Classificação
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- 10
- Reclamações resolvidas*
- 100%
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- 2 dias
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Reclamações recentes
Incompetência, negligência e inconcebível atraso na resolução de problema
Exmos. Srs. Tenho um diferendo com a MAPFRE que se arrasta há vários meses, de forma inconcebível e negligente, revelando manifesta incompetência dessa seguradora. É a seguinte a cronologia dos acontecimentos: - No dia de 29 de Maio de 2025 (!), ao acordar de manhã, deparei com uma fuga de água que vinha do tecto da minha cozinha; - No dia 30 de Maio, após ter contactado o vizinho que mora no andar imediatamente acima do meu (Sr. Jaime Homem de Sá), segurado pela MAPFRE, enviei-lhe um video mostrando a frequência do gotejamento e localização da fuga; - Tendo a situação permanecido e após mensagens trocadas com o vizinho, avancei para o contacto com a administração do condomínio onde resido (Rua do Freixo, 979, fracção A 3.3.4300-218 PORTO), que de imediato fez deslocar um técnico a minha casa; - Na sequência desta deslocação, no dia 3 de Junho tive a informação que o sinistro tinha sido participado pelo vizinho à MAPFRE; - No dia 5 de Junho de 2025 o perito da MAPFRE deslocou-se ao condomínio - No dia 17 de Junho de 2025, a água passou também a escorrer pela parede da cozinha junto à corete - no dia 24 de Junho de 2025 começou a pingar com mais intensidade, sem que tenha, entretanto,tido mais notícias da MAPFRE - No dia 23 de Julho de 2025, recebi finalmente um email da MAPFRE, reencaminhado pelo vizinho, onde esta seguradora dizia que estavam a decorrer "trabalhos periciais" e que no momento não assumia a responsabilidade pelo sinistro - Em email reencaminhado pelo vizinho com data de 16 de Setembro de 2025 a MAPFRE declinou a responsabilidade pelo sinistro, dizendo que a fuga de água não vinha do andar de cima!! (o que se veio a comprovar ser falso) - Voltei a contactar a administração do condomínio, que mais uma vez fez deslocar uma equipa técnica ao condomínio, que abrindo o tecto da minha cozinha e fazendo testes no andar de cima, detectou finalmente a origem da fuga, elaborando um relatório datado de 13 de Outubro, que o vizinho encaminhou para a MAPFRE - Decorridos mais de 15 dias sobre o envio deste relatório, e apesar de várias tentativas junto da MAPFRE continuei sem noticias, com o tecto da cozinha destruído e com a impossibilidade de receber visitas em casa e de todo o desconforto associado - Decidi então solicitar a intervenção de minha seguradora (Zurich), em 2/11/2025, que encetou contacto directamente com a MAPFRE - após inúmeras trocas de correspondência, denotando evidente vontade da MAPFRE em adiar sucessivamente a resolução do problema, finalmente e após video, fotos e relatório técnico, realizados atravès da administração do meu condomínio, a seguradora MAPFRE reconheceu que a origem da fuga de água, estava efectivamente no andar do seu próprio segurado - Foi solicitada mais documentação por parte da MAPFRE, designadamente o orçamento da reparação, a caderneta predial e a identificação da minha conta bancária, que rapidamente enviei - À data de hoje, decorrido quase 1 ano sobre o início do sinistro, continuo inexplicavelmente a aguardar o depósito da verba orçamentada para reparação na minha conta e com a reparaçao por efectuar. - Já procedi entretanto a reclamação junto da provederia do cliente da MAPFRE, mas ainda aguardo resposta Estou indignado e revoltado com tamanho atraso, e com a evidente falta de vontade da MAPFRE em resolver, de forma efectiva, o problema que acima descrevo Os meus cumprimentos Vitor Paixão Dias
Proposta de indemnização abusiva e privação de uso Sinistro Nº2055101019042/2
íVenho por este meio solicitar a intervenção da DECO no processo de sinistro automóvel n.º [2055101019042/2], ocorrido em 23/11/2025, do qual resultou a Perda Total do meu veículo Peugeot 308 SW 1.6 HDi de 2010. A seguradora Mapfre apresentou uma proposta de 4.100 €, valor que recusei formalmente por ser manifestamente inferior ao valor de mercado (que se situa entre os 5.500 € e 6.200 €). Apesar de ter reclamado no Livro de Reclamações Eletrónico a 02/02/2026, a companhia limitou-se a reiterar a proposta inicial, ignorando os anúncios de venda de veículos idênticos que apresentei como prova. Além disso, a Mapfre está em incumprimento do Art.º 42.º do DL 291/2007, pois nunca me facultou um veículo de substituição nem incluiu na proposta a devida compensação pela Privação de Uso, que já ultrapassa os 115 dias. Solicito o apoio da DECO para mediar esta situação, exigindo que a Mapfre cumpra a lei e apresente uma proposta justa de 5.500 € acrescida da indemnização por privação de uso."
