAPFRE em adiar sucessivamente a resolução do problema, finalmente e após video, fotos e relatório técnico, realizados atravès da administração do meu condomínio, a seguradora MAPFRE reconheceu que a origem da fuga de água, estava efectivamente no andar do seu próprio segurado - Foi solicitada mais documentação por parte da MAPFRE, designadamente o orçamento da reparação, a caderneta predial e a identificação da minha conta bancária, que rapidamente enviei - À data de hoje, decorrido quase 1 ano sobre o início do sinistro, continuo inexplicavelmente a aguardar o depósito da verba orçamentada para reparação na minha conta e com a reparaçao por efectuar. - Já procedi entretanto a reclamação junto da provederia do cliente da MAPFRE, mas ainda aguardo resposta Estou indignado e revoltado com tamanho atraso, e com a evidente falta de vontade da MAPFRE em resolver, de forma efectiva, o problema que acima descrevo Os meus cumprimentos Vitor Paixão Dias

Resolvida
L. R.
23/03/2026

Proposta de indemnização abusiva e privação de uso Sinistro Nº2055101019042/2

íVenho por este meio solicitar a intervenção da DECO no processo de sinistro automóvel n.º [2055101019042/2], ocorrido em 23/11/2025, do qual resultou a Perda Total do meu veículo Peugeot 308 SW 1.6 HDi de 2010. A seguradora Mapfre apresentou uma proposta de 4.100 €, valor que recusei formalmente por ser manifestamente inferior ao valor de mercado (que se situa entre os 5.500 € e 6.200 €). Apesar de ter reclamado no Livro de Reclamações Eletrónico a 02/02/2026, a companhia limitou-se a reiterar a proposta inicial, ignorando os anúncios de venda de veículos idênticos que apresentei como prova. Além disso, a Mapfre está em incumprimento do Art.º 42.º do DL 291/2007, pois nunca me facultou um veículo de substituição nem incluiu na proposta a devida compensação pela Privação de Uso, que já ultrapassa os 115 dias. Solicito o apoio da DECO para mediar esta situação, exigindo que a Mapfre cumpra a lei e apresente uma proposta justa de 5.500 € acrescida da indemnização por privação de uso."

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
D. C.
07/03/2026

Sinistro

Atempadamente exposta à Mapfre a situação de avaria de um recuperador, em dezembro de 2025, coberta pela cláusula referente a danos causados por descargas elétricas, foi indeferido o pagamento das despesas, no valor de quase 900€, alegando a seguradora que "poderia não se tratar" do claramente exposto em relatório técnico. Ou seja, foi contrariada e negada (embora não taxativamente...) uma informação veiculada por técnicos da especialidade, sendo que o perito da seguradora que se deslocou ao local não era profissional em recuperadores. Portanto, mesmo na dúvida condicional, e empresa Mapfre não assumiu a sua responsabilidade.É a infeliz realidade que temos...Em anexo, as comunicações efetuadas e documentos enviados.

Encerrada

Precisa de ajuda?

Esta empresa responde em menos de 2 dias.
Após este período, entre em contacto connosco.

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.