Sinistro
Atempadamente exposta à Mapfre a situação de avaria de um recuperador, em dezembro de 2025, coberta pela cláusula referente a danos causados por descargas elétricas, foi indeferido o pagamento das despesas, no valor de quase 900€, alegando a seguradora que "poderia não se tratar" do claramente exposto em relatório técnico. Ou seja, foi contrariada e negada (embora não taxativamente...) uma informação veiculada por técnicos da especialidade, sendo que o perito da seguradora que se deslocou ao local não era profissional em recuperadores. Portanto, mesmo na dúvida condicional, e empresa Mapfre não assumiu a sua responsabilidade.É a infeliz realidade que temos...Em anexo, as comunicações efetuadas e documentos enviados.
Fogem ao contratado
No final de Janeiro 2026, efetuei participação à Mapfre devido a danos causados pelas tempestades dos últimos meses. Apólice multiriscos processo 2026201000910/1. Os danos são num muro do quintal cujos ventos fortes arrancaram um pedaço e infiltrações em dois quartos provocadas por fissuras que apareceram na empena da moradia após as chuvas intensas destes últimos meses. A resposta desta companhia é alarmante. Fogem a qualquer responsabilidade. Em relação ao muro, é porque apresenta falta de manutenção e de tinta ( como se fosse isso a causa de não resistir a ventos de 140 km/h ). Em relação à empena da casa, relatam fissuras generalizadas em toda a extensão da parede o que nãop corresponde à realidade e a empena, ao contrário do que dizem do muro, está bem tratada pois há 3 anos mandei tratar da mesma e gastei 2500€ do meu bolso. Ainda têm a lata de referir que as infiltrações nos quartos coincidem com as fissuras no exterior ! Estranho não é ? É ridículo e alarmante. Podem dizer o que quiserem e recusar o que quer que seja por quaisquer razões que inventem. Receber o nosso dinheiro é que nunca recusam. Solicitei cópia do relatório da peritagem e recusam dizendo que são documentos internos. Infringem as disposições legais no que toca aos dados pessoais de cada um e à boa fé contratual e não querem saber. Têm inúmeros processos judiciais e reclamações por estas mesmas razões e continuam a fazer o mesmo. Surreal a falta de respeito desta companhia. Ainda esta semana o CEO da Mapfre Brasil anunciou 268 MILHÕES de euros em lucros. Pudera, assim não é difícil. Vou ter que gastar dinheiro em advogado porque vivemos na república das bananas onde este tipo de instituição age livremente sem consequências.
Pedido de apoio – Relatório incorreto da seguradora Mapfre e imputação indevida de responsabilidade
Exmos. Srs. Venho solicitar apoio relativamente a um conflito com a seguradora Mapfre, no âmbito do processo de sinistro n.º 2025201008443/1, associado ao meu seguro multirrisco habitação. Após participação de infiltrações reclamadas pelo vizinho da fração inferior, foi realizada vistoria técnica. O perito e os serviços da Mapfre confirmaram-me sempre verbalmente que a infiltração tem origem em partes comuns do edifício, não sendo da minha responsabilidade. Contudo, o relatório escrito da Mapfre contém informações incorretas, ao assumir que as obras realizadas no meu terraço foram feitas para corrigir infiltrações. Tal não é verdade. As obras foram uma opção de melhoria, limitadas à colocação de um novo piso. A impermeabilização foi feita apenas por precaução, e nunca foram contratados trabalhos em paredes, que são da responsabilidade do condomínio. A Mapfre utiliza este pressuposto falso para me imputar responsabilidade por danos no prédio. Após contactar novamente o perito, este confirmou a origem comum das infiltrações e ficou de falar com a seguradora. Ainda assim, a Mapfre disse-me que se recusa a falar com o perito e afirmou que não irá corrigir o relatório. Existe ainda uma contradição evidente: em situação anterior, quando as guardas do terraço se partiram, a Mapfre recusou intervir, alegando que o terraço era parte comum. Agora, pretende responsabilizar-me por esses mesmos elementos. Este comportamento está a causar-me sérios prejuízos perante o condomínio e podre obrigar-me a arranjar fissuras em paredes que são da responsabilidade do condomínio e não da minha. Solicito apoio para que a seguradora seja instada a: 1. A emissão de um relatório técnico corrigido, que elimine pressupostos falsos sobre as obras realizadas e identifique de forma clara que a origem das infiltrações é em partes comuns do edifício; ou, em alternativa, 2. Uma declaração escrita formal da Mapfre confirmando que a infiltração não tem origem na minha fração autónoma. Em anexo, junto o relatório emitido pela Mapfre. Com os melhores cumprimentos, Carla Caldeira Lima
